600 anos depois
Porque a história não começou hoje, nem se encerrará com a nossa partida.Virão outros que tal como os nossos antepassados fizeram aquilo que ao longo de seis séculos encontramos no meio de nós e que nos orgulhamos de designar pura e simplesmente como a nossa terra. Mas já passaram 600 anos onde a aventura, a tenacidade, a sagacidade, a vontade de ver mais além, fez com que hoje possamos dizer orgulhosamente que somos filhos de uma das regiões mais belas do planeta. Plantada ao largo do oceano Atlântico com características ímpares, o arquipélago da Madeira deixou-se apaixonar ao longo destes seis séculos por imensas culturas, vários povos que foram a pouco e pouco descobrindo um espaço de terra minúsculo, mas que tão perto da grande Europa, que serviria de berço e de paraíso a muitos dos que foram abordando ao longo deste tempo. Para aqui chegarem, os primeiros seres tiveram que utilizar o meio de transporte moderno para a altura e que era um privilégio dos heróicos navegadores portugueses que à época na vanguarda desse meio de transporte. Depois serviria de porto de abrigo para novas aventuras e novos feitos, e que ao longo foi dando a tão famosa designação de império e que o mundo rendido aos factos, colocou Portugal no topo dos países de destaque. Hoje com a evolução que o mundo durante estes 600 anos sofreu, consignou-nos o estatuto de melhor destino turístico ilhéu em todo o mundo, atribuição dada já em três anos consecutivos e isso enche-nos de orgulho. Pena é que aquilo que nos tornou conhecidos e que levou 600 anos a ser o que somos, tenha sido banido do nosso meio de deslocação de e para o regresso à nossas origens, os transportes marítimos de e para o continente, de onde inicialmente partiram as primeira caravelas e descobriram este maravilhoso jardim plantado no meio do Atlântico. O mundo evoluiu, mas o mar continua a proporcionar um meio para servir de deslocação, mais que não fosse por questões históricas. Será que estaremos à espera de descobrir o meio de transporte para regressar às origens?
domingo, 31 de dezembro de 2017
sábado, 30 de dezembro de 2017
Não querendo ser defensor de ditaduras
Nunca se quis aproveitar aquilo que de bom tinha o antigo regime, fazendo os portugueses acreditarem que tudo era ruim e tudo era terror. Afinal agora vem-se a ver que por razões várias em muito o antigo regime tinha algumas razões para manter a mão de ferro contra este tipo de gente que o único que fez foi assaltar os cofres da nação. A circunstâncias a que levou a tão flamejada miséria do tempo do Salazar deveu-se em parte às circunstâncias que o mundo p'ra época enfrentava, saída de uma guerra mundial, pouca produtividade e plano nacional de subsistência, que aos poucos foi tornando o país auto-suficiente. Os interesses estrangeiros nas riquezas existentes na ex- colónias foram o plano para desestabilizar a economia de Portugal que por sua vez teve dificuldade em se integrar num mundo em vias de globalização. A forte convicção nacionalista de Salazar levou-o a perder a «batalha» contra os poderes económicos internacionais que se expandiam à volta dos interesses económicos e daí o descalabro a que se chegou sustentando uma guerra com divisas e vidas que não trouxeram grandes benefícios à nação antes pelo contrário. Estão à vista os resultados de uma série de situações que conduziram a actual calamidade na economia dos países de pequenas economias da qual o nosso Portugal é um exemplo. Cabe a cada um dos portugueses tirar as suas próprias conclusões o que para isso teria-mos de ter maior formação cívica, conhecimento de deveres e direitos a todos sem excepção e que, os actuais políticos teimam em (esconder) para não perderem os privilégios que a liberdade da democracia lhes concede e que não interessa distribuir por todos os portugueses. Porque a democracia consegue-se com respeitar todos dentro da liberdade que a mesma consagra.
Será que o comportamento dos políticos perante a lei de financiamento dos partidos manchou o seu comportamento?
Uma classe que dado o descrédito a que foi propositadamente conduzida e desacreditada para poder (sequestrar) a democracia, não haverá branqueador ou detergente que retire todas as nódoas que têm. Será necessário que o eleitorado dê um passo em frente e aprenda a usar a arma que a democracia nos proporciona e votar massivamente nos diversos partidos pequenos que concorrerem em futuros actos eleitorais, para poderem demonstrar o descontentamento geral da população. Se continuar a abstenção e os votantes continuarem a ser «fieis» aos partidos do arco da governação, em nada resolverá o flagelo que se tornou a corrupção, uma epidemia no nosso país. Deverá haver sobretudo atitude e participação cívica de todos os cidadãos sem excepção.
Nunca se quis aproveitar aquilo que de bom tinha o antigo regime, fazendo os portugueses acreditarem que tudo era ruim e tudo era terror. Afinal agora vem-se a ver que por razões várias em muito o antigo regime tinha algumas razões para manter a mão de ferro contra este tipo de gente que o único que fez foi assaltar os cofres da nação. A circunstâncias a que levou a tão flamejada miséria do tempo do Salazar deveu-se em parte às circunstâncias que o mundo p'ra época enfrentava, saída de uma guerra mundial, pouca produtividade e plano nacional de subsistência, que aos poucos foi tornando o país auto-suficiente. Os interesses estrangeiros nas riquezas existentes na ex- colónias foram o plano para desestabilizar a economia de Portugal que por sua vez teve dificuldade em se integrar num mundo em vias de globalização. A forte convicção nacionalista de Salazar levou-o a perder a «batalha» contra os poderes económicos internacionais que se expandiam à volta dos interesses económicos e daí o descalabro a que se chegou sustentando uma guerra com divisas e vidas que não trouxeram grandes benefícios à nação antes pelo contrário. Estão à vista os resultados de uma série de situações que conduziram a actual calamidade na economia dos países de pequenas economias da qual o nosso Portugal é um exemplo. Cabe a cada um dos portugueses tirar as suas próprias conclusões o que para isso teria-mos de ter maior formação cívica, conhecimento de deveres e direitos a todos sem excepção e que, os actuais políticos teimam em (esconder) para não perderem os privilégios que a liberdade da democracia lhes concede e que não interessa distribuir por todos os portugueses. Porque a democracia consegue-se com respeitar todos dentro da liberdade que a mesma consagra.
Será que o comportamento dos políticos perante a lei de financiamento dos partidos manchou o seu comportamento?
Uma classe que dado o descrédito a que foi propositadamente conduzida e desacreditada para poder (sequestrar) a democracia, não haverá branqueador ou detergente que retire todas as nódoas que têm. Será necessário que o eleitorado dê um passo em frente e aprenda a usar a arma que a democracia nos proporciona e votar massivamente nos diversos partidos pequenos que concorrerem em futuros actos eleitorais, para poderem demonstrar o descontentamento geral da população. Se continuar a abstenção e os votantes continuarem a ser «fieis» aos partidos do arco da governação, em nada resolverá o flagelo que se tornou a corrupção, uma epidemia no nosso país. Deverá haver sobretudo atitude e participação cívica de todos os cidadãos sem excepção.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Um ano raríssimo
Mais um caso que até nem será RARÍSSIMO no nosso país pois a corrupção quase que já faz parte do ADN da política em Portugal. Esperava que as várias análises efectuadas aos variadíssimos casos que ao longo deste tempo têm sido despontadas e que quase nuca chegam a encontra solução, aplicação da lei, ou acção na justiça, agora soma-se mais um utilizando situações que por vezes a este humilde povo nem lhes passa pela cabeça. Utilizar a doença das pessoas criando imensas instituições de «Solidariedade Social» que por sua vez o estado se (digna) apoiar para depois servirem caprichos de Chico espertos que se acham no topo da inteligência. O fosso que se cria ao longo dos anos entre a sociedade deste país é cada vez maior, a impunidade nos crimes leva cada vez mais ao descrédito da já tão moribunda classe politica, os desmazelo a qu a justiça deste país age deixa o cidadão comum tão desamparado que nem forças tem para acreditar em semelhante desgraça. Quando teremos cidadãos com atitude democrática, políticos com honestidade e vontade de serviço, e justiça que actue perante a criminalidade sem olhar a que classe pertence o ou os criminosos. Como seria bom que este e os futuros Natais nos trouxessem confiança no futuro, acreditar na democracia, crer na justiça e podermos esforçar-nos para construir um mundo de humildade, verdade, solidariedade distribuída equitativamente a todos para podermos continuar a acreditar na sociedade, na humanidade e ter esperança para o futuro. Sem verdade e sem valores dificilmente poderemos continuar a desejar um feliz Natal a todos, pois cada vez mais será o Natal dos infelizes. Depois de um ano catastrófico, com inúmeros casos que aguardam a necessidade de apurar o que se passou, oxalá que 2018 possa vir a ser o ressuscitar de uma verdadeira vida democrática. Por favor não nos tirem a esperança e o desejo de continuar a sonhar por um Portugal melhor.
Mais um caso que até nem será RARÍSSIMO no nosso país pois a corrupção quase que já faz parte do ADN da política em Portugal. Esperava que as várias análises efectuadas aos variadíssimos casos que ao longo deste tempo têm sido despontadas e que quase nuca chegam a encontra solução, aplicação da lei, ou acção na justiça, agora soma-se mais um utilizando situações que por vezes a este humilde povo nem lhes passa pela cabeça. Utilizar a doença das pessoas criando imensas instituições de «Solidariedade Social» que por sua vez o estado se (digna) apoiar para depois servirem caprichos de Chico espertos que se acham no topo da inteligência. O fosso que se cria ao longo dos anos entre a sociedade deste país é cada vez maior, a impunidade nos crimes leva cada vez mais ao descrédito da já tão moribunda classe politica, os desmazelo a qu a justiça deste país age deixa o cidadão comum tão desamparado que nem forças tem para acreditar em semelhante desgraça. Quando teremos cidadãos com atitude democrática, políticos com honestidade e vontade de serviço, e justiça que actue perante a criminalidade sem olhar a que classe pertence o ou os criminosos. Como seria bom que este e os futuros Natais nos trouxessem confiança no futuro, acreditar na democracia, crer na justiça e podermos esforçar-nos para construir um mundo de humildade, verdade, solidariedade distribuída equitativamente a todos para podermos continuar a acreditar na sociedade, na humanidade e ter esperança para o futuro. Sem verdade e sem valores dificilmente poderemos continuar a desejar um feliz Natal a todos, pois cada vez mais será o Natal dos infelizes. Depois de um ano catastrófico, com inúmeros casos que aguardam a necessidade de apurar o que se passou, oxalá que 2018 possa vir a ser o ressuscitar de uma verdadeira vida democrática. Por favor não nos tirem a esperança e o desejo de continuar a sonhar por um Portugal melhor.
Um Natal raríssimo
Tanta coisa haveria para dizer de modo a poder desejar um Feliz Natal a todos, mas as circunstâncias não deixam qualquer cidadão responsável, minimamente preocupado com tudo aquilo que ao longo dos tempo tem vindo a suceder no nosso país. As catástrofes, os desastres, as calamidades, e sobre tudo a má gestão financeira que tem levado o país a altos e baixos(mais baixos que altos), é preocupante, e tira o ânimo a maioria dos portugueses que já nem vontade sentem de acreditar em ninguém, a corrupção passou à imagem de marca no nosso país e até já faz parte do ADN da classe política e não só. Chegar ao ponto de criar associações de solidariedade para «facilitar» o roubo a trafulhice a aldrabice, o favorecimento pessoal, chegamos demasiado baixo ao descrédito total, com a conivência de governantes, e a displicência da justiça para apurar a verdade, a demorar o tempo suficiente para que outro caso aconteça e que façam esquecer os anteriores. Em tudo o que mexe dinheiro neste país, tem de haver a mão de alguém a usufruir-lo em seu próprio benefício, a população cada vez mais tem razão em não acreditar na classe política dado o descrédito a que chegou esta situação, quase considero uma calamidade nacional. Impossível poder desejar um Feliz Natal, quando a maioria sofre cada vez mais em silencio, sem ânimo nem forças, para tornar uma época que deveria ser de felicidade para todos e só alguns que se aproveitam da humildade e fragilidade das população, vivem a'leia de Reis com se costuma dizer. Oxalá que 2018 possa devolver a confiança aos portugueses de modo que ressuscite o espírito da verdadeira democracia quase assassinada, e que entretanto haja paz para que possamos acreditar no futuro.
Tanta coisa haveria para dizer de modo a poder desejar um Feliz Natal a todos, mas as circunstâncias não deixam qualquer cidadão responsável, minimamente preocupado com tudo aquilo que ao longo dos tempo tem vindo a suceder no nosso país. As catástrofes, os desastres, as calamidades, e sobre tudo a má gestão financeira que tem levado o país a altos e baixos(mais baixos que altos), é preocupante, e tira o ânimo a maioria dos portugueses que já nem vontade sentem de acreditar em ninguém, a corrupção passou à imagem de marca no nosso país e até já faz parte do ADN da classe política e não só. Chegar ao ponto de criar associações de solidariedade para «facilitar» o roubo a trafulhice a aldrabice, o favorecimento pessoal, chegamos demasiado baixo ao descrédito total, com a conivência de governantes, e a displicência da justiça para apurar a verdade, a demorar o tempo suficiente para que outro caso aconteça e que façam esquecer os anteriores. Em tudo o que mexe dinheiro neste país, tem de haver a mão de alguém a usufruir-lo em seu próprio benefício, a população cada vez mais tem razão em não acreditar na classe política dado o descrédito a que chegou esta situação, quase considero uma calamidade nacional. Impossível poder desejar um Feliz Natal, quando a maioria sofre cada vez mais em silencio, sem ânimo nem forças, para tornar uma época que deveria ser de felicidade para todos e só alguns que se aproveitam da humildade e fragilidade das população, vivem a'leia de Reis com se costuma dizer. Oxalá que 2018 possa devolver a confiança aos portugueses de modo que ressuscite o espírito da verdadeira democracia quase assassinada, e que entretanto haja paz para que possamos acreditar no futuro.
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
S. M. N. dá muito trabalho!
No mundo e o nosso país não foge à regra tudo gira à volta do dinheiro. É para isso que a grande maioria deseja chegar ao fim do mês, para contar os tostões e saber com que há-de contar para sobreviver no dia a dia. Falamos de milhões de portugueses que de uma ou outra forma recebem menos de 600€ por mês. Agora o suposto entusiasmo criado à volta de um possível aumento do chamado salário mínimo nacional, faz com que estejam entretidos a grande maioria dos portugueses que trabalham e sobrevivem com essa quantia, enquanto muitos dos que recebem dois, três ou até quatro mil €euros ou mais até achem que vivem com dificuldades. Pensar que um terço dos reformados em Portugal absorvem o valor disponibilizados para o efeito. Que os valores dos vencimentos dos altos cargos públicos e privados somam mais de 60% dos ordenados do país! Mas será ou não justa a luta para o tão badalado aumento do salário mínimo no nosso país? Há quem ache que o que se recebe é uma miséria, existem os empresários que acham incomportável o possível aumento, há quem compare com aquilo que acontece em vários países europeus que comparado com o nosso envergonha-nos, e existem os desacordantes que vêm os que auferem um salário que muitas vezes até nem justifica aquilo que produzem, mas que ao abrigo da lei têm de ser remunerados nesse patamar. O que poderia proteger quem trabalha deveria ser sobre tudo: o nível de produtividade, o grau de crescimento da empresa para a qual o trabalhador presta os seus serviço, a motivação e a valorização pelo seu desempenho e produtividade, só assim seria verdadeiramente justa a variante de escalões remuneratório da força de trabalho, pois aqueles que à muito recebem 600 ou 700 euros pelo seu desempenho sentir-se-ão injustiçado ao ver que alguém que recebe um salário que não justifica aquilo que ganha e com toda a certeza que mais cedo ou mais tarde, sentir-se-à desmotivado e o seu nível de desempenho será muito menor. Por momentos será uma ilusão toda a (propaganda) feita à volta do tão flamejado aumento do salário mínimo, enquanto no nosso país não vigorar a valorização sobre o desempenho no trabalho, a compensação sobre a produtividade e a motivação profissional e respectivo reconhecimento por parte das entidades empregadoras, continuaremos a marcar presença nos nossos postos de trabalho por dois motivos: o primeiro, a necessidade de sobrevivência e o segundo, para chegar ao fim do mês e receber aquilo que a lei dita que temos direito pelo desempenho efectuado, nunca conseguiremos ter trabalhadores desejosos de chegar ao fim do mês e saber quanto vai receber a mais do que o habitual pelo seu esforço, desempenho, dedicação, e sentir o incentivo para um esforço para melhor desempenho no mês seguinte. Porque enquanto não percebermos que vivemos num país onde para produzires, é preciso autorização de quem nada produz e a corrupção é compensada e a honestidade convertida num auto-sacrifício, vivemos numa sociedade que à partida está condenada.
