quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Uma reforma no emprego
Prevê-se para breve a alteração quanto à atribuição das reformas para os trabalhadores. Para quem acha que aos 65 anos será a idade ideal, muito dependerá da actividade que desempenha, da capacidade física e de raciocínio quanto às tarefas a executar, e ao estado de saúde dos trabalhadores. Profissões que exigem maior esforço físico ou mental dificilmente serão executadas com a mesma eficácia por uma pessoa com 30 ou 40 anos, que um trabalhador que já produziu durante 30 ou 40 anos com o fruto do seu esforço. Daí que caso a caso deveria ser analisado consoante às capacidades de cada um e consequentemente à eficácia no seu desempenho das tarefas a executar.
A Suécia deliberou que a partir de uma certa idade seria reduzido progressivamente o horário laboral, de modo a dar maior produtividade, redução do esforço dos que já trabalharam mais anos e ocupação dos despregados reduzindo o nível de desemprego. Estamos perante uma medida que urge ser implementada em Portugal, claro está analisando as característica e necessidades do nosso país, de modo a formar pessoas nas áreas mais necessitadas e condicionando-as onde os excedentes de oferta existam. É de uma injustiça prolongar a idade da reforma e manter gente jovem no desemprego são dois erros numa só medida quando o contrário seria no meu ver a formula lógica para reduzir duas situações que nos são tão pesadas no nosso orçamento.
Porque não se cria uma forma do tipo: contratação temporária para substituição de ,férias, baixas, horas de ponta, enfim, períodos extra laborais, daí pode-se-iam reduzir o número de desempregados, o de dependentes da totalidade do subsídio de desemprego que seria paga parcialmente e por conseguinte a sobrecarga de muitas pessoas que trabalham em excesso para «sustentar» os encargos que os desempregados acarretam ao estado. Tenho um exemplo claro no meu trabalho quando está alguém de férias o trabalho que é executado precáriamente por quatro pessoas, terá de ser desempenhado por apenas três, e como eu existem centenas de casos neste país que poderiam ser minimizados. Da reforma ao emprego
PREVÊ-SE PARA BREVE A ALTERAÇÃO DA LEI LABORAL EM PORTUGAL, QUANTO À ATRIBUIÇÃO DAS REFORMAS PARA OS TRABALHADORES. PARA QUEM ACHA QUE AOS 65 ANOS SERÁ A IDADE IDEAL, MUITO DEPENDERÁ DA ACTIVIDADE QUE DESEMPENHA, DA CAPACIDADE FÍSICA E DE RACIOCÍNIO QUANTO ÀS TAREFAS A EXECUTAR, E AO ESTADO DE SAÚDE DOS TRABALHADORES. PROFISSÕES QUE EXIGEM MAIOR ESFORÇO FÍSICO OU MENTAL, DIFICILMENTE SERÃO EXECUTADAS COM A MESMA RIGOR E EFICÁCIA POR UMA PESSOA COM 30 OU 40 ANOS, QUE UM TRABALHADOR QUE JÁ PRODUZIU DURANTE 30 OU 40 ANOS COM O FRUTO DO SEU ESFORÇO. DAÍ QUE CASO A CASO DEVERIA SER ANALISADO CONSOANTE ÀS CAPACIDADES DE CADA UM E CONSEQUENTEMENTE À EFICÁCIA NO SEU DESEMPENHO DAS TAREFAS A EXECUTAR.
RECENTEMENTE A SUÉCIA DELIBEROU QUE A PARTIR DE UMA CERTA IDADE SERIA REDUZIDO PROGRESSIVAMENTE O HORÁRIO LABORAL, DE MODO A DAR MAIOR PRODUTIVIDADE, REDUÇÃO DO ESFORÇO DOS QUE JÁ TRABALHARAM MAIS ANOS E OCUPAÇÃO DOS DESPREGADOS REDUZINDO O NÍVEL DE DESEMPREGO. ESTAMOS PERANTE UMA MEDIDA QUE URGE SER IMPLEMENTADA EM PORTUGAL, CLARO ESTÁ ANALISANDO AS CARACTERÍSTICA E NECESSIDADES DO NOSSO PAÍS, DE MODO A FORMAR PESSOAS NAS ÁREAS MAIS NECESSITADAS E CONDICIONANDO-AS ONDE OS EXCEDENTES DE OFERTA EXISTAM. É DE UMA INJUSTIÇA PROLONGAR A IDADE DA REFORMA E MANTER GENTE JOVEM NO DESEMPREGO, SÃO DOIS ERROS NUMA SÓ MEDIDA QUANDO O CONTRÁRIO SERIA NO MEU VER A FORMULA LÓGICA PARA REDUZIR DUAS SITUAÇÕES QUE NOS SÃO TÃO PESADAS NO NOSSO ORÇAMENTO.
PORQUE NÃO SE CRIA UMA FORMA DO TIPO: CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA PARA SUBSTITUIÇÃO DE ,FÉRIAS, BAIXAS, HORAS DE PONTA, ENFIM, PERÍODOS EXTRA LABORAIS, DAÍ PODE-SE-IAM REDUZIR O NÚMERO DE DESEMPREGADOS, O DE DEPENDENTES DA TOTALIDADE DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO QUE SERIA PAGA PARCIALMENTE E POR CONSEGUINTE A SOBRECARGA DE MUITAS PESSOAS QUE TRABALHAM EM EXCESSO PARA «SUSTENTAR» OS ENCARGOS QUE OS DESEMPREGADOS ACARRETAM AO ESTADO. EXISTEM SITUAÇÕES DE EMPRESAS QUE QUANDO UM OU MAIS TRABALHADORES SE AUSENTA POR FÉRIAS OU BAIXA, OS RESTANTES TÊM DE EXECUTAR AS TAREFAS SOBRECARREGADOS, EM VEZ DE EXISTIR A POSSIBILIDADE DE CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA PARA MINIMIZAR O ESFORÇO DOS QUE LÁ TRABALHAM E REDUZIR O NÚMERO DE DESEMPREGADOS E OS CUSTOS QUE ISSO ACARRETA, AFINAL OS QUE TRABALHAM OU TRABALHARAM, É QUE«SUSTENTAM» TODOS AQUELES QUE POR UMA OU OUTRA RAZÃO CONTINUAM A DEPENDER DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO. SERÁ QUE HAVERÁ INTERESSES OU FALTA DE VONTADE POLÍTICA EM CRIAR UM PLANO PARA RESOLVER UMA DAS SITUAÇÕES MAIS GRAVES DO NOSSO PAÍS, OS MILHARES DE CONTERRÂNEOS QUE ESPERAM UMA OPORTUNIDADE PARA PODEREM CONTRIBUIR COM O FRUTO DO SEU TRABALHO PARA O CRESCIMENTO E ENRIQUECIMENTO DA NAÇÃO. VAMOS AGUARDAR PARA O PRÓXIMO ANO A VER SE O PAI NATAL NOS TRÁS ESSE PRESENTE.
sábado, 26 de novembro de 2016
Vamos preparar o nosso Natal
Tradicionalmente o natal dito tempo de paz e amor parece cada vez mais absorvido pelo consumismo desenfreado, relegando para segundo plano o verdadeiro e autêntico espírito natalício. A poucos dias de consumar-se mais uma festividade natalícia, com o ano prestes a terminar, fértil em noticias muito divulgadas e sobre tudo que futuramente poderão vir a alterar muito daquilo que tem sido a vida das pessoas nestas últimas décadas. São os casos políticos nacionais e internacionais, a começar por um governo que aparentemente sem ter ganho numericamente o acto eleitoral, está à um ano a governar e logicamente com os prós e os contras dos apoiantes e opositores que em democracia até é salutar. Um novo presidente que deu uma lufada de ar fresco a um cargo que parecia destinado a pessoas proibidas de rir, e de se expressarem como qualquer cidadão comum, até que veio mostrar que poderá um cidadão exercer um alto cargo, sem deixar de ser a pessoa que sempre foi, mesmo que limitado na execução das suas competências. São as contínuas denuncias de corrupção para o qual o nosso país parece ter sido infectado por um vírus, que ainda não lhe descobrimos o antídoto, e onde a justiça teimosamente continua a adiar as decisões, que a grande maioria dos cidadãos desejariam. Continuamos à espera de um pai natal que nos tragas as promessas dos governantes quanto a alternativas de transporte marítimo e de carga aérea, tão propagandiada numa possível renovação.
A nível mundial aconteceu o que para muitos foi a hecatombe na política mundial, a reviravolta no comando da máxima potencia mundial sob a administração de um homem com um discurso um tanto ou quanto radical, conseguiu inverter todo tipo de sondagem e prognósticos, mesmos dos mais espertos em análises políticas, e a ver vamos até onde irá mudar a política da América e por arrasto do mundo, já agora com um líder das nações unidas, que por acaso até é português. Mais recente o desaparecimento de um personagem que para muitos foi um ídolo, mas que para a grande maioria que preserva a liberdade, não passou de um ditador, que em nada abonou à verdadeira democracia.
No plano desportivo correu-nos de feição, quanto à conquista pela nossa selecção de futebol do tão almejado troféu como os melhores da Europa, onde milita para nosso orgulho um filho desta terra, não poderia ter tido melhor sorte num país que até parece viver quase que anestesiado pelo futebol.
A azáfama do natal e por imposição da sociedade de consumo que deixou em parte de acreditar nas tradições, para converter numa época de consumismo extremo, enquanto pelas ruas deste mundo, do nosso país e na nossa região, deambulam seres humanos explorados por alguém que se aproveita da miséria e permite-se que usando essas fragilidades humanas, infelizmente com deficiências, para convertê-los num negócio de angariadores da compaixão e solidariedade do nosso povo.
Mas o Natal não é isto, deverá voltar a ser aquele período onde as famílias se juntam, os amigos se reencontram, a harmonia e a paz cultivam-se, e sobre tudo a tão badalada solidariedade, comece a dar frutos incentivada por quem mais poderá forçosamente começar a dar o exemplo, os governantes das nações. Por cada ser humano que consegui-se viver um natal de sonho, reduzir-se-à a miséria que o século XXI ainda não conseguiu erradicar, a carência de afectividade a prevalência dos valores humanos e o amor tão forte no que deveria ser sempre a principal prioridade do Natal.
PS: Texto enviado para M. Aguiar JM Madeira
Tradicionalmente o natal dito tempo de paz e amor parece cada vez mais absorvido pelo consumismo desenfreado, relegando para segundo plano o verdadeiro e autêntico espírito natalício. A poucos dias de consumar-se mais uma festividade natalícia, com o ano prestes a terminar, fértil em noticias muito divulgadas e sobre tudo que futuramente poderão vir a alterar muito daquilo que tem sido a vida das pessoas nestas últimas décadas. São os casos políticos nacionais e internacionais, a começar por um governo que aparentemente sem ter ganho numericamente o acto eleitoral, está à um ano a governar e logicamente com os prós e os contras dos apoiantes e opositores que em democracia até é salutar. Um novo presidente que deu uma lufada de ar fresco a um cargo que parecia destinado a pessoas proibidas de rir, e de se expressarem como qualquer cidadão comum, até que veio mostrar que poderá um cidadão exercer um alto cargo, sem deixar de ser a pessoa que sempre foi, mesmo que limitado na execução das suas competências. São as contínuas denuncias de corrupção para o qual o nosso país parece ter sido infectado por um vírus, que ainda não lhe descobrimos o antídoto, e onde a justiça teimosamente continua a adiar as decisões, que a grande maioria dos cidadãos desejariam. Continuamos à espera de um pai natal que nos tragas as promessas dos governantes quanto a alternativas de transporte marítimo e de carga aérea, tão propagandiada numa possível renovação.
A nível mundial aconteceu o que para muitos foi a hecatombe na política mundial, a reviravolta no comando da máxima potencia mundial sob a administração de um homem com um discurso um tanto ou quanto radical, conseguiu inverter todo tipo de sondagem e prognósticos, mesmos dos mais espertos em análises políticas, e a ver vamos até onde irá mudar a política da América e por arrasto do mundo, já agora com um líder das nações unidas, que por acaso até é português. Mais recente o desaparecimento de um personagem que para muitos foi um ídolo, mas que para a grande maioria que preserva a liberdade, não passou de um ditador, que em nada abonou à verdadeira democracia.
No plano desportivo correu-nos de feição, quanto à conquista pela nossa selecção de futebol do tão almejado troféu como os melhores da Europa, onde milita para nosso orgulho um filho desta terra, não poderia ter tido melhor sorte num país que até parece viver quase que anestesiado pelo futebol.
A azáfama do natal e por imposição da sociedade de consumo que deixou em parte de acreditar nas tradições, para converter numa época de consumismo extremo, enquanto pelas ruas deste mundo, do nosso país e na nossa região, deambulam seres humanos explorados por alguém que se aproveita da miséria e permite-se que usando essas fragilidades humanas, infelizmente com deficiências, para convertê-los num negócio de angariadores da compaixão e solidariedade do nosso povo.
Mas o Natal não é isto, deverá voltar a ser aquele período onde as famílias se juntam, os amigos se reencontram, a harmonia e a paz cultivam-se, e sobre tudo a tão badalada solidariedade, comece a dar frutos incentivada por quem mais poderá forçosamente começar a dar o exemplo, os governantes das nações. Por cada ser humano que consegui-se viver um natal de sonho, reduzir-se-à a miséria que o século XXI ainda não conseguiu erradicar, a carência de afectividade a prevalência dos valores humanos e o amor tão forte no que deveria ser sempre a principal prioridade do Natal.
PS: Texto enviado para M. Aguiar JM Madeira
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Um negócio do Natal
Estamos uma vez mais num período onde a azáfama do comercio se concentra e tenta cativar os consumidores de várias formas no melhor período para o comércio por excelência.
Um tema um tanto ou quanto controverso, por tratar-se da exploração de seres humanos que ainda prolifera por esse mundo fora, no nosso país e infelizmente na nossa região. A exploração da miséria, condenável em todos os aspectos e que infelizmente na nossa cidade acontece à frente dos nosso olhos, e as autoridades que acho desconhecerem ou eventualmente não possuírem meios para evitar semelhante situação. Trata-se de (importação) de miséria explorada e distribuída por vários pontos da cidade e que nesta altura parece que as condições são propicias para esse tipo de exploração. É ver cidadão estrangeiros, pessoas infelizmente com algumas deficiências físicas e que são submetidas a exploração e colocadas na pedinchas «disfarçadas» de mendigos e colocadas em pontos estratégicos da cidade, que durante várias horas do dia recolhem o que a generosidade do nosso povo acha que pode contribuir para minimizar o seu sofrimento, mas que alguém a troco de guarida(casa) e talvez um prato de comida, usa essas pessoas para angariar alguns dividendos que depois desconheço o fim dessa exploração. E é ver esses seres humanos a passarem horas a fio com um bocado de pão na mão e uma garrafa de água, ou refrigerante e sem ter tempo sequer para as suas necessidades fisiológicas minimamente, visto passarem o dia inteiro a mendigar. Será que as autoridades desta terra terão conhecimento de como se processa esse tipo de comportamento e com que fim são exploradas estes seres humanos, a troco de um abrigo e um prato de comida. Se existe algum conhecimento de quem de direito, teria autoridade para por cobro a esta situação que mancha a dignidade de seres humanos indefesos e usados com fins duplos, importação de miséria e exploração humana, pois permitir que se continue a cometer semelhante atentado contra estas pessoas, poderá tornar-nos cúmplices de uma exploração indesejada até no acto de que nós, compadecidos pela misérias dessas pessoas, os nossos donativos venham a contribuir para essa exploração. É lamentável que em pleno século XXI ainda seja permitida a exploração de seres humanos sem que os criminosos sejam punidos por usarem a miséria humana para estes fins. Achei-me no direito de alertar esta situação, pois com um nosso conterrâneo a liderar as nações unidas, acho uma afronta e de uma irresponsabilidade intolerável, permitir que situações do género aconteçam no nosso país.
Estamos uma vez mais num período onde a azáfama do comercio se concentra e tenta cativar os consumidores de várias formas no melhor período para o comércio por excelência.
Um tema um tanto ou quanto controverso, por tratar-se da exploração de seres humanos que ainda prolifera por esse mundo fora, no nosso país e infelizmente na nossa região. A exploração da miséria, condenável em todos os aspectos e que infelizmente na nossa cidade acontece à frente dos nosso olhos, e as autoridades que acho desconhecerem ou eventualmente não possuírem meios para evitar semelhante situação. Trata-se de (importação) de miséria explorada e distribuída por vários pontos da cidade e que nesta altura parece que as condições são propicias para esse tipo de exploração. É ver cidadão estrangeiros, pessoas infelizmente com algumas deficiências físicas e que são submetidas a exploração e colocadas na pedinchas «disfarçadas» de mendigos e colocadas em pontos estratégicos da cidade, que durante várias horas do dia recolhem o que a generosidade do nosso povo acha que pode contribuir para minimizar o seu sofrimento, mas que alguém a troco de guarida(casa) e talvez um prato de comida, usa essas pessoas para angariar alguns dividendos que depois desconheço o fim dessa exploração. E é ver esses seres humanos a passarem horas a fio com um bocado de pão na mão e uma garrafa de água, ou refrigerante e sem ter tempo sequer para as suas necessidades fisiológicas minimamente, visto passarem o dia inteiro a mendigar. Será que as autoridades desta terra terão conhecimento de como se processa esse tipo de comportamento e com que fim são exploradas estes seres humanos, a troco de um abrigo e um prato de comida. Se existe algum conhecimento de quem de direito, teria autoridade para por cobro a esta situação que mancha a dignidade de seres humanos indefesos e usados com fins duplos, importação de miséria e exploração humana, pois permitir que se continue a cometer semelhante atentado contra estas pessoas, poderá tornar-nos cúmplices de uma exploração indesejada até no acto de que nós, compadecidos pela misérias dessas pessoas, os nossos donativos venham a contribuir para essa exploração. É lamentável que em pleno século XXI ainda seja permitida a exploração de seres humanos sem que os criminosos sejam punidos por usarem a miséria humana para estes fins. Achei-me no direito de alertar esta situação, pois com um nosso conterrâneo a liderar as nações unidas, acho uma afronta e de uma irresponsabilidade intolerável, permitir que situações do género aconteçam no nosso país.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
FRENTE CÍVICA: SÍNTESE DO 2.º ENCONTRO DA FRENTE CÍVICA NO PORTO
FRENTE CÍVICA: SÍNTESE DO 2.º ENCONTRO DA FRENTE CÍVICA NO PORTO: SÍNTESE DO 2.º ENCONTRO DA FRENTE CÍVICA NO PORTO No dia 22 de Outubro de 2016, no Auditório da União de Freguesias de Sa...https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8714218270265683914#editor/target=post;postID=229964295194617253;onPublishedMenu=editor;onClosedMenu=editor;postNum=0;src=postname Com muita pena minha não poder participar visto residir na R.A.Madeira, boa noite.
