terça-feira, 31 de março de 2026

            CONSTITUIÇÃO, 50 ANOS DE AUTONOMIA  QUE FUTURO NOS ESPERA?


Sempre que falamos de democracia, lembramo-nos do 25 de Abril e da conquista da liberdade reafirmada em 25 de Novembro de 1975. Dessa mudança nasceu a Constituição a lei suprema que define como o Estado funciona, quais são os direitos dos cidadãos e quais são os limites do poder político.                                           A Constituição é, em essência, o contrato fundamental entre o Estado e o povo. Baseia-se em três pilares: direitos e deveres dos cidadãos; organização dos poderes do Estado; limitação do poder político.                 Nenhum governante pode fazer o que quiser. Esse é o princípio básico de qualquer democracia. Mas o mundo mudou: evoluíram as tecnologias, os comportamentos e os desafios sociais. Surge então a pergunta legítima: estará a Constituição a acompanhar essa evolução?                   A liberdade é a base da democracia, mas também tem limites. Não pode servir para ofender, caluniar ou intimidar. Contudo, também não pode ser restringida por interpretações ideológicas que afastem a vontade popular. Ao serem os aprtidos a esolherem os membros desse órgão já estarão a pôr em causa uma norma constitucional, a separação de poderes.                                                       Quando milhões de eleitores escolhem representantes, negar-lhes participação plena nas instituições levanta dúvidas sobre a própria essência democrática. A democracia não pertence a juristas, partidos ou ideologias pertence ao povo.                   Quanto à autonomia, ela é um direito de autogoverno em assuntos locais, mantendo a unidade nacional. No entanto, a sua sustentabilidade depende de visão estratégica. A dependência excessiva de um único setor económico, como o turismo, pode tornar qualquer região vulnerável a crises externas.                                   A democracia exige debate. A Constituição exige atualização. A autonomia exige responsabilidade..       O futuro não se constrói com silêncio constrói-se com participação, coragem e sentido crítico.


                       Constituição 50 anos Autonomia

Que futuro nos espera? Sempre que surge a palavra democracia, ligamo-la ao 25 de Abril, mais recentemente a sua restauração reafirmada no 25 de Novembro designada de Constituição da República. Deveria ser a lei suprema dum país, o documento que define como o estado deveria funcionar, quais os direitos dos cidadãos e os limites do poder político. Sintetizando, é um conjunto de regras fundamentais a todos onde governantes e governados teriam de respeitar.  Diriamos que poderia designar-se de " Carta magna", o contrato  fundamental entre o estado e o povo. Baseada em três ideias essenciais, a definição dos direitos e deveres do cidadão,  organização do estado e seus poderes e limitação do poder político. Partindo do primeiro degrau definição dos direitos e deveres do cidadão;  a liberdade de expressão, o direito à saúde e educação, o direito ao voto e ao da igualdade perante a lei. No segundo degrau estariam, organização do estado e seus poderes; governo, parlamento, tribunais e presidencia da república e por fim o limite ao poder político; nenhum governante poderá fazer o que quiser pois a mesma serviria par impedir abusos de pode. O mundo evoluiu, mudaram-se diferentes formas de comportamentos e de tecnologia e outros sectores, mas parece que a Constituição é inalterável e iandaptável aos novos tempos. 

Quando a base principal de todo regime onde impere a liberdade, parte-se do principio que essa mesma liberdade terá forçosamente os seus limites em que não estariam condicionada a liberdade de expressão sempre que não fosse utilizada para mentir , caluniar, ofender ou intimidar o outro. Será pois neste pilar da democracia que começa a dúvida quando um dos vários autores vem contestar a integração do que se considera tradição a participação dos partidos maioritariamente votados na escolha dos seus membros o que de si já põe em causa a separação de poderes consagrada nessa mesma constituição, num então criado tribunal constitucional e que o sistema mantem refém dos princípios ideológicos dos seus principais autores, porque a constituição não se eterniza com a evolução do mundo e com ele do país deve e pode ser melhordad atualizada e corrigida ou alterada consoante as ciscusntâncias, da mesma forma que ele foi criada, redigida e implementada às cercunstâncias do memento para tal vivido. Foi feita contra o anterior regime que durante 42 anos impôs um regime que perseguiu e condenou opositores, principalmente de idiologia socialista/Comunista, razão que levou aos autores da atual constiutição reprimir regimes de teor político de direita catlogando-o de fascista quando os proprios autores da constituição vieram mais tarde refutar essa afirmação, Mário Soares e Otelo saraiva de Carvalho, afirmaram que Salazar não ea fascista . Eis pois o prrimeiro contraditório de uma democracia. Se a liberdade permite a escolha livre dos governantes, quem são eles os arautos da democracia e paladinos da liberdade para conndicionarem as escolhas ddo memso povo quando a democracia é cabalmente o seu direito e a sua voz?  E agora vem o Prf.Dr. Jorge Miranda catedrático, jurista dizer que o CHEGA  não pode escolher juizes para o atual tribunal constitucional. Renegar o direito de 1.700.000 mil eleitores é estar contra a democracia. 

No que a autonomia diz respeito, é o direto de uma região governar-se em assuntos locais, mantendo-se como parte do país e respeitando as leis nacionais. Será que a grande dependencia de um só sector com o risco elevado como o turísmo, nas circunstância atuais de insegurança em que o munso vive, põe em causa a sustentabilidade da nossa autonomia? 

sábado, 28 de março de 2026

 texto reconstruido para o "Folha Nacional"

Porquê a nossa democracia tem medo do CHEGA?

