Emergência nacional
Durante todos estes anos , mais concretamente nos últimos anos, ou seja, já nos anos mais recentes, e com mais evidencia nas ultimas semanas, assistimos a um continuado funeral da situação política do nosso país, depois de ter passado por um alergia, seguindo-se um vírus e depois uma infecção até uma doença crónica e incurável, que culmina com a morte lenta provocada por «pessoas» sem escrúpulos que se apoderaram da política, infiltrando-se nas organizações que a sustentam, ou pelo menos deveriam sustentar, que são as organizações políticas, mas que, por razões várias, contagiando-se com a força que o poder proporciona, foram a pouco e pouco tomando conta dos bens da nação que a repressiva ditadura ao longo de quatro décadas e à força da ignorância e de parca cultura a que foi submetido o povo, consegui-o arrecadar.
O facto da queda do regime ter concedido ao povo o poder de decidir, eis que surgem os salteadores da arca, que com magistral astúcia tomam conta daquilo que é por natureza do povo e aproveitando da liberdade permitir que outros moldes de gestão dos bens públicos pudessem ser utilizados,consideraram-se donos e senhores da coisa publica e ao longo de outras tantas décadas, chegou-se o dia e a hora de o país estar definitivamente arrasado e financeiramente destruído.
Como será possível este mesmo povo a quem a liberdade permitiu a opção de escolha dos seus governantes, permitir que esses escolhidos, pudessem fazer do povo uns ignorantes e pior ainda ao longo de quatro décadas, continuarmos a confiar-lhes a gestão do património que é de todos, sem nunca terem tido a coragem de por em causa semelhante desastre?
Como será possível depois de tentativas falhadas de acordos políticos a convidar todos os até aqui, intervenientes da festança, a comerem no mesmo gamelão que agora só tem as cascas secas da bolota que é dada ao povo já que ninguém a quer, pois o caviar já à muito deixou de existir e por já nem o seu cheiro pairar no ar, leva-se a que ainda consigam brigar para gerir as esmolas que a esfarrapada Europa nos que mandar, à custa de comermos o pão com farinha da bolota, pois já nem o rolão nos dão.
Acham que é motivante para o cidadão comum, ser chamado mais uma vez a participar no refegabofe que se tornarão novas eleições, para voltar a ver e ouvir os mesmos salteadores e (até presidiários candidatos a assembleias municipais existem),a fazerem promessas impossíveis de cumprir, a apresentar planos para enterrar o esforço de um povo farto de sacrifícios, quando aqueles que deveriam se sacrificar por serem os beneficiários directos do desastres nacional, continuarem a usufruir dos seu vencimentos chorudos ou de um senhor (Silva) fazer estoirar dos cofres do estado 160 MIL Euros, para visitar as selvagens, quando a maioria dos cidadãos deste país,demoraria pelo menos 20 anos a receber essa verba de vencimento fruto do seu trabalho, e para os privilegiados que ainda o têm, pois quase um milhão já vive à esmola de instituições, institutos e voluntários, sem falar dos que adormecem e se levantam sem saber se irão aconchegar o seu estômago.Terá de haver uma outra motivação e muito forte para que com toda a força, convicção, confiança e sobretudo esperança, possamos em massa acorrer às assembleias de votos e dizer com toda a força vai ser desta que eu e milhões de portugueses vamos libertar verdadeiramente o nosso país. Até lá resta-nos que apareçam cidadãos com coragem de prestar os seus serviço a bem da nação mas a troco única e exclusivamente de um protejo de salvação nacional verdadeiro e sobretudo autentico. A verdade é que muitos dos que poderiam dar o seu contributo até terão receio a dar o passo em frente visto a classe política estar tão desacreditada, mas terá de haver alguma coragem e sobretudo vontade de lutar, com trabalho e convicção patriótica.Portugal consegue e a nação é o seu povo.
sábado, 20 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
E se!
Aproxima-se a passos largos mais um período de campanha eleitoral para as eleições autárquicas, e voltará o mesmo diálogo já gasto de promessas cada vez mais impossíveis de cumpri, por razões sobejamente conhecidas. Depois do deprimente espetáculo bem vivo na memória dos portugueses, se bem sei de nada benéfico para a situação que o país atravessa, mas por estratégia dos políticos a boa maneira de sempre, mechem os cordelinhos de modo a fragilizar qualquer coisa desde que, depois o benefício o quem sabe até, o prejuízo, vá bater sempre ao mesmo sítio.
