sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

                             CHEGA A FILOSOFIA DO MEDO

Como outros animais, nós humanos aprendemos a ter medo por meio de experiências, como ser atacado por um predador. Também aprendemos por meio da observação, como ao testemunhar um predador atacando outro humano. E aprendemos com instruções, como quando nos dizem que há um predador por perto.  O medo de tomar decisões deriva por vezes da insegurança. Quanto mais inseguro, mais medrosa é a pessoa. Medo de errar, medo de perder, medo de fracassar, medo de arriscar, medo de mudar, medo do desconhecido. Vários medos são os que envolvem por vezes as tomadas de decisões. Esta malta que sobrevive à conta da corrupção por vezes oculta no anonimato também está com medo! Habituem-se; pois agora existe uma oposição a denunciar e a enfrentar os sucessivos descalabros governamentais que andavam ocultos ou disfarçados e depois propositadamente  esquecidos. Acham que com a intimidação e a utilização de calúnias chamando nomes que só assustam a quem desconhece  ou vive alheio da realidade nos irão intimidar? Mas não se esqueçam que faremos todos os possíveis para levar a verdade às populações, para que no próximo ato eleitoral vaiam minimamente esclarecidas, e não será com um espeto de carne, uma laranjada e uma fatia de bolo do caco, ou com um saco de frangos congelados que irão «voltar a comprar» a dignidade do nosso povo. A seriedade, a dignidade, a justiça e os valores a restituir além da restauração da democracia, resgatar a liberdade, é a nossa missão mesmo que isso nos custe as maiores calunias, as ofensas e a perseguição, terá de ser a reposição da dignidade ao nosso povo e o preço a pagar será com o nosso comportamento, a nossa atitude, o nosso empenho e sobre tudo com muito trabalho. Não podemos continuar a ser cúmplices da nossa miséria  como o têm sido os partidos que ao longo de todo este quase meio século, cúmplices da miséria do povo que sustenta a corrupção. Deveriam ter vergonha aqueles que  nos acusam que agora falta-lhes a coragem de enfrentar um autêntico monstro em que se converteu a corrupção que eles criaram em Portugal e subsequentemente na nossa região, de quem ao longo destes anos alimentou, e covardemente se escondeu por detrás dos seus próprios benéficos para humilhar e abafar autênticos roubos. Não vamos servir de bengala para continuar a suportar um bando de oportunistas e mentirosos que recorrendo a intimidação e ao medo dum povo que ainda não conseguiu se libertar do fantasma duma ditadura que ao ver prevalece. Aceitar a liberdade como um dado adquirido e a democracia participativa como o instrumento de a cada dia a valorização dum povo pelos seus próprios meios. Tenham coragem e saibam ao menos utilizar as vossas armas, ou será que nunca tiveram a dignidade de fazer valer aquilo que serão sempre as que nós utilizamos: a verdade, a justiça, o trabalho o humanismo e os valores da sociedade. Entre a coragem e o medo CHEGA o dia que terá de escolher.



 Texto enviado para o Jornal folha nacional a 23/02/2023

SERÁ QUE UM DIA A DEMOCRACIA CHEGA À MADEIRA?

 

Desde1976 que a Região Autónoma da Madeira goza do estatuto de autonomia política depois de consagrado na Constituição da República Lei 13/91, de 5 de junho o seu estatuto Político-Administrativo.

 

Desde então e até à data presente, os sucessivos governos eleitos por eleições livres, deram a hegemonia a um só partido, o PSD e mais recentemente (legislativas regionais 2019) em acordo pós eleitoral integraram o CDS/PP num acordo pós eleitoral.

 

Durante muitos anos, começando em Março de 78 e após 36 anos e 85 dias de governação, converteu-se em recordista de permanência no poder o então presidente do governo Alberto João Jardim, (período então designado de jardinismo) visto ter ultrapassado o recorde de Oliveira Salazar como líder de um governo em Portugal.

 

A aposta até a atualidade no que o progresso diz respeito, foi sem dúvida a opção em infraestruturas, designada por política do betão, onde e por detrás dessa iniciativa colaram-se ao sistema muitos interesses que aínda hoje prevalecem, condicionando e de que maneira o livre investimento, sujeitando-o frequentemente às diretrizes do regime, com obras inúteis e ou de utilidade duvidosas.

