terça-feira, 26 de abril de 2022

 Numa página de Augusto Lauro Miranda, resposta a Manuel Joaquim. 26/04/2022 De maneira alguma. Pena é não haverem muitos portugueses com a sua capacidade de dialogo aceitando opiniões divergentes é essa a essência da democracia. Lamentavelmente os 48 anos de democracia melhorou muitas coisas, mas a grande maioria dos portugueses continuamos à espera do sonho; o milagre de Abril. Formaram-se cidadãos com os novos métodos de ensino e de novas oportunidades, mas depois não lhes demos a oportunidade de desenvolverem os seus ensinamentos e conhecimentos em prol duma nação mais próspera. Propositadamente o povo acredita cada vez menos neste modelo de regime; mais de 50% não vota pois os eleitos são piões dum sistema manipulado de interesses. Os meios de comunicação estão ao serviço desse mesmo sistema manipulado onde a falta de cultura democrática deste povo fez-lhos acreditar em tudo o que os meios lhes dizem, deixaram de pensar por sua própria cabeça e foram induzidos a pensar da forma que melhor convém ao regime. Degradou-se as forças armadas, tirou-se o poder aos serviços de segurança, atiraram-se os valores da sociedade para o balde do lixo, e a educação foi sequestrada por um modelo de doutrinamento em defesa de dogmas e daí deixar de defender a autêntica liberdade. A justiça só julga os que através do seu trabalho não conseguem meios para pagar os seus crimes, pois os verdadeiros roubos e os de grande escala à nação e aos cidadãos, esses continuam impunes, e pior ainda condecoram-se malfeitores e bandidos. A maior dívida de todos os tempos é a atual, o pior PIB é o pior de sempre, a corrupção atingiu situações inimagináveis. A saúde convertida no maior negócio de que há memória com a agravantes inerentes, falhas por todos nós conhecidas, faltas de atendimentos, consultas e intervenções adiadas em números escandalosamente exorbitantes. A quase total destruição da nossa agricultura, pecuária, pescas e indústrias tonando-nos progressivamente cada vez mais dependentes do exterior. O país mais corrupto da UE, e o o mais atrasado tendo sido ultrapassado até por países anteriormente do bloco de leste. Em suma parece que a democracia foi quase que um presságio que nos caiu em cima. Será que estaremos condenados a mais meio século de miséria e de exploração da frágil mentalidade dum povo que talvez confundiu tolerância com ingenuidade, e receio com sujeição e submissão? Por isso cada vez mais insisto que: Portugal quer justiça. https://www.facebook.com/justino70/

domingo, 24 de abril de 2022

                                       Carta de uma mãe

Por ter tido a felicidade do maior privilégio que uma mulher pode ter, o de ser mãe. Saio de casa com os sintomas de que: está na hora da chegada do grande dia. Aguardo desesperadamente pelo atendimento que demora uma infinidade. Após essa longa e desesperante espera, eis que sigo para o que pensava eu ser o derradeiro momento. Nada! os deficitários serviços de atendimento, pois tive a infelicidade de coincidir em dias festivos onde os profissionais quiças se (refugiam) entre o serviço em espera e os petiscos e iguarias da época nos convívios familiares que todos nós gostamos mas que nem sempre podemos acompanhar pelo facto de termos optados por profissões que nos delegam certas responsabilidade como as de serem entregues nas nossas mãos, as vidas de sere humanos. Entro em desespero pela circunstância a que estava passando e a angustia me embarga. Após o início do processo já por natureza própria difícil, ainda mais se complica quando sem saber porque o ato é interrompido, e a angustia torna-se em sufoco. Será que Cristo ressuscitado também sofreu semelhante atrocidade e terei de ser eu a crucificada desta Santa Páscoa? Efetivamente, só ao 3º dia é que consegui sair deste suplício. Hã! mas o caso não termina aqui. Dada a situação a que as circunstâncias deram azo, o recém nascido teve que ser levado para cuidados intensivos e eu sem saber o porque continuava ali num atrofiante e inimaginável desespero, quando mais tarde vim a saber que: forçada a amniotomia e o bebé deixado por 48 horas antes da execução da cesarina evacuou dentro do saco amniótico causando-lhe uma inflamação e até pondo em risco a minha vida. Imagina quão difícil foi carregar esta cruz. E pensar que em parte (por culpa) da morte e ressurreição de Cristo!

