sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

                                                              Um ano novo chega 

Depois de um 2023 bastante atribulado com duas guerras mediáticas (Ucrânia/Russia) e (Israel/ Gaza), além de muitas outras que talvez passam despercebidas graças à comunicação social, mas que muito têm prejudicado o nosso país e o mundo no seu todo. Por cá depois de umas eleições que perpetuaram no poder os mesmos de há 47 anos e isso graças a uma cambalhota do líder do GR que depois de garantir de manhã que caso não tivesse maioria demitir-se-ia, no final do dia e pim, PAN, pum, resolveu a situação e continuou de pedra e cal. A nível nacional e após 21 meses de governo tido de maioria, num universo de 10.820.337 eleitores, (2.301.887 votos) no PS cai o governo por demissão do 1º ministro, que após a saída de 13 ministro e secretários de estado durante esse curto período, tudo vinculados a casos suspeitos de corrupção, sem contar com os inúmeros autarcas investigados. O próximo ano avizinha-se muito incerto, onde a economia continua a ser a dor de cabeça da grande maioria das famílias que trabalham vendo-se a braços para cumprirem os seus compromissos, os jovens com os créditos a lhes infernizarem as suas carteiras, os estudantes na incerteza do seu futuro, os reformados com cada vez maior dificuldade em ultrapassarem os seus dilemas, a segurança do país cada dia mais incerta e a saúde em situação de continuo drama. Mas depois da turbulência governativa adiada pelo Presidente da República, finalmente os portugueses serão chamados de novo a elegerem um governo que substitua a (catástrofe) iniciada pelo atual ainda em gestão, e surge a oportunidade de mudança, se os portuguese acharem que até aqui aquilo que foi feito foi benéfico ou prejudicial a cada um dos cidadãos. Os que trabalham são sacrificados e asfixiados com impostos e os que não trabalham e que podem faze-lo sendo beneficiados pela permanência dum sistema em que mais de 50% dos eleitores já não acreditam, mas que por medo de mudar falta-lhes a coragem de arriscar. A democracia nunca será integra se continuar a submeter o povo sob o comando da decisão de 21,3% do eleitorado, deixando de fora a verdadeira maioria, os abstencionistas que desiludidos, defraudados e desmoralizados não se revêm neste modelo de democracia. A derradeira oportunidade para devolver a democracia ao cidadãos será testada no próximo dia 10 de Março em que os mais de 10 MILHÕES  de eleitores portugueses voltam a ser chamados para elegerem os próximos governantes. Se houver realmente coragem da parte daqueles que se sentem desanimados por todas as situações anteriores durante este meio século de democracia, vem aí mais uma oportunidade para restituir a liberdade do povo que tem orgulho na sua história e não será necessário vestir uma farda militar para estar ao serviço da nação, qualquer altura serve para por os nossos talentos ao serviço dum país que ainda vive orgulhoso dos seus heróis e da sua história. Não podemos desperdiçar esta nova oportunidade. Esperemos que em 2024 possamos ajudar a reparar os sucessivos erros cometidos até aqui e comemorar com dignidade e orgulho os 50 anos duma democracia para todos.  

Um ano novo chega 

Depois de um 2023 bastante atribulado com duas guerras mediáticas (Ucrânia/Rússia) e (Israel/ Gaza), além de muitas outras que talvez até passam despercebidas graças à comunicação social, mas que muito têm prejudicado o nosso país e o mundo no seu todo. Por cá depois de umas eleições que perpetuaram no poder os mesmos de há 47 anos e isso graças a uma cambalhota do líder do GR que depois de garantir de manhã que caso não tivesse maioria demitir-se-ia, no final do dia e Pim, PAN, pum, resolveu a situação e continuou de pedra e cal. A nível nacional e após 21 meses de governo tido de maioria, num universo de 10.820.337 eleitores, (2.301.887 votos) no PS cai o governo por demissão do 1º ministro, que após a saída de 13 ministro e secretários de estado durante esse curto período, tudo vinculados a casos suspeitos de corrupção, sem contar com os inúmeros autarcas investigados. O próximo ano avizinha-se muito incerto, onde a economia continua a ser a dor de cabeça da grande maioria das famílias que trabalham vendo-se a braços para cumprirem os seus compromissos, os jovens com os créditos a lhes infernizarem as suas carteiras, os estudantes na incerteza do seu futuro, os reformados com cada vez maior dificuldade em ultrapassarem os seus dilemas, a segurança do país cada dia mais incerta e a saúde em situação de continuo drama. Mas depois da turbulência governativa adiada pelo Presidente da República, finalmente os portugueses serão chamados de novo a elegerem um governo que substitua a (catástrofe) iniciada pelo atual ainda em gestão, e surge a oportunidade de mudança, se os portugueses acharem que até aqui aquilo que foi feito foi benéfico ou prejudicial a cada um dos cidadãos. Os que trabalham são sacrificados e asfixiados com impostos e os que não trabalham e que podem fazê-lo sendo beneficiados pela permanência dum sistema em que mais de 50% dos eleitores já não acreditam, mas que por medo de mudar falta-lhes a coragem de arriscar. A democracia nunca será integra se continuar a submeter o povo sob o comando da decisão de 21,3% do eleitorado, deixando de fora a verdadeira maioria, os abstencionistas que desiludidos, defraudados e desmoralizados não se reveem neste modelo de democracia. A derradeira oportunidade para devolver a democracia aos cidadãos será testada no próximo dia 10 de Março em que os mais de 10 MILHÕES de eleitores portugueses voltam a ser chamados para elegerem os próximos governantes. Se houver realmente coragem da parte daqueles que se sentem desanimados por todas as situações anteriores durante este meio século de democracia, vem aí mais uma oportunidade para restituir a liberdade dum povo que tem orgulho na sua história e não será necessário vestir uma farda militar para estar ao serviço da nação, qualquer altura serve para pôr os nossos talentos ao serviço dum país que ainda vive orgulhoso dos seus heróis e da sua história. Não podemos desperdiçar esta nova oportunidade. Esperemos que neste novo ano possamos abrir o caminho para ajudar a reparar os sucessivos erros cometidos até aqui e comemorar com dignidade e orgulho os 50 anos duma democracia para todos. Com os sinceros votos dum novo ano para todos e em especial para toda a equipa do DN-Madeira desejando que tenhamos para 2024 boas notícias.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

 Se Jesus voltasse a nascer!

