quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Mensagem Volt



Eu, António José Ferreira residente no Funchal R.A. da Madeira, tenho um projeto de consta dum grupo de cidadãos independentes, atualmente sem vínculo partidário e que pretendendo à volta de um ideal, o de devolver a democracia aos cidadãos em detrimento dos partidos [políticos], visto que especificamente aqui na Madeira vivemos uma hegemonia PSD de 48 anos. Daí que mais de 50% do eleitorado não se revê neste modelo de democracia e muito menos acredita nos partidos da oposição, o plano seria (usar) as estruturas partidárias pó para resgatar esse setor do eleitorado, os abstencionistas. O Movimento Unidade Democrático Autonomistas e Regionalista (MUDAR) anexado a um partido cuja identidade não vinculada esquerda e direita, poderia ser uma alternativa para se apresentar ao eleitorado a 23 de Março, data decidida pelo PR para a realização das mesmas. Achando que: e pelo facto do tempo demasiado curto, condicionará no imediato essa possibilidade. Porém, deixaria aberto a proposta para uma próxima oportunidade. Sem outro assunto de momento, Grato pela atenção dispensada e continuamos a poder estar em contato. Cordiais cumprimentos. 
António Ferreira utlook para Android

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

 A elaboração de um plano para justiça e segurança na Região Autónoma da Madeira (RAM) deve considerar uma abordagem integrada, envolvendo diversos setores e instituições. Aqui estão algumas sugestões e diretrizes que podem ser incluídas nesse plano:

1. Diagnóstico da Situação Atual

  • Análise de Dados: Coletar e analisar dados sobre criminalidade, tipos de crimes mais comuns, áreas mais afetadas e perfil demográfico dos infratores e vítimas.
  • Avaliação das Instituições: Avaliar a eficácia das forças de segurança, do sistema judicial e dos serviços sociais.

2. Reforço das Forças de Segurança

  • Aumento de Recursos: Investir em mais agentes de segurança, formação contínua e equipamentos modernos.
  • Policiamento Comunitário: Implementar programas de policiamento comunitário para fortalecer a relação entre a polícia e a comunidade.

3. Prevenção do Crime

  • Programas Educacionais: Desenhar campanhas de sensibilização e educação para a prevenção de crimes, especialmente entre os jovens.
  • Intervenção Social: Criar programas de apoio social para grupos vulneráveis, visando reduzir a criminalidade.

4. Melhoria do Sistema Judicial

  • Aceleração de Processos: Implementar medidas para reduzir a morosidade dos processos judiciais, garantindo uma justiça mais rápida e eficaz.
  • Apoio às Vítimas: Criar serviços de apoio psicológico e jurídico para vítimas de crime, facilitando o acesso à justiça.

5. Colaboração Interinstitucional

  • Criação de Redes: Estabelecer redes de colaboração entre polícia, justiça, serviços sociais, escolas e organizações não governamentais.
  • Partilha de Informação: Fomentar a troca de informações entre as várias entidades para uma resposta mais eficaz aos problemas de segurança.

6. Inovação e Tecnologia

  • Uso de Tecnologia: Implementar soluções tecnológicas, como sistemas de vigilância e análise de dados, para prever e combater a criminalidade.
  • Plataformas de Denúncia: Criar plataformas online seguras para que os cidadãos possam reportar crimes ou comportamentos suspeitos.

7. Avaliação e Monitoramento

  • Métricas de Sucesso: Definir indicadores claros para avaliar a eficácia das ações implementadas.
  • Revisão Periódica: Estabelecer um calendário de revisões periódicas do plano, adaptando-o às novas realidades e necessidades.

8. Envolvimento da Comunidade

  • Fóruns de Discussão: Promover fóruns e reuniões comunitárias para discutir questões de segurança e justiça, envolvendo a população na construção de soluções.
  • Voluntariado e Iniciativas Locais: Incentivar iniciativas locais de segurança e justiça, promovendo o voluntariado e a participação cidadã.

Conclusão

Um plano de justiça e segurança para a Região Autónoma da Madeira deve ser abrangente, flexível e adaptável às necessidades da comunidade. A cooperação entre diferentes entidades e a participação ativa da população são fundamentais para o sucesso das iniciativas propostas.

 O Plano de Educação e Cultura da Madeira é um documento estratégico que visa orientar e desenvolver as políticas educativas e culturais na região. Embora não tenha acesso ao texto completo ou às atualizações mais recentes, posso fornecer uma visão geral sobre os objetivos e diretrizes geralmente incluídos em planos desse tipo.

