Pelos dedos das nossas mãos
Afinal! quem poderão ou deverão ser os verdadeiros heróis desta Primavera cinzenta?Claro que sector médico e toda a sua envolvência, agentes de autoridade, bombeiros, sector alimentar e voluntários. Aqueles que por qualquer razão algo falhou e não conseguiram sobreviver, ou até aqueles que conseguiram ultrapassar todas as barreiras impostas pela situação actual. Mas um inimigo ou (herói) minúsculo, conseguiu em tão pouco tempo aquele equilíbrio que durante décadas, o ser mais «inteligente» que habita no planeta terra destruí. Converteu poluição atmosférica em ar muito mais respirável, que as pessoas descobrissem a falta que faz o convívio, os amigos, um abraço, que muitos pais disponibilizassem mais tempo para estarem com os filhos com afectos e acompanhando-os no seu desenvolvimento, e contribuindo para a sua educação e formação pessoal, que muitos de nós tivemos mais algum tempo para dedicar aos idosos «abandonados» à sua sorte em casa, que a saúde, a alimentação, a segurança, a família e a nossa casa são o mais importante que tudo o resto. Se realmente conseguiu restituir a mentalidade de quem tem ou venha a ter nas suas mãos no futuro próximo, as responsabilidades de gerir o futuro das nações, principalmente o do nosso país, deverá pensar em cinco sectores básicos para restaura e reconstruir aquilo que para já será a sustentabilidade da sociedade. A saúde, educação, segurança, agricultura e energia. Terá de mudar radicalmente o conceito da sociedade ambígua, egoísta, insensível, desumana e corrupta, que se deixou absorver pelo consumismo, a ostentação, a vaidade, a prepotência a arrogância. Pelo preço a pagar no futuro, é hora de restituir a sociedade dos valores. O mérito será de todos nós, e os dividendos serão os nossos filhos e netos a colherem.
quinta-feira, 30 de abril de 2020
terça-feira, 7 de abril de 2020
Voltaremos a correr atrás do dinheiro!
Quando tudo parece viver ainda numa incerteza no que diz respeito ao controle da pandemia provocada por este inimigo invisível, já se vaticinam planos para um futuro pós estado de emergência; a corrida pelo dinheiro. Em abono da verdade, a total dependência do dinheiro a que nos fizeram viver, cria em nós uma sensação aterradora. Já se criam leis para subsidiar tudo e mais alguma coisa, muito poucas de incentivo à produtividade de alimentos e outros produtos básicos de sustentabilidade e de sobrevivência. Não querendo ser «profeta da desgraça» mas ser realista por vezes causa-nos dissabores e inimizades, mas sejamos sensatos e sobre tudo agir inteligentemente, de modo a reduzir ao mínimo, o impacto negativo numa medida extrema, talvez necessária, que (paralisou) um país e mundo por mais de dois meses (assim esperamos) que não se prolongue muito. Parece que ainda não será desta que aprenderemos a: respeitar a natureza, reduzir o consumismo, apoiar as economias inerentes ao país ou região em que vivemos, consumindo os chamados produtos da terra, valorizar pessoas e bens dentro do real valor que cada quem e cada qual se merece, e desenvolver o espírito de entreajuda, pois só assim construiremos um mundo onde a palavra solidariedade não será palavra vã. Enquanto aguardamos de forma passiva e paciente o desenrolar dos acontecimentos, esperando que muito em breve possamos voltar paulatinamente à normalidade que não será com a velocidade que assim todos desejamos. vamos preparar-nos para o melhor da vida que nos espera, sejamos felizes, cuidem-se e respeitem as normas exigidas pelas autoridades, mesmo que não sejam aquelas que todos desejaríamos. Cada um de nós sinta o desejo de preservar o mais essencial do ser humano; A VIDA.
Quando tudo parece viver ainda numa incerteza no que diz respeito ao controle da pandemia provocada por este inimigo invisível, já se vaticinam planos para um futuro pós estado de emergência; a corrida pelo dinheiro. Em abono da verdade, a total dependência do dinheiro a que nos fizeram viver, cria em nós uma sensação aterradora. Já se criam leis para subsidiar tudo e mais alguma coisa, muito poucas de incentivo à produtividade de alimentos e outros produtos básicos de sustentabilidade e de sobrevivência. Não querendo ser «profeta da desgraça» mas ser realista por vezes causa-nos dissabores e inimizades, mas sejamos sensatos e sobre tudo agir inteligentemente, de modo a reduzir ao mínimo, o impacto negativo numa medida extrema, talvez necessária, que (paralisou) um país e mundo por mais de dois meses (assim esperamos) que não se prolongue muito. Parece que ainda não será desta que aprenderemos a: respeitar a natureza, reduzir o consumismo, apoiar as economias inerentes ao país ou região em que vivemos, consumindo os chamados produtos da terra, valorizar pessoas e bens dentro do real valor que cada quem e cada qual se merece, e desenvolver o espírito de entreajuda, pois só assim construiremos um mundo onde a palavra solidariedade não será palavra vã. Enquanto aguardamos de forma passiva e paciente o desenrolar dos acontecimentos, esperando que muito em breve possamos voltar paulatinamente à normalidade que não será com a velocidade que assim todos desejamos. vamos preparar-nos para o melhor da vida que nos espera, sejamos felizes, cuidem-se e respeitem as normas exigidas pelas autoridades, mesmo que não sejam aquelas que todos desejaríamos. Cada um de nós sinta o desejo de preservar o mais essencial do ser humano; A VIDA.
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Frases para memória futura
Portugal-a história de uma nação --autor Henry Morre Stephens
A liberdade para ser segura, terá de ser vigiada para bem da estabilidade social.
quanto mais dependermos do estado mais condicionada fica a nossa própria liberdade.
Contra a força e a violência, impõe-se a inteligência.
não somos mais nem menos que ninguém, somos o que somos e devemos sentir orgulho por isso criando motivos para tal.
Os que mais cumprem seus deveres, são os que menos reivindicam seus direitos,? Porque em Portugal o direito está subvertido.
Será que a humanidade realmente merece a liberdade que tem?
Chegamos ao ponto de; cada um (impor) a lei em defesa da integridade de todos, um novo conceito de liberdade.
a psicologia conseguiu convencer as pessoas de que: um grão de milho vale mais que uma nota de Mil!
Portugal-a história de uma nação --autor Henry Morre Stephens
A liberdade para ser segura, terá de ser vigiada para bem da estabilidade social.
quanto mais dependermos do estado mais condicionada fica a nossa própria liberdade.
Contra a força e a violência, impõe-se a inteligência.
não somos mais nem menos que ninguém, somos o que somos e devemos sentir orgulho por isso criando motivos para tal.
Os que mais cumprem seus deveres, são os que menos reivindicam seus direitos,? Porque em Portugal o direito está subvertido.
Será que a humanidade realmente merece a liberdade que tem?
Chegamos ao ponto de; cada um (impor) a lei em defesa da integridade de todos, um novo conceito de liberdade.
a psicologia conseguiu convencer as pessoas de que: um grão de milho vale mais que uma nota de Mil!
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