quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

                        

O aviltamento dum sistema

 Quando avaliamos a possibilidade de acreditar em muitas das situações que nos levam à credibilidade das mesmas, temos a sensação de que afinal nem tudo corre como nós desejaríamos. Isto vem a propósito do analisar os casos mais recentes da política nacional e especificamente da regional. Nem de propósito, ao pensar que algo de novo estaria para acontecer com a fato do aparto e da respetiva mediatização com que a corrupção denunciada e acionado pelo envio dum (batalhão) de agentes da PJ à região e que motivou a demissão dos presidentes da CMF e do GR, e a detenção do primeiro com outros dois supostos arguidos empresário conhecido da nossa praça, antes mesmo de lhes serem imputados crimes que estavam sob investigação. Afinal a justiça prende e depois investiga, ou investiga e depois prende e dita as medidas de coação; Afinal andam a brincar à justiça? A total degradação das instituições! do total descrédito a que a classe política conduziu a «democracia»! as ameaças à liberdade chegaram a um patamar de alto risco! como podemos permitir que a justiça contraria tantas evidências? Aqui aplico um pensamento dum Brasileiro  juristaadvogadopolíticodiplomataescritorfilólogojornalistatradutor e orador. Rui Barbosa: De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude. A rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

Uma das principais razões que leva a que a população cada vez mais farta destas situações, desconfia da justiça, não acredita na democracia e recusa-se a ser cúmplice desta autentica manobra que mais parece uma peça de teatro, onde os cidadãos deixaram de ser o público assistente, para passarem a ser eles também os atores deste guião onde a a legalização do roubo e a institucionalização da corrupção atingiu o seu climax. Com que moralidade vamos pedir aos portugueses, e aos madeirenses e porto-santenses em particular, que acreditem numa justiça opaca, numa democracia desfasada e numa liberdade condicionada, quando a realidade passou a ser ficção, os protagonistas de todos os casos aventados afinal (vem-se a ver) que não cometeram qualquer crime. Ou a justiça está cega, ou a lei permite a impunidade ou pior ainda criaram leis para proteger criminosos, e isso já põe a democracia em cheque e a liberdade em causa. Foram situações como estas ou muito semelhantes que instituíram os regimes extremistas, ditatoriais e por vezes sanguinários. Se após 50 anos do 25 de Abril situações como estas têm ocorrido, puseram em causa a liberdade dos cidadãos, levam-nos a que: estejamos perante um hipotecar do futuro da nossa democracia em que os valores e a dignidade de quem deveria estar ao serviço dos cidadãos sinta que após 50 anos os portuguese deverão continuar a estar ao seu serviço. Acho que é hora de que com a pouca liberdade que nos resta tentemos restuituí-la, repensarmos a democracia, restaurando o seu futuro, resgatando os valores da sociedade, seriedade, honestidade e missão de servir com um único objetivo: reconstruir uma nação em avançado estado de decomposição.


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

 A coragem foi o nosso combustível para combater o medo implantado à décadas nesta humilde região. Agora que a coragem fez ultrapassar o medo, não podemos desperdiçar a oportunidade de que a política definitivamente não é para oportunistas vigaristas, malabaristas e corruptos, nós os cidadãos sérios e honestos merecemos uma oportunidade. Com empenho e determinação que a coragem nos incutiu, faremos tudo o que tiver ao nosso alcance para cumprir a missão a que nos propusemos. Restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. Seremos uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia.

Para quem acha que perpetuar a corrupção, manter o clientelismo e a hegemonia duma politica que caiu de podre só serve para alimentar o crescimento do CHEGA, afinal vem-se confirmar a razão pela qual o CHEGA é o alvo a abater. Enquanto os outros partidos defendem e ou protegem a continuidade dum sistema em estado de putrefação e já à muito na morgue à espera do funeral, No CHEGA o combate ao maior flagelo da nação e da região (A CORRUPÇÃO), fez realmente o sistema tremer, fomentou a implosão do mesmo e agora prepara-se para restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. A política deixará de ser propriedade de vigaristas, oportunistas , malabaristas e corruptos e será se assim quiserem dignamente devolvida aos cidadãos que começam a perceber que os cidadãos sérios e honestos afinal merecemos uma oportunidade. O país não pode esperar mais, a região não pode adiar esta derradeira oportunidade correndo o risco de por em causa a liberdade e desvalorizar a democracia.  Winston Churchill 

                                "Chama-lhes antes que te chamem a ti!"