Desde 1974, o 25 de Abril serviu para propagar a liberdade e endeusar a democracia, mas foi também utilizado para diabolizar a direita democrática, sob o pretexto de que os 41 anos de regime autoritário durante os quais a liberdade de expressão era vigiada tinham como grande propósito silenciar aqueles que veneravam o socialismo e promoviam o comunismo.

Mas afinal, o que é que o regime de António de Oliveira Salazar perseguia?
Os setores comunistas e socialistas diziam que Salazar era fascista. No entanto, um protagonista do próprio processo revolucionário, Otelo Saraiva de Carvalho, afirmou em várias ocasiões que tal classificação não correspondia exatamente à realidade. Também Mário Soares declarou que Salazar não era fascista e que, apesar de tudo, não tinha utilizado dinheiro público para benefício pessoal.

A narrativa de classificar o ditador como fascista não era mais do que o espelho do contraditório: tal como Salazar rotulava os seus opositores de comunistas, também os seus adversários o rotulavam de fascista.

A partir daí, para implementar o socialismo, inicialmente pela força perseguindo, intimidando e, em alguns casos, recorrendo à violência contra conservadores e depois de forma dita democrática, foram sendo monopolizadas instituições, manipulada a educação, pressionados partidos da direita e condicionadas opiniões na comunicação social, conduzindo para um único campo ideológico setores fundamentais da sociedade.

Eliminados, supostamente, esses opositores; debilitadas e reduzidas à mínima relevância as Forças Armadas; retirada autoridade às forças de segurança; politizadas e partidarizadas a justiça, a educação e a comunicação social tornou-se mais fácil à extrema esquerda vender a ideia do socialismo e conquistar, de forma oportunista, a confiança de um povo humilde, pacífico e solidário.

Converteram solidariedade em submissão, tolerância em sujeição e doutrinamento em manipulação de mentalidades.

E eis que, de repente, se construiu uma nova realidade: destruíram-se décadas de esforço e sacrifício de um país que, com o trabalho dos seus cidadãos, chegou a possuir uma das maiores reservas monetárias do mundo. Após duas guerras mundiais e mais de meio século de história, e mesmo com a integração europeia há mais de 40 anos, continuamos a ser um país economicamente frágil e entre os mais atrasados da União Europeia no chamado mundo desenvolvido.

Daí surge a desilusão, a desolação e, em abril de 2019, depois de um sentimento coletivo de “basta”, nasce um novo movimento político pela mão de um homem: André Ventura.
Uma liderança firme e determinada, identificada com as situações que levaram o país à crise, ao descrédito na democracia e ao risco de hipotecar a liberdade.

Por isso, o sistema que socialistas e comunistas designaram de democracia e que, segundo os seus críticos, foi sequestrado, permitindo abusos, corrupção e desconfiança passou a temer o surgimento do Chega.
Quando, na visão dos seus apoiantes, esse partido surge com o propósito de restaurar a democracia, restituir a liberdade, resgatar valores sociais e devolver o poder político ao povo.

   Porquê a nossa democracia tem (medo) do CHEGA?

Desde  1974 que o 25 de Abril serviu para propagar a LIBERDADE e endeusar a democracia, mas foi utilizado para diabolizar a direita democrática com o pretesto de que os 38 aanos de regime totalitário e onde a  (liberdade de expressão) era vigiada com um grande propósito, silenciar aqueles que veneravam o socialismo e promoviam o Comunismo. Mas afinal o que é que o regime totalitário de Salazar persseguia? Os comuno-socialistas diziam que Salazar era fascista, quando um extremista como Otelo Saraiva de Carvalho um dos precursores do 25 de Abril  afirmou que tal não era verdade e Mário Soarse em várias declarações confirmava que ele não era fascista e mais ainda, nunca tinha utilizado um tostão dos dinheiros públicos para benefício próprio. 

A narrativa de classificar o ditador de fascista não era mais nem menos que o contraditório de Salazar contra os seus discordantes e opositores de rotulá-los de comunistas.

A partir daí e para implementar o Socialismo inicialmente pela força persseguindo, intimidando e assassinado os conservadores, e depois de forma (democrática) monopolizaando instituições, manipulando a educação, intimidanndo os partidos da direita conservadora e coartando as opiniões da imprensa e conduzindo a si todos os setores mais importantes da sociedade.Eliminados que foram (supostamente) esses opositores, debilitadas e reduzidas à minima insignificancia as forças armadas, retirada a autoridade aos agentes das forças de segurança, politizando e paritidarizando a justiça, a educação e a comunicação social foi fácila à extrema esquerda vender a ideia do sociaçlismo e comprar de forma cruel e vil a ingenuidade deste povo humilde, pacífico e solidário. Converteram solidariedade em submissão, tolerância em sujeição e doutrinamento em manipulação de mentalidadades: 

E eis que de repente construiram; destruiram 38 anos de sacrifíicio e de repressão de um país com o esforço dos seus compatriotas chegou a ser a 5ª maior reserva monetária do mundo, após 2 (duas9  guerras mundiais, em 52 anos e mesmo com a mão estendida à Europa já lá vão 40 anos, continuamos a ser um país de 3º mundo e dos mais atrasados da UE dentro do que se designa de mundo desenvolvido.

