Olhando à nossa volta e com o desenrolar dos mais recentes acontecimentos parece que o mundo entra numa nova fase de transformação. Transformação social, económica mas sobre tudo política. As recentes declarações do novo presidente do país mais poderoso do mundo USA, fazem tremer e temer que algo de novo irá surgir a nível mundial e por inerência quer queiramos quer não, reverter-se-à a todo o mundo dada a influencia da economia americana no mundo. Primeiro o validar da decisão britânica sobre o Brexit, depois o caso antes citado, e por arrasto a imprensa já começa a prever alterações significativas no comportamento dos eleitores em alguns países da Europa, como é o caso da França. O facto da América querer recuperar a hegemonia comercial nacional com medidas que salvaguarda a produção interna, deixa a OMC em desequilíbrio, tornando assim numa incerteza tudo o que forem medidas sobre o mesmo. Mas a situações que o futuro a curto prazo nos revela é que, governam as democracias, governos que não obtiveram maiorias de votos, como o caso dos USA e o nosso, daí também que cada vez mais a população acha que não vale a pena ir votar, visto que já nem isso valem, a maioria dos votos. Depois é o comportamento dos políticos que após as últimas quatro décadas de regimes supostamente democráticos, a única liberdade que até aqui tem prevalecido é a dos interesses de quem são colocados à frente das organizações e partidos políticos, visto defenderem os interesses de minorias em detrimento das maiorias das populações a quem tentaram convencer com promessas e depois incumpridas, para obter os seus apoios através dos votos. O deterioro dos regimes começam sempre pelo descontentamento da maioria que depois de várias tentativas em encontrarem as soluções para a superação e o crescimento das suas economias, vêm-se impossibilitados de repor tudo aquilo pelo qual ao longo de décadas lutaram sem conseguir, e tudo por culpa das más administrações, levando depois a situações que a histórias está farta de contar e de as repetir. Não serão realmente os cidadãos que dia a dia tentam em vão com o seu esforço, reforçar as bases para uma democracia sustentável, mas sim quem envereda pela política e que depois de sentado no pedestal do poder, gere a seu belo prazer os interesses do povo que lhe foram confiados mas que nunca revertem a favor desse mesmo povo, daí que cada vez mais pensarem ter conseguido o objectivo, convertendo em alheamento politico a população no geral, mas sobre tudo cimentando o descontentamento geral que no futuro, poderá pelos caminhos da liberdade condicionada, colocar a democracia em perigo. Não quero acreditar que estamos a preparar uma III guerra mundial a conta gotas, como denominava à dias o Santo Padre, mas quem mais estará a contribuir para uma situação alarmante são, uma grande maioria de políticos deste século disfarçados de democratas.
domingo, 15 de janeiro de 2017
Sociedade, Saúde e Segurança
Aquilo que habitualmente sentimos no nosso meio é sem dúvida uma razoável segurança. um ambiente saudável e uma sociedade equilibrada. Quando algo de anormal acontece no nosso pequeno meio soam os alarmes, a população fica angustiada, começam os boatos, os comentários, as angustias e uma sensação de que afinal, o tal cantinho do céu parece perder um pouco do seu habitual ou aparente sossego. Quando somos confrontados com actos de violência pouco habituais, quando o álcool e a droga continuam a fazer estragos em várias sectores da sociedade, quando temos uma equipa de saúde que nos serviços públicos se desintegra pondo por vezes em causa a eficácia dos serviços, quando acabadas as festividades natalícias parecem cair-nos em cima a (sete pragas) do Egipto, começamos a pensar onde irá parar esta situação, facto que nos vinca mais por ser logo no início de um novo ano. Nas dúvidas e incertezas de uma Europa pouco europeia, de uma nova administração no todo poderoso USA, com ameaças de um futuro presidente com discursos radicais, deixa qualquer cidadão na expectativa e apreensivo quanto ao futuro pouco satisfatório. A continua acção política de tentar manter oculta a corrupção e à incerteza de continuar-mos a ser os contribuintes o sustento das entidades financeira (vulgo) bancos, deixa toda uma sociedade apreensiva e quase em alerta máxima a ver o que nos deparará no futuro. O medo na insegurança, na incerteza dos administradores dos bens públicos instala-se na cabeça de todo o cidadão minimamente responsável e que se vê atado de pés e mãos, a um sistema que não os liberta de uma preocupação cada vez mais acrescida de situações pouco esperançosas quanto ao futuro do país e do mundo. Ás vezes queremos transmitir uma mensagem positiva e de esperança querendo motivar a sociedade para um futuro melhor, mas as circunstâncias criam uma barreira que às vezes por muito pensamento positivo que possamos querer transmitir, pairam sobre nós as dúvidas fomentadas por uma democracia que após 43 anos, ainda não encontrou a receita para a liberdade plena e cívica, pois quem se apoderou dela, acha-se dono daquilo que a constituição consagra a todos. Façamos votos para que este novo ano 2017 traga ponderação aos nossos governantes, equidade à justiça e esperança, motivação, consciência cívica aos cidadão. Desejar a todos um novo ano cheio de esperança, deveria ser o lema, mas...! a ver vamos.
