O capital em função social
Manter a sociedade consumista no sustento de um estado social;será este o futuro dos governantes da Europa actual,pois de outro modo romper com qualquer um destes moldes seria o caos total da actual sociedade europeia e mundial.O rigor na gestão da coisa pública será no imediato uma prioridade imprescindível.
Senão vejamos:cortar nos serviços públicos gera maus serviços e desemprego que fica dependente do apoio do estado.
Aumentar os impostos gera menos consumo,menos receitas para o estado,menos disponibilidade financeira para suportar as dependência a que se conduziu toda a anterior situação.
Casos de desnível de vencimentos como os que se vêm na nossa administração pública e privada,resultam de um desnível social de tal ordem que dentro em breve as empresas só têm dinheiro para pagar os chefes pois os trabalhadores não terão direito o seus salários.
Enquanto um país mantiver o sustento da administração pública com inúmeros cargos de chefias,como por exemplo o sr.Primeiro ministro com 68 colaboradores,com um custo ao erário público de mais de 150 mil euros mês,jamais conseguiremos equilibrar esta terra que continua a consumir o dobro daquilo que produz.
É só ver as inúmeras pessoas que recebem muito mais que os seus trabalhadores (PT;GALP;EDP;etc,etc)no seu todo,só por ocupar um cargo de chefia.É só ver a quem é que o estado apoia na hora da sobrevivência,não é às empresas que produzem bens,nem aos trabalhadores em situação de precariedade,mas à banca que não só cobra dividendos excessivos à classe produtora como também a que mais lesa o estado em questão de contribuição no que diz respeito ao pagamento dos impostos.
Portanto,se o estado continuar a penalizar quem produz em detrimento de quem só cobra dividendos pelo produto,chegará ao dia que;nem pagando para trabalhar conseguiremos ter aquilo que é o essencial para a manutenção de uma sociedade digna e minimamente humana.O capital terá que ser canalizado em função social de modo a que haja,trabalho,produtividade,impostos,capital circulante,serviços condignos,saúde,educação,segurança e fomentar o crescimento da população de modo que hajam mais produtores,mais consumidores e menos dependentes de um estado falido que já não encontra soluções para o essencial da sobrevivência daquilo que é o mais importante.os seres humanos.
E olhem que não tenho formação académica ou nada que se pareça,simplesmente sinto e vivo o dia a dia de cada ser humano que tal como eu sofre na pele as consequências de todos estes anos de uma gestão pública danosa,feita à medida dos interesses de quantos passaram e passam pela gestão dos bens que são de todos mas que só beneficiam e continuam a beneficia interesses pessoais e ou impostos por «ceitas» de capitalistas internacionais,que vivem à custa das desgraças dos países mais pobres, esquecendo-se que no dia que derem cabo do último pobre,deixaram de ter escravos a produzir-lhes riquezas.Ainda está a tempo de reflectir para salvar as populações e a humanidade de uma catástrofe de dimensões incalculáveis,pois por situações talvez menos graves,aconteceram coisas que ainda estão bem presentes na memória de muita gente.1914 e ou 1944 datas para repensar e reflectir.