Daí que surge a desilusão, a desolação e em Abril de 2019  depois de uma experiência metamorfósica de BASTA, surge pela mão da coragem, e determinação de um HOMEM; André ventura  uma mão direita identificada,  firme e determinada , identificada com as situações que levaram o país à calamidade, ao descrédito na democracia e ao risco de hipotecar a LIBERDADE.

Por isso que o sistema que os Socialista/Comunistas designaram de democracia sequestrando-a, legalizando o roubo e institucionalizando a corrupção, dí que ssurgiu o medo do CHEGA, quando na realidade é que o CHEGA  veio para: restaurar a democracia, restituir a LIBERDADE, reagatar os valores da sociedade e devolver o poder da democracia ao povo. 

domingo, 22 de março de 2026

                                     Fé, Esperança e Religião

Desde que o Homo sapiens descobriu que tinha poder sobre os outros seres, começou a eterna luta entre o bem e o mal. Quando alguns perceberam que podiam ter mais poder do que outros, a lei da sobrevivência passou a vigorar, intensificando esse confronto.                                                                     Mas afinal, o que é a fé? Será uma ilusão da mente ou uma necessidade do espírito.                                 Talvez a resposta esteja na ideia de que não somos apenas seres humanos vivendo uma experiência espiritual, mas sim seres espirituais vivendo uma experiência humana pensamento frequentemente associado ao escritor e palestrante Dr. Wayne Walter Dyer (1940–2015), autor de várias obras de desenvolvimento pessoal.                                                                                                                           O ser humano, a partir da perceção do seu poder, começou por impô-lo através da força física. Contudo, ao longo da sua evolução, colocou em prática uma força que, à partida, não era visível: a força mental e psíquica. Foi esse o verdadeiro marco da evolução da humanidade uma transformação que nunca mais parou.                                                                                                                                 E é notável pensar que essa força invisível superou, e de que maneira, aquilo que tradicionalmente associávamos ao poder: músculos, energia corporal e vontade de conquistar. Através da força física, muitos impérios dominaram o mundo, muitos países demonstraram o seu poder e muitos povos subjugaram civilizações. Mas com a evolução da mente humana, o domínio de uns seres humanos sobre outros tornou-se ainda mais evidente e sofisticado.                                                                                  Se essa força for utilizada para oprimir, submeter, explorar, sacrificar, aniquilar ou exterminar, continuará a ser designada como a força do mal. Se, pelo contrário, for aplicada para evoluir, motivar, alimentar, ajudar, perdoar e amar, será a força do bem e nasce do mesmo homem. A diferença está em que lado se encontra o seu espírito.                                                                                                              É aqui que surge a fé, que muitas vezes procura expressão na religião entendida, na sua essência, como o seguimento do exemplo de alguém que promoveu as forças do bem.                                       Infelizmente, a luta entre o bem e o mal continua ao longo dos tempos, e será sempre uma decisão humana escolher qual caminho seguir, para que o ser humano possa verdadeiramente viver a sua esperança num mundo onde a força do bem esteja em maioria e consiga enfraquecer a força do mal. Para muitos, essa esperança é encontrada através da religião, mesmo sendo ela conduzida por homens livres que, por vezes, a utilizam como capa para ocultar intenções menos nobres. Ainda assim, na sua essência, permanece a semente do bem.                                                                                                 Não devemos entrar em conflito de princípios, valores ou crenças. Não tomemos apenas uma semana (SANTA) para poder promover o bem, isso deverá ser prolongado durante todo o tempo que nos emprestou a vida na passagem por este nosso paraíso.                                                                        Aquilo que muitos ateus ou agnósticos tentam atribuir como culpa à religião não passa, muitas vezes, de uma forma de deslocar responsabilidades. Não é a religião, por si só, que decide, age ou erra são os homens que a interpretam, a conduzem e a utilizam. Culpar a religião por todos os males é, por vezes, uma simplificação cómoda, tal como seria injusto ignorar que, em nome dela, já foram cometidos erros graves. A verdade é que a responsabilidade última pertence sempre ao ser humano, às suas escolhas e à forma como decide agir. A religião é promovida por homens, vivida por homens e, por isso mesmo, sujeita às virtudes e às falhas humanas. Pode ser instrumento de paz ou de conflito, de união ou de divisão, dependendo da consciência de quem a pratica. Não é a fé que cria o mal, nem a ausência dela que garante o bem. O bem e o mal nascem das decisões humanas.                                                                Por isso, mais do que discutir se a culpa é da religião ou da sua negação, importa reconhecer que a verdadeira responsabilidade está sempre nas mãos do ser humano na sua liberdade de escolher, na sua capacidade de discernir e na sua vontade de agir com justiça.                                                                        A religião nunca deverá ser fanatismo da fé, nem instrumento de poder. Deverá ser, sim, o percurso que ajuda o ser humano a ter a clarividência necessária para distinguir o bem do mal. Com recurso à religião, ao coração ou até à força física, será sempre a nossa mente a decidir a verdadeira escolha aquela que nos permitirá construir um mundo melhor.