No mundo e o nosso país não foge à regra tudo gira à volta do dinheiro. É para isso que a grande maioria deseja chegar ao fim do mês, para contar os tostões e saber com que há-de contar para sobreviver no dia a dia. Falamos de milhões de portugueses que de uma ou outra forma recebem menos de 600€ por mês. Agora o suposto entusiasmo criado à volta de um possível aumento do chamado salário mínimo nacional, faz com que estejam entretidos a grande maioria dos portugueses que trabalham e sobrevivem com essa quantia, enquanto muitos dos que recebem dois, três ou até quatro mil €euros ou mais até achem que vivem com dificuldades. Pensar que um terço dos reformados em Portugal absorvem o valor disponibilizados para o efeito. Que os valores dos vencimentos dos altos cargos públicos e privados somam mais de 60% dos ordenados do país! Mas será ou não justa a luta para o tão badalado aumento do salário mínimo no nosso país? Há quem ache que o que se recebe é uma miséria, existem os empresários que acham incomportável o possível aumento, há quem compare com aquilo que acontece em vários países europeus que comparado com o nosso envergonha-nos, e existem os desacordantes que vêm os que auferem um salário que muitas vezes até nem justifica aquilo que produzem, mas que ao abrigo da lei têm de ser remunerados nesse patamar. O que poderia proteger quem trabalha deveria ser sobre tudo: o nível de produtividade, o grau de crescimento da empresa para a qual o trabalhador presta os seus serviço, a motivação e a valorização pelo seu desempenho e produtividade, só assim seria verdadeiramente justa a variante de escalões remuneratório da força de trabalho, pois aqueles que à muito recebem 600 ou 700 euros pelo seu desempenho sentir-se-ão injustiçado ao ver que alguém que recebe um salário que não justifica aquilo que ganha e com toda a certeza que mais cedo ou mais tarde, sentir-se-à desmotivado e o seu nível de desempenho será muito menor. Por momentos será uma ilusão toda a (propaganda) feita à volta do tão flamejado aumento do salário mínimo, enquanto no nosso país não vigorar a valorização sobre o desempenho no trabalho, a compensação sobre a produtividade e a motivação profissional e respectivo reconhecimento por parte das entidades empregadoras, continuaremos a marcar presença nos nossos postos de trabalho por dois motivos: o primeiro, a necessidade de sobrevivência e o segundo, para chegar ao fim do mês e receber aquilo que a lei dita que temos direito pelo desempenho efectuado, nunca conseguiremos ter trabalhadores desejosos de chegar ao fim do mês e saber quanto vai receber a mais do que o habitual pelo seu esforço, desempenho, dedicação, e sentir o incentivo para um esforço para melhor desempenho no mês seguinte. Porque enquanto não percebermos que vivemos num país onde para produzires, é preciso autorização de quem nada produz e a corrupção é compensada e a honestidade convertida num auto-sacrifício, vivemos numa sociedade que à partida está condenada.
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
O verão de todos os santos
Reza a tradição que por altura de São Martinho por poucos dias a temperatura aumentava ligeiramente e que na Madeira designava-se pelo verão do São Martinho. Já se está a tornar demasiado preocupante a falta da chuva que por esta altura se fazia sentir. Depois de tanta calamidade vivida no nosso país em relação a fogos florestais, que resultaram em autênticos dramas para as populações afectadas, apraz-me dizer que; afinal aquilo que os cientistas e investigadores apelidados muitas vezes por profetas da desgraças, mas conhecedores da evolução do clima e dos crimes contra o planeta, estamos a sentir na pele esses efeitos que pareciam ser uma miragem do futuro. Já não podemos falar no passado, pois o presente constatasse que é agora e já que evidenciam-se as situações antes profetizadas, e continuamos sem tomar as devidas medidas para minimizar a situação que todos nós ajudamos a criar, que já nem se designa de futuro mas um presente bem presente, bem actual e que merecem toda a nossa atenção, preocupação, medidas de responsabilidade e acção, pois o que estamos a ver em nada abona a que venhamos a ter um futuro risonho e digno para os nossos filhos e netos. A maneira selvagem com que temos tratado o nosso planeta, as nossas florestas, as nossas águas, deixa muito a desejar e já não é para as gerações vindoiras que tanto se falava nas décadas de 80 e 90 é já! agora mesmo!! as calamidades mesmo estão à nossa frente, bem de fronte dos nossos olhos que por vezes fechamos-los, para não querer acreditar que também de certa forma somos cúmplices destes atentados. A nossa terra ainda consegue ser privilegiada pelo ouro do século XXI; A ÀGUA, deveria ser mais aproveitada, protegida, cuidada, amada, conservada e preservada pois como diz a sabedoria popular, a água é vida e quem de nós não ama a vida? Aquilo que muitos de nós achava que as sequências de avisos sobre o que seria o futuro no nosso planeta pareciam previsões longínquas que as gerações vindoiras teriam de acautelar, mas afinal tudo foi tão rápido que cabe-nos a nós ter uma atitude mais responsável, perante tamanha calamidade que estamos a enfrentar. Em vez de andar à procura de culpados, tenhamos atitude de cidadania responsável e todos juntos por uma só causa, responsabilizemos-nos por acabar de uma vez por todas com esta epidemia de cidadãos irresponsáveis, atirando culpas uns aos outros e com atitude e determinação chegar a um consenso para as grandes soluções. A desertificação do planeta, a degradação dos solos, a alteração climática, a poluição do ar, a escassez de água não é coisa do futuro é já e agora; por isso deixemos-nos de queixinhas e mãos à obra.
Reza a tradição que por altura de São Martinho por poucos dias a temperatura aumentava ligeiramente e que na Madeira designava-se pelo verão do São Martinho. Já se está a tornar demasiado preocupante a falta da chuva que por esta altura se fazia sentir. Depois de tanta calamidade vivida no nosso país em relação a fogos florestais, que resultaram em autênticos dramas para as populações afectadas, apraz-me dizer que; afinal aquilo que os cientistas e investigadores apelidados muitas vezes por profetas da desgraças, mas conhecedores da evolução do clima e dos crimes contra o planeta, estamos a sentir na pele esses efeitos que pareciam ser uma miragem do futuro. Já não podemos falar no passado, pois o presente constatasse que é agora e já que evidenciam-se as situações antes profetizadas, e continuamos sem tomar as devidas medidas para minimizar a situação que todos nós ajudamos a criar, que já nem se designa de futuro mas um presente bem presente, bem actual e que merecem toda a nossa atenção, preocupação, medidas de responsabilidade e acção, pois o que estamos a ver em nada abona a que venhamos a ter um futuro risonho e digno para os nossos filhos e netos. A maneira selvagem com que temos tratado o nosso planeta, as nossas florestas, as nossas águas, deixa muito a desejar e já não é para as gerações vindoiras que tanto se falava nas décadas de 80 e 90 é já! agora mesmo!! as calamidades mesmo estão à nossa frente, bem de fronte dos nossos olhos que por vezes fechamos-los, para não querer acreditar que também de certa forma somos cúmplices destes atentados. A nossa terra ainda consegue ser privilegiada pelo ouro do século XXI; A ÀGUA, deveria ser mais aproveitada, protegida, cuidada, amada, conservada e preservada pois como diz a sabedoria popular, a água é vida e quem de nós não ama a vida? Aquilo que muitos de nós achava que as sequências de avisos sobre o que seria o futuro no nosso planeta pareciam previsões longínquas que as gerações vindoiras teriam de acautelar, mas afinal tudo foi tão rápido que cabe-nos a nós ter uma atitude mais responsável, perante tamanha calamidade que estamos a enfrentar. Em vez de andar à procura de culpados, tenhamos atitude de cidadania responsável e todos juntos por uma só causa, responsabilizemos-nos por acabar de uma vez por todas com esta epidemia de cidadãos irresponsáveis, atirando culpas uns aos outros e com atitude e determinação chegar a um consenso para as grandes soluções. A desertificação do planeta, a degradação dos solos, a alteração climática, a poluição do ar, a escassez de água não é coisa do futuro é já e agora; por isso deixemos-nos de queixinhas e mãos à obra.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Educar para a cidadania e a consciência democrática
A falta de cultura democrática da grande maioria da população continua a evidenciar-se. Vota-se no partido político, como se de um clube de futebol se trata-se, o facto dos partidos terem «sequestrado» a política e a corrupção comprado a justiça que a fez descredibilizar, com que a população cada vez menos acredite nos políticos e isso é uma estratégia dos mesmos. No dia em que se começar a formar cidadãos para a democracia, só assim os cidadãos deste país tomarão a verdadeira consciência política.
Comentário na página de Miguel Luís Fonseca dia 27/10/2017
Infelizmente aquilo que se tem visto ao longo destes 43 anos de democracia é: ver quem é que conseguiu fazer pior. Infelizmente os sucessivos governos têm deteriorado a imagem da democracia de modo a fazerem com que as populações cada vez mais se alheam a participar em actos eleitorais. Os sucessivos aumentos da abstenção propositadamente promovidos pelos partidos do arco da governação, têm feito com que os eleitores desiludidos virem as costas à democracia e daí prevalecer a hegemonia dos mesmos partidos que (sequestraram) a democracia, arrebanhados nos partidos os políticos e o cancro da corrupção com eles ao longo de quatro décadas de democracia. Se actuassem como mandam as regras, deveriam ser o suporte da verdadeira democracia participativa. Isso não tem acontecido muito por culpa da falta de cultura democrática da grande maioria da população. Haverá excepções, não duvido, mas aquilo que se tem visto em todo este tempo, em nada abonou a que o povo acredite no regime que até aqui tem gerido os destinos do país. Portugal precisa de uma população mais interventiva e não deixar como até aqui tudo nas mãos de políticos que sem escrúpulos saquearam os cofres da nação e o povo que trabalha, é que continuará a sustentar tais devaneios. Por último respeitando todas e cada uma das ideologias políticas, daí que não defendo nenhuma cor partidária, pois para mim os partidos não são clubes de futebol, onde possa ser mais um «fanático» das suas ideologias, a liberdade permite-me opção de escolha sempre que achar que o país está a enveredar por caminhos que não garantem o nosso futuro como nação.
A falta de cultura democrática da grande maioria da população continua a evidenciar-se. Vota-se no partido político, como se de um clube de futebol se trata-se, o facto dos partidos terem «sequestrado» a política e a corrupção comprado a justiça que a fez descredibilizar, com que a população cada vez menos acredite nos políticos e isso é uma estratégia dos mesmos. No dia em que se começar a formar cidadãos para a democracia, só assim os cidadãos deste país tomarão a verdadeira consciência política.
Comentário na página de Miguel Luís Fonseca dia 27/10/2017
Infelizmente aquilo que se tem visto ao longo destes 43 anos de democracia é: ver quem é que conseguiu fazer pior. Infelizmente os sucessivos governos têm deteriorado a imagem da democracia de modo a fazerem com que as populações cada vez mais se alheam a participar em actos eleitorais. Os sucessivos aumentos da abstenção propositadamente promovidos pelos partidos do arco da governação, têm feito com que os eleitores desiludidos virem as costas à democracia e daí prevalecer a hegemonia dos mesmos partidos que (sequestraram) a democracia, arrebanhados nos partidos os políticos e o cancro da corrupção com eles ao longo de quatro décadas de democracia. Se actuassem como mandam as regras, deveriam ser o suporte da verdadeira democracia participativa. Isso não tem acontecido muito por culpa da falta de cultura democrática da grande maioria da população. Haverá excepções, não duvido, mas aquilo que se tem visto em todo este tempo, em nada abonou a que o povo acredite no regime que até aqui tem gerido os destinos do país. Portugal precisa de uma população mais interventiva e não deixar como até aqui tudo nas mãos de políticos que sem escrúpulos saquearam os cofres da nação e o povo que trabalha, é que continuará a sustentar tais devaneios. Por último respeitando todas e cada uma das ideologias políticas, daí que não defendo nenhuma cor partidária, pois para mim os partidos não são clubes de futebol, onde possa ser mais um «fanático» das suas ideologias, a liberdade permite-me opção de escolha sempre que achar que o país está a enveredar por caminhos que não garantem o nosso futuro como nação.
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
A agenda democrática
Depois do rescaldo do último acto eleitoral onde quase sempre todos ganham; pudera! a corrida aos tachos, desde que arranjem colocação ganham sempre. Sem criar opinião pelo resultado propriamente dito, onde a hegemonia do tradicional partido da região, volta a mostrar muita fragilidade e muito por culpa da saída da imagem carismática e mediática que (vendia) ao eleitorado a sua mensagem. Cuidado que o homem opta por uma mudança de estratégia, até se chateia e nomeia alguém da sua confiança, faz uma renovação à sua maneira e apresenta uma revolução surpresa nas próximas legislativas regionais, querem ver que ainda acerto. Pelos vistos nada foi renovado, antes pelo contrário tudo adiado, promessas eleitorais que contribuíram para o descalabro eleitoral e que poderia muito bem impulsionar a nossa principal economia, continuam a saltar de secretária para secretária, de noticia anunciada a proposta de apresentação de cadernos de encargos, enquanto se vai adiando e protelando tais decisões, vamos-nos congratulando com a atribuição de melhor destino turístico insular da Europa. Até parece que com isso dá-nos o direito de continuarmos a estar limitados a uma única alternativa de transporte por meio aéreo, com a agravante dos condicionalismos climatéricos que tem sido assolado o nosso aeroporto e com um na ilha logo ali ao lado que poderia e deveria ser alternativa se houvessem meios de escoamento dos passageiros, mas que continua à mercê de interesses que não são propriamente os da maioria da população. Não sei se os empresários da hotelaria estarão satisfeito como tem sido gerida esta situação, limitando a nossa capacidade de oferta que poderia ser muito maior, mas por esta teimosia continua condicionada às situações anteriormente expostas e já por muitos manifestada; e desculpem voltar a focar o assunto mas é que realmente já cansa ver tantas opiniões, e as soluções ainda andarem em casco de rolha. Será que não merecemos ter meios de transporte alternativos, condições aeroportuárias dignas e funcionais para quem nos visita e não só? Querem ver que ainda aparece um iluminado a dizer que depois de tanto estudo e análise, afinal a localização do Aeroporto agora designado de Cristiano Ronaldo foi um erro de localização e que a solução passará por construir um novo aeroporto? Peço desculpa apesar de pouco ou nada perceber do assunto, trazer uma vez mais a debate uma situação que se arrasta à muito e que pessoalmente a única coisa que me preocupa é o futuro da nossa terra e do seu povo. Os madeirense não podem ser continuamente explorados nos transportes aéreos sem outra alternativa, a industria hoteleira poderá dar melhores condições aos seus trabalhadores se assegurada uma continuidade de ocupação com meios de transporte aéreos e marítimos rápidos e de qualidade inter-ilhas e ao continente, gerará mais trabalho, mais desenvolvimento, melhor qualidade de vida, porque infraestruturas elas existem, têm de ser bem rentabilizados para que todos possamos ganhar.
Depois do rescaldo do último acto eleitoral onde quase sempre todos ganham; pudera! a corrida aos tachos, desde que arranjem colocação ganham sempre. Sem criar opinião pelo resultado propriamente dito, onde a hegemonia do tradicional partido da região, volta a mostrar muita fragilidade e muito por culpa da saída da imagem carismática e mediática que (vendia) ao eleitorado a sua mensagem. Cuidado que o homem opta por uma mudança de estratégia, até se chateia e nomeia alguém da sua confiança, faz uma renovação à sua maneira e apresenta uma revolução surpresa nas próximas legislativas regionais, querem ver que ainda acerto. Pelos vistos nada foi renovado, antes pelo contrário tudo adiado, promessas eleitorais que contribuíram para o descalabro eleitoral e que poderia muito bem impulsionar a nossa principal economia, continuam a saltar de secretária para secretária, de noticia anunciada a proposta de apresentação de cadernos de encargos, enquanto se vai adiando e protelando tais decisões, vamos-nos congratulando com a atribuição de melhor destino turístico insular da Europa. Até parece que com isso dá-nos o direito de continuarmos a estar limitados a uma única alternativa de transporte por meio aéreo, com a agravante dos condicionalismos climatéricos que tem sido assolado o nosso aeroporto e com um na ilha logo ali ao lado que poderia e deveria ser alternativa se houvessem meios de escoamento dos passageiros, mas que continua à mercê de interesses que não são propriamente os da maioria da população. Não sei se os empresários da hotelaria estarão satisfeito como tem sido gerida esta situação, limitando a nossa capacidade de oferta que poderia ser muito maior, mas por esta teimosia continua condicionada às situações anteriormente expostas e já por muitos manifestada; e desculpem voltar a focar o assunto mas é que realmente já cansa ver tantas opiniões, e as soluções ainda andarem em casco de rolha. Será que não merecemos ter meios de transporte alternativos, condições aeroportuárias dignas e funcionais para quem nos visita e não só? Querem ver que ainda aparece um iluminado a dizer que depois de tanto estudo e análise, afinal a localização do Aeroporto agora designado de Cristiano Ronaldo foi um erro de localização e que a solução passará por construir um novo aeroporto? Peço desculpa apesar de pouco ou nada perceber do assunto, trazer uma vez mais a debate uma situação que se arrasta à muito e que pessoalmente a única coisa que me preocupa é o futuro da nossa terra e do seu povo. Os madeirense não podem ser continuamente explorados nos transportes aéreos sem outra alternativa, a industria hoteleira poderá dar melhores condições aos seus trabalhadores se assegurada uma continuidade de ocupação com meios de transporte aéreos e marítimos rápidos e de qualidade inter-ilhas e ao continente, gerará mais trabalho, mais desenvolvimento, melhor qualidade de vida, porque infraestruturas elas existem, têm de ser bem rentabilizados para que todos possamos ganhar.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1480693985354112&set=a.506946679395519.1073741826.100002405749509&type=3
O grande erro é tornar os crentes em fanáticos daí o explorar de mentalidades. Religião terá que ser sobre tudo fé e nunca fanatismo. Podemos acreditar em algo sobrenatural mas o objectivo terá de ser sempre a superação do ser humano pela força da mente e do espírito, só assim conseguiremos a plenitude. Um voto pela paz do mundo, cabe-nos a nós construí-la.