Agora eu pregunto: depois de assistir a tanta manobra politiqueira nesta terra, como será se: Numa ou mais autarquias nenhuma das forças politicas concorrentes obtiver maiorias, que diga-se de passagem acho quem vai ter a maioria em todas elas será o «partido» da abstenção, aquele em quem a maioria dos eleitores se revêm e que nuca os enganou, mas que a lei portuguesa não o leva em conta, pois os descontentes terão que levar com a maioria daqueles que por interesses vários, são motivados a sentirem-se na obrigação de depositar o seu voto, visto que os que não usufruem de benefícios desta camuflada democracia, estarão se borrifando para quem quer que seja o vencedor deste «concurso» político.
Imaginem só, por exemplo: o que seria ver um Funchal com um PSD com 30% a 35% dos votos, ou um movimento cívico Mudança, com igual percentagem, quem seria o convidado para formar uma assembleia municipal maioritária, visto que os restantes parecem sempre estarem de costas voltadas?
Num conselho como Santa Cruz por exemplo: ninguém obter maioria tornaria uma autarquia ingovernável, visto não haverem condições ou pelo menos deixa tudo transparecer semelhante impossibilidade. Quem diz nestes, diria noutros conselho de uma terra que à quase 40 anos habituou-se à hegemonia laranja, que parece ter terminado o seu ciclo.
Estaremos num beco sem saída política, ou estaremos começando uma nova era onde deverá exigir-se ou até porque não, obrigar aos cidadão a sua total participação na construção da autêntica democracia, para não continuar-mos a trata-la num faz de conta de liberdade, onde essa liberdade só tem permitido até agora o aproveitamento em benefícios de uns poucos mas que agora , dada as circunstâncias todos reclamam pão, na casa onde já nem migalhas existem. Acho um caso muito sério e será um teste à sobrevivência democrática da nossa região e até, porque não, do nosso país.
Enviada para DN Funchal 13/07/3013
Aproxima-se a passos largos mais um período de campanha eleitoral para as eleições autárquicas, e voltará o mesmo diálogo já gasto de promessas cada vez mais impossíveis de cumpri, por razões sobejamente conhecidas. Depois do deprimente espetáculo bem vivo na memória dos portugueses, se bem sei de nada benéfico para a situação que o país atravessa, mas por estratégia dos políticos a boa maneira de sempre, mechem os cordelinhos de modo a fragilizar qualquer coisa desde que, depois o benefício o quem sabe até, o prejuízo, vá bater sempre ao mesmo sítio.
Agora eu pregunto: depois de assistir a tanta manobra politiqueira nesta terra, como será se: Numa ou mais autarquias nenhuma das forças politicas concorrentes obtiver maiorias, que diga-se de passagem acho quem vai ter a maioria em todas elas será o «partido» da abstenção, aquele em quem a maioria dos eleitores se revêm e que nuca os enganou, mas que a lei portuguesa não o leva em conta, pois os descontentes terão que levar com a maioria daqueles que por interesses vários, são motivados a sentirem-se na obrigação de depositar o seu voto, visto que os que não usufruem de benefícios desta camuflada democracia, estarão se borrifando para quem quer que seja o vencedor deste «concurso» político.
Imaginem só, por exemplo: o que seria ver um Funchal com um PSD com 30% a 35% dos votos, ou um movimento cívico Mudança, com igual percentagem, quem seria o convidado para formar uma assembleia municipal maioritária, visto que os restantes parecem sempre estarem de costas voltadas?
Num conselho como Santa Cruz por exemplo: ninguém obter maioria tornaria uma autarquia ingovernável, visto não haverem condições ou pelo menos deixa tudo transparecer semelhante impossibilidade. Quem diz nestes, diria noutros conselho de uma terra que à quase 40 anos habituou-se à hegemonia laranja, que parece ter terminado o seu ciclo.
Estaremos num beco sem saída política, ou estaremos começando uma nova era onde deverá exigir-se ou até porque não, obrigar aos cidadão a sua total participação na construção da autêntica democracia, para não continuar-mos a trata-la num faz de conta de liberdade, onde essa liberdade só tem permitido até agora o aproveitamento em benefícios de uns poucos mas que agora , dada as circunstâncias todos reclamam pão, na casa onde já nem migalhas existem. Acho um caso muito sério e será um teste à sobrevivência democrática da nossa região e até, porque não, do nosso país.
Enviada para DN Funchal 13/07/3013
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