sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

                                                              Um ano novo chega 

Depois de um 2023 bastante atribulado com duas guerras mediáticas (Ucrânia/Russia) e (Israel/ Gaza), além de muitas outras que talvez passam despercebidas graças à comunicação social, mas que muito têm prejudicado o nosso país e o mundo no seu todo. Por cá depois de umas eleições que perpetuaram no poder os mesmos de há 47 anos e isso graças a uma cambalhota do líder do GR que depois de garantir de manhã que caso não tivesse maioria demitir-se-ia, no final do dia e pim, PAN, pum, resolveu a situação e continuou de pedra e cal. A nível nacional e após 21 meses de governo tido de maioria, num universo de 10.820.337 eleitores, (2.301.887 votos) no PS cai o governo por demissão do 1º ministro, que após a saída de 13 ministro e secretários de estado durante esse curto período, tudo vinculados a casos suspeitos de corrupção, sem contar com os inúmeros autarcas investigados. O próximo ano avizinha-se muito incerto, onde a economia continua a ser a dor de cabeça da grande maioria das famílias que trabalham vendo-se a braços para cumprirem os seus compromissos, os jovens com os créditos a lhes infernizarem as suas carteiras, os estudantes na incerteza do seu futuro, os reformados com cada vez maior dificuldade em ultrapassarem os seus dilemas, a segurança do país cada dia mais incerta e a saúde em situação de continuo drama. Mas depois da turbulência governativa adiada pelo Presidente da República, finalmente os portugueses serão chamados de novo a elegerem um governo que substitua a (catástrofe) iniciada pelo atual ainda em gestão, e surge a oportunidade de mudança, se os portuguese acharem que até aqui aquilo que foi feito foi benéfico ou prejudicial a cada um dos cidadãos. Os que trabalham são sacrificados e asfixiados com impostos e os que não trabalham e que podem faze-lo sendo beneficiados pela permanência dum sistema em que mais de 50% dos eleitores já não acreditam, mas que por medo de mudar falta-lhes a coragem de arriscar. A democracia nunca será integra se continuar a submeter o povo sob o comando da decisão de 21,3% do eleitorado, deixando de fora a verdadeira maioria, os abstencionistas que desiludidos, defraudados e desmoralizados não se revêm neste modelo de democracia. A derradeira oportunidade para devolver a democracia ao cidadãos será testada no próximo dia 10 de Março em que os mais de 10 MILHÕES  de eleitores portugueses voltam a ser chamados para elegerem os próximos governantes. Se houver realmente coragem da parte daqueles que se sentem desanimados por todas as situações anteriores durante este meio século de democracia, vem aí mais uma oportunidade para restituir a liberdade do povo que tem orgulho na sua história e não será necessário vestir uma farda militar para estar ao serviço da nação, qualquer altura serve para por os nossos talentos ao serviço dum país que ainda vive orgulhoso dos seus heróis e da sua história. Não podemos desperdiçar esta nova oportunidade. Esperemos que em 2024 possamos ajudar a reparar os sucessivos erros cometidos até aqui e comemorar com dignidade e orgulho os 50 anos duma democracia para todos.  

Um ano novo chega 

Depois de um 2023 bastante atribulado com duas guerras mediáticas (Ucrânia/Rússia) e (Israel/ Gaza), além de muitas outras que talvez até passam despercebidas graças à comunicação social, mas que muito têm prejudicado o nosso país e o mundo no seu todo. Por cá depois de umas eleições que perpetuaram no poder os mesmos de há 47 anos e isso graças a uma cambalhota do líder do GR que depois de garantir de manhã que caso não tivesse maioria demitir-se-ia, no final do dia e Pim, PAN, pum, resolveu a situação e continuou de pedra e cal. A nível nacional e após 21 meses de governo tido de maioria, num universo de 10.820.337 eleitores, (2.301.887 votos) no PS cai o governo por demissão do 1º ministro, que após a saída de 13 ministro e secretários de estado durante esse curto período, tudo vinculados a casos suspeitos de corrupção, sem contar com os inúmeros autarcas investigados. O próximo ano avizinha-se muito incerto, onde a economia continua a ser a dor de cabeça da grande maioria das famílias que trabalham vendo-se a braços para cumprirem os seus compromissos, os jovens com os créditos a lhes infernizarem as suas carteiras, os estudantes na incerteza do seu futuro, os reformados com cada vez maior dificuldade em ultrapassarem os seus dilemas, a segurança do país cada dia mais incerta e a saúde em situação de continuo drama. Mas depois da turbulência governativa adiada pelo Presidente da República, finalmente os portugueses serão chamados de novo a elegerem um governo que substitua a (catástrofe) iniciada pelo atual ainda em gestão, e surge a oportunidade de mudança, se os portugueses acharem que até aqui aquilo que foi feito foi benéfico ou prejudicial a cada um dos cidadãos. Os que trabalham são sacrificados e asfixiados com impostos e os que não trabalham e que podem fazê-lo sendo beneficiados pela permanência dum sistema em que mais de 50% dos eleitores já não acreditam, mas que por medo de mudar falta-lhes a coragem de arriscar. A democracia nunca será integra se continuar a submeter o povo sob o comando da decisão de 21,3% do eleitorado, deixando de fora a verdadeira maioria, os abstencionistas que desiludidos, defraudados e desmoralizados não se reveem neste modelo de democracia. A derradeira oportunidade para devolver a democracia aos cidadãos será testada no próximo dia 10 de Março em que os mais de 10 MILHÕES de eleitores portugueses voltam a ser chamados para elegerem os próximos governantes. Se houver realmente coragem da parte daqueles que se sentem desanimados por todas as situações anteriores durante este meio século de democracia, vem aí mais uma oportunidade para restituir a liberdade dum povo que tem orgulho na sua história e não será necessário vestir uma farda militar para estar ao serviço da nação, qualquer altura serve para pôr os nossos talentos ao serviço dum país que ainda vive orgulhoso dos seus heróis e da sua história. Não podemos desperdiçar esta nova oportunidade. Esperemos que neste novo ano possamos abrir o caminho para ajudar a reparar os sucessivos erros cometidos até aqui e comemorar com dignidade e orgulho os 50 anos duma democracia para todos. Com os sinceros votos dum novo ano para todos e em especial para toda a equipa do DN-Madeira desejando que tenhamos para 2024 boas notícias.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

 Se Jesus voltasse a nascer!