sábado, 16 de setembro de 2017
Mais uma oportunidade
Uma vez mais somos chamados a cumprir o nosso dever cívico e participar na construção da democracia. Já lá vão 43 anos que a democracia dá-nos a liberdade de escolher aqueles que durante 4 anos irão gerir os destinos da autarquias a nível nacional. O poder local, aquele que se move mais perto das populações que deve ou deveria conhecer as verdadeiras necessidade e prioridades dessas população e ajudar a resolver os problemas inerentes ás suas competências. Parece até que a falta de cultura democracia duma grande parte da população, leva a que as coisas tenham enveredado por aquilo que todos nós sabemos e achamos errado, a liberdade mal gerido conduziu ao flagelo da corrupção e que a culpa não é só dos eleitos mas também dos eleitores. Quase me atrevo a dizer que habituaram-nos a que o nosso voto fosse «comprado» a troco de: uma espetada, de um espectáculo à borla de um qualquer cantor (pimba), de uma camisola ou de uma esferográfica, ou um pouco de cimento na vereda, ou renovar promessas de campanhas anteriores não cumpridas. Viajamos num mar de promessas, em interesses que não são propriamente os da maioria das populações, e de acusações entre as partes fazendo acreditar que a acusação mostra os verdadeiros culpados da inercia política. De parte a parte o interesses dos partidos políticos e seus militantes seria formar mas sobre tudo consciencializar os cidadãos para a democracia participativa, da mesma forma que numa atitude cívica, os eleitores deveriam assumir as suas responsabilidades inerentes à sua participação activa na construção da democracia, sem esperar nada em troca a não ser o cumprimento dos seus deveres por ambas as partes. felizmente começamos a ver outro tipo de comportamento por parte dos candidatos, a evitarem a propaganda em troca do diálogo, do contacto directo, e da apresentação de soluções em troca da acusação e da ofensa, uma campanha com debates por vezes cinzentos e que muita gente pura e simplesmente muda de canal, pois a desilusão perante o (fracasso) de quatro décadas de democracia onde o país esperou muito mais do que até aqui foi feito. O tomar consciências por parte dos eleitos, poderá mudar o comportamento dos eleitores e ressuscitar o verdadeiro espírito da democracia e devolvendo o poder ao povo, mas para isso é necessário que esse mesmo povo pegue na sua arma e cumpra com o seu dever cívico e no dia 1 de Outubro compareçam massivamente nas urnas a cumprir o seu dever; O VOTO. Porque o país só será próspero, a democracia autentica só será válida, a liberdade estará salvaguardada no dia em que os cidadãos tomem consciência de que, só no voto é que está a possibilidade de alterar aquilo que até aqui nos tem desiludido da nossa democracia e tem dado a possibilidade de que o flagelo da corrupção se tenha alastrado ao longo dos anos muito por culpa do alheamento dos eleitores. Se o descontentamento por aquilo que até aqui tem sido o modo como o país tem sido gerido por aqueles que ao longo de quatro décadas nos desiludiu, não viremos as costas, pois existe uma vasta lista de organizações políticas que incluem nas suas listas pessoas com muita vontade e determinação de renovar a democracia, mudar o comportamento dos políticos e porque o nosso país, a nossa autarquia merecem melhor. Porque a abstenção não é a solução contra a corrupção, afinal o único compromisso que cada cidadão deverá ter é em primeiro lugar com o país, e o país somos todos nós. Se tem dúvidas o que deverá fazer no dia 1 de Outubro não esqueça o compromisso para com o nosso país, ressuscitar a democracia, defender a liberdade votando.
Uma vez mais somos chamados a cumprir o nosso dever cívico e participar na construção da democracia. Já lá vão 43 anos que a democracia dá-nos a liberdade de escolher aqueles que durante 4 anos irão gerir os destinos da autarquias a nível nacional. O poder local, aquele que se move mais perto das populações que deve ou deveria conhecer as verdadeiras necessidade e prioridades dessas população e ajudar a resolver os problemas inerentes ás suas competências. Parece até que a falta de cultura democracia duma grande parte da população, leva a que as coisas tenham enveredado por aquilo que todos nós sabemos e achamos errado, a liberdade mal gerido conduziu ao flagelo da corrupção e que a culpa não é só dos eleitos mas também dos eleitores. Quase me atrevo a dizer que habituaram-nos a que o nosso voto fosse «comprado» a troco de: uma espetada, de um espectáculo à borla de um qualquer cantor (pimba), de uma camisola ou de uma esferográfica, ou um pouco de cimento na vereda, ou renovar promessas de campanhas anteriores não cumpridas. Viajamos num mar de promessas, em interesses que não são propriamente os da maioria das populações, e de acusações entre as partes fazendo acreditar que a acusação mostra os verdadeiros culpados da inercia política. De parte a parte o interesses dos partidos políticos e seus militantes seria formar mas sobre tudo consciencializar os cidadãos para a democracia participativa, da mesma forma que numa atitude cívica, os eleitores deveriam assumir as suas responsabilidades inerentes à sua participação activa na construção da democracia, sem esperar nada em troca a não ser o cumprimento dos seus deveres por ambas as partes. felizmente começamos a ver outro tipo de comportamento por parte dos candidatos, a evitarem a propaganda em troca do diálogo, do contacto directo, e da apresentação de soluções em troca da acusação e da ofensa, uma campanha com debates por vezes cinzentos e que muita gente pura e simplesmente muda de canal, pois a desilusão perante o (fracasso) de quatro décadas de democracia onde o país esperou muito mais do que até aqui foi feito. O tomar consciências por parte dos eleitos, poderá mudar o comportamento dos eleitores e ressuscitar o verdadeiro espírito da democracia e devolvendo o poder ao povo, mas para isso é necessário que esse mesmo povo pegue na sua arma e cumpra com o seu dever cívico e no dia 1 de Outubro compareçam massivamente nas urnas a cumprir o seu dever; O VOTO. Porque o país só será próspero, a democracia autentica só será válida, a liberdade estará salvaguardada no dia em que os cidadãos tomem consciência de que, só no voto é que está a possibilidade de alterar aquilo que até aqui nos tem desiludido da nossa democracia e tem dado a possibilidade de que o flagelo da corrupção se tenha alastrado ao longo dos anos muito por culpa do alheamento dos eleitores. Se o descontentamento por aquilo que até aqui tem sido o modo como o país tem sido gerido por aqueles que ao longo de quatro décadas nos desiludiu, não viremos as costas, pois existe uma vasta lista de organizações políticas que incluem nas suas listas pessoas com muita vontade e determinação de renovar a democracia, mudar o comportamento dos políticos e porque o nosso país, a nossa autarquia merecem melhor. Porque a abstenção não é a solução contra a corrupção, afinal o único compromisso que cada cidadão deverá ter é em primeiro lugar com o país, e o país somos todos nós. Se tem dúvidas o que deverá fazer no dia 1 de Outubro não esqueça o compromisso para com o nosso país, ressuscitar a democracia, defender a liberdade votando.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Cansados da democracia!
Já se nota a azáfama do próximo acto eleitoral. Os angariadores de votos começam a marcar presença em tudo o que é sitio. Novamente virão as promessas do costume, os convites e as jantaradas, os debates, as arruadas, os abraços e os comício, para que logo a seguir tudo continue na mesma. Mas será que vale mesmo a pena, acreditar nas promessas, aceitar os jantares, assistir a debates ou comícios, mas sobre tudo valerá a pena dispensar um pouco do nosso tempo no dia a que somos chamados para eleger os nossos representantes políticos, para depois passarmos mais 4 ou 5 anos amargados? Cada vez mais a democracia está desacreditada e tudo por culpa nossa que permitimos que o maior flagelo que alguma vez se pensou que seria possível no regime que defende a liberdade, a CORRUPÇÃO. Porque ainda ninguém teve a coragem de defender um outro modelo eleitoral, a população farta de ser enganada e cada vez mais, senti-mo-nos sem qualquer poder para alterar este estado de coisas, achamos que o único modo de protesto é pura e simplesmente deixar de ir votar. A abstenção, os votos brancos e nulos já representam quase 60% do eleitorado, o descalabro a que foi conduzida propositadamente a política no nosso país, efeito que fez com que as pessoas se alheassem cada vez mais dos sucessivos actos eleitorais. Mas afinal não votar, votar nulo ou branco, quais os benefícios, os prejuízos e as consequências? Os eleitores ligados aos partidos do poder com algum benefício directo ou indirecto nunca deixam de votar, está em causa a sua subsistência na política e o tacho ou em causa o seu emprego,(meio de sobrevivência) daí não faltam. Os políticos e os financiadores dos partidos do poder também não, e incentivam e bem os seus dependentes, para que não faltem ao acto. Um que outro familiar ou amigo por questão de coerência também lá vai depositar o seu voto, afinal também representa de certa forma seus interesses, um que outro «fã» qual clube de futebol também, mas a maioria deixou de acreditar e em sinal de revolta, resolveu abandonar o seu dever, pois acham que assim mostrarão o seu descontentamento; nada mais errado. Imaginemos que num universo de 1000 pessoas só 100 votariam, mesmo assim sendo, os votantes serviriam para eleger qualquer assembleia ou candidato, dado que os outros 900 pura e simplesmente valem zero, seriam como se não existissem, não são tidos em conta. Ficariam mais 4 ou 5 anos sentados em casa, nos cafés ou na conversa de amigos a protestar que tudo continua igual, enquanto que os eleitos ocuparão novamente os cargos e continuarão a fazer tal qual como têm feito até aqui. Agora; para mudar esse cenário imaginemos que a grande maioria cumpria o seu dever, e distribuía os votos entre todos os partidos, coligações ou grupos independentes que se apresentassem numa eleição de modo que, todos tinham representatividade dos vários grupos e ou candidatos, seria totalmente diferente sem maiorias e com uma diversidade de representantes das várias frentes na sociedade. Enquanto não houver coragem para alterar o sistema eleitoral no país, teremos que ser nós os eleitores a ter a coragem de alterar o actual panorama político, se nada fizermos e continuarmos a protestar no dia após as eleições e no local errado, há-de continuar tudo como até agora e de nada valerá a nossa revolta interior ou desabafo na esplanada do café ou na conversa entre amigos. Se alterarmos a nossa atitude mudarmos o nosso comportamento mostrando o nosso protesto, revolta e descontentamento no boletim de voto, poderão ter a certeza de que algo mudará no panorama político em Portugal. Contra a corrupção a solução nunca passará pela abstenção, o voto será sempre a solução.
Já se nota a azáfama do próximo acto eleitoral. Os angariadores de votos começam a marcar presença em tudo o que é sitio. Novamente virão as promessas do costume, os convites e as jantaradas, os debates, as arruadas, os abraços e os comício, para que logo a seguir tudo continue na mesma. Mas será que vale mesmo a pena, acreditar nas promessas, aceitar os jantares, assistir a debates ou comícios, mas sobre tudo valerá a pena dispensar um pouco do nosso tempo no dia a que somos chamados para eleger os nossos representantes políticos, para depois passarmos mais 4 ou 5 anos amargados? Cada vez mais a democracia está desacreditada e tudo por culpa nossa que permitimos que o maior flagelo que alguma vez se pensou que seria possível no regime que defende a liberdade, a CORRUPÇÃO. Porque ainda ninguém teve a coragem de defender um outro modelo eleitoral, a população farta de ser enganada e cada vez mais, senti-mo-nos sem qualquer poder para alterar este estado de coisas, achamos que o único modo de protesto é pura e simplesmente deixar de ir votar. A abstenção, os votos brancos e nulos já representam quase 60% do eleitorado, o descalabro a que foi conduzida propositadamente a política no nosso país, efeito que fez com que as pessoas se alheassem cada vez mais dos sucessivos actos eleitorais. Mas afinal não votar, votar nulo ou branco, quais os benefícios, os prejuízos e as consequências? Os eleitores ligados aos partidos do poder com algum benefício directo ou indirecto nunca deixam de votar, está em causa a sua subsistência na política e o tacho ou em causa o seu emprego,(meio de sobrevivência) daí não faltam. Os políticos e os financiadores dos partidos do poder também não, e incentivam e bem os seus dependentes, para que não faltem ao acto. Um que outro familiar ou amigo por questão de coerência também lá vai depositar o seu voto, afinal também representa de certa forma seus interesses, um que outro «fã» qual clube de futebol também, mas a maioria deixou de acreditar e em sinal de revolta, resolveu abandonar o seu dever, pois acham que assim mostrarão o seu descontentamento; nada mais errado. Imaginemos que num universo de 1000 pessoas só 100 votariam, mesmo assim sendo, os votantes serviriam para eleger qualquer assembleia ou candidato, dado que os outros 900 pura e simplesmente valem zero, seriam como se não existissem, não são tidos em conta. Ficariam mais 4 ou 5 anos sentados em casa, nos cafés ou na conversa de amigos a protestar que tudo continua igual, enquanto que os eleitos ocuparão novamente os cargos e continuarão a fazer tal qual como têm feito até aqui. Agora; para mudar esse cenário imaginemos que a grande maioria cumpria o seu dever, e distribuía os votos entre todos os partidos, coligações ou grupos independentes que se apresentassem numa eleição de modo que, todos tinham representatividade dos vários grupos e ou candidatos, seria totalmente diferente sem maiorias e com uma diversidade de representantes das várias frentes na sociedade. Enquanto não houver coragem para alterar o sistema eleitoral no país, teremos que ser nós os eleitores a ter a coragem de alterar o actual panorama político, se nada fizermos e continuarmos a protestar no dia após as eleições e no local errado, há-de continuar tudo como até agora e de nada valerá a nossa revolta interior ou desabafo na esplanada do café ou na conversa entre amigos. Se alterarmos a nossa atitude mudarmos o nosso comportamento mostrando o nosso protesto, revolta e descontentamento no boletim de voto, poderão ter a certeza de que algo mudará no panorama político em Portugal. Contra a corrupção a solução nunca passará pela abstenção, o voto será sempre a solução.
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Uma aterragem forçada
Para quem como nós que vivemos numa ilha, sentimos no dia a dia uma espécie de isolamento, de distancia dos grandes centros urbanos e das dificuldades em lá chegar apesar de que nos continentes possam haver situações tão complicadas como as nossas. Apesar que em tempo ir a Lisboa era quase uma odisseia, tempos houve que tínhamos navios, o Lima, o Carvalho Araújo, o Funchal, o Angra do Heroísmo, sem falar no Infante D. Henrique ou o Principe Perfeito, antes disso o Vera Cruz e o Santa Maria que várias dias da semana iam e vinham de cá para lá e vice versa. Por exemplo: um espanhol que viva em Barcelona percorre 830 km para chegar a Sevilha, ou um em La Corunha terá de percorrer aprox. 500 Km, talvez milhares de pessoas nunca viajaram à cidade capital Madrid, no entanto, não sentirão a mesma situação de isolamento de um ilhéu que para chegar à capital Lisboa, tará de percorrer 970 Km aprox., com a infeliz certeza de que só terá uma única alternativa, o transporte aéreo. E pior ainda quando vivemos com situações meteorológicas variáveis que condicionam o nosso único ponto de saída, o aeroporto da Madeira, agravando ainda a situação de que a nossa economia depende quase única exclusivamente do turismo, sentimos na pele quase que viver numa prisão. Situação recentemente vivida e que deixou apreensivos residentes e visitantes, pois segundo números difundidos, quase 22 000(vinte e duas mil) pessoas ficaram condicionadas de viajar dadas as circunstâncias anteriormente citadas. Os contornos que levam a que, possíveis alternativas sejam aéreas ou marítimas sejam implementadas, deixa a população da região e aqueles que nos visitam de certa forma descrentes de uma boa vontade por parte das autoridades em apresentarem soluções práticas, rápidas, viáveis e sobre tudo eficazes, pois a economia e a industria do turismo não se compadecerão e não irão esperar para que se atribua um novo galardão ao melhor destino turístico ilhéu do mundo, porque afinal isso em nada abona e também implicará para a atribuição a semelhante distinção. Imaginemos só por um momento que por exemplo: tínhamos um transporte marítimo de qualidade com um barco a servir com regularidade a ligação à metrópole, e ou cruzeiros continuados entre Funchal, Casablanca, Canárias, Cabo Verde, Açores, e Portimão; uma alternativa ao aeroporto da Madeira, o do Porto Santo com transporte alternativo de translado ao Funchal. Os nossos vizinho de Canárias têm semanalmente dois percursos de 1300 km aprox. com serviço de ferry para a metrópole, sem contar com os vários serviços aéreos, pois a dinâmica implementada no seu destino turístico é impressionante. Dirão que não queremos ser (invadidos) por uma avalanche turística, mas estar sempre com o credo na boca para turistas e ou residentes começa a cansar. E se formos olhar aos preços praticados onde ainda esta semana alguém fazia ver um voo TAP Lisboa-Canárias por 89 € e no mesmo dia para o Funchal custava 179 € (aprox)!! Isto não será, uma sugestão, uma opinião nem sequer uma solução, apenas mais um desabafo dos tantos que se ouvem pelos cafés e em conversas de amigos e que faço eco desta opiniões que valem o que valem, mas francamente deixam-nos incrédulos porque tanta burocracia e tanto adiamento. Desculpem bater uma vez mais na mesma tecla, mas como alguém dizia; água mole em pedra dura tanto bate até que fura;Será?
