sábado, 31 de dezembro de 2011

                                                         Fim de um Novo Ano;
princípio de uma nova esperança.Apesar das inúmeras situações de adversidades a que a nossa sociedade está exposta,ainda restam muitas  esperanças de que o próximo ano possa vir a ser promissor e de alguma expectativa,visto que enquanto há vida há esperança já diz o ditado.Pois bem,é com esse sentido de esperança no futuro que devemos entra no novo ano e com muita vontade de superar todos os obstáculos que venham a aparecer e com o fruto do nosso trabalho e dedicação ultrapassar as dificuldades,que só com muito optimismo e dedicação poderão ser realmente ultrapassáveis.A vida tem altos e baixos em todo o seu percurso,mas só com muito optimismo e muita fé conseguem-se grandes feitos,e mentalizar-se de que melhorar é sempre possível.
Um próspero e venturoso ano novo cheio de paz,para todos os homens de boa vontade

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

                                            O dia de publicar
Todas as cartas enviadas e publicadas no diário de noticias do Funchal ao longo deste ano espero que quem as ler que gostem,pois foram pensadas e escritas ao longo dos acontecimentos deste ano que finda.
Um feliz ano novo e próspero em coisas boas para a humanidade.

Quem nos salva?

 
António Ferreira
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É com imensa pena que vejo que a maioria dos nossos cidadãos andam perdidos por causa da nossa situação política, económica e social, muito abordada por várias classes da nossa sociedade. Mas será que iremos seguir o rumo certo? Porque não se pensa com a cabeça no ser humano em vez de pensar só na vertente financeira? Para salvar um país em crise o primeiro que seria preciso fazer era pensar como sair deste marasmo em que  anestesiaram as pessoas de modo a pensarem que não há solução para a crise. Porque será que os nossos compatriotas geralmente fora de Portugal conseguem singrar na vida e aqui não? Deveríamos meditar um pouco qual a razão para tal. Por exemplo será que as nossa leis incentivam à produção ou penalizam quem produz? Será justo que quem produz pouco receba o mesmo que quem produz muito só pelo facto da lei assim o determinar quando desempenha a mesma função? Será correcto que haja uma lei de justiça que reclame os direitos humanos dos delinquentes e não proteja os lesados pela delitos dos mesmos. Será justo que havendo tanto desemprego continue a haver pessoas com dois ou três empregos a usufruírem de vencimentos ou reformas escandalosas? Como é possível num país pobre uma consulta médica custar tanto e esbanjar tanto em medicamentos que depois são atirados ao lixo por não haver uma política de medicação doseada. Porque os nossos governantes utilizam tantos automóveis quando o preço dos combustíveis é alto?

Tive um sonho...

 
A. J. Ferreira
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...que estava ouvindo num canal qualquer que:um grupo de cidadãos de várias áreas tinham-se juntado e propunham: candidatarem-se às próximas eleições sem direito a remuneração, que as PME's teriam um escalão de impostos quanto mais produzir menos percentagem pagava, que os seus trabalhadores com salários inferiores a 1500€ usufruíam da mesma regra, que nas restantes áreas quem recebesse acima desse valor não poderia ter duplo emprego, quem recrutasse desempregados teria benefícios fiscais e acompanhamento de gestão do estado, quem utilizasse os transportes públicos seriam dedutíveis no IRS, os reformados e pensionistas com menos de 400€ teriam direito a medicamentos gratuitos, que seriam receitados medicamentação doseada para evitar desperdícios, que os desempregados que recebem subsídio deveriam colaborar com algum trabalho para a comunidade (exemplo na área da saúde, apoio domiciliário a deficientes e idosos, na área do ensino no extra curricular nas férias em ATL e no aproveitamento dos espaços de desporto e lazer), os delinquentes e os infractores cumpririam as suas penas com trabalho comunitário a tempo inteiro até pagarem o custo do seu delito,que as leis em geral seriam aplicadas de igual modo a todos. Mas que sonho!

A fruta perdida

 
A.J. Ferreira
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Certo dia estava uma toranja perdida num cesto de frutas ao lado de uma banana, um pêro, uma maçã, um mango, um pêssego, um damasco, uma anona e outros frutos todos muito bonitos e saborosos no fundo de um cesto mas por cima do cesto estavam imensas laranjas algumas ainda esverdeadas e outras a se apodrecerem. A toranja adormeceu e começou a sonhar se um dia pudesse sair dali, mais que não fosse para ter que se juntar ás laranjas pois poderia passar por uma delas. Entretanto acordou com muita comichão. Quando se virou viu que tinham colocado ao seu lado um tabaibo  com uma vassourinha na mão. Perguntou-lhe o que fazia ali. O tabaibo responde-lhe que tinha uma missão para cumprir, que tinha que retirar o maior número de laranjas possíveis existente no cesto pois o resto da fruta iria apodrecer e não seria utilizada. Ainda bem pois em Junho será a colheita das beberas e para essa altura terá que estar o cesto vazio para elas não serem todas esmagadas. Moral da história: cada um tem uma missão a cumprir e um lugar a ocupar nesta vida.