Se Jesus voltasse hoje, iria se surpreender ao ver quantas pessoas deturparam as suas palavras e quantos são incapazes de compreender o que ele quis dizer! A palavra sagrada precisa ser decifrada com calma e atenção, não se deve ler simplesmente e levar cada citação ao pé da letra... “Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem.” (Mt 13:10-13)

Quanta ingenuidade disfarçada de inocência se dispersa por este nosso mundo. O que ontem foi verdade, hoje tornou-se dúvida. O que hoje foi mentira, converteu-se na realidade nua e crua duma sociedade que enterrou os valores humanos e substitui-os pelos valores do custo, do preço e da avaliação à volta de interesses que nem sempre vão ao encontro da realidade. Tomara que voltasse a ser criança de novo, que aos 7 anos acreditava na vinda do menino Jesus colocar singelas prendas no sapatinho numa lareira com cheiro a cinza,  duma cozinha primorosamente limpa e com o aroma das tangerinas, do ananás e dos junquilho, da lenha que confeccionou a canja do Natal, misturado com a cera dum soalho bem polido. Mas quiseram substituir o menino por um senhor gordo, velho de barbas brancas que traz ilusões sonhos e presentes vindos do outro lado do mundo, promovidos pela publicidade dos meios de comunicação que transformam ilusões em realidade, para depois colocara-los debaixo de uma árvore de plástico. Porque a simplicidade daquele menino foi ultrapassada, já aos 17 anos nada era igual, os sonhos eram outros, mas o Natal das tradições teimava em ser o mesmo. A carne de vinho e alhos, o pão molhado nesse molho deliciosos, o ovo frito com o respetivo bife a acompanhar as semilhas novas cozidas e salteadas faziam as delícias de um almoço inigualável. E aos 27 anos já se via o mundo de outra forma, mas com as tradições continuavam bem vivas, o despertar com um cálice de anis caseiro e uma talhada de bolo de mel que o seu cheiro não escondia as suas origens,, isso já pelas 9 e meia da manhã, pois anoite na missa do galo tinha sido longa. Quando aos 37 anos teimosamente mantínhamos a tradição, já com os filhos à volta da mesa e uma longa família a acompanhar. Com os 47 alguns aguardava ansiosamente o regresso dos que tiveram de sair de casa para poderem crescer em inteligência e sabedoria. E não é que aos 57 anos já com uma numerosa família onde começava-se a sentir a ausências daqueles que pela lei da vida tinha marchado. Finalmente ao 67 a correria dos netos era grande para ver o que é que o pai Natal tinha posto no sapatinho, pois a tradição mantinha-se e o menino que outrora nasceu em Belém, afinal seria por não ter lugar nas urgências de algum dos hospitais deste país massacrado pela injustiça. Outro Natal se comemora. Esperemos que os futuros Natais que ainda nos restam possamos restaurar a paz, restituía a alegria e a fé, e resgate os valores duma sociedade que parece andar à deriva, onde não teremos medo de mudar as atitudes mantendo as tradições, pois essas fazem parte das nossas vidas. Um Santo e Feliz Natal que chega a todos os corações dos homens de boa vontade.

Texto a enviar para o DN-Madeira 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

                                                   Noites da Madeira!

Não querendo fazer qualquer referencia alusiva à composição do saudoso Max, mas apenas para despertar de algo que me deixou estupefacto. Como católico e (assíduo) participante nas missas de domingo, causou-me uma decepcionante emoção ao assistir à homilia do passado Domingo transmitida pela RTP-1/Madeira e Internacional celebrada pelo Srº Cónego Toni Sousa, desde a Igreja da Paróquia do S.C. de Jesus (Boa Nova). Tratando-se do assunto vigilância, 1º Domingo do Advento), surgiu um tema verdadeiramente polémico como é o caso da vida noturnas nas discotecas da região onde segundo ele focava um caso que um seu amigo de visita por cá na região presenciou e os contornos comentados,                            Vender estupefacientes a jovens com as consequência nefastas que causam, muitos deles ainda em idade de adolescência, com a suposta cumplicidade do estabelecimento, visto que a segurança do mesmo espaço de (diversão) ter sido alertada pelo senhor em causa, nada fez e a resposta ser: Ho senhor nós sabemos e não se preocupe pode ir embora.

É dececionante e dramática a situação a que esta nossa terra chegou, os perigos que correm os nossos jovens muitas vezes os seus país e família alheias a tudo isto por razões várias. Será que a sociedade merece semelhante atentado à dignidade humana e a justiça permite que situações destas proliferem livremente numa região que já teve outrora o cognome de «Cantinho do céu»?                                             Parabéns pela coragem no abordar do tema e a imagem que o mundo tomou conhecimento de como se deteriora a cada dia a sociedade duma região que segundo as autoridades governativas, acabou de receber o galardão no 30ª edição do " World Travel Awards" contemplada com o melhor destino insular do Mundo. Vamos estar vigilantes!  

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

                                Espectro duma revolução inacabada

Quando nos debruçamos para o actual estado da democracia no nosso país, questionamo-nos se realmente valeu a pena o 25 de Abril! Pensar que preparamo-nos para (comemorar) os 50 anos da liberdade, pondo por inúmeras vezes em causa a pergunta: será que a maioria dos portugueses sentem-se satisfeitos e realizados com a revolução e o rumo que tomou o regime democrático em Portugal? Prova evidente disso são os mais de 50% de abstencionistas que deixaram de acreditar neste modelo de democracia. É que ao longo deste quase meio século, conseguiram-se muitas alterações, alguns benefícios em diversos sectores, mas vejamos que; após 37 anos de adesão à UE, continuamos como um dos países mais pobre do grupo, temos mais de 2 MILHÕES  cidadãos no limiar da pobreza e mais de 10 mil sem abrigo,  no caso da R.A. da Madeira, das mais pobres do país, um dos salários mais baixos dos estados membros, apenas ultrapassados pelos Chipre, Grécia; Lituânia e Malta. E reparem que estamos a falar da hegemonia governativa de 2 partidos, a nível nacional, PS e PSD por vezes coadjuvados por outros partidos que deixaram-se seduzir pelo sistema, onde impera o oportunismo, a vigarice, o compadrio e a corrupção, enquanto que na Madeira foi dum só partido. Agora que os portugueses voltam a ser chamados a elegerem um novo governo pela razão de todos conhecida e das sucessivas consequências dos erros cometidos, vêm os paladinos da liberdade e pregadores da democracia, acenar sob a «ameaça» do espetro do fascismo, do totalitarismo, do extremismo da direita, quando a esquerda empenhou os portugueses (como diz um velho ditado) até à 5ª geração, e a suposta direita até aqui inexistente, foi cúmplice da nossa miséria, colando-se ao sistema, pois nunca manifestou a coragem para enfrenta e muito menos combater. Aquilo que até aqui a esquerda e a direita não conseguiram fazer, não estará à espera que: após 50 anos os portugueses continuem a acreditar que serão eles mesmos a emendarem os seus próprios erros, daí que a sua incompetência e incapacidade para o efeito acenarem com a ameaça da ascensão duma "extrema direita" existente, mas sim um enorme movimento aglutinando num partido político forças da sociedade civil que corajosamente enfrentam os oportunistas das asneiras dessa incompetência, fizeram com que os portugueses ressuscitassem as suas esperanças numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, no combate ao maior flagelo da nação;  A CORRUPÇÃO. Não tenhamos medo de tentar a mudança, antes tenhamos medo de não tentar e correr o risco de ver que a vida passou e voce não arriscou o que deveria, permitindo chegar até aqui com as suas esperanças desvanecidas. Para que possamos «comemorar» os 50 anos da Liberdade, será necessário fazer o que ainda não foi feito: restaurar a democracia, restituir a liberdade, resgatar os valores da sociedade, em suma reconstruir Portugal devolvendo a democracia ao povo quebrando o que a extrema esquerda quis fazer em 7 meses e que agora bem tentam durante 50 anos, então impedida reconquistada com o 25 de Novembro de 1974, que bem poderia ser designado o dia da democracia portuguesa. Espectro duma revolução inacabada.