Para quem como nós que vivemos numa ilha, sentimos no dia a dia uma espécie de isolamento, de distancia dos grandes centros urbanos e das dificuldades em lá chegar apesar de que nos continentes possam haver situações tão complicadas como as nossas. Apesar que em tempo ir a Lisboa era quase uma odisseia, tempos houve que tínhamos navios, o Lima, o Carvalho Araújo, o Funchal, o Angra do Heroísmo, sem falar no Infante D. Henrique ou o Principe Perfeito, antes disso o Vera Cruz e o Santa Maria que várias dias da semana iam e vinham de cá para lá e vice versa. Por exemplo: um espanhol que viva em Barcelona percorre 830 km para chegar a Sevilha, ou um em La Corunha terá de percorrer aprox. 500 Km, talvez milhares de pessoas nunca viajaram à cidade capital Madrid, no entanto, não sentirão a mesma situação de isolamento de um ilhéu que para chegar à capital Lisboa, tará de percorrer 970 Km aprox., com a infeliz certeza de que só terá uma única alternativa, o transporte aéreo. E pior ainda quando vivemos com situações meteorológicas variáveis que condicionam o nosso único ponto de saída, o aeroporto da Madeira, agravando ainda a situação de que a nossa economia depende quase única exclusivamente do turismo, sentimos na pele quase que viver numa prisão. Situação recentemente vivida e que deixou apreensivos residentes e visitantes, pois segundo números difundidos, quase 22 000(vinte e duas mil) pessoas ficaram condicionadas de viajar dadas as circunstâncias anteriormente citadas. Os contornos que levam a que, possíveis alternativas sejam aéreas ou marítimas sejam implementadas, deixa a população da região e aqueles que nos visitam de certa forma descrentes de uma boa vontade por parte das autoridades em apresentarem soluções práticas, rápidas, viáveis e sobre tudo eficazes, pois a economia e a industria do turismo não se compadecerão e não irão esperar para que se atribua um novo galardão ao melhor destino turístico ilhéu do mundo, porque afinal isso em nada abona e também implicará para a atribuição a semelhante distinção. Imaginemos só por um momento que por exemplo: tínhamos um transporte marítimo de qualidade com um barco a servir com regularidade a ligação à metrópole, e ou cruzeiros continuados entre Funchal, Casablanca, Canárias, Cabo Verde, Açores, e Portimão; uma alternativa ao aeroporto da Madeira, o do Porto Santo com transporte alternativo de translado ao Funchal. Os nossos vizinho de Canárias têm semanalmente dois percursos de 1300 km aprox. com serviço de ferry para a metrópole, sem contar com os vários serviços aéreos, pois a dinâmica implementada no seu destino turístico é impressionante. Dirão que não queremos ser (invadidos) por uma avalanche turística, mas estar sempre com o credo na boca para turistas e ou residentes começa a cansar. E se formos olhar aos preços praticados onde ainda esta semana alguém fazia ver um voo TAP Lisboa-Canárias por 89 € e no mesmo dia para o Funchal custava 179 € (aprox)!! Isto não será, uma sugestão, uma opinião nem sequer uma solução, apenas mais um desabafo dos tantos que se ouvem pelos cafés e em conversas de amigos e que faço eco desta opiniões que valem o que valem, mas francamente deixam-nos incrédulos porque tanta burocracia e tanto adiamento. Desculpem bater uma vez mais na mesma tecla, mas como alguém dizia; água mole em pedra dura tanto bate até que fura;Será?
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Chegaram os venezuelanos
Anos 60, após alguns anos de emigração, lembro-me de regressarem à Madeira os primeiros madeirenses que com o sonho do «El dourado» foram ao país da América do sul, e no anseio de mostrar aos seus familiares e amigos a maior facilidade com que se ganhava algum dinheiro, pois o seu país limitou-lhes, com a agravante situação da guerra colonial que ceifava vidas e obrigou muitos pais a mandarem seus filhos p'ra fora , pois o conflito da Índia e mais tarde Guine, Angola e Moçambique com as primeiras baixas, faziam temer o pior, daí a grande vaga de emigração após uma primeira fase do Curaçau, Brasil, África do Sul. Era vê-los chegar com as (banheiras) porta vilões, (carros americanos de 8 cilindros),muitos (venezuelanos) vinham casar depois de enviarem carta de chamada para as futuras mulheres, alguns faziam-no por procuração, e formaram uma comunidade que atingiu após quatro décadas quase meio milhão de portugueses, na sua maioria madeirenses.
Anos 70 e oitenta, o boom dos emigrantes abastados, que investiam em propriedades, casas, terrenos e espaços comerciais, trouxeram milhões de contos, talvez depois dos fundos UE (que trouxeram mão de obra de países de leste), a maior remessa de divisas que o país recebeu, fruto de décadas de trabalho incansável, sacrifício e até porque não dizê-lo algum exagero na exuberância do seu regresso à terra que os viu nascer. Tudo isto valeu um progresso e grandes investimentos sobre tudo na área da construção onde a cidade e até muitas zonas rurais, sofreram um transformação algo nunca vista. Vinham aos milhares, traziam os bolsos com muito dinheiro e até um pouco de exagero no consumismo, fruto da alegria em quererem mostrar que afinal também eram capazes de ser melhores se a oportunidade lhes fosse concedida, aquilo que num país estrangeiro lhes permitiu. E foi pena realmente ter de (enviar) para fora a grande força de trabalho que bem poderia ter servido para desenvolver na altura o nosso próprio país. Mas com o anseio de querer regressar à sua terra, os investimentos foram crescendo e até incentivados pelo grande movimento de divisas que se tornaram alvo do assedio da banca, e cujos resultados agora nos lamentamos todos, pois são às centenas os que foram pura e simplesmente enganados por trafulhas que aproveitando-se da confiança depositada, arruinaram décadas de esforço poupadas com muito suor e à custa da própria vida. Agora que só a vida lhes restas, pois até a alguns deles infelizmente lhes foi tirada, dada a magnitude da desgraça e o drama que se instalou no país de Simon Bolivar, que muitos deles e agora seus filhos e até seus netos, fogem à perseguição de um ditador que achou por bem sacrificar vidas à custa de um capricho e de uma filosofia política que em nada contribui para a paz e segurança do povo venezuelano e de todos os que com eles dividiam uma pátria que os acolheu, lhes deu um vida recheada de abundância, mas que por causa da insegurança, fez com que tivessem que se refugiar na terra que viu seus pais e seus avós nascer,e que agora também por se sentirem seguros cá, querem chamá-la de sua. A Europa analisa estatísticas e dada a baixa natalidade, acha que o repovoamento terá de ser feito para manter o índice populacional, mesmo à custa de refugiados muçulmanos ou outras raças. Porque não aceitar-mos de bom grado e de braços abertos, o regresso daqueles que nos são próximos, que conhecem bem nosso hábitos e costumes, dispostos a contribuir com trabalho, e ajudá-los no drama a se integrarem numa sociedade bem portuguesa.
Anos 60, após alguns anos de emigração, lembro-me de regressarem à Madeira os primeiros madeirenses que com o sonho do «El dourado» foram ao país da América do sul, e no anseio de mostrar aos seus familiares e amigos a maior facilidade com que se ganhava algum dinheiro, pois o seu país limitou-lhes, com a agravante situação da guerra colonial que ceifava vidas e obrigou muitos pais a mandarem seus filhos p'ra fora , pois o conflito da Índia e mais tarde Guine, Angola e Moçambique com as primeiras baixas, faziam temer o pior, daí a grande vaga de emigração após uma primeira fase do Curaçau, Brasil, África do Sul. Era vê-los chegar com as (banheiras) porta vilões, (carros americanos de 8 cilindros),muitos (venezuelanos) vinham casar depois de enviarem carta de chamada para as futuras mulheres, alguns faziam-no por procuração, e formaram uma comunidade que atingiu após quatro décadas quase meio milhão de portugueses, na sua maioria madeirenses.
Anos 70 e oitenta, o boom dos emigrantes abastados, que investiam em propriedades, casas, terrenos e espaços comerciais, trouxeram milhões de contos, talvez depois dos fundos UE (que trouxeram mão de obra de países de leste), a maior remessa de divisas que o país recebeu, fruto de décadas de trabalho incansável, sacrifício e até porque não dizê-lo algum exagero na exuberância do seu regresso à terra que os viu nascer. Tudo isto valeu um progresso e grandes investimentos sobre tudo na área da construção onde a cidade e até muitas zonas rurais, sofreram um transformação algo nunca vista. Vinham aos milhares, traziam os bolsos com muito dinheiro e até um pouco de exagero no consumismo, fruto da alegria em quererem mostrar que afinal também eram capazes de ser melhores se a oportunidade lhes fosse concedida, aquilo que num país estrangeiro lhes permitiu. E foi pena realmente ter de (enviar) para fora a grande força de trabalho que bem poderia ter servido para desenvolver na altura o nosso próprio país. Mas com o anseio de querer regressar à sua terra, os investimentos foram crescendo e até incentivados pelo grande movimento de divisas que se tornaram alvo do assedio da banca, e cujos resultados agora nos lamentamos todos, pois são às centenas os que foram pura e simplesmente enganados por trafulhas que aproveitando-se da confiança depositada, arruinaram décadas de esforço poupadas com muito suor e à custa da própria vida. Agora que só a vida lhes restas, pois até a alguns deles infelizmente lhes foi tirada, dada a magnitude da desgraça e o drama que se instalou no país de Simon Bolivar, que muitos deles e agora seus filhos e até seus netos, fogem à perseguição de um ditador que achou por bem sacrificar vidas à custa de um capricho e de uma filosofia política que em nada contribui para a paz e segurança do povo venezuelano e de todos os que com eles dividiam uma pátria que os acolheu, lhes deu um vida recheada de abundância, mas que por causa da insegurança, fez com que tivessem que se refugiar na terra que viu seus pais e seus avós nascer,e que agora também por se sentirem seguros cá, querem chamá-la de sua. A Europa analisa estatísticas e dada a baixa natalidade, acha que o repovoamento terá de ser feito para manter o índice populacional, mesmo à custa de refugiados muçulmanos ou outras raças. Porque não aceitar-mos de bom grado e de braços abertos, o regresso daqueles que nos são próximos, que conhecem bem nosso hábitos e costumes, dispostos a contribuir com trabalho, e ajudá-los no drama a se integrarem numa sociedade bem portuguesa.
domingo, 9 de julho de 2017
Portugal está na moda?
Foram temas e assuntos bem recentes, uns mais recentes que outros, mas todos envolvendo sempre o mesmo; dinheiro. Fraudes bancárias, e subsequentes falências e as consequências pessoas que ficaram sem o seu dinheiro. Negócios fraudulentos a lesar o estado e consequentemente o povo a pagar, concessões fraudulentas e os custos a reverter para as populações, investimentos duvidosos e o contribuinte a arcar com os custos, tragédias a castigar as populações, ora por falhas de alguém ora por negligências e os lesados sempre os mesmos, e a culpa morre sempre solteira e os culpados raramente apareceram, e o pior de tudo é que uma calamidade até parece que serve ou é utilizada para abafar as anteriores e a última aparentemente parece ser a pior, ao ponto de até assaltarem as forças armadas. A podridão é de tal ordem que a desilusão e o desanimo das populações são cada vez mais desmotivadores, que o alento e as forças para continuar já começam a faltar. Em quem poderá apoiar-se a população deste país à beira mar plantado, para recuperar a credibilidade nas instituições, o acreditar que algum dia este país tomará o rumo certo e que as instituições estarão ao serviço das populações? Vem aí uma nova temporada futebolística e nem mesmo o desporto rei foge ás falácias e aos escândalos, pois parece tão ou mais interessantes os caso e as bisbilhotices, que já se discutem mais do que os resultados desportivos propriamente ditos, isto talvez para servir de «sedativo» fazer esquecer todos os assuntos que dizem respeito ao bom e real funcionamento de uma justiça verdadeiramente democrática, pois até à bem pouco haviam aquelas vozes que muitas vezes vociferavam contra certos governantes, mas o facto de passarem a fazer valer aquela velha máxima, quando não podes com eles, junta-te a eles, foi assim que praticamente foram caladas essas vozes e anestesiada a democracia, que até parece que estamos entrando às portas do paraíso e até já se apregoa aos quatro ventos que Portugal está na moda. Mas será que continuaremos a ver o nosso dinheiro a arder?
Foram temas e assuntos bem recentes, uns mais recentes que outros, mas todos envolvendo sempre o mesmo; dinheiro. Fraudes bancárias, e subsequentes falências e as consequências pessoas que ficaram sem o seu dinheiro. Negócios fraudulentos a lesar o estado e consequentemente o povo a pagar, concessões fraudulentas e os custos a reverter para as populações, investimentos duvidosos e o contribuinte a arcar com os custos, tragédias a castigar as populações, ora por falhas de alguém ora por negligências e os lesados sempre os mesmos, e a culpa morre sempre solteira e os culpados raramente apareceram, e o pior de tudo é que uma calamidade até parece que serve ou é utilizada para abafar as anteriores e a última aparentemente parece ser a pior, ao ponto de até assaltarem as forças armadas. A podridão é de tal ordem que a desilusão e o desanimo das populações são cada vez mais desmotivadores, que o alento e as forças para continuar já começam a faltar. Em quem poderá apoiar-se a população deste país à beira mar plantado, para recuperar a credibilidade nas instituições, o acreditar que algum dia este país tomará o rumo certo e que as instituições estarão ao serviço das populações? Vem aí uma nova temporada futebolística e nem mesmo o desporto rei foge ás falácias e aos escândalos, pois parece tão ou mais interessantes os caso e as bisbilhotices, que já se discutem mais do que os resultados desportivos propriamente ditos, isto talvez para servir de «sedativo» fazer esquecer todos os assuntos que dizem respeito ao bom e real funcionamento de uma justiça verdadeiramente democrática, pois até à bem pouco haviam aquelas vozes que muitas vezes vociferavam contra certos governantes, mas o facto de passarem a fazer valer aquela velha máxima, quando não podes com eles, junta-te a eles, foi assim que praticamente foram caladas essas vozes e anestesiada a democracia, que até parece que estamos entrando às portas do paraíso e até já se apregoa aos quatro ventos que Portugal está na moda. Mas será que continuaremos a ver o nosso dinheiro a arder?
sexta-feira, 30 de junho de 2017
Falar com autonomia
Cada vez mais se celebra uma data onde supostamente deveria ser a mais importante para a região onde estamos inseridos. Dia 1º de Julho de 1976 foi instituído o dia em que se reconhecia a autonomia desta região consagrada na constituição da república.
Autonomia política, administrativa, financeira, económica e fiscal 1. A autonomia política, administrativa, financeira, económica e fiscal da Região Autónoma da Madeira não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce--se no quadro da Constituição e deste Estatuto. 2. A autonomia da Região Autónoma da Madeira visa a participação democrática dos cidadãos, o desenvolvimento económico e social integrado do arquipélago e a promoção e defesa dos valores e interesses do seu povo, bem como o reforço da unidade nacional e dos laços de solidariedade entre todos os portugueses;(artigo5º).
Em que contesto usufruem os madeirenses desta situação. Para começar só pelo facto de viver-mos fora da metrópole e do continente, condiciona-nos esse facto, pois os meios que temos para lá chegar custam-nos os olhos da cara. De momento o único meio de chegar à cidade capital do país é por via aérea e se as condições climatéricas assim o permitirem, pois por via marítima está mais que visto que só por via de promessas, pois sonhos já nem com isso nos consolam. Os preços que pagamos pelos transportes fazem-nos sentir como cidadãos de outro país, pois são de tal modo tão exagerados que nada nos convida a uma saltadela á capital. Os transportes de bens e mercadorias chegam a um preço de tal ordem que quase nos apetece dizer que preferia-mos continuar a andar de corça ou de carro de bois, a comer as semilhas e massarocas de Santana, o gaiado do caniçal, a espada de C. de Lobos, as cebolas do Caniço, mas nisso também somos penalizados, pois os incentivos agricultura e à pecuário foram simplesmente erradicados e apenas alguma agricultura de subsistência ainda prevalece. Onde foram parar os lacticínios, as conservas, o artesanato e muitas outras coisas que faziam da R.A. da Madeira um bom produtor? Esperamos apenas que os turistas venham conhecer as belezas naturais que aos poucos têm sido destruídas, e aproveitando de algum condicionalismo de países outrora turísticos e que pelo que tem havido em questão de inseguranças, ainda nos salva a tranquilidade e passividade do nosso povo e o bem receber a quem nos visita.
Foi esta uma das definições de (autonomia) que encontrei num dicionário de língua Portuguesa;Aptidão ou competência para gerir sua própria vida, valendo-se de seus próprios meios, vontades e/ou princípios. E agora fica a pergunta: acham que aquilo que ficou instituído na constituição da republica em Julho de 1976, cumpre textualmente esse significado?
Porque a Madeira e todos os madeirense aspiramos muito mais do que simples promessas e condicionalismos ao que realmente se designa de autonomia.
Cada vez mais se celebra uma data onde supostamente deveria ser a mais importante para a região onde estamos inseridos. Dia 1º de Julho de 1976 foi instituído o dia em que se reconhecia a autonomia desta região consagrada na constituição da república.