Consciência cívica
O cidadão comum cada vez mais farto de política, políticos, corrupção, noticias de casos que enchem todos os dias jornais inteiros e horas infinitas de noticiários televisivos, cada vez mais debatem-se numa situação já não acredita em nada nem em ninguém e com tanta incerteza, que começam a duvidar da democracia. Já são tantos os casos de corrupção no nosso país que perdemos a conta. Mas porque razão até os políticos governantes ou da oposição se acusam dia após dia sobre quem faz cada vez mais e pior governação, e os argumentos não são nunca as soluções mas sim tudo aquilo que de mau foi feito no nosso país ao longo de várias décadas de regime democrático. Vivemos num país onde os partidos (clãs) e os políticos que os apoiam, degladiam-se em acusações a ver quem foram aqueles que mais prejudicaram o país. A justiça neste país parece querer apagar um caso com a outro ainda pior que o anterior, não encontrando qualquer solução para centenas de situações que todos os dias tomamos conhecimento e sempre sem solução aparente. A forma como são tratados todos os casos que saem à luz pública, deixa transparecer que existem interesses muito fortes para que se mantenham impunes e sobre tudo encobertos da realidade e a consequente penalização dos infractores. Uns roubam e acusam os outros que na sua administração também roubaram, mas ambos os casos a impunidade persiste. A população farta de tudo isto já nem quer saber de falar em política e muito menos em políticos e a prova mais recente foi, as recentes eleições para o parlamento regional dos Açores que mais de 60% dos eleitores inscritos não compareceram às urnas, sinal de descontentamento e descrédito das instituições, e pior ainda que o partido mais votado regozija-se em ter ganho o acto com maioria, quando a verdadeira maioria virou as costas à política, aos políticos e o mais grave! abandonaram a democracia. Para onde caminhamos? o caos social está instalado e o total alheamento da população a tudo o que diz respeito ao dever de cidadania está pura e simplesmente aniquilado e tudo por culpa de gente sem escrúpulos que assassinaram o regime que tanto prometia. As populações sentem-se órfãos da liberdade, ignorantes da democracia, pois a mesma foi usada pelos governantes sem consciência social e apoderando-se do regime tal e qual um qualquer ditador, de forma a permitir que se diga mal daquilo que está mal, (em comentários de café ou numa esquina) mas continua a estar cada dia pior. Ou seja: converteram o remédio pior que a doença. Na incerteza de uma população totalmente desamparada, sem forças para combater numa batalha tão desigual e sem vontade de usar a única arma que lhe é disponibilizada, o povo atirou ao lixo a única arma que lhe permitia lutar, o voto! deixou-se aniquilar pelo poder dos corruptos e de todos os que se aproveitaram para fazer da democracia a sua fonte de sobrevivência à custa da «ignorância» democrática de um povo, que parece que afinal nunca acreditou que poderia usar a seu favor, a liberdade que a democracia consagra. Precisamos de tomar plena consciência da grave situação que o nosso país atravessa, sem virar as costas à responsabilidade cívica de cada um, porque o voto é a única arma do povo, é necessário pegar na arma e arremessá-la conta aqueles que ao longo de quatro décadas fizeram acreditar que tudo não passa de sermos o tal país dos brandos costumes. Estamos sempre a tempo de recuperara a nossa dignidade de povo impondo a nossa força com a arma da liberdade.
O cidadão comum cada vez mais farto de política, políticos, corrupção, noticias de casos que enchem todos os dias jornais inteiros e horas infinitas de noticiários televisivos, cada vez mais debatem-se numa situação já não acredita em nada nem em ninguém e com tanta incerteza, que começam a duvidar da democracia. Já são tantos os casos de corrupção no nosso país que perdemos a conta. Mas porque razão até os políticos governantes ou da oposição se acusam dia após dia sobre quem faz cada vez mais e pior governação, e os argumentos não são nunca as soluções mas sim tudo aquilo que de mau foi feito no nosso país ao longo de várias décadas de regime democrático. Vivemos num país onde os partidos (clãs) e os políticos que os apoiam, degladiam-se em acusações a ver quem foram aqueles que mais prejudicaram o país. A justiça neste país parece querer apagar um caso com a outro ainda pior que o anterior, não encontrando qualquer solução para centenas de situações que todos os dias tomamos conhecimento e sempre sem solução aparente. A forma como são tratados todos os casos que saem à luz pública, deixa transparecer que existem interesses muito fortes para que se mantenham impunes e sobre tudo encobertos da realidade e a consequente penalização dos infractores. Uns roubam e acusam os outros que na sua administração também roubaram, mas ambos os casos a impunidade persiste. A população farta de tudo isto já nem quer saber de falar em política e muito menos em políticos e a prova mais recente foi, as recentes eleições para o parlamento regional dos Açores que mais de 60% dos eleitores inscritos não compareceram às urnas, sinal de descontentamento e descrédito das instituições, e pior ainda que o partido mais votado regozija-se em ter ganho o acto com maioria, quando a verdadeira maioria virou as costas à política, aos políticos e o mais grave! abandonaram a democracia. Para onde caminhamos? o caos social está instalado e o total alheamento da população a tudo o que diz respeito ao dever de cidadania está pura e simplesmente aniquilado e tudo por culpa de gente sem escrúpulos que assassinaram o regime que tanto prometia. As populações sentem-se órfãos da liberdade, ignorantes da democracia, pois a mesma foi usada pelos governantes sem consciência social e apoderando-se do regime tal e qual um qualquer ditador, de forma a permitir que se diga mal daquilo que está mal, (em comentários de café ou numa esquina) mas continua a estar cada dia pior. Ou seja: converteram o remédio pior que a doença. Na incerteza de uma população totalmente desamparada, sem forças para combater numa batalha tão desigual e sem vontade de usar a única arma que lhe é disponibilizada, o povo atirou ao lixo a única arma que lhe permitia lutar, o voto! deixou-se aniquilar pelo poder dos corruptos e de todos os que se aproveitaram para fazer da democracia a sua fonte de sobrevivência à custa da «ignorância» democrática de um povo, que parece que afinal nunca acreditou que poderia usar a seu favor, a liberdade que a democracia consagra. Precisamos de tomar plena consciência da grave situação que o nosso país atravessa, sem virar as costas à responsabilidade cívica de cada um, porque o voto é a única arma do povo, é necessário pegar na arma e arremessá-la conta aqueles que ao longo de quatro décadas fizeram acreditar que tudo não passa de sermos o tal país dos brandos costumes. Estamos sempre a tempo de recuperara a nossa dignidade de povo impondo a nossa força com a arma da liberdade.
domingo, 30 de outubro de 2016
https://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=8&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiLivLMoYPQAhVH0oMKHUTPAdsQFghGMAc&url=http%3A%2F%2Fwww.suapesquisa.com%2Fhistoria%2Fditadura_salazarista.htm&usg=AFQjCNHazVelfpUZomOA4oIhVR6WHwdnow&sig2=wE-ej3oVsNiOKhIDtz_LXg /Nas circunstancias em que para a época se encontrava o mundo foi para o nosso país o chamado mal necessário.Com a diferença de que Salazar além de ditador, tornou-se um nacionalista convicto, daí a dificuldade em ultrapassar a situação económica do país. Um dos seus grandes erros foi o não acompanhamento da evolução no mundo, daí aos poucos ficar cada vez mais isolado do resto do mundo, inclusive na manutenção dos territórios ultramarino que a todo o tempo tornar-se-iam o calcanhar de Aquiles do regime e claro está, sendo o único sustento do país e com os aliados e os contra, manter o negócio das armas, daí o país ter de tomar outro rumo. Acabando por parir uma pseudo-democracia, conduzida pelos prós e os contra do regime, que nunca quiseram partilhar a liberdade com o povo, mantendo-o à margem de tudo o que diz respeito das grande reformas da nação. resultado o actual estado de degradação a que Portugal chegou.
domingo, 23 de outubro de 2016
FRENTE CÍVICA: 2.º Encontro Nacional da FRENTE CÍVICA
FRENTE CÍVICA: 2.º Encontro Nacional da FRENTE CÍVICA: A FRENTE CÍVICA, iniciada por Paulo de Morais , promoverá encontros de Norte a Sul do país, o segundo encontro será na cidade do Porto....Da parte que me cabe só faltará misturá-la com a chuva que cai na região, pois não pararei nem um segundo para divulgar o grande objectivo da Frente Cívica que será na minha perspectiva, a de restaurar a democracia e activar a participação das pessoas com a responsabilidade de terem uma participação activa em tudo o que diz respeito à responsabilidade política de cada um dos cidadãos deste país, porque acho que Portugal precisa de nós. À muito que este era o meu sonho pois acho que somos capazes se nos unirmos num único objectivo, trabalhar pela dignidade e os valores do nosso país. Porque as pessoas sentem-se desamparadas e daí o alheamento da política que serve e de que maneira para que a hegemonia dos corruptos se perpetue. Só precisamos de um «Muro» para suporte e nisso o Dr. Paulo Morais e seus apoiantes estão na frente confio nisso, sempre me inspirou confiança e sem qualquer objectivo de retorno, somente um país que garanta o futuro para os nossos filho e restantes gerações, pois continuo a ter orgulho em ser português.Um bem haja.
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
A maior vergonha do mundo é a pobreza
Erradicação da pobreza nunca será feita com tirar aos que mais têm para distribuir pelos que nada têm. Terá que ser uma sociedade organizada de base, de modo a formar pessoas com mentalidade diferente, redistribuição das riquezas e melhorara as condições dos trabalhadores, e ou colaboradores, em os elevar cada vez mais, valorizando o fruto do seu trabalho. A lei do trabalho é injusta assim como muitas outras neste país, vejam por exemplo,se os funcionários do grupo Nabeiro estão chateados por ter um patrão rico. E isso é em Portugal,não é na Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia ou Suiça.Porque não se copiam e incentivam este tipo de comportamentos às empresas e os patrões se fizessem um pouco de raciocínio, obteriam muito melhores resultados premiando os seus colaboradores, porque afinal os empregados são nem mais nem menos que a imagem viva das empresas.De cada dez portuguese, oito trabalham por obrigação ou por necessidade só dois desempenham as suas funções por amor àquilo que fazem e pelo que recebem. Basta fazer a pergunta à grande maioria , a resposta é taxativa: trabalhar! o que interessa é chegar ao fim do mês, ninguém demonstra motivação por aquilo que faz. A única política que enaltece um país, tomando em conta a dignidade do ser humano será sempre :Capital em função social e um governo fiscalizador não penalizador ou manipulador.
Erradicação da pobreza nunca será feita com tirar aos que mais têm para distribuir pelos que nada têm. Terá que ser uma sociedade organizada de base, de modo a formar pessoas com mentalidade diferente, redistribuição das riquezas e melhorara as condições dos trabalhadores, e ou colaboradores, em os elevar cada vez mais, valorizando o fruto do seu trabalho. A lei do trabalho é injusta assim como muitas outras neste país, vejam por exemplo,se os funcionários do grupo Nabeiro estão chateados por ter um patrão rico. E isso é em Portugal,não é na Dinamarca, Finlândia, Noruega, Suécia ou Suiça.Porque não se copiam e incentivam este tipo de comportamentos às empresas e os patrões se fizessem um pouco de raciocínio, obteriam muito melhores resultados premiando os seus colaboradores, porque afinal os empregados são nem mais nem menos que a imagem viva das empresas.De cada dez portuguese, oito trabalham por obrigação ou por necessidade só dois desempenham as suas funções por amor àquilo que fazem e pelo que recebem. Basta fazer a pergunta à grande maioria , a resposta é taxativa: trabalhar! o que interessa é chegar ao fim do mês, ninguém demonstra motivação por aquilo que faz. A única política que enaltece um país, tomando em conta a dignidade do ser humano será sempre :Capital em função social e um governo fiscalizador não penalizador ou manipulador.
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Cozinhado em banho Maria
A aparente acalmia política que a região e o país se encontra mergulhado, até parece que nada acontece. Durante décadas a nível regional tivemos um governante mediático e que parece deixar saudades a alguns meios de comunicação, dada a euforia de notícias que a diário à sua volta se despachavam. Agora o silencio é de ouro. Nada se passa, as promessas aguardam ou por dinheiro, ou por não haver inaugurações, esperam-se que se aproxime o momento certo, (novos actos eleitorais) para despertar a movimentação política regional. Entretanto espera-se pelo Armas, pelo avião cargueiro, pelo novo Hospital, e os motivos de tanta ansiedade, pura e simplesmente dinheiro não há, só dívidas para pagar. A nível nacional a chamada geringonça vai encaixando peças a um puzzle que aparentemente de difícil montagem e que hora uns escondem algumas peças entre os dedos, hora deixam-nas cair ao chão e com um pequeno pontapé escondem-se e durante muito tempo tentam ou mandam alguém à procura, entretanto o tempo vai passando de modo que até a oposição tenta encontrar algumas peças, mas logo perdem-se outras ou até escondem-nas dentro de alguma gaveta para depois passar mais algum tempo para continuar a procurar, e assim vai passando o tempo e o país continua com alguma água no tacho a ferver até que ela se evapora e não vá o raio do tacho também se derreter. A justiça noutro tacho vai deitando mais ingrediente até formar uma sopa Juliana que não cabem todos os ingredientes,(caracteres) neste testo. Fica aqui o endereço http://apodrecetuga.blogspot.pt/p/dos-crimes-de-corrupcao.html# ,de quase 500 casos de situações recentes para quem queira ter a curiosidade de meter o bedelho. Até o preparo ficar pronto aguardamos pelo fim da receita. O que acho é que; para a maioria dos portugueses isto já azedou.
A aparente acalmia política que a região e o país se encontra mergulhado, até parece que nada acontece. Durante décadas a nível regional tivemos um governante mediático e que parece deixar saudades a alguns meios de comunicação, dada a euforia de notícias que a diário à sua volta se despachavam. Agora o silencio é de ouro. Nada se passa, as promessas aguardam ou por dinheiro, ou por não haver inaugurações, esperam-se que se aproxime o momento certo, (novos actos eleitorais) para despertar a movimentação política regional. Entretanto espera-se pelo Armas, pelo avião cargueiro, pelo novo Hospital, e os motivos de tanta ansiedade, pura e simplesmente dinheiro não há, só dívidas para pagar. A nível nacional a chamada geringonça vai encaixando peças a um puzzle que aparentemente de difícil montagem e que hora uns escondem algumas peças entre os dedos, hora deixam-nas cair ao chão e com um pequeno pontapé escondem-se e durante muito tempo tentam ou mandam alguém à procura, entretanto o tempo vai passando de modo que até a oposição tenta encontrar algumas peças, mas logo perdem-se outras ou até escondem-nas dentro de alguma gaveta para depois passar mais algum tempo para continuar a procurar, e assim vai passando o tempo e o país continua com alguma água no tacho a ferver até que ela se evapora e não vá o raio do tacho também se derreter. A justiça noutro tacho vai deitando mais ingrediente até formar uma sopa Juliana que não cabem todos os ingredientes,(caracteres) neste testo. Fica aqui o endereço http://apodrecetuga.blogspot.pt/p/dos-crimes-de-corrupcao.html# ,de quase 500 casos de situações recentes para quem queira ter a curiosidade de meter o bedelho. Até o preparo ficar pronto aguardamos pelo fim da receita. O que acho é que; para a maioria dos portugueses isto já azedou.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
O Outono do nosso descontentamento
O despontar do Outono leva-nos a meditar seriamente naquilo a que possa vir a ser o futuro breve de todo uma série de situações que nos fazem pensar todos os dias.Aproximam-se as épocas das chuvas e o nosso pensamento vai direitinho para: até que ponto estaremos preparados para o inverno que aí vem? A situação das nossas encostas principalmente as sobranceiras à cidade do Funchal deixa toda a gente preocupado qual será a resistência e o efeito de chuvas de médias ou grandes dimensões. As críticas à prioridade dada para a betonagem dos muros de contenção das ribeiras enquanto a discordância é quase total, a montante nada ou quase nada foi feito, ou seja as origens de uma possível calamidade continuam a apresentar a ameaça e o perigo que as mesmas revertem quanto à segurança se trata. Discute-se o aumento de impostos à moda do actual governo querendo transparecer o «ataque» às classes de maiores recursos, mas a discordância de muitos sectores, deixa dúvidas quanto ao efeito e retorno que o estado obterá na aplicação dessas medidas. Entretanto continuam de pé promessas de um transporte marítimo e ou um avião de carga para servir a região, promessas essas que, por não terem propositadamente data marcada, aguardarão a altura de por-las em prática temporária ou até parcialmente para servirem quisas de bandeira para uma próxima campanha eleitoral, e o atraso esse é culpa de Lisboa, porque afinal a autonomia pouco ou nada resolve. O subsídio de mobilidade deixa cada vez mais muitos madeirenses acorrentados à região e imobilizados quanto a deslocação à capital, dado o exagero nos preços das viagens, pois o modelo aplicado parece ter falhado em toda a linha. O novo Hospital só se ouvem políticos de todos os quadrantes reivindicar a luta pela sua construção, até os há quem já teve a oportunidade de fazer valer o seu estatuto de governante, entretanto o jogo do empurra permanece no seu auge. Estamos numa incerteza quanto a uma série de situações que deixam-nos apreensivos quanto à sua resolução. O país parece apático quanto às inúmeras medidas tomadas pelos governantes, quer a nível nacional quer regional e as solução para os problemas só aparecem em análise, esperemos que não demorem a descobrir e divulgar o diagnóstico das mesmas. Entretanto começam a despontar movimentos e ou grupos pessoas anónimas e alheias a quaisquer (tradicionais) organizações políticas a tentarem se organizar, pois acham que ainda não está esgotado o processo de construção de uma verdadeira democracia livres de monopólios e manipulações corruptas partidárias, onde todos e cada um de nós sinta a necessidade da constante reestruturação de um sistema que por si só a liberdade concede, com a participação activa de todos.
