Em chungaria vale tudo
Chega ao fim mais um acto eleitoral. A democracia teria saído a ganhar pelo facto de conseguir representatividade no futuro quadro da Assembleia Regional da madeira elegendo 9 diferentes representações políticas, sinal de que estariam representados diferentes sectores da vida política e social da nossa terra. Eis que após 47 anos de hegemonia política, o PSD-Madeira que já (engoliu) o CDS-PP e que durante 4 anos de braço dado manteve a tutela do governo, eis que num golpe de rins dá o outro braço a um partido radical, extremista, que equipara a vida dum caracol com a de um ser humano, convidando-o para fazer parte duma solução governativa para a nossa terra. Porque em democracia não vale tudo. A covardia perante os madeirenses e porto-santenses, levando à degradação a democracia e atraiçoando o povo defraudado, desiludido, indignado e revoltado mas sem a verdadeira dose de coragem, permitiu que os oportunistas violentassem a democracia mesmo que para isso implica-se vender a alma ao diabo. Após sucessivas declarações de quem afirmou que; se a coligação não obtivesse maioria iria demitir-se, para quem já está habituado à sucessivas doses de promessas incumpridas dum mentiroso compulsivo, mais uma, menos uma, era até certo ponto tolerável, vinda de quem vem. Agora vir fazer um acordo parlamentar com um partido manifestamente anti democrático, que contesta os valores da nossa sociedade, que ataca a nossa cultura e as nossas raízes culturais e deturpa tudo o que diz respeito à sociedade de defesa dos nosso costumes, seria impensável em qualquer circunstância. Esta gente plantou a sua horta debaixo de um eucalipto, que tal como os parceiros anteriores foram devorados, será uma nova colheita duma classe política transgénica, que no laboratório da consciência do eleitorado apático seguirá progressivamente a sua extinção, com um custo demasiado elevado para os madeirenses onde os verdadeiros culpados serão uma vez mais os cerca 100 mil madeirenses «abstencionistas» que desencorajados por esta vergonhosa canalha, se recusa a dar o aval para uma nova formula de democracia. Até lá teremos de suportar mais 4 anos de sufoco, perseguição, pressão política e pior que tudo, o sacrifício da vida daqueles que honestamente trabalham, pagam impostos e investem, com o intuito de melhorarem as suas vidas. Valerá a pena continuar a lutar, suportar mais 4 anos de condenação e submissão a esta trágica solução encontrada para se eternização no poder. Os madeirenses talvez deixaram fugir mais uma oportunidade de se redimirem á liberdade e se reencontrarem com a democracia. Até lá a nossa luta chega todos os dias, pois acreditamos que o futuro só se constrói com: trabalho, coragem e determinação.
Em chungaria vale tudo! Chega ao fim mais um acto eleitoral. A democracia teria saído a ganhar pelo facto de conseguir representatividade no futuro quadro da Assembleia Regional da Madeira elegendo 9 diferentes representações políticas, sinal de que estariam representados diferentes sectores da vida política e social da nossa terra. Eis que após 47 anos de hegemonia política, o PSD-Madeira que já (engoliu) o CDS-PP, que durante 4 anos de braço dado manteve a tutela do governo e que num golpe de rins dá o outro braço a um partido radical, extremista, que equipara a vida dum caracol com a de um ser humano, convidando-o para fazer parte duma solução governativa para a nossa terra. Porque em democracia não vale tudo. A covardia perante os madeirenses e porto-santenses, levando à degradação a democracia, atraiçoando o povo defraudado, desiludido, indignado e revoltado, mas sem a verdadeira dose de coragem, permitiu que os oportunistas violentassem a democracia mesmo que para isso implica-se vender a alma ao diabo. Após sucessivas declarações de quem afirmou que; “se a coligação não obtivesse maioria iria demitir-se”, para quem já está habituado às sucessivas doses de promessas incumpridas dum mentiroso compulsivo, mais uma, menos uma, era até certo ponto tolerável, vinda de quem vem. Agora vir fazer um acordo parlamentar com um partido manifestamente anti-democrático, que contesta os valores da nossa sociedade, que ataca a nossa cultura e as nossas raízes culturais e deturpa tudo o que diz respeito à sociedade de defesa dos nossos costumes, seria impensável em qualquer circunstância. Esta gente plantou a sua horta debaixo de um eucalipto, que tal como os parceiros anteriores foram devorados, será uma nova colheita duma classe política transgénica, que no laboratório da consciência do eleitorado apático seguirá progressivamente a sua extinção, com um custo demasiado elevado para os madeirenses onde os verdadeiros culpados serão uma vez mais os cerca 100 mil madeirenses «abstencionistas» que desencorajados por esta vergonhosa canalha, se recusa a dar o aval para uma nova formula de democracia. Até lá teremos de suportar mais 4 anos de sufoco, perseguição, pressão política e pior que tudo, o sacrifício da vida daqueles que honestamente trabalham, pagam impostos e investem, com o intuito de melhorarem as suas vidas. Valerá a pena continuar a lutar, suportar mais 4 anos de condenação e submissão a esta trágica solução encontrada para se eternizar no poder. Os madeirenses talvez deixaram fugir mais uma oportunidade de se redimirem à liberdade e se reencontrarem com a democracia. Até lá a nossa luta chega todos os dias, pois acreditamos que o futuro só se constrói com: trabalho, coragem e determinação.