Autonomia política, administrativa, financeira, económica e fiscal 1. A autonomia política, administrativa, financeira, económica e fiscal da Região Autónoma da Madeira não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce--se no quadro da Constituição e deste Estatuto. 2. A autonomia da Região Autónoma da Madeira visa a participação democrática dos cidadãos, o desenvolvimento económico e social integrado do arquipélago e a promoção e defesa dos valores e interesses do seu povo, bem como o reforço da unidade nacional e dos laços de solidariedade entre todos os portugueses;(artigo5º).
Em que contesto usufruem os madeirenses desta situação. Para começar só pelo facto de viver-mos fora da metrópole e do continente, condiciona-nos esse facto, pois os meios que temos para lá chegar custam-nos os olhos da cara. De momento o único meio de chegar à cidade capital do país é por via aérea e se as condições climatéricas assim o permitirem, pois por via marítima está mais que visto que só por via de promessas, pois sonhos já nem com isso nos consolam. Os preços que pagamos pelos transportes fazem-nos sentir como cidadãos de outro país, pois são de tal modo tão exagerados que nada nos convida a uma saltadela á capital. Os transportes de bens e mercadorias chegam a um preço de tal ordem que quase nos apetece dizer que preferia-mos continuar a andar de corça ou de carro de bois, a comer as semilhas e massarocas de Santana, o gaiado do caniçal, a espada de C. de Lobos, as cebolas do Caniço, mas nisso também somos penalizados, pois os incentivos agricultura e à pecuário foram simplesmente erradicados e apenas alguma agricultura de subsistência ainda prevalece. Onde foram parar os lacticínios, as conservas, o artesanato e muitas outras coisas que faziam da R.A. da Madeira um bom produtor? Esperamos apenas que os turistas venham conhecer as belezas naturais que aos poucos têm sido destruídas, e aproveitando de algum condicionalismo de países outrora turísticos e que pelo que tem havido em questão de inseguranças, ainda nos salva a tranquilidade e passividade do nosso povo e o bem receber a quem nos visita.
Foi esta uma das definições de (autonomia) que encontrei num dicionário de língua Portuguesa;Aptidão ou competência para gerir sua própria vida, valendo-se de seus próprios meios, vontades e/ou princípios. E agora fica a pergunta: acham que aquilo que ficou instituído na constituição da republica em Julho de 1976, cumpre textualmente esse significado?
Porque a Madeira e todos os madeirense aspiramos muito mais do que simples promessas e condicionalismos ao que realmente se designa de autonomia.
POR FAVOR APRENDAM QUE JÁ SE FAZ TARDE COMO FUNCIONA A DEMOCRACIA EM PORTUGAL, PORQUE TU NÃO A DEFENDES, PORQUE A MAIORIA SE DEIXA MANIPULAR ....
A FARSA, O CONLUIO E A DANÇA QUE ENCANTA O POVO.... QUANDO O ELEITOR COMEÇA A CHATEAR QUE QUER UMA LEI SOBRE ALGUM ASSUNTO LÁ VEM UM DELES PROPOR A LEI MAS QUE JÁ ESTÁ COMBINADO
QUE DEPOIS OS OUTROS CHUMBARÃO.
QUANDO O ELEITOR COMEÇA A FAZER BARULHO PQ QUER ACABAR COM AS MORDOMIAS DOS POLÍTICOS, LÁ VEM UM FINGIR QUE PROPÕE ESSA LEI, MAS TUDO COMBINADO QUE VAI CHUMBAR, QUANDO SURGE MUITO BARULHO PORQUE O POVO EXIGE LEIS CONTRA A CORRUPÇÃO, LÁ VEM UM QUALQUER FAZER LEIS CONTRA A CORRUPÇÃO QUE JA SABEM QUE É PARA CHUMBAR. E SE NENHUM PARTIDO QUER FICAR COM A RESPONSABILIDADE DE CHUMBAR ESSA LEI, ELES FAZEM DE FORMA QUE A LEI TENHA FALHAS LEGAIS PARA SER CHUMBADA PELOS TRIBUNAIS. E QUANDO UM ESCÁNDALO DEMASIADO GRANDE PARA ESCONDER REBENTA COMO O BPN OU O BES, EXIGE-SE UMA COMISSÃO PARLAMENTAR QUE SÃO SEMPRE UMA FARSA PORQUE GERALMENTE SE INCLUEM AMIGOS DOS SUSPEITOS .. (AINDA RECENTEMENTE, QUANDO SE DENUNCIOU DEPUTADOS QUE ESTAVAM ILEGAIS, QUEM OS AVALIOU FORAM DEPUTADOS DO MESMO PARTIDO AHAHAH) E ONDE SE FAZEM PERGUNTAS MUITO SUAVES PARA NÃO ENTALAR NINGUÉM. E QUANDO NÃO CORRE BEM FAZ SE COMO NO CASO CAMARATE QUE FORAM TANTAS AS COMISSÕES E INTERRUPÇÕES QUE TUDO PRESCREVEU. E QUANDO O POVO FAZ BARULHO QUE QUER REFERENDOS ELES ESPETAM TE COM UM REFERENDO ONDE NA REALIDADE NADA DECIDES PARA ALÉM DO ABORTO OU DO CASAMENTO GAY, MAS JAMAIS TE DEIXAM DECIDIR SOBRE AS RAPINAGENS A SÉRIO, AS PPP QUE CUSTAM 70 MIL MILHÕES, AS RENDAS DA EDP, OS CONTRATOS INÚTEIS, AS MEGA OBRAS AÍ NUNCA CONSULTAM O OTÁRIO QUE TUDO PAGA E O POVO FICA DELICIADO COM ESTES POLÍTICOS FARSOLAS QUE HÁ DÉCADAS BRINCAM COM A DEMOCRACIA E COM A INTELIGENCIA DO POVO.... PARTIDOS QUE SE SENTAM NA ASSEMBLEIA NÃO PARA REPRESENTAR O POVO MAS PARA REPRESENTAR UMA FARSA. TODOS JUNTOS FAZEM UM BELO PAPEL, FINGEM QUE SE ZANGAM, QUE DEFENDEM O POVO MAS O RESULTADO ESTÁ Á VISTA DE TODOS SÓ NÃO RECONHECE ISSO QUEM ESTÁ CEGO , DESINFORMADO OU É FANÁTICO.
BASTA PESQUISAR QUEM APROVOU LEIS QUE TODOS CRITICAMOS E VAMOS TER MUITAS SURPRESAS DE QUEM VOTOU A FAVOR... JÁ TODA A GENTE SABE QUE AS OPOSIÇÕES EXISTEM APENAS PARA DAR A FALSA IDEIA AO POVO DE QUE ALGUÉM OS ESTÁ A DEFENDER, PORQUE QUANDO PASSAM DA OPOSIÇÃO PARA O POLEIRO TUDO O QUE CRITICAVAM, FAZEM IGUAL OU PIOR.... AINDA NÃO APRENDERAM???? PORRA.... ACABEM-LHES COM A FESTA. A ÚNICA FORMA DE LHES MOSTRAR QUE JÁ CONHECEMOS O JOGO DELES E NÃO SOMOS OTÁRIOS, É OS ELEITORES ACABAREM COM ESTES VICIOS E COMEÇAREM A VOTAR CONTRA ESTA GENTE VOTANDO EM PARTIDOS NOVOS E SEM CARREIRA POLITICA NEM ASSENTO PARLAMENTAR???? NÃO DESPERDICEM NEM MAIS UM VOTO, TODOS ÁS URNAS VOTAR CONTRA PARTIDOS RECENTES... E NÃO SE ESQUEÇAM QUE TAMBÉM FAZ PARTE DO JOGO DELES DIFAMAR QUALQUER PARTIDO PEQUENO QUE LHES FAÇA SOMBRA, ELES DOMINAM A COMUNICAÇÃO SOCIAL E FAZEM O ELEITOR ODIAR OS PARTIDOS QUE DEVIAM AMAR. NÃO SE DEIXEM ENGANAR MAIS, ACORDEM
VEJA EM VIDEO
A FARSA, O CONLUIO E A DANÇA QUE ENCANTA O POVO.... QUANDO O ELEITOR COMEÇA A CHATEAR QUE QUER UMA LEI SOBRE ALGUM ASSUNTO LÁ VEM UM DELES PROPOR A LEI MAS QUE JÁ ESTÁ COMBINADO
QUE DEPOIS OS OUTROS CHUMBARÃO.
QUANDO O ELEITOR COMEÇA A FAZER BARULHO PQ QUER ACABAR COM AS MORDOMIAS DOS POLÍTICOS, LÁ VEM UM FINGIR QUE PROPÕE ESSA LEI, MAS TUDO COMBINADO QUE VAI CHUMBAR, QUANDO SURGE MUITO BARULHO PORQUE O POVO EXIGE LEIS CONTRA A CORRUPÇÃO, LÁ VEM UM QUALQUER FAZER LEIS CONTRA A CORRUPÇÃO QUE JA SABEM QUE É PARA CHUMBAR. E SE NENHUM PARTIDO QUER FICAR COM A RESPONSABILIDADE DE CHUMBAR ESSA LEI, ELES FAZEM DE FORMA QUE A LEI TENHA FALHAS LEGAIS PARA SER CHUMBADA PELOS TRIBUNAIS. E QUANDO UM ESCÁNDALO DEMASIADO GRANDE PARA ESCONDER REBENTA COMO O BPN OU O BES, EXIGE-SE UMA COMISSÃO PARLAMENTAR QUE SÃO SEMPRE UMA FARSA PORQUE GERALMENTE SE INCLUEM AMIGOS DOS SUSPEITOS .. (AINDA RECENTEMENTE, QUANDO SE DENUNCIOU DEPUTADOS QUE ESTAVAM ILEGAIS, QUEM OS AVALIOU FORAM DEPUTADOS DO MESMO PARTIDO AHAHAH) E ONDE SE FAZEM PERGUNTAS MUITO SUAVES PARA NÃO ENTALAR NINGUÉM. E QUANDO NÃO CORRE BEM FAZ SE COMO NO CASO CAMARATE QUE FORAM TANTAS AS COMISSÕES E INTERRUPÇÕES QUE TUDO PRESCREVEU. E QUANDO O POVO FAZ BARULHO QUE QUER REFERENDOS ELES ESPETAM TE COM UM REFERENDO ONDE NA REALIDADE NADA DECIDES PARA ALÉM DO ABORTO OU DO CASAMENTO GAY, MAS JAMAIS TE DEIXAM DECIDIR SOBRE AS RAPINAGENS A SÉRIO, AS PPP QUE CUSTAM 70 MIL MILHÕES, AS RENDAS DA EDP, OS CONTRATOS INÚTEIS, AS MEGA OBRAS AÍ NUNCA CONSULTAM O OTÁRIO QUE TUDO PAGA E O POVO FICA DELICIADO COM ESTES POLÍTICOS FARSOLAS QUE HÁ DÉCADAS BRINCAM COM A DEMOCRACIA E COM A INTELIGENCIA DO POVO.... PARTIDOS QUE SE SENTAM NA ASSEMBLEIA NÃO PARA REPRESENTAR O POVO MAS PARA REPRESENTAR UMA FARSA. TODOS JUNTOS FAZEM UM BELO PAPEL, FINGEM QUE SE ZANGAM, QUE DEFENDEM O POVO MAS O RESULTADO ESTÁ Á VISTA DE TODOS SÓ NÃO RECONHECE ISSO QUEM ESTÁ CEGO , DESINFORMADO OU É FANÁTICO.
BASTA PESQUISAR QUEM APROVOU LEIS QUE TODOS CRITICAMOS E VAMOS TER MUITAS SURPRESAS DE QUEM VOTOU A FAVOR... JÁ TODA A GENTE SABE QUE AS OPOSIÇÕES EXISTEM APENAS PARA DAR A FALSA IDEIA AO POVO DE QUE ALGUÉM OS ESTÁ A DEFENDER, PORQUE QUANDO PASSAM DA OPOSIÇÃO PARA O POLEIRO TUDO O QUE CRITICAVAM, FAZEM IGUAL OU PIOR.... AINDA NÃO APRENDERAM???? PORRA.... ACABEM-LHES COM A FESTA. A ÚNICA FORMA DE LHES MOSTRAR QUE JÁ CONHECEMOS O JOGO DELES E NÃO SOMOS OTÁRIOS, É OS ELEITORES ACABAREM COM ESTES VICIOS E COMEÇAREM A VOTAR CONTRA ESTA GENTE VOTANDO EM PARTIDOS NOVOS E SEM CARREIRA POLITICA NEM ASSENTO PARLAMENTAR???? NÃO DESPERDICEM NEM MAIS UM VOTO, TODOS ÁS URNAS VOTAR CONTRA PARTIDOS RECENTES... E NÃO SE ESQUEÇAM QUE TAMBÉM FAZ PARTE DO JOGO DELES DIFAMAR QUALQUER PARTIDO PEQUENO QUE LHES FAÇA SOMBRA, ELES DOMINAM A COMUNICAÇÃO SOCIAL E FAZEM O ELEITOR ODIAR OS PARTIDOS QUE DEVIAM AMAR. NÃO SE DEIXEM ENGANAR MAIS, ACORDEM
VEJA EM VIDEO
quarta-feira, 14 de junho de 2017
TAPe os olhos
Será que alguém me pode explicar o porquê de uma situação destas que à continuação irei transcrever. Duas pessoas resolveram viajar até às belíssimas ilhas dos Açores, ao consultaram o balcão on line da transportadora aérea nacional, verificaram as tabelas de preços chegaram à seguinte conclusão: numa deslocação Funchal-Ponta Delgada via Lisboa, ida e volta preço por pessoa, 137€ ( fantástico). No mesmo dia no mesmo voo, o itinerário Funchal-Lisboa-Funchal ida e volta 474€. A mesma companhia, os mesmos horários, o mesmo itinerário à excepção de quem seguiriam para os Açores e consequente regresso. Será que dava para «aldrabar» e nem seguir para os Açores e se ficar por Lisboa para poupar uns cobres? Agora a pergunta: quem anda a meter dinheiro ao bolso do subsídio de mobilidade tão badalado, implementado e assegurado pelos governos? que não sei com que intenção ou interesse, posso imaginar, mas não me vou pronunciar, antes deixo o caso para apreciação de quem quiser e tiver a coragem se a houver, de cada quem tirar as suas próprias ilações. Será caso p'ra dizer! abram os olhos!
Será que alguém me pode explicar o porquê de uma situação destas que à continuação irei transcrever. Duas pessoas resolveram viajar até às belíssimas ilhas dos Açores, ao consultaram o balcão on line da transportadora aérea nacional, verificaram as tabelas de preços chegaram à seguinte conclusão: numa deslocação Funchal-Ponta Delgada via Lisboa, ida e volta preço por pessoa, 137€ ( fantástico). No mesmo dia no mesmo voo, o itinerário Funchal-Lisboa-Funchal ida e volta 474€. A mesma companhia, os mesmos horários, o mesmo itinerário à excepção de quem seguiriam para os Açores e consequente regresso. Será que dava para «aldrabar» e nem seguir para os Açores e se ficar por Lisboa para poupar uns cobres? Agora a pergunta: quem anda a meter dinheiro ao bolso do subsídio de mobilidade tão badalado, implementado e assegurado pelos governos? que não sei com que intenção ou interesse, posso imaginar, mas não me vou pronunciar, antes deixo o caso para apreciação de quem quiser e tiver a coragem se a houver, de cada quem tirar as suas próprias ilações. Será caso p'ra dizer! abram os olhos!
quarta-feira, 7 de junho de 2017
Ele mexia no nosso bolso
No comemorar de mais um dia de Portugal, parece que estamos destinados a um continuo despertar de casos e casos de corrupção no nosso país, pois dificilmente se contam já pelos dedos das mão, as dezenas de situações que todos os dias a imprensas traz à luz pública que mais parece uma trama de uma telenovela, ou de uma produção em série das tantas exibidas nos vários canais de TV, que mesmo o mais incauto dos cidadãos, já se apercebeu que vive num país destinado e quase que condenado a uma doença sem cura. Todos os dias aparecem nas noticias nomes de políticos envolvidos em casos de corrupção. onde constam valores megalómanos e que aos olhos do cidadão comum mais parece histórias para entreter, mas que na realidade tratam-se de situações que ao longo de já vários anos, passam constantemente pelos nossos olhos e ouvidos e que nunca se dignam reportar o fim da grande maioria dos inúmeros casos onde a justiça começa com a investigação levam vários anos a estudar e analisar os casos e no final acabam por serem o fim de todos igual; ou sem provas para condenar os culpados, ou sem evidencias que possam julgar os envolvidos ou a investigação é tão minuciosa que o tempo que levou a investigação fez prescrever o caso e fica tudo em águas de bacalhau e o Zé povinho paga e não bufa. Por voltas e mais voltas que dêem, por mais e mais investigações que se façam, nunca se chega a verdadeira conclusão e respectiva aplicação da lei. Se desviou 100 milhões, aparecem mil e uma justificação, ou criam-se novos refúgios para que afinal possa a parecer tudo na legalidade. Enfim isto já começa a cheirar mal e não é propriamente de degradação, mas de putrefacção, pois quanto mais investigam parece que os casos mais recentes servem única e exclusivamente para ocultar ou melhor fazer esquecer todos os anteriores, que de uma ou outra maneira nunca ficam totalmente resolvidos. E quando algum dos arguidos é formalmente acusado pela justiça com provas dadas, eis que existe a possibilidade de requerer a não sei quantas instâncias judiciais e a probabilidade de ser condenado acaba por demorara até ficar impune, oculto, esquecido ou simplesmente ultrapassado por uma outro caso mais recente e de igual envergadura. O caminho do descrédito a que a nossa justiça tem sido conduzida, deixa muito a desejar ao comum dos cidadãos que resignados infelizmente vão se desenvencilhando de situações dramáticas nos seus humildes lares, enquanto os senhores gestores, administradores no bem bom, parecem continuar a senda do continuar a escrever as páginas negras de um guião na democracia que permute que o filme «OS SALTEADORES DA ARCA DO ESTADO», continua a sua saga e os espectadores cada vez mais anseiam o seu fim. Quando a designada democracia, permite que a justiça actue deste modo, parece existir algum interesse em conduzir o regime ao descrédito e condenar a liberdade, limitando e condicionando os cidadãos aos seus direitos à mesma. Quando poderemos usufruir de um país livre, democrático onde a liberdade e a justiça caminhem de mãos dadas para o bem de todos? Para quando uma lei que obrigue a devolver o fruto das negociatas fraudulentas, tenha que ser totalmente reposto nos cofres da nação, e os culpados condenados, em vez de condecorados os que passam pelos governos, logo depois são colocados em lugares privilegiados como tem acontecido ao longo de todos estes anos no nosso país?