Texto corrigido

Quando nos debruçamos para o actual estado da democracia no nosso país, questionamo-nos se realmente valeu a pena o 25 de Abril! Pensar que preparamo-nos para (comemorar) os 50 anos da liberdade, pondo por inúmeras vezes em causa a pergunta: será que a maioria dos portugueses sentem-se satisfeitos e realizados com a revolução e o rumo que tomou o regime democrático em Portugal? Prova evidente disso são os mais de 50% de abstencionistas que deixaram de acreditar neste modelo de democracia. É que ao longo deste quase meio século, conseguiram-se muitas alterações, alguns benefícios em diversos sectores, mas vejamos que; após 37 anos de adesão à UE, continuamos como um dos países mais pobres do grupo, temos mais de 2 MILHÕES de cidadãos no limiar da pobreza e mais de 10 mil sem abrigo, no caso da R.A. da Madeira, das mais pobres do país, com um dos salários mais baixos dos estados membros, apenas ultrapassados pelos Chipre, Grécia; Lituânia e Malta. E reparem que estamos a falar da hegemonia governativa de 2 partidos, a nível nacional, PS e PSD por vezes coadjuvados por outros partidos que deixaram-se seduzir pelo sistema, onde impera o oportunismo, a vigarice, o compadrio e a corrupção, enquanto que na Madeira foi dum só partido. Agora que os portugueses voltam a ser chamados a elegerem um novo governo pela razão de todos conhecida e das sucessivas consequências dos erros cometidos, vêm os paladinos da liberdade e pregadores da democracia, acenar sob a «ameaça» do espetro do fascismo, do totalitarismo, do extremismo da direita, quando a esquerda empenhou os portugueses (como diz um velho ditado) até à 5ª geração, e a suposta direita até aqui inexistente, foi cúmplice da nossa miséria, colando-se ao sistema, pois nunca manifestou a coragem para enfrentar e muito menos combater. Aquilo que até aqui a esquerda e a direita não conseguiram fazer, não estará à espera que: após 50 anos os portugueses continuem a acreditar que serão eles mesmos a emendarem os seus próprios erros, daí que a sua incompetência e incapacidade para o efeito acenarem com a ameaça da ascensão duma "extrema direita" existente, mas sim um enorme movimento aglutinando num partido político as forças da sociedade civil que corajosamente enfrentam os oportunistas das asneiras dessa incompetência, fizeram com que os portugueses ressuscitassem as suas esperanças numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, no combate ao maior flagelo da nação; A CORRUPÇÃO. Não tenhamos medo de tentar a mudança, antes tenhamos medo de não tentar e correr o risco de ver que a vida passou e você não arriscou o que deveria, permitindo chegar até aqui com as suas esperanças desvanecidas. Para que possamos «comemorar» os 50 anos da Liberdade, será necessário fazer o que ainda não foi feito: restaurar a democracia, restituir a liberdade, resgatar os valores da sociedade, em suma reconstruir Portugal devolvendo a democracia ao povo, quebrando o que a extrema esquerda quis fazer em 7 meses e que agora bem tentam durante 50 anos, então impedida reconquistada com o 25 de Novembro de 1974, que bem poderia ser designado o dia da democracia portuguesa.

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

 NÃO FOI ESTE O MODELO DE DEMOCRACIA QUE OS PORTUGUESES SONHARAM COM O 25 DE ABRIL!

Não sendo saudosista do regime de Salazar, mas há um facto que precisa ser reconhecido. Apesar da fome e da miséria da época, o mundo vinha da convulsão de duas guerras mundiais e tivemos de aprender a sobreviver da nossa auto-subsistência. Salazar além de conseguir essa proeza com o esforço colossal e o sacrifício do povo, fez justamente o contrário daquilo que se tem feito até agora. Fez obra sem endividar o país, das maiores industrias navais era portuguesas (Lisnave e Setenave) a maior ponte da Europa à época, uma escola em cada freguesia, um hospital em cada cidade, seis aeroportos e uma acumulação de riqueza que levou Portugal ao 5° país com a reserva mais alta do mundo. Contra factos não há argumentos. O Socialismo em 50 anos leva Portugal à banca rota por três vezes, a maior divida externa de que há memória, a mais elevada carga fiscal de sempre, o SNS numa catástrofe, a educação levada ao caos, 25 anos a projetar um aeroporto, roubos e corrupção a maior praga jamais vista, imigração de portas abertas a vadios, vândalos, terroristas e violadores, de 10 mil cidadãos vivem nas ruas e 4 MILHÕES de portugueses no limiar da pobreza. Comparar o incomparável é preciso abrir os olhos a este povo ingénuo. Portugal não pode continuar à mercê de bandidos e de corruptos. Afinal Salazar não era nem fascista nem ditador, era puramente anti-comunista/Socialista, vá-se lá saber porquê!
Uma parte dos portugueses infelizmente já se habituaram a viver em condições parecidas com a dos políticos.
A maior parte das ditas pequenas empresas fazem uma economia paralela.
Há muitos desempregados que recebem o desemprego e trabalham as escondidas.
Os trabalhadores ditos coletados seja da construção civil, serralharia ou mecânica de automóveis que trabalha por conta própria fogem aos impostos e a maioria não passa recibo .
As pessoas procuram este tipo de trabalhadores para terem os serviços mais baratos.
Portugal está desta maneira e as pessoas dizem com razão que quem dá o exemplo é o próprio sistema.
Eis uma razão mais do que suficiente para baixar os impostos, sobrecarregam uns para benefício dos incumpridores. Se a dedução fosse menor e ao consumo aliviaria a carga fiscal per capita, e todos seriam (convidados) a pagar e melhor ainda seria o fim da corrupção em grande escala da classe política e administrativa.

https://www.youtube.com/live/iiJ8xf6zvzE?si=eE-J9a6Zu-g2tWFs Zuga Nova direita.
A panela de pressão saltou-lhe a válvula, agora é preciso destapar a panela para ver o que ainda resta lá dentro se é que ainda ficou, antes que esteja tudo queimado volto carvão, ou simplesmente seca!

Comentário carta do leitor   https://www.dnoticias.pt/2023/12/5/385612-a-eleicao-do-presidente-do-ps-m/
“O socialismo, como as velhas ideias de onde emana, confunde a distinção entre o governo e sociedade. Como resultado disso, cada vez que nos opomos a algo que o governo queira fazer, os socialistas concluem que estamos fazendo oposição. ”A lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. É desta forma que Frédéric Bastiat analisa o funcionamento do Estado, esta "grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas dos demais". Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei.

segunda-feira, 30 de outubro de 2023

                                           Uma doença crónica!