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Comentário a um artigo «A questão ambiental» publicado no JM-Madeira por Alberto João Jardim, dia 07/04/ 2022.

Atingimos o nível científico mais alto de sempre", mas ultrapassamos o nível mais alto de ignorância, submissão e manipulação das mentalidade de que há memória sujeitando-nos à corrupção implacável. "O homem saber dominar a natureza". Uma frase muito semelhante à do Simon Bolivar: Se a natureza se impõe lutaremos contra ela. Esquecem-se que o ser humano faz parte integrante dessa mesma natureza. Os fundamentalistas nunca foram apologistas da destruição da nossa economia básica de sobrevivência: Agricultura, pecuária, pescas, artesanato, e sucessivamente a destruição da paisagem natural convertendo a Ilha da Madeira na Ilha do betão e do alcatrão. A recente experiência da nossa total dependência do exterior deixou-nos apreensivos se não angustiantes quanto à garantia do nosso futuro como povo no que à sobrevivência dia respeito.

Declaração de António Costa. https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https%3A%2F%2Fwww.jm-madeira.pt%2Fnacional%2Fver%2F167168%2FEstado_forte_e_mais_bem_organizado_defende_Antonio_Costa&display=popup&ref=plugin&src=like&kid_directed_site=0&app_id=167700970454578

O objectivo é: conduzir radicalmente o povo à miséria e à subsídio dependência. poris a ingenuidade do povo e a falta de cultura democrática assim o dita.

Comentário á noticia da visita de Ursula Van derleyer à Ucrânia. 

Uma estratégia que passa pela debilitação política e econômica da Europa, já que nunca teve estratégia de defesa na UE, sujeitando-nos e subjugando-nos cada vez mais à hegemonia dos USA. Não querendo afirmar que do lada da Rússia de Putin estaríamos mais confortáveis, antes pelo contrário, qualquer da duas vertentes tirou-nos aquilo que a UE deveria ter salvaguardado, a nossa real e verdadeira independência, estratégica, política e financeira, coisa que não foi feito. O futuro passará pela autossuficiência, autonomia dos povos e salvaguarda da sua história e da suas cultura com um futuro e catastrófico desmoronamento da UE no actual contesto. Essa será a luta pela autodeterminação e o combate contra a globalização. Quando um parceiro é mau, outro é péssimo e um terceiro é terrível, só nos resta (o orgulhosamente ) sós e a começar tudo de novo. Será que a liberdade tem um preço demasiado elevado que nem todos temos a capacidade e experimentar e a inteligência de o podermos pagar?


Escaganifobético

Pode parecer mentira, mas esta palavra existe mesmo. Escaganifobético é adjetivo que, no sentido coloquial, significa fora do comum; estranho; esquisito. Ainda no sentido coloquial, escaganifobético significa que é pouco hábil ou ágil; desastrado. Assim, podemos usar esta palavra para qualificar algo fora do comum; algo estranho; esquisito; desastrado.

quarta-feira, 6 de abril de 2022

                                                                 CARTA DA SAUDADE

CHEGA o dia que isto estoira! Nos anos 60: Portugal era um país maioritariamente rural. Não nos tínhamos convertido ainda nos escravos dos serviços, nem tínhamos ainda entregue a nossa economia (nem o Império) a terceiros. A nossa Tradição católica, onde a moral regula o agir, impedia a modernização louca. Essa era a realidade da restante europa, dilacerada por 2 Grandes Guerras ou conflitos internos. Em Portugal, Nossa Senhora e os seus princípios de paz e harmonia, preservaram os povos lusos da guerra, da destruição, ainda que o governo maçónico republicano tenha enviado alguns à morte (1917) e as inaceitáveis e condenáveis guerras coloniais. O facto de termos sido um país rural é hoje olhado com desdém. Fizeram o humilde povo acreditar que com a revolução do 25 de Abril, com a liberdade seriam todos ricos; puro engano, Os oportunistas continuaram a sustentar a sua riqueza muito à custa da ingenuidade do povo que continua a manter essa ingenuidade como sustento da sua própria miséria. Nunca a liberdade condicionou e proibiu tanto os cidadãos, convertendo-os em autênticos escravos dum sistema. Na ansia de ter de tudo o que a sociedade tem para oferecer eis que surge:

O escravo moderno, entalado até ao pescoço, vê na simplicidade do campo, na propriedade privada, nos meios de produção próprios e na família um sinal de atraso. Assim nos fazem acreditar e principalmente os meios de comunicação controlados pelas máquinas do regime «democrático» nôa querendo regressar a era das cavernas!.
O que é moderno é dever ao banco, pagar impostos, imprescindível ter carro se possível sempre atualizado, morar numa casota por vezes cheia de coisas desnecessárias, ter um smatphone de última geração para não se sentir desatualizado, comer o que é sintético, pagar para correr numa passadeira, não deter meios de produção, nem propriedade privada, uma educação manipulada aos interesses instalados, ver séries e filmes degenerados, consumir futebol, Big brothers e outras estupidezes que atrofiam a mente dos seres pensantes, e claro, defender o ambiente de nós próprios, do nosso consumo e da nossa incapacidade produtiva.
Isso é ser moderno. Isto significa apenas: Que o ser moderno é não ter nada, mas ser feliz. Não é em 2030, é já hoje, que múltiplas gerações educadas a não ser nada, nem ninguém, julgam o passado dos simples que não só eram alguém, que na sua simplicidade e capacidade de sacrifico ajudaram muitos a se formarem, quando afinal como o mais pobre tinha mais que o mais rico: uma pátria, uma nação, Deus e a Família. A revolução industrial seguida da sociedade de consumo, deteriorou aquilo que era a essência duma sociedade equilibrada, transformou as pessoas em meros objetos de consumo, títeres e os meios de comunicação serviram para moldar aquilo que é hoje uma sociedade egoísta, hipócrita e mentirosa, e mais desigual do que nunca. Quando CHEGA o dia em que o trabalho seja valorizado e dignificado em vez de castigado com impostos, pelo atual regime. Temos de ter a coragem de resgatar os valores da sociedade, restaurar a democracia e restituir a autêntica libertação dos seres humanos para que voltem a pensar livremente por sua própria cabeça, e reconquistarem a verdadeira felicidade. Será que o simples povo português ainda CHEGA a tempo? Não querendo ser saudosista, mas a luta pela liberdade continua. Quando o computador plantar batatas e o smartphone puser ovos estará tudo concluído numa sociedade moderna.

                                         Cartas dum ilhéu 

Recentemente comemoraram-se 101 anos da 1ª viagem hidroavião. Quando em 1974 as  espectativas criadas quando da (conquista da liberdade) deu a esperança à maioria dos portugueses que o seu futuro estaria garantido quanto ao desenvolvimento do país e dos seus habitantes. Durante muitos anos o meio de deslocação dos madeirenses e porto-santenses foi de barco através do mar, apesar de até meados do século XX existir transporte aéreo graças ao hidravião. Atualmente com tanto avanço, tanta tecnologia e meios de transporte alternativos, regredimos e passamos a estar condicionados apenas ao transporte aéreo, com os condicionalismos atmosféricos que por vezes impedem o seu bom e seguro funcionamento. Se realmente houvesse algum génio, poderia ser aquele que projetou o malfadado teleférico do Curral das Freiras e que tivesse a genial ideia de criar um transporte alternativo de e para o continente, poderia  até ser um teleférico marítimo ou o regresso de um hidroavião, já que a aversão ao ferry é de tal ordem por parte dos governantes que os madeirenses sentimos-mos prisioneiros da nosso própria ignorância. Ainda não percebi que um serviço que funcionou e evoluiu durante 4 anos; 2008-2011, venha sempre o argumento da inviabilidade do serviço ferry, enquanto se projeta um teleférico para uma zona que quase um dos ex-libris da nossa paisagem e cartaz do nosso turismo. Francamente só mesmo  a ignorância faz-nos não compreender o porquê das sucessivas trocas de prioridade. Não podemos continuar indiferentes a estas situações e teimosia de interesses. Deixo aqui aberto o debate e a avaliação deste caso específico.          PS: Já agora parece que a asfaltagem da estrada das Gingas, (Floresta Laurissilva) vai avançar, em breve seremos conhecidos mundialmente pela Ilha do alcatrão e do betão. Porque nem todos somos parvos!