domingo, 21 de maio de 2017
Um olhar pelo mundo
Numa sociedade onde cada vez mais proliferam instituições de solidariedade,num mundo cada vez mais desumano, onde cada vez mais se luta pelo respeito e a dignidade dos animais, e ainda bem, nunca houve tanto ser humano maltratado, vetado ao abandono ou ignorado e desprezado, onde direitos conseguidos por decreto, se sobrepõem aos deveres que a própria consciência humana deveria salvaguardar, quando o direito à saúde e à educação deveriam ser um dado adquirido, parece ser quase um favor cuidar dos doentes e onde a educação não zela pelo mais básicos da sociedade, a formação cívica, os deveres para com a mesma, os direitos de igualdade e oportunidades de todos, as regras de boa conduta e os valores básicos de uma sociedade que se quer evoluída e moderna. Invertem-se todos os elementos para um bom funcionamento das coisas, compram-se consciências, penhoram-se dignidades, condicionam-se valores básicos e põem-se em causa a dignidade de tudo e de todos os que é sua intenção para tentar melhorara as regras de uma sociedade verdadeira. Conseguimos ultrapassar, (fazer esquecer)a epidemia da gripes das aves e subsequente gripe A, talvez com a ajuda de Portugal ter sido campeão Europeu de futebol, e um português ter sido eleito secretário geral da ONU, os delitos de corrupção parecem ter sido ultrapassados com a ajuda do Salvador por ter ganho o festival da Euro-visão, o Papa ter visitado Fátima, e até o Benfica campeão, «ajudou» a ultrapassar o défice económico, e assim com estes (antibióticos) vamos conduzindo uma sociedade cada vez mais desigual, desequilibrada, desumana, desesperada. O mundo está em convulsão e tudo por culpa da má gestão das finanças dos países que criaram um fosso cada vez maior entre as pessoas, onde se paga a quem nada produz, que servem de (exemplo) para novos crimes,e se penaliza cada vez mais quem trabalha, onde se reivindica melhores condições de vida para quem infelizmente por vezes condicionam-se-lhes as oportunidades ou a sua sorte não lhe permite fazer parte integrante do desenvolvimento económico e social, condecoram-se muitos dos que de uma ou outra forma têm contribuído para situações indignantes de, roubos, fraudes, trafulhices, enfim quem talvez melhor conseguiu a maneira de enganar muitas pessoas, e a desconfiança paira na cabeça do cidadão que se vê sem esperança de acordar motivado para poder ver o mundo que todos nós um dia sonhamos. Após 72 anos da ultima guerra mundial, e durante várias décadas a vivermos a chamada guerra fria, estamos num período de guerra de consciências, da paz quente, de dúvidas e de incertezas que cada dia pairam em cada uma das nossas cabeças, dada a insegurança que vivemos e o mundo global convulsionado em que estamos inseridos, onde qualquer situação que acontece em qualquer canto do mundo, temos conhecimento no momento exacto e nesse mesmo momento já estamos a sofrer essas consequências.Será que algum dia poderemos despertar com a esperança de viver num mundo onde até aqui parece ser o de; ou eu ou tu, para passarmos ao mundo do eu e tu?
Numa sociedade onde cada vez mais proliferam instituições de solidariedade,num mundo cada vez mais desumano, onde cada vez mais se luta pelo respeito e a dignidade dos animais, e ainda bem, nunca houve tanto ser humano maltratado, vetado ao abandono ou ignorado e desprezado, onde direitos conseguidos por decreto, se sobrepõem aos deveres que a própria consciência humana deveria salvaguardar, quando o direito à saúde e à educação deveriam ser um dado adquirido, parece ser quase um favor cuidar dos doentes e onde a educação não zela pelo mais básicos da sociedade, a formação cívica, os deveres para com a mesma, os direitos de igualdade e oportunidades de todos, as regras de boa conduta e os valores básicos de uma sociedade que se quer evoluída e moderna. Invertem-se todos os elementos para um bom funcionamento das coisas, compram-se consciências, penhoram-se dignidades, condicionam-se valores básicos e põem-se em causa a dignidade de tudo e de todos os que é sua intenção para tentar melhorara as regras de uma sociedade verdadeira. Conseguimos ultrapassar, (fazer esquecer)a epidemia da gripes das aves e subsequente gripe A, talvez com a ajuda de Portugal ter sido campeão Europeu de futebol, e um português ter sido eleito secretário geral da ONU, os delitos de corrupção parecem ter sido ultrapassados com a ajuda do Salvador por ter ganho o festival da Euro-visão, o Papa ter visitado Fátima, e até o Benfica campeão, «ajudou» a ultrapassar o défice económico, e assim com estes (antibióticos) vamos conduzindo uma sociedade cada vez mais desigual, desequilibrada, desumana, desesperada. O mundo está em convulsão e tudo por culpa da má gestão das finanças dos países que criaram um fosso cada vez maior entre as pessoas, onde se paga a quem nada produz, que servem de (exemplo) para novos crimes,e se penaliza cada vez mais quem trabalha, onde se reivindica melhores condições de vida para quem infelizmente por vezes condicionam-se-lhes as oportunidades ou a sua sorte não lhe permite fazer parte integrante do desenvolvimento económico e social, condecoram-se muitos dos que de uma ou outra forma têm contribuído para situações indignantes de, roubos, fraudes, trafulhices, enfim quem talvez melhor conseguiu a maneira de enganar muitas pessoas, e a desconfiança paira na cabeça do cidadão que se vê sem esperança de acordar motivado para poder ver o mundo que todos nós um dia sonhamos. Após 72 anos da ultima guerra mundial, e durante várias décadas a vivermos a chamada guerra fria, estamos num período de guerra de consciências, da paz quente, de dúvidas e de incertezas que cada dia pairam em cada uma das nossas cabeças, dada a insegurança que vivemos e o mundo global convulsionado em que estamos inseridos, onde qualquer situação que acontece em qualquer canto do mundo, temos conhecimento no momento exacto e nesse mesmo momento já estamos a sofrer essas consequências.Será que algum dia poderemos despertar com a esperança de viver num mundo onde até aqui parece ser o de; ou eu ou tu, para passarmos ao mundo do eu e tu?
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Sem tempo para pensar
Apesar do tempo andar meio chuvoso mesmo em plena primavera, a azáfama própria da época onde escasseia o tempo para tanta ocupação que nem de propósito. Tivemos corridas pela cidade, a festa da flor, ou ainda a temos prolongada, a cidade à nossa espera com um convite a que fiquemos por lá, mesmo que muitas vezes esteja deserta, e fora o que ainda falta para o verão que se aproxima, uma série de actividades que nos deixam sem tempo para pensar, ou meditar e que até farão esquecer as tantas promessas eleitorais que aguardam concretização, planeamento ou simplesmente estudos de viabilidade. Mas será que faltam muitas promessas por cumprir e que foram esquecidas ou que foram canalizadas para Fátima, aproveitando a visita do Papa e a tolerância de ponto. Será este um excelente momento para fazer pedidos à Virgem, para que não permita que a mentalidade da grande maioria da população se deixe embalar pelas promessas não cumpridas, talvez à falta de fé dos pagadores das mesmas, seja a causa de tanto incumprimento, mas pior ainda é a pouca capacidade de memória que vai outra vez e saiam as mesmas promessas de sempre e voltam outra vez o nosso povo a acreditar no seu possível cumprimento. Porque a população até nem pede milagres, apenas que aquilo que se possa cumprir seja a lista a designar, mas pelo que parece quanto maior a lista, mais a população se enche de fé e lá vai outra vez o papelinho para dentro da caixa com a cor habitual, como se de um voto de confiança num qualquer clube de futebol de que somos simpatizantes, mesmo que os resultados até nem sejam os mais desejados, mas a conclusão a que chegamos é que a desilusão aumenta, o alheamento em relação aos interesses cívicos diminuem, e cada vez mais os eleitores viram as costas ou melhor dito, ficam sentados no sofá à espera de um resultado que os interessados decidiram e os que se fartam de protestar o ano inteiro, nos restritos grupos de amigos ou em cafés, deixam a decisão nas mãos alheias, como se eles próprios não fossem a culpa da causa deste modelo se manter. Afinal qual o interesse em protestar se na oportunidade de mudar, ficam em casa à espera das eternas promessas incumpridas e protestando sem autoridade moral se nada fazem para alterar esta situação? A abstenção será sempre o maior crime a cometer pelo eleitorado e não dá direito a qualquer tipo de protesto ou descontentamento, terá de aceitar aquilo que os outros decidiram e sem opinião contra, pois nada fizeram para que alguma coisa mudasse.
Aproximam-se a passos largos mais um período eleitoral, para as autárquicas e convém que comecemos a despertar a consciência, para que com uma participação massiva, consciente, e de cidadania cívica, possamos participar na reconstrução de um regime democraticamente participativo, convenhamos que o comportamento de uma grande parte da classe política em nada abona à motivação para a participação, mas é nosso dever cumprir a responsabilidade de cidadãos activos e mostrar o nosso descontentamento, nem que seja distribuir o maior número de votos possíveis pelas várias forças políticas que dignamente e muito respeitosamente ainda se apresentam ao eleitorado querendo resgatar a essência da liberdade e da democracia; o voto.
Apesar do tempo andar meio chuvoso mesmo em plena primavera, a azáfama própria da época onde escasseia o tempo para tanta ocupação que nem de propósito. Tivemos corridas pela cidade, a festa da flor, ou ainda a temos prolongada, a cidade à nossa espera com um convite a que fiquemos por lá, mesmo que muitas vezes esteja deserta, e fora o que ainda falta para o verão que se aproxima, uma série de actividades que nos deixam sem tempo para pensar, ou meditar e que até farão esquecer as tantas promessas eleitorais que aguardam concretização, planeamento ou simplesmente estudos de viabilidade. Mas será que faltam muitas promessas por cumprir e que foram esquecidas ou que foram canalizadas para Fátima, aproveitando a visita do Papa e a tolerância de ponto. Será este um excelente momento para fazer pedidos à Virgem, para que não permita que a mentalidade da grande maioria da população se deixe embalar pelas promessas não cumpridas, talvez à falta de fé dos pagadores das mesmas, seja a causa de tanto incumprimento, mas pior ainda é a pouca capacidade de memória que vai outra vez e saiam as mesmas promessas de sempre e voltam outra vez o nosso povo a acreditar no seu possível cumprimento. Porque a população até nem pede milagres, apenas que aquilo que se possa cumprir seja a lista a designar, mas pelo que parece quanto maior a lista, mais a população se enche de fé e lá vai outra vez o papelinho para dentro da caixa com a cor habitual, como se de um voto de confiança num qualquer clube de futebol de que somos simpatizantes, mesmo que os resultados até nem sejam os mais desejados, mas a conclusão a que chegamos é que a desilusão aumenta, o alheamento em relação aos interesses cívicos diminuem, e cada vez mais os eleitores viram as costas ou melhor dito, ficam sentados no sofá à espera de um resultado que os interessados decidiram e os que se fartam de protestar o ano inteiro, nos restritos grupos de amigos ou em cafés, deixam a decisão nas mãos alheias, como se eles próprios não fossem a culpa da causa deste modelo se manter. Afinal qual o interesse em protestar se na oportunidade de mudar, ficam em casa à espera das eternas promessas incumpridas e protestando sem autoridade moral se nada fazem para alterar esta situação? A abstenção será sempre o maior crime a cometer pelo eleitorado e não dá direito a qualquer tipo de protesto ou descontentamento, terá de aceitar aquilo que os outros decidiram e sem opinião contra, pois nada fizeram para que alguma coisa mudasse.
Aproximam-se a passos largos mais um período eleitoral, para as autárquicas e convém que comecemos a despertar a consciência, para que com uma participação massiva, consciente, e de cidadania cívica, possamos participar na reconstrução de um regime democraticamente participativo, convenhamos que o comportamento de uma grande parte da classe política em nada abona à motivação para a participação, mas é nosso dever cumprir a responsabilidade de cidadãos activos e mostrar o nosso descontentamento, nem que seja distribuir o maior número de votos possíveis pelas várias forças políticas que dignamente e muito respeitosamente ainda se apresentam ao eleitorado querendo resgatar a essência da liberdade e da democracia; o voto.
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Os cravos secaram
Após 43 anos de sonhos, de projectos, de alimentar ideais e construir ideias, parece que tudo se desvaneceu, tudo o tempo matou, tudo o vento levou.Onde anda o entusiasmo deste povo pela liberdade? onde vive a esperança desta gente pelos sonhos idealizados? onde está a vontade de construir uma democracia representativa e participativa? ganhou-se liberdade de expressão, mas perdeu-se ou melhor dito, nunca nos deram a vontade de participação na construção da verdadeira democracia. O processo de construção da democracia no nosso país ficou-se pelos ideais, após terem sido tomadas de assalto todas as instituições e dependências do estado por pessoas que em nada defenderam o verdadeiro ideal do movimento das forças armadas que em Abril de 74, fez acreditar que seria o povo quem mais ordena. Aos poucos foram criando seus próprios clãs,(Partidos políticos) que se apoderaram de todos os poderes da nação e para isso contribuiu a pouca motivação da população na construção da verdadeira democracia participativa, pois os interesses individuais sobre puseram-se aos interesses colectivos da população que aos poucos sentiu-se inútil e sem vontade de fazer parte do projecto. Organizaram-se de tal modo que aquilo que seria um dos grandes objectivos dos impulsionadores da democracia, o combate à corrupção, ficou diluído dentro dos partidos políticos que tomaram de assalto a liberdade e moldaram o regime à sua vontade. Agora cada vez menos o povo português acredita na democracia, muito por culpa dos pseudo-democratas que a sequestraram. Nunca antes se gastou tanto dinheiro e a população cada vez mais sujeita à dependência de um estado que usa desses dinheiros para esbanjamentos, desviados maioritariamente nos circuitos da corrupção, onde dezenas de casos são comentados todos os dias e a justiça parece esmorecida, enquanto a grande maioria da população continua a ser da mais mal remunerada da Europa e o país o mais pobre da União. Se a epidemia da corrupção da classe política não fosse o cancro da governação, Portugal poderia ser nos dias de hoje, um país desenvolvido, com uma economia estruturada e equilibrada, com a avalanche de dinheiros vindos da União, o que foi criado até aqui foram dívidas que aplicadas duvidosamente e desastradamente, as quais deverão ser pagas por mais duas ou três gerações. Após quarenta e três anos, uma população que deveria ser um povo tranquilo, com o conforto e a dignidade que se merece, afinal passou a ser uma população em constante ansiedade, onde um dos grandes objectivos já nem é viver numa sociedade equilibrada mas sobre tudo tentar sobreviver num país em total desequilíbrio. Liberdade de expressão não basta mostrar-mos desacordo em comentários de café ou em grupos de amigos pela actual situação. Será que ainda vamos a tempo de dignificar o regime que é considerado o menos mau de todos, e que a liberdade que a democracia consagra, possa estar ao serviço das maiorias, mas que permitam e até incentivem para que essas maioria façam parte da sua transformação, ressurreição e sucessiva participação, para que este nobre povo se sinta útil à pátria, livre e empenhado em dignificar a liberdade e o seu futuro, onde a justiça, a educação, o ambiente e a economia possam evoluir. Teremos definitivamente que: formar os cidadãos para a democracia.
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Mataram Jesus Cristo outra vez?
