terça-feira, 26 de setembro de 2023

                                                 Em chungaria vale tudo

Chega ao fim mais um acto eleitoral. A democracia teria saído a ganhar pelo facto de conseguir representatividade no futuro quadro da Assembleia Regional da madeira elegendo 9 diferentes representações políticas, sinal de que estariam representados diferentes sectores da vida política e social da nossa terra. Eis que após 47 anos de hegemonia política, o PSD-Madeira que já (engoliu) o CDS-PP e que durante 4 anos de braço dado manteve a tutela do governo, eis que num golpe de rins dá o outro braço a um partido radical, extremista, que equipara a vida dum caracol com a de um ser humano, convidando-o para fazer parte duma solução governativa para a nossa terra. Porque em democracia não vale tudo. A covardia perante os madeirenses e porto-santenses, levando à degradação a democracia e atraiçoando o povo defraudado, desiludido, indignado e revoltado mas sem a verdadeira dose de coragem, permitiu que os oportunistas violentassem a democracia mesmo que para isso implica-se vender a alma ao diabo. Após sucessivas declarações de quem afirmou que; se a coligação não obtivesse maioria iria demitir-se, para quem já está habituado à sucessivas doses de promessas incumpridas dum mentiroso compulsivo, mais uma, menos uma, era até certo ponto tolerável, vinda de quem vem. Agora vir fazer um acordo parlamentar com um partido manifestamente anti democrático, que contesta os valores da nossa sociedade, que ataca a nossa cultura e as nossas raízes culturais e deturpa tudo o que diz respeito à sociedade de defesa dos nosso costumes, seria impensável em qualquer circunstância. Esta gente plantou a sua horta debaixo de um eucalipto, que tal como os parceiros anteriores foram devorados, será uma nova colheita duma classe política transgénica, que no laboratório da consciência do eleitorado apático seguirá progressivamente a sua extinção, com um custo demasiado elevado para os madeirenses onde os verdadeiros culpados serão uma vez mais os cerca 100 mil madeirenses «abstencionistas» que desencorajados por esta vergonhosa canalha, se recusa a dar o aval para uma nova formula de democracia. Até lá teremos de suportar mais 4 anos de sufoco, perseguição, pressão política e pior que tudo, o sacrifício da vida daqueles que honestamente trabalham, pagam impostos e investem, com o intuito de melhorarem as suas vidas. Valerá a pena continuar a lutar, suportar mais 4 anos de condenação e submissão a esta trágica solução encontrada para se eternização no poder. Os madeirenses talvez deixaram fugir mais uma oportunidade de se redimirem á liberdade e se reencontrarem com a democracia. Até lá a nossa luta chega todos os dias, pois acreditamos que o futuro só se constrói com: trabalho, coragem e determinação.  

Em chungaria vale tudo! Chega ao fim mais um acto eleitoral. A democracia teria saído a ganhar pelo facto de conseguir representatividade no futuro quadro da Assembleia Regional da Madeira elegendo 9 diferentes representações políticas, sinal de que estariam representados diferentes sectores da vida política e social da nossa terra. Eis que após 47 anos de hegemonia política, o PSD-Madeira que já (engoliu) o CDS-PP, que durante 4 anos de braço dado manteve a tutela do governo e que num golpe de rins dá o outro braço a um partido radical, extremista, que equipara a vida dum caracol com a de um ser humano, convidando-o para fazer parte duma solução governativa para a nossa terra. Porque em democracia não vale tudo. A covardia perante os madeirenses e porto-santenses, levando à degradação a democracia, atraiçoando o povo defraudado, desiludido, indignado e revoltado, mas sem a verdadeira dose de coragem, permitiu que os oportunistas violentassem a democracia mesmo que para isso implica-se vender a alma ao diabo. Após sucessivas declarações de quem afirmou que; “se a coligação não obtivesse maioria iria demitir-se”, para quem já está habituado às sucessivas doses de promessas incumpridas dum mentiroso compulsivo, mais uma, menos uma, era até certo ponto tolerável, vinda de quem vem. Agora vir fazer um acordo parlamentar com um partido manifestamente anti-democrático, que contesta os valores da nossa sociedade, que ataca a nossa cultura e as nossas raízes culturais e deturpa tudo o que diz respeito à sociedade de defesa dos nossos costumes, seria impensável em qualquer circunstância. Esta gente plantou a sua horta debaixo de um eucalipto, que tal como os parceiros anteriores foram devorados, será uma nova colheita duma classe política transgénica, que no laboratório da consciência do eleitorado apático seguirá progressivamente a sua extinção, com um custo demasiado elevado para os madeirenses onde os verdadeiros culpados serão uma vez mais os cerca 100 mil madeirenses «abstencionistas» que desencorajados por esta vergonhosa canalha, se recusa a dar o aval para uma nova formula de democracia. Até lá teremos de suportar mais 4 anos de sufoco, perseguição, pressão política e pior que tudo, o sacrifício da vida daqueles que honestamente trabalham, pagam impostos e investem, com o intuito de melhorarem as suas vidas. Valerá a pena continuar a lutar, suportar mais 4 anos de condenação e submissão a esta trágica solução encontrada para se eternizar no poder. Os madeirenses talvez deixaram fugir mais uma oportunidade de se redimirem à liberdade e se reencontrarem com a democracia. Até lá a nossa luta chega todos os dias, pois acreditamos que o futuro só se constrói com: trabalho, coragem e determinação.

