segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

                        Chega o perigo irrelevante 

Numa região que serviu de marco para os nossos heróis e dos feitos dos nossos marinheiros, nós os ilhéus vivemos numa região que não tem sequer uma alternativa aos transportes aéreos com os condicionalismos que isso acarreta e as complicações para nossa deslocação e a nossa economia, com a agravante que neste momento nem o Porto Santo terá de ser redescoberto por estar «isolado» com a retirada temporária do serviço marítimo (monopolizado) está suspenso e o da conceção da linha aérea ainda em atraso do concurso público por parte do governo da República. Surge um perigo iminente contra a corrupção, o compadrio, a prepotência e a arrogância dum sistema implantado desde 1 de Outubro de 1976 nesta região e que ao que parece o povo habituou-se a viver em liberdade condicionada Pelos Senhores Déspotas .       A partir de agora tronar-se-á mais difícil ignorar as realidades deste regime onde à conta da liberdade um grupo de iluminados copiaram o que de mau existia no antigo regime e sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. Mas os cidadãos madeirense começam a sentir a realidade e a despertar de um estado de hipnose que quase convertida em hibernação mental.  Ainda um tanto ou quanto escondidos no seu silêncio, os madeirenses começamos a acordar para a realidade e a fazer ouvir o eco da sua voz, na insatisfação, indignação e revolta e abraçando com muita determinação uma causa, o combate ao maior flagelo nacional e regional; a luta contra a corrupção. Chega uma nova maneira de fazer política e uma nova forma de estar em democracia, dignificar o trabalho e valorizar quem trabalha, reduzir drasticamente a canga que o estado impõe em impostos a quem pretende investir, criar postos de trabalho e com isso melhorar as condições de vida do nosso povo para evitar a desintegração das famílias com a sucessiva emigração dos nossos quadros, e fomentar também o aumento da população contribuindo para a recuperação da natalidade e evitando assim também a (necessidade) de recrutar mão de obra de países onde por vezes converte-se em uma nova forma de escravidão do século XXI e que ajuda a desqualificar a nossa principal indústria "O turismo" e a desvirtuar a nossa identidade, cultura e até por vezes tornando-se numa ameaça à nossa segurança. O perigo é realmente iminente no que ao futuro da nossa região diz respeito, e a irrelevância permanente e perpetuado ao longo de quase meio século de indiferença por parte dos sucessivos governos da república, deixa aberta a esperança a mais de 115 mil madeirense (abstencionistas) que indignados, defraudados, desiludidos e incrédulo começam a acreditar que nasce uma nova luz de esperança, para voltar a acreditar não em promessas vãs, não queremos continuar a enterrar os nossos sonhos mas sim a ignorância, a demagogia e a hipocrisia e com o seu trabalho, empenho, dedicação e fervorosa determinação em poder restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os autênticos valores da sociedade e voltar a sonhar que chega uma alternativa. 

Texto corrigido e enviado para o DN-Madeira 

Chega o perigo irrelevante 

Numa região que serviu de marco para os nossos heróis e dos feitos dos nossos marinheiros, nós os ilhéus vivemos numa região que não tem sequer uma alternativa aos transportes aéreos com os condicionalismos que isso acarreta e as complicações para nossa deslocação e a nossa economia, com a agravante que neste momento nem no Porto Santo pois terá de ser redescoberto por estar «isolado» com a retirada temporária do serviço marítimo (monopolizado) está suspenso para a manutenção e o da conceção da linha aérea ainda em atraso do concurso público por parte do governo da República. Surge um perigo iminente contra a corrupção, o compadrio, a prepotência e a arrogância dum sistema implantado desde 1 de Outubro de 1976 nesta região e que ao que parece o povo habituou-se a viver em liberdade condicionada Pelos Senhores Déspotas .       A partir de agora tronar-se-á mais difícil ignorar as realidades desta  (democracia) onde à conta da liberdade um grupo de iluminados copiaram o que de mau existia no antigo regime e sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. Mas os cidadãos madeirense começam a sentir a realidade e a despertar de um estado de hipnose que quase convertida em hibernação mental.  Ainda um tanto ou quanto escondidos no seu silêncio, os madeirenses começamos a acordar para a realidade e a fazer ouvir o eco da sua voz, na insatisfação, indignação e revolta e abraçando com muita determinação uma causa, o combate ao maior flagelo nacional e regional; a luta contra a corrupção. Chega uma nova maneira de fazer política e uma nova forma de estar em democracia, dignificar o trabalho e valorizar quem trabalha, reduzir drasticamente a canga que o estado impõe em impostos a quem pretende investir, criar postos de trabalho e com isso melhorar as condições de vida do nosso povo para evitar a desintegração das famílias com a sucessiva emigração dos nossos quadros, e fomentar também o aumento da população contribuindo para a recuperação da natalidade e evitando assim também a (necessidade) de recrutar mão de obra de países onde por vezes converte-se em uma nova forma de escravidão do século XXI e que ajuda a desqualificar a nossa principal indústria "O turismo" e a desvirtuar a nossa identidade, cultura e até por vezes tornando-se numa ameaça à nossa segurança. O perigo é realmente iminente no que ao futuro da nossa região diz respeito, e a irrelevância permanente e perpetuado ao longo de quase meio século de indiferença por parte dos sucessivos governos da república, deixa aberta a esperança a mais de 115 mil madeirense (abstencionistas) que indignados, defraudados, desiludidos e incrédulo começam a acreditar que nasce uma nova luz de esperança, para voltar a acreditar não em promessas vãs, não queremos continuar a enterrar os nossos sonhos mas sim a ignorância, a demagogia e a hipocrisia e com o seu trabalho, empenho, dedicação e fervorosa determinação em poder restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os autênticos valores da sociedade e voltar a sonhar que chega uma alternativa.


sábado, 21 de janeiro de 2023

 

                                Chega o dia que colapsa

Porque cada quem opina sobre aquilo que mais o preocupa. À hora em que este texto foi redigido, não sei se mais algum político deste país foi denunciado, suspeito, apontado, acusado por crime de corrupção, porque julgados serão poucos ou quase nenhum. Será este um motivo mais do que suficiente para a implosão do atual governo? À velocidade com que a cada hora que passa conhecem-se mais e mais casos da pior praga que assola este sistema; ( A CORRUPÇÃO!), e torna-se duvidoso pensar que a justiça consiga efetuar o seu trabalho, pois uns servem de adiamento aos outros tal são a quantidade de casos apontados e por resolver. E pensar que há muita gente (sem coragem e por vezes no anonimato) preocupada em julgar outros políticos porque chamam nomes a criminosos que estiveram ou estão na alçada da justiça e por razões pouco esclarecedoras mas que os próprios supostos criminosos foram coautores das leis que os ilibaram fazendo transparecer que afinal o crime de que são suspeito ou até foram acusado, não é mais que uma das tantas legalidades criadas por rste sistema democrático que além de legalizar o roubo, institucionalizou a corrupção, condena quem defende a verdade, persegue os seus defensores, incrimina quem defende e luta pela dignidade e os valores da sociedade e acusa de anti-democráticos aqueles que de forma acérrima lutam por um Portugal com equidade e justiça. (Tirado do Pequeno livro negro da corrupção) editado em 2020 e escrito pelo que foi candidato à presidência da República Paulo de Morais; os casos de corrupção são reiterados e, infelizmente, banalizaram-se. Não faltam exemplos que todos se podem recordar: corrupção na Expo 98, no Euro 2004, na compra de submarinos alemães, no BPN, no BPP, nas Parcerias Público Privadas, no BES, no BANIF, caso Friport, nas máfias do sangue e nos empréstimos que a CGD concedeu sem as correspondentes garantias. Tudo feito às claras! A corrupção é um procedimento obscenamente caro: só escândalo do BPN valeu aos cofres do estado (e que nós pagamos com os nossos impostos) 7 Milhões de €uros. Nomes como Carlos Melancia; Paulo Portas; José Socrates; Ricardo Salgado; João Rendeiro, Dias Loureiro; Torres Couto; Valentim Loureiro; Fernando Ruas; Basílio Horta; Jorge Coelho; Ferreira do Amaral e pare de contar. Será que este nomes lhes recordam alguma coisa? Os casos mais recentes parecem querer fazer esquecer estes além de que a própria (justiça) parece fazer questão de adiar até prescreverem todos eles. E não é que andamos nisto à quase meio século e este povo acha-se incapaz de por termo a esta calamidade institucional? Afinal que raio de democracia é esta e para que serve? será que é para que os D.D.T. continuem a usar a ignorância do povo para que com a sua ingenuidade eles continue a viverem ás custas da miséria dos portugueses.  Se não tivermos uma atitude contra estas vergonhosas movimentações e na hora de sermos chamados a votar continuarmos a permitir que gente sem escrúpulos ocupe o lugar que por dignidade deveria ser de gente séria, integra, honesta e com disponibilidade de servir a nação. Não queiramos em manter a ingenuidade tornando-nos cúmplices da nossa própria miséria e depois culpar os que por interesses pessoais continuam a eleger os mesmo que até aqui querem-nos fazer acreditar que só agora é que descobriram as verdadeiras soluções para este tsunami político e financeiro que eles criaram, e pensar que em boa parte com a cumplicidade dos que se recusam a votar. 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

                                              Condenados pela ignorância!

Querendo iniciar um novo ciclo nos texto que gentilmente este matutino me permite manifestar livremente o meu pensamento em respeito digno à liberdade de expressão. Recordo os tempos em que eram escritos textos de folhetins tipo romance ou história outrora editado diariamente. muitos autores e escritores divulgaram as suas obras através da páginas deste matutino onde entusiasticamente muitos leitores também as seguiam.  Os capítulos da nossa já adulta democracia prestes a cumprir cinquenta anos, deveria ter criado uma geração de cidadãos devidamente esclarecidos no que a democracia diz respeito. Mas será que a maioria do povo sabe realmente o que é democracia? No léxico da lingua portuguesa democracia traduz-se por: Governo em que o povo exerce a soberania direta ou indiretamente. Agora parem e pensem: será que é isso que tem sucedido no nosso país ao longo deste quase meio século? A liberdade que os portugueses supostamente conquistaram até à data em nada foi benéfica a milhões de portugueses até à atualidade, se não vejamos: Neste momento a inflação ultrapassa os 10%, é só ir ao supermercado: Somos dos países mais pobres da UE, temos a nível de corrupção o 3º mais alto da UE, temos 4 milhões de cidadãos a sobreviverem no limiar da pobreza, o nosso sistema educativo dos mais atrasados segundo a OCDE onde apenas 30% dos estudantes matriculados no ensino superior concluem os seus estudos e desses, emigraram nos últimos 10 anos quase 2 MILHÕES  optando por exercerem as suas profissões fora do país. A saúde está doente e pela hora da morte, milhões de cirurgias e consultas adiadas, encerramentos de serviços de urgências. A segurança pondo em eminente perigo os agentes da autoridade (polícias). Pratica-se entre o mais baixo ordenado mínimo da UE e das maiores cargas fiscais na mesma. Os recentes casos que sucederam nas últimas semanas no nosso país que num governo demonstrando uma fragilidade enorme já denominado de governo Big Brother onde cada semana sai um elemento acusado de corrupção, parece que o partido (maioritário) que «governa» começa a ter enorme dificuldade em recrutar gente séria pois todos eles demonstram uma apetência para o roubo que parece legalizado e pela já institucionalizada corrupção existente neste país. Será que iremos suportar por muito mais tempo este aluvião político onde o máximo magistrado da nação parece estar conivente com a tempestade que está a causar esta catástrofe, quando em tempo por situações menos graves e menos danosas, o então Presidente Jorge Sampaio dissolveu a Assembleia da República e fez cair o Governo na altura liderado por Pedro Santana Lopes e quem o sucedeu? nada mais e nada menos que José Socrates! Até onde isto chega? Esperemos pelos próximos episódios desta fotonovela que eu designaria de: "A saga do roubo continua".

sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

                                          A laranjada perdeu o gás!

Vamos iniciar um novo ciclo. Como outrora muitos dos nosso pais e avós se deliciavam com os romances publicados nas páginas de então neste matutino a caminho dos 150 anos de existência. Além dos muitos casos de corrupção que se arrastam à muito tempo neste país, desde 1976 vem-se arrastando a governação de Portugal enveredou por um percurso onde os responsáveis da nação mostram muito (pouca vontade) em acabar por o pior flagelo criado à conta da liberdade;  «A CORRUPÇÃO». 1989; Carlos Melancia 500 mil contos, fax de Macau. Em 1988 Rui Mateus numa proposta duma empresa alemã vinculada com o mesmo caso. Em 1993 no caso, Melancia era absolvido do (crime). Em 2010 (Caso expo 98) um negócio na contratação de 3 navios para apoio de alojamento então à expo. Caso Tecnoforma. Caso Bragaparque. Caso Friport. Caso Vistos Gold. 

domingo, 1 de janeiro de 2023

  Porque nada me impede sonhar

Inicia-se um novo ano. Semeiam -se votos de desejos de saúde, paz, esperança, numa simples frase de feliz ano novo. Mas será que estaremos realmente a fazer a nossa parte para que esses votos se concretizem? Vivemos num país onde a esperança continua adiada ano após ano. Será porque não tomamos a verdadeira atitude do querer que algo verdadeiramente mude. Será que aquilo que desejamos, por vezes até ansiámos, faria sentido começarmos a ter da nossa parte outro tipo de atitude perante as adversidades que continuam a assolar-nos no nosso dia a dia? A nossa saúde que julgamos e afirmamos não ter preço, a nossa segurança ameaçada por vários fatores, a nossa educação condicionada por dogmas, filosofias e doutrinamentos políticos, os valores que defendemos e que o medo nos impede de lutar e defender a qualquer custo submetendo-nos aos do politicamente correto mesmo que ponham em causa o nosso modelo de vida de sociedade e humanismo que tanto preservamos. Quando sentimos a ameaça de tudo isto, teremos uma enorme dificuldade em avaliar o grau de perigo a que se coloca a nossa verdadeira e autêntica liberdade. Sim! porque LIBERDADE não é propriamente fazer aquilo que nos apetece, mas sim fazer aquilo que; dentro dos limites do razoável nos proporcione felicidade, bem estar, alegria , segurança, saúde e dignidade num modelo de vida em sociedade. A definição de liberdade poderá ter diversas maneiras de interpretar, mas: Só no direito de um indivíduo proceder conforme lhe pareça, desde que esse direito não vá contra o direito de outrem e esteja dentro dos limites da lei. Eu diria mais; e quando a lei permite que à conta da liberdade se cometam erros, então, altera-se, corrige-se ou simplesmente muda-se a lei. Porque no nosso país quer transparecer que para a classe política o roubo foi legalizado, na Constituição da República parece ter sido institucionalizado dados os sucessivos atos de corrupção que levam a grande maioria dos cidadãos a pensarem nada poderem fazer. Mas atenção! a liberdade permite-nos ( aparentemente) a escolher de quem irá gerir os nossos destinos e que infelizmente mais de metade da população decidiu virar as costas à liberdade, por não se rever neste modelo de escolha nem acreditar neste tipo de sistema. Continuamos a adiar o inadiável por estar constantemente em causa o nosso futuro, parece que o medo de mudar incute-nos um receio enorme em de forma livre e sem preconceito alterar «radicalmente» o nosso comportamento perante o constante adiar de soluções que só a nós nos diz respeito. E andamos nisto há quase meio século e ingenuamente imputamos as culpas a todos, quando os verdadeiros culpados da nossa situação seremos em boa parte nós, com o nosso receio a nossa atitude e o nosso comportamento. Inicia-se um novo ano e as mudanças só acontecerão se realmente tivermos a coragem de: querer mudar alguma coisa, para isso o primeiro passo será o de mudar de atitude perante um sistema que impõem o medo a que os cidadãos se manifestem e utilizem livremente a liberdade que a democracia consagra. Democracia não é só votar cada vez que somos chamados, também é o livre expressar dos anseios, sentimentos e desejos de cada um de nós os cidadãos para que de certa forma nos sentamos verdadeiramente livres.  Por isso; é hora de começar a pensar em cada um dos nossos problemas, das nossas dificuldades, dos nossos anseios, dos nossos comportamentos e atitudes perante uma sociedade ignóbil e encontrar a formula de os atingir, solucionar e resolver, mas o futuro está nas nossas mãos. Num novo ano chega uma nova oportunidade, não a deixemos fugir no risco de a pouco e pouco deixarmos perder até a nossa liberdade de sonhar.