quinta-feira, 30 de outubro de 2025
Portugal desperta.
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Da era da pedra à inteligência artificial.
domingo, 26 de outubro de 2025
Quando o protagonismo dos eleitos esbarra com o ego dos pretendentes**
Será que precisamos de constuir heróis?
A histório remetenos ao inicio da nossa história tendo como referencia Dom Afonso Henriques fundador da nação do reino de Portugal. Hoje considerado um e talvez seria o primeiro dos nossos heróis. Muitos se sucedeream: Dom Nuno Alvares Pereira herói da crise entre 1383/1385 garantido-nos a independência frente a Castela nas batalha de Atoleiros, Aljubarrota e Valverde, denominado do santo contestável. Depois seria D. João I o rei fundador da dinastia de Avis, consolidando a nossa independência e lançado as bases para as descobertas que com o seu casamento com Dna Filipa de Lencastre cimentou as relações entre Portugal e a Inglaterra, 1357/1433. Muito à conta dessa espação seguiram-se nomes como o do Infante D. Henrique, 1394/1460, Bartolomeu Dias, 1450/1500, Vasco da Gama, 1469/1524, Pedro Alvares Cabral, 1467/1520, D. João II 1455/1495, D Sebasteão 1554/1578, que apesar de derrotado em Alcaçer-Quibir tornou-se num símbolo mítico da esperança nacional, D.João IV Restaurador da independência, 1604/1656, Padre António Vieira missionário e orador brilhante, 1608/1697, o Marquês de Pombal restaurou e modernizou Portugal após 1755, reformulou a nação políttica e económicamente, D. Pedro V, 1798/1834, os nossos soldados que na 1ª guerra mundial na batalha de La Lys, Humberto Delgado 1906!1965, os capitães de Abril 1974 que quieseram simbolizar a liberdade e a democracia. Mas será que passamos por cima de alguém ou alguns dos últimos (heróis) propositadamente fizeram-nos esquecer, alguém que tenha contribuido para algum sucesso da nação? Nove séculos de história onde os catalogados de herós só depois dos feitos é que ganharam esse estatuto. Estamos em condições de voltar a promover portugeuses da atualidade para que os nossos descendentes venham a considerar-lo de heróis para este século. Vivemos um período conturbado num regiem de frágilidade democrática, onde a liberdade por vezes é duvidosa, onde o número de insatesfeitos é cada vez maior e meio século de liberdade onde os 51 anos de democracia sobrevivem muito às custas de um nível de instisfação e de contestação por parte das população de tal forma que a liberdade que a democracia consagrea deixa os cidadãos com saudades daquilo que foi diabolizado como a maior ameça aos portugueses, apagados da história, que após 1928 finda a II república 1932/1968, ao ponto de que já há quem diga que: para endireitar a catástrofe a calamidade a que o país foi conduzido nestes 51 anos de democracia "são precisos três Salazar'es" para por o país na ordem. Agora pergunto; como foi possível tartar tão mal a democraci para que este povo começe a (sintir saudades da tão malfadada ditadura)? No dia em que surja um líder político que esteja determinado em pegar nos problemas das populações e iniciar o processo de resolução e redução desses problemas, os seus opositores perderão o seu espaço crítico e os seus adversários irão catalogar-lo de ditador. Será que os portugueses estamos preparados para (construir um novo herói) numa nova revolução e que de forma democrática, fazer com se possa restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade, devolvendo a democracia aos cidadãos e implementando uma IV República? Será que forcosamente ter de ser esse o plano para MUDAR Portugal?
sábado, 25 de outubro de 2025
O que André Ventura pronunciou e insiste em fazer perante as câmaras da televisão não é mais nem menos do que o reflexo daquilo que o denominado “Zé Povinho” diz à boca pequena nos cafés e nas conversas de amigos, perante a calamidade a que o país foi conduzido por mais de 50 anos pelo socialismo.
Se não querem que alguém traga para a praça pública os lamentos, a indignação e a revolta da chamada “voz do povo” — uma voz com pouca cultura democrática, fruto de nunca lhe terem facultado essa formação — deveriam ter pensado nisso há 50 anos, quando a liberdade supostamente foi conquistada.