O ressuscitar de uma verdadeira democracia honesta e transparente, onde os governantes sintam orgulho e a vontade de servir o país e não aquilo que até aqui tem acontecido, os políticos a usarem a democracia para se servirem do país. Será que ainda podemos acreditar que a liberdade permite construir uma democracia autêntica?
O despontar do Outono leva-nos a meditar seriamente naquilo a que possa vir a ser o futuro breve de todo uma série de situações que nos fazem pensar todos os dias.Aproximam-se as épocas das chuvas e o nosso pensamento vai direitinho para: até que ponto estaremos preparados para o inverno que aí vem? A situação das nossas encostas principalmente as sobranceiras à cidade do Funchal deixa toda a gente preocupado qual será a resistência e o efeito de chuvas de médias ou grandes dimensões. As críticas à prioridade dada para a betonagem dos muros de contenção das ribeiras enquanto a discordância é quase total, a montante nada ou quase nada foi feito, ou seja as origens de uma possível calamidade continuam a apresentar a ameaça e o perigo que as mesmas revertem quanto à segurança se trata. Discute-se o aumento de impostos à moda do actual governo querendo transparecer o «ataque» às classes de maiores recursos, mas a discordância de muitos sectores, deixa dúvidas quanto ao efeito e retorno que o estado obterá na aplicação dessas medidas. Entretanto continuam de pé promessas de um transporte marítimo e ou um avião de carga para servir a região, promessas essas que, por não terem propositadamente data marcada, aguardarão a altura de por-las em prática temporária ou até parcialmente para servirem quisas de bandeira para uma próxima campanha eleitoral, e o atraso esse é culpa de Lisboa, porque afinal a autonomia pouco ou nada resolve. O subsídio de mobilidade deixa cada vez mais muitos madeirenses acorrentados à região e imobilizados quanto a deslocação à capital, dado o exagero nos preços das viagens, pois o modelo aplicado parece ter falhado em toda a linha. O novo Hospital só se ouvem políticos de todos os quadrantes reivindicar a luta pela sua construção, até os há quem já teve a oportunidade de fazer valer o seu estatuto de governante, entretanto o jogo do empurra permanece no seu auge. Estamos numa incerteza quanto a uma série de situações que deixam-nos apreensivos quanto à sua resolução. O país parece apático quanto às inúmeras medidas tomadas pelos governantes, quer a nível nacional quer regional e as solução para os problemas só aparecem em análise, esperemos que não demorem a descobrir e divulgar o diagnóstico das mesmas. Entretanto começam a despontar movimentos e ou grupos pessoas anónimas e alheias a quaisquer (tradicionais) organizações políticas a tentarem se organizar, pois acham que ainda não está esgotado o processo de construção de uma verdadeira democracia livres de monopólios e manipulações corruptas partidárias, onde todos e cada um de nós sinta a necessidade da constante reestruturação de um sistema que por si só a liberdade concede, com a participação activa de todos.
O ressuscitar de uma verdadeira democracia honesta e transparente, onde os governantes sintam orgulho e a vontade de servir o país e não aquilo que até aqui tem acontecido, os políticos a usarem a democracia para se servirem do país. Será que ainda podemos acreditar que a liberdade permite construir uma democracia autêntica?
domingo, 28 de agosto de 2016
De férias em Rabat e caladinho
Continuando a saga dos casos da banca neste país, e como se não bastassem os BPN, BPI,BPP; BES, Banif e parem lá de contar, eis que mais um caso desponta, CGD, no horizonte daqueles que a liberdade e uma democracia bem à portuguesa que obrigam-nos a repor através de taxas, taxinhas, impostos, contribuições e mais e mais artimanhas, e pagamos aquilo que os chamados gestores continuam no regabofe do saque aos dinheiros públicos. E não se vislumbra uma luz ao fundo do túnel para que de uma vez por todas haja coragem política e acabe com o assalto ao património da nação. Porque os que realmente deveriam ter essa coragem, serão justamente aqueles que teimam que a situação se mantenha por longos tempos para que o povo continua calma e serenamente a pagar e sustentar um bando de déspotas e criminosos que se sustentam à custa de 42 anos de sacrifício deste povo em manter uma regime chamado de democrático e onde a liberdade permite somente um grupo de vigaristas que disporem dos meios financeiros que o país produz para satisfazer caprichos, vaidades, excentricidades e tudo quanto possa tornar essas pessoas o mais poderosas possível. E não é que cada vez mais conseguem alhear as populações de semelhante assalto, tornado-as cada vez mais distantes, desinteressada, impotentes, resignadas e incapazes de se manifestarem, protestarem, revoltarem, e atá de reivindicarem aquilo que a constituição da Republica permite, tornando com a força do dinheiro mais forte que a força de todo um povo. Manipular pessoas, meios, entidades, agremiações, tudo é feito para distrair quem minimamente tenta atirar à luz pública tudo aquilo que o país está farto de saber através dos meios que é uma realidade incontestável, querer convertê-la numa mentira inimaginável. Os casos que ao longo dos anos terão sido notícias, catástrofes, assassinatos, sequestros e outros, que serviram e servem para ofuscar uma realidade que quase ninguém duvida mas poucos acham-se capazes de a enfrentar, o país está a saque é não é por piratas, mas sim por aqueles que têm o descaramento de cada quatro anos colocar as suas fotografias em cartazes, para que possa-mos coloca-los na calha dos salteadores do património nacional. Se a lista de todos os implicados no desterrar do património da nação fosse divulgada como no velho Oeste, seriam fugitivos e até pediriam asilo quem sabe talvez na embaixada do Panamá, com os papeis que legalizam a fuga em dia. Será que algum dia voltaremos a sentir orgulho em ser Portugueses por termos um país bem gerido, ou única e exclusivamente por termos como embaixador do nosso sucesso o Cristiano Ronaldo. Não quereria ressuscitar Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, muito menos António de Oliveira Salazar, mas às vezes parece que os democratas deste país têm saudades de um regime opressor. Para o povo já nos bastam os das últimas décadas.
Continuando a saga dos casos da banca neste país, e como se não bastassem os BPN, BPI,BPP; BES, Banif e parem lá de contar, eis que mais um caso desponta, CGD, no horizonte daqueles que a liberdade e uma democracia bem à portuguesa que obrigam-nos a repor através de taxas, taxinhas, impostos, contribuições e mais e mais artimanhas, e pagamos aquilo que os chamados gestores continuam no regabofe do saque aos dinheiros públicos. E não se vislumbra uma luz ao fundo do túnel para que de uma vez por todas haja coragem política e acabe com o assalto ao património da nação. Porque os que realmente deveriam ter essa coragem, serão justamente aqueles que teimam que a situação se mantenha por longos tempos para que o povo continua calma e serenamente a pagar e sustentar um bando de déspotas e criminosos que se sustentam à custa de 42 anos de sacrifício deste povo em manter uma regime chamado de democrático e onde a liberdade permite somente um grupo de vigaristas que disporem dos meios financeiros que o país produz para satisfazer caprichos, vaidades, excentricidades e tudo quanto possa tornar essas pessoas o mais poderosas possível. E não é que cada vez mais conseguem alhear as populações de semelhante assalto, tornado-as cada vez mais distantes, desinteressada, impotentes, resignadas e incapazes de se manifestarem, protestarem, revoltarem, e atá de reivindicarem aquilo que a constituição da Republica permite, tornando com a força do dinheiro mais forte que a força de todo um povo. Manipular pessoas, meios, entidades, agremiações, tudo é feito para distrair quem minimamente tenta atirar à luz pública tudo aquilo que o país está farto de saber através dos meios que é uma realidade incontestável, querer convertê-la numa mentira inimaginável. Os casos que ao longo dos anos terão sido notícias, catástrofes, assassinatos, sequestros e outros, que serviram e servem para ofuscar uma realidade que quase ninguém duvida mas poucos acham-se capazes de a enfrentar, o país está a saque é não é por piratas, mas sim por aqueles que têm o descaramento de cada quatro anos colocar as suas fotografias em cartazes, para que possa-mos coloca-los na calha dos salteadores do património nacional. Se a lista de todos os implicados no desterrar do património da nação fosse divulgada como no velho Oeste, seriam fugitivos e até pediriam asilo quem sabe talvez na embaixada do Panamá, com os papeis que legalizam a fuga em dia. Será que algum dia voltaremos a sentir orgulho em ser Portugueses por termos um país bem gerido, ou única e exclusivamente por termos como embaixador do nosso sucesso o Cristiano Ronaldo. Não quereria ressuscitar Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, muito menos António de Oliveira Salazar, mas às vezes parece que os democratas deste país têm saudades de um regime opressor. Para o povo já nos bastam os das últimas décadas.
Infelizmente ninguém gosta de pertencer ao grupo dos mais fracos, daí a razão para que os amantes do futebol inclinarem as seu favoritismo à partida para o clube ganhador, independentemente de Benfica, Porto ou Sporting, e ainda enraizada na cultura madeirense o facto de termos estado fora da disputa a nível nacional por várias décadas, daí haver os adeptos e os simpatizantes. Pior do que isso é que esse tipo de comportamento na nossa sociedade também se reflecte numa situação que não tem nada a ver com simpatia ou filiação desportivas, que pesa no nosso dia a dia é o caso da política, onde existe um verdadeiro fanatismo canalizado por interesses instalados e que forma os cidadãos a elegerem quem mais e melhor rouba, infelizmente a falta de cultura democrática bem explorada pelos que estiveram, estão ou até futuramente pretendem estar no poder. Continuamos fartos de ser -mos roubados mas (eles) continuam lá.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Depois da catástrofe a tortura
Existe um casa partilhado nas redes socais no Alto da Pena, e como esse devem haver vários,Não é que as pessoas que perderam todos os seus bens e as respectivas casas, têm de pagar um balúrdio para recuperar a documentação dos respectivos prédios que o fogo consumiu. Porque razão não se abre uma excepção a essas pessoas de modo que possam tratar da documentação dos seus haveres, sem terem de pagar? além da desastrosa situação de terem ficado sem nada, vem as malfadadas finanças e conservatórias e demais entidades a massacra e a torturar quem já nada tem, e ter de começar tudo de novo. Acho que bastaria uma análise de uma entidade oficial a comprovar a perda total do bem e isentar os mesmo de qualquer pagamento. Afinal o estado continua a ser o menos solidário com quem teve a infelicidade de ficar sem as suas coisas. Francamente!
Existe um casa partilhado nas redes socais no Alto da Pena, e como esse devem haver vários,Não é que as pessoas que perderam todos os seus bens e as respectivas casas, têm de pagar um balúrdio para recuperar a documentação dos respectivos prédios que o fogo consumiu. Porque razão não se abre uma excepção a essas pessoas de modo que possam tratar da documentação dos seus haveres, sem terem de pagar? além da desastrosa situação de terem ficado sem nada, vem as malfadadas finanças e conservatórias e demais entidades a massacra e a torturar quem já nada tem, e ter de começar tudo de novo. Acho que bastaria uma análise de uma entidade oficial a comprovar a perda total do bem e isentar os mesmo de qualquer pagamento. Afinal o estado continua a ser o menos solidário com quem teve a infelicidade de ficar sem as suas coisas. Francamente!
sábado, 20 de agosto de 2016
600 anos depois
Ainda muito fresco na nossa memória e nas nossas emoções, todo uma serie de situações que ao longo dos últimos dias têm acontecido no nosso país e principalmente na nossa terra. Montanhas de críticas, mares de desesperados, vales de lágrimas, por uma situação que com frequência nos assola; as catástrofes. A nossa orografia, a nossa posição geográfica, a nossa cultura, a forma de vida que ao longo de seis séculos, sim, por preparamos-nos a passos largos, para comemorar os 600 anos da descoberta da nossa ilha, apesar de ainda não se ouvir qualquer manifesto sobre programas comemorativos de um evento que por si só mereceria todas as atenções, não fosse a Madeira um dos primeiros territórios a serem descobertos por europeus, e pela saga conquistadora dos nossos antepassados heróis marinheiros. Reza a história que à altura das descobertas e pelo facto da densidade florestal que cobria a então nova terra achada pelos navegadores daí o nome de Ilha da Madeira, conta-se que para poderem penetrar no seu interior, tiveram que optar por atear fogo na mata e que só seis anos depois voltaram com o plano para a colonização.Mau presságio para iniciar a colonização de um território que durante estes seis séculos teve designações esplendorosas, ilha verde, das flores, paraíso do Atlântico, enfim até muito recentemente achava-se em designar que isto era um cantinho do céu. Eis que por razões várias de todos conhecida um homem perturbado mentalmente, ou sob efeitos de substancias nocivas à sua mente, resolve atear fogo que atingiu uma dimensão nunca antes imaginável, tornando aos habitantes da cidade do Funchal a sensação de estar muito perto do inferno.
Todos os esforços e todos os meios disponíveis, tornavam-se incapazes de dominar uma situação que naquelas angustiantes horas se vivia. O vento nosso maior inimigo, a temperatura elevada sua aliada, e as condições da floresta tinham disponíveis os elementos para a combustão mais catastrófica de que a cidade tem memória. Felizmente passados este dias, já controlada e dominada na totalidade a situação, começa-se a fazer contas à vida. Dar apoio e realojamento aos danificados, recuperar bens perdidos, repor a calma necessária, tudo está sendo feito pelas entidades responsáveis. Agora será necessário repensar muita coisa para evitar que volte a acontecer semelhante barbaridade. Isto foi: primeiro um atentado com terrorista da própria terra, por tanto medidas para que não voltem a actuar.
As condições climatéricas devida à má utilização dos meios que dispomos e que mundialmente é designado por aquecimento global e alterações climáticas, a preservação do planeta é um objectivo de cada um de nós e daí a responsabilidade pelo sucedido é de todos. Meios adequados de combate a fogos florestais, devido às dificuldades de acessibilidade nas encostas por causa da orografia da ilha justificam os meios aéreos? os entendidos da matéria que debatam seriamente com quem de direito, governantes, geólogos, biólogos, arquitectos paisagísticos enfim, todos os que de uma maneira ou outra tenham conhecimento na matéria. A necessidade e obrigatoriedade na limpeza das florestas e terrenos baldios. A construção de moradias distanciadas num perímetro de segurança em relação à floresta. Preservação de recursos hídricos; as águas que ao longo do inverno desagua no mar em desperdício, deveriam ser guardadas ao longo dos seus percurso, para serem utilizadas; primeiro na reflorestação, e depois se necessário no combate aos fogos. Será que com a criação de pequenas represas ao longo do seu curso resolveria essa situação? apenas a opinião de um leigo nessa matéria. Uma coisa eu acho, que em 600 anos ainda não aprendemos a preservar a nossa ilha, o criar condições preventivas, a consciência cívica de modo a evitar que tenhamos que voltar ao princípio sem ter aprendido com os erros ao longo de seis séculos. As nossas característica geográficas continuam intactas, os meios para as preservar terão de ser discutidos. Uma palavra de reconforto a todos os danificados esperando que o seu sofrimento sirva de reflexão para que as medidas preventivas sejam rapidamente postas em prática.
Ainda muito fresco na nossa memória e nas nossas emoções, todo uma serie de situações que ao longo dos últimos dias têm acontecido no nosso país e principalmente na nossa terra. Montanhas de críticas, mares de desesperados, vales de lágrimas, por uma situação que com frequência nos assola; as catástrofes. A nossa orografia, a nossa posição geográfica, a nossa cultura, a forma de vida que ao longo de seis séculos, sim, por preparamos-nos a passos largos, para comemorar os 600 anos da descoberta da nossa ilha, apesar de ainda não se ouvir qualquer manifesto sobre programas comemorativos de um evento que por si só mereceria todas as atenções, não fosse a Madeira um dos primeiros territórios a serem descobertos por europeus, e pela saga conquistadora dos nossos antepassados heróis marinheiros. Reza a história que à altura das descobertas e pelo facto da densidade florestal que cobria a então nova terra achada pelos navegadores daí o nome de Ilha da Madeira, conta-se que para poderem penetrar no seu interior, tiveram que optar por atear fogo na mata e que só seis anos depois voltaram com o plano para a colonização.Mau presságio para iniciar a colonização de um território que durante estes seis séculos teve designações esplendorosas, ilha verde, das flores, paraíso do Atlântico, enfim até muito recentemente achava-se em designar que isto era um cantinho do céu. Eis que por razões várias de todos conhecida um homem perturbado mentalmente, ou sob efeitos de substancias nocivas à sua mente, resolve atear fogo que atingiu uma dimensão nunca antes imaginável, tornando aos habitantes da cidade do Funchal a sensação de estar muito perto do inferno.
