segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

                               Carta aos abstencionistas 

 Já se tronou o chavão dos desiludidos: votar p'ra quê se ganham sempre os mesmos? Porque a ingenuidade deste povo dado a constantemente acreditar em promessas, o engano continua.               É já neste próximo fim de semana que a grande maioria dos portugueses volta a ser chamada para eleger os seus representantes no máximo órgãos de soberania da nossa já bem «adulta» democracia. Segundo os dados do CNE existem mais de 10 milhões de eleitores inscritos nos atuais cadernos eleitorais. Sendo real ou não, esse número deverá ser à partida válido pois assim se rege o sistema de votos perante estes dados. Também consta que destes eleitores na última votação para a A.R. (2019) mais de 5.200 000l não votaram (abstencionistas), quase 132 mil votos brancos, aproximadamente 124 mil votos nulos, o que perfaz grosso modo que: 5.815.198 eleitores,(numero das estatística) CNE, pura e simplesmente vivaram as costas à democracia. Achando que votar é uma questão imperiosa de responsabilidade e dignidade de cidadania, e que o rumo a que a frágil democracia conduziu o país ao longo destas mais de 4 décadas, deveria ser duma atitude responsável que os portugueses cumprissem com os eu dever cívico. Agora a questão que os demove: À! porque ganham sempre os mesmo! E porque será? porque votam sempre os mesmos nos mesmo de sempre, enquanto que, aqueles que realmente deveriam fazer a diferença, irresponsavelmente marimbam-se para o ato eleitoral quando na realidade aquilo que se joga nesta decisões da democracia é o futuro de todos os cidadãos. Mas porque votar se acabam por nada fazerem daquilo que prometem? francamente!!! é fácil de perceber: votem noutros, pois se aqueles não cumprem as promessas ao menos tenham a coragem de mudar de atitude e votar noutros partidos que nunca tenham tido a oportunidade de eleger representantes ou minimamente elegem muito poucos que quase nem se fazem ouvir, apesar de que algo ecoa no espectro político atual parecer que a grande maioria dos partido que desde sempre fizeram parte do quadro governativo começam a sentir a ameaça dos partido de menor representatividade e sentem que a sua presença já tem um peso muito forte nas futuras decisões quanto à formação dum futuro governo.  Se os eleitores que desistiram de votar porque não se revêm neste modelo de regime, ao menos tomassem consciência de que o seu papel no futuro da governação em Portugal é fundamental, poderíamos ter no futuro a voz do descontentamento da indignação e da revolta dos mais de 5 milhões de portugueses que se recusam a votar e com esse tipo de comportamento contribuem para que, a sua própria miséria seja o sustento de sucessivos governos onde a corrupção tem sido o pior inimigo de todos nós. Queremos que o país mude, mas o primeiro passo seremos nós os eleitores a ter de mudar de atitude e não permitir que os mesmo de sempre ganhem à custa dos mesmos eleitores de sempre, os beneficiários do regime,  e daqueles que se recusam a mudar o paradigma político no nosso país. O convite fica feito de forma cívica, democrática e consciente para que todos sem exceção não possa reclamar dos governantes pelo facto de nada fazerem para mudar o rumo à moribunda democracia. Deixar de votar trona-se na «covardia» e irresponsabilidade de permitir que a pior pandemia deste país; a corrupção, continue a ser sustentada com a sua atitude e seu contributo para que este povo possa duma vez por todas sair da miséria a que se deixou conduzir. Porque queria ver um Portugal livre, a trabalhar, dignificando o trabalho e valorizando quem trabalha, VOTAR dia 30 de Janeiro será sem dúvida o princípio duma nova atitude de cidadania.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

                                   Um grito à liberdade

Para alguém do Bloco de Esquerda que na sua matriz política condena a religião e mais concretamente o catolicismo vem a debate utilizar frases do Santo Padre que diz: não podemos ignorara que esta economia mata, um sistema centrado na finança e não no trabalho,( constantemente desvalorizado e sem qualquer dignificação) cujo financeiro retira milhões e milhões de Euros aos estados. Pois é! e vão bater aos bolsos dos corruptos que sobrevivem à custa da ignorância e que se sustentam com a miséria do povo. Em recentes declarações também do Papa Francisco, abalaram alguns setores da sociedade sobre tudo alguns dos meios de comunicação quando ele se manifestou sobre a paternidade e a família referenciando que: muitos casais não têm filhos porque não querem ou têm um só e chega, mas têm 2 cachorros e 2 gatos que «tomam» o lugar dos filhos. Sim é engraçado, entendo, mas é a realidade. Renegar a paternidade e a maternidade diminui-nos, tira-nos a nossa humanidade. (Palavras textuais do Santo Padre).   Poderá até ser paradoxal. Com a pilula anticoncetiva, o aborto, a promoção mediática dos divórcios e dos LGBT, a promoção de trabalho feminino mesmo mal remunerado e por vezes até  (escravizado), deixando o cuidado dos filhos ao dogmatismo socialista de modo a manipular as mentalidades das crianças e dos seus progenitores, e fomentando a instabilidade da família (tradicional) com a chamada revolução industrial, e a igualdade entre homens e mulheres que infelizmente ELAS (inconscientemente) ou não,  em grande parte foram induzidas a copiarem pela igualdade a pior parte que os homens tinham e têm, fumadoras, consumismo de bebidas alcoólicas, depravação e mau caracter, e aquele sentimento especial da MULHER mãe,  (a afetividade feminina que a diferencia) quase que foi destruído para compensar as exigencia duma sociedade dos números, onde os valores foram atirados ao lixo, tudo isto se conjugou para o progressivo regredir do crescimento evolutivo da sociedade na Europa e no mundo. É uma realidade intrínseca que muitos não querem reconhecer. Se as famílias fossem preservadas, salvaguardadas, se os pais tivessem o tempo suficiente para dedicar aos filhos e educa-los segundo as naturais normas da humanidade, com afeto, dedicação, carinho e AMOR incondicional, hoje teríamos uma sociedade dos autênticos VALORES HUMANOS, sem tanta violência de cidadãos deprimidos, inconstantes e transtornados, seriam seres equilibrados e afetivos e não seres à deriva que por vezes não sabem o que querem pois a sociedade foi moldada para retirar o essencial da vida humana, os afetos que são imprescindíveis nos seres humanos. Já dizia numa velha frase alguém: Quanto mais conheço os homens, mais estimo os animais. ( Também se diz com alguma ironia que: o cão é o melhor amigo do homem por não conhecer o valor do dinheiro). Para quem defende o restaurar a autêntica democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade com base na preservação e valorização da família, do trabalho, da dignidade e em defesa da verdade só tem a perseguição.  Precisamos dum mundo sem ostentação e egoísmo, mais fraterno e recetivo, onde os seres humanos compreendam que existimos para estar ao serviço uns dos outros e promover a felicidade individual coletiva entre todos os seres que habitam a terra. Não será uma utopia um mundo a caminho da perfeição, partiríamos todos sem dúvida à conquista do paraíso.

Comentário na página de Maria Helena Costa 12/01/2022 

Desde que se descobriu pagar para falar e agora pagar para respirar, já eu profetizava no século passado que isso seria o negócio do século. Quando inventarem os testes para a avaliação do grau de ignorância das populações será o fim da manipulação das mentalidades mas isso não interessará aos regimes que sobrevivem da manipulação e da ignorância dos povos.