De muito bom agrado a maioria da população aproveita as festividades pascais para desfrutar de uns dias de descanso, lazer, passear, viajar, juntar mais uns dias para umas férias, enfim um sem número de oportunidades que se apresentam nesta altura do ano. Mas alguém já pensou seriamente o porque deste período de intervalo nesta altura. O que motivou ou motiva para que estes dias sejam de paragem? Afinal é por ser uma festa de origem judaico cristã onde se recorda a paixão, morte e ressurreição de Cristo. A razão pela qual se interrompe uma semana de trabalho, mas que agora querem fazer para o comércio continuar a ser de trabalho, e para os serviços públicos de um país laico mantém-se a pausa, pois afinal a quem interessa que se guarde ou não o feriado do dia santo. A grande maioria do comercio funciona normalmente como se de um qualquer dia de semana normal se tratasse, os serviços públicos fecham muitos deles já na quinta feira santa. Afinal o país é laico para uns interesses, e católico para outros interesses. Independentemente das crenças de cada um, a realidade é só uma: o dinheiro fala mais alto, a sociedade caminha pela senda do consumismo e do materialismo, e o espiritual, o humanismo, os valores, a dignidade, o respeito pelas pessoas, passam ao lado. Vejam só por exemplo nos países de maioria muçulmana nos dias que são de resguardo, cumprem-se escrupulosamente as leis do Islão, no tempo da ditadura pelo facto do país ser maioritariamente católico, o estado considerava os dias santos igual para toda a população e só funcionavam os serviços mínimos, pois a maioria mesmo os que não sendo católicos, usufruíam desses benefícios Agora como querem impor um estado laico aqueles que à partida estariam contra os dias santos decretados pela igreja católica, afinal se justiça houvesse, só usufruiriam desse feriado única e exclusivamente os católicos, os outros deveria ir trabalhar. Os interesses sobrepõem-se ás opções, e afinal o Cristo que por causa das injustiças foi condenado, continua a ser usado para todas e mais injustiças que proliferam no nosso país e por esse mundo fora e aquele que veio promover a paz, continuam em seu nome a fomentar o ódio, e a cometer a mais ferozes injustiça conta os seres humanos indefesos, porque os que promovem as leis continuam a cria-las a seu favor. Para quando uma sociedade onde a paz, o humanismo, a tão badalada solidariedade que não passa de um título de um livro ou guião de filme, possa ser tomada em conta, que o espírito da paz e da concórdia possa semear o amor, a dignidade, a tolerância, o perdão, a bondade e sobre tudo aquilo que à mais de 2000 anos foi o motivo da condenação do Cristo o AMOR entre os homens. Uma Santa e harmoniosa Páscoa para todas as nossas famílias, e que o Cristo faça ressuscitar o AMOR verdadeiro entre toda a humanidade.
De muito bom agrado a maioria da população aproveita as festividades pascais para desfrutar de uns dias de descanso, lazer, passear, viajar, juntar mais uns dias para umas férias, enfim um sem número de oportunidades que se apresentam nesta altura do ano. Mas alguém já pensou seriamente o porque deste período de intervalo nesta altura. O que motivou ou motiva para que estes dias sejam de paragem? Afinal é por ser uma festa de origem judaico cristã onde se recorda a paixão, morte e ressurreição de Cristo. A razão pela qual se interrompe uma semana de trabalho, mas que agora querem fazer para o comércio continuar a ser de trabalho, e para os serviços públicos de um país laico mantém-se a pausa, pois afinal a quem interessa que se guarde ou não o feriado do dia santo. A grande maioria do comercio funciona normalmente como se de um qualquer dia de semana normal se tratasse, os serviços públicos fecham muitos deles já na quinta feira santa. Afinal o país é laico para uns interesses, e católico para outros interesses. Independentemente das crenças de cada um, a realidade é só uma: o dinheiro fala mais alto, a sociedade caminha pela senda do consumismo e do materialismo, e o espiritual, o humanismo, os valores, a dignidade, o respeito pelas pessoas, passam ao lado. Vejam só por exemplo nos países de maioria muçulmana nos dias que são de resguardo, cumprem-se escrupulosamente as leis do Islão, no tempo da ditadura pelo facto do país ser maioritariamente católico, o estado considerava os dias santos igual para toda a população e só funcionavam os serviços mínimos, pois a maioria mesmo os que não sendo católicos, usufruíam desses benefícios Agora como querem impor um estado laico aqueles que à partida estariam contra os dias santos decretados pela igreja católica, afinal se justiça houvesse, só usufruiriam desse feriado única e exclusivamente os católicos, os outros deveria ir trabalhar. Os interesses sobrepõem-se ás opções, e afinal o Cristo que por causa das injustiças foi condenado, continua a ser usado para todas e mais injustiças que proliferam no nosso país e por esse mundo fora e aquele que veio promover a paz, continuam em seu nome a fomentar o ódio, e a cometer a mais ferozes injustiça conta os seres humanos indefesos, porque os que promovem as leis continuam a cria-las a seu favor. Para quando uma sociedade onde a paz, o humanismo, a tão badalada solidariedade que não passa de um título de um livro ou guião de filme, possa ser tomada em conta, que o espírito da paz e da concórdia possa semear o amor, a dignidade, a tolerância, o perdão, a bondade e sobre tudo aquilo que à mais de 2000 anos foi o motivo da condenação do Cristo o AMOR entre os homens. Uma Santa e harmoniosa Páscoa para todas as nossas famílias, e que o Cristo faça ressuscitar o AMOR verdadeiro entre toda a humanidade.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Ao passar dos anos
Já lá vão vários anos em que o nosso país vive debaixo de um regime designado de democrático, mais concretamente 43 anos após a denominada revolução dos cravos que para a altura surpreendeu e até foi exemplo ao mundo, quando um grupo de militares apoiados por um grande numero de populares ponha fim a 38 anos de regime designado ditatorial, e pelo qual muitos conterrâneos nosso suspiravam um dia poder livrarem-se de tão má memória e conquistar a liberdade tão ansiada. Muita coisa mudou desde então, mas apesar das muitas conquistas, uma coisa não foi conseguida; transformar a mentalidade da grande maioria da população, convertendo-a em cidadãos democratas e utilizadores de uma liberdade consagrada na constituição da republica que entretanto foi sendo (sequestrada) por uma minoria que valendo-se dessa liberdade, apoderaram-se dela e criaram um povo cada vez mais alheio a tudo o que diz respeito a uma verdadeira democracia participativa. Ano após anos e sob um constante mar de promessas, fomos sendo anestesiados e conduzidos aos poucos a acreditar que o que viria a seguir seria melhor que o anterior e governos das diferentes organizações partidárias, que durante esta já adulta democracia, foram cada vez mais sufocando uma população que muito submissa, quase ingénua, se deixou-se adormecer à sombra de promessas, que viriam a converter-se em pesadelos desvanecendo sonhos da maioria do povo que num esforço titânico e muita apreensão, continua a suportar os devaneios de quem continua a prometer o céu, mas cada vez mais nos aproximamos de um autentico inferno, onde até Satanás parece ter fugido para não suportar semelhante humilhação. Um país onde a justiça perece estar de mãos dadas com a corrupção e o povo sem meios para combater tamanho monstro, vai carregando com tudo aquilo que é quase uma via sacra à sua condenação. Os radicais por essa Europa, ameaçam e ganham simpatizantes muita às custas deste descontrolado método aplicado à gestão dos dinheiros públicos, mas que cada vez mais vai bater às contas de uma lista interminável de nomes, todos eles os que a impressa de forma um tanto ou quanto novelesca e humorística vai anunciando. Definitivamente parece que não há volta a dar e temos de pagar contas que em parte nada tivemos a ver com elas, mas que nos foram incutidas de uma forma tão genial que até parece que é a maneira mais simpática de adular os gestores políticos, fazendo-lhes uma vénia e aceitando de bom grado tudo aquilo que nos impingiram durante estas mais de quatro décadas, numa democracia tão adulta, mas que a população continua tão infantil que até resigna-se a que nunca terá a oportunidade de se tornar adulta. Já começam nos bastidores as máquinas a olearem para mais uma corrida eleitoral às eleições autárquicas, oxalá e o povo desperte de um sonho como se tivesse sido anestesiado para uma intervenção cirúrgica que deveria principalmente ter sido feita de início ao nosso cérebro, e já seria-mos povo, cidadãos , democratas adultos a agir por nossa própria iniciativa e não na cegueira de promessas incumpridas, que nos fazem duvidar da democracia.
Já lá vão vários anos em que o nosso país vive debaixo de um regime designado de democrático, mais concretamente 43 anos após a denominada revolução dos cravos que para a altura surpreendeu e até foi exemplo ao mundo, quando um grupo de militares apoiados por um grande numero de populares ponha fim a 38 anos de regime designado ditatorial, e pelo qual muitos conterrâneos nosso suspiravam um dia poder livrarem-se de tão má memória e conquistar a liberdade tão ansiada. Muita coisa mudou desde então, mas apesar das muitas conquistas, uma coisa não foi conseguida; transformar a mentalidade da grande maioria da população, convertendo-a em cidadãos democratas e utilizadores de uma liberdade consagrada na constituição da republica que entretanto foi sendo (sequestrada) por uma minoria que valendo-se dessa liberdade, apoderaram-se dela e criaram um povo cada vez mais alheio a tudo o que diz respeito a uma verdadeira democracia participativa. Ano após anos e sob um constante mar de promessas, fomos sendo anestesiados e conduzidos aos poucos a acreditar que o que viria a seguir seria melhor que o anterior e governos das diferentes organizações partidárias, que durante esta já adulta democracia, foram cada vez mais sufocando uma população que muito submissa, quase ingénua, se deixou-se adormecer à sombra de promessas, que viriam a converter-se em pesadelos desvanecendo sonhos da maioria do povo que num esforço titânico e muita apreensão, continua a suportar os devaneios de quem continua a prometer o céu, mas cada vez mais nos aproximamos de um autentico inferno, onde até Satanás parece ter fugido para não suportar semelhante humilhação. Um país onde a justiça perece estar de mãos dadas com a corrupção e o povo sem meios para combater tamanho monstro, vai carregando com tudo aquilo que é quase uma via sacra à sua condenação. Os radicais por essa Europa, ameaçam e ganham simpatizantes muita às custas deste descontrolado método aplicado à gestão dos dinheiros públicos, mas que cada vez mais vai bater às contas de uma lista interminável de nomes, todos eles os que a impressa de forma um tanto ou quanto novelesca e humorística vai anunciando. Definitivamente parece que não há volta a dar e temos de pagar contas que em parte nada tivemos a ver com elas, mas que nos foram incutidas de uma forma tão genial que até parece que é a maneira mais simpática de adular os gestores políticos, fazendo-lhes uma vénia e aceitando de bom grado tudo aquilo que nos impingiram durante estas mais de quatro décadas, numa democracia tão adulta, mas que a população continua tão infantil que até resigna-se a que nunca terá a oportunidade de se tornar adulta. Já começam nos bastidores as máquinas a olearem para mais uma corrida eleitoral às eleições autárquicas, oxalá e o povo desperte de um sonho como se tivesse sido anestesiado para uma intervenção cirúrgica que deveria principalmente ter sido feita de início ao nosso cérebro, e já seria-mos povo, cidadãos , democratas adultos a agir por nossa própria iniciativa e não na cegueira de promessas incumpridas, que nos fazem duvidar da democracia.
quarta-feira, 15 de março de 2017
Mercado dos inovadores
Já diz o ditado, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Quem é que não vê o nosso mercado chamado dos lavradores como um ponto de referência da nossa cidade? Quem não se lembra da azáfama e do corre corre às sextas e sábados para ir às compras? Agora serve de local de visita para turistas, para uns poucos, de compras para residentes, mas muito tem sido alterado no que em tempos foi o mercado de revenda de produtos da terra, genuínos madeirenses e que agora passa apenas quase por servir de museu ou de exposição de produtos na sua maioria já quase nada tem a ver com produção dos lavradores cá da terra. À sexta feira ainda os mais conservadores teimam em manter quase que uma tradição de ir ao mercado às compras dos legumes, das frutas e hortaliças frescas que aí se comercializam um pouco por carolice ou teimosia de uns quantos amantes das nossas coisas. A tentativa de dinamizar aquele que já foi o principal ponto de compras dos Funchalenses, parece que nem uma renovação, nem uma mudança ainda não acertou com o que realmente deveria continuar a ser aquilo que foi o principal motivo da sua criação, a comercialização e o escoamento dos produtos frutícolas e hortícolas produzidos na região. Parece que aos poucos morre a «tradição» do mercado criando novas alternativas que acho estarem a destoar um pouco da origem para a qual aquele espaço foi construído, e o facto de não ter um estacionamento que dê acesso directo ao mercado, é uma condicionante, apesar de bem perto mais concretamente no Almirante Reis haver um parque com muito espaço e excelentes condições, mas dada a distancia e a sua localização não ser de todo a mais convidativa aos seus habituais utentes. O projecto de dinamização do mercado dos lavradores convertendo-o em mercado para inovadores, acaba aos poucos por tornar num recinto de espaços abandonados e nada convidativos para aquilo que sempre foi um dos ex-libiris da nossa turística cidade. A autoridade gestora do espaço no intuito de rentabilizá-lo financeiramente, está a convertê-lo num espaço fantasma, aliás como quase todo o comercio tradicional da nossa cidade convertida numa cidade fantasma, onde 60% dos espaço dedicados ao comercio estão encerrados. Pena não haver condições para melhorar, cativar e ou incentivar a que os lavradores continuarem a comercializar os produtos da nossa terra, de qualidade inigualável e que tão bem apreciados são por residentes e visitantes. Com muita pena vejo morrer aos poucos, aquilo que com milhões de belas imagens serviram de promoção turística à nossa cidade.
Já diz o ditado, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.
Quem é que não vê o nosso mercado chamado dos lavradores como um ponto de referência da nossa cidade? Quem não se lembra da azáfama e do corre corre às sextas e sábados para ir às compras? Agora serve de local de visita para turistas, para uns poucos, de compras para residentes, mas muito tem sido alterado no que em tempos foi o mercado de revenda de produtos da terra, genuínos madeirenses e que agora passa apenas quase por servir de museu ou de exposição de produtos na sua maioria já quase nada tem a ver com produção dos lavradores cá da terra. À sexta feira ainda os mais conservadores teimam em manter quase que uma tradição de ir ao mercado às compras dos legumes, das frutas e hortaliças frescas que aí se comercializam um pouco por carolice ou teimosia de uns quantos amantes das nossas coisas. A tentativa de dinamizar aquele que já foi o principal ponto de compras dos Funchalenses, parece que nem uma renovação, nem uma mudança ainda não acertou com o que realmente deveria continuar a ser aquilo que foi o principal motivo da sua criação, a comercialização e o escoamento dos produtos frutícolas e hortícolas produzidos na região. Parece que aos poucos morre a «tradição» do mercado criando novas alternativas que acho estarem a destoar um pouco da origem para a qual aquele espaço foi construído, e o facto de não ter um estacionamento que dê acesso directo ao mercado, é uma condicionante, apesar de bem perto mais concretamente no Almirante Reis haver um parque com muito espaço e excelentes condições, mas dada a distancia e a sua localização não ser de todo a mais convidativa aos seus habituais utentes. O projecto de dinamização do mercado dos lavradores convertendo-o em mercado para inovadores, acaba aos poucos por tornar num recinto de espaços abandonados e nada convidativos para aquilo que sempre foi um dos ex-libiris da nossa turística cidade. A autoridade gestora do espaço no intuito de rentabilizá-lo financeiramente, está a convertê-lo num espaço fantasma, aliás como quase todo o comercio tradicional da nossa cidade convertida numa cidade fantasma, onde 60% dos espaço dedicados ao comercio estão encerrados. Pena não haver condições para melhorar, cativar e ou incentivar a que os lavradores continuarem a comercializar os produtos da nossa terra, de qualidade inigualável e que tão bem apreciados são por residentes e visitantes. Com muita pena vejo morrer aos poucos, aquilo que com milhões de belas imagens serviram de promoção turística à nossa cidade.
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Pontos de reflexão
Depois de passar por períodos festivos, vem uma quadra que sugere uma paragem e uma reflexão sobre cada um de nós. Olhar para o nosso interior e ver se existe algo para mudar, para melhorar, alguma barreira a superar, algum medo a eliminar. Porque inicialmente para podermos aceitar o mundo como ele é, o primeiro passo será gostar-mos de nós, daí conseguiremos a confiança de transmitir algo de positivo em cada dia das nossas vidas. Mergulhados em incertezas, rodeados de tanta mentira, perseguidos por tanta falsidade, bombardeados com tanta publicidade de várias frentes, quer socais, políticas ou económicas e comerciais, já pouco nos resta meditar naquilo que deverá ser a nossa preocupação em obter o que realmente nos possa interessar para nossa satisfação, o preencher das necessidade básicas e conquistar um pouco de liberdade à nossa medida. Quando achamos que já conseguimos o modelo ideal, logo apresentam-se novas ideias, novos modelos, novos produtos e novas maneiras e parece que tudo terá de começar de novo e o tempo foge-nos por entre os dedos e falta-nos aquele verdadeiro tempo que teríamos e deveríamos ter dedicado a nós próprios e àqueles que minimamente precisam de um pouco de nós, principalmente os nosso familiares, os mais idosos, os nosso filhos e porque não até os nosso amigos. Porque pensamos no imediato, no benefício instantâneo, no proveito na hora, na recompensa pelo desempenho, e às vezes deixamos fugir aquilo que no futuro nos trará o retorno e a recompensa do nosso «produto» ou trabalho e o retorno do nosso comportamento e das nossas atitudes, esquece-mo-nos do benefício a longo prazo para (apostar) na agora e já. O mundo actual absorvido pela sociedade de consumo, não espera pela compensações de vida eterna, confunde-se e deixa-se absorver com «benefícios» imediatos. Se realmente compreendesse-mos que para obter uma vida eterna já neste mundo dos vivos, bastava que isso fosse interiorizado em cada um de nós e que para obter a realização total da humanidade seria tão fácil como distribuir um sorriso, muito amor, afecto, fidelidade, compreensão, perdão, humildade,solidariedade e verdade por todos aqueles que nos rodeiam, compreenderiam rapidamente a mensagem, e os benefícios de uma sociedade mais justa no imediato os nossos benefícios seriam prontamente alcançados.