Todos os esforços e todos os meios disponíveis, tornavam-se incapazes de dominar uma situação que naquelas angustiantes horas se vivia. O vento nosso maior inimigo, a temperatura elevada sua aliada, e as condições da floresta tinham disponíveis os elementos para a combustão mais catastrófica de que a cidade tem memória. Felizmente passados este dias, já controlada e dominada na totalidade a situação, começa-se a fazer contas à vida. Dar apoio e realojamento aos danificados, recuperar bens perdidos, repor a calma necessária, tudo está sendo feito pelas entidades responsáveis. Agora será necessário repensar muita coisa para evitar que volte a acontecer semelhante barbaridade. Isto foi: primeiro um atentado com terrorista da própria terra, por tanto medidas para que não voltem a actuar.
As condições climatéricas devida à má utilização dos meios que dispomos e que mundialmente é designado por aquecimento global e alterações climáticas, a preservação do planeta é um objectivo de cada um de nós e daí a responsabilidade pelo sucedido é de todos. Meios adequados de combate a fogos florestais, devido às dificuldades de acessibilidade nas encostas por causa da orografia da ilha justificam os meios aéreos? os entendidos da matéria que debatam seriamente com quem de direito, governantes, geólogos, biólogos, arquitectos paisagísticos enfim, todos os que de uma maneira ou outra tenham conhecimento na matéria. A necessidade e obrigatoriedade na limpeza das florestas e terrenos baldios. A construção de moradias distanciadas num perímetro de segurança em relação à floresta. Preservação de recursos hídricos; as águas que ao longo do inverno desagua no mar em desperdício, deveriam ser guardadas ao longo dos seus percurso, para serem utilizadas; primeiro na reflorestação, e depois se necessário no combate aos fogos. Será que com a criação de pequenas represas ao longo do seu curso resolveria essa situação? apenas a opinião de um leigo nessa matéria. Uma coisa eu acho, que em 600 anos ainda não aprendemos a preservar a nossa ilha, o criar condições preventivas, a consciência cívica de modo a evitar que tenhamos que voltar ao princípio sem ter aprendido com os erros ao longo de seis séculos. As nossas característica geográficas continuam intactas, os meios para as preservar terão de ser discutidos. Uma palavra de reconforto a todos os danificados esperando que o seu sofrimento sirva de reflexão para que as medidas preventivas sejam rapidamente postas em prática.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Política do F.P.
Quem foi que disse que já estava tudo inventado?
Não lembraria ao diabo se alguém tivesse a genial ideia de cobrar por cada inspiração de cada português. Sim inspiração não de ideias, mas inspiração, o acto de respirar. Sim, porque agora queremos fazer negócio com tudo e mais alguma coisa. Copiar o negócio de vender ar abençoado de Fátima ou o seu original inventor não fosse um argentino de Buenos Aires.
A política do Fomentar o Progresso;primeiro é construir elefantes brancos sem utilidade aparente mas já manhosamente prevista a sua concessão aos amigos do regime de modo a condicionar acessos às várias praças, esplanadas, ruas, e travessa onde se possa montar um estaminé, (vulgo) esplanada, café, gelataria, bolo do caco ou qualquer cangalho que cheire a negócio e onde a intervenção do estado e ou a autarquia possa tirara dividendos, mesmo que para isso tenham que atropelar os peões, cidadãos que circula muitas vezes uns em cima dos outros. E é verse até muito bonita a cidade dinamizada! mas com mais de 60% dos espaços privados criados para comercio encerrados, ou simplesmente abandonados e o constante proliferação de esplanadas e toda a espécie de comercio fora do tradicional, que entretanto os donos dos prédios vêm desvalorizada a sua utilização com fins comerciais dada a oferta e a concorrência ter ido para a rua, por conta das autarquias.
Vamos entretidos com esta anestesia de debater se foi ou não a melhor decisão quanto à atribuição do nome de Cristiano Ronaldo ao nosso aeroporto, que com a força do nome vende-se como pão quente. Entretanto a ideia da F.P. da política não pára de pôr a imaginação a funcionar aproveitar que anda tudo distraído, e inventar uma maneira simpática de sacar o dinheiro dos bolsos dos cidadãos, primeiro aumentar o valor das apostas simpaticamente dando um prémio maior, aumento disfarçado de impostos. Agora surge a ideia do mais genial: cobrar o IMI consoante à localização do prédio, se virado para o sol, se tem uma vista para a paisagem enfim, uma vergonhosa e hilariante maneira de cobrar impostos que não cabe na cabeça de ninguém. Porque cargas de água vão-me por a pagar mais imposto por uma coisa que me custou toda uma vida de trabalho para adquiri-la, que sabe Deus quantos sacrifícios fazemos para poder-mos ter uma moradia, para agora virem estes iluminados dos políticos do F.P. acharem que devo pagar imposto por estar virado para o sol ou observar a paisagem do mar ou do vale onde eu moro. Quem são estes F.P. para virem dizer onde e como devo morar, afinal querem que voltemos a morar em furnas? Um imposto de por si do mais injusto, visto que só o facto de termos de empenhar a vida para termos um tecto onde morar, vêm agora estes governantes do F:P a dizer que se quero uma casa que apanhe sol ou com vistas para a paisagem imporem um imposto só por esse facto. Continuam a abusar da paciência dos cidadãos até um dia que isto dê mesmo p'ro torto. É que francamente já não há paciência para aturar tanto político e tanta politiquice do F.P.
Quem foi que disse que já estava tudo inventado?
Não lembraria ao diabo se alguém tivesse a genial ideia de cobrar por cada inspiração de cada português. Sim inspiração não de ideias, mas inspiração, o acto de respirar. Sim, porque agora queremos fazer negócio com tudo e mais alguma coisa. Copiar o negócio de vender ar abençoado de Fátima ou o seu original inventor não fosse um argentino de Buenos Aires.
A política do Fomentar o Progresso;primeiro é construir elefantes brancos sem utilidade aparente mas já manhosamente prevista a sua concessão aos amigos do regime de modo a condicionar acessos às várias praças, esplanadas, ruas, e travessa onde se possa montar um estaminé, (vulgo) esplanada, café, gelataria, bolo do caco ou qualquer cangalho que cheire a negócio e onde a intervenção do estado e ou a autarquia possa tirara dividendos, mesmo que para isso tenham que atropelar os peões, cidadãos que circula muitas vezes uns em cima dos outros. E é verse até muito bonita a cidade dinamizada! mas com mais de 60% dos espaços privados criados para comercio encerrados, ou simplesmente abandonados e o constante proliferação de esplanadas e toda a espécie de comercio fora do tradicional, que entretanto os donos dos prédios vêm desvalorizada a sua utilização com fins comerciais dada a oferta e a concorrência ter ido para a rua, por conta das autarquias.
Vamos entretidos com esta anestesia de debater se foi ou não a melhor decisão quanto à atribuição do nome de Cristiano Ronaldo ao nosso aeroporto, que com a força do nome vende-se como pão quente. Entretanto a ideia da F.P. da política não pára de pôr a imaginação a funcionar aproveitar que anda tudo distraído, e inventar uma maneira simpática de sacar o dinheiro dos bolsos dos cidadãos, primeiro aumentar o valor das apostas simpaticamente dando um prémio maior, aumento disfarçado de impostos. Agora surge a ideia do mais genial: cobrar o IMI consoante à localização do prédio, se virado para o sol, se tem uma vista para a paisagem enfim, uma vergonhosa e hilariante maneira de cobrar impostos que não cabe na cabeça de ninguém. Porque cargas de água vão-me por a pagar mais imposto por uma coisa que me custou toda uma vida de trabalho para adquiri-la, que sabe Deus quantos sacrifícios fazemos para poder-mos ter uma moradia, para agora virem estes iluminados dos políticos do F.P. acharem que devo pagar imposto por estar virado para o sol ou observar a paisagem do mar ou do vale onde eu moro. Quem são estes F.P. para virem dizer onde e como devo morar, afinal querem que voltemos a morar em furnas? Um imposto de por si do mais injusto, visto que só o facto de termos de empenhar a vida para termos um tecto onde morar, vêm agora estes governantes do F:P a dizer que se quero uma casa que apanhe sol ou com vistas para a paisagem imporem um imposto só por esse facto. Continuam a abusar da paciência dos cidadãos até um dia que isto dê mesmo p'ro torto. É que francamente já não há paciência para aturar tanto político e tanta politiquice do F.P.
domingo, 24 de julho de 2016
Acabadinho de aterrar
Qual o preço de uma marca;quanto custará por exemplo em termos comerciais uma marca muito conhecida?
https://facebook.com/sharer/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fexame.abril.com.br%2F%2Fmarketing%2Fnoticias%2Fas-50-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em-2015-apple-e-1a.
Ás vezes erramos por não reconhecer em vida o contributo que muitos cidadãos dão ao desenvolvimento, social, económico, político, literário, desportivo ou em toda ou quaisquer actividade despenhada por esses cidadãos que ao longo dos tempos caiem no esquecimento, para isso ás vezes as autoridades lembram-se de colocar-los em destaque no nome de uma rua, de uma avenida, de um galeria de arte ou museus, de um qualquer sítio onde quem por lá passe questione-se de quem seria essa personagem e depois pela curiosidade averiguar quais os benefícios prestados a essa sociedade ou país. A minha conclusão a este raciocínio deveu-se pura e simplesmente a um resumido inquérito: perguntei a várias pessoas de diferentes idade quem foi William Shakespeare, a maioria teve dificuldades em reconhecer plenamente este génio, o maior dramaturgo de todos os tempos,coloquei a mesma questão às mesmas pessoas quem seria David Beckham, ambos casualmente britânicos, obtive um grande quantidade de respostas mais ou menos correctas, daí cheguei à conclusão que os média vendem quem querem e quem desenvolve dividendos à volta de um nome famoso e torna-se em marca comercial. Não será por acaso que, até nos partidos políticos utilizam esses métodos para nos venderem a imagem daqueles que por sua imposição interessa-lhes colocarem no poder para depois usufruírem desses dividendos revertentes daquilo a que actualmente é designado de MARKTING.
Neste momento temos uma designação de referencia na Ilha da Madeira perante o mundo relacionada a uma das marcas mais comerciais do mundo actual. E sabem a que preço?ZERO, foi uma doação do português, madeirense, mais famosos desta década, deste século e quiçá de todos os tempos, visto Pedro Alvares Cabral, Vasco da Gama, Luís de Camões ou Virgílio Teixeira, nunca terem facebock. Que haja aproveitamento político; também é muita verdade mas isso, deve somente a nossa incapacidade de escolhermos os políticos certos para o lugar certo, pois o Marketing da democracia manipulada e a liberdade condicionada que impera no nosso regime político que (não permite) à maioria dos cidadãos sentirem a necessidade de participarem activamente na construção da verdadeira democracia, mas isso são contas de outro rosário. Opiniões são todas aceites, pois a liberalidade assim o permite e tomara que toda a gente discordasse com tanta veemência daquilo que os políticos têm feito de errado e que nos prejudicou tanto, que estaremos a pagá-las por várias gerações, ao contrário de discordar da denominação recentemente atribuída ao aeroporto da região, que à partida só trará dividendos e que sem esforço físico, com aproveitamento político de circunstância, mas que só um nome, serão milhões de pessoas a questionarem-se: onde fica o aeroporto da Madeira Cristiano Ronaldo? Porque o nosso turismo é a única fonte de riqueza, que melhor contributo que o seu simples mas tão famoso nome, para dinamizar a única indústria que ainda nos pode dar mais uns dias de trabalho? Até aqui continuaremos a aceitar ou discordar a decisão, por isso esta foi a minha modesta interpretação.
Qual o preço de uma marca;quanto custará por exemplo em termos comerciais uma marca muito conhecida?
https://facebook.com/sharer/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fexame.abril.com.br%2F%2Fmarketing%2Fnoticias%2Fas-50-marcas-mais-valiosas-do-mundo-em-2015-apple-e-1a.
Ás vezes erramos por não reconhecer em vida o contributo que muitos cidadãos dão ao desenvolvimento, social, económico, político, literário, desportivo ou em toda ou quaisquer actividade despenhada por esses cidadãos que ao longo dos tempos caiem no esquecimento, para isso ás vezes as autoridades lembram-se de colocar-los em destaque no nome de uma rua, de uma avenida, de um galeria de arte ou museus, de um qualquer sítio onde quem por lá passe questione-se de quem seria essa personagem e depois pela curiosidade averiguar quais os benefícios prestados a essa sociedade ou país. A minha conclusão a este raciocínio deveu-se pura e simplesmente a um resumido inquérito: perguntei a várias pessoas de diferentes idade quem foi William Shakespeare, a maioria teve dificuldades em reconhecer plenamente este génio, o maior dramaturgo de todos os tempos,coloquei a mesma questão às mesmas pessoas quem seria David Beckham, ambos casualmente britânicos, obtive um grande quantidade de respostas mais ou menos correctas, daí cheguei à conclusão que os média vendem quem querem e quem desenvolve dividendos à volta de um nome famoso e torna-se em marca comercial. Não será por acaso que, até nos partidos políticos utilizam esses métodos para nos venderem a imagem daqueles que por sua imposição interessa-lhes colocarem no poder para depois usufruírem desses dividendos revertentes daquilo a que actualmente é designado de MARKTING.
Neste momento temos uma designação de referencia na Ilha da Madeira perante o mundo relacionada a uma das marcas mais comerciais do mundo actual. E sabem a que preço?ZERO, foi uma doação do português, madeirense, mais famosos desta década, deste século e quiçá de todos os tempos, visto Pedro Alvares Cabral, Vasco da Gama, Luís de Camões ou Virgílio Teixeira, nunca terem facebock. Que haja aproveitamento político; também é muita verdade mas isso, deve somente a nossa incapacidade de escolhermos os políticos certos para o lugar certo, pois o Marketing da democracia manipulada e a liberdade condicionada que impera no nosso regime político que (não permite) à maioria dos cidadãos sentirem a necessidade de participarem activamente na construção da verdadeira democracia, mas isso são contas de outro rosário. Opiniões são todas aceites, pois a liberalidade assim o permite e tomara que toda a gente discordasse com tanta veemência daquilo que os políticos têm feito de errado e que nos prejudicou tanto, que estaremos a pagá-las por várias gerações, ao contrário de discordar da denominação recentemente atribuída ao aeroporto da região, que à partida só trará dividendos e que sem esforço físico, com aproveitamento político de circunstância, mas que só um nome, serão milhões de pessoas a questionarem-se: onde fica o aeroporto da Madeira Cristiano Ronaldo? Porque o nosso turismo é a única fonte de riqueza, que melhor contributo que o seu simples mas tão famoso nome, para dinamizar a única indústria que ainda nos pode dar mais uns dias de trabalho? Até aqui continuaremos a aceitar ou discordar a decisão, por isso esta foi a minha modesta interpretação.
sábado, 9 de julho de 2016
Resposta à Venezuelização de Portugal Na página política de direita.
Isto só acontece pela má gestão política que Portugal e o mundo tem sido gerido ao longo das últimas quatro décadas. Os interesses fundamentais das populações foram atirados ao lixo, e só interessa aquilo que os grandes grupos económicos propagandeiam, e os médias ou seja o chamado 5º poder, caiu em mãos dos interesses de meia dúzia de pulhas que manipulam as pessoas , daí o descrédito a que esses políticos conduziram a democracia, ou melhor dizendo, aproveitaram a liberdade que a democracia concede para chamarem a si o monopólio da economia dos países. Neste modelo de democracia de liberdade condicionada, o povo farto de promessas tenta por outros meios que muitas vezes nem são os melhores. Os mesmos grupos anexam-se à grupos radicais de esquerda ou direita para que com um diálogo populista, continuarem na hegemonia do poder.
Comentário, Portugal Glorioso José Lello09/07/2016 http://portugalglorioso.blogspot.com/2016/07/pura-coincidencia-ou-impuro-trafico-de.html
Os efeitos de democracia da liberdade condicionada. Este povo não foi preparado para usar a liberdade que a democracia concede, alguém se apoderou dela para construir uma democracia à maneira dos interesses daqueles que ao longo de quatro décadas se apresentaram como «estarem ao serviço da nação» e inverteram a situação colocando a nação ao seu serviço ou melhor dito serviram-se da nação, nada mais defenderam do que os seus interesses. E a justiça moldada ao seu serviço, e isto não é nem nunca será democracia!
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Forte e feio
Eu que até nem sou muito dado as estas coisas do futebol, mas quando a emoção é maior do que a razão, sai-nos da alma aquilo que ansiamos, e nada de se e de quase, desta vez a taça é p'ra trazer, pois como está decidido o regresso seria depois do dia onze e as finais não são para disputar, mas sim para vencer.
Já com tudo definido para mais uma final que irá colocar a selecção de todos nós no mais alto patamar do futebol europeu que será contra os que em 2000 interromperam o nosso sonho. Foi preciso contratar um engenheiro para construir uma seleção que aparentemente não joga futebol de encher o olho, mas com o evoluir da competição, apesar do adversário estar em casa, parece talhada para o sucesso que todos tanto ambicionamos. E é ver que foi necessário que um treinador fosse aprender a matreirice utilizada pelos nossos «carrascos» dentro da nossa própria casa em 2004, para que emigrando com é típico dos portugueses, pudesse trazer a arte e o engenho de, sem ninguém quase acreditar, menos os nosso rapazes e o seu timoneiro, fazer com que a única esperança de proporcionar um pouco de felicidade a este povo, estivesse concentrada na nossa selecção. Afinal a estrutura do nosso futebol será que pela mão de um engenheiro e com a vontade, dedicação, unidade e empenho dos nossos 23 guerreiros, serão capazes de nos dar a alegria de concretizar um sonho que começou em Wembley à 52 anos?