Objetivos Gerais

  1. Promoção da Educação de Qualidade: Assegurar que todos os cidadãos tenham acesso a uma educação de qualidade, que responda às necessidades da sociedade contemporânea.

  2. Valorização da Cultura Local: Incentivar e preservar a cultura madeirense, promovendo a identidade regional e o património cultural.

  3. Integração e Inclusão: Promover a inclusão social através da educação, garantindo que todos os grupos, incluindo minorias e pessoas com deficiências, tenham acesso às oportunidades educativas.

  4. Desenvolvimento Sustentável: Integrar a educação e a cultura nas práticas de desenvolvimento sustentável, promovendo a consciência ambiental e a responsabilidade social.

Diretrizes Comuns

  • Formação de Professores: Investir na formação contínua de professores e educadores, para garantir que estes estejam preparados para os desafios atuais.

  • Inovação e Tecnologia: Incorporar novas tecnologias no processo educativo, promovendo metodologias inovadoras que estimulem o aprendizado.

  • Parcerias: Estabelecer parcerias entre escolas, instituições culturais, universidades e a comunidade, para enriquecer a experiência educativa.

  • Programas Culturais: Desenvolver e promover programas culturais nas escolas e na comunidade, que incentivem a participação ativa dos cidadãos.

  • Avaliação e Monitoramento: Implementar mecanismos de avaliação contínua para monitorar a eficácia das políticas e programas implementados.

Temas Específicos

  • Educação Artística: Fomentar a educação nas artes como uma forma de desenvolvimento pessoal e social.

  • Preservação do Patrimônio: Envolver as escolas em projetos de preservação e valorização do património cultural da Madeira.

  • Literacia e Formação Cívica: Promover a literacia e a formação cívica, preparando os cidadãos para uma participação ativa na sociedade.

Para informações mais detalhadas e específicas, como dados sobre implementação, cronogramas ou iniciativas em curso, recomendo consultar o site oficial do Governo Regional da Madeira ou as direções de educação e cultura da região.

terça-feira, 28 de janeiro de 2025

                               Plano para a Região Autónoma da Madeira

!) Saúde/Ambiente

Resolução das listas de espera para as pequenas cirurgias com parceria privada. Preservação do ambiente para a cultura da medicina preventiva e utilização de medicina alternativa.

") Educação/Cultura

Valorização dos professores, incentivo à educação na família promovendo os valores que as sustentam. Adaptar o modelo de educação cívica (Tipo Japão) na formação das crianças desde tenra idade nos princípios e valores que regem a sociedade. Formação profissional para o jovens com incentivo consoantes as áreas das necessidades específicas da região. 

3) Justiça/Segurança

Valorização e incentivo às forças de segurança, formação e aproveitamento das suas potencialidades reforçando a presença na rua. As áreas de administrativas poderiam ser desempenhadas por civis. Aceleração de processo de justiça simplificando a resolução dos mesmos.

4) Mobilidade/Transportes

Apostas nas energias alternativas e renováveis com a implementação dum meio de transporte ecológico e barato no acesso à cidade de modo a reduzir o numero de viaturas na capital. Regularização do transporte inter ilhas e coneção com ferry ao continente.

5) Energia/Economia

Aposta nas energias renováveis, eólica, solar e hídrica incentivando as novas construções a serem auto-sustentáveis.

6)Trabalho/Turismo

Valorização profissional dos trabalhadores do setor acompanhando o crescimento da procura no aumento do fluxo turístico da região.

7) Agricultura/Pescas

Quotas de pesca adequadas à dimensão do nossa área marítima, restruturação da comercialização da Banana e incentivo a outros tipos de frutos para exportação. Dinamização dos solos agrícolas para reduzir a dependência externa e recuperar a paisagem rural.

8) Ecomimia

Redução progressiva da carga fiscal e total isenção para produtores agrícolas durante um período até atingirem a sua auto-suficiência. Incentivar industrias básicas reativação de conservas e congelação de produtos da região.

