sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

 

No Sorriso de Quem Limpa

O carácter não precisa de palco e quando precisa, normalmente é porque lhe falta substância.                  Há quem precise de holofotes para existir politicamente. Há quem precise de palco para provar relevância. Mas a verdadeira autoridade moral constrói-se longe das câmaras e das polémicas artificiais. Aprendi algo simples: não elevar a voz para não perder a razão.  No meu dia a dia, evito transformar o debate público em espetáculo. Porque ninguém paga bilhete para assistir a teatro gratuito sobretudo quando o drama é fabricado e o final é previsível: inflamado, emotivo e, muitas vezes, vazio de consequência.  Já vimos esse teatro. Vimos protagonismo excessivo. Vimos discursos carregados de promessa. Vimos finais lamechas, cheios de retórica e simbolismo, mas pobres em transformação real.  No meio desse protagonismo ruidoso, são frequentemente os trabalhadores anónimos os que limpam, constroem, cuidam e sustentam que nos recordam o verdadeiro significado da palavra “servir”.                                              No fim, a lição é simples: há quem brilhe sob os holofotes, e há quem ilumine discretamente o quotidiano. A diferença nota-se quando a luz se apaga.                                                          Sem coragem, o espírito enfraquece. Com coragem, encontra sentido no serviço ao bem comum. A desilusão existe. A frustração também. Mas a pergunta permanece: existe alternativa? Ou é tempo de assumir projetos, participar ativamente e fazer valer com atitude e coerência os princípios em que acreditamos?             Quando não se gosta, ignora-se. É essa, muitas vezes, a atitude dos inteligentes perante o ruído estéril. Quando se responde com agressividade a quem pensa diferente, revela-se insegurança e, por vezes, ignorância.                                                 A diversidade de caminhos não enfraquece uma causa quando o propósito é comum. Se o objetivo é mudar e melhorar Portugal, então é nesse propósito que devemos concentrar a energia e não nas divisões artificiais.                                     Se há quem utilize a imagem de líderes mediáticos para se manter confortável dentro do sistema, porque não usar a mesma determinação mas ao serviço de uma mudança verdadeira?                                               A diferença não está apenas na força da liderança. Está na intenção, na coerência e nos princípios que a sustentam.                                                 À medida que aumenta o desgaste da confiança pública, torna-se mais difícil encontrar pessoas sérias dispostas a governar. O sistema tende a perpetuar quem já está dentro dele, enquanto aqueles que desejam mudança e transparência hesitam em integrar estruturas que consideram distantes da ética que defendem. Após 50 anos de (autonomia), talvez seja a hora do verdadeiro desafio não seja apenas criticar o sistema mas construir alternativas com responsabilidade, integridade e capacidade de serviço.

 "A LIBERDADE MAL GERIDA CONDUZ AO FRACASSO" Acreditar numa pessoa que, pelo discurso, confronta um sistema que sobrevive da corrupção e da ingenuidade do povo e que faz da própria voz as ansiedades desse povo é ingenuidade ou é a última réstia de esperança de que algo possa mudar? Por que continuar a sustentar um regime que criou um sistema onde o roubo foi legalizado, a corrupção foi institucionalizada com a cumplicidade da justiça, o patrocínio dos meios de comunicação e a indiferença de um povo a quem a liberdade não trouxe verdadeira cultura democrática? Afinal, dar o aval a um líder que verbaliza tudo o que guardámos em silêncio durante décadas sob o manto da classe política e de alguma covardia e que, corajosamente, enfrenta o sistema acreditando que possa ser a última oportunidade da democracia não será também pôr em risco aquilo que até aqui chamávamos de liberdade? Ou, no fim, não terá sido o próprio fracasso do sistema alimentado por corruptos e oportunistas que criou o monstro que agora teme?