Ansiamos um título, merecemos uma alegria mais que não seja por vias do futebol, e só pelo facto de termos produzido na região o maior artista da actualidade quanto a coisas da bola se trata, ele merece ter um prémio de carreira e conquistar para o seu (nosso) país, aquilo que por outras vias já preencheu uma enciclopédia, Cristiano Ronaldo , por ti, por nós e por todos os portuguese que por esse mundo fora aguardam ansiosamente uma vitória. Sabemos que não será fácil, mas a demonstração de que com muito trabalho, dedicação e acreditar é possível conseguirem-se grandes feitos e ao longo dos tempos a nossa nação tem-no demonstrado, só faltará este feito e apesar de muitos portugueses brilharem por esse mundo fora, mas não com a mediatização devida, para que pelos menos seja este um único motivo deste século, em termos orgulho em continuarmos a ser portugueses. O país precisa de um momento de motivação. Este trabalho que os nossos jogadores fizeram ao longo deste percursos terá o coroar do sucesso para demonstrar a quem ainda duvida das capacidades do nosso povo que, com trabalho, abnegação, esforço, dedicação e vontade de vencer, caminhamos juntos para vitoria. Depois será necessário aplicar a mesma receita na condução do nosso país e fazê-lo acreditar que é possível fazer-mos melhor, basta que o faça-mos todos unidos como uma equipa e por uma única causa: a nação portuguesa. Afinal estamos a caminho dos 600 anos das comemorações da descoberta da nossa ilha da Madeira, e nada mais digno e relevante que o madeirense mais famoso do mundo de todos os tempos, ter o privilégio de uma glória a nível de seleção de Portugal; ser campeão da Europa pelo seu país.Vamos acreditar.
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Eu que até nem sou muito dado as estas coisas do futebol, mas quando a emoção é maior do que a razão, sai-nos da alma aquilo que ansiamos, e nada de se e de quase, desta vez a taça é p'ra trazer, pois como está decidido o regresso seria depois do dia onze e as finais não são para disputar, mas sim para vencer.
Já com tudo definido para mais uma final que irá colocar a selecção de todos nós no mais alto patamar do futebol europeu que será contra os que em 2000 interromperam o nosso sonho. Foi preciso contratar um engenheiro para construir uma seleção que aparentemente não joga futebol de encher o olho, mas com o evoluir da competição, apesar do adversário estar em casa, parece talhada para o sucesso que todos tanto ambicionamos. E é ver que foi necessário que um treinador fosse aprender a matreirice utilizada pelos nossos «carrascos» dentro da nossa própria casa em 2004, para que emigrando com é típico dos portugueses, pudesse trazer a arte e o engenho de, sem ninguém quase acreditar, menos os nosso rapazes e o seu timoneiro, fazer com que a única esperança de proporcionar um pouco de felicidade a este povo, estivesse concentrada na nossa selecção. Afinal a estrutura do nosso futebol será que pela mão de um engenheiro e com a vontade, dedicação, unidade e empenho dos nossos 23 guerreiros, serão capazes de nos dar a alegria de concretizar um sonho que começou em Wembley à 52 anos?
Ansiamos um título, merecemos uma alegria mais que não seja por vias do futebol, e só pelo facto de termos produzido na região o maior artista da actualidade quanto a coisas da bola se trata, ele merece ter um prémio de carreira e conquistar para o seu (nosso) país, aquilo que por outras vias já preencheu uma enciclopédia, Cristiano Ronaldo , por ti, por nós e por todos os portuguese que por esse mundo fora aguardam ansiosamente uma vitória. Sabemos que não será fácil, mas a demonstração de que com muito trabalho, dedicação e acreditar é possível conseguirem-se grandes feitos e ao longo dos tempos a nossa nação tem-no demonstrado, só faltará este feito e apesar de muitos portugueses brilharem por esse mundo fora, mas não com a mediatização devida, para que pelos menos seja este um único motivo deste século, em termos orgulho em continuarmos a ser portugueses. O país precisa de um momento de motivação. Este trabalho que os nossos jogadores fizeram ao longo deste percursos terá o coroar do sucesso para demonstrar a quem ainda duvida das capacidades do nosso povo que, com trabalho, abnegação, esforço, dedicação e vontade de vencer, caminhamos juntos para vitoria. Depois será necessário aplicar a mesma receita na condução do nosso país e fazê-lo acreditar que é possível fazer-mos melhor, basta que o faça-mos todos unidos como uma equipa e por uma única causa: a nação portuguesa. Afinal estamos a caminho dos 600 anos das comemorações da descoberta da nossa ilha da Madeira, e nada mais digno e relevante que o madeirense mais famoso do mundo de todos os tempos, ter o privilégio de uma glória a nível de seleção de Portugal; ser campeão da Europa pelo seu país.Vamos acreditar.
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domingo, 3 de julho de 2016
Comentário ao 1º congresso do Nós Cidadãos.03/07/2016
Infelizmente não será com a fuga daqueles que não acreditando no que até aqui foi feito pelos partidos do poder e tentam canalizar as atenções dos cidadão para outra formula, o descrédito a que os políticos conduziram a política deste país ao longo de 4 décadas, deixa pouco espaço de manobra para novas alternativas. O povo está farto de promessas não cumprida e de ser enganado e pior ainda, roubado. O renovar da política deixa muito pouco espaço àqueles que acreditamos que ainda é possível, mas o povo achará sempre que serão mais uns a candidatarem-se aos tachos. Será tão difícil repor a verdade que até parece que já não haverá solução visto a corrupção neste país fazer já parte do ADN da nossa sociedade típica dos jeitinhos e dos favores. Diz o ditado popular que a esperança é a última a morrer, mas na questão da política, acho que os nossos políticos já lhes fizeram o funeral.
Infelizmente não será com a fuga daqueles que não acreditando no que até aqui foi feito pelos partidos do poder e tentam canalizar as atenções dos cidadão para outra formula, o descrédito a que os políticos conduziram a política deste país ao longo de 4 décadas, deixa pouco espaço de manobra para novas alternativas. O povo está farto de promessas não cumprida e de ser enganado e pior ainda, roubado. O renovar da política deixa muito pouco espaço àqueles que acreditamos que ainda é possível, mas o povo achará sempre que serão mais uns a candidatarem-se aos tachos. Será tão difícil repor a verdade que até parece que já não haverá solução visto a corrupção neste país fazer já parte do ADN da nossa sociedade típica dos jeitinhos e dos favores. Diz o ditado popular que a esperança é a última a morrer, mas na questão da política, acho que os nossos políticos já lhes fizeram o funeral.
domingo, 26 de junho de 2016
O velho merceeiro
Quando do tempo das mercearias onde se compravam: 1/4 quilo de açúcar, 100 gramas de banha, 125 gramas de café de cevada e 50 gramas do bom, 1/2 quilo de macarrão, e 1/2 quilo de arroz e 1 litro de petróleo ou 5 quilos de lenha, que deveria sustentar uma família de 4 ou 5 pessoas, houve clientes que não conseguiam gerir esses bens e então muitas vezes optavam por levar o rol e comprar fiado, que depois pelo facto de não terem trabalho durante um período, havia quem fosse acumulando ao longo de um certo tempo, via-se na impossibilidade de cumprir com a responsabilidade do respectivo pagamento e daí o merceeiro teria que cortar o crédito, e muitos usavam um modelo chantagista que era: se não continuar a fornecer fiado, não pago aquilo que devo. (Não esquecer que esta situação dava-se após o terminus de uma guerra mundial). Ora o coitado do merceeiro entre a espada e a parede e às vezes com a consciência que ficariam pessoas à fome e o cliente até era um gajo porreiro e durante muito tempo cumpriu fielmente ou regularmente o compromisso, voltava a fornecer a crédito, depois o que podia acontecer? ou recuperava a dívida quando o freguês tivesse condições financeiras para fazê-lo, ou ficava com aquilo que vulgarmente chamavam na altura: um cachorro. Parece que esta história real, tem muito a ver com aquilo que a actual união europeia faz com os países devedores que foi-lhes dado um crédito, supostamente para gastarem em investimentos rentáveis, mas pelo facto de não terem sido gerido por pessoas conscientes ou à partida estavam colocadas estrategicamente para canalizar estes créditos em benefício próprio ou de seus «amigos», e o que deveria ser convertido em investimento rentável, tornou-se num pesadelo para a grande maioria dos que diariamente trabalham e agora é-lhes exigido o pagamento de um empréstimo, com o qual muito pouco beneficiaram a não ser em cimento e alcatrão.
Será que o erro é de quem pediu ou de quem emprestou, com a artimanha de poder lucrar a longo prazo com o erro de quem foi incapaz de fazer valer as suas capacidades de poder fazer render esse empréstimo, para desenvolver o seu país? Afinal deram um cartão de crédito a quem nem tinha onde cair morto fazendo-o pensar que podia gastar com fartura aquilo que não tinha?
Agora começa o populismo a aproveitarem-se dos erros e das más gestões para implementarem um diálogo esperançoso onde contam-se múltiplas soluções para uma doença criada pelos políticos usando a democracia como parceira, quando na realidade essa mesma democracia foi manipulada deixando o povo condicionada aos interesses instalados. E o grande culpado é sem qualquer dúvida o vírus da corrupção. Está na hora de mostrar-mos mais interesse por aquilo que nos diz respeito no nosso dia a dia, as promessas contrárias aos erros que até aqui criaram a catástrofe económica a que mergulharam os povos do sul da Europa, poderá ser uma faca de dois gumes, teremos que ter uma atitude própria e raciocinar naquilo que são as necessidades básicas de cada um de nós. Não continuemos a pedir fiado para assentar no rol com a chantagem de se assim não for não pagamos nada, teremos de agir e exigir de que, quem desperdiçou(roubou) que pague a dívida e que não obrigue a quem continua a produzir e a sustentar o equilíbrio financeiro do país, seja forçado a pagar aquilo que nem sequer uma única vez lhes perguntaram se queriam que pedíssemos.
Os povo britânico virou as costas à Europa, será que ficou a dever alguma coisa? no nosso caso, acho a situação que estamos num plano oposto. A situação dos nosso vizinhos espanhóis aguarda solução de uma situação muito conflituosa, dado o descrédito a que os político que até aqui conduziram a democracia com uma política errada. Não queiramos copiar situações semelhantes, esta solução nada abona a estabilidade do nosso país. Só uma solução servirá: fim da corrupção, e quem roubou que pague e isso terá de haver outro comportamento na nossa justiça.
Quando do tempo das mercearias onde se compravam: 1/4 quilo de açúcar, 100 gramas de banha, 125 gramas de café de cevada e 50 gramas do bom, 1/2 quilo de macarrão, e 1/2 quilo de arroz e 1 litro de petróleo ou 5 quilos de lenha, que deveria sustentar uma família de 4 ou 5 pessoas, houve clientes que não conseguiam gerir esses bens e então muitas vezes optavam por levar o rol e comprar fiado, que depois pelo facto de não terem trabalho durante um período, havia quem fosse acumulando ao longo de um certo tempo, via-se na impossibilidade de cumprir com a responsabilidade do respectivo pagamento e daí o merceeiro teria que cortar o crédito, e muitos usavam um modelo chantagista que era: se não continuar a fornecer fiado, não pago aquilo que devo. (Não esquecer que esta situação dava-se após o terminus de uma guerra mundial). Ora o coitado do merceeiro entre a espada e a parede e às vezes com a consciência que ficariam pessoas à fome e o cliente até era um gajo porreiro e durante muito tempo cumpriu fielmente ou regularmente o compromisso, voltava a fornecer a crédito, depois o que podia acontecer? ou recuperava a dívida quando o freguês tivesse condições financeiras para fazê-lo, ou ficava com aquilo que vulgarmente chamavam na altura: um cachorro. Parece que esta história real, tem muito a ver com aquilo que a actual união europeia faz com os países devedores que foi-lhes dado um crédito, supostamente para gastarem em investimentos rentáveis, mas pelo facto de não terem sido gerido por pessoas conscientes ou à partida estavam colocadas estrategicamente para canalizar estes créditos em benefício próprio ou de seus «amigos», e o que deveria ser convertido em investimento rentável, tornou-se num pesadelo para a grande maioria dos que diariamente trabalham e agora é-lhes exigido o pagamento de um empréstimo, com o qual muito pouco beneficiaram a não ser em cimento e alcatrão.
Será que o erro é de quem pediu ou de quem emprestou, com a artimanha de poder lucrar a longo prazo com o erro de quem foi incapaz de fazer valer as suas capacidades de poder fazer render esse empréstimo, para desenvolver o seu país? Afinal deram um cartão de crédito a quem nem tinha onde cair morto fazendo-o pensar que podia gastar com fartura aquilo que não tinha?
Agora começa o populismo a aproveitarem-se dos erros e das más gestões para implementarem um diálogo esperançoso onde contam-se múltiplas soluções para uma doença criada pelos políticos usando a democracia como parceira, quando na realidade essa mesma democracia foi manipulada deixando o povo condicionada aos interesses instalados. E o grande culpado é sem qualquer dúvida o vírus da corrupção. Está na hora de mostrar-mos mais interesse por aquilo que nos diz respeito no nosso dia a dia, as promessas contrárias aos erros que até aqui criaram a catástrofe económica a que mergulharam os povos do sul da Europa, poderá ser uma faca de dois gumes, teremos que ter uma atitude própria e raciocinar naquilo que são as necessidades básicas de cada um de nós. Não continuemos a pedir fiado para assentar no rol com a chantagem de se assim não for não pagamos nada, teremos de agir e exigir de que, quem desperdiçou(roubou) que pague a dívida e que não obrigue a quem continua a produzir e a sustentar o equilíbrio financeiro do país, seja forçado a pagar aquilo que nem sequer uma única vez lhes perguntaram se queriam que pedíssemos.
Os povo britânico virou as costas à Europa, será que ficou a dever alguma coisa? no nosso caso, acho a situação que estamos num plano oposto. A situação dos nosso vizinhos espanhóis aguarda solução de uma situação muito conflituosa, dado o descrédito a que os político que até aqui conduziram a democracia com uma política errada. Não queiramos copiar situações semelhantes, esta solução nada abona a estabilidade do nosso país. Só uma solução servirá: fim da corrupção, e quem roubou que pague e isso terá de haver outro comportamento na nossa justiça.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Comentário no DN-23/06/2016.sobre a novas descobertas sobre Michael Jackson
O mundo dos negócios, a sociedade de consumo e a fobia por fazer dinheiro ultrapassou todos os níveis do admissível. A degradação a que o ser humano chegou leva-nos a duvidar cada vez mais de uma sociedade justa, próspera, e em paz.Os seres humanos estão desorientados e leva-nos cada vez mais a auto-destruição.A começar pelo controle da natalidade e a fome na maioria dos países e o excesso de consumo numa minoria.Dito em outras palavras está tudo torto e está tudo louco. Haja consciência naqueles que ainda conseguem pensar pela seu livre raciocínio e que não se deixam manipular por esta sociedade que sepultou os valores e promove os vícios.
Comentário sobre artigo de opiniãoDN 23/06/21016. Arca de Noé -José Manuel Morna Ramos
Existem situações que levariam a tomar a atitude consoante às circunstâncias.
Não será igual corrigir uma deficiência física, que optar por um capricho ou uma tara. A lógica das coisas só seria válida se à partida a consciência de cada ser humano prevalecesse, ou que não acontece no mundo actual, visto que por detrás de todas e cada uma das situações apresentada existe o factor, NEGÓCIO, que a sociedade de consumo implementou e que condiciona a maioria que por necessidades intrínsecas, terão de esperar que a saúde pública se digne resolver o seu problema passando por cima de caprichos e manias, mas isso é uma utopia pensar que algum dia iria ou seria possível acontecer porque o poder do dinheiro sobrepõe-se a todas as necessidades quer mais ou menos urgentes. Resumindo se tem dinheiro resolve o seu problema ou capricho, se não tem tire o ticket e aguarde a sua vez.
Comentário 12 reacções saída RU da UE: Opinião DN.24/06/20161
Aquilo que se poderia intitular de casamento por conveniência, acabou pura e simplesmente em divórcio.
1º: Porque os políticos europeus falharam em toda a linha, defendendo estratégicas económicas que só privilegiavam esses grupos e deixaram de fora toda a base do equilíbrio, o braço produtivo;os povos. Será que ainda vão a tempo de salvar a família europeia, visto que os seus progenitores estão de costas voltada num divórcio não litigioso mas com consequências imprevisíveis.
2º Estava na cara que o evoluir de extremismos radicais teria o seu efeito, visto que as sociedades europeias ao longo da sua construção nunca sentiram benefícios directos, antes pelo contrário, a decadência implementada pela alta taxa de desemprego, serviços de saúde pouco digno, o aumento da pobreza, a insegurança, e o pior de todos os males, a corrupção, que foi a doença que mais se propagou nestes anos decorridos pós união, e o povo demora mas reage e começou por aqueles que à partida nem sequer aderiram em pleno na já de início duvidosa união.O futuro passa pela regressão no comportamento dos políticos europeus, governando para as populações, mas acho que o vírus da corrupção e da defesa dos interesses económicos está demasiado enraizado na cabeças dos actuarias políticos europeus.http://portugalglorioso.blogspot.com/2014/01/um-arrasador-discurso-no-parlamento.html =
Comentário Facebock; Miguel Fonseca A Catarina Martins 26/06/2016 Referendo
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Comentário Irresponsabilidades directas ,Jorge Freitas de Sousa DN 26/06/2106
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Que pergunta gostava de fazer ao presidente da república DN 30/06/ 2016
Tanta esperança que os portugueses criaram ao volta do regime democrático ao longo destes 42 anos, e porque os políticos usaram a liberdade que a democracia concede em beneficio próprio de modo que agora, quase ninguém acredita na democracia por culpa dos políticos corruptos que ao longo de quatro décadas deram cabo da economia do nosso país, e que os presidentes ainda não tiveram a coragem de assumir perante a nação esta detestável realidade. Será que ele teria a coragem de ao menos reconhecer esta triste realidade?