 

Quanto à maior industria da região; "O turismo" a mesma coisa veio a suceder, seguindo-se os transportes de bens e mercadorias ao ponto de numa terra descoberta por mar por bravos marinheiros, em pleno século XXI, por uma questão de monopólio, num arquipélago que faz parte da UE e que ainda hoje os madeirenses não têm outro meio de saída da ilha a não ser por meios aéreos, pois uma experiência de um operador privado espanhol que em 2006 culminou com o barramento com condicionalismos, burocracias e entraves desse serviço por parte do próprio Governo Regional pondo fim a uma alternativa de transportes de e para a região.

 

Quanto à exportação da banana, 2º factor mais importante da economia a par do vinho, foi criada uma empresa dependente do Governo Regional para a exploração e comercialização da mesma, que recentemente recebeu subsídios da UE no valor de 18 milhões de Euros e distribuiu pelos agricultores apenas 6.7 milhões.

 

É à volta destas e de outras situações que após ter participado no último ato eleitoral (legislativas R.A. Madeira 2019) e obtendo apenas 619 votos para um partido que nem 6 meses cumpridos de vida tinha, o CHEGA prepara-se para uma nova batalha.

Em Setembro deste ano realizar-se-ão novas eleições legislativas para uma região que durante muito tempo e por todo o país apontava-se a existência dum défice democrático. Não sei se nesse especto o défice foi ultrapassado, mas duma coisa estou seguro: o medo das pessoas em se expressar livremente sobre o assunto que diz respeito à política e questões de governo, continua bem patente.

 

É só efetuar um périplo pela cidade do Funchal ou noutros concelhos e começar a questionar os transeuntes e a recusa em comentar é quase total. Afinal a democracia existe, mas a liberdade, essa parece muito condicionada.

 

Os 47 deputados que compõem a Assembleia Legislativa da qual sairá um novo Governo para o quadriénio (2024/28) terá forçosamente, com determinação, empenho e muito trabalho, ter a missão de: restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade, pondo cobro à classe política que à conta da liberdade que a democracia consagra, sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção, o maior flagelo da nação e por tabela da região.

 

Teremos de valorizar o trabalho e dignificar quem trabalha, temos um universo de 115 mil abstencionistas desiludidos, defraudados, desanimados e revoltados, 44,49% de abstencionistas que anseiam uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia e sem qualquer dúvida que; sem uma boa representatividade do CHEGA não poderemos renovar a esperança dos Madeirenses e Portosantenses.

 

Esse é o nosso objetivo, será o nosso trabalho junto desses cidadãos que esperam do CHEGA uma alternativa. Unir Portugal e os portugueses neste projeto onde o nosso presidente André Ventura terá um papel preponderante no apoio a esta missão.

 

A Região Autónoma da Madeira espera muito de nós, o povo madeirense depositará a sua esperança nesta talvez derradeira oportunidade para que se volte a abrir as portas à democracia e as janelas à liberdade. O CHEGA será a chave.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

                                      Um elefante cor de laranja

Por mais que nos custe paira no ar uma realidade incontornável. Alguém que pense livremente pela sua própria cabeça já parou para pensar a razão do aparecimento, da existência e da evolução dum partido o qual todos os defensores do actual regime de viciados e corruptos querem catalogar de extremista, fascista, xenófobo, racista, quando a realidade é: num país onde o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada, «governado» por decisão de 23% da população com direito a voto, onde 27% votaram em partidos da oposição e 50% abstencionistas pura e simplesmente recusam-se a participar nesta (palhaçada) designada de democracia. Eis a razão pela qual CHEGA uma alternativa que combate aquilo que a tolerância, a ingenuidade e o oportunismo deitaram por terra aos anseios e às esperanças dos portugueses. Um país que mantem na Constituição da República uma alínea no preâmbulo que diz: de assegurar o primado do Estado de Direito democrático e abrir caminho para uma sociedade socialista. O resultado está à vista após quase meio século de caminho percorrido para o tão desejado SOCIALISMO! A  dívida externa mais alta de sempre, gastaram-se milhares de milhões de fundos Europeus e construímos mais de 4 milhões de pobres, mandamos mais de um milhão de quadros médios e alta qualificação pagos com o dinheiro dos contribuintes para fora do país, temos os nosso serviço de saúde que só avaliam quem dele necessita, um sistema educativo que por vezes optou por formatar (doutrinando) cidadãos em vez de os formar. Uma justiça que protege os criminosos e julga as instituições que deveriam zelar pelo bom funcionamento da mesma. Roubaram-se centenas de cidadãos que ficaram sem as suas poupanças de toda uma vida. Menospresaram-se e desvalorizaram-se aqueles que honrosamente defenderam a pátria e querendo agora converter-los em criminosos. Um sistema que utiliza alguns dos meios de comunicação para a famosa lavagem cerebral dos incautos fazendo com que os que defendem a verdade e a equidade na justiça sejam inimigos do regime e os que roubam, mentem e prometem a cada 4 anos sejam os verdadeiros heróis. Mas afinal não estará à vista de quem realmente sente as agruras dum processo evolutivo que em nada melhorou a vida da grande maioria dos portugueses e que no caso da nossa região o oportunismo continua a prevalecer em favor duma minoria obrigando a maioria a admitir que só este é o caminho e que todos os outros são inimigos duma solução para o problema criado pelos próprios vícios dum sistema degradado e podre? A queles que criaram o monstro o tal elefante laranja, agora sentem que a realidade é bem diferente e que surge uma nova maneira de fazer política e uma nova forma de estar em democracia. Por isso já nada será como dantes, ou aceitam que o sistema já treme e caminha a passos rápidos para a implosão dum sistema que terá de reverter tudo o que de errado fez até aqui, pois quando o povo acorda, os políticos corruptos começam a ter enorme dificuldade em dormir, esse dia mais cedo ou mais tarde CHEGA! 