Este manifesto é o claro pensamento de quem, ao ir às compras ao supermercado ou à farmácia, e depois de ver um noticiário onde ouviu que o Governo investe 80 milhões nisto, gasta 100 milhões naquilo, apresenta orçamentos de milhares de milhões de euros, que custou 100 milhões a uma escada de acesso a um edifício, 200 milhões de subsídio para um clube, que o jogador do “Calaboca” foi transferido para o Manchester United por 100 milhões — e, depois, chega ao supermercado e a dúzia de ovos que há dois anos nos custava 2 euros agora custa 4; tem de deixar parte dos medicamentos na farmácia porque continua a receber pouco mais de 500 euros de pensão de reforma.
Quando um ladrão mata um polícia e cumpre quatro anos de prisão, e o ladrão que foi assaltar a casa desse polícia é abatido em flagrante delito, o agente fica com 14 anos de prisão efetiva. É por estas e outras razões que as palavras de André Ventura fazem eco e chamam a atenção dos portugueses.
Afinal, será só por isto que a culpa deve ser atribuída a André Ventura? Calar tudo isto tornar-nos-á cúmplices da miséria e da desgraça a que este país foi conduzido.
Posso, por vezes, discordar de algumas coisas que A. V. proclama ou da forma como o faz, mas há uma coisa com que concordo: ou tomamos medidas drásticas — e quiçá radicais — para pôr termo a esta bandalheira, ou em pouco tempo diremos: “Portugal já era!”
---
**Versão alternativa (tom final moderado — recomendada para publicação)**
O que André Ventura pronunciou e insiste em fazer perante as câmaras da televisão não é mais nem menos do que o reflexo daquilo que o denominado “Zé Povinho” diz à boca pequena nos cafés e nas conversas de amigos, perante a calamidade a que o país foi conduzido por mais de 50 anos pelo socialismo.
Se não querem que alguém traga para a praça pública os lamentos, a indignação e a revolta da chamada “voz do povo” — uma voz com pouca cultura democrática, fruto de nunca lhe terem facultado essa formação — deveriam ter pensado nisso há 50 anos, quando a liberdade supostamente foi conquistada.
Este manifesto é o claro pensamento de quem, ao ir às compras ao supermercado ou à farmácia, e depois de ver um noticiário onde ouviu que o Governo investe 80 milhões nisto, gasta 100 milhões naquilo, apresenta orçamentos de milhares de milhões de euros, que custou 100 milhões a uma escada de acesso a um edifício, 200 milhões de subsídio para um clube, que o jogador do “Calaboca” foi transferido por 100 milhões — e, depois, chega ao supermercado e a dúzia de ovos que há dois anos nos custava 2 euros agora custa 4; tem de deixar parte dos medicamentos na farmácia porque continua a receber pouco mais de 500 euros de pensão de reforma.
Quando um ladrão mata um polícia e cumpre quatro anos de prisão, e o ladrão que foi assaltar a casa desse polícia é abatido em flagrante delito, o agente fica com 14 anos de prisão efetiva. É por estas e outras razões que as palavras de André Ventura fazem eco e chamam a atenção dos portugueses.
Afinal, será só por isto que a culpa deve ser atribuída a André Ventura? Silenciar estas queixas fará de nós cúmplices da miséria e da desilusão a que muitos sentem que o país foi conduzido.
Posso discordar de algumas das posições e do estilo de A. V., mas creio que é urgente agir com firmeza e responsabilidade: é necessário promover reformas concretas, medidas de combate à corrupção e políticas sociais eficazes para recuperar a confiança dos cidadãos e travar a erosão do bem-estar coletivo.
---
Se quiseres que eu:
* ajuste o tom (mais formal ou mais coloquial);
* encurte para publicação em redes sociais;
* ou reescreva para um estilo jornalístico mais neutro,
diz qual opção e eu faço a adaptação.
quinta-feira, 23 de outubro de 2025
O preço a pagar para ser português.
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
** São Vicente padroeiro dos vinhateiros!:
Na costa Norte inicia-se o despertar político após meio século de hegemonia**
Durante cinco décadas, o concelho de São Vicente, no norte da Madeira, viveu sob a mesma orientação política, marcada pela continuidade, pela lealdade partidária e por um sentido de estabilidade quase inquebrável.