O mundo dos negócios, a sociedade de consumo e a fobia por fazer dinheiro ultrapassou todos os níveis do admissível. A degradação a que o ser humano chegou leva-nos a duvidar cada vez mais de uma sociedade justa, próspera, e em paz.Os seres humanos estão desorientados e leva-nos cada vez mais a auto-destruição.A começar pelo controle da natalidade e a fome na maioria dos países e o excesso de consumo numa minoria.Dito em outras palavras está tudo torto e está tudo louco. Haja consciência naqueles que ainda conseguem pensar pela seu livre raciocínio e que não se deixam manipular por esta sociedade que sepultou os valores e promove os vícios.
Comentário sobre artigo de opiniãoDN 23/06/21016. Arca de Noé -José Manuel Morna Ramos
Existem situações que levariam a tomar a atitude consoante às circunstâncias.
Não será igual corrigir uma deficiência física, que optar por um capricho ou uma tara. A lógica das coisas só seria válida se à partida a consciência de cada ser humano prevalecesse, ou que não acontece no mundo actual, visto que por detrás de todas e cada uma das situações apresentada existe o factor, NEGÓCIO, que a sociedade de consumo implementou e que condiciona a maioria que por necessidades intrínsecas, terão de esperar que a saúde pública se digne resolver o seu problema passando por cima de caprichos e manias, mas isso é uma utopia pensar que algum dia iria ou seria possível acontecer porque o poder do dinheiro sobrepõe-se a todas as necessidades quer mais ou menos urgentes. Resumindo se tem dinheiro resolve o seu problema ou capricho, se não tem tire o ticket e aguarde a sua vez.
Comentário 12 reacções saída RU da UE: Opinião DN.24/06/20161
Aquilo que se poderia intitular de casamento por conveniência, acabou pura e simplesmente em divórcio.
1º: Porque os políticos europeus falharam em toda a linha, defendendo estratégicas económicas que só privilegiavam esses grupos e deixaram de fora toda a base do equilíbrio, o braço produtivo;os povos. Será que ainda vão a tempo de salvar a família europeia, visto que os seus progenitores estão de costas voltada num divórcio não litigioso mas com consequências imprevisíveis.
2º Estava na cara que o evoluir de extremismos radicais teria o seu efeito, visto que as sociedades europeias ao longo da sua construção nunca sentiram benefícios directos, antes pelo contrário, a decadência implementada pela alta taxa de desemprego, serviços de saúde pouco digno, o aumento da pobreza, a insegurança, e o pior de todos os males, a corrupção, que foi a doença que mais se propagou nestes anos decorridos pós união, e o povo demora mas reage e começou por aqueles que à partida nem sequer aderiram em pleno na já de início duvidosa união.O futuro passa pela regressão no comportamento dos políticos europeus, governando para as populações, mas acho que o vírus da corrupção e da defesa dos interesses económicos está demasiado enraizado na cabeças dos actuarias políticos europeus.http://portugalglorioso.blogspot.com/2014/01/um-arrasador-discurso-no-parlamento.html =
Comentário Facebock; Miguel Fonseca A Catarina Martins 26/06/2016 Referendo
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Comentário Irresponsabilidades directas ,Jorge Freitas de Sousa DN 26/06/2106
Os radicalismos e o populismo impõe-se, quando falham os políticos no seu verdadeiro desempenho em democracia, depois é a catástrofe e uns serão piores que os outros, pois a culpa não é da democracia nem da esquerda ou da direita, mas sim dos interesses que cada uns defendem que não são verdadeiramente os das maiorias que contribuem com o seu trabalho e esforço para o engrandecimento dos países, e no nosso caso ao longo de 42 anos de democracia, têm sido todos iguais sem excepção. Terá de nascer uma nova geração que tenha outro tipo de mentalidade, formação e relação com a democracia autêntica, pois a nossa e a vindoira, está contagiada pelo vírus da corrupção dos políticos do século passado e do XXI. Vivemos no típico país latino onde os desenrasques e os favores, terão sempre prioridade.
Que pergunta gostava de fazer ao presidente da república DN 30/06/ 2016
Tanta esperança que os portugueses criaram ao volta do regime democrático ao longo destes 42 anos, e porque os políticos usaram a liberdade que a democracia concede em beneficio próprio de modo que agora, quase ninguém acredita na democracia por culpa dos políticos corruptos que ao longo de quatro décadas deram cabo da economia do nosso país, e que os presidentes ainda não tiveram a coragem de assumir perante a nação esta detestável realidade. Será que ele teria a coragem de ao menos reconhecer esta triste realidade?
Carta (entre)aberta ao Sr. Presidente da República
Acheu miotonteressante e importante que achei porbem publicar.
Juvenal Pereira
11 comentários
A Vossa Excelência, decidi informar que a partir de hoje, de borla, não vou mais votar. Ou seja, de futuro para que eu vá votar terão de me pagar. E tomei esta decisão por saber que os beneficiados com os meus votos nada fazem de graça em prol da Nação. E se eles se pagam e repagam pelos trabalhos prestados, eu, com o meu voto, que os coloco no “poleiro” questiono: por que razão não tenho direito a receber dinheiro? Até agora tenho feito, gratuitamente, esse sacrifício, porque pensava tratar-se de um acto cívico. Hoje estou convencido que não passa de conversa fiada de político. E o mais grave, Sr. Presidente, é que ao votar estou, infelizmente, a dar lugar a que muito irresponsável e incompetentemente assuma as rédeas em vários sectores do meu País e leve-o para onde bem entende. Ou seja, para o descalabro permanente. E eu não me sinto bem com isso, Sr. Presidente. Daí juntar-me aos milhares de descontentes e indignados que já representam quase 50% do eleitorado. Sabe, Sr. Presidente, o que já se ouve dizer por muita gente consciente e bem formada?
Que o país desde há muito está transformado numa sociedade (não) anónima de irresponsabilidade ilimitada! E, claro, eu, ao votar, estou com isso a colaborar. Sinceramente, Sr. Presidente, não conte mais com o meu aval para prosseguir este tipo de sociedade em Portugal.
Desde as impunidades, às tristes, vergonhosas, inqualificáveis discriminações sociais, apoiar não sou capaz. Mandar para “prisões domiciliárias”, onde podem fazer vidas milionárias, presumíveis responsáveis pela miséria, pela fome e tristeza que bateram à porta de milhares de famílias portuguesas? Conceder o descomunal “estatuto” de imunidade a quem, mais do que ninguém, pelos seus actos, deveria ser chamado a responsabilidades? Discutir – como se fosse um grande mal – aumentos miseráveis no salário mínimo nacional, mas permitir aumentos de milhares de euros a gestores de empresas bem conhecidas que se não fossem as injecções de dinheiros públicos estavam falidas? E mais e mais, que se fosse para aqui escrever V.ª Ex.ª teria de tirar uma semana de férias para ler. Os corruptos, os ladrões, que são desde há anos aos montões, mesmo sendo condenados, a reporem o que roubaram não são obrigados.
Os que trabalham, que têm hora de entrada, mas não de saída, porque esta exploração lhes é permitida... Enfim, estes consentidos procedimentos, juntos ao oportunismo e demagogia, não fazem parte do meu conceito de democracia. Gostava, ainda, de falar dos “podres” da Saúde, da Educação, da visível pobreza que visa esconder os focos existentes de riqueza, mas não tenho tempo, Sr. Presidente. Quero acabar dizendo-lhe: se nada disto se alterar não conte mais comigo para votar, mesmo a pagar.
Votei em si e ainda não me arrependi. Sei que a nossa velha e caduca Constituição não lhe concede margem para muita intervenção. Mas a palavra de um Presidente que conta com o apoio das suas gentes tem muito mais peso, mais credibilidade, as pessoas confiam mais no que diz, do que naquilo que dizem, por exemplo, muitos deputados e autarcas deste País. Tenha isso em mente, Sr. Presidente, a bem de Portugal e das suas gentes.
Os meus cumprimentos.
Que o país desde há muito está transformado numa sociedade (não) anónima de irresponsabilidade ilimitada! E, claro, eu, ao votar, estou com isso a colaborar. Sinceramente, Sr. Presidente, não conte mais com o meu aval para prosseguir este tipo de sociedade em Portugal.
Desde as impunidades, às tristes, vergonhosas, inqualificáveis discriminações sociais, apoiar não sou capaz. Mandar para “prisões domiciliárias”, onde podem fazer vidas milionárias, presumíveis responsáveis pela miséria, pela fome e tristeza que bateram à porta de milhares de famílias portuguesas? Conceder o descomunal “estatuto” de imunidade a quem, mais do que ninguém, pelos seus actos, deveria ser chamado a responsabilidades? Discutir – como se fosse um grande mal – aumentos miseráveis no salário mínimo nacional, mas permitir aumentos de milhares de euros a gestores de empresas bem conhecidas que se não fossem as injecções de dinheiros públicos estavam falidas? E mais e mais, que se fosse para aqui escrever V.ª Ex.ª teria de tirar uma semana de férias para ler. Os corruptos, os ladrões, que são desde há anos aos montões, mesmo sendo condenados, a reporem o que roubaram não são obrigados.
Os que trabalham, que têm hora de entrada, mas não de saída, porque esta exploração lhes é permitida... Enfim, estes consentidos procedimentos, juntos ao oportunismo e demagogia, não fazem parte do meu conceito de democracia. Gostava, ainda, de falar dos “podres” da Saúde, da Educação, da visível pobreza que visa esconder os focos existentes de riqueza, mas não tenho tempo, Sr. Presidente. Quero acabar dizendo-lhe: se nada disto se alterar não conte mais comigo para votar, mesmo a pagar.
Votei em si e ainda não me arrependi. Sei que a nossa velha e caduca Constituição não lhe concede margem para muita intervenção. Mas a palavra de um Presidente que conta com o apoio das suas gentes tem muito mais peso, mais credibilidade, as pessoas confiam mais no que diz, do que naquilo que dizem, por exemplo, muitos deputados e autarcas deste País. Tenha isso em mente, Sr. Presidente, a bem de Portugal e das suas gentes.
Os meus cumprimentos.
sábado, 11 de junho de 2016
De mal a pior
Página de opinião de José A. Roque Martins 11/06/2016
Comentários:
A dificuldade da democracia tem sido essencialmente a falta de cultura democrática do povo, daí que nenhuma organização neste país tenha tido a preocupação de educar a população para democracia, pois os que continuam a enveredar pela carreira politica refugiados nos partidos politico, têm-na manipulado para defenderem interesses próprios e cada vez mais o povo tem-se sentido relegado na participação da construção da autêntica democracia. Interessa aos vários grupos que um minoria controle a maioria dos eleitores, que só se sentem «úteis», cada vez que são chamados a votar e depois é o que se vê, cada vez mais cresce o descrédito da classe política muito por culpa dos próprios. E cuidado que o final disto tudo leva a situações graves onde já se vêm por esse mundo fora o fruto dos erros na condução das democracias modernas.
A solução passa por integrar a maioria da população no compromisso de melhorar o modelo democrático, honestidade, seriedade,integridade,justiça social, amor à pátria, o que tem sido feito até agora não serve de exemplo, tem sido sim uma verdadeira decepção. A liberdade que a democracia consagra permite-o, mas terá de haver uma consciência por parte dos governantes e coragem política para mudar o modo de agir na gestão do património público, é verdadeiramente difícil mas mão impossível.
Cartas do leitor:Valores intrínsecos,
Mário Mascarenhas Alencastre 1/06/20016
Comentários.
Os políticos utilizando a liberdade que a democracia a todos concede, tomaram para si tudo de modo que cada vez mais as pessoas acham que a democracia é a culpada de todos os males, quando afinal foram os condutores da democracia a tomarem sua essas liberdades. Daí que cada vez mais o regime esteja «desacreditado» pelo facto dos políticos refugiados naquilo que deveria ser a base de sustentação das democracias, converterem os partidos políticos em clãs, e o cidadão só é (usado) cada vez que é necessário eleger alguém que é«vendido»pelas organizações partidárias como a ansiada solução para todos os males que eles (políticos) têm criado, no nosso caso ao longo da umas já longas quatro décadas. A solução será que todos os valores da sociedade acima focados possam ser postos em prática e é com liberdade e em democracia que isso será possível, terá de mudar é tudo o resto.
Página de opinião de José A. Roque Martins 11/06/2016
Comentários:
A dificuldade da democracia tem sido essencialmente a falta de cultura democrática do povo, daí que nenhuma organização neste país tenha tido a preocupação de educar a população para democracia, pois os que continuam a enveredar pela carreira politica refugiados nos partidos politico, têm-na manipulado para defenderem interesses próprios e cada vez mais o povo tem-se sentido relegado na participação da construção da autêntica democracia. Interessa aos vários grupos que um minoria controle a maioria dos eleitores, que só se sentem «úteis», cada vez que são chamados a votar e depois é o que se vê, cada vez mais cresce o descrédito da classe política muito por culpa dos próprios. E cuidado que o final disto tudo leva a situações graves onde já se vêm por esse mundo fora o fruto dos erros na condução das democracias modernas.
A solução passa por integrar a maioria da população no compromisso de melhorar o modelo democrático, honestidade, seriedade,integridade,justiça social, amor à pátria, o que tem sido feito até agora não serve de exemplo, tem sido sim uma verdadeira decepção. A liberdade que a democracia consagra permite-o, mas terá de haver uma consciência por parte dos governantes e coragem política para mudar o modo de agir na gestão do património público, é verdadeiramente difícil mas mão impossível.
Cartas do leitor:Valores intrínsecos,
Mário Mascarenhas Alencastre 1/06/20016
Comentários.
Os políticos utilizando a liberdade que a democracia a todos concede, tomaram para si tudo de modo que cada vez mais as pessoas acham que a democracia é a culpada de todos os males, quando afinal foram os condutores da democracia a tomarem sua essas liberdades. Daí que cada vez mais o regime esteja «desacreditado» pelo facto dos políticos refugiados naquilo que deveria ser a base de sustentação das democracias, converterem os partidos políticos em clãs, e o cidadão só é (usado) cada vez que é necessário eleger alguém que é«vendido»pelas organizações partidárias como a ansiada solução para todos os males que eles (políticos) têm criado, no nosso caso ao longo da umas já longas quatro décadas. A solução será que todos os valores da sociedade acima focados possam ser postos em prática e é com liberdade e em democracia que isso será possível, terá de mudar é tudo o resto.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
25 de Abril versus 10 de Junho
Aquilo que a maioria dos portugueses esperava da democracia morreu à nascença infelizmente.Tentou-se inicialmente apagar na memória da maioria dos portugueses que tudo o que de bom vinha do anterior regime.A educação cívica fazendo crer que cada um em democracia manda como quer, errado:o simbolismo que a democracia representa é sem dúvida o respeito pela liberdade de cada um que termina quando a de outrem começa. Foi essa a grande conquista. Que os símbolos pátrios poderiam andar à deriva mesmo que para isso tivesse-mos que recorrer cada 2 anos quando a selecção de futebol disputa uma competição internacional ou quando algum atleta atinge um patamar de relevo. Mentira: o respeito por aquilo que representa a nação nunca deveria ter descido tão baixo, ao ponto de até os mais altos representantes da nação, até terem colocado a bandeira ao contrário, talvez seria para fazer saber ao povo que, afinal a liberdade virou o país ao contrário. Enfim tudo confundido e baralhado que agora teremos que formar uma nova geração de patriotas, apesar da tão apregoada globalização, a não ser que o objectivo da democracia em Portugal foi vender a nação ao retalho tornando-a dependente no seu todo e gerido por Chineses, e potencias europeias quando os nossos fundadores e precursores estarão a dar voltas no seu túmulo ao observar aquilo que em nome da liberdade se fez ao país.Afinal vale a pena continuar a ser português? será necessário o empenho de todo uma nação para recuperar o orgulho Lusitano que todos aprendemos no tempo do antigo regime e que a liberdade aniquilou, ou foi tudo mau e teremos que continuar a leiloar Portugal e que dele só reste o nome e pouco mais. A educação e a motivação às crianças na escola; não se aprende o hino nacional, não se ensinam os símbolos da bandeira, nãos se educa e motiva o amor por Portugal e isso só se sente quando deixamos a nossa terra para ir viver noutras paragens e cada vez que ouvimos uma musica portuguesa, arrepiamos-nos, quando vemos a nossa bandeira solta-se uma lágrima no canto do olho e quando escutamos entoar a portuguesa o chão parece que estremece, por isso seria bom voltarmos a ser portugueses.
As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia lusitana.
Por mares nunca antes navegados,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que permitia a força humana,
E entre gente remota edificaram,
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Canto 1-Lusiadas: Luis Vaz de Camões.