Uma das maiores preocupações da nossa sociedade sempre foi e será a saúde. Não é por acaso que um ditado popular diz: não há dinheiro que pague a saúde. Quando perguntamos a alguém como está, obviamente que questionamos em primeiro lugar se estará principalmente bem de saúde. Razão pela qual é que deveria ser a prioridade das prioridades dos governantes, o grande problema em que se converteu no nosso país a questão da saúde. Mas quando falamos de saúde vem logo à baila a doença, afinal preocupa-nos a saúde ou o facto de ficarmos doentes? Daí que o Ministério que tutela essa importantíssima área, deveria designar-se de Ministério da Doença, pois para ser o da saúde, deveria preocupar-se sobre tudo em que a doença não existisse ou minimamente fosse reduzida à mínima expressão. E por que então é da saúde. Ora vamos lá saber de quem foi a ideia! Mas tratemos o caso com o respetivo diagnóstico e a receita própria. No nosso país existiam até finais do ano passado 60.400 médicos de várias especialidades, à 30 anos atrás apenas existiam apenas pouco mais de 28.000. Quase 20 mil emigraram nos últimos 10 anos. Enfermeiros seriam à volta de 78.000, o que daria um rácio de quase 8 por habitante. Olhando para estes números e segundo notícias recentes, Portugal é dos países europeus (o 2º) com maior número de profissionais de saúde em média por habitante; em 2021, 562 médicos por cada 100 mil habitantes. Agora eu pergunto: porque razão o SNS está cada vez mais grave, quase a colapsar e o caos está instalado? A medicina e a saúde andam de mãos dadas, mas a prevenção em Portugal tem muito pouco investimento, daí que dados da OCDE mostram que no nosso país ser o 4º com menor número per capita em programas de prevenção na saúde. Continua-se a adiar o inadiável que seria o princípio dum bom programa para minimizar os custos e a saturação no SNS. O excesso de medicamentação aos utentes é outros dos assuntos que se tornou no calcanhar de Aquiles para um melhor aproveitamento orçamental em programas de prevenção ou apoio aos doentes. Os beneficiários da segurança Social de ADSE ou de seguros de saúde teriam muito mais proveito se as verbas muitas delas desperdiçadas, fossem canalizadas e utilizadas na prevenção de doenças, dados que as novas tecnologias ajudariam e de que maneira a um processo muito mais eficaz e proveitoso. Chega a hora de ter coragem suficiente para pôr à prova um processo revolucionário para que o colapso do SNS não se converta no panorama (negro) a que o país atualmente apresenta, uma autêntica doença crónica pondo em causa a saúde e o bem estar da maioria dos portugueses. Se na nossa região perspectiva-se um hospital de dimensões consideráveis, esperemos que o futuro nos reserve um serviço com tamanha dimensão, não venhamos a colocar uma prótese numa doença que poderia ser resolvida se não deixarmos que os doentes atinjam um grau de gravidade para o eleito. A todos votos de boa saúde.

sábado, 21 de outubro de 2023

                                                     OUTRAS GUERRAS. 

Enquanto no mundo se debatem conflitos bélicos de proporções gigantescas, deploráveis, condenáveis e consequências inimagináveis, Ucrânia/Rússia, Israel/Palestina, que nos afeta a todos, nós por cá continuamos a tentar ineficazmente a combater os nossos conflitos.

Inflação, saúde, educação, segurança, planeamento e soluções para problemas que levam décadas a serem resolvidos.
Num país onde as prioridades são trocadas, onde a incúria prevalece, a miséria sustenta a corrupção e a tudo isto se junta uma justiça que insiste em deixar impune criminosos e terrorista, enquanto o povo ingénuo continua impávido e sereno a ver o seu país e a sua região a ser destruída e vota sempre nos mesmos, ou pior ainda ficam em casa e deixam que os oportunistas e vigaristas decidam.  O exército cada vez com menos efetivos porque o serviço militar é voluntário,  mas na hora de apoiar as populações em aflição, por vezes são cidadãos sem formação de socorro os que se disponibilizam como voluntários a acudir os vizinhos. Não podemos continuar indiferentes a esta catástrofe e só manifestar o nosso descontentamento e repúdio nas horas de aflição
 Não podemos utilizar as nossas desgraças para continuar a reivindicar responsabilidades e justiça. Vamos duma vez por todas tomar consciência duma realidade,: enquanto não tivermos uma população activa e participativa,  nunca a democracia experimentará a verdadeira LIBERDADE.



Comentário sobre está na hora de André Ventura assumir o governo.
No dia em que os portugueses perceberem que: abstenção não será nunca o combate à corrupção. Que votar nos mesmos de sempre nunca será a solução. Que todos os partidos representados na assembleia da república são contra o CHEGA. Que o CHEGA é o único partido que defende os cidadãos e os seus adversário combatem-nos, são esses que estão contra os cidadãos. Nesse dia o CHEGA será a solução que CHEGA a solução a este país que a liberdade permitiu que gente sem escrúpulos, sequestrassem a democracia, legalizassem o roubo e institucionalizassem a corrupção com a conivência da justiça e a cumplicidade dos meios de comunicação. Quando os eleitores perceberem que democracia e partidos políticos não tem de haver fanatismos tipo clube de futebol. Em suma, quando o povo tiver cultura democrática, os problemas deste país passarão a ser resolvidos.

Enquanto o sucesso premeia o esforço, a inveja alimenta o fracasso.
  • Gosto

terça-feira, 26 de setembro de 2023

                                                 Em chungaria vale tudo

Chega ao fim mais um acto eleitoral. A democracia teria saído a ganhar pelo facto de conseguir representatividade no futuro quadro da Assembleia Regional da madeira elegendo 9 diferentes representações políticas, sinal de que estariam representados diferentes sectores da vida política e social da nossa terra. Eis que após 47 anos de hegemonia política, o PSD-Madeira que já (engoliu) o CDS-PP e que durante 4 anos de braço dado manteve a tutela do governo, eis que num golpe de rins dá o outro braço a um partido radical, extremista, que equipara a vida dum caracol com a de um ser humano, convidando-o para fazer parte duma solução governativa para a nossa terra. Porque em democracia não vale tudo. A covardia perante os madeirenses e porto-santenses, levando à degradação a democracia e atraiçoando o povo defraudado, desiludido, indignado e revoltado mas sem a verdadeira dose de coragem, permitiu que os oportunistas violentassem a democracia mesmo que para isso implica-se vender a alma ao diabo. Após sucessivas declarações de quem afirmou que; se a coligação não obtivesse maioria iria demitir-se, para quem já está habituado à sucessivas doses de promessas incumpridas dum mentiroso compulsivo, mais uma, menos uma, era até certo ponto tolerável, vinda de quem vem. Agora vir fazer um acordo parlamentar com um partido manifestamente anti democrático, que contesta os valores da nossa sociedade, que ataca a nossa cultura e as nossas raízes culturais e deturpa tudo o que diz respeito à sociedade de defesa dos nosso costumes, seria impensável em qualquer circunstância. Esta gente plantou a sua horta debaixo de um eucalipto, que tal como os parceiros anteriores foram devorados, será uma nova colheita duma classe política transgénica, que no laboratório da consciência do eleitorado apático seguirá progressivamente a sua extinção, com um custo demasiado elevado para os madeirenses onde os verdadeiros culpados serão uma vez mais os cerca 100 mil madeirenses «abstencionistas» que desencorajados por esta vergonhosa canalha, se recusa a dar o aval para uma nova formula de democracia. Até lá teremos de suportar mais 4 anos de sufoco, perseguição, pressão política e pior que tudo, o sacrifício da vida daqueles que honestamente trabalham, pagam impostos e investem, com o intuito de melhorarem as suas vidas. Valerá a pena continuar a lutar, suportar mais 4 anos de condenação e submissão a esta trágica solução encontrada para se eternização no poder. Os madeirenses talvez deixaram fugir mais uma oportunidade de se redimirem á liberdade e se reencontrarem com a democracia. Até lá a nossa luta chega todos os dias, pois acreditamos que o futuro só se constrói com: trabalho, coragem e determinação.  

