terça-feira, 29 de outubro de 2024

                             Emoção, emissão, missão e omissão

Quando mantemos a emoção (agitação popular) que criamos à volta duma qualquer situação, achamo-nos capazes de avaliar o porque deste estado emocional em relação ao caso. Isto a propósito da decisão do aprovação da proposta duma moção de censura ao governo do PSD-Madeira liderado por Miguel Albuquerque e viabilizado por quem se auto intitulava de combatentes da corrupção e do compadrio, que a Madeira tinha de mudar e que em última instância afirmariam que com Miguel Albuquerque não é não. A emissão (Ato ou efeito de emitir) dessa proposta vem em zig zag sendo posta em caus ora porque a direção regional aguarda uma resolução da evolução das (suspeitas de corrupção), mesmo que a Direção Nacional sugira a apresentação da dita proposta de moção de censura. A missão (Encargo, incumbência desempenho de um dever) que a todos se propunha seria o concluir dos princípios pelos quais 12.500 eleitores confiaram o seu voto daí que a omissão desses princípios pôs em causa toda e qualquer credibilidade conquistada ao longo dum curto período de vida dum partido que tinha tudo para ser a esperança de mais de 125 mil madeirenses abstencionistas que já não acreditam neste modelo de democracia onde a corrupção e o compadrio parece ter sido definitivamente a formula encontrada para perpetuar uma forma de governação que em nada dignifica aquilo que poderíamos continuar a designar de democracia. Porque a omissão (Ausência de ação ou reação, inércia) das razões pelas quais tudo se manterá tal qual como está, leva a que os madeirenses e Portosantenses continuarem a afirma que já CHEGA  de demagogia, hipocrisia, injustiça, oportunismo e sobre tudo de traição aos princípios pelos quais muitos estamos esperançados em que não morreu a oportunidade, apenas aguarda pela submissão aos valores e princípios que muitos de nós continuamos a acreditar e a defender. Na eminência da possível dissolução do governo e novas eleições, ou eventualmente da demissão do seu líder e possível substituição da equipa, qual desta soluções chega para resolver esta confusão política gerada pela falta de coragem, irresponsabilidade e incoerência. Porque há quem continue a achar que a política é assim, mas política para o cidadão comum que sofre com este modelo, a política não é nada disto.

sábado, 26 de outubro de 2024

Resposta a João Paulo Batalha

Quer dizer que: é verdade, muitas vezes não se deve dizer aquilo que se pensa partindo do politicamente correto, mas será que o Mamadu Bah dizer que polícia bom é polícia morte é promover a paz e a Concórdia. Será que protestar é incendiar os bens públicos, pondo em causa a segurança e o património dos cidadãos que pagamos impostos? Será que as TV's e os restantes meios de comunicação promovendo a condenação dos agentes da autoridade   e condenando e crucificando os agentes que arriscam as suas vidas só defenderem os cidadãos é que é justo. Por favor! a violência é a expressão da alma dos sem razão. B@ndido só é bom depois de sair do meio da sociedade e ir para o lugar onde deve estar. Não podemos continuar tolerantes e indiferentes ao que se passa no nosso país, corremos o risco de nos tornarmos cúmplices da nossa desgraça, miséria e extinção como povo. Um bem haja pelo vosso louvável trabalho. Cordiais cumprimentos.

quinta-feira, 24 de outubro de 2024

sexta-feira, 18 de outubro de 2024

Foi isso que a constituição socialista fez com o 25 de Abril, uma sociedade cada vez mais dependente do estado, cujo estado em vez de ser todos são apenas alguns, os defensores do sistema, aqueles que usaram a liberdade para sequestrar a democracia. COMENTÁRIO EM RELAÇÃO À FORMAÇÃO DUM NOVO PARTIDO LIBERAL SOCIAL.
Como dizem os cidadãos comuns; mais um! Não tarda nada e seremos 10 milhões de partidos políticos, um por cada português.Quanto mais dividir, mais o sistema se perpetua,os oportunistas vinham e a corrupção arrasta-se e é cada vez mais pretendida e desejada.  Precisamos de unidade, de gente sem vícios, sem pretenções pessoais, sem o culto do protagonismo, apenas e tão só com vontade de servir, do tipo militar voluntário que leva o país e o seu povo como ÚNICO objetivo no seu propósito e e trabalhar em prol desse povo com seu verdadeiro ideal, construir uma sociedade mais unida, justa, com equidade e livre. Deixemos o protagonismo, as ideologias e o individualismo de lado e vamos partir para uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Seriedade, honestidade, idoneidade e vontade de servir. Se queremos um mundo melhor, um país melhor será necessário criar as condições para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Teremos nós os cidadãos de começar o processo alterando o nosso comportamento e a nossa atitude perante a sociedade. Quando diria que: temos de construir um cidadão novo para depois esperar que a sociedade no seu todo possa MUDAR.