Fé, esperança e religião

Desde que o "HOMO SAPIENS" descubriu que tinha poder sobre o outros seres, começõu a luta do bem contra o mal. Pensar que estes próprios seres descobriram que alguns até teriam mais poder do que outros, a lei da sobrevivencia passou a vigorar em confronto do bem contra o mal. Mas afinal o que é a fé? Será mesmo uma ilusão da mente, ou uma necessidade do espítito? Porque não somos seres humanos vivendo um experiência espiritual, somos seres espirituais vivendo uma experiência humana. Uma frase do Dr.Wayne Walter Dyer (1940-2015) foi um palestrante e escritor americano de livros de desenvolvimento pessoal, entre eles muitos best-sellers. Algumas de suas obras são "A verdadeira magia" O ser humano a partir da suaa perceção de poder, iniciou a impôr esse poder através da força física, mas ao longo da sua faze evolutiva p^s em prática um poder que à partida não era vixível, a força mental e psíquica. A partir daí foi o culminar da evolução do que hoje conhecemos como evolução da humanidade e isso nunca mais parou. E pensar que foi essa a força que superou e de que maneira aquilo que parecia ser o que temos como concepção de força, relacionada com musculos, energia corporal, evontade de conquistar, Através da força fíisca muitos imperios dominaram o mundo, mundo países demonstraram os eu poder de domínio e muitos povos suplatarm civilizações. Mas com a tal evolução da força invisível ( a da mente humana) cada vez mais o domínio de seres humanos a outros é mais evidente. Se essa força for utilizada para oprimir, submeter, explorar, sacrificar, aniquilar e exterminar continua a ser designada a força do mal, se pelo contrário for aplicada para evoluir, motivar, alimentar, ajudar, perdoar e amar, será a foça do bem e nasce do mesmo homem, a diferença é de que lado está o seu espírito. E aí é que vem a fé, que procurou na religiºao que não é mais nem menos do que o seguimento do exemplo de alguém que promoveu todas as froças do bem. Infelizmente a luta entre o bem e o mal continua ao longo dos tempos e será essa a decisãoa tomar para que o «der hymano» possa verdadeiramente vicar a sua esparnaça num mundo onde a força do bem esteja em maioria e consiga desmotivar a força do mal. Para muitos poderá ser encontrada através da religião mesmo sendo ela conduzida leos mesmos homens livres que utilizam-na por vezes como capa para o cultar o seu espírito maligno, mas que na sua essência prevalece a semente do bem. Não podemos entra em conflito de princípios, valores ou crensas. A religião nunca deverá ser fanatismo da fé, ou esperança do poder, será sim e sempre o percurso para que o ser humano tenha a clarividencia de destinguir o bem do mal. Com recuso à religião, ao coração ou à força fíxica, será a nossa mente a decidir a verdadeira escolha para que possamos construir um mundo melhor.

quinta-feira, 12 de março de 2026

 

Quando a democracia chega a uma gruta

Portugal orgulha-se de viver em democracia há mais de meio século. A nossa região celebra cinquenta anos de autonomia. No entanto, ao olhar para a realidade quotidiana de muitas populações, impõe-se uma pergunta inevitável: o que mudou verdadeiramente para quem continua a enfrentar problemas estruturais que parecem eternizar-se no tempo?                                                                                       Ao longo destas décadas, a promessa de uma democracia participativa e inclusiva nem sempre se concretizou como muitos esperavam. Persistem desigualdades, dificuldades económicas e um sentimento crescente de distanciamento entre cidadãos e instituições. Para muitos portugueses, a democracia tornou-se um sistema formal, presente nos discursos e nas cerimónias, mas distante da vida real das pessoas.                                                                                                                                    Parte deste problema reside na relação entre a política e os cidadãos. Durante demasiado tempo, a participação democrática foi reduzida quase exclusivamente ao voto periódico. A mobilização cívica, o envolvimento ativo e a integração progressiva dos eleitores na vida política raramente foram prioridades de quem governou. Sem esse envolvimento, torna-se difícil construir confiança num sistema que frequentemente é apresentado apenas como “o menos mau” entre as alternativas possíveis. Outro debate que permanece em aberto é o papel dos partidos políticos na democracia. Durante décadas consolidou-se a ideia de que não pode existir democracia sem partidos. Contudo, essa visão levanta uma questão legítima: se a liberdade é o fundamento da democracia, porque razão um cidadão livre não pode participar diretamente na vida política sem estar necessariamente integrado numa estrutura partidária?                                                                                                                                                Nos últimos anos, o desgaste acumulado do sistema político português abriu espaço ao surgimento de novos movimentos e partidos. Alguns desses projetos nasceram precisamente da perceção de que os partidos tradicionais falharam em renovar a política e responder às preocupações de uma parte significativa da sociedade.                                                                                                                          A reação inicial a esses novos movimentos foi, muitas vezes, marcada pela desconfiança e por rótulos imediatos. Termos como “extremista”, “radical” ou “populista” passaram rapidamente a fazer parte do debate público. Essa tendência revela, em muitos casos, a dificuldade que o sistema político tem em lidar com forças que desafiam o equilíbrio estabelecido ao longo de décadas.                                      Não se pode ignorar que o período posterior ao 25 de Abril também construiu uma narrativa política particular, na qual certas correntes ideológicas foram durante muito tempo associadas ao passado autoritário. Essa herança histórica contribuiu para moldar o debate político português e influenciou a forma como determinadas posições foram encaradas no espaço público.                                            Ainda assim, muitos cidadãos continuam a acreditar que é possível renovar a política. A esperança de uma mudança real baseada na seriedade, na responsabilidade e no serviço público continua a mobilizar pessoas que desejam ver restaurada a confiança nas instituições e na própria democracia.                  Mas a realidade política raramente corresponde às expectativas iniciais. Projetos de renovação enfrentam frequentemente obstáculos internos e externos. Interesses instalados, burocracias complexas e práticas enraizadas ao longo de décadas tornam qualquer tentativa de mudança mais difícil do que parecia à partida.                                                                                                                                Quando isso acontece, a frustração cresce. Oportunismo, indiferença cívica e desconfiança generalizada acabam por alimentar um círculo vicioso que fragiliza o próprio sistema democrático.                            A democracia, porém, não se esgota nas instituições. Depende também da capacidade de renovar práticas, promover transparência e recuperar princípios fundamentais como o pragmatismo, o bom senso e o verdadeiro espírito de serviço público.                                                                                      Se esses princípios forem esquecidos, corre-se o risco de transformar a democracia num labirinto burocrático onde as decisões se arrastam e as soluções nunca chegam.                                               Mais do que discutir rótulos ou ideologias, talvez seja tempo de colocar uma questão essencial: como tornar a democracia mais próxima dos cidadãos e mais eficaz na resolução dos seus problemas?  Responder a essa pergunta poderá ser decisivo para garantir que a democracia portuguesa continua a evoluir e que a liberdade conquistada há décadas não se perde na escuridão de uma gruta política onde poucos conseguem ver a saída. 

