segunda-feira, 27 de maio de 2019

                               A criança que eu sou
Passado um período de grande importância para os cidadãos, voltamos à normalidade e iniciamos o mês de Junho com a comemoração do dia da criança. O que poderão esperar as nossas criança no futuro, num país gerido desta maneira? Que tipo de cidadania estamos a formar para o futuro? Numa sociedade muito desequilibrada, com o egoísmo, a ostentação, a vingança, a injustiça, a arrogância, a prepotência, com os valores humanos deitados por terra, que tipo de sociedade esperamos ter no futuro. num regime designado de democracia onde quase 70% da população pura e simplesmente ignorou a sua «liberdade» de escolher aqueles que aparecem como seus representantes nas máximas instâncias de decisão da Europa. Qual serão as ilações que os políticos irão tirar à elevadíssima abstenção dos eleitores? Porque o povo está desiludido, revoltado com o modelo de democracia imposto, os políticos são escolhidos não em função de servir os cidadãos, mas na perspectiva de defender os interesses de grandes lobbies, que patrocinam partidos, que escolhem as figuras para que o povo possa eleger. Mas afinal é isto democracia? Se à partida assim fosse, o facto de a maioria recusar participar no ultimo acto eleitoral e se realmente a verdadeira democracia respeita a decisão das maiorias, este acto eleitoral deviria ser impugnado e repetido até que uma maioria decidisse realmente quem queria que os representasse no parlamento Europeu. Só que existem interesse que preferem perpetuar uma regime disfarçado de democracia mas que na realidade não expressa nem respeita a verdadeira vontade popular, e as pessoas sentem-se desprotegidas perante este embuste .    A primeira conclusão: se os políticos realmente defendessem  os verdadeiros interesses do povo, seria mudar radicalmente o modelo de democracia, onde cidadãos sem qualquer vínculo partidários e sem ter de respeitar as disciplinas dos mesmos, pudessem concorrer a qualquer lugar de eleição. Que na justiça houvesse equidade, que a saúde e a educação fosse a área onde o investimento respondesse às verdadeiras necessidades das populações, onde a segurança tivesse o seu espaço de confiança e de acção preponderante na tranquilidade da cidadania e seus bens, onde houvessem os políticos da causa dos povos e não os que lutam pelas causas impostas e as individuais, esquecendo que o lugar que desempenham só deveria existir se o cidadãos com direito a voto o elegesse. Teremos que repensar seriamente que futuro quereremos para as nossas crianças, para não comemorar o seu dia com hipocrisia, ou educaremos de forma a continuarem cidadãos individualistas, egoísta e sem espírito de sociedade e comunidade em função social.