No dia em que surgir um líder disposto a enfrentar o suistema, resolver os problemas essenciais da sociedade e a fazer a justiça cumprir o seu papel num sistema que, por 52 anos, se alimentou da corrupção e da hipocrisia política, esse dia marcará uma rutura inevitável. “Os seus adversários perderão espaço político, e os seus opositores apressar-se-ão a rotulá-lo de ditador.” Nayib Bukele

Quando a corrupção deixa de ser desvio e se torna doença crónica, o povo procura um antibiótico um líder com coragem para enfrentar o sistema. Renasce então a esperança de que o vírus seja vencido e que a epidemia moral CHEGA ao fim.”

Quando alguém desqualifica automaticamente o pensamento divergente, deixa de praticar democracia no sentido pleno e passa a praticar intolerância ideológica. “A grande vantagem de acreditarmos na democracia como a verdadeira via para a liberdade é que, quando o projeto em que confiamos promove consenso e gera frutos, até aqueles que estão contra nós acabam por ser beneficiários desse projeto.”

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

                             NO SORRISO DE QUEM LIMPA

O carácter não precisa de palco e quando precisa, normalmente é porque não o tem.

Não elevar a voz, senão perdes a razão
o que eu utilizo no meu dia a dia não discutir em público, pois ninguém paga o bilhete, para ver teatro de graça
Aqui aplicaram tudo o que não deviam, e todos vimos teatro dramático, com final lamecha, amoroso

No meio de tanto protagonismo inflamado, acabam por ser os trabalhadores anónimos que nos recordam o significado da palavra “servir” No fim, a lição é simples: há quem brilhe sob holofotes e há quem ilumine discretamente o quotidiano. A diferença nota-se quando a luz apaga.

Sem coragem, o espírito enfraquece; com coragem, encontra sentido no serviço ao bem.

A desilusão existe. A frustração também.
Mas a pergunta mantém-se: há alternativa?
Ou é tempo de assumir o projeto e fazer valer, com atitude e luta, os princípios em que acreditamos?

Quando não se gosta, ignora-se é isso que fazem os inteligentes.
Quando se responde com agressividade a quem pensa diferente, revela-se ignorância.

A diversidade de caminhos não enfraquece a causa quando o propósito é comum.
E se o propósito é mudar Portugal, então é nele que devemos concentrar a nossa energia.

Se há quem utilize a imagem de líderes mediáticos para se manter confortável dentro do sistema, porque não haveremos nós de usar a mesma determinação mas ao serviço de uma mudança verdadeira?                                    
A diferença não está na força da liderança, está na intenção e nos princípios que a sustentam.
À medida que aumenta o desgaste da confiança pública, torna-se mais difícil encontrar pessoas sérias dispostas a governar. O sistema tende a perpetuar quem já está dentro dele, enquanto os que desejam mudança e transparência hesitam em integrar estruturas que consideram distantes dos princípios da honestidade política.”

domingo, 22 de fevereiro de 2026

 

 Estratégia para construir “MUDAR”

A sigla pode significar algo que una:

  • M – Modernização / Mérito / Mercado

  • U – Unidade / União

  • D – Desenvolvimento / Democracia

  • A – Autoridade / Alternativa / Autonomia

  • R – Responsabilidade / Renovação / Reforma

A chave é equilibrar mudança económica com continuidade cultural.