Em chungaria vale tudo! Chega ao fim mais um acto eleitoral. A democracia teria saído a ganhar pelo facto de conseguir representatividade no futuro quadro da Assembleia Regional da Madeira elegendo 9 diferentes representações políticas, sinal de que estariam representados diferentes sectores da vida política e social da nossa terra. Eis que após 47 anos de hegemonia política, o PSD-Madeira que já (engoliu) o CDS-PP, que durante 4 anos de braço dado manteve a tutela do governo e que num golpe de rins dá o outro braço a um partido radical, extremista, que equipara a vida dum caracol com a de um ser humano, convidando-o para fazer parte duma solução governativa para a nossa terra. Porque em democracia não vale tudo. A covardia perante os madeirenses e porto-santenses, levando à degradação a democracia, atraiçoando o povo defraudado, desiludido, indignado e revoltado, mas sem a verdadeira dose de coragem, permitiu que os oportunistas violentassem a democracia mesmo que para isso implica-se vender a alma ao diabo. Após sucessivas declarações de quem afirmou que; “se a coligação não obtivesse maioria iria demitir-se”, para quem já está habituado às sucessivas doses de promessas incumpridas dum mentiroso compulsivo, mais uma, menos uma, era até certo ponto tolerável, vinda de quem vem. Agora vir fazer um acordo parlamentar com um partido manifestamente anti-democrático, que contesta os valores da nossa sociedade, que ataca a nossa cultura e as nossas raízes culturais e deturpa tudo o que diz respeito à sociedade de defesa dos nossos costumes, seria impensável em qualquer circunstância. Esta gente plantou a sua horta debaixo de um eucalipto, que tal como os parceiros anteriores foram devorados, será uma nova colheita duma classe política transgénica, que no laboratório da consciência do eleitorado apático seguirá progressivamente a sua extinção, com um custo demasiado elevado para os madeirenses onde os verdadeiros culpados serão uma vez mais os cerca 100 mil madeirenses «abstencionistas» que desencorajados por esta vergonhosa canalha, se recusa a dar o aval para uma nova formula de democracia. Até lá teremos de suportar mais 4 anos de sufoco, perseguição, pressão política e pior que tudo, o sacrifício da vida daqueles que honestamente trabalham, pagam impostos e investem, com o intuito de melhorarem as suas vidas. Valerá a pena continuar a lutar, suportar mais 4 anos de condenação e submissão a esta trágica solução encontrada para se eternizar no poder. Os madeirenses talvez deixaram fugir mais uma oportunidade de se redimirem à liberdade e se reencontrarem com a democracia. Até lá a nossa luta chega todos os dias, pois acreditamos que o futuro só se constrói com: trabalho, coragem e determinação.

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

                                                    Um sonho impossível!

SE RECUSAR VOTAR, ESTARÁ A PERPETUAR OS MESMOS DE SEMPRE NO PODER. Isso não é democracia.                                                                                                              Vem aí mais uma nova oportunidade que a liberdade concede à democracia; chamar os madeirenses e porto-santenses às urnas no dia 24 de setembro, para elegerem 47 deputados dos quais sairá uno governo para a região nos próximos 4 anos. Vivemos numa democracia que o povo foi elegendo ao longo de 47 anos os representantes dum só partido, criando de certa forma como que uma hegemonia política ao ponto de se tornar num regime autocrático onde os políticos se sentem donos do poder e as populações sujeitas a essa (o)pressão.  Ao longo de quase meio século o sistema tem funcionado desta forma quase parecendo irreversível a sua mudança fazendo com que metade do eleitorado deixou pura e simplesmente de acreditar e recusa-se a votar. Mas os sobreviventes deste sistema bem montado, esses continuam a eleger os seus representantes daí concedendo-lhes após mais de 4 décadas a possibilidade de perpetuarem no poder subjugando os madeirenses à (resignação) e à impotência. Mas será que não é hora deste povo que se sacrifica dia após dia, trabalha, paga impostos e sujeita-se a tanta manipulação, despertar para a realidade e começar a pensar: qual será o futuro desta terra se continuarmos a adiar  uma mudança no paradigma político da nossa terra? Estará somente nas mãos do eleitorado, principalmente os desiludidos, defraudados, frustrados, indignados e revoltados de: no dia 24 de setembro só poderão demonstrar o seu descontentamento e a sua revolta através do seu voto. Aquele que se recusar a votar estará sendo «cúmplice» da sua própria miséria e não terá direito  a reclamar e reivindicar nada no que a governo e política diz respeito. No dia 24 de Setembro nada deverá servir de escusa para não votar. Porque definitivamente não somos todos iguais, existem muitos de nós predispostos a mudar a forma de fazer política e de estar em democracia. Se ganham sempre os mesmo a culpa é única e exclusivamente dos que não votam, e continuarão a tornar a mudança que a Região necessita num sonho impossível! Porque abstenção não é a solução para pôr fim à corrupção VOTE!

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

                                         Afinal a democracia ainda existe!

Tudo foi feito para impedir que a voz dos madeirenses não chegasse à Assembleia Regional da Madeira. E porque ainda acreditamos na democracia, seremos sempre aquilo que os madeirenses quiserem. Numa região onde predomina a hegemonia política dum único partido parece que o futuro ditará o fim duma democracia mono partidária, para que se restabeleça um verdadeiro regime de democracia pluripartidária com algumas alternativas noutras forças políticas. Porque os madeirenses têm demonstrado ao longo dos últimos anos estarem cansados de mais do mesmo, que a prepotência, e arrogância, o oportunismo, a subserviência, a submissão impõe um medo que começa a dissipar-se pois a coragem veio desta forma substituir o medo duma solução de forma democrática. Quando essa solução CHEGA, eis que surgem os emissários do terror pseudo-democratas usando aqueles que talvez por covardia ou não, diria melhor que por falta da coragem, aquela que nos afirma como a única alternativa a um regime que após 47 anos de domínio PSD e no que continua a ser a região mais pobre do 5º país mais pobre da UE. Felizmente que o bom senso prevaleceu e o Tribunal Constitucional como era de esperar decidiu que os madeirenses poderão escolher de forma livre e democrática o que alguns ambiciosos não o conseguem fazer de forma digna recorrendo à secretaria. Felizmente com esta atitude já percebemos a que vêm, agora só falta que o povo madeirense e porto-santense no dia 24 dê a resposta cabal que falta e diga de forma retumbante e revoltante: queremos mudar o paradigma político da Região, estamos fartos disto já CHEGA!

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

 O CUSTO DA LIBERDADE E O PREÇO DA DEMOCRACIA!