Mas 50 anos é muito tempo — e o tempo, em democracia, cobra sempre renovação.
A recente mudança governativa local, rompendo com uma hegemonia histórica, representa mais do que uma simples transição de poder: é um ponto de viragem simbólico na relação entre os cidadãos e o poder autárquico.
**Um cansaço silencioso**
As sociedades mudam, as gerações renovam-se e as prioridades evoluem. Durante anos, muitos vicentinos sentiram que o poder político tinha deixado de ouvir o pulsar da população.
A continuidade excessiva — ainda que tenha trazido estabilidade e algumas obras estruturantes — também gerou acomodação, distanciamento e falta de inovação.
A mudança não surgiu de um capricho momentâneo, mas de um cansaço acumulado: o cansaço de ver os mesmos rostos, os mesmos discursos e os mesmos métodos, mesmo quando as realidades do concelho pediam novas respostas.
**A renovação como necessidade**
A alternância democrática é um sinal de vitalidade política. Nenhum poder é eterno, nem deve ser.
Quando o eleitorado decide mudar, fá-lo porque quer ser ouvido de forma diferente, porque reivindica transparência, eficiência e proximidade.
Em São Vicente, essa mudança pode representar o início de uma nova era: uma oportunidade para rever prioridades, abrir espaço a novas vozes e reaproximar o poder da comunidade.
A política local deve deixar de ser uma estrutura de fidelidades pessoais para se tornar um espaço de serviço público genuíno.
**Os riscos da rutura**
Contudo, a rutura com um sistema enraizado há meio século não é simples.
Haverá resistências naturais, interesses instalados e expectativas elevadas que podem testar a maturidade da nova liderança.
A mudança só se afirmará se for acompanhada de seriedade, competência e respeito institucional.
Não basta trocar de cor política. É preciso romper com práticas antigas, evitar a tentação do revanchismo e governar para todos os vicentinos, inclusive para os que não votaram na mudança.
A legitimidade nasce das urnas, mas a confiança constrói-se no exercício do poder.
**Um novo ciclo de responsabilidade**
O novo ciclo político em São Vicente será também um teste à cultura democrática madeirense.
Depois de décadas de hegemonia, a alternância demonstra que o eleitorado amadureceu, que a democracia local funciona e que o voto pode, de facto, mudar realidades.
A esperança é que esta mudança não seja apenas simbólica, mas transformadora — que traga consigo gestão transparente, participação cidadã e um novo olhar sobre o desenvolvimento rural, o turismo sustentável e a coesão social.
O poder local deve ser o primeiro a dar o exemplo de proximidade, honestidade e responsabilidade — porque é nas pequenas comunidades que a democracia mostra o seu rosto mais autêntico.
**Conclusão: entre o passado e o futuro**
Depois de meio século de hegemonia, São Vicente vive um momento histórico.
A mudança política não deve ser vista como uma negação do passado, mas como a natural evolução de uma sociedade que quer crescer.
Os vicentinos não rejeitam o que foi feito — apenas exigem novas formas de fazer.
E talvez seja justamente isso que distingue as democracias maduras das imaturas: a capacidade de mudar sem destruir, de renovar sem esquecer, e de evoluir sem medo.
Perfeito 👏 Excelente escolha — um **blog de opinião ligado ao *Diário de Notícias do Funchal*** permite um **estilo pessoal, reflexivo e provocador**, mas mantendo **linguagem cuidada e tom institucional**.
Abaixo está o teu texto **revisto e formatado especificamente** para esse contexto:
👉 **estrutura otimizada para leitura online**, com **parágrafos curtos**, **ritmo envolvente** e **transições naturais**.
---
# 🗞️ Será que os portugueses estão preparados para uma revolução política?
### Por [teu nome]
*Artigo de opinião — Diário de Notícias do Funchal*
Outubro de 2025
---
Em janeiro de 2026, os portugueses voltarão às urnas para eleger o **8.º Presidente Constitucional da República** no pós-25 de Abril.
Trata-se de um cargo que muitos consideram **redundante ou até obsoleto**, uma vez que o nosso sistema é **semipresidencialista** — onde o poder executivo é partilhado entre o Presidente e o Governo.