 

Quando a democracia chega a uma gruta

Quando a instabilidade se instala num país que, por si só, já enfrenta inúmeras fragilidades, é inevitável questionar o verdadeiro estado da sua democracia. Portugal vive há mais de meio século em regime democrático e algumas regiões celebram quase cinquenta anos de autonomia. Ainda assim, muitos dos problemas das populações permanecem por resolver — e, em muitos casos, parecem até agravar-se com o passar do tempo.

Para muitos cidadãos, a democracia continua a ser um sistema distante, quase inacessível. Ao longo destes anos, a classe política raramente conseguiu criar as condições necessárias para envolver verdadeiramente os eleitores no funcionamento da democracia, incentivando a participação ativa e o crescimento cívico. Sem esse envolvimento, torna-se difícil gerar confiança num regime que, frequentemente, é apresentado apenas como “o menos mau de todos”.

Persistem também ideias que muitos consideram contraditórias. Há quem defenda que não pode existir democracia sem partidos políticos. No entanto, se a liberdade é o fundamento da própria democracia, por que razão um cidadão livre não poderá participar diretamente na vida política e democrática sem estar necessariamente integrado numa estrutura partidária?

Neste contexto, não é de estranhar que, após décadas de domínio dos mesmos partidos e de um sentimento crescente de frustração política, tenha surgido em Portugal um novo movimento político. Desde o início, esse movimento foi alvo de inúmeras classificações — xenófobo, racista, extremista, fascista — como se qualquer ideia fora do consenso dominante tivesse de ser imediatamente rotulada e desacreditada.

Durante muito tempo, o período que se seguiu ao 25 de Abril procurou associar toda a direita política ao regime anterior, marcado por um sistema autoritário, nacionalista e profundamente anticomunista. Essa herança dificultou durante décadas a afirmação de uma direita política moderna e democrática.

Apesar disso, muitos cidadãos persistiram na ideia de que era possível fazer política de forma diferente — com mais responsabilidade, mais seriedade e maior compromisso com o serviço público. Para esses, começou a surgir uma luz ao fundo do túnel: a esperança de renovar a política, devolver dignidade à classe política e restaurar a confiança nas instituições.

Contudo, a realidade política raramente é simples. Os projetos políticos são feitos por pessoas, e as pessoas transportam consigo hábitos, ambições e, por vezes, vícios difíceis de abandonar. Assim, aquilo que poderia representar uma nova esperança acaba, muitas vezes, por ser fragilizado por infiltrações de interesses antigos e por práticas que o próprio sistema foi alimentando ao longo de décadas.

Dessa forma, o oportunismo de alguns, a indiferença de muitos, a ingenuidade de outros e a ignorância de alguns setores da sociedade acabam por sustentar um sistema que, demasiadas vezes, permite que a desigualdade e a frustração social persistam sob a sombra de práticas pouco transparentes.

Quando alguém tenta realmente mudar esse sistema e cumprir aquilo que prometeu, depara-se frequentemente com uma realidade complexa: interesses instalados, mecanismos burocráticos e resistências que transformam aquilo que poderia ser simples numa tarefa quase impossível.

Quando a democracia começa a complicar aquilo que deveria ser simples, corre o risco de se transformar num beco sem saída.

Por isso, torna-se essencial refletir. É necessário recuperar princípios fundamentais como o pragmatismo, o bom senso e, acima de tudo, a verdadeira vontade de servir o interesse público. Só assim uma democracia pode afirmar-se plenamente, consolidar-se e garantir que o futuro — e com ele a liberdade — não fique comprometido.