Porque os nossos adversários nunca serão os nossos inimigos, apenas levarão mais tempo a aceitar a missão da nossa luta. É decepcionante num regime que se diz democrático, haverem pessoas que até estariam dispostas a combater as várias situações que têm prejudicado a maioria dos portugueses e os madeirenses em particular, corrupção, monopólios e oportunismos, ao longo de mais de 4 décadas de hegemonia dum só partido, venham agora fazer parte do grupo dos perseguidores de quem com provas dadas defende a verdade e a equidade na justiça e luta pelo fim dum sistema que continua a sustentar-se à custa da miséria do povo e responsável por manter a R.A. da Madeira na região mais pobre do país. Nunca troque a coragem de lutar pela covardia da calúnia, e da mentira para atingir os mesmos objetivos daquele que pretendem perpetuar-se no poder. Andamos neste mar de (P)romessas (S)empre (D)emagógicas à quase meio século, com as obras inventadas e onde quase metade da população já não se revê neste modelo de regime que um sistema baseado em P()romessas (P)or 1 (D)ia, foram organizando a vida a cada 4 anos e (C)ompranndo os (D)istraídos e (S)onsos que se vendem ou por uma viagem de autocarro a troco de um cartaz de estrelas, ou até de um frango congelado, já que a fábrica de frangos fumados deu no porco. Dum povo sem cultura democrática e onde o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada. Porque a política deixou de ser um partido de futebol , para passar a fazer parte da preocupação dos tão maltratados cidadãos. Mas quando CHEGA  a verdadeira oposição, a solução é a perseguição, a calúnia e o desespero de quem se sente Dono Disto Tudo. Será que no dia 24 de Setembro madeirenses e porto-santenses saberão dar a verdadeira resposta contra quase meio século de campanha politiqueira contra a verdadeira sabedoria do povo? Quando a democracia é posta em causa e a liberdade ameaçada, eis que a perseguição torna-se num autêntico desígnio à mentalidade dum povo que fará com a sua participação a avaliação do verdadeiro custo da liberdade e do preço da democracia.

terça-feira, 15 de agosto de 2023

                                            A vindima Proporciona Sempre Dividendos
Quando alguém aborda o tema política a maioria dos portugueses e os madeirenses em especial, ficam logo indignados. São todos iguais, é tudo farinha do mesmo saco, uma cambada de corruptos, só querem é roubar e uma enormidade de adjetivos que toda a gente conhece. Quando se questiona o que é para o cidadão comum democracia; é votar, é eleger os governantes, é a forma livre de eleger quem nos governa, enfim várias respostas, mas a definição exata dificilmente encontramos a respostas na maioria do cidadão comum. Mas afinal: O poder do povo que define realmente democracia: Democracia é um regime político em que os cidadãos no aspeto dos seus direitos políticos participam igualmente-diretamente ou através de representantes por si eleitos, na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis, exercendo o poder da governação através do sufrágio universal. Quem compõe a democracia? São os partidos políticos que sob as suas diferentes ideologias, compõem uma opção alternativa aos eleitores. Se assim é, porque razão se mantem um determinado partido eternamente no poder, quando a população vive na sua maioria, descontente, desiludida, desolada, incapaz de se superar e onde os que dominam o poder subjugam essa maioria com arrogância, ostentação e vaidade. Afinal existe ou não democracia na R.A. da Madeira? As pessoas acham que sim, mas existem quase metade dos eleitores que na hora de votar duvidam ou já não acredita mesmo neste modelo de democracia e pura e simplesmente não votam. São os 44,5% de abstencionistas registados nas pretéritas eleições de 2019. O resto 39,5% votou no partido mais votado, quase 36% no que ficou em segundo lugar e 5% nos dois seguintes, daí saiu num acordo pós eleitoral uma coligação que elegeu um governo para estes últimos 4 anos que estão a findar. Continua a haver uma maioria os que não votam a serem o desequilíbrio do que poderia ser uma alternativa a um futuro governo da região, mas que teimosamente acham que a abstenção é uma forma de protesto para manifestar a sua desilusão e o descontentamento do que de negativo tiveram os últimos 4 anos de governação.
Mas afinal, se ganham sempre os mesmos é porque esses acomodados no seu (pedestal) votam para não perderem os tachos e as benesses para as quais se empenham em lutar, já que as promessas, essas voltam a cada quatro anos. É caso para dizer: que continuam a consumir o mesmo Produto Sem Demanda e os que acham que podem mudar de marca, o medo de serem intoxicados preferem manter o prognóstico de Previsão Sem Diagnóstico, do que tomar um verdadeiro antibiótico conta o medo para se encherem de coragem e mudar definitivamente o rumo desta Podre e Sóbria Democracia..Compreendo que ninguém gosta de ser dum clube que não ganha, pois é gratificante no dia seguinte comemorar uma vitória em vez de ter de digerir mais uma derrota, ou perguntem aos Maritimistas se ficaram contentes com o desfecho do seu clube? eu também não. Mas futebol é uma coisa e política que meche com o nosso bolso e o nosso dia a dia é outa coisa, E porque na hora de votar, afinal ninguém vê onde você coloca a sua cruz! Não sejamos fanáticos do clube (Partido) ganhador só pelo facto de comemorar vitórias no dia seguinte mesmo que isso nos custe mais 4 anos de indignação, seria quase masoquismo e ser cúmplice da nossa própria miséria, mas são os Protagonistas Sempre Presentes que metem o dinheirinho dos impostos fruto do nosso trabalho ao bolso. Chega a altura de espremer as uvas, esperemos que neste período da colheita (de votos) a vindima seja  Produtiva Sempre e menos Desastrosa.