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

                                                    Um sonho impossível!

SE RECUSAR VOTAR, ESTARÁ A PERPETUAR OS MESMOS DE SEMPRE NO PODER. Isso não é democracia.                                                                                                              Vem aí mais uma nova oportunidade que a liberdade concede à democracia; chamar os madeirenses e porto-santenses às urnas no dia 24 de setembro, para elegerem 47 deputados dos quais sairá uno governo para a região nos próximos 4 anos. Vivemos numa democracia que o povo foi elegendo ao longo de 47 anos os representantes dum só partido, criando de certa forma como que uma hegemonia política ao ponto de se tornar num regime autocrático onde os políticos se sentem donos do poder e as populações sujeitas a essa (o)pressão.  Ao longo de quase meio século o sistema tem funcionado desta forma quase parecendo irreversível a sua mudança fazendo com que metade do eleitorado deixou pura e simplesmente de acreditar e recusa-se a votar. Mas os sobreviventes deste sistema bem montado, esses continuam a eleger os seus representantes daí concedendo-lhes após mais de 4 décadas a possibilidade de perpetuarem no poder subjugando os madeirenses à (resignação) e à impotência. Mas será que não é hora deste povo que se sacrifica dia após dia, trabalha, paga impostos e sujeita-se a tanta manipulação, despertar para a realidade e começar a pensar: qual será o futuro desta terra se continuarmos a adiar  uma mudança no paradigma político da nossa terra? Estará somente nas mãos do eleitorado, principalmente os desiludidos, defraudados, frustrados, indignados e revoltados de: no dia 24 de setembro só poderão demonstrar o seu descontentamento e a sua revolta através do seu voto. Aquele que se recusar a votar estará sendo «cúmplice» da sua própria miséria e não terá direito  a reclamar e reivindicar nada no que a governo e política diz respeito. No dia 24 de Setembro nada deverá servir de escusa para não votar. Porque definitivamente não somos todos iguais, existem muitos de nós predispostos a mudar a forma de fazer política e de estar em democracia. Se ganham sempre os mesmo a culpa é única e exclusivamente dos que não votam, e continuarão a tornar a mudança que a Região necessita num sonho impossível! Porque abstenção não é a solução para pôr fim à corrupção VOTE!

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

                                         Afinal a democracia ainda existe!

Tudo foi feito para impedir que a voz dos madeirenses não chegasse à Assembleia Regional da Madeira. E porque ainda acreditamos na democracia, seremos sempre aquilo que os madeirenses quiserem. Numa região onde predomina a hegemonia política dum único partido parece que o futuro ditará o fim duma democracia mono partidária, para que se restabeleça um verdadeiro regime de democracia pluripartidária com algumas alternativas noutras forças políticas. Porque os madeirenses têm demonstrado ao longo dos últimos anos estarem cansados de mais do mesmo, que a prepotência, e arrogância, o oportunismo, a subserviência, a submissão impõe um medo que começa a dissipar-se pois a coragem veio desta forma substituir o medo duma solução de forma democrática. Quando essa solução CHEGA, eis que surgem os emissários do terror pseudo-democratas usando aqueles que talvez por covardia ou não, diria melhor que por falta da coragem, aquela que nos afirma como a única alternativa a um regime que após 47 anos de domínio PSD e no que continua a ser a região mais pobre do 5º país mais pobre da UE. Felizmente que o bom senso prevaleceu e o Tribunal Constitucional como era de esperar decidiu que os madeirenses poderão escolher de forma livre e democrática o que alguns ambiciosos não o conseguem fazer de forma digna recorrendo à secretaria. Felizmente com esta atitude já percebemos a que vêm, agora só falta que o povo madeirense e porto-santense no dia 24 dê a resposta cabal que falta e diga de forma retumbante e revoltante: queremos mudar o paradigma político da Região, estamos fartos disto já CHEGA!