segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

               Populismo, radicalismo e ou extremismo
               CHEGA A HORA DA VERDADE
Às vezes fico a pensar que mal fez este povo para ter de levar com os governantes que lhes tem sido colocados no caminho e para termos de eleger semelhante incompetência. Pois é, depois percebo que o primeiro objectivo do 25 de Abril afinal até não foi propriamente a implantação de uma democracia em Portugal, mas sim o assalto ao poder de uma classe de gente que quis continuar no modelo antigo de manter a ignorância deste povo para poderem manter a qualquer preço o domínio dos bens do país. Porque por mais que queiramos acreditar neste modelo de regime que querem continuar a designar de democracia, nada tem a ver com a verdadeira e genuína democracia, onde a justiça é equitativa, célere e digna. Onde a educação ensina a preservar os valores mais básicos de uma sociedade desenvolvida, e dignificar a pessoa humana. Onde o respeito, as hierarquias e a cidadania deve ter contornos de civismo, respeito, e dignidade. Parece que dizer a verdade passou a ser crime, ser respeitoso e educado uma questão de fraqueza, ser honesto é palermice e sentir-se ultrapassado, ter civismo, é deixar que os outros passem à nossa frente a qualquer custo. Enfim desqualificou-se totalmente as regras de um cidadão exemplar, para «valorizar» tudo aquilo que actualmente e tristemente assistimos no nosso país. Começou-se por incutir neste povo que liberdade era fazer tudo o que nos apetece, quando na realidade a democracia é o sistema onde mais se deve respeitar a liberdade de cada indivíduo. Na educação é triste ver onde chegou a degradação, os professores pilar de uma nação, perderam qualquer tipo de autoridade e são meros instrutores de um programa pré-definido que em nada abona à preservação dos valores básicos de uma sociedade civilizada. Na politica quanto mais tachos, mais roubos e mais corrupção, cavam-se os alicerces para a destruição da nação. A justiça perdeu a credibilidade onde um agente da autoridade é quase um criminoso, quando se prende ou persegue os denunciantes de actos criminosos principalmente cometidos pela alta finança (banqueiros) ou políticos que inescrupulosamente cometem crimes contra o património nacional, sem que sejam sequer chamados a prestarem contas dos mesmos. Todos os dias deparamos-nos com notícias que já nos envergonham. Violência e agressões em plena rua que quase atingem um estado de anarquia, pois a lei dada ás deficitárias regras, sente dificuldade em julgar ou sequer até avaliar semelhantes descalabros. Uma saúde que dá prioridades àquilo que verdadeiramente até nem seria prioritário, quando são às centenas as simples cirurgias levam anos à espera e os cidadãos desesperam, pois muitos dos nossos profissionais são valorizados lá fora quando deveriam ter todo o apoio para exercer os seus desempenhos no seu país ao serviço de quem sustentou na sua formação. Mas continuam a apregoar que aparentemente está tudo bem e que a cada dia melhoram os serviços quando a realidade o caos é cada vez maior. E a quem tem a coragem de enfrentar este modelo de regime, a denunciar ou sequer se manifestar contra, surgem nova e modernas qualificações, do tipo: populismo, extremistas, radicais, xenófobos ou profetas da desgraça, quando a realidade está à vista de todos. Porque esta forma não será com certeza a politicamente correcto de abordar semelhantes situações, deixo a apreciação de tudo o que aqui foi exposto a cada um dos cidadãos que sentem na pele as amarguras de um regime que quer ser democrático, mas que tem falhado em toda a linha por culpa de gente sem escrúpulos que esquecem que fazer política deveria ser uma honra e um privilégio de quem simplesmente quer estar ao serviço de uma população para bem de todo um povo.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

                                              Uma casca de banana!
Até dá vontade de varrer mais do que os armários. Depois das festividades, volta o regabofe da política com a discussão e aprovação do orçamento de  estado. Para a grande maioria dos portugueses isto é papel de música, pois como não se debate futebol, não se discute se foi penalti contra o Benfica, se o Porto foi roubado ou se o Sporting merecia ganhar, perde todo o interesse da grande maioria da população. Mas será que esta gente ainda não percebeu de uma vez por todas, que se trata do futuro imediato da económica da nação, da qual dependemos todos nós? Com promessas de aumentos de ordenados (vergonhosas) quando na realidade serão os impostos que continuarão a ser agravados, (os combustíveis ) continuam a subir, o pior inimigo dos cidadãos continua a ser o estado, a segurança do país irá continuar inoperante, continuarão a haver assassinatos sem condenados, agressões a prestadores de serviços,(médicos e ou professores) pois a justiça continua contra os cidadãos, os agentes da autoridade irão continuar a ser impedidos de impor a  verdadeira lei, a educação continua num desespero de instabilidades, ameaças de greves, agressão a professores e represálias contra alguns deles,  alunos que após o 1º período ainda não cumpriram com o elementar programa. A saúde aparece com uma promessa de mais 800 milhões de €uros, será quase de certeza para irem bater aos bolsos dos privados. E o mais caricato é que depois do queijo Limiano, 20 anos depois parecem querer (ressuscitar-lo) depois parece que iremos adicionar as 3 bananas da Madeira para que a ramalhete de promessas possam continuar vigentes até os próximos actos eleitorais. Sim porque hospital; (promessas), transportes alternativos de e para a região, nem vê-los; e a mobilidade garantida, cá te viste, e todo uma série de situações que se arrastam à mais de 10 anos, parecem que nem a banana levam, apenas escorregarão mais uma vez numa enorme e escorregadia casca.     Porque para o ano iremos comemorar tudo isto com muito fogo de artifício.
P:S As obras de consolidação da escarpa na rua Visconde Cagongo, irão demorar 3 meses (de inferno) para desespero dos moradores das zonas altas de Santa M.Maior e S. Gonçalo e fundamentalmente para quem utiliza os transportes públicos que tem sido caótico. Será que escolheram o período menos oportuno para executar essas obras, Inverno e período escolar, quando no verão com mais horas de sol e muito menor movimento, tornaria menos sacrificante e mais eficaz sem contratempo para os utentes desse percurso. Ás vezes os ignorantes da matéria parece ter melhor discernimento, pois a intervenção nesta altura do ano, está a tonar um autêntico massacre aos moradores que habitualmente utilizam esse percurso. Hã! Em nome dos cidadão que lamentam mas não reclamam, obrigado por repararem o erro com a colocação da sarjeta do Anadia esquina com a Fernão Ornelas. Um bom ano que infelizmente parece que volta a não trazer nada de novo.