O preço da evolução

 
A.J. Ferreira
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Assunto extremamente complexo e difícil de tratar: a droga. As opiniões são muitas mas a verdade é que alguém essa situação é deveras, preocupante, alarmante e acima de  tudo desesperante.
Não vale a pena enumerar as múltiplas situações conhecidas.
Não servirá de nada a minha opinião em como solucionar o problema. Ele existe e ponto.
O porque existe é o cerne da questão: também serão inúmeras as situações que levarão a sua utilização.
Uma coisa é certa, dada a situação a que o mundo actual foi encaminhado, temos pessoas que dedicam a maior parte do seu tempo à vida profissional e os filhos quase são um 'estorvo', a degradação das famílias tradicionais fazem com que as crianças passem por situações indesejadas e que os adultos não tenham capacidade para as sentir como elas apesar de aparentemente parecerem compreender. Ao não ter tempo para dedicar aos filhos que quase atrapalham, os pais compensam com coisas que não repõem em nada o afecto. Desde a concepção até a universidade e até às vezes mais, o acompanhamento dos pais é fundamental e os filhos sentir-se-iam protegidos pois têm essa necessidade. O ser humano é por natureza um ser afável e que sente necessidade de carinho e o dos seus progenitores é extremamente importante. Os pais deviam sentir que não dão por perdido todos os minutos da vida dedicada aos filhos. É talvez a fórmula para construir uma sociedade mais digna e humana.


Já não há remédio

 
A.J.Ferreira
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Desde a implementação da liberalização do mercado mundial já se previa por exemplo que a invasão de produtos 'made in china' levariam à decapitação de centenas senão milhares de empresas a nível nacional e mundial.
Mas afinal qual o interesse que levou a que os mercados tivessem esse tipo de atitude para o produto chinês? Quem além dos próprios beneficiou com semelhante atitude? Agora o resultado está à vista: países endividados até os cabelos, economias de rastos sem capacidade de recuperação, desemprego, sublevação e indignação social,revolta e miséria..
O nosso país e a região não são alheios a tudo isto ficamos de pés e mãos atados sem saber como sair de tamanha dificuldade, criada em parte por gestões tão más que aceitaram empréstimos em troca da não produção. Exemplo, abate de frota pesqueira, multas por excesso de produção: leite, tomate e outros, para serem investidos em estradas e infraestruturas para os senhores da Europa venderem os seus automóveis, (França e Alemanha) e os nossos governantes meterem ao bolso o fruto do imposto automóvel, do combustível, das portagens e outros derivados, métodos de fazer dinheiro fácil sem contributo para o desenvolvimento.
E a agricultura a pesca e a industria tradicional o que feito dela? Zero.
Para onde vai o nosso dinheiro?
Exemplo: na saúde um caso patético. Um medicamento da marca Daflon 500 que é utilizado na circulação sanguínea custava 57€. Quando era coparticipado o utente pagava 19,85€. Deixou de ser coo participado pelo SNS custa agora 17,79€. Quem levava (38.21€)o resto  do nosso dinheiro fruto da coparticipação do estado?
Realmente deveria haver entidades que analisassem tudo e que no final chamassem a contas quem de direito e  que denunciassem com nome e apelido dos implicados. A esses deveriam ser confiscados todos os bens. Seria mais justo.


Fazendo férias cá dentro

 
A. J. Ferreira
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Depois de um ano de trabalho,vieram as merecidas férias: por razões sobejamente conhecidas o que já é uma opção para a maioria dos portugueses, umas férias em contenção,esse foi o meu caso. Passar alguns dias no descanso do lar,fazendo aquelas coisas que a agitação do quotidiano não o permite e aproveitando para aliviar a pressão(stres) optei por um destes dias fazer de turista no imaginário. Claro está depois do almoço pois «como turista» da garrafa de água e duas bananas,e pelo facto de ter o passe social (por um ano) aproveitei e fui visitar a nossa bela cidade do Funchal na qual trabalho. Como é de facto acolhedora,ao chegar à Avenida que apesar de como fizeram com o hospital mudou de nome de uma hora p'ra outra continua a ser a do Mar pois é ele que lhe dá o nome, jardinada e até bem cuidada com os passeios amplos e o aroma do oceano que chega com o bater das ondas apesar de em certa altura o som já se ouvir  à distancia. O parque de Santa Catarina com 
uma vista deslumbrante entre o céu e o mar e uma envolvencia muito acolhedora. A avenida Arriaga com uma área pedonal dá-nos a sensação de querer receber muitos mais dos que por ali passam descontraídos pois o sossego é convidativo. Com o jardim municipal para retemperar o ar de floresta como de isso se tratasse. A catedral que em diferentes horas do dia encerra poderia serem criadas visitas guiadas pagas,pois o magnitude do monumento assim o dita como noutras partes acontece. As ruas com um movimento de pessoas cá e lá,mas pelo facto de ser Sábado as lojas comerciais que ainda sobrevivem ao comercio tradicional,poucas delas abertas,o que transpira um deserto comercial numa cidade que quer ser turística. Como o percurso faz-se rápido ainda cheguei a tempo de encontrar o que acho ser o ex-libiris da nossa cidade e que é visitado pela maioria dos que por aqui passam;o mercado dos lavradores. Tudo muito arrumadinho já sem a azáfama das compras mas com alguns visitantes. O que mais me impressiona è: e aqui deixo a questão: porquê, por exemplo alguém achou por bem apresentar mangas da América central ou de Espanha como se fossem da madeira; como é possível dar a provar fruta como maracujá de banana ou o inglês expostos ao ar livre cortados ao meio e dado a provar sem condições mínimas de higiene, uma imagem terceiro-mundista que em nada dignifica a nossa maior indústria e fonte de receitas que é o turismo.
De regresso a casa apesar das falhas como a tardia recuperação dos jardins do campo da barca, foi muito retempera-dor e gratificante apreciar o porquê 
de muitas pessoas de várias nacionalidades ainda escolherem a nossa cidade para passarem as suas férias,a eles: o meu muito obrigado.