Depois de passar por períodos festivos, vem uma quadra que sugere uma paragem e uma reflexão sobre cada um de nós. Olhar para o nosso interior e ver se existe algo para mudar, para melhorar, alguma barreira a superar, algum medo a eliminar. Porque inicialmente para podermos aceitar o mundo como ele é, o primeiro passo será gostar-mos de nós, daí conseguiremos a confiança de transmitir algo de positivo em cada dia das nossas vidas. Mergulhados em incertezas, rodeados de tanta mentira, perseguidos por tanta falsidade, bombardeados com tanta publicidade de várias frentes, quer socais, políticas ou económicas e comerciais, já pouco nos resta meditar naquilo que deverá ser a nossa preocupação em obter o que realmente nos possa interessar para nossa satisfação, o preencher das necessidade básicas e conquistar um pouco de liberdade à nossa medida. Quando achamos que já conseguimos o modelo ideal, logo apresentam-se novas ideias, novos modelos, novos produtos e novas maneiras e parece que tudo terá de começar de novo e o tempo foge-nos por entre os dedos e falta-nos aquele verdadeiro tempo que teríamos e deveríamos ter dedicado a nós próprios e àqueles que minimamente precisam de um pouco de nós, principalmente os nosso familiares, os mais idosos, os nosso filhos e porque não até os nosso amigos. Porque pensamos no imediato, no benefício instantâneo, no proveito na hora, na recompensa pelo desempenho, e às vezes deixamos fugir aquilo que no futuro nos trará o retorno e a recompensa do nosso «produto» ou trabalho e o retorno do nosso comportamento e das nossas atitudes, esquece-mo-nos do benefício a longo prazo para (apostar) na agora e já. O mundo actual absorvido pela sociedade de consumo, não espera pela compensações de vida eterna, confunde-se e deixa-se absorver com «benefícios» imediatos. Se realmente compreendesse-mos que para obter uma vida eterna já neste mundo dos vivos, bastava que isso fosse interiorizado em cada um de nós e que para obter a realização total da humanidade seria tão fácil como distribuir um sorriso, muito amor, afecto, fidelidade, compreensão, perdão, humildade,solidariedade e verdade por todos aqueles que nos rodeiam, compreenderiam rapidamente a mensagem, e os benefícios de uma sociedade mais justa no imediato os nossos benefícios seriam prontamente alcançados.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Se7e anos depois
Existe um ditado que os nossos pais utilizavam quando na adolescência e ou juventude cometíamos erros; O tempo ensina! Será que aprendemos com o tempo, durante tanto tempo, ao longo do tempo e em tempo recente? Passados sete anos da catástrofe que ceifou a vida a 52 pessoas, desalojou aproximadamente 600, calcularam-se prejuízos na ordem dos 217 Milhões de Euros e que deixou um rasto de destruição e de dor, marcas que só o tempo fará minimizar mas nunca esquecer, principalmente àqueles que sofreram na pele os efeitos de tão devastadora catástrofe. Por várias vezes assolada, a Madeira tem várias experiências ao longo da sua existência de situações semelhantes, que depois de uma ou outra forma, foram colmatadas com a intervenção humana, nem sempre com as melhores soluções. Após esse tempo e passados já lá vão sete anos, ainda são muito visíveis as marcas de tamanha calamidade. Ruas por recuperar, muros de ribeiras por reconstruir, passeios por arranjar, monumentos por recuperar, enfim uma série de pequenos e médios trabalhos que nem os 1080 milhões de Euros, que o governo da república, governo regional e fundos de solidariedade disponibilizaram, e que até à data parece haverem famílias que ainda não receberam apoio ou parte dele, pois muito desse dinheiro foi utilizado para «enfeitar» a cidade, invadir o mar e betonar as ribeiras, quando dito por muitos peritos na matéria, que a solução seria cuidar do problema a montante das ribeiras e no cursos das águas,(engolidos) pela industrialização e o progresso, muitas vezes mal planeado. Uma verdade, foi feita a recuperação parcial da cidade em tempo recorde, com muita eficácia, espírito de entre ajuda, voluntariado, e aproveitamento político à mistura e com custos que ainda hoje deixam algumas dúvidas. Continuam por fazer após sete anos, intervenções para recuperação de muito daquilo que foi atingido, e até com protestos de muitas áreas da população, pela forma em que foram executadas essas obras, dada a duvidosa necessidade de tão dispendiosa parece ser. Continuamos com o risco escondido no sopé das montanhas, enquanto a cidade aos poucos vai sendo revestida de uma nova roupagem aparentemente segura mas, com muito betão que altera a paisagem, compromete a história e não salvaguarda na totalidade a segurança. Talvez dá mais nas vistas a intervenção diante dos olhos dos milhares de cidadãos que circulam diariamente pela cidade, do que se fosse feita uma intervenção na encostas das montanhas e nas margens das ribeiras, de modo que uma reflorestação bem planeada e uma manutenção continuada, passaria despercebida, pois a vestimenta conta na hora de apresentar a imagem da obra. Esperemos que para as comemorações dos 600 anos das descobertas da Madeira, estejam as soluções devidamente alcançadas, e recuperadas na totalidade, as pequenas obras que tentem apagar as marcas de uma imagem com triste recordação de um desastre que esperemos tão cedo não se volte a repetir.
Existe um ditado que os nossos pais utilizavam quando na adolescência e ou juventude cometíamos erros; O tempo ensina! Será que aprendemos com o tempo, durante tanto tempo, ao longo do tempo e em tempo recente? Passados sete anos da catástrofe que ceifou a vida a 52 pessoas, desalojou aproximadamente 600, calcularam-se prejuízos na ordem dos 217 Milhões de Euros e que deixou um rasto de destruição e de dor, marcas que só o tempo fará minimizar mas nunca esquecer, principalmente àqueles que sofreram na pele os efeitos de tão devastadora catástrofe. Por várias vezes assolada, a Madeira tem várias experiências ao longo da sua existência de situações semelhantes, que depois de uma ou outra forma, foram colmatadas com a intervenção humana, nem sempre com as melhores soluções. Após esse tempo e passados já lá vão sete anos, ainda são muito visíveis as marcas de tamanha calamidade. Ruas por recuperar, muros de ribeiras por reconstruir, passeios por arranjar, monumentos por recuperar, enfim uma série de pequenos e médios trabalhos que nem os 1080 milhões de Euros, que o governo da república, governo regional e fundos de solidariedade disponibilizaram, e que até à data parece haverem famílias que ainda não receberam apoio ou parte dele, pois muito desse dinheiro foi utilizado para «enfeitar» a cidade, invadir o mar e betonar as ribeiras, quando dito por muitos peritos na matéria, que a solução seria cuidar do problema a montante das ribeiras e no cursos das águas,(engolidos) pela industrialização e o progresso, muitas vezes mal planeado. Uma verdade, foi feita a recuperação parcial da cidade em tempo recorde, com muita eficácia, espírito de entre ajuda, voluntariado, e aproveitamento político à mistura e com custos que ainda hoje deixam algumas dúvidas. Continuam por fazer após sete anos, intervenções para recuperação de muito daquilo que foi atingido, e até com protestos de muitas áreas da população, pela forma em que foram executadas essas obras, dada a duvidosa necessidade de tão dispendiosa parece ser. Continuamos com o risco escondido no sopé das montanhas, enquanto a cidade aos poucos vai sendo revestida de uma nova roupagem aparentemente segura mas, com muito betão que altera a paisagem, compromete a história e não salvaguarda na totalidade a segurança. Talvez dá mais nas vistas a intervenção diante dos olhos dos milhares de cidadãos que circulam diariamente pela cidade, do que se fosse feita uma intervenção na encostas das montanhas e nas margens das ribeiras, de modo que uma reflorestação bem planeada e uma manutenção continuada, passaria despercebida, pois a vestimenta conta na hora de apresentar a imagem da obra. Esperemos que para as comemorações dos 600 anos das descobertas da Madeira, estejam as soluções devidamente alcançadas, e recuperadas na totalidade, as pequenas obras que tentem apagar as marcas de uma imagem com triste recordação de um desastre que esperemos tão cedo não se volte a repetir.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Democracia em perigo
Olhando à nossa volta e com o desenrolar dos mais recentes acontecimentos parece que o mundo entra numa nova fase de transformação. Transformação social, económica mas sobre tudo política. As recentes declarações do novo presidente do país mais poderoso do mundo USA, fazem tremer e temer que algo de novo irá surgir a nível mundial e por inerência quer queiramos quer não, reverter-se-à a todo o mundo dada a influencia da economia americana no mundo. Primeiro o validar da decisão britânica sobre o Brexit, depois o caso antes citado, e por arrasto a imprensa já começa a prever alterações significativas no comportamento dos eleitores em alguns países da Europa, como é o caso da França. O facto da América querer recuperar a hegemonia comercial nacional com medidas que salvaguarda a produção interna, deixa a OMC em desequilíbrio, tornando assim numa incerteza tudo o que forem medidas sobre o mesmo. Mas a situações que o futuro a curto prazo nos revela é que, governam as democracias, governos que não obtiveram maiorias de votos, como o caso dos USA e o nosso, daí também que cada vez mais a população acha que não vale a pena ir votar, visto que já nem isso valem, a maioria dos votos. Depois é o comportamento dos políticos que após as últimas quatro décadas de regimes supostamente democráticos, a única liberdade que até aqui tem prevalecido é a dos interesses de quem são colocados à frente das organizações e partidos políticos, visto defenderem os interesses de minorias em detrimento das maiorias das populações a quem tentaram convencer com promessas e depois incumpridas, para obter os seus apoios através dos votos. O deterioro dos regimes começam sempre pelo descontentamento da maioria que depois de várias tentativas em encontrarem as soluções para a superação e o crescimento das suas economias, vêm-se impossibilitados de repor tudo aquilo pelo qual ao longo de décadas lutaram sem conseguir, e tudo por culpa das más administrações, levando depois a situações que a histórias está farta de contar e de as repetir. Não serão realmente os cidadãos que dia a dia tentam em vão com o seu esforço, reforçar as bases para uma democracia sustentável, mas sim quem envereda pela política e que depois de sentado no pedestal do poder, gere a seu belo prazer os interesses do povo que lhe foram confiados mas que nunca revertem a favor desse mesmo povo, daí que cada vez mais pensarem ter conseguido o objectivo, convertendo em alheamento politico a população no geral, mas sobre tudo cimentando o descontentamento geral que no futuro, poderá pelos caminhos da liberdade condicionada, colocar a democracia em perigo. Não quero acreditar que estamos a preparar uma III guerra mundial a conta gotas, como denominava à dias o Santo Padre, mas quem mais estará a contribuir para uma situação alarmante são, uma grande maioria de políticos deste século disfarçados de democratas.
domingo, 15 de janeiro de 2017
Sociedade, Saúde e Segurança
Aquilo que habitualmente sentimos no nosso meio é sem dúvida uma razoável segurança. um ambiente saudável e uma sociedade equilibrada. Quando algo de anormal acontece no nosso pequeno meio soam os alarmes, a população fica angustiada, começam os boatos, os comentários, as angustias e uma sensação de que afinal, o tal cantinho do céu parece perder um pouco do seu habitual ou aparente sossego. Quando somos confrontados com actos de violência pouco habituais, quando o álcool e a droga continuam a fazer estragos em várias sectores da sociedade, quando temos uma equipa de saúde que nos serviços públicos se desintegra pondo por vezes em causa a eficácia dos serviços, quando acabadas as festividades natalícias parecem cair-nos em cima a (sete pragas) do Egipto, começamos a pensar onde irá parar esta situação, facto que nos vinca mais por ser logo no início de um novo ano. Nas dúvidas e incertezas de uma Europa pouco europeia, de uma nova administração no todo poderoso USA, com ameaças de um futuro presidente com discursos radicais, deixa qualquer cidadão na expectativa e apreensivo quanto ao futuro pouco satisfatório. A continua acção política de tentar manter oculta a corrupção e à incerteza de continuar-mos a ser os contribuintes o sustento das entidades financeira (vulgo) bancos, deixa toda uma sociedade apreensiva e quase em alerta máxima a ver o que nos deparará no futuro. O medo na insegurança, na incerteza dos administradores dos bens públicos instala-se na cabeça de todo o cidadão minimamente responsável e que se vê atado de pés e mãos, a um sistema que não os liberta de uma preocupação cada vez mais acrescida de situações pouco esperançosas quanto ao futuro do país e do mundo. Ás vezes queremos transmitir uma mensagem positiva e de esperança querendo motivar a sociedade para um futuro melhor, mas as circunstâncias criam uma barreira que às vezes por muito pensamento positivo que possamos querer transmitir, pairam sobre nós as dúvidas fomentadas por uma democracia que após 43 anos, ainda não encontrou a receita para a liberdade plena e cívica, pois quem se apoderou dela, acha-se dono daquilo que a constituição consagra a todos. Façamos votos para que este novo ano 2017 traga ponderação aos nossos governantes, equidade à justiça e esperança, motivação, consciência cívica aos cidadão. Desejar a todos um novo ano cheio de esperança, deveria ser o lema, mas...! a ver vamos.
Aquilo que habitualmente sentimos no nosso meio é sem dúvida uma razoável segurança. um ambiente saudável e uma sociedade equilibrada. Quando algo de anormal acontece no nosso pequeno meio soam os alarmes, a população fica angustiada, começam os boatos, os comentários, as angustias e uma sensação de que afinal, o tal cantinho do céu parece perder um pouco do seu habitual ou aparente sossego. Quando somos confrontados com actos de violência pouco habituais, quando o álcool e a droga continuam a fazer estragos em várias sectores da sociedade, quando temos uma equipa de saúde que nos serviços públicos se desintegra pondo por vezes em causa a eficácia dos serviços, quando acabadas as festividades natalícias parecem cair-nos em cima a (sete pragas) do Egipto, começamos a pensar onde irá parar esta situação, facto que nos vinca mais por ser logo no início de um novo ano. Nas dúvidas e incertezas de uma Europa pouco europeia, de uma nova administração no todo poderoso USA, com ameaças de um futuro presidente com discursos radicais, deixa qualquer cidadão na expectativa e apreensivo quanto ao futuro pouco satisfatório. A continua acção política de tentar manter oculta a corrupção e à incerteza de continuar-mos a ser os contribuintes o sustento das entidades financeira (vulgo) bancos, deixa toda uma sociedade apreensiva e quase em alerta máxima a ver o que nos deparará no futuro. O medo na insegurança, na incerteza dos administradores dos bens públicos instala-se na cabeça de todo o cidadão minimamente responsável e que se vê atado de pés e mãos, a um sistema que não os liberta de uma preocupação cada vez mais acrescida de situações pouco esperançosas quanto ao futuro do país e do mundo. Ás vezes queremos transmitir uma mensagem positiva e de esperança querendo motivar a sociedade para um futuro melhor, mas as circunstâncias criam uma barreira que às vezes por muito pensamento positivo que possamos querer transmitir, pairam sobre nós as dúvidas fomentadas por uma democracia que após 43 anos, ainda não encontrou a receita para a liberdade plena e cívica, pois quem se apoderou dela, acha-se dono daquilo que a constituição consagra a todos. Façamos votos para que este novo ano 2017 traga ponderação aos nossos governantes, equidade à justiça e esperança, motivação, consciência cívica aos cidadão. Desejar a todos um novo ano cheio de esperança, deveria ser o lema, mas...! a ver vamos.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Fui ver o fogo
Um dos nossos principais cartazes turísticos o fogo do fim de ano que com muita espectacularidade e impacto torna a passagem de ano na Madeira um momento mágico. No entanto para quem reside perto das zonas de lançamento do fogo, torna-se à vários anos a esta parte, uma autentico martírio tornando impossível não só desfrutar do espectáculo, como também sofrer com o estrondo colossal que durante 12 minutos se torna num autentico massacre, quase comparável com um cenário de guerra. E ainda não houve ninguém que se debruçasse sobre o assunto a pensar residem muitas pessoas principalmente idosas ou com crianças , que durante a apoteótica manifestação de festa, sofrem horrores até dizer basta, com o estrondo ensurdecedor causado pelo rebentamento do fogo no espectáculo, seria que é possível remover alguns postos de lançamento de modo a tornar menos dramática a vida de cidadãos que com incapacidade de mobilidade e não só, preferiam que em vez do fim do ano talvez seria melhor transformar a situação não parecendo o fim do mundo?
Um dos nossos principais cartazes turísticos o fogo do fim de ano que com muita espectacularidade e impacto torna a passagem de ano na Madeira um momento mágico. No entanto para quem reside perto das zonas de lançamento do fogo, torna-se à vários anos a esta parte, uma autentico martírio tornando impossível não só desfrutar do espectáculo, como também sofrer com o estrondo colossal que durante 12 minutos se torna num autentico massacre, quase comparável com um cenário de guerra. E ainda não houve ninguém que se debruçasse sobre o assunto a pensar residem muitas pessoas principalmente idosas ou com crianças , que durante a apoteótica manifestação de festa, sofrem horrores até dizer basta, com o estrondo ensurdecedor causado pelo rebentamento do fogo no espectáculo, seria que é possível remover alguns postos de lançamento de modo a tornar menos dramática a vida de cidadãos que com incapacidade de mobilidade e não só, preferiam que em vez do fim do ano talvez seria melhor transformar a situação não parecendo o fim do mundo?
Subscrever:
Comentários (Atom)