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

 Inscrição de militantes.

Efetivamente, e nada a opor a essa situação, mas se em vez da (ânsia) de crescimento rápido, tinham acautelado os lugares a atribuir em listas de candidaturas em vez de colocar qualquer um para, como se diz na gíria (encher chouriços) e logo atrás vêm os oportunistas aparecer na primeira linha. Falo da situação concreta que aconteceu na R.A. da Madeira, onde os militantes genuínos fomos usados e logo relegados para deixar à frente os amigos e comparsas do presidente e do seu assessor. Foi degradante o que aqui se passou. Resultado!  a debandada dos militantes que estavam contra esta direção que eram muitos mais dos que votaram na lista {vencedora} e agora é ver o (sumo pontífice) presidente da direção regional a bloquear na página oficial tudo quem comenta ou opina contra. Isto não é democracia, aliás foi isso que Miguel Castro disse, nos partidos não há democracia. Essa é a razão da minha luta, (sequestrar) um partido político para devolver a democracia aos cidadãos, foi isso que disse cara a cara a André Ventura na primeira vez que troquei algumas palavras com ele, o homem ficou de boca  aberta, pois continuo a ser anti- partidos políticos.

sexta-feira, 11 de outubro de 2024

NAVEGANDO NUM UNIVERSO SALGADO

 Quando a liberdade chega a um estado de decomposição, a democracia em estado de putrefação, o que poderemos esperar no futuro da nação e do seu povo?. Para os que se acham incapazes de construir as suas vidas, para os que não conseguem se libertar da dependência do estado, para os que defendem que um estado deve controlar e supervisionar as capacidades de cada cidadão, será que encontraremos na democracia as respostas para todas estas questões? Concretamente os casos de justiça no nosso país, as sucessivas situações com a demora que essa (justiça) leva a resolver os diversos casos, deixa de ser justiça para se tornar num protetor de criminosos e cúmplices dos crimes. Dez anos para iniciar o julgamento de um dos muitos processos de crimes de peculato, corrupção, burla e tantos outros crimes, acaba por deixar dúvidas em relação à ação da justiça no nosso país. Porque é que nós não vemos o que está a acontecer quando acontecem situações semelhantes. Todos nós acabamos por tomar conhecimento deixando sempre as dúvidas se é ou não crime, mas que a realidade é bem evidente, toda a gente sabe mas a justiça teima em encontrar alibis para contrariar as suspeitas e atuar criminalmente contra os prevaricadores.                    A encenação dum crime cujos episódios levam 10 anos a serem reproduzidos com uma cumplicidade de interesses governativos, o ator principal deixa de ser protagonista para passar a ser arguido, parece que os guiões da história dos crimes são escritos pelos verdadeiros protagonistas dos crimes reais. Insiste-se no respeito da dignidade do arguido, esquecendo que a dignidade dos lesados, das vitimas desses criminosos. Estas e outras histórias levam ao total descrédito dos cidadãos em relação às instituições e mais concretamente a decepcionante ação da justiça onde continua a existir uma justiça para pobre e uma (justiça) para ricos. O sistema terá de mudar, o regime que mantém o sistema terá de ser alterado, será que chegará o dia em que o próprio sistema e o próprio regime não irá resistir muito mais a todos estes casos que ao longo de 50 anos de liberdade, estrão a condenar à morte a própria democracia?