Se Jesus voltasse hoje, iria se surpreender ao ver quantas pessoas deturparam as suas palavras e quantos são incapazes de compreender o que ele quis dizer! A palavra sagrada precisa ser decifrada com calma e atenção, não se deve ler simplesmente e levar cada citação ao pé da letra... “Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem.” (Mt 13:10-13)

Quanta ingenuidade disfarçada de inocência se dispersa por este nosso mundo. O que ontem foi verdade, hoje tornou-se dúvida. O que hoje foi mentira, converteu-se na realidade nua e crua duma sociedade que enterrou os valores humanos e substitui-os pelos valores do custo, do preço e da avaliação à volta de interesses que nem sempre vão ao encontro da realidade. Tomara que voltasse a ser criança de novo, que aos 7 anos acreditava na vinda do menino Jesus colocar singelas prendas no sapatinho numa lareira com cheiro a cinza,  duma cozinha primorosamente limpa e com o aroma das tangerinas, do ananás e dos junquilho, da lenha que confeccionou a canja do Natal, misturado com a cera dum soalho bem polido. Mas quiseram substituir o menino por um senhor gordo, velho de barbas brancas que traz ilusões sonhos e presentes vindos do outro lado do mundo, promovidos pela publicidade dos meios de comunicação que transformam ilusões em realidade, para depois colocara-los debaixo de uma árvore de plástico. Porque a simplicidade daquele menino foi ultrapassada, já aos 17 anos nada era igual, os sonhos eram outros, mas o Natal das tradições teimava em ser o mesmo. A carne de vinho e alhos, o pão molhado nesse molho deliciosos, o ovo frito com o respetivo bife a acompanhar as semilhas novas cozidas e salteadas faziam as delícias de um almoço inigualável. E aos 27 anos já se via o mundo de outra forma, mas com as tradições continuavam bem vivas, o despertar com um cálice de anis caseiro e uma talhada de bolo de mel que o seu cheiro não escondia as suas origens,, isso já pelas 9 e meia da manhã, pois anoite na missa do galo tinha sido longa. Quando aos 37 anos teimosamente mantínhamos a tradição, já com os filhos à volta da mesa e uma longa família a acompanhar. Com os 47 alguns aguardava ansiosamente o regresso dos que tiveram de sair de casa para poderem crescer em inteligência e sabedoria. E não é que aos 57 anos já com uma numerosa família onde começava-se a sentir a ausências daqueles que pela lei da vida tinha marchado. Finalmente ao 67 a correria dos netos era grande para ver o que é que o pai Natal tinha posto no sapatinho, pois a tradição mantinha-se e o menino que outrora nasceu em Belém, afinal seria por não ter lugar nas urgências de algum dos hospitais deste país massacrado pela injustiça. Outro Natal se comemora. Esperemos que os futuros Natais que ainda nos restam possamos restaurar a paz, restituía a alegria e a fé, e resgate os valores duma sociedade que parece andar à deriva, onde não teremos medo de mudar as atitudes mantendo as tradições, pois essas fazem parte das nossas vidas. Um Santo e Feliz Natal que chega a todos os corações dos homens de boa vontade.

Texto a enviar para o DN-Madeira 

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

                                                   Noites da Madeira!

Não querendo fazer qualquer referencia alusiva à composição do saudoso Max, mas apenas para despertar de algo que me deixou estupefacto. Como católico e (assíduo) participante nas missas de domingo, causou-me uma decepcionante emoção ao assistir à homilia do passado Domingo transmitida pela RTP-1/Madeira e Internacional celebrada pelo Srº Cónego Toni Sousa, desde a Igreja da Paróquia do S.C. de Jesus (Boa Nova). Tratando-se do assunto vigilância, 1º Domingo do Advento), surgiu um tema verdadeiramente polémico como é o caso da vida noturnas nas discotecas da região onde segundo ele focava um caso que um seu amigo de visita por cá na região presenciou e os contornos comentados,                            Vender estupefacientes a jovens com as consequência nefastas que causam, muitos deles ainda em idade de adolescência, com a suposta cumplicidade do estabelecimento, visto que a segurança do mesmo espaço de (diversão) ter sido alertada pelo senhor em causa, nada fez e a resposta ser: Ho senhor nós sabemos e não se preocupe pode ir embora.

É dececionante e dramática a situação a que esta nossa terra chegou, os perigos que correm os nossos jovens muitas vezes os seus país e família alheias a tudo isto por razões várias. Será que a sociedade merece semelhante atentado à dignidade humana e a justiça permite que situações destas proliferem livremente numa região que já teve outrora o cognome de «Cantinho do céu»?                                             Parabéns pela coragem no abordar do tema e a imagem que o mundo tomou conhecimento de como se deteriora a cada dia a sociedade duma região que segundo as autoridades governativas, acabou de receber o galardão no 30ª edição do " World Travel Awards" contemplada com o melhor destino insular do Mundo. Vamos estar vigilantes!