Aquilo que habitualmente sentimos no nosso meio é sem dúvida uma razoável segurança. um ambiente saudável e uma sociedade equilibrada. Quando algo de anormal acontece no nosso pequeno meio soam os alarmes, a população fica angustiada, começam os boatos, os comentários, as angustias e uma sensação de que afinal, o tal cantinho do céu parece perder um pouco do seu habitual ou aparente sossego. Quando somos confrontados com actos de violência pouco habituais, quando o álcool e a droga continuam a fazer estragos em várias sectores da sociedade, quando temos uma equipa de saúde que nos serviços públicos se desintegra pondo por vezes em causa a eficácia dos serviços, quando acabadas as festividades natalícias parecem cair-nos em cima a (sete pragas) do Egipto, começamos a pensar onde irá parar esta situação, facto que nos vinca mais por ser logo no início de um novo ano. Nas dúvidas e incertezas de uma Europa pouco europeia, de uma nova administração no todo poderoso USA, com ameaças de um futuro presidente com discursos radicais, deixa qualquer cidadão na expectativa e apreensivo quanto ao futuro pouco satisfatório. A continua acção política de tentar manter oculta a corrupção e à incerteza de continuar-mos a ser os contribuintes o sustento das entidades financeira (vulgo) bancos, deixa toda uma sociedade apreensiva e quase em alerta máxima a ver o que nos deparará no futuro. O medo na insegurança, na incerteza dos administradores dos bens públicos instala-se na cabeça de todo o cidadão minimamente responsável e que se vê atado de pés e mãos, a um sistema que não os liberta de uma preocupação cada vez mais acrescida de situações pouco esperançosas quanto ao futuro do país e do mundo. Ás vezes queremos transmitir uma mensagem positiva e de esperança querendo motivar a sociedade para um futuro melhor, mas as circunstâncias criam uma barreira que às vezes por muito pensamento positivo que possamos querer transmitir, pairam sobre nós as dúvidas fomentadas por uma democracia que após 43 anos, ainda não encontrou a receita para a liberdade plena e cívica, pois quem se apoderou dela, acha-se dono daquilo que a constituição consagra a todos. Façamos votos para que este novo ano 2017 traga ponderação aos nossos governantes, equidade à justiça e esperança, motivação, consciência cívica aos cidadão. Desejar a todos um novo ano cheio de esperança, deveria ser o lema, mas...! a ver vamos.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Fui ver o fogo
Um dos nossos principais cartazes turísticos o fogo do fim de ano que com muita espectacularidade e impacto torna a passagem de ano na Madeira um momento mágico. No entanto para quem reside perto das zonas de lançamento do fogo, torna-se à vários anos a esta parte, uma autentico martírio tornando impossível não só desfrutar do espectáculo, como também sofrer com o estrondo colossal que durante 12 minutos se torna num autentico massacre, quase comparável com um cenário de guerra. E ainda não houve ninguém que se debruçasse sobre o assunto a pensar residem muitas pessoas principalmente idosas ou com crianças , que durante a apoteótica manifestação de festa, sofrem horrores até dizer basta, com o estrondo ensurdecedor causado pelo rebentamento do fogo no espectáculo, seria que é possível remover alguns postos de lançamento de modo a tornar menos dramática a vida de cidadãos que com incapacidade de mobilidade e não só, preferiam que em vez do fim do ano talvez seria melhor transformar a situação não parecendo o fim do mundo?
Um dos nossos principais cartazes turísticos o fogo do fim de ano que com muita espectacularidade e impacto torna a passagem de ano na Madeira um momento mágico. No entanto para quem reside perto das zonas de lançamento do fogo, torna-se à vários anos a esta parte, uma autentico martírio tornando impossível não só desfrutar do espectáculo, como também sofrer com o estrondo colossal que durante 12 minutos se torna num autentico massacre, quase comparável com um cenário de guerra. E ainda não houve ninguém que se debruçasse sobre o assunto a pensar residem muitas pessoas principalmente idosas ou com crianças , que durante a apoteótica manifestação de festa, sofrem horrores até dizer basta, com o estrondo ensurdecedor causado pelo rebentamento do fogo no espectáculo, seria que é possível remover alguns postos de lançamento de modo a tornar menos dramática a vida de cidadãos que com incapacidade de mobilidade e não só, preferiam que em vez do fim do ano talvez seria melhor transformar a situação não parecendo o fim do mundo?
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