Um elefante cor de laranja

Por mais que nos custe, paira no ar uma realidade incontornável. Alguém que pense livremente pela sua própria cabeça já parou para pensar a razão do aparecimento, da existência e da evolução dum partido o qual todos os defensores do actual regime de viciados e corruptos querem catalogar de extremista, fascista, xenófobo, racista, quando a realidade é: num país onde o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada, «governado» por decisão de 23% da população com direito a voto, onde 27% votaram em partidos da oposição e 50% de abstencionistas pura e simplesmente recusam-se a participar nesta (palhaçada) designada de democracia? Eis a razão pela qual CHEGA uma alternativa que combate aquilo que a tolerância, a ingenuidade e o oportunismo deitaram por terra aos anseios e às esperanças dos portugueses. Um país que mantém na Constituição da República uma alínea no preâmbulo que diz: de assegurar o primado do Estado de Direito democrático e abrir caminho para uma sociedade socialista. O resultado está à vista após quase meio século de caminho percorrido para o tão desejado SOCIALISMO! Com a dívida externa mais alta de sempre, gastaram-se milhares de milhões de fundos Europeus e construímos mais de 4 milhões de pobres, mandamos mais de um milhão de quadros médios e alta qualificação (e importamos milhares de escravos do século XXI), pagos com o dinheiro dos contribuintes para fora do país, temos os nossos serviços de saúde que só avaliam quem dele necessita, um sistema educativo que por vezes optou por formatar (doutrinando) cidadãos em vez de os formar. Uma justiça que protege os criminosos e julga as instituições que deveriam zelar pelo bom funcionamento da mesma. Roubaram-se centenas de cidadãos que ficaram sem as suas poupanças de toda uma vida. Menospresaram-se e desvalorizaram-se aqueles que honrosamente defenderam a pátria e querendo agora converter-los em criminosos. Um sistema que utiliza alguns dos meios de comunicação para a famosa lavagem cerebral dos incautos fazendo com que os que defendem a verdade e a equidade na justiça sejam inimigos do regime e os que roubam, mentem e prometem a cada 4 anos sejam os verdadeiros heróis. Mas afinal não estará à vista de quem realmente sente as agruras dum processo evolutivo que em nada melhorou a vida da grande maioria dos portugueses e que no caso da nossa região o oportunismo continua a prevalecer em favor duma minoria, obrigando a maioria a admitir que só este é o caminho e que todos os outros são inimigos duma solução para o problema criado pelos próprios vícios dum sistema degradado e podre? Aqueles que criaram o monstro, o tal elefante laranja, agora sentem que a realidade é bem diferente e que surge uma nova maneira de fazer política e uma nova forma de estar em democracia. Por isso já nada será como dantes, ou aceitam que o sistema já treme e caminha a passos rápidos para a implusão dum sistema que terá de reverter tudo o que de errado fez até aqui, pois quando o povo acorda, os políticos corruptos começam a ter enorme dificuldade em dormir, esse dia mais cedo ou mais tarde CHEGA!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