 Quando a democracia chega a uma gruta

Quando a instabilidade num país que por si já é instável, com um regime supostamente democrático mas que e após 52 anos de democracia numa região que em breve comemora 50 anos de autonomia, ainda não conseguiu solucionar a grande parte dos problemas das populações, ou pior ainda parece que a cada dia que passa agravam-se esses problemas que por si só são um pesadelo para uma sociedade que continuam com enorme dificuldade em fazerem parte integrante da evolução dessa democracia, onde a classe política nunca criou motivação para a integração progresiva dos eleitores na democracia, no seu crescimento ativo e participativo e criar as condições necessárias para confiar neste regime que diz-se ser o menos mau de entre todos os outros. Ainda há quem continue a achar que é impossível haver democracia sem partidos políticos, o que pessoalmente acho uma aberração e muito contraditório, se a liberdade é o berço da democracia, qual a razão de qualquer cidadão livre não poder ser parte integrante dessa mesma democracia? Vem a talho de foiçe e nada a ver com o símbolo que ela possa representar, a facto de nos ultimos tempo e depois do (insucesso /fracasso) dos partidos políticos em Portugal ao longo destes 52 anos, surgir uma partido que inicialmente levou a ser rotulado de xenófobo, racista, extremista, fascista e tudo o que terminasse em (ista) diabolizando afinal um partido que corajosamente e depois de inicialmente ter sido perseguido, ameaçado e manipulado, quis afirmar-se como um partido assumidamente de direita, pois o pós 25 de Abril quis forcosamente com a implementação do Socialismo erradicar a direita da cena política conotando-a com o anterior regime autoritário, nacionalista, conservador e anti-comunista, pois era essa basicamente a filosofia política do chamado Salazarismo.

Custou muito limpar essa imagem, mas fruto da persistencia de muitos corajosos que nos identificamos com uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracai. Ver uma luz ao fundo do túnel para mudar Portugal, devolvendo a dignidade à classe política, a confiança nas instituições e a seriedade e a honestidade no desempenho de cargos públicos transferindo o oportunismo para o conceito de missão, de estar ao serviço das populações. Por vezes torna-se quase que utópico aquilo que até então se pretendia e que fez crescer de forma muito notória a adesão e o crescimento na projeção nesse projeto nesse movimento. Mas como é feito por seres humanos e estes por ventura têm hábitos, por vezes vícios que estão impregnados no seu intimo e que dificilmente se libertam deles, aí que a aposta nessa nova esperaça ter ficado consignada e condicionada à invasão e infiltração de alguns dos viciados na ansia de não perder aquilo que a eles tinha-lhes custado 50 anos de resistencia à contestação, servindo-se do sistema, para que o aproveitamento dos (espertos), a indifernça de muitos, a ingenuidade de alguns e aignorância de outros, continuasse a ser o suporte para que a miséria do povo continuasse a ser o sustento dum sistema sob o manto da corrupção.

Quando alguém se porpõe tomar decisões que chocam com os interesses, com o modo como o sistema se habituou a gerir a democracia, ou querendo cumprir com o prometido, esbarra de tal forma com as impurezas desta democracia e as incertezas dos verdadeiros interesses, condicionado uma solução que até poderia e deveria ser simples e fácil mas que em democracia tem de passar pela censura dos intresses que até aqui conquistaram a liberdade. Quando a democracia utiliza métodos para complicar aquilo que deveria ser simples, tona-se num beco sem saída. É hora de analisar o porquê de a falta pragmatismo, de bom censo e a vontade de servir que  são os princípios que eventualmente validariam uma democracia autêntica, a sua afirmação e consolidação sem correr o risco de hipotecar o futuro e com ele a liberdade. 

Como posso ser importante. Com o meu comportamento perante a sociedade posso vir a conquistar esses estatuto.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Quero ser importante.

Como emigrante que fui, nunca senti que tivesse o direito de fazer exigências ao país que me acolheu. Antes de tudo, procurei compreender as regras, cumprir a lei e trabalhar com dedicação.
A oportunidade de viver e trabalhar noutro país traz também uma responsabilidade: respeitar a sociedade que nos recebe e contribuir de forma digna para ela.
Foi com esse espírito que procurei equilibrar a oportunidade que me foi dada com um comportamento respeitoso e digno, acreditando que o esforço, o trabalho e o respeito são a melhor forma de conquistar o nosso lugar. Quem pensa de forma diferente pode ter outras razões, mas para mim existe um princípio essencial: cada nação tem o direito de preservar a sua identidade, as suas regras e os valores que a definem.
Ao longo da história, os povos construíram comunidades com sacrifício e esforço coletivo. Por isso, colocar os portugueses em primeiro lugar não é, na minha perspetiva, uma teimosia ou um gesto de exclusão. É antes uma forma de reconhecer a responsabilidade para com os filhos da própria nação e garantir que o país cuida primeiro daqueles que lhe deram origem e continuidade.
Isso não significa desrespeitar quem vem de fora, mas lembrar que uma nação também precisa de proteger a sua identidade, a sua cultura e o bem-estar dos seus cidadãos.

segunda-feira, 2 de março de 2026

 

"Escola da coragem"

1️⃣ Ideia-base do projeto

Pelo teu texto, o projecto nasce de uma perceção de:

  • Crise ética e moral (mais do que política ou económica)

  • Falta de carácter nas elites

  • Degradação do sentido de serviço público

  • Manipulação mediática

  • Cidadãos transformados em votantes passivos

E propõe como resposta:

  • Formação de carácter (ethos)

  • Defesa da moral nacional e identidade portuguesa

  • Literacia filosófica, política e económica

  • Treino prático (disciplina, coragem, espírito de equipa)

  • Equilíbrio entre contemplação e ação

Isto aproxima-se de uma escola de formação cívica e ética com componente prática de liderança.


2️⃣ O que poderá vir a ser, na prática?