sábado, 25 de janeiro de 2025

 Nem atas nem desatas

Vem aí o programa da mala versão açoriana, pois já muitas malas e muitas histórias se cruzaram pelo caminho, umas fazendo esquecer as outras e nenhuma delas ainda foi reclamada pelos seus verdadeiros donos. Mas vamos preparar o panelo, desta vez não será no Porto Moniz , na Ribeira da Janela, no Chão da Ribeira no Seixal, será por toda a ilha, após o carnaval e a 23 de Março e no despoletar de uma nova Primavera. Os partidos, coligações ou movimentos que venham a concorrer ao próximo ato eleitoral a se realizar no dia 23 de Março e que terá a particularidade de chamar os eleitores madeirenses às mesas de voto pela terceira vez nos últimos 18 meses. É caso para dizer, isto da democracia dá cá uma maçada! A direção do PSD-Madeira recusa-se a viabilizar um congresso extraordinário e o contestatário exige as atas da reunião que invalida essa convocatória. No PS é convocada um congresso regional sugerido pelo deputado da República, congresso aprovado e o homem recusa-se a concorrer à liderança do partido contra o actual presidente e futuro candidato. O JPP convoca congresso para o fim de semana de 25 a 26 deste corrente mês de Janeiro aparentemente para manter a atual estrutura diretiva. No CHEGA a malta procura nas atas aquilo ao que parece correm de um lado para outro pois ali nem congresso faz falta, tudo se resolve de forma mais económica e simplificada, sem burocracia, vem tudo pronto de Lisboa para os de cá nem terem a maçada de perder tempo com essas coisas, urge arrumar a casa e ir à procura dos amigos para rápidamente preencher as listas de candidatos como já vem sendo hábito. Os restantes partidos estarão à espera de alguns iluminados ou desprezados de qualquer lado para se organizarem apesar de já haver manifesto de publicidade de campanha duma tal Nova Direita que a esquerda deitou no lixo. Mas será que: com toda esta confusão, incerteza e trapalhada , ainda haverá quem confie o seu voto nesta gente que pouco ou nada faz para encontrar uma solução credível com que os eleitores madeirenses possam ao menos sentir algum desejo de perder tempo e ir à urnas? O descrédito é de tal ordem que a liberdade está amarrada pelo desalento e a democracia arrastada pelos cantos das ruas moribunda e sem ânimo. Parece que o tempo irá dar-me a razão e a democracia dos partidos está infetada com um virus letal que não há vacina que a salve, apenas uma certa quimioterapia pra a manter com sintomas de vida no tempo que lhe “resta”, a não ser que um milagre aconteça e o povo acorde para uma solução que o fará MUDAR de atitude e decidam escolher o menos mau dos que eventualmente tenham alguma vergonha na cara e corrijam estes 48 anos de sucessivos erros. Acho que não queremos pôr a liberdade em causa e a democracia com sentença de morte, ao menos deem o beneficio da dúvida que poderá haver consenso e possamos restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. Há um grito latente no coração dos que ainda nos preocupamos com o bem estar dos cidadãos, na política e aos políticos deverá ser incutido um espirito tipo militar, estar ao serviço da pátria, neste caso da região e sentir orgulho em servir o próximo, por que aquilo que se tem assistido até aqui nada tem a ver com democracia, democracia não é isto, e algo terá de ser feito para MUDAR o rumo dos acontecimentos antes que nos tornemos cúmplices da nossa desgraça. Para publicação no DN-Madeira

quinta-feira, 23 de janeiro de 2025

                             Nem atas nem desatas
Vem aí o programa da mala versão açoriana, pois já muitas malas e muitas histórias se cruzaram pelo caminho, umas fazendo esquecer as outras e nenhuma delas ainda foi reclamada pelos seus verdadeiros donos. Mas vamos preparar o panelo, desta vez não será no Porto Moniz , na Ribeira da Janela, no Chão da Ribeira no  Seixal, será por toda a ilha, após o carnaval e a 23 de Março. Os partidos, coligações ou movimentos que venham a concorrer ao próximo ato eleitoral a se realizar no dia 23 de Março e que terá a particularidade de chamar os eleitores madeirenses às mesas de voto pela terceira vez nos últimos 18 meses. É caso para dize, isto da democracia dá cá uma maçada! A direção do PSD-Madeira recusa-se a viabilizar um congresso extraordinário e o contestatário exige as atas da reunião que invalida essa convocatória. No PS é convocada um congresso regional sugerido pelo deputado da República, congresso aprovado e o homem recusa-se a concorrer à liderança do partido contra o actual presidente e futuro candidato. O JPP convoca congresso para o fim de semana de 25 a 26 deste corrente mês de Janeiro aparentemente para manter a atual estrutura diretiva. No CHEGA  a malta procura nas atas aquilo ao que parece correm de um lado para outro pois ali nem congresso faz falta, tudo se resolve de forma mais económica e simplificada, sem burocracia, vem tudo pronto de Lisboa para os de cá nem terem a maçada de perder tempo com essas coisas, urge arrumar a casa e ir à procura dos amigos para rapidamente preencher as listas de candidatos como já vem sendo hábito. Os restantes partidos estarão à espera de alguns iluminados ou desprezados de qualquer lado para se organizarem apesar de já haver manifesto de publicidade de campanha duma tal Nova Direita que a esquerda deitou no lixo. Mas será que: com toda esta confusão, incerteza e trapalhada , ainda haverá quem confie o seu voto nesta gente que nada faz para encontrar uma solução credível com que os eleitores madeirenses possam ao menos sentir algum desejo de perder tempo e ir à urnas? O descrédito é de tal ordem que a liberdade está amarrada pelo desalento e a democracia arrastada pelos cantos das ruas moribunda e sem ânimo. Parece que o tempo irá dar-me a razão e a democracia dos partidos está infetada com um virus letal que não há vacina que a salve, apenas uma certa quimioterapia pra a manter com sintomas de vida no tempo que lhe »resta», a não ser que um milagre aconteça e o povo acorde para uma solução que o fará MUDAR de atitude e decidam escolher o menos mau dos que eventualmente tenham alguma vergonha na cara e corrijam estes 48 anos de sucessivos erros. Acho que não queremos por a liberdade em causa e a democracia com sentença de morte, ao menos deem o beneficio da dúvida que poderá haver consenso e possamos restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. Há um grito latente no coração dos que ainda nos preocupamos com o bem estar dos cidadãos, na política e aos políticos deverá ser incutido um espirito tipo militar, estar ao serviço da pátria, neste caso da região e sentir orgulho em servir o próximo, por que aquilo que se tem assistido até aqui nada tem a ver com democracia, democracia não é isto, e algo terá de ser feito para MUDAR o rumo dos acontecimentos antes que nos tornemos cúmplices da nossa desgraça.

