quinta-feira, 26 de setembro de 2024

 O processo envolve crimes de abuso de poder, violação de execução orçamental e prevaricação com dolo e na forma tentada. No debate instrutório, o Ministério Público defendeu o arquivamento.

Além de Alberto João Jardim (presidente do Governo da Madeira entre 16 de março de 1978 e 20 de abril de 2015), são arguidos João Carlos Cunha e Silva (vice-presidente do Governo Regional entre 2000 e 2015), José Ventura Garcês (secretário regional do Plano e Finanças entre 2000 e 2015), Luís Santos Costa (secretário regional do Equipamento Social entre 2000 e 2015), Amélia Gonçalves (diretora do Gabinete de Gestão e Controlo Orçamental), Dulce Veloz (diretora dos serviços do Orçamento e Conta) e Ricardo Rodrigues (diretor regional do Orçamento).

O caso “Cuba Livre” teve por base um inquérito mandado instaurar a 28 de setembro de 2011 pelo então procurador-geral Fernando Pinto Monteiro. 

https://www.dn.pt/arquivo/2007/corrupcao-na-madeira-nas-maos-de-morgado-989011.html

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

                          Ser verdadeiro não chega!

Quando sentimos a necessidade de que algo tem de mudar surge a questão: como e quando se deve mudar? "Ao mudar a atitude interior das suas mentes, os seres humanos podem mudar os aspetos exteriores das suas vidas( William James, psicólogo e filosofo. "A única constante da vida é a mudança" Buda, filosofo. "Todos pensam em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si próprio" Lev Tolstoi, escritor e ativista". Quantas vezes cheguei a pensar que seria possível mudar o rumo à democracia em Portugal sobre tudo na nossa região? São demasiados anos, décadas, quase meio século sob a tutela dum partido único, isso analisado no contesto de liberdade e de forma sintética não poria em causa a democracia, muito menos a liberdade estaria condicionada, mas dados os fatos sucessivos e o desenrolar de situações de todos conhecidas e que os meios de comunicação apesar de tudo tentam divulgar,  confirma-se o pior de dois mundos: enquanto a corrupção alastra, tornado-se viciante, quase que inabalável e incontrolável, o povo continua a achar que esta é a forma de fazer política. Política não é isto e se continuarmos indiferentes e alheio da realidade, vamos chegar o dia em que a verdade é condenada e o crime condecorado, se não é já essa a diretriz atingida pelo sistema. Resignação nunca será a solução , condenação e revolta são muito poucos os resultados que se irão obter, apenas e tão só a atitude e a perseverança farão do povo merecedor da liberdade que a democracia consagra, a não seja que após meio século estejamos impreparados para aceitar a liberdade e viver em democracia, achando que isso é para povos com outra forma de cultura. No começo,  e no meu entusiasmo e ilusão de juventude, pedia a Deus que me desse forças para mudar a humanidade. Aos poucos fui percebendo que isso seria utópico, quase impossível. Então pedi-lhe que ao menos me desse força e coragem para tentar mudar ao menos quem estivesse à minha volta seguindo os meus ideais e convicções, mas esbarrei com a ambição desmedida, o orgulho impregnado, o protagonismo e a vaidade intrínseca. Mas continuo a acreditar que o mundo terá de mudar e quem defenda a verdade mesmo que isso custe toda uma vida de luta valerá a pena, pois a ansiedade a que os povos chegaram sedentos de honestidade, verdade, justiça e valores fará de mim continuar a ser um sonhador com propósitos muito difíceis mas se continuar a me rodear de pessoas que tal como eu acreditam nesta «utopia», faremos tudo para construir um mundo diferente onde as promessas virem compromissos, onde a hipocrisia se transforme em genuinidade, e a mentira em verdade. Se não quisermos atirar a liberdade pelo abismo e converter a democracia em ditadura, precisamos de trocar apatia por determinação. Porque política não é nada disto, ser verdadeiro será o princípio do fim numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. 

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

O RENASCER DA ESPERANÇA, CHEGA

RENASCER A ESPERANÇA 
Quanto mais destruírem o país, mais difícil se tornará a reconstrução, se não for feito algo a curto prazo agravará cada vez mais a liberdade e um modelo democrático de regeneração social, económica e política. As desgraças cometidas contra os povos pelo abuso de poder, conduzem sempre às ditaduras. Na vida, a aprendizagem que temos é tal e qual como a utilização de uma arma, serve para defender da mesma forma, é usada para atacar. O conhecimento que nos formou ao longo da vida serve para tirar proveito próprio, ou com a cultura e os valores que nós defendemos, pôr-los ao serviço dos outros, eis a grande diferença. A filosofia política que queremos implementar é nem mais nem menos um modelo (quase militarizado) para colocar as pessoas ao serviço da sociedade, o retorno será a construção duma sociedade mais justa, mais humana e mais fraterna. Alguém tem de começar, porque não nós? Nós somos os designados de ser os [escolhidos] para iniciar a mudança do paradigma político do nosso país. Renascer CHEGA-Madeira. Os malabaristas, oportunistas, vigaristas, corruptos e trafulhas pavoneiam-se pela cidade até parecem heróis, e nós até aqui deixamos que isso acontecesse, mas a coragem, o propósito e o objetivo a que nos propomos começou a dar fruto e alimentar a coragem q com que estamos a estreitar o caminho aos nossos adversários que ao fim e ao cabo são ao longo de meio século os inimigos do povo, mas com a nossa determinação e coragem vamos demostrar que é possível fazer política de outra forma. TEMOS DE ACREDITAR!!!!