Quando um cidadão acha que arma não é solução para acabar com a violência, pura e simplesmente rejeita a utilização desse método, no entanto há os que acham que devem ser proibidas e entregues a pessoas da sua confiança. Quando um serviço (de saúde) por exemplo, não preenche os requisitos exigidos modos de atendimento, mas existem os que acham que esse serviço deverá ser uniforme e obrigatório cortando a possibilidade da livre escolha. O mesmo podemos comparar a nível da educação, quando uma escola não tem programa que preencha as exigências optamos por outra, no entanto existem os que defendem que o sistema de educação terá de ser uniforme e de igualdade não de oportunidades mas de programas educativos. Comentário à carat do leitor   https://www.dnoticias.pt/2024/10/17/423668-politicos-da-mentira/

OS PERSSEGUIDOS E IDENTIFICADOS. Se dizer de 50 anos de (democracia) num país com 2 milhões de cidadãos no limiar da pobreza, (Título do DN-Madeira de hoje 72.000 Madeirenses). Que a segurança dos portugueses está ameaçada em boa parte por causa da imigração desregrada, (negócio/ escravatura trafico humano do Século XXI). Que os roubos do BES, Banif e outros são meros casos de deficiências do regime milhares de lesados. Que os inúmeros casos que se arrastaram na justiça Socrates /Rendeiros etc. e os que a região foi investigada casos «Cuba Livre Março 2016» e os mais recente. Que andamos à quase meio século a ser roubados porque o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada. Dizer tudo isso é dum mentiroso compulsivo por isso é perseguido pelos beneficiários do regime, pelos meios de comunicação e quem sabe até pela (in)justiça que vigora num miserável reles e degradado país. O político mais contestado no mundo é Donal Trump. Em Portugal André Ventura. É o que 5 milhões abstencionistas confirmam.

Mensagem à direcção do CHEGA.

Mensagem à direcção do CHEGA.
Boa noite. A razão da deceção relativa à situação atual do CHEGA -Madeira apraz-me comunicar que fico totalmente desiludido com aquilo que se está a passar. A demissão em catadupa de muitos dos militantes que durante todos estes anos fomos pedras basilares do crescimento e implantação do CHEGA na região, fruto dum trabalho árduo, honesto, determinado e convictos dos princípios pelos quais os CHEGA nos apaixonou. Lamentavelmente terem optado por deixar fugir os militantes genuínos e optar por aqueles que continuam impregnados nos vícios do sistema. A traição recebida por parte da atual direção, foi sem dúvida o pior que em política e no conceito de dignidade poderia ter acontecido a 12.500 madeirenses que confiaram em nós o seu voto e outros 120. 000 que no seu silêncio (abstencionistas) dariam a oportunidade de por termo a 48 anos de hegemonia PSD - Madeira se tivessem sido cumpridas as promessas de combate á corrupção e ao compadrio, de a Madeira tem de mudar e por fim com Miguel Albuquerque não é não. Tudo isso foi atirado ao lixo e ignorar e matar a esperança dum povo. Estou totalmente dececionado e desiludido com a atitude dos deputados na Assembleia Regional da Madeira. Está semana com a proibição da apresentação dum voto de louvor numa de acção da deputada Magna Costa foi a catástrofe parlamentar e a chacota do CHEGA -Madeira e dos seus militantes. Foi pena ter-se desperdiçado esta derradeira oportunidade de fazer valer a nossa promessa eleitoral, MUDAR A MADEIRA. Grato pela atenção dispensada, cordiais cumprimentos. 

No meu conceito, a IV Republica seria uma democracia com uma constituição que anula  o socialismo, que construa uma nação com uma economia liberal sem dependência do estado, ou seja, menos estado, com valores onde o conservadorismo, o respeito pela cultura, tradições e civismo, onde não existas divisionismo de minorias mas união dum povo.
Basicamente mudar de estratégia. Sou da opinião de: primeiro , não criar mais um partido, antes ressuscitar um partido muribundo, que tenha como bade um programa muito próximo daquilo que a maioria dos portugueses querem, que se identificar com  aquilo a que o CHEGA colocou nos seus estatutos mas que não está a cumprir. Depois num congresso retificar algumas das normas e avançar com um projeto que inclua como primeira prioridade a erradicação do preâmbulo da Constituição da República, uma sociedade rumo ao Socialismo, substituindo  por uma sociedade livre e democrática. o respeito mútuo.  