quinta-feira, 20 de julho de 2023

                                                Chega ao fim e nada muda     

Terminada mais uma legislatura do governo regional da Madeira correspondente ao quadriénio 2019/23. Entre projetos concretizados, propostas adiadas e promessas incumpridas lá estaremos de novo em 24 de Setembro com a grande oportunidade fazer a avaliação de mais 4 anos de governação PSD, desta vez apoiado numa bengala chamada CDS-PP.  Entre todas as questões a que mais se destacam é a análise feita pelos tradicionais governantes, pois quem não conhece as realidades da região e ao ouvir as intervenções dos membros do governo e dos deputados que o apoiam, entre abotoar e desbotoar de casacos lá foram desfiando um rol de factos das muitas obras inventadas, de utilidade duvidosas ou simplesmente inúteis, fazendo o povinho voltar a acreditar que vive num paraíso. Das 5 prioridades duma sociedade como a nossa, destacam-se: a saúde, a segurança, o trabalho, a educação e o custo de vida que inclui a habitação. Na saúde, logicamente que a bandeira será o novo hospital à anos prometido e finalmente e em boa hora iniciada a sua construção. Mas com a enorme dificuldade em preencher profissionalmente o SRS, assim como cumprir a agenda de serviços; existem atualmente: (18 mil cirurgias, 31 mil consultas e 16 mil exames em espera, números aventados pelo Sr. Secretário da tutela à comunicação social. Será que vamos ter uma solução à vista? Segurança: a criminalidade aumentou em 14% e a violenta grave aproxima-se dos 15% superior ao ano transato, enquanto que o número dos sem abrigo só no Funchal ronda os 120. Na educação a taxa do abandono escolar precoce cifra-se à volta de 10%, sendo que os que atingem o ensino superior, só 30% conclui a sua formação, (dentro do tempo previsto). No trabalho continua a falta de mão de obra em vários sectores, construção civil, hotelaria, turismo e outros. devido à pouca valorização do mesmo e a falta de incentivos à formação, com o aumento substancial da procura turística da região existem muitos trabalhadores que têm de cumprir horários excessivos sem a devida compensação remuneratória, além da contratação de trabalhadores pouco qualificados e «explorados» por vezes pelas entidades empregadoras, sendo muitos deles imigrantes vivendo em condições por vezes precárias. No que a custo de vida diz respeito, a região tem neste momento um aumento nos bens alimentares a rondar os 20% a 30% , daí que a situação para muitas famílias ser desesperada. E finalmente um setor que se tornou no calcanhar de Aquiles: a habitação onde as famílias endividadas à banca ultrapassam já um bom número. Felizmente que caiu o muro de Berlim, isso em Novembro de 1989, mas em Julho de 2023 caiu o taipal da Marina do Lugar de Baixo que atirou quase 200 MILHÕES de €uros dos contribuintes ao mar, e esperemos que em Setembro quando os eleitores forem chamados a eleger um novo governo, que se irá querer de novo voltar a afirmar em mais um manancial de promessas a promover no Chão da Lagoa e que façam cair a máscara da corrupção. Hostilizar aqueles que se apresentam como alternativa, talvez quererão tentando «engoli-los» ou converte-los de bengala em um par de canadianas recorrendo ao desespero do voto útil não é suficiente para vencer eleições, revejam-se nos nossos vizinhos Espanhóis. Para pôr fim ao medo de mudar de ideias e por não ter vergonha de pensar livremente, teremos de motivar (o maior partido da democracia); os 125 mil eleitores madeirenses abstencionistas desiludidos, dececionados, defraudados e enganados e que já não se revêm neste modelo de democracia, pois para pôr fim à corrupção, nunca será com abstenção. Para restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade, tendo como base a família, votar será sempre a solução. 

terça-feira, 11 de julho de 2023

                                                Os donos da autonomia

Apesar de tudo e passados que já quase meio século, ainda muito longe da realidade a liberdade na região autónoma da Madeira instituiu a democracia. Senão vejamos: sinónimo de democracia; Origem etimológica: do Grego demokrátia, governo do povo. Quando questionado esse mesmo povo sobre o que é para si democracia, a grande maioria associa a: votar, eleger os governantes, ou simplesmente ter liberdade para escolher. Quando um dos princípios da democracia é a alternância do poder, como nós os madeirenses podemos convictamente afirmar que vivemos numa democracia, com as sucessivas maiorias dos mesmos de sempre? Será que a intenção de criar uma lei na Assembleia da República para a limitação de mandatos, de nada serviu para impedir que o vício da promiscuidade, da arrogância, da prepotência e da corrupção se impregnasse na sociedade de modo a fazer o povo acreditar que isto é mesmo assim e não há nada a fazer? Parece que o nosso povo sofre de uma síndrome rara de mentalidade, achando que o velho ditado (mas vale o mal conhecido que o bom por conhecer prevaleça no gene de quem sente medo de mudar. Mas se os dias mudam, as horas mudam, os meses e os anos também, porque razão existe o medo de mudar o paradigma político duma região com o maior risco de pobreza que com (26%) é a mais pobre do país, onde cada novo madeirense que nasce já acarreta com ema dívida de 22 mil euros, onde 40 mil utentes aguardam uma consulta e 20 mil por uma cirurgia. tudo isto noticiadas neste matutino. Será que valeu mesmo a pena continuar a creditar que os obreiros desta calamidade serão os construtores duma solução para estes e outros problemas que teimam em manter para à conta desta incapacidade, poderem continuar no seu rol de promessas eleitorais a mentir e enganar os Madeirenses e Porto-santenses sob pende continuarem num mar de lamentações o eleitorado não poderá deixar de modo algum fugir a oportunidade de substituir o medo e corajosamente encontra uma alternativa que venha a curto prazo colmatar esta tragédia, correndo o risco de , principalmente aqueles 125 mil (abstencionistas) que  desistiram de acreditar ser possível uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. A nossa luta resume-sea que sem qualquer dúvida para que os nossos filhos e os nossos netos quando folhearem a história da Madeira, não digam que nada fizemos para que em vez de autonomia,  se questionem se realmente sabíamos o verdadeiro significado de democracia. Será que ainda chegamos a tempo de restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade, não correndo o risco de os nossos descendentes se envergonharem de nós. 


quarta-feira, 28 de junho de 2023

 Texto de cometário numa publicação do CHEGA-Madeira, JM-Madeira 28/06/2023

Com coragem, trabalho e determinação vamos conquistando o nosso eleitorado, os mais de 120 mil abstencionistas, desiludidos , defraudados, enganados, indignados e revoltados que voltam a ver no CHEGA a esperança na ressurreição duma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Queremos reconstruir a autonomia, restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade tendo como base a família. Porque a política não é só para vigaristas, oportunistas e corruptos, os cidadãos dignos, sérios e honestos também queremos o nosso espaço na missão mais digna de um cidadão, servir o seu país e o seu povo, por ser esse o dever dum político, essa a nossa política.

segunda-feira, 19 de junho de 2023

 Porquê nos consideram uma ameaça.