A) Uma Academia de Formação Cívica

Algo semelhante a uma:

  • escola de liderança

  • academia de cidadania

  • instituto de formação ética

Com:

  • Cursos sobre filosofia clássica (por exemplo, pensamento de Aristóteles)

  • Fundamentos de política (como as ideias de Montesquieu ou Alexis de Tocqueville)

  • Economia básica para cidadãos

  • História e identidade portuguesa

Seria uma alternativa à formação ideológica partidária — focada no carácter.


B) Um Movimento Cívico

Pode tornar-se um movimento cultural e intelectual que:

  • Promove debates públicos

  • Publica manifestos

  • Organiza encontros

  • Forma jovens líderes

Algo mais próximo de uma plataforma de regeneração cultural do que de um partido.


C) Uma Escola com Treino de Carácter (modelo misto)

A ideia de “campus de treino” sugere algo inspirado em:

  • Formação escutista

  • Treinos de liderança

  • Modelos clássicos de virtude (areté grega)

Se bem enquadrado, pode ser:

  • Desenvolvimento pessoal + disciplina + serviço comunitário

  • Experiências exigentes (campo, resistência, cooperação)

  • Formação de autocontrolo e responsabilidade


3️⃣ Pontos Fortes do Conceito

✔ Foco no carácter (raro na educação moderna)
✔ Integração entre teoria e prática
✔ Formação de cidadãos ativos
✔ Valorização da identidade cultural


4️⃣ Riscos (Muito Importantes)

Dependendo de como for estruturado, pode facilmente:

⚠ Tornar-se ideológico e fechado
⚠ Transformar-se num projeto de polarização
⚠ Confundir patriotismo com exclusão
⚠ Criar uma visão moral única imposta

Projetos centrados em “regeneração moral nacional” historicamente podem seguir dois caminhos:

  • Caminho A: fortalecimento cívico plural e democrático

  • Caminho B: radicalização identitária e fechamento

A linha que separa os dois é a abertura ao contraditório.


5️⃣ Pergunta Central

A Escola da Coragem quer formar:

  • Cidadãos livres e críticos?
    ou

  • Combatentes culturais contra um inimigo definido?

A diferença é decisiva.


6️⃣ Potencial mais construtivo

Se quiseres que seja um projeto forte e equilibrado, poderia assentar em:

  1. Pluralismo de pensamento

  2. Formação em virtudes clássicas (prudência, justiça, fortaleza, temperança)

  3. Treino físico e psicológico orientado para resiliência

  4. Serviço à comunidade (não combate político)

  5. Defesa da dignidade humana como valor universal


7️⃣ Síntese

A “Escola da Coragem” pode vir a ser:

  • Uma academia de liderança ética

  • Um movimento cultural regenerador

  • Um projeto de educação alternativa

  • Ou um movimento ideológico fechado (se não houver cuidado)

A frase final que escreveste é muito sólida:

“O mundo contemplativo sem ação gera vazio; a ação sem contemplação cria anarquia.”

Isso é uma base filosófica poderosa.

Se quiseres, posso ajudar-te a:

  • Estruturar a missão e visão do projeto

  • Escrever um manifesto fundador

  • Definir um modelo curricular

  • Ou analisar a viabilidade prática em Portuga

  • O que estás a descrever aproxima-se muito de um projecto de formação cívica e regeneração cultural, não partidário, mas orientado para a construção de carácter e responsabilidade social.

    Há aqui quatro pilares muito claros no que escreveste:


    1️⃣ Consciência Cívica

    Não apenas votar, mas:

    • Participar

    • Servir

    • Assumir responsabilidade local

    • Entender como funcionam instituições

    Isto implica formação em:

    • História de Portugal

    • Fundamentos do Estado de direito

    • Noções básicas de economia e organização social

    Uma cidadania ativa, não meramente opinativa.


    2️⃣ Orgulho na Prestação (Serviço)

    A ideia de “orgulho na prestação” é poderosa. Remete para:

    • Dignidade no trabalho

    • Excelência no cumprimento do dever

    • Serviço à comunidade como honra

    Aqui podes inspirar-te no conceito clássico de virtude de Aristóteles: excelência no cumprimento da função própria.

    Não é nacionalismo exaltado — é responsabilidade bem cumprida.


    3️⃣ Valores Culturais, Sociais e Familiares

    Queres que a história sirva como:

    • Memória

    • Continuidade

    • Referência moral

    Portugal tem figuras históricas e momentos que podem ser estudados como exemplos de coragem, resiliência e construção civilizacional — mas sempre com leitura crítica, não mitificada.

    O risco aqui é transformar história em propaganda. O caminho virtuoso é usá-la como aprendizagem ética, não como instrumento ideológico.


    4️⃣ Perdão e Tolerância Equilibrados

    Esta parte é especialmente madura:

    “Onde o perdão não seja sujeição, mas onde a tolerância também não seja alheamento.”

    Isto traduz-se em:

    • Perdão ≠ submissão moral

    • Tolerância ≠ relativismo total

    • Firmeza com humanidade

    É uma visão de equilíbrio entre justiça e compaixão.

  • projecto de formação cívica e regeneração cultural, não partidário, mas orientado para a construção de carácter e responsabilidade social.