Acho que a inscrição de novos militantes deveria ser filtrada pois os oportunistas estão a sequestrar o CHEGA e utilizando a projeção de André Ventura para levar o partido no caminho do sistema rompendo assim com os princípios e valores em que muitos de nós acreditamos e abraçados a esse projecto fizemos catapultar a figura de André Ventura. Teremos de ser diferentes com comportamentos em sociedade que marquem a diferença, para mudar o paradigma político do país e implementar uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Só assim Portugal terá um novo rumo, com o CHEGA ou com outra forma de fazer mudar aquilo que leva o país à destruição, não podemos ficar indiferentes correndo o risco de sermos cúmplices a nossa auto destruição.

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

 

Entre vícios e viciados

Quando olhamos atentamente para a sociedade actual construída ao longo dos últimos 50 anos, quase leva-nos a pensar que afinal andamos todos errados. As verdadeiras causas do que acontece diariamente no nosso país são sempre culpa dos antecessores, nunca será dos que estão agora à frente dos governos, essa parece ser a nossa sina com a agravante de ao que parece já nem ter solução, isto é assim, foi sempre assim e de futuro será sempre assim. Mas afinal ao longo dos anos de décadas e de séculos não existiram mudanças drásticas nas sociedades? Tomemos como exemplo a falta de habitação: apesar de mais de 60% de habitações devolutas, será que se deve também ao excesso de imigração muita dela descontrolada e de legalidade duvidosa pondo país ao rubro, enquanto muitos conterrâneos nossos abandonam os seus lares à procura de melhores dias mesmo aqui ao lado por essa Europa fora, nós importamos mão de obra necessária mas com um handicap, (escravatura do século XXI, tráfego humano), e por vezes à mistura importamos miséria a juntar à já existente, provocando criminalidade e agravando o perpetuar de desnível social, fruto da má gestão política do nosso país. E os restantes setores por tabela levam com o efeito bola de neve, serviços de saúde, educação, segurança, enfim tudo se agrava devido aos sucessivos erros políticos que teimam em prevalecer. Entretanto a corrupção prolifera e a justiça aguarda pelas decisões e os cidadãos ficam de pés e mãos atadas sem verem a resolução esclarecida, perde-se a credibilidade nas instituições, e a instabilidade social e política cresce a olhos visto, a juntar à instabilidade mundial, estamos em cima dum autêntico barril de pólvora que quando explodir vai deixar marcas e o resultado será a repetição da história. Países desterrados, miséria , fome, pobreza e o povo a pagar, Sabe por que as pessoas não reconhecem o que você faz por elas? Construi-se uma sociedade de cidadãos dependente e retirou-se-lhes a responsabilidade, porque ser-se responsável dá muito trabalho, preferiram enveredar por um estado paternalista que dá tudo e o que acontece; Porque, no início, o gesto gera gratidão. Na primeira vez, você é visto como alguém generoso. Na segunda, a gratidão transforma-se em antecipação – agora, a pessoa já espera o que você oferece. Na terceira vez, nasce a expectativa: ela passa a contar com aquilo. Na quarta, o que era gesto passa a ser visto como um direito; a pessoa sente que merece o que você oferece. Na quinta vez, você cria um vício: essa pessoa não consegue mais imaginar sua vida sem o que você dá, e já se sente mimada. Na sexta vez, quando percebe a falta de reciprocidade e decide parar, o que você recebe em troca é ressentimento. A pessoa, acostumada ao que recebia, agora se sente injustiçada e até pode começar a odiar-te por ter negado o que ela acreditava merecer. Por isso é fundamental reconhecer os limites do dar. Porque o outro não tem limites para receber. Temos de devolver a esperança aos cidadãos, recuperar a dignidade e o valor das conquistas na sua individualidade, mostra que todos temos os nossos talentos e somos capazes de subir na vida regenerando uma sociedade um povo e um país outrora orgulhoso dos seus feitos. Vamos deixar de ser os coitadinhos dos pedintes de esmola e mostrar que sim podemos MUDAR o rumo d nossa sociedade com coragem, determinação, confiança e esperança. Já diz o velho ditado: quem dá o que não tem a pedir vem. Estamos fartos de ser os pedintes, queremos ser livres porque valorizamos e sabemos o preço da liberdade e poder escolher o caminho que queremos para Portugal que no dia 5 de Outubro comemora-se a implantação da República; será que estamos na necessidade da implantação duma IV República?