Mas será que **a adoção de um regime presidencialista** poderia corrigir **as fragilidades da nossa democracia**, já madura em idade, mas ainda frágil em essência?
---
## Uma democracia sem rumo
Passados **51 anos de democracia**, Portugal continua sem um **projeto político de longo prazo**.
A alternância de governos, as crises parlamentares e a dependência de **coligações frágeis** têm impedido a criação de uma visão estratégica e coesa.
Surge então a questão: **um sistema presidencialista poderia trazer estabilidade, clareza e eficiência ao país?**
---
## As vantagens possíveis
Um modelo presidencialista poderia oferecer **maior estabilidade governativa**, já que o Presidente teria um **mandato fixo**, sem depender de alianças parlamentares.
As **decisões seriam mais rápidas e diretas**, evitando os bloqueios causados por negociações partidárias intermináveis.
Além disso, haveria uma **responsabilidade clara**: os cidadãos saberiam exatamente **quem governa e a quem cobrar resultados**.
E talvez, com isso, se reduzisse a **fragmentação partidária**, devolvendo ao eleitorado a noção de liderança e rumo.
Em contrapartida, o cargo presidencial em Portugal tem um custo considerável — cerca de **18,8 milhões de euros anuais**.
A **remuneração mensal bruta** do Presidente da República foi, em 2023, de **11.718,20 euros**, valor que em 2025 já inclui despesas de representação.
---
## Os riscos e desafios
Mas uma mudança tão profunda não é isenta de perigos.
A **concentração excessiva de poder** nas mãos de um único dirigente pode comprometer o **equilíbrio democrático**.
Um Presidente com maioria no Parlamento e controlo sobre o Governo poderia **governar quase sem oposição efetiva**.
Haveria ainda o **risco de enfraquecimento do Parlamento**, reduzindo a pluralidade política e a fiscalização das decisões.
E, numa nação com **tradição parlamentar desde 1976**, uma mudança radical exigiria **uma transformação cultural e institucional profunda** — algo que não se alcança apenas com uma alteração constitucional.
Implementar um regime presidencialista seria, portanto, **mais do que uma reforma política**: seria uma **revolução institucional**, com impacto em todos os poderes do Estado.
---
## Um candidato diferente?
E se, nas próximas eleições, **surgisse um candidato verdadeiramente diferente**?
Um Presidente que **propusesse um referendo** à população sobre a **eliminação do próprio cargo**;
que **abdicasse do salário**, do excesso de assessores e das mordomias, **canalizando esses recursos para instituições sociais**;
um candidato **independente, apartidário**, movido por **serviço à Nação** e não por carreira política.
Um Presidente que fosse símbolo de **integridade e desprendimento**, que visse o cargo não como privilégio, mas como **dever moral e cívico**.
---
## A crise de legitimidade
Nas últimas eleições presidenciais, **Marcelo Rebelo de Sousa** foi eleito com **2.534.745 votos**, num total de **mais de nove milhões de eleitores inscritos**.
A abstenção ultrapassou os **50%**.
Na prática, **menos de um quarto dos portugueses** elegeu o Chefe de Estado.
Este dado não é apenas estatístico — é **sintomático de um afastamento crescente** entre os cidadãos e as instituições.
Milhões de portugueses sentem-se **defraudados, desanimados e desiludidos** com a política tradicional.
Quando surgir um candidato que represente esses milhões de abstencionistas — **os esquecidos do sistema** — ele será, inevitavelmente, o **símbolo de uma revolução democrática silenciosa**.
---
## Preparados para mudar?
O futuro político de Portugal depende da **coragem de repensar o papel do Presidente da República** e da **vontade de reinventar a relação entre governantes e governados**.
Mas a questão essencial permanece — e é tão atual quanto urgente:
> **Será que os portugueses estão preparados para essa revolução?**
sábado, 18 de outubro de 2025
CHEGA a derradeira oportunidade do PSD unir a direita à volta de um candidato à Presidência da República e acabar duma vez por todas 52 anos de hegemonia da esquerda, sair da estrada de curvas e contra- curvas dar uma guinada à direita e entrar na via rápida da erradicação do Socialismo.
Um nome que soa a decepção Gabriel Mithá Ribeiro