Alguém já chamou durante muito tempo os nossos conterrâneos do continente de cubanos, fascistas, traidores aos que não eram compatíveis com os seus métodos e tantos outros nomes. Aos imigrantes chegou-se à ofensa verbal, e aos adversários políticos nomes que em nada abonavam à boa educação, no entretanto a maior parte das vezes que foram proferidas essas palavras acabavam em aplausos da multidão assistente. Somos um país que crescem e se regozija muito à custa do apontar o defeito aos outros. Deliramos ao descobrir as falhas alheias como se isso fosse uma das formulas de subir na vida ou de atingir algum grau académico ou de destaque na imprensa, gostamos de protagonismo, ser famoso é chique. alguém dizia que: antes o diário pessoal era fechado à chave, hoje até o mais ínfimo dos suspiros são estampados nas redes sociais. Até parece causar algum conforto e felicidade por não sermos nós que erramos e, dos nossos erros ainda ninguém se apercebeu. Porque o sistema instalado interessa a muitos protagonistas da situação atual, quem neste momento contesta o modelo implementado pelos políticos do sistema e combate a corrupção, é apelidado de fascista, extremista, xenófobo, racista e todos os nomes possíveis terminados em (ista), querendo com isso continuar a intimidar a população que já começa a despertar dum estado de hipnose levado a cabo pelos partidos do sistema. Uma prática que à muito vem sucedendo, os incumpridores, os que defendem tudo o que seja desonesto, e vigarice atacam os seus adversários e contestatários chamando-lhes todos os nomes possíveis e imaginários.  Esta tem sido a formula encontrada para que a extrema esquerda ( e não só) querer perpetuar e tentar «combater» aqueles que definitivamente achamos que a política terá forçosamente de ser desempenhada por gente séria e honesta. Mas o vício da corrupção, do oportunismo, da vigarice e da trafulhice está de tal modo enraizado na nossa sociedade que parece tão normal ao ponto de os cidadãos sentirem-se impotentes e desmotivados em aceitar que afinal a degradação da classe política só reside num facto: numa sociedade sem cultura democrática, os cidadãos estão desprovidos de meios para combater o maior flagelo da nação;  "A CORRUPÇÃO". Mas será mesmo que é assim ou os sucessivos facto, o desenrolar dos acontecimentos e o comportamento da justiça perante factos de evidencia clara, ficam-se de braços cruzados adiando o veredito dos mesmos? Os cidadãos ou resignaram-se aos acontecimentos, na sua impotência de se acharem incapazes de alterar o ciclo desta podridão que tomou conta do nosso país e deteriorou toda a sociedade que à partida teria tudo para paulatinamente melhorar a vida de todos portugueses. A razão porque chegamos até aqui são todos os factos que a impressa nos metralham, que ouvimos diariamente e que nos causa repulsa e revolta.      Após 50 anos do derrube dum regime que veio colmatar um colapso político o qual desde a implantação da República em 1910 até ao golpe militar de 1926, Portugal teve oito Presidentes da República, quarenta e quatro reorganizações de gabinete e vinte e uma revoluções. Até então o caos político e económico através da implantação dum regime controlado por uma mão forte que controlava tudo e todos. Volvidos quase meio século da conquista da liberdade e a implementação dum regime democrático, será que essa liberdade não há-de permitir que a democracia possa ser exercida por gente séria e honesta, que dentro dessa liberdade a justiça não possa ser firme e rigorosa com quem prevarica, esbanja e rouba o fruto do trabalho de todos nós? Quero acreditar que a democracia que o povo português imaginou e sonhou ser possível um país prospero dar-nos-á mais uma oportunidade de podermos escolher gente séria que querem em liberdade e de forma democrática mostrar uma nova maneira de gerir os destinos do nosso país. Existem neste momento mais de 5 milhões de portugueses em condições de mudarem o rumo dos acontecimentos, os quais recusaram-se até aqui de votar pois a cada vez que eram chamados, a desmotivação e o descrédito se acentuaram. Agora a mesma democracia proporciona-nos mais uma, talvez a derradeira oportunidade de acreditar que a liberdade é uma conquista a dizer como "Sir Winston Churchill" que a democracia seria a pior forma de governo à excepção de todos os outros. Não podemos continuar alheios a tudo isto e deixar que sintamos a liberdade condicionar-nos sob a ameaça psicológica de quem andou todas estas 5 décadas a hipotecar o futuro do nosso povo. Seria duma covardia sem precedentes permitir que os que andam à 50 anos a enganar o povo pudessem ser a solução dos problemas que eles próprios criaram e que apresentam a alternativa como se de um monstro se tratasse e o qual terá de ser abatido. Os culpados da miséria dos cidadãos nunca poderão ter a solução para a sua indignação. Enquanto a liberdade permitir nunca percamos a coragem de poder mudar.