Eu tenho um sonho!

Para uma sociedade mais democrática, mais cidadãos e menos estado num projeto progressivo de inclusão e formação da cidadania. Não poderá ser implementados à força, mas os objetivos não deverão deixar-se perder pelo tempo e a meta a atingir, processos que no imediato passassem esse plano para a opinião pública. Dirão como: imagine incentivar o serviço militar, proporcionar aos jovens uma formação profissional dentro das forças armadas com o verdadeiro espírito de missão e de servir. Três anos depois saíam os primeiros profissionais, pedreiros, carpinteiros, electricistas, serralheiros civis, etc, integrados no mercado de trabalho com um vencimento justo, média nunca inferior a 2.500€ mês. Impostos para o contratado e a entidade nunca superior a 10% desses vencimentos, serviço de saúde opcional, publicado ou privado com custos nunca superiores a 10% desse valor, incentivo a uma conta poupança com inclusão de uma cooperativa de habitação tutelada por essa entidade, o equivalente a férias, subsídio de férias e 13 mês iriam para uma conta que aos 30 anos ele tinha um meio de garantia de futuro e qualquer jovem após 8 anos com uma mentalidade empreendedora tinha criado um pé de meia para iniciar a sua vida, sem qualquer tipo de imposição, apenas motivação.  
Quando estamos com espírito de serviço, temos as soluções à frente da nossa cara, existem milhões de pessoas que aguardam o sucesso desses planos para se safarem e imbuídos dum espírito oportunista aproveitam-se da ideia, avançam com o plano e depois levam consigo os benefícios, veja-se a nossa (aposta) no CHEGA tinha tudo para ser "perfeito" , resultado: aproveitamento política/ mais do mesmo. É a nossa realidade (cultural) que com um vício do primeiro eu, segundo eu, terceiro eu e depois amigo meu. É ser português em Portugal. Algo terá de MUDAR a começar pela mentalidade dos portugueses em Portugal.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

                                                   Diz pára ou dispara!