    Há aqui quatro pilares muito claros no que escreveste:


    1️⃣ Consciência Cívica

    Não apenas votar, mas:

    • Participar

    • Servir

    • Assumir responsabilidade local

    • Entender como funcionam instituições

    Isto implica formação em:

    • História de Portugal

    • Fundamentos do Estado de direito

    • Noções básicas de economia e organização social

    Uma cidadania ativa, não meramente opinativa.


    2️⃣ Orgulho na Prestação (Serviço)

    A ideia de “orgulho na prestação” é poderosa. Remete para:

    • Dignidade no trabalho

    • Excelência no cumprimento do dever

    • Serviço à comunidade como honra

    Aqui podes inspirar-te no conceito clássico de virtude de Aristóteles: excelência no cumprimento da função própria.

    Não é nacionalismo exaltado — é responsabilidade bem cumprida.


    3️⃣ Valores Culturais, Sociais e Familiares

    Queres que a história sirva como:

    • Memória

    • Continuidade

    • Referência moral

    Portugal tem figuras históricas e momentos que podem ser estudados como exemplos de coragem, resiliência e construção civilizacional — mas sempre com leitura crítica, não mitificada.

    O risco aqui é transformar história em propaganda. O caminho virtuoso é usá-la como aprendizagem ética, não como instrumento ideológico.


    4️⃣ Perdão e Tolerância Equilibrados

    Esta parte é especialmente madura:

    “Onde o perdão não seja sujeição, mas onde a tolerância também não seja alheamento.”

    Isto traduz-se em:

    • Perdão ≠ submissão moral

    • Tolerância ≠ relativismo total

    • Firmeza com humanidade

    É uma visão de equilíbrio entre justiça e compaixão.


    O que este projeto poderá ser (na sua forma mais saudável)

    Uma Escola de Cidadania e Virtude, com três dimensões:

    📘 Formação Intelectual

    • Filosofia moral

    • História nacional

    • Estrutura política

    • Economia básica

    🛠 Formação Prática

    • Projetos comunitários

    • Trabalho voluntário

    • Exercícios de disciplina e cooperação

    • Desenvolvimento físico e psicológico

    🧭 Formação Ética

    • Código de honra

    • Compromisso com verdade, responsabilidade e serviço

    • Debate e contraditório estruturado


    O ponto decisivo

    Para que não descambe em radicalização, o projecto teria de assumir:

    • Independência partidária

    • Respeito pela pluralidade

    • Defesa da dignidade humana como princípio superior

    • Transparência organizativa


    Em essência

    O que queres criar é uma cultura de carácter.

    Algo que responda à crise ética com formação interior, não apenas com crítica externa.

  • Aqui está uma proposta de Declaração de Missão para a Escola da Coragem. Mantive um tom firme, mas equilibrado, orientado para cidadania responsável e não para confronto ideológico.


    Escola da Coragem

    Declaração de Missão

    A Escola da Coragem nasce da convicção de que a maior crise do nosso tempo não é apenas política ou económica, mas sobretudo ética e moral. Acreditamos que nenhuma sociedade se sustenta sem carácter, responsabilidade e sentido de serviço.

    A nossa missão é formar cidadãos livres, conscientes e responsáveis, capazes de pensar com clareza, agir com coragem e servir com dignidade.

    Propomo-nos a:

    • Desenvolver a consciência cívica e o sentido de responsabilidade pessoal;

    • Fortalecer o carácter através da formação intelectual, ética e prática;

    • Valorizar a história, a cultura e a identidade portuguesa como herança viva e fonte de orientação;

    • Promover o serviço à comunidade como expressão de honra e compromisso;

    • Cultivar a coragem, a temperança, a disciplina e o espírito de cooperação;

    • Defender uma cultura onde o perdão não seja submissão e a tolerância não seja indiferença.

    Acreditamos que o pensamento sem ação gera vazio, e que a ação sem reflexão conduz à desordem. Por isso, unimos contemplação e prática, estudo e serviço, liberdade e responsabilidade.

    A Escola da Coragem não pertence a partidos nem a interesses de poder. Pertence àqueles que desejam elevar o seu carácter para melhor servir a sociedade.

    Formar carácter.
    Servir com honra.
    Viver com coragem.

 

Escola da Coragem

Declaração de Missão

A Escola da Coragem nasce da convicção de que a maior crise do nosso tempo não é apenas política ou económica, mas sobretudo ética e moral. Acreditamos que nenhuma sociedade se sustenta sem carácter, responsabilidade e sentido de serviço.

A nossa missão é formar cidadãos livres, conscientes e responsáveis, capazes de pensar com clareza, agir com coragem e servir com dignidade.

Propomo-nos a:

  • Desenvolver a consciência cívica e o sentido de responsabilidade pessoal;

  • Fortalecer o carácter através da formação intelectual, ética e prática;

  • Valorizar a história, a cultura e a identidade portuguesa como herança viva e fonte de orientação;

  • Promover o serviço à comunidade como expressão de honra e compromisso;

  • Cultivar a coragem, a temperança, a disciplina e o espírito de cooperação;

  • Defender uma cultura onde o perdão não seja submissão e a tolerância não seja indiferença.

Acreditamos que o pensamento sem ação gera vazio, e que a ação sem reflexão conduz à desordem. Por isso, unimos contemplação e prática, estudo e serviço, liberdade e responsabilidade.

A Escola da Coragem não pertence a partidos nem a interesses de poder. Pertence àqueles que desejam elevar o seu carácter para melhor servir a sociedade.

Formar carácter.
Servir com honra.
Viver com coragem.