                              Na (cama) com o inimigo!
A triste realidade de termos como inimigos aqueles que outrora achávamos defensores dos nossos ideais, promotores das nossas lutas e coadjuvadores das nossas batalhas. Sempre tive enorme receio quando nos convidam para um casamento em troca do presente que possamos levar. Sempre tive receio em sentir que a nossa simpatia vive na sombra dos interesses que possamos defender ou refutar. Quando uma ideia vinga sob o olhar duma promessa, a ilusão prevalece e o sentimento de duvida progride, mesmo que tenhamos a certeza de que viajamos no mesmo barco embora com destinos diferentes. Quando um timoneiro consegue almejar toda a sua predominância num só sentido, parece que os que pretendem outro destino não queriam viajar pela mesma rota mesmo que implique um risco, um perigo ou uma alteração de ultima hora, mesmo assim salvaguardando uma chegada a bom porto e sem os perigos iminentes e os riscos que poderiam daí advir. Um árduo e tortuoso caminho nos espera, uma tarefa intrínseca, um trabalho de sapa, que o tempo dar-nos-à a razão. Quem achar que poderá eventualmente com o seu trabalho, empenho e dedicação vir a contribuir para a resolução de muitos dos problemas que afetam o nosso povo, será bem vindo, isto independentemente de interesses individuais previamente definidos. O grande objetivo desta missão será lutar sem medo contra o maior flagelo que lesa a população; 46 sucessivos anos de  "CORRUPÇÃO".

 https://www.dnoticias.pt/2023/2/12/348098-chega-uma-questao-de-principio/
Respostas comentários.
 
Alguém que pende livremente pela sua própria cabeça já parou para pensar a razão do aparecimento, da existência e da evolução dum partido que todos os defensores do actual regime de viciados e corruptos querem catalogar de extremista, fascista, xenófobo, racista, quando a realidade é: num país onde o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada, «governado» por decisão de 23% da população com direito a voto, onde 27% votaram em partidos da oposição e 50% pura e simplesmente recusam-se a participar nesta (palhaçada) designada de democracia. Eis a razão pela qual CHEGA uma alternativa que combate aquilo que a tolerância, a ingenuidade e o oportunismo fez chamar a si de democracia à conta duma liberdade condicionada.

domingo, 5 de fevereiro de 2023

 

Sem medo

O CHEGA surgiu pelos sucessivos erros em que os partidos ditos da direita deixaram-se absorver pelo sistema para não perderem os tachos. Veja-se que ao longo dos tempos foram-se diluindo e dividindo enquanto a esquerda continua (quando precisa) «Unidos». À denominada direita faltou-lhes a coragem que o CHEGA teve de fazer sua e agora notam o erro que cometeram e que contribuiu para o progressivo desinteresse do eleitorado que não se revêm neste regime de corrupção e compadrio. Agora CHEGA a nossa hora, dos cidadãos comuns tomarem as rédeas da política em Portugal. Sem vergonha de ser de direita, sem medo de assumirmo-nos defensores dos valores que o Socialismo aniquilou. Não será porque digam que não temos quados, aliás, pior que aquilo que o atual governo PS faz é quase impossível, não será porque os arautos da democracia falharam em toda a linha e que voltam no seu já vazio role de promessas por resolver dos erros que eles próprios cometeram, daí que mais de metade (5 milhões) de abstencionistas não acreditam neste sistema, mais de 115 mil madeirenses recusam-se a votar por não se identificarem com a hegemonia de 46 anos de sucessivos governos PPD/PSD+CDDS-PP, será porque existe agora uma alternativa e os cidadãos comuns com coragem e sem medo em assumiram este compromisso, irrelevante mas irreverentes queremos ser um perigo eminente contra a corrupção, CHEGA a alternativa, é agora ou nunca e Portugal quer justiça!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

 Texto para o JM Madeira

O medo de exercer a democracia faz-nos por vezes sentirmo-nos pouco capazes de sermos livres na autentica extensão. Capazes de contrariar um modelo de regime implantado á mais de quatro décadas os madeirenses sentem enorme dificuldade em participar no processo evolutivo dum regime que teima em desmotivar a participação no dia a dia da democracia. Quando outrora se entoava o povo é quem mais ordena, parece ter caído no esquecimento esse slogan que a muitos motivou. Mais de 40% dos eleitores virou as costas ao regime que propositadamente desacreditado foi conduzido pelas elites instaladas para que o poder homogeneamente fosse pertença sempre dos mesmos. Afinal parece que de nada serviu a implantação da designada democracia quando o povo pouco ou nada ordena. Chega a hora dos madeirenses começarem a ponderar que mais vale tarde do que nunca entra em ação para restaurar a democracia, resgatar s liberdade e restituir os valores da sociedade. Quando a oportunidade chega não a vamos desperdiçar..