sábado, 25 de maio de 2024

 


Antonio Jose Ferreira
À MATILDE ANDRADE.
Dir-lhe-ei o mesmo que disse ao Dr. André Ventura (espero que não me defraude) sinto uma enorme decepção pelo facto de me questionarem se eu queria ser deputado, quando até aqui achei que o meu trabalho, empenho, dedicação, entrega e apoio tinha sido valorizado, como aliás são as diretrizes do partido CHEGA, quando de repente vejo que foi TOTALMENTE ignorado e desprezado, quando o presidente me questiona se eu queria ser candidato? Mas isso os que foram escolhidos foi que pediram ao presidente para o serem ou foram escolhidos por mérito próprio. Não pondo isso em causa, eu próprio fiz questão de aceitar a minha inclusão na última lista para a Assembleia da República reconhecendo humildemente o grau de responsabilidade e as minhas condicionantes, fiz questão de que não me colocassem numa posição elegível, sabendo de antemão que apenas estaria a preencher um espaço mas que a direção regional achavam que eu merecia estar lá e agora vêm com a desculpa de que se eu também quero ser candidato, por favor não se humilham assim as pessoas. Eu sou CHEGA por convicção, opção, os que cresceram foi com a ajudo de muitos que tal como eu trabalharam incansavelmente e sem pretensões, apenas conscientes de que esse empenho seria levado em conta e não para serem atirados para debaixo do tapete, mas a vida continua e lá fora para os eleitores felizmente o meu espaço está conquistado, com humildade, empenho, dedicação e esforço, o homem das Tshirts que discretamente andou durante mais de 2 anos a ser um spot de publicidade e que Portugal inteiro conhece o do CHEGA, o homem das T'shits, continua a ser uma das imagens do CHEGA- Madeira, o genuíno, o homem do povo, o reformado que acreditou e acredita que este partido será uma alternativa para os portugueses se respeitarem os cidadãos genuínos. Boa tarde. Por acaso tem conhecimento que nas arruadas desta semana várias pessoas questionaram o Dr. André Ventura pela minha ausência na Campanha? Nem eu mesmo tinha a noção do valor da minha imagem, infelizmente e pela minha humildade e um pouco de ingenuidade nunca achei que deveria explorar essa parte para beneficio próprio, pois tal como deve conhecer-me eu defendo causas e não interesses pessoais. Tudo o que tenho conseguido na vida é à custa do meu próprio esforço e se um dia os madeirenses acharem que eu deverei representá-los, tenha a firme certeza que da mesma forma que consegui as outras conquistas essa será mais uma, e não será para beneficio próprio, será a missão que DEUS me assignou, porque tudo tenho conseguido por ele.
Como militante e frequente ativista das campanhas acompanhei-o e acompanha-lo-ei sempre, mas desta vez o CHEGA-Madeira dispensou-me. Os mais de dois anos que andei diariamente passeando com T-shirts com frases alusivas ao CHEGA, (passei a ser conhecido a nível nacional pelo senhor das T-shirts ),não foram suficientes para depois de: ser candidato à minha junta de freguesia de Santa Maria Maior no Funchal (3° partido mais votado), depois de ser colocado e só depois convidado e ocupar o 14 lugar na lista das eleições regionais de Novembro, depois de ser colocado e depois convidado a fazer parte da lista à Assembleia da República com uma exigência da minha parte em não estar em lugares elegíveis, colocado como suplente entre 10 candidatos, consciente da responsabilidade do cargo. Vêm agora convocar-me para assinar o termo de aceitação para esta eleições o qual aceitei de novo com muito orgulho, depois não apareço num lote de 47 candidatos e 47 suplentes, com a justificação do presidente me perguntando se afinal; EU AFINAL TAMBÉM QUERIA SER CANDIDATO? Reforçando à restante direcção que afinal eu ser apenas um reformado. Aguardo apenas o momento certo para voltar a sentir-me necessário às causas que tanto defendo, à sua coragem e determinação com a qual me identifico e manifesto o meu descontentamento pois nestas eleições parece que o mérito que tanto o Dr. defende, não foi levado em conta para ser substituído por aquilo que o Dr. André Ventura tanto combate, o oportunismo e o amiguismo. Mas as suas qualidades mantêm-se , o meu respeito e ainda acredito que os militantes genuínos terão o seu lugar no único partido que até aqui me fez voltar a acreditar na democracia. Parabéns para si e sucesso para o Nosso CHEGA. Militante N:29752.  
Já alguma vez parou para pensar a razão que levou o surgimento dum partido como o CHEGA? Porque andamos à meio século a enganar os portugueses com promessas. Onde a liberdade permitiu que: o modelo de democracia implementado em Portugal servi-se para que políticos sem escrúpulos arrebanhados em partidos políticos sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizassem a corrupção, com a conivência da justiça, o patrocínio dos meios de comunicação e a conivência dum povo sem cultura democrática. Agora não querem que os cidadãos comuns e genuínos (sequestrem) um partido político, para restaurar a democracia devolvendo-a ao povo, restituir a liberdade que o Socialismo condiciona, e resgatando os valores da sociedade que os cúmplices da nossa desgraça destruíram.
No Portal do chega delegação madeira
Infelizmente muito fraco usando a gíria futebolística, (uma vitória que sabe a derrota) o resultado deste ato eleitoral. Com muito pena minha e pelo facto de ter sido incluído sem pretensões a três dos atos eleitorais anteriores e ser-me solicitado o termo de aceitação para inclusão na lista de candidatos par este último, constatar que fui relegado, ou simplesmente excluído. Parece que afinal o eleitorado reconheceu que não foram os melhores os escolhidos ou até aqueles em quem o eleitorado CHEGA se revê e tinha depositado alguma esperança. Mas o tempo dar-me-á a razão pois os militantes genuínos somos assim, deixamos que a democracia funcione e a verdade tarda mas CHEGA. Daí a minha solidariedade com a coragem deste e de tantos outros militantes que acham que poderíamos e deveriam ter feito muito melhor. Sempre questionei a razão do porquê os militantes não eram ouvidos, porque a sede do partido se mantinha encerrada quando eu próprio me disponibilizei e pelo facto de ser (REFORMADO) com alguma disponibilidade que daria com muito gosto ao partido parte do meu tempo e que eu acredito e confio na missão que me foi assignada, a de seguir o Dr. André Ventura na restauração da democracia, restituição da liberdade e no resgate aos valores da nossa sociedade. E porque somos uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, estarei sempre ao lado dos que combatem o amiguismo, o oportunismo, o compadrio e a corrupção contra os infiltrados e os que lutam pelos interesses pessoais em detrimento dos interesses dos cidadãos. Esta é a minha luta porque sempre fui autónomo e livre, e o CHEGA precisa de cidadãos como eu, genuínos e verdadeiros que não precisem de pedir para ser candidatos, mas acharem que a meritocracia deverá sempre sobrepor-se ao oportunismo e ao amiguismo. Por um CHEGA genuíno e que continua a acreditar que o Dr. André Ventura não nos irá defraudar. Porque este CHEGA não foi a alternativa estarei sempre disponível para combater por um Portugal com justiça.
A razão do sucesso do CHEGA infelizmente deve-se apenas e tão só da catástrofe dos partidos do sistema ao longo de 50 anos de democracia. Não queremos continuar a crescer à custa da corrupção que sobrevive da miséria do nosso povo, nós propomos a solução no imediato, o combate à corrupção. Somos uma nova forma de fazer política e uma nova maneira d estar em democracia. Queremos restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. Pela verdade, a justiça somos genuínos.