sábado, 18 de maio de 2019

Chegou a hora das eleições. Temos que escolher os nossos governantes e votar. … Com muita tristeza digo, que os partidos políticos que estão no governo e os que lá estiveram, nem agora nas eleições, falam do maior problema que o povo tem que é as injustiças e a corrupção…! Que tanto prejudica o Povo …! Falando dos dois partidos mais importantes, PS, PSD, porquê que se agridem tanto, em vez de resolverem os problemas do povo…? (Infelizmente nas eleições anteriores tem sido sempre assim…)… Mas o que é isto…? E Porquê…? ... Por intuição, acho que poderá ser a própria estratégia deles…! … Não falam dos problemas do povo, porque não lhes interessa… que são as injustiças, a corrupção (e pelo que parece nada querem mudar…) … chateiam profundamente o povo, que muitos deles acabam por não ir votar, como protesto… O ideal seria termos uma nova lei eleitoral, sendo o povo a escolher os candidatos… … Mas o governo estuda tudo ao milímetro e tem na lei que os votos em branco e os votos da Abstenção, serão todos somados e entregues aos partidos mais votados. Por isso, independentemente do valor da Abstenção, serão sempre os mesmos 230 deputados. …( Se há pessoas a dizer o contrário ou estão desinformadas ou desejam que tudo fique na mesma.) … Hoje, sinto-me mais convicto e civicamente mais leve… de espontânea vontade vou votar, pela luta Cívica, no partido: NÓS CIDADÃOS Dr. Paulo de Morais, pela competência e dedicação. Agradeço a partilha deste meu texto para também Você contribuir a mudar algo para melhor… 
A democracia faz um novo chamado.
Vem aí mais um acto eleitoral. Voltamos a ter a oportunidade de escolher os nossos representantes na composição do futuro parlamento Europeu, apesar de já os partidos políticos terem feito a ((triagem à sua medida e conveniência). É com alguma tristeza que digo que os partidos que ao longo dos tempos partilharam ou partilham os sucessivos governos, porquê que se agridem tanto, em vez de resolverem os problemas do povo e continuam a utilizar as constantes e deficientes governações como argumento de combate político, em vez de serem os melhoramentos efectuados pelos mesmos, o que afinal muito pouco à a referenciar, casos com a injustiça e a corrupção, são situações que pouco ou nada vêm à praça pública. Aquilo que até têm conseguido propositadamente é o aumento constante da abstenção, meio com que os cidadãos eleitores desiludidos e revoltados, acham que será um protesto contra a sua revolta e descontentamento. Mas os governantes estudam tudo ao milímetro e tem na lei que os votos em branco e os votos da Abstenção, serão todos (somados e entregues aos partidos mais votados) ou melhor dito nem são levados em conta. Por isso, independentemente do valor da Abstenção, serão sempre eleitos os mesmos 21 deputados ao parlamento europeu. ( Se há pessoas a dizer o contrário ou estão desinformadas ou desejam que tudo fique na mesma). Hoje, pelo facto de ser independente, não ter de respeitar disciplinas partidárias, sinto-me civicamente mais leve, de espontânea vontade vou votar, pela luta Cívica, no combate à corrupção e à transparência, a única forma de ajudar o combate à corrupção será uma atitude responsável de nós os cidadãos eleitores, votar-mos massivamente em partidos que não tenham representatividade nos parlamentos. Para uma democracia mais equitativa, mais justa, mais transparente e sobre tudo mais participativa, porque a democracia evolui com a participação de todos nós os cidadãos livres.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Um olhar utópico
Simulador do Método d’Hondt
Em Portugal, as leis eleitorais da Assembleia da República, Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas, Autarquias Locais e Parlamento Europeu seguem o sistema de representação proporcional e utilizam o método de Hondt, muito embora este apenas encontre consagração constitucional quando à primeira
Inserir nº membros:
21
Listas
Nome/Partido:
PS
Nº votos obtidos:
770000
Nome/Partido:
PSD
Nº votos obtidos:
730000
Nome/Partido:
CDS
Nº votos obtidos:
720000
Nome/Partido:
BE
Nº votos obtidos:
690000
Nome/Partido:
CDU
Nº votos obtidos:
650000
Nome/Partido:
NOS CID
Nº votos obtidos:
610000
Nome/Partido:
PURP
Nº votos obtidos:
580000
Nome/Partido:
I Liberal
Nº votos obtidos:
520000
Nome/Partido:
PNR
Nº votos obtidos:
490000
Nome/Partido:
Basta
Nº votos obtidos:
410000
Resumo
Nº total de membros: 21
Eleitos por Lista:
PS: 3 Eleitos
PSD: 3 Eleitos
CDS: 2 Eleitos
BE: 2 Eleitos
CDU: 2 Eleitos
NOS CID: 2 Eleitos
PURP: 2 Eleitos
I Liberal: 2 Eleitos
PNR: 2 Eleitos
Basta: 1 Eleito
Um exemplo um tanto ou quanto absurdo, improvável e até impensável talvez, mas imaginem-se que os eleitores despertavam consciências democráticas e na hora de votar tinham este tipo de comportamento. Num universo de pouco mais de 6 milhões de votos válidos. Qual seria a análise política dos partidos que até aqui tiveram a hegemonia do poder? Logicamente que isto é apenas uma utopia numa ficção de simulação, só para mostra que a mudança de atitude dos eleitores alteraria e de que maneira o actual modelo político português.
PS: A escolha e ordem dos partidos foi absolutamente aleatória, apenas num grau de imaginação simples.
Simulador do Método d’Hondt
Em Portugal, as leis eleitorais da Assembleia da República, Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas, Autarquias Locais e Parlamento Europeu seguem o sistema de representação proporcional e utilizam o método de Hondt, muito embora este apenas encontre consagração constitucional quando à primeira
Inserir nº membros:
21
Listas
Nome/Partido:
PS
Nº votos obtidos:
770000
Nome/Partido:
PSD
Nº votos obtidos:
730000
Nome/Partido:
CDS
Nº votos obtidos:
720000
Nome/Partido:
BE
Nº votos obtidos:
690000
Nome/Partido:
CDU
Nº votos obtidos:
650000
Nome/Partido:
NOS CID
Nº votos obtidos:
610000
Nome/Partido:
PURP
Nº votos obtidos:
580000
Nome/Partido:
I Liberal
Nº votos obtidos:
520000
Nome/Partido:
PNR
Nº votos obtidos:
490000
Nome/Partido:
Basta
Nº votos obtidos:
410000
Resumo
Nº total de membros: 21
Eleitos por Lista:
PS: 3 Eleitos
PSD: 3 Eleitos
CDS: 2 Eleitos
BE: 2 Eleitos
CDU: 2 Eleitos
NOS CID: 2 Eleitos
PURP: 2 Eleitos
I Liberal: 2 Eleitos
PNR: 2 Eleitos
Basta: 1 Eleito