Preparados ou pré parados para mais esta nova realidade? Será que a seita que forma os partidos politicos do sistema aceita as decisões do presidente da República com vocação para a convocação das próximas eleições legislativas regionais? Quem leve isto muito a sério achará leve a carga que isso aporta à porta de cada cidadão. Um cena onde interverterão uma sena (6) ou mais de partidos que mais cedo ou mais tarde um diz sim, outro não cedo o lugar que me corresponde. Dado o reduzido limite de tempo terão de apressar as listas e apreçar os custo inerentes desse reduzido tempo. Por todo o canto e caminho desta terra haverá um canto de promessas no caminho à composição da futura Assembleia com posição devidamente demarcada por todos os que lá chegarem. São horas e dias a correr num são convívio com a população, para colher os melhores proveitos e meter a colher nas promessas que até aqui incumpridas nas já longas e compridas convocações eleitorais com diferentes vocações e espectativas. Um jogo cozido num molho de incertezas temperadas com molho de esperança num jogo de hipocrisia e demagogia que num acento afirmativo muito bem urdido  a um povo assento num  banco de incertezas, onde mais de um cento de promessas se debruça e descansa mas onde não me sento. Cada sessão é uma cessão de promessas que consta dum rol da fábrica que fabrica sonhos e desbobina ilusões, transparecendo um guião dum filme de ficção onde se fixam os desejos dos eleitores.  Após consumada a revolta do eleitorado, onde metade vota a outa metade não, irão cozer os acordos sob pressão e coser ideias para alinhavar futuras soluções. ´Quando me rio com este desaguar dum rio de soluções para promessas bolorentas, olho com um só olho pois o que se fecha no sono da incerteza no futuro que advoga esta terra. Só existe uma solução para mudar o rumo onde vaso esperança na inteligência e revolta dum povo que com um vazo venha a brindar pela verdadeira mudança; a da atitude. Uns irão emigra com receio de serem perseguidos da justiça, outos regressam imigrantes vindo dum retiro prolongado no que a atividade política diz respeito, mas conscientes de que o povo está farto de ser manipulado, iludido e enganado. Não retiro nada do que disse num período de carnaval de sonho, vamos comer um sonho e mascarar as nossas mágoas com a máscara da esperança. Ser responsável dá muito trabalho mas ser irresponsável reverte esse trabalho para a classe política que irá continuar a sobreviver se a insistimos na nossa irresponsabilidade prevalecer. A última da hora a sugestão de A. J. Jardim já tinha o panelo montado numa panela de pressão ao lume, que a água já estava Morna com ingredientes e tudo, MAC e MG e C&a.  Até lá ou isto dispara ou diz: Pára!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

                             Atitude! um novo modelo de democracia

A fragilidade e a degradação a que a democracia do nosso país chegou, deve-se a dois fatores: a inercia dos cidadãos e à classe política que ao longo de 50 anos foi destruindo e descredibilizando um sistema que a liberdade implementou, mas não conseguiu criar cidadãos para aceitarem a democracia como modelo de vida para o povo. Precisamos de uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. A democracia representativa e participativa que devolva o poder básico de decisão ao povo.   O atual modelo de democracia em Portugal condiciona a participação dos cidadãos descomprometidos de partidos, dogmas ou filosofias políticas limitando o espaço à participação dos cidadãos livres, genuínos e independentes, condicionando a sua vontade de se colocar ao serviço da cidadania, priorizando os partidos com seus vínculos interesses e monopólios de interesses que muitas vezes nem são os verdadeiros interesses do cidadão comum, ao ponto de tornar de certa forma um incomodo o facto de os madeirenses termos de voltar a votar pela terceira vez num espaço de 18 meses, onde até os partidos do sistema considerarem o ato cívico de cansativo e desnecessário. Mas afinal em que é que consta a verdadeira e autêntica democracia se não o poder de decisão do povo para com os governantes? Se estão a faze-lo de forma deficitária e incorreta quem melhor do que o povo para alterar as regras à democracia. Se acham que ouvir o povo é um incomodo, se consultar a decisão do mesmo é uma massada, digam de sua justiça os partidos que defendem interesses instalados que discordam da democracia e preferem um regime totalitário, não venham para a praça pública a gritar aos quatro ventos serem os arautos da democracia e os precursores da liberdade, pois não foi esse o modelo de democracia que o povo sonhou com o 25 de Abril, a democracia da hipocrisia, da demagogia e sobre tudo a da promoção da miséria alimentando a corrupção. Quando a realidade se apresentar e o povo perceber que lhes querem coartar a liberdade, esperemos que já não seja demasiado tarde. Porque o maior crime que um cidadão possa vir a cometer contra a sociedade e a justa democracia é o de, bajular e idolatrar os seus líderes políticos. Quando um cidadão deixa de ser um nobre contribuidor com o justo reconhecimento dos seus feitos, converte-se sobranceiramente no escravo da sociedade. Onde anda a cidadania democrática?  Numa sociedade civil estática que tem medo do poder político, o ópio do povo passará a chamar-se de executivo. Precisamos de mudar! Mudar a forma de pensar a política, a de fazer política e aceitar a política como parte integrante da nossa vida cotidiana, mudar o jeito de como escolhemos os políticos que realmente nos representem desde os governos, o estado e os municípios. Precisamos de mudar para não fugir dos problemas e do que deveriam ser as nossa responsabilidades com as frases de efeitos. Mudar; sim mudar e radicalmente mudar as nossas atitudes. A democracia exige-nos e a liberdade impõe-nos.