sábado, 26 de setembro de 2015

                                  PPF; Passado, Presente e Futuro
Estamos prestes a participar em mais um acto eleitoral, a grande oportunidade que a liberdade permite através de um regime democrático. O descrédito a que nos levaram os políticos que ao longo de quatro décadas geriram os destinos do país, levou-nos a cada vez menos motivados virar as costas ao acto eleitoral e desmotivados de tudo o que seja política, pois a sensação de impossibilidade que nos sentimos de mudar o que quer que seja, mas com toda a certeza no dia 5 de Outubro, de volta ao trabalho(quem o tem) nos cafés, nos transportes, enfim, lá estarão todos os que exerceram o direito de voto e mais todos os outros que não o fizeram, com as suas conversas, criticas, comentários e revoltas sobre os resultado, as promessas desacreditadas, os moldes como tudo se desenrola. Será que não é tempo mais do que suficiente para tentar uma vez mais alterar o plano político deste país? são 16 partidos ou movimentos que se apresentam ao acto eleitoral, os do costume, os que pertenciam aos grupos do costumo mas que se sentiam prisioneiros e condicionados pelos partidos a que pertenciam e acharam por bem libertarem-se desse grupo de interesses e sair à rua com uma forma diferente porque seremos nós cidadãos, livre no tempo p'ra avançar, que teremos para agir,  juntos pelo povo e com o povo, democratas e renovadores, nacionalistas, amigos de animais, pensionistas e reformados, enfim, todos os que acham que ainda é a democracia o menos mau dos regimes, e que abusivamente tem sido tão maltratada que os portugueses na sua maioria já não acredita e daí dar passos largos e virara as costas às eleições o que dará a oportunidade de que tudo continue como está, de que se abram as portas à continuidade e que a passos largos o país esteja de costas viradas contra o seu próprio povo. Para que isso não aconteça e imaginem-se que dos quase 50% dos eleitores que pensam em não cumprir com o seu dever, optassem por votar num dos pequenos partido de modo que, entre todos conseguissem igual ou maior numero de votos que os partidos do arco do poder. O que aconteceria se isso fosse o resultado do próximo acto eleitora? A experiência do passado, fez do presente não acreditarmos no futuro, mas afinal a liberdade ainda permite que tenhamos uma réstia de esperança no futuro, basta que para isso mudemos de atitude e tenhamos um acto de coragem para alterar o plano àqueles que durante quatro décadas acham-se donos e senhores da mentalidade dos portugueses. Encher-se de coragem, firmes e determinados e dar uma reviravolta ao passado encerrar o presente e semear o futuro, a liberdade que a democracia consagra ainda nos dá essa oportunidade mais uma vez. Sejamos coerentes com as nossas críticas, o nosso desalento, e a nossa revolta do dia a dia, e usemos civilizadamente a arma que teremos nas nossas mãos no próximo dia 4, pois estas são as primeiras eleições que não serão ganhas nem com promessas, nem com inaugurações, pois a miséria a que este país foi levada está bem patente no dia a dia e estampada no rosto de cada cidadão, um passado amargo, um presente desolador e um futuro incerto.Em nome da liberdade, se nalguma coisa esta carta aporta motivação para muitos cidadãos indecisos o objectivo foi conseguido, salvar o país das garras dos malfeitores.