terça-feira, 14 de maio de 2024

                       Porque mudar significa!

Quando pretendemos que algo mude será sobre tudo dar outra orientação, direção ou sentido, modificar, renovar, substituir ou trocar. Tudo tem o seu tempo e será esse tempo que nos define e nos coloca sob o efeito da avaliação das nossas atitudes, comportamentos e decisões.  Em tudo e até na política percebe-se perfeitamente que cada vez mais os cidadãos asseiam uma mudança do paradigma político do nosso país e com mais enfase na nossa região, visto que andamos nisto à 48 anos sob a governação dum único partido. Alguém dizia um dia que existe dois tipos de regimes a dita dura e a dita mole, não comparando com o verdadeiro significado do ditado, mas que Eça de Queirós também dizia que: fraldas e políticos devem de ser trocadas de tempos em tempos e pelos mesmos motivos. Os vícios contagiantes criando ao longo deste quase meio século de hegemonia monopartidária, levou a que cada vez mais os cidadãos perdessem o interesse em participar na evolução da democracia, pois com ela perpetuarm-se e predominaram vícios que dificilmente se conseguiram mudar. Existe dois períodos predominantes no modelo de regime implementado no nosso país; os das promessas pré eleitorais e o das medidas para manter vivo um sistema onde o amiguismo, o oportunismo, o compadrio e o protagonismo imperam. Daí que dificilmente os cidadãos genuínos que nunca fizeram parte de quaisquer organizações políticas sintam-se impotentes e uma enorme dificuldade em se impor, visto que é predominante a força dum sistema que tendenciosamente e por vários meios consegue por força do oportunismo, da imposição, da intimidação, da influência dos meios e até coação dos intervenientes por vezes infiltrados, impedindo-os de se sentirem livres e exercerem a democracia como mandam as regras. Quando de repente nos vemos envolvidos no mundo da política e se não tivesse seguido a série norte americana "House of cards" dificilmente compreenderia os meandros que envolvem o querer mudar realmente o paradigma político dum país ou duma região viciada na corrupção, no compadrio, e no trafego de influências. Criando uma sociedade cada vez mais dependente do estado, e por conseguinte menos livres, chegamos à conclusão que a classe política dominante dificilmente aceita que cidadãos livres e sem quaisquer vinculação a grupos de interesses possam vir a fazer parte duma possível solução governativa e daí uma autêntica e verdadeira mudança no modelo de governação do país ou da região. É por isso que o sistema apesar das lutas que enfrenta, sente uma enorme dificuldade, uma adversidade contra tudo o que possa vir a incomodar um núcleo de oportunistas, de infiltrados e de defensores acérrimos dum sistema que levou o país, a região e os cidadãos a cada vez mais desconfiarem da democracia que deixou a liberdade legalizar o roubo e institucionalizar a corrupção. Promessas de quem anda à 48 anos sempre pela Madeira a enganar o eleitorado, onde a falsidade e a mentira já fazem parte do rol, dificilmente irão mudar a página, dos que dizem que acreditamos, este é o momento pois a Madeira precisa de mudar, ou arriscamos a mais 4 anos de demagogia, hipocrisia, injustiça, corrupção, oportunismos, vigaristas e de grupos de infiltrados que contaminam e viciam  a genuinidade da liberdade e põe em risco a sobrevivência da democracia.  Os madeirenses e porto-santenses terão de refletir seriamente e pensar no futuro que desejam para os mais novos, não podemos deixar fugir a oportunidade de dar um novo rumo à democracia devolvendo-a aos cidadãos genuínos, porque cada momento é único e esta poderá ser a derradeira oportunidade de unir os cidadãos em defesa da liberdade.