Aquilo que a maioria dos portugueses esperava da democracia morreu à nascença infelizmente.Tentou-se inicialmente apagar na memória da maioria dos portugueses que tudo o que de bom vinha do anterior regime.A educação cívica fazendo crer que cada um em democracia manda como quer, errado:o simbolismo que a democracia representa é sem dúvida o respeito pela liberdade de cada um que termina quando a de outrem começa. Foi essa a grande conquista. Que os símbolos pátrios poderiam andar à deriva mesmo que para isso tivesse-mos que recorrer cada 2 anos quando a selecção de futebol disputa uma competição internacional ou quando algum atleta atinge um patamar de relevo. Mentira: o respeito por aquilo que representa a nação nunca deveria ter descido tão baixo, ao ponto de até os mais altos representantes da nação, até terem colocado a bandeira ao contrário, talvez seria para fazer saber ao povo que, afinal a liberdade virou o país ao contrário. Enfim tudo confundido e baralhado que agora teremos que formar uma nova geração de patriotas, apesar da tão apregoada globalização, a não ser que o objectivo da democracia em Portugal foi vender a nação ao retalho tornando-a dependente no seu todo e gerido por Chineses, e potencias europeias quando os nossos fundadores e precursores estarão a dar voltas no seu túmulo ao observar aquilo que em nome da liberdade se fez ao país.Afinal vale a pena continuar a ser português? será necessário o empenho de todo uma nação para recuperar o orgulho Lusitano que todos aprendemos no tempo do antigo regime e que a liberdade aniquilou, ou foi tudo mau e teremos que continuar a leiloar Portugal e que dele só reste o nome e pouco mais. A educação e a motivação às crianças na escola; não se aprende o hino nacional, não se ensinam os símbolos da bandeira, nãos se educa e motiva o amor por Portugal e isso só se sente quando deixamos a nossa terra para ir viver noutras paragens e cada vez que ouvimos uma musica portuguesa, arrepiamos-nos, quando vemos a nossa bandeira solta-se uma lágrima no canto do olho e quando escutamos entoar a portuguesa o chão parece que estremece, por isso seria bom voltarmos a ser portugueses.
As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia lusitana.
Por mares nunca antes navegados,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que permitia a força humana,
E entre gente remota edificaram,
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Canto 1-Lusiadas: Luis Vaz de Camões.
sábado, 7 de maio de 2016
Está a tocar o alarme
Atendendo às circunstâncias e a dimensão que a situação está a tomar, não será da minha competência e muito menos válida a minha opinião pessoal, em relação a um assunto tão badalado e tão comentado e por muitas vozes e «canetas» comentado, o caso dos cidadãos designados de refugiados. Por si só um assunto melindroso que abrange várias opiniões, interpretações assim como vários tipos de análises em relação ao assunto, mas porque a minha opinião vale o que vale, não será por isso menos válida em relação a um outro assunto que deixa-me constrangido. É o caso dos nossos emigrantes e seus descendente directos que, por razões de todos conhecido levou a que muitos optassem por um regresso à sua terra ou à terra dos seus pais, devido à insegurança e à incerteza que se vive actualmente e mais concretamente na Venezuela. Aumentou o número de madeirenses que com seus filhos procuram refúgio na sua terra, que infelizmente por falta de meios e de incapacidade de vária ordem não consegue dar respostas na colocação de quadros médios e superiores formados no país, muito menos dar ocupação aos filhos daqueles que um dia se aventuraram no estrangeiro à procura de condições que os seu próprio país não lhes conseguiu proporcionar. Mas a situação agrava-se quando da aceitação das equivalências e das exigências que são feitas para o reconhecimento e legalização das especialidades, e os entraves são de tal ordem que até parece quase uma rejeição à categoria, à legalidade e à capacidade dos envolvidos, ao ponto que as próprias organizações,(ordens) criarem barreiras para a legalização dos formados. É verem engenheiros, advogados, médicos a sentirem uma enorme dificuldade em conseguir a equivalência e sua integração nas respectivas profissões como se de estranhos se tratassem, quando apregoa-se aos quatro ventos que o país está em condições de aceitar não sei quantos emigrantes refugiados, e rejeita tangencialmente os filhos daqueles que genuinamente são filhos da terra. Existem interesses em salvaguardar os refugiados do norte de África, ou interesses em dificultar os emigrantes da Venezuela? Até quando além de formar quadros com os dinheiros públicos para depois exportar sem tirar dividendos do investimento feito nas suas formações , rejeitamos e sobre tudo barramos sistematicamente o caminho aos nossos filhos o direitos de serem filhos da nação e que precisam do apoio do estado para minimizarem uma situação alarmante e que se transformou já em dramática, como é o caso dos nossos emigrantes da Venezuela. Será que de uma vez por todas deixarão de ser os venezuelanos da Madeira e ou os portugueses da Venezuela, quando o mundo já à muito passou a ser global, mas na hora da verdade a nação portuguesa cria dificuldades aos seus próprios filhos a se reintegrarem no seu próprio país?
Atendendo às circunstâncias e a dimensão que a situação está a tomar, não será da minha competência e muito menos válida a minha opinião pessoal, em relação a um assunto tão badalado e tão comentado e por muitas vozes e «canetas» comentado, o caso dos cidadãos designados de refugiados. Por si só um assunto melindroso que abrange várias opiniões, interpretações assim como vários tipos de análises em relação ao assunto, mas porque a minha opinião vale o que vale, não será por isso menos válida em relação a um outro assunto que deixa-me constrangido. É o caso dos nossos emigrantes e seus descendente directos que, por razões de todos conhecido levou a que muitos optassem por um regresso à sua terra ou à terra dos seus pais, devido à insegurança e à incerteza que se vive actualmente e mais concretamente na Venezuela. Aumentou o número de madeirenses que com seus filhos procuram refúgio na sua terra, que infelizmente por falta de meios e de incapacidade de vária ordem não consegue dar respostas na colocação de quadros médios e superiores formados no país, muito menos dar ocupação aos filhos daqueles que um dia se aventuraram no estrangeiro à procura de condições que os seu próprio país não lhes conseguiu proporcionar. Mas a situação agrava-se quando da aceitação das equivalências e das exigências que são feitas para o reconhecimento e legalização das especialidades, e os entraves são de tal ordem que até parece quase uma rejeição à categoria, à legalidade e à capacidade dos envolvidos, ao ponto que as próprias organizações,(ordens) criarem barreiras para a legalização dos formados. É verem engenheiros, advogados, médicos a sentirem uma enorme dificuldade em conseguir a equivalência e sua integração nas respectivas profissões como se de estranhos se tratassem, quando apregoa-se aos quatro ventos que o país está em condições de aceitar não sei quantos emigrantes refugiados, e rejeita tangencialmente os filhos daqueles que genuinamente são filhos da terra. Existem interesses em salvaguardar os refugiados do norte de África, ou interesses em dificultar os emigrantes da Venezuela? Até quando além de formar quadros com os dinheiros públicos para depois exportar sem tirar dividendos do investimento feito nas suas formações , rejeitamos e sobre tudo barramos sistematicamente o caminho aos nossos filhos o direitos de serem filhos da nação e que precisam do apoio do estado para minimizarem uma situação alarmante e que se transformou já em dramática, como é o caso dos nossos emigrantes da Venezuela. Será que de uma vez por todas deixarão de ser os venezuelanos da Madeira e ou os portugueses da Venezuela, quando o mundo já à muito passou a ser global, mas na hora da verdade a nação portuguesa cria dificuldades aos seus próprios filhos a se reintegrarem no seu próprio país?
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Um ano depois
Após um ano de (renovação) no governo da Região Autónoma da Madeira, muitos madeirenses aguardam impacientemente algumas das bandeiras de campanha da actual governação. Uma das mais badaladas e desejadas por muitos é sem dúvida a reposição do serviço do ferry entre a região, as Canárias e Portimão ou outro qualquer ponto do continente, pois acha-se que é de uma necessidade urgente, dado o contributo que dá ao condicionalismo e à nossa dependência única e exclusiva do transporte por meios aéreos. Ao longo de muito tempo têm sido apresentados vários argumentos que impedem a adjudicação de tal rota, mas que essas mesmas informações deixando muito a desejar, ora que a inviabilidade será por questões de rentabilidade enfim, um monte de desculpas que em nada convence a grande maioria da população, que só acha que existe algum entrave por culpa de alguns lobbis que não beneficiando directamente de algum dividendo, esquecem que o desenvolvimento da região beneficia a toda a gente. Quando da experiência anteriormente feita pela então naviera Armas, era ver frequentemente muitos espanhóis e não só, a viajarem com caravanas, automóveis e até outros modos como excursões enfim, de aqui para Canária muita gente teve o privilégio de ir por preços muito em conta a desfrutar de um curto períodos de féria, muitos portugueses do continente e emigrantes até se atreveram a atravessar a Europa com as suas viaturas, para o transbordo de Portimão ao Funchal, enfim sem planos previamente defendidos programas temporários e já se estava a criar uma nova forma de turismo na região. Pergunta mais uma de tantas vezes que já tanta gente faz esta pergunta, afinal qual é ou qual será a verdadeira razão que impede que um serviço que à partida garante uma dinâmica nova numa região que depende 80% do turismo e que por capricho ou birra de gente que não quer de uma vez por todos acabar com uma coisa que se chama monopólio, e que prejudica a grande maioria dos madeirense e até os próprios interessados na área do turismo e que acham este serviço desnecessário? Como nos irão convencer que um serviço que reduz o custo dos transportes, aumenta a oferta e diversifica-a para aqueles por exemplo que até receiam o transporte aéreo, cria uma nova maneira de fazer turismo dando oportunidade a um intercâmbio com uma região por si só é potencial turística e que poderia partilhar muito dos que visitam as Ilhas Canárias a oportunidade de conhecerem as suas vizinhas e belas Ilhas da Madeira e Porto Santo de modo a aumentar a oferta da nossa galinha dos ovos de oro. Estarão por acaso à espera que se aproxime um período eleitoral para apresentar em bandeja de prata o cumprimento de uma promessa que já deveria ser rotineira para todos os madeirenses, e que ajudaria a minimizar a nossa já tão badalada crise que mais não é neste caso um mero capricho de que quem continua a achar que o nosso turismo terá de ser seleccionado e condicionado, como adamos à tantos anos a aturar esta nossa democracia com liberdade condicionada. Se realmente a verdade sobre a inviabilidade deste serviço continua oculta, porque não de uma vez por todas assumirem que não querem que a nossa região progrida e evolua num sector primordial para o nosso desenvolvimento. Tenham a coragem de uma vez por todas dar uma explicação justa e esclarecedora do porquê a não concessão da exploração da rota marítima, Canárias, Funchal, Continente, muitos madeirenses continuam a aguardar essa explicação sem rodeios. Se funcionou aparentemente tão bem num período experimental porque não torná-lo de uma vez por todas definitiva com os ajustes à conveniência da operadora, da região, mas sobre tudo do nosso turismo e da população.
Após um ano de (renovação) no governo da Região Autónoma da Madeira, muitos madeirenses aguardam impacientemente algumas das bandeiras de campanha da actual governação. Uma das mais badaladas e desejadas por muitos é sem dúvida a reposição do serviço do ferry entre a região, as Canárias e Portimão ou outro qualquer ponto do continente, pois acha-se que é de uma necessidade urgente, dado o contributo que dá ao condicionalismo e à nossa dependência única e exclusiva do transporte por meios aéreos. Ao longo de muito tempo têm sido apresentados vários argumentos que impedem a adjudicação de tal rota, mas que essas mesmas informações deixando muito a desejar, ora que a inviabilidade será por questões de rentabilidade enfim, um monte de desculpas que em nada convence a grande maioria da população, que só acha que existe algum entrave por culpa de alguns lobbis que não beneficiando directamente de algum dividendo, esquecem que o desenvolvimento da região beneficia a toda a gente. Quando da experiência anteriormente feita pela então naviera Armas, era ver frequentemente muitos espanhóis e não só, a viajarem com caravanas, automóveis e até outros modos como excursões enfim, de aqui para Canária muita gente teve o privilégio de ir por preços muito em conta a desfrutar de um curto períodos de féria, muitos portugueses do continente e emigrantes até se atreveram a atravessar a Europa com as suas viaturas, para o transbordo de Portimão ao Funchal, enfim sem planos previamente defendidos programas temporários e já se estava a criar uma nova forma de turismo na região. Pergunta mais uma de tantas vezes que já tanta gente faz esta pergunta, afinal qual é ou qual será a verdadeira razão que impede que um serviço que à partida garante uma dinâmica nova numa região que depende 80% do turismo e que por capricho ou birra de gente que não quer de uma vez por todos acabar com uma coisa que se chama monopólio, e que prejudica a grande maioria dos madeirense e até os próprios interessados na área do turismo e que acham este serviço desnecessário? Como nos irão convencer que um serviço que reduz o custo dos transportes, aumenta a oferta e diversifica-a para aqueles por exemplo que até receiam o transporte aéreo, cria uma nova maneira de fazer turismo dando oportunidade a um intercâmbio com uma região por si só é potencial turística e que poderia partilhar muito dos que visitam as Ilhas Canárias a oportunidade de conhecerem as suas vizinhas e belas Ilhas da Madeira e Porto Santo de modo a aumentar a oferta da nossa galinha dos ovos de oro. Estarão por acaso à espera que se aproxime um período eleitoral para apresentar em bandeja de prata o cumprimento de uma promessa que já deveria ser rotineira para todos os madeirenses, e que ajudaria a minimizar a nossa já tão badalada crise que mais não é neste caso um mero capricho de que quem continua a achar que o nosso turismo terá de ser seleccionado e condicionado, como adamos à tantos anos a aturar esta nossa democracia com liberdade condicionada. Se realmente a verdade sobre a inviabilidade deste serviço continua oculta, porque não de uma vez por todas assumirem que não querem que a nossa região progrida e evolua num sector primordial para o nosso desenvolvimento. Tenham a coragem de uma vez por todas dar uma explicação justa e esclarecedora do porquê a não concessão da exploração da rota marítima, Canárias, Funchal, Continente, muitos madeirenses continuam a aguardar essa explicação sem rodeios. Se funcionou aparentemente tão bem num período experimental porque não torná-lo de uma vez por todas definitiva com os ajustes à conveniência da operadora, da região, mas sobre tudo do nosso turismo e da população.
quinta-feira, 24 de março de 2016
Uma realidade incompreendida
Já algum dia alguém se imaginou viver ao lado de um vizinho que tem muitos animais, e por ser pouco dado à limpezas torna-se insuportável viver por perto, o ar irrespirável pelo mau cheiro, o barulho e e a poluição que isso causaria se fosse numa zona de alguma densidade populacional, e onde por muito que sugerisse ao vizinho ele achava-se no direito de ter em sua casa o que quer que fosse e como ele acha que deveria poderia viver?
Mas de repente e saturado pela situação e sem conseguir sequer qualquer recuo, eis que toma uma primeira medida; vai dizer a todos os vizinhos seus amigos para boicotear esse seu vizinho e deixarem de comunicar, não resulta, eis então surge-lhe uma ideia macabra, vem-lhe à cabeça envenenar os animais ou, a levada que leva a água ao vizinho passa na sua propriedade e como forma de protesto pura e simplesmente corta-lhe a água. O seu vizinho que já de si é casmurro faz-lhe um protesto e ameaça-o de morte: pronto,começou uma guerra.
Num país onde existem pessoas que por convicção religiosa ensinaram-os a que: no caso de serem ameaçados fazerem vingança, e quem queira vir impor as suas doutrinas, nunca as aceitarem, pois a sua crença não o permite e deixarão de pertencer à comunidade e a serem considerados inimigos do regime. Agora imaginemos o que passou durante décadas em países como o Irão, Irak, Síria, e muitos outros países que por razões várias sofreram invasões, massacres, guerras ideológicas e convidados a aceitarem uma maneira de viver incompatível com a suas convicções religiosas, a liberdade do ocidente nunca foi compatível com a regra dos países árabes de convicção muçulmana, pois existem regras que os Islamistas nunca aceitarão por não fazerem parte da suas convicções religiosas e proíbe-os de aceitarem liberdades que os ocidentais querem ou quiseram implantá~las à força. E a gora é que vem o resultado, aproveitando a liberdade que a democracia europeia concede, infiltrados nas sociedades ocidentais graças à liberdade, causam os dissabores que já todos receamos que estamos à beira se não já plenamente numa 3ª guerra mundial de proporções inimagináveis, e incalculáveis e de difícil solução à vista. Como nos poderão convencer ao cidadão comum aceitar no seu país, pessoas que na sua concepção ideológica são conta a liberdade ou até só têm algumas condicionantes que a tornam incompatível como a sua maneira de ser. É injusto fazer-nos acreditar que da nossa solidariedade para com esses povos depende a segurança da Europa, quando cada vez mais sentimos essa segurança ameaçada. Como nos poderão fazer pactuar com medidas que perante os nossos olhos é de uma injustiça intolerável, como por exemplo: haverem cidadão nosso conterrâneos a viver na rua ou a serem expropriados e desalojados das residenciais onde vivem e a receber essas pessoas que não aceitam a liberdade como modo de vida, dar-lhes condições para residirem em países de acolhimento, com dinheiro, educação, sistema de saúde, habitação, quando muitas vezes nem sabem para que serve um balcão numa cozinha ou uma banheira numa casa de banho? afinal estaremos a ajudar quem não quer ser ajudado ou estaremos a importar a guerra ou a nossa própria destruição. Porque não alterar o plano e apoiar essas pessoas nos seus países de origem ou em países onde prevaleça a sua cultura e crença religiosa e a única coisa que anseiam é um pouco de paz. Os custos benefício desse apoio seriam mais benéficos para ambas as partes, nem importava-mos problemas e levaríamos soluções a quem nunca aprendeu a viver a liberdade do ocidente, mas que sente na pele a força da vingança imposta pelo fanatismo religioso, que noutros tempos também foram praticados por diferentes religiões e de diferentes formas. Imaginem que até em anos passados cidadãos nossos conterrâneos, criaram porcos nas banheiras dos apartamentos de bairros sociais, isso não foi culpa deles mas de quem não os educou, porque ninguém nasce ensinado e existem muitos seres humanos que não sabem ou não querem aceitar a suposta liberdade que o ocidente quer impor a quem não acredita nela.
