quinta-feira, 15 de abril de 2021

 Num comentário na página de João Tilly.     

Se conseguisse-mos que a maioria dos abstencionistas votasse e elegessem três ou quatro grupos parlamentares de novos partidos seria o ideal, depois poder avançar para um eventual referendo para a mudança da actual constituição da republica e a lei eleitoral. Imaginemos um parlamento em que: os partidos do regime não tivessem mais de 40% dos deputados, e que os restantes partidos tivessem vários representantes, seria o início dum novo modelo de democracia. Será necessário um primeiro passo que a analisar pelo comportamento dos eleitores torna-se quase impossível alcançar, pois o povo português prima pela total ausência de cultura democrática, vive amestrado pelo compadrio e o trafego de influencias e cultiva a pior das «qualidades» a inveja e a arrogância e o protagonismo é o cúmplice da vaidade deste povo.

Num comentário na página de Joaquim Matos, Chega Viana do Castelo. Portugal precisa da determinação e da coragem do povo português para restaurar a democracia, resgatar a liberdade e restituir os valores da sociedade. Vamos por fim à indiferença e à covardia para combater quem vive à custa da ignorância e se sustenta com a miséria do povo. Resposta a Miguel Luiz Fonseca, 18/04/20121Porque até tive o azar de ser pessoalmente rejeitado pelo próprio Salazar, daí ter-lhe uma aversão justa, porque ele «detestava» os madeirenses. Reprovo veemente os seus erros, mas infelizmente tenho de reconhecer que muito fez numa situação adversa, onde o mundo em guerra criou condicionalismo ao nosso país, e com os sacrifícios e alguma repressão contra cidadãos injustamente condenados, conseguiu muita obra á custa e tão só desse esforço. Sim isso é pecado, o que não dizer de 47 anos a roubar o povo que tem sido o objetivo da maioria da classe política deste país. A liberdade por muito que custe tem de viver com o erros do passado, daí que o grande papel da verdadeira democracia será ajudar aos cidadãos a corrigirem esses erros, o que até hoje não foi conseguido, INFELIZMENTE, muito por culpa da falta de cultura democrática do povo português. Por isso a luta contra a corrupção custo o que custar não pode parar. 

terça-feira, 13 de abril de 2021

                           Há um grito de liberdade

Será que vale mesmo a pena «comemorar» o 25 de Abril? Neste mar de Rosas que recentemente o país navega, vêem-se situações que o cidadão comum chega a questionar-se se: valerá mesmo a pena continuar a se esforçar para que o futuro de Portugal possa vir a ser próspero? Promovem a cultura do oportunismo, virgulas, reticencias, ponto e virgulas e linhas abaixo. É uma incongruência ver por exemplo: a polícia vigiar e a ( perseguir) quem trabalha e paga impostos, enquanto a justiça defende e protege ladrões, gatunos e corruptos. A audácia dos prevaricadores ilibe-os da prisão. Estamos perante uma classe de ladrões esquizofrénicos, gatunos compulsivos, gente que sob a cumplicidade da justiça consegue tudo o que seria impensável permitir numa sociedade organizada, decente, equitativa e ordeira. A realidade é bem diferente, pois os grandes objetivos do 25 de Abril em nada se coaduna com a actual realidade do nosso país. Será que pode ser chamada de liberdade, tudo o que acontece, uma corrupção de tal ordem que passou a ser um vírus incurável e endémico? no que diz respeito a corrupção e justiça, vivemos numa situação apocalíptica. Temos um pais onde 40% dos portugueses trabalham e produzem, para sustentar 60% dos que já produziram, dos que se preparam para no futuro poderem eventualmente vir a produzir e dos que nada produzem. Quase 2 (dois) milhões