quarta-feira, 8 de maio de 2024

 Sendo um militante ativo desde Fevereiro de 2021, fui cabeça de listas nas autárquicas de 2021 sendo a 3ª força mais votada de Santa Maria Maior.(Funchal) Aceitei ser candidato às eleições para o Parlamento regional 2023 no 14º lugar. Do mesmo modo candidato suplente (por minha sugestão) não querendo aceitar nos 6 elegíveis pela Madeira nas últimas legislativas 2024. Assinei o documento para integrar a lista das regionais do próximo dia 26 de Maio. Quando constatei de que não fazia parte da mesma (fiquei surpreso), recebi uma resposta do presidente do CHEGA-Madeira que me perguntava se eu afinal queria ser candidato! isto agora a seleção dos possíveis candidatos é feita por pedido pessoal ao presidente ou a minha seleção nos atos anteriores foi levada em consideração pela minha capacidade, valorização pessoal, empenho e trabalho árduo que sempre dediquei ao CHEGA  e à causa que representa e a qual me identifico, a luta contra a corrupção, o compadrio e o oportunismo? Onde está a meritocracia que nos identificamos e tanto defendemos? 

 Não pondo em causa os selecionados esperando que tenham sido escolhidos os(melhores) mas a verdade é que me deixou surpreso visto que o ato foi sucessivo à consequência da demissão da vice presidente Dra. Maíza Fernandes, do vogal Filipe Gouveia e de dum elemento da mesa o Dr. José S.S, Fernandes. Será que foi esse o motivo da recusa da minha colocação na lista de candidatos? 

sexta-feira, 3 de maio de 2024

 

O desígnio dum português

O que queremos todos nós ao fim de contas? Seriedade se formos  sérios, honestidade se formos honestos, dignidade se queremos ser dignos, verdade se formos verdadeiros. Qualidades que dificilmente se associam à classe política. Mas afinal! será que a política está assignada apenas e tão só a malabaristas, oportunistas, vigaristas e corruptos? Será que as pessoas sérias e honestas nunca hão-de poder fazer parte integrante da classe política deste país. Será que a liberdade condiciona a democracia para que possamos construir uma nação prospera e justa? Os primeiros porque não querem ver o seu nome manchado pelos sequentes e predominantes casos de corrupção, os restantes porque na gene da sociedade deste país parece fazer parte todos esses comportamentos que deterioram os valores os quais deveriam ser um padrão mas que passou  a ser a fragilidade e uma fraqueza de quem não os pratica. Os sucessivos erros levaram ao descrédito a classe política, á desilusão e á frustração do eleitorado e à indignação e revolta da sociedade que já nem no voto encontra na democracia a forma de manifestar todo esse seu descontentamento. Parece um presságio para os portugueses o terem de suportar durante todos os dias, meses, anos, décadas, e até séculos os desígnios dum sistema político que dificilmente vá ao encontro das suas necessidades .             Do livro publicado em Novembro de 2023 do professor doutor  Nuno Palma "As causas do atraso português" e que já vai na sua 5ª edição, percebe-se rapidamente do porque continuamos a ser um dos países mais atrasados e consequentemente mais pobres da UE, onde dificilmente saímos da pobreza porque definitivamente nos resignamos à nossa «sorte», quando na realidade será tudo uma questão de mentalidades. Porque temos imensos talentos, conterrâneos nossos que se destacam por esse mundo fora, a começar pelo autor do livro que é professor de economia na Universidade de Manchester, vencedor de vários prémios internacionais de investigação, Doutorado pela London School of Economics e especialista em história económica e macroeconómica. Será que realmente não seremos nós capazes de transformar a nossa sociedade e fazer do nosso país uma nação próspera que dignifique os seus habitantes. Eu acredito que cada um de nós poderá aportar algo em prol duma sociedade mais, séria, digna, justa e reconstruir a nação mais antiga da Europa; Portugal.