Já algum dia alguém se imaginou viver ao lado de um vizinho que tem muitos animais, e por ser pouco dado à limpezas torna-se insuportável viver por perto, o ar irrespirável pelo mau cheiro, o barulho e e a poluição que isso causaria se fosse numa zona de alguma densidade populacional, e onde por muito que sugerisse ao vizinho ele achava-se no direito de ter em sua casa o que quer que fosse e como ele acha que deveria poderia viver?
Mas de repente e saturado pela situação e sem conseguir sequer qualquer recuo, eis que toma uma primeira medida; vai dizer a todos os vizinhos seus amigos para boicotear esse seu vizinho e deixarem de comunicar, não resulta, eis então surge-lhe uma ideia macabra, vem-lhe à cabeça envenenar os animais ou, a levada que leva a água ao vizinho passa na sua propriedade e como forma de protesto pura e simplesmente corta-lhe a água. O seu vizinho que já de si é casmurro faz-lhe um protesto e ameaça-o de morte: pronto,começou uma guerra.
Num país onde existem pessoas que por convicção religiosa ensinaram-os a que: no caso de serem ameaçados fazerem vingança, e quem queira vir impor as suas doutrinas, nunca as aceitarem, pois a sua crença não o permite e deixarão de pertencer à comunidade e a serem considerados inimigos do regime. Agora imaginemos o que passou durante décadas em países como o Irão, Irak, Síria, e muitos outros países que por razões várias sofreram invasões, massacres, guerras ideológicas e convidados a aceitarem uma maneira de viver incompatível com a suas convicções religiosas, a liberdade do ocidente nunca foi compatível com a regra dos países árabes de convicção muçulmana, pois existem regras que os Islamistas nunca aceitarão por não fazerem parte da suas convicções religiosas e proíbe-os de aceitarem liberdades que os ocidentais querem ou quiseram implantá~las à força. E a gora é que vem o resultado, aproveitando a liberdade que a democracia europeia concede, infiltrados nas sociedades ocidentais graças à liberdade, causam os dissabores que já todos receamos que estamos à beira se não já plenamente numa 3ª guerra mundial de proporções inimagináveis, e incalculáveis e de difícil solução à vista. Como nos poderão convencer ao cidadão comum aceitar no seu país, pessoas que na sua concepção ideológica são conta a liberdade ou até só têm algumas condicionantes que a tornam incompatível como a sua maneira de ser. É injusto fazer-nos acreditar que da nossa solidariedade para com esses povos depende a segurança da Europa, quando cada vez mais sentimos essa segurança ameaçada. Como nos poderão fazer pactuar com medidas que perante os nossos olhos é de uma injustiça intolerável, como por exemplo: haverem cidadão nosso conterrâneos a viver na rua ou a serem expropriados e desalojados das residenciais onde vivem e a receber essas pessoas que não aceitam a liberdade como modo de vida, dar-lhes condições para residirem em países de acolhimento, com dinheiro, educação, sistema de saúde, habitação, quando muitas vezes nem sabem para que serve um balcão numa cozinha ou uma banheira numa casa de banho? afinal estaremos a ajudar quem não quer ser ajudado ou estaremos a importar a guerra ou a nossa própria destruição. Porque não alterar o plano e apoiar essas pessoas nos seus países de origem ou em países onde prevaleça a sua cultura e crença religiosa e a única coisa que anseiam é um pouco de paz. Os custos benefício desse apoio seriam mais benéficos para ambas as partes, nem importava-mos problemas e levaríamos soluções a quem nunca aprendeu a viver a liberdade do ocidente, mas que sente na pele a força da vingança imposta pelo fanatismo religioso, que noutros tempos também foram praticados por diferentes religiões e de diferentes formas. Imaginem que até em anos passados cidadãos nossos conterrâneos, criaram porcos nas banheiras dos apartamentos de bairros sociais, isso não foi culpa deles mas de quem não os educou, porque ninguém nasce ensinado e existem muitos seres humanos que não sabem ou não querem aceitar a suposta liberdade que o ocidente quer impor a quem não acredita nela.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
O estado do orçamento
Será que estamos realmente conscientes de como andarão as contas do nosso país?
Que a grande maioria dos cidadãos pouco ou quase nada estarão preocupados com aquilo que diz com respeito às contas do país, a grande maioria dos portugueses achará que: de uma maneira ou de outra lá se vai fazendo contas, pagando dívidas, tentando resolver situações muito difíceis, pedindo emprestado para pagar dívidas que na maior parte das vezes ninguém aparece com a culpa de as ter contraído, e que continuaremos todos a pagá-las, mesmo sem sermos os verdadeiros culpados, porque esses que aparecem todos os dias escarrapachados os seus nomes na imprensa e nos telejornais, continuam a usufruir dos benefícios dessas dívidas que pagamos, pagamos, mas que cada dia segundo consta cresce cada vez mais. Afinal porque devemos, porque pagamos, e porque continuamos em dívida agravada cada dia, cada mês, cada ano, e em cada legislatura discute-se a maneira de a reduzir e pelo que parece vai de mal a pior? se nas nossas contas do dia a dia recebemos aqueles pouco mais do que uns míseros 500€ de vencimento no fim do mês, e deparamos-nos com; a conta da luz, da água, do gás, do telefone, TV e serviços anexos, dos condomínios se for o caso, ou do IMI, das despesas de transporte, carro próprio ou público, se for caso de um ou dois filhos em idade escolar, alimentação, vestir, adoecer! nem pensar pois é proibido, se for caso disso terá seriamente o caldo entornado e terá de pedir auxílio a algum familiar ou amigo, pois o orçamento já acabou, e nem se pensem em ter vícios pois por aí é que a coisa complica, ou na pior das hipóteses pedir emprestado, e é justamente aí que os nossos governantes se baseiam, e foi isso que tem sido feito ao longo dos últimos anos, alimentar vícios, consumir mais do que se produz e pedir mais e mais do tipo cartão de crédito, para pagar dívidas e agora deve-se mais do que se tem. Quem realmente sofre na pele e até aqueles que ao longo da vida amealharam o seu futuro, e agora se vêm sem nada por exemplo. Quando se despertar para a verdadeira realidade, será que o país terá condições e suporte para sustentar semelhantes barbaridades? e nós no nosso dia a dia, continuaremos a ser submetidos a um colete de forças para pagar os vícios e o esbanjamento que tem sido feito ao longo das últimas quatro décadas, de modo a sacrificar uma nação que caminhará sem dúvida para sua extinção. Quando nos deparamos no nosso dia a dia conscientes de que não podemos gastar mais do que se recebe e temos de fazer a chamada ginástica financeira para fazer render os míseros euros que recebemos, pensamos seriamente que ninguém que governa esta país, sentiu na pele o que é realmente gerir um orçamento, só falam em milhões para comprarem carros novos, por exemplo, quando nós no nosso dia a dia temos que esticar tostões, no caso os cêntimos. Preparar o país para o futuro passará sem dúvida por criar condições para produzir-mos muito mais e consumir-mos muito menos, não aqueles que pouco recebem, pois já pouco lhes resta para gastar em consumo, mas sim os que à custa da gestão dos milhões e do orçamento, dão cabo de tudo sem nada produzirem, afinal quem ainda algo produz pouco ou nada recebe, e a solução nunca passará por este modelo. Quando chegará o dia que neste país, quem produz receberá o justo vencimento em detrimento de quem administra e muitas das vezes pouco ou nada produz? O país só será grande quando produzir o suficiente para se sustentar, enquanto isso será só: pagar, pagar, quem sabe até quando?
Será que estamos realmente conscientes de como andarão as contas do nosso país?
Que a grande maioria dos cidadãos pouco ou quase nada estarão preocupados com aquilo que diz com respeito às contas do país, a grande maioria dos portugueses achará que: de uma maneira ou de outra lá se vai fazendo contas, pagando dívidas, tentando resolver situações muito difíceis, pedindo emprestado para pagar dívidas que na maior parte das vezes ninguém aparece com a culpa de as ter contraído, e que continuaremos todos a pagá-las, mesmo sem sermos os verdadeiros culpados, porque esses que aparecem todos os dias escarrapachados os seus nomes na imprensa e nos telejornais, continuam a usufruir dos benefícios dessas dívidas que pagamos, pagamos, mas que cada dia segundo consta cresce cada vez mais. Afinal porque devemos, porque pagamos, e porque continuamos em dívida agravada cada dia, cada mês, cada ano, e em cada legislatura discute-se a maneira de a reduzir e pelo que parece vai de mal a pior? se nas nossas contas do dia a dia recebemos aqueles pouco mais do que uns míseros 500€ de vencimento no fim do mês, e deparamos-nos com; a conta da luz, da água, do gás, do telefone, TV e serviços anexos, dos condomínios se for o caso, ou do IMI, das despesas de transporte, carro próprio ou público, se for caso de um ou dois filhos em idade escolar, alimentação, vestir, adoecer! nem pensar pois é proibido, se for caso disso terá seriamente o caldo entornado e terá de pedir auxílio a algum familiar ou amigo, pois o orçamento já acabou, e nem se pensem em ter vícios pois por aí é que a coisa complica, ou na pior das hipóteses pedir emprestado, e é justamente aí que os nossos governantes se baseiam, e foi isso que tem sido feito ao longo dos últimos anos, alimentar vícios, consumir mais do que se produz e pedir mais e mais do tipo cartão de crédito, para pagar dívidas e agora deve-se mais do que se tem. Quem realmente sofre na pele e até aqueles que ao longo da vida amealharam o seu futuro, e agora se vêm sem nada por exemplo. Quando se despertar para a verdadeira realidade, será que o país terá condições e suporte para sustentar semelhantes barbaridades? e nós no nosso dia a dia, continuaremos a ser submetidos a um colete de forças para pagar os vícios e o esbanjamento que tem sido feito ao longo das últimas quatro décadas, de modo a sacrificar uma nação que caminhará sem dúvida para sua extinção. Quando nos deparamos no nosso dia a dia conscientes de que não podemos gastar mais do que se recebe e temos de fazer a chamada ginástica financeira para fazer render os míseros euros que recebemos, pensamos seriamente que ninguém que governa esta país, sentiu na pele o que é realmente gerir um orçamento, só falam em milhões para comprarem carros novos, por exemplo, quando nós no nosso dia a dia temos que esticar tostões, no caso os cêntimos. Preparar o país para o futuro passará sem dúvida por criar condições para produzir-mos muito mais e consumir-mos muito menos, não aqueles que pouco recebem, pois já pouco lhes resta para gastar em consumo, mas sim os que à custa da gestão dos milhões e do orçamento, dão cabo de tudo sem nada produzirem, afinal quem ainda algo produz pouco ou nada recebe, e a solução nunca passará por este modelo. Quando chegará o dia que neste país, quem produz receberá o justo vencimento em detrimento de quem administra e muitas das vezes pouco ou nada produz? O país só será grande quando produzir o suficiente para se sustentar, enquanto isso será só: pagar, pagar, quem sabe até quando?
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Quando quero dar algumas respostas
Quantas vezes nas nossas vidas nos falta a coragem e em vez de enfrentar-mos os problemas viramos-lhes as costas? Lutar pelos nossos ideais tem custos elevados, manter-se coerente custa-nos muitos dissabores, tentar enfrentar os problemas juntando-nos aqueles que nos podem ajudar quando afinal são os verdadeiros cúmplices desses problemas, é verdadeiramente uma desilusão. Por fim faltam-nos as forças para segurar a vara que nos mantém de pé, e quando nos damos conta, afinal a vida não pára.
Infelizmente o mundo atingiu um tal grau de corrupção inimaginável, ao ponte de organizações ditas de solidariedade e sem fins lucrativos, sirvam para refugio de muita gente ligadas ao grande capital e grandes negócios. É vergonhoso imaginar por exemplo que, muito daquilo que é angariado em campanhas de solidariedade com o esforço de muitos voluntário, vá bater ás mãos de alguém sem escrúpulos que se aproveita para negociar essas dádivas e fazer riqueza com isso, infelizmente acontece. Quando haverá uma vontade maioritária de tornar os países e povos pobres, menos pobres ajudando-os a criar riqueza, só assim a humanidade atingirá a seu verdadeiro sentido. Enquanto não se substituir o negócio das armas por o negócio da paz nada feito.
Umas das grandes causas das desavenças e atritos conjugais e entre parceiros e não só, deve-se sobre tudo à falta de cultura, aos desníveis sociais e económicos, ao consumo de álcool e usos de drogas, mas muitas vezes a evolutiva degradação da sociedade por falta de preservar os valores essenciais, e isso formam-se as pessoas, conquistam-se direitos e mais ainda, cumprem-se deveres mas no fundamental as pessoas ama-se umas às outras e aprendem a ser tolerantes a e perdoarem-se, é isto que falta na sociedade actual, a ganancia, a competitividade, o consumismo, levaram a que a conquista desses supostos direitos tornar as pessoas mais agressivas. Ninguém actualmente sente a vontade de ajudar alguém a ser melhor do que a si próprio, mas mais que tudo, é incentivado a superar os outros mesmo que para isso constitua um prejuízo de terceiros e assim começam as guerras. Enquanto a receita é: tornar a nossa vida cada vez melhor em função de melhorar a dos outros, o mundo continuará a regredir a a fomentar cada dia mais guerras, e não será da vontade de todos em transformar o mundo mas sim do contributo de cada um de nós em, tornar o nosso mundo cada dia melhor.
A evolução das sociedades ditas (civilizadas) ajudaram à aniquilação da suposta sociedade modelo e isso deve-se a imensos factores. Enquanto a palavra amor for banalizada e não for interpretada à letra quer por pais, mães ou quem quer que seja, enquanto o ter se sobrepuser ao ser, jamais atingiremos aquilo que poderia ser a sociedade perfeita, que diga-se de passagem é quase impossível de existir, mas a própria sociedade em si terá de corrigir muitas coisa de modo a minimizar situações como as expostas e isso só será possível com uma boa formação dos cidadãos e criando condições mínimas de vida para cada pessoa. Uma sociedade culta e educada reduzirá muito os comportamentos menos desejados e isso caberá inicialmente às autoridades e governantes e a todos nós dar continuidade a um trabalho onde a educação é a base da sustentação da sociedade. Haverá sim um sentimento que terá de prevalecer acompanhando uma boa educação: amor, carinho, afecto e perdão.
Quantas vezes nas nossas vidas nos falta a coragem e em vez de enfrentar-mos os problemas viramos-lhes as costas? Lutar pelos nossos ideais tem custos elevados, manter-se coerente custa-nos muitos dissabores, tentar enfrentar os problemas juntando-nos aqueles que nos podem ajudar quando afinal são os verdadeiros cúmplices desses problemas, é verdadeiramente uma desilusão. Por fim faltam-nos as forças para segurar a vara que nos mantém de pé, e quando nos damos conta, afinal a vida não pára.
Infelizmente o mundo atingiu um tal grau de corrupção inimaginável, ao ponte de organizações ditas de solidariedade e sem fins lucrativos, sirvam para refugio de muita gente ligadas ao grande capital e grandes negócios. É vergonhoso imaginar por exemplo que, muito daquilo que é angariado em campanhas de solidariedade com o esforço de muitos voluntário, vá bater ás mãos de alguém sem escrúpulos que se aproveita para negociar essas dádivas e fazer riqueza com isso, infelizmente acontece. Quando haverá uma vontade maioritária de tornar os países e povos pobres, menos pobres ajudando-os a criar riqueza, só assim a humanidade atingirá a seu verdadeiro sentido. Enquanto não se substituir o negócio das armas por o negócio da paz nada feito.
Umas das grandes causas das desavenças e atritos conjugais e entre parceiros e não só, deve-se sobre tudo à falta de cultura, aos desníveis sociais e económicos, ao consumo de álcool e usos de drogas, mas muitas vezes a evolutiva degradação da sociedade por falta de preservar os valores essenciais, e isso formam-se as pessoas, conquistam-se direitos e mais ainda, cumprem-se deveres mas no fundamental as pessoas ama-se umas às outras e aprendem a ser tolerantes a e perdoarem-se, é isto que falta na sociedade actual, a ganancia, a competitividade, o consumismo, levaram a que a conquista desses supostos direitos tornar as pessoas mais agressivas. Ninguém actualmente sente a vontade de ajudar alguém a ser melhor do que a si próprio, mas mais que tudo, é incentivado a superar os outros mesmo que para isso constitua um prejuízo de terceiros e assim começam as guerras. Enquanto a receita é: tornar a nossa vida cada vez melhor em função de melhorar a dos outros, o mundo continuará a regredir a a fomentar cada dia mais guerras, e não será da vontade de todos em transformar o mundo mas sim do contributo de cada um de nós em, tornar o nosso mundo cada dia melhor.
A evolução das sociedades ditas (civilizadas) ajudaram à aniquilação da suposta sociedade modelo e isso deve-se a imensos factores. Enquanto a palavra amor for banalizada e não for interpretada à letra quer por pais, mães ou quem quer que seja, enquanto o ter se sobrepuser ao ser, jamais atingiremos aquilo que poderia ser a sociedade perfeita, que diga-se de passagem é quase impossível de existir, mas a própria sociedade em si terá de corrigir muitas coisa de modo a minimizar situações como as expostas e isso só será possível com uma boa formação dos cidadãos e criando condições mínimas de vida para cada pessoa. Uma sociedade culta e educada reduzirá muito os comportamentos menos desejados e isso caberá inicialmente às autoridades e governantes e a todos nós dar continuidade a um trabalho onde a educação é a base da sustentação da sociedade. Haverá sim um sentimento que terá de prevalecer acompanhando uma boa educação: amor, carinho, afecto e perdão.
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