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

 Esclarecimento!!!

Caro militantes! Se dúvidas houvessem!
O candidato da lista B foi o primeiro a assumir a candidatura há presidência do Chega Madeira.
Também é mentira que na lista B não existam deputados, na lista B tem dois deputados municipais e dos primeiros a serem eleitos com cargos políticos na RAM pelo Chega Madeira.
São eles o Jose S S Fernandes e o Luís Vicêncio ao que parece você anda muito desinformado da actualidade do partido na RAM.
Na lista B também tem uma ex deputada a Dra Maíza Gomes Fernandes que teve a coragem de dizer NÃO ao compadrio e ao amiguismo do atual presidente do Chega Madeira mas onde a candidata Magna Costa compactuou com o atual presidente do Chega Madeira ou caso contrário neste momento não era deputada.
Foi o candidato da lista B que ao assumir a sua candidatura foi em busca da união do Chega Madeira e teve reunido com a candidata da lista C na tentativa apenas haver duas listas e não 3 listas como se verifica neste momento.
Pensamento errado tem todos aqueles que na hora da verdade colocam os seus interesses pessoais há frente da instituição Chega.
Foi a candidata da lista C que permitiu e viabilizou a reeleição do atual presidente da Assembleia Regional da Madeira.
É verdade que a Magna Costa votou contra o programa de governo e BEM como é também verdade que na votação do Orçamento de estado Regional o Não passou a sim e abster-se é o mesmo que concordar.
Ao contrário da lista C a lista B foi em busca da união e teve a coragem e a iniciativa de falar com a Magna Costa e não houve sequer uma tentativa do vosso lado para falar com a lista B.
Quanto aos nossos militantes também estão informados de quem é a Magna Costa e a restante equipa e especialmente de ONDE vêem

terça-feira, 10 de setembro de 2024

CHEGA o renascer a esperança!

CHEGA o renascer a esperança!
Não foi só Martin Lufter King que teve um sonho, tal como eu e muitos de nós tivemos e continuamos a alimentar muitos sonhos. O 25 de Abril fez-nos sonhar, depositou em muitos de nós a esperança de reconstruir um país supostamente atrasado, com (uma escola em cada distrito, um hospital em cada conselho e um aeroporto em cada uma das cidades mais importantes do país), com a maior indústria naval do mundo e a 5° maior económica do mundo entre outras coisas [negativas]. O primeiro golpe para a destruição da economia do país foi, a tentativa da implementação duma ditadura de esquerda que só não vingou graças a meia dúzia de corajosos que alguns deles mais tarde foram eliminados, para manter a perspetiva do continuar do projeto e que se mantem firme no preâmbulo da Constituição da República, construir uma sociedade rumo ao Socialismo, o qual queremos ansiosamente mudar para a construção duma sociedade democrática e livre.
 Mas está mais que provadas as palavras de Margaret Tacher, o Socialismo prevalece enquanto houver dinheiro do povo que trabalha. Por isso a degradação a que Portugal chegou e por inerência a nossa região, precisa urgentemente do empenho e determinação de cidadãos corajosos para por termo às sucessivas traições a que ao longo de quase 50 anos de democracia e no caso da Madeira, da hegemonia dum só partido a que fomos sujeitos, por falta de cultura democrática do nosso povo. Chegou a hora de definir planos, ou mudamos o sistema, ou tudo continuará como está caminhando para o abismo e a catástrofe política e financeira. Estamos empenhados em manter firme os nossos propósito porque às vezes sob os destroços de um projeto constroem-se grandes obras, os alicerces estão abertos e as bases lançadas, reforçar essas bases para suportar o projeto que queremos construir, pois a sociedade na sua maioria anseia tudo aquilo que a reboque dessas necessidades nós defendemos, promovemos e lutamos. Para construir um grande exército à sua frente marcham sempre os mais corajosos e se o general sentir esse apoio e essa força, marchará firme e confiante que a vitória está ao nosso alcance. Vamos acreditar que é possível mudar o paradigma político em Portugal e sobre tudo na Região Autónoma da Madeira tomada politicamente por oportunistas , vigaristas, malabaristas e corruptos, pois com a força do povo e a determinação dos corajosos podemos conseguir devolver a democracia aos cidadãos.