Porque existe um sistema que continua fiel a um princípio e um objetivo. Inicialmente quiseram impor o socialismo à força que o 25 de Novembro e a coragem de alguns militares e políticos adiaram. Logo parecendo que a liberdade tinha conquistado o seu espaço numa democracia que não teve o cuidado de formar os cidadãos para exercerem os seus direitos e cumprirem integralmente os seus deveres para com a nação e os portugueses. À conta da dita liberdade, oportunistas disfarçados de políticos, sequestraram a democracia, legalizaram o roubo, e institucionalizaram a corrupção, com a «conivência» da justiça, a cumplicidade dos meios de comunicação e a tal ingenuidade dum povo sem cultura democrática. Num país onde mais de 50% sobrevivem com menos de 800 Euros, onde 2 milhões de cidadãos sobrevivem no limiar da pobreza e 10% dos portugueses, não conseguem adquirir os medicamentos de que necessita. Após quase meio século de regime democrático parece ter passado a mensagem de que este é o modelo que não tem outra alternativa e afinal, mais de 5 milhões de portugueses abstencionistas e que na Região Autónoma da Madeira rondam os 120 mil, já não acreditam nesta forma de democracia. Afinal as catástrofes têm a sua época, não fosse agora a tempestade "Oscar" ser designada de fora de época num final de Primavera e princípio de Verão ter de suportar este desastroso inverno que estragou com a abundante produção de cerejas, e os produtores já fazem contas à vida, com pedidos de ajudas governamentais, já que parece que não facilitam em nada os designados seguros de colheitas. Em contrapartida as (semilhas do São João) agradecem esta água, as albufeiras e as lagoas também, pois da água que não foi para o mar, deu para felizmente regar algums poios (hortas) de bananeiras, semilhas, feijão e maçarocas. Mas nesta salada de fruta ou tutti-frutti, onde não podem experimentar uma aventura de adicionar tomates; «apesar de ser fruta,» entre Medi(a)nas e Galambadas, (CEO), comissões par(a)lamentares de inquérito e TAPe e que na R.A. da Madeira no que a obras inventadas se refere, o que afinal eram apenas uma obra da imaginação dum outrora deputado Marco S. Quaresma Gonçalves M. perante tal indiferença aos olhos dos cidadãos, duma total confusão e aldrabices às quais o sistema já nos habituou e infelizmente o povo acha-se incapaz de o resolver, mesmo que a democracia seja a decisão do povo, a liberdade permitiu infelizmente manter esse mesmo povo na ignorância para que políticos inescrupulosos pudessem fazer valer a sua «inteligência» e continuarem a sobreviver à custa da miséria desse mesmo povo. Enquanto não for erradicado da Constituição da República o preâmbulo que diz: (assegurar o primado do Estado de direito democrático e de abrir caminho para uma sociedade socialista), nada feito. Ou será mesmo que não existe alternativa? A credibilidade da classe política posta propositadamente em causa, fez criar o total descrédito da mesma, ao ponto de acharem que somos todos da mesma laia. Ou será que os cidadãos comuns não podem estar na política com o anseio de servir o país? Temos de substituir o medo pela coragem e desta vez não podemos ser nós próprios os cúmplices da nossa própria miséria. Os políticos do mundo novo que abusando da ingenuidade, subestimam o povo. Afinal tudo muda e já dizia o nosso poeta Luis Vaz de Camões: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança: Todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades. Já chega de ter receio de alterar este modelo de democracia ou optar por alternativas, com coragem e determinação podemos lutar contra os oportunistas e combater a corrupção. Teremos de passar a nossa mensagem sem ofensas, mas com a convicção de que é possível uma nova maneira de fazer política e uma nova forma de estar em democracia. Queremos restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade com base na família como o pilar duma sociedade equilibrada e reformular a justiça com equidade. Será que ainda conseguiremos fazer passar a mensagem atempadamente aos portugueses que para mudar algo é preciso começar por mudar-mos de atitude e na hora de sermos chamados a votar, fazê-lo de forma diferente? Porque a política não é só para vigaristas, malabaristas, oportunistas e corruptos, os cidadãos comuns, íntegros e honestos que abraçam este projeto, aqueles que sentimos a necessidade de querermos endireitar o país, augurando mais justiça e equidade, também temos o nosso espaço em democracia e devemos assumir esse compromisso e temos uma missão a cumprir, mas também podemos e devemos dar o nosso contributo para que com dignidade possamos ajudar a reconstruir um Portugal com justiça.

sexta-feira, 9 de junho de 2023

  1.  Porquê nos consideram uma ameaça. 

 Porque existe um sistema que continua fiel a um princípio e um objetivo. Inicialmente quiseram impor o socialismo à força que o 25 de Novembro e a coragem de alguns militares e políticos adiaram. Logo parecendo que a liberdade tinha conquistado o seu espaço numa democracia que não teve o cuidado de formar os cidadãos para exercerem os seus direitos e cumprirem integralmente os seus deveres para com a nação e os portugueses. À conta da dita liberdade, oportunistas disfarçados de políticos, sequestraram a democracia, legalizaram o roubo, e institucionalizaram a corrupção, com a «conivência» da justiça, a cumplicidade dos meios de comunicação e a tal ingenuidade dum povo sem cultura democrática. Num país onde mais de 50% sobrevivem com menos de 800 Euros, onde 2 milhões de cidadão sobrevivem no limiar da pobres e 10% dos portugueses, não conseguem adquirir os medicamentos de que necessita. 
Após quase meio século de regime democrático parece ter passado a mensagem de que este é o modelo que não tem outra alternativa e afinal, mais de 5 milhões de portugueses abstencionistas e que na Região Autónoma da Madeira rondam os 120 mil, já não acreditam nesta forma de democracia. Afinal as catástrofes têm a sua época, não fosse agora a tempestade "Oscar" ser designada de fora de época num final de Primavera e princípio de Verão ter de suportar este desastroso inverno. Estragou com a abundante produção de cerejas, e os produtores já fazem contas à vida, com pedidos de ajudas governamentais, já que parece que não facilita em nada os designados seguros de colheitas. Mas a designada época dos incêndios propícia para bons negócios, (SIRESP; GOLAS; KAMOVES etc,). Em contrapartida as (semilhas do São João) agradecem esta água, as albufeiras e as lagoas também, pois da que não foi de volta para o mar, ainda regou algum poio (horta) de bananeira, semilhas, feijão e maçarocas, felizmente. Mas nesta salada de fruta ou tutti-fruti, onde não podem experimentar uma aventura de adicionar tomates; «apesar de ser fruta,» entre Medi(a)nas e Galambadas, (CIO), comições par(a)lamentares de inquérito e TAPe e que na R.A. da Madeira no que a obras inventadas se refere, o que afinal eram apenas uma obra da imaginação dum outrora deputado Marco S. Quaresma Gonçalves M. perante tal indiferença aos olhos dos cidadãos, duma total confusão e aldrabices às quais o sistema já nos habituou e infelizmente o povo acha-se incapaz de o resolver, mesmo que a democracia seja a decisão do povo, a liberdade permitiu infelizmente manter esse mesmo povo na ignorância para que políticos inescrupulosos pudessem fazer valer a sua «inteligência» e continuarem a sobreviver à custa da miséria desse mesmo povo. 
Enquanto não for erradicado da Constituição da República o preâmbulo que diz: (assegurar o primado do Estado de direito democrático e de abrir caminho para uma sociedade socialista), nada feito. 
Ou será mesmo que não existe alternativa? A credibilidade da classe política posta propositadamente em causa, fez criar o total descrédito da mesma, ao ponto de acharem que somos todos da mesma laia. Ou será que os cidadãos comuns não podemos estar na política com o anseio de servir o país? temos de substituir o medo pela coragem e desta vez não podemos ser nós próprios os cúmplices da nossa própria miséria. Os políticos do mundo novo que abusando da ingenuidade, subestimam o povo. Afinal tudo muda e já dizia o nosso poeta Luis Vaz de Camões: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança: Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades.          Já chega de receio alterar este modelo de democracia ou optar por alternativas, com coragem e determinação podemos lutar contra os oportunistas e combater a corrupção. Teremos de passar a nossa mensagem sem ofensas, mas com a convicção de que é possível uma nova maneira de fazer política e uma nova forma de estar em democracia. Queremos restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade com base na família como o pilar duma sociedade equilibrada e reformular a justiça com equidade. Será que ainda conseguiremos fazer passar a mensagem atempadamente aos portugueses que para mudar algo é preciso começar por mudar-mos de atitude e na hora de sermos chamados a votar, fazê-lo de forma diferente?  
Porque a política não é só para malabaristas, oportunistas e corruptos, os cidadãos comuns, íntegros e honestos que abraçam este projeto, aqueles que sentimos a necessidade de queremos endireitar o país, augurando mais justiça e equidade, também temos o nosso espaço em democracia e devemos assumir esse compromisso e temos uma missão a cumprir, mas também podemos e devemos dar o nosso contributo para que com dignidade possamos ajudar a reconstruir um Portugal com justiça.
Um texto enviado 08/06/2023 para publicação no Semanário Folha nacional.