https://chatgpt.com/s/t_69999f395034819185b5175c7694891c

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

 Quando a cidade já não parece tua

Houve um tempo em que passear pela nossa cidade era um gesto natural de pertença. Caminhávamos pelas ruas não apenas para as atravessar, mas para as viver observando o quanto eram acolhedoras na sua idiossincrasia, essa identidade própria que também ajudávamos a construir. Tornávamo-la única porque nela encontrávamos os amigos, os conhecidos, os vizinhos. Em cada esquina estavam impressos os nossos hábitos e costumes; em cada porta aberta, um rosto familiar.                                                                        Os espaços comerciais eram mais do que locais de compra: eram pontos de encontro, de conversa demorada, de distração partilhada. As lojas faziam parte da nossa vida. O atendimento era extensão da nossa cultura, e as montras refletiam quem por ali passava. Havia história nas fachadas e memória nos interiores lugares que fizeram do passado o que foi o nosso presente e que hoje parecem já não reconhecer-nos.                                                                                                                                                A pouco e pouco, esses espaços desapareceram das nossas rotinas, como desaparecem aqueles que amamos. No seu lugar, multiplicam-se lojas de souvenirs, muitas vezes quase vazias, atendidas por trabalhadores vindos de outras paragens, na sua maioria asiáticos. Proliferam também óticas e lojas de aparelhos auditivos como se, simbolicamente, a cidade nos dissesse que estamos cada vez mais cegos e surdos ao que realmente importa.                                                                                                               Com o crescimento do turismo, a cidade transformou-se profundamente. Entramos numa loja e somos abordados em inglês; por vezes, nem a língua portuguesa ecoa já nas esquinas onde antes se pediam esmolas. Sente-se uma estranheza difícil de explicar como se a cidade que conhecíamos tivesse morrido silenciosamente.                                                                                                                                           Para onde caminha o Funchal, outrora tão português, tão madeirense, tão nosso? Quem nos visita encontra aqui o mesmo que encontra na sua própria terra. Pode comer uma pizza como em Itália, um croissant como em Paris, entrar num pub como em Londres. Mas torna-se difícil provar uma sandes de bife de atum, um filete de espada com cebolada ou umas cavalas com molho de vilhão. Ainda se encontra, é certo, a sandes de carne de vinho e alhos sem ter de esperar pelo Natal  ou um bolo do caco com manteiga de alho ou chouriço, tantas vezes já industrializado, como símbolo apressado de uma identidade simplificada.                                                                                                                                                   Talvez a cidade não tenha morrido. Talvez esteja apenas a transformar-se. Mas fica a pergunta: conseguiremos preservar o que nos tornava únicos enquanto abrimos as portas ao mundo? Ou acabaremos por nos tornar apenas um cenário bonito, onde a memória resiste apenas na saudade de quem ainda se lembra?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Quando a cidade já não é tua.

 Quando a cidade parece já não ser tua 

Tempos vão em que um dos motivos  que nos levavam a um passseio pela nossa cidade a observar-la o quão acolhedora com a sua idiossincracia que era, faziamos nós de única, onde encontravamos os amigos, os conhecidos e até os vizinhos. Onde a nossa cultura, os nossos hábitos e costumes estavam bem patentes em cada esquina, onde os espaços comerciais quase que se tronavam nos espaços do tipo passatempo ou de diversão ou distração.  Os espaço outrora históricos, os locais que fizeral do passado o que hoje deixou de ser o presente e nada será como dantes no futuro. O comercio que faziam parte da nossa vida, as lojas onde os atendimentos eram a fonte da nossa cultura e as montras o espelho de quem por lá passava, a pouco e pouco desaparecem das nossas vidas assim como aqueles que já partiram. Lojas de sovenir são como cogumelos muitas delas raramenete com clientes e servida por empregados hindustânicos.  O que também  proliferam são lojas de óculos ou deaparelhos para os ouvidos, como querendo dizer que o povo está cada vez mais cego e surdo. Parece que a nossa cidade morreu com eles. Com a (invasão) de turista, servidos por empregados que na sua maioria já nem falam a nossa lingua, pois eu madeirense entro numa qualquer loja e a abordagem é em inglês, e não é que até os que pediam esmolas pelas esquinas desta nossa cidade já nem falam portugês. Para onde caminha esta nossa cidade do Funchla que em tempos era tão portuguesa, tão madeirense tão nossa, quem nos visita compra o mesmo aqui do que na sua própria terra. Come quem sabe uma pzza como em Itália ou um coissant como em Paris, entra num PUB como em Londres, mas tem dificuldade em provar uma sandes de bife de atum, um filhete de espada de cebolada, ou umas cavalas com molho de vilhão, apenas e ainda consegue comer uma sandes de carne de vinho e alhos sem ter de esperar pelo natal, ou um bolo do caco industrial com manteiga de alho ou com chouriço para dizer que esteve no Funchal.

Quando na maior parte das vezes existem falhas na aplicação da justiça e quando as leis parecem ser feitas com “brechas” ou exceções que favorecem interesses instalados, instala-se a perceção de cumplicidade sistémica.

Quando há sucessivos casos de corrupção, processos que se arrastam anos, dificuldades em investigar e condenar é natural que cresça a contestação pública. Isso não é “populismo” por definição. É uma reação social a perceções (ou realidades) de impunidade.

Comentário a uma publicação :Maíza Fernandes 19/0272026 em relação ao CHEGA -Madeira

Como militante nunca fui convidado para uma reunião, convenção ou assembleia partidário regional se é que alguma vez existiu, e as duas (Santarém e Viana do castelo) que assisti a nível nacional foram inscrições feitas e pagas com o meu dinheiro, nunca a convite do partido, de qualquer orgão ou de algum dirigente foram da minha própria iniciativa.. Infelizmente, quando a coragem inicial cede lugar ao medo ou ao silêncio, abre-se espaço para que oportunistas e infiltrados ocupem o terreno que outros conquistaram com sacrifício.
Quem primeiro pegou na bandeira e saiu à rua fê-lo movido por convicção, não por conveniência. Fê-lo quando não havia garantias, nem lugares assegurados, nem aplausos fáceis. Foi a coragem desses que abriu caminho.
Mas os projetos que não protegem os seus princípios acabam por ser ocupados por quem vê na estrutura apenas uma oportunidade — não uma missão. E quando o oportunismo substitui a convicção, a identidade dilui-se e o propósito enfraquece.
A solução, porém, não está no ressentimento, mas na recuperação da coragem inicial. Porque movimentos nascem da ousadia de poucos, mas só se mantêm vivos quando essa ousadia se transforma em cultura, participação e vigilância interna. Nunca uma istituição partidária terá sucesso se for sequestrada por vaidades e protagonismos individiais.

Se a bandeira foi erguida por coragem, só a coragem a poderá manter erguida se os seus pricípios se mantiverem fimes. É pena que se CHEGA ao desmoronar dum sonho numa oportunidade e na tentativa de conseguir MUDAR Portugal!

domingo, 8 de fevereiro de 2026

                                influenecers ou sondagens?

As sondagens como meios de informação, ajudam a compreender o clima político e as preocupações do eleitorado. As de orientação, por vezes contra a su tendencia ou orientação política, as pessoas tendem a apoiar quem parece estar a ganhar, para que após os resultados, não fazerem parte da fração derrotada.    As sodangens intencionalmente manipuladas com a intuito de influenciar o eleitorado, os dados são apresentados de forma sensacionalista “disparo”, “queda livre”                                                                    Se as pessoas e os meios de comunicação social combatessem o sistema que legalizou o roubo e institucionalizou a corrupção, com a mesma narrativa e a veemencia com que o fazem no combate ao candidato à Presidencia da República que se apresenta contra o sistema, dificilmente teriamos chegado a este estado de degradação a que Portugal chegou após 52 anos de (democracia/ Socialismo).                    As sondagens alimentam o medo e promovem a abstenção. Aos corajosos, só nos dão força. O medo está do lado do adversário já lhe fizemos um Seguro, a coragem vive cada vez mais nos portugueses que querem mudar, para enfrentarem as tempestades sejam elas naturais, políticas ou manipuladas por um sistema que tenta a todo custo sobreviver como até aqui, muita à custa da miséria e das agruras deste humilde povo.                                                                                                                                              Mas chega o dia que isso cansa e agora imaginem! se 2.700.000 portugueses corajosos e fazer nascer a esperança numa nova revolução de forma democrática? Afinal podemos fazer o que ainda não foi feito e condizendo com o slogan do 25 de Abril: " O povo é quem mais ordena, podemos MUDAR Portugal!  Queremos unir esforços para recostruir aquilo que a corrupção destruiu, os valore, a confiança nas instituições e a equidade na justiça.                                                                                                               No proximo dia 08 de Fevereiro os portugueses corajosamente terão a última palavra, não desperdicem a oportunidade de restaurar a democracia e restituir  a LIBERDADE. 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

 AS PEDRAS COM QUE TROPECEI AO LONGO DA MINHA VIDA APENAS SERVIRAM PARA CONSTRUIR A PORTA PARA O MEU SUCESSO.

As pedras em que tropecei ao longo da minha vida apenas serviram para construir a porta do meu sucesso.

Cada pedra em que tropecei ao longo da vida acabou por se tornar parte da porta que me levou ao sucesso.

As pedras que encontrei no caminho da minha vida não me travaram; serviram para erguer a porta do meu sucesso

Tudo aquilo que me fez tropeçar ao longo da vida acabou por ser o alicerce da porta que hoje me abre ao sucesso.


O problema é que todos os que abraçam a política com a narrativa de ajudar o povo mas não especificamente qual a franja de povo vão ajudar. Propaganda tipo as médias da anedota. Foi gajos, dois frangos, um comeu os dois frangos, em média cada um comeu um, a realidade é bem diferente. No modelo democrático em que o nosso regime assenta não há lugar para consciência política, pois ambas as partes estão longe desse princípio, povo e classe política caminham em caminhos literalmente opostos e isso o tal política/ partidos políticos nunca irá funcionar no nosso país, por culpa de ambas as partes.

Quando já estiver tudo arruinado, destruído, sem solução visível, eles Socialistas abandonam o barco, deixam tudo na mão dos (ditadores) extremistas, fascistas,  xenófobos, racista e exploradores do povo que viram ( sacrificar) esse mesmo povo vítima do sistema e ficam á espreita para logo que a recuperação seja visível, vêm os arautos da liberdade e os paladinos da democracia armadas novamente a reivindicar benefícios.  Tem sido sempre assim. 

Acho que a malta não quer é entender que o Estado é o problema, e não as pessoas que estão nos lugares á vez, nada disse resulta porque não há nem métricas nem incentivos correctos, há ordenados e lugares só isso.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

 

Sondagens ou manipulação?

As sondagens, enquanto meios de informação, ajudam a compreender o clima político e as preocupações do eleitorado.
 Já as sondagens com efeito de orientação podem, por vezes, ir contra a tendência ou convicção política das pessoas: muitos eleitores tendem a apoiar quem parece estar a ganhar, seja pelo chamado efeito de arrastamento, seja para não se sentirem parte da fração derrotada após os resultados.                             Existem ainda sondagens intencionalmente manipuladas, com o objetivo claro de influenciar o eleitorado. Nestes casos, os dados são apresentados de forma sensacionalista, recorrendo a expressões como “disparo” ou “queda livre”, mais para provocar emoções do que para informar.                                 Se as pessoas e os meios de comunicação social combatessem o sistema que legalizou o roubo e institucionalizou a corrupção com a mesma narrativa, intensidade e agressividade com que combatem o candidato à Presidência da República que se apresenta contra esse sistema, dificilmente ele teria surgido nem talvez teríamos chegado ao estado de degradação a que Portugal chegou após 52 anos da frágil democracia/socialismo.                                                                                                                                   As sondagens alimentam o medo e promovem a abstenção. Aos corajosos, porém, apenas dão mais força. O medo está do lado do adversário, já lhe fizemos um seguro. A coragem vive cada vez mais nos portugueses, prontos para enfrentar tempestades, sejam elas naturais, políticas ou manipuladas por um sistema que tenta, a todo o custo, sobreviver como até aqui, muitas vezes à custa da miséria e das agruras deste humilde povo.                                                                                                                                       Mas chega o dia em que isso cansa.                                                                                                                E agora imaginem: e se 2.700.000 portugueses corajosos fizessem nascer a esperança numa nova revolução, de forma democrática?                                                                                                           Afinal, podemos fazer aquilo que ainda não foi feito e, fazendo jus ao slogan do 25 de Abril, “O povo é quem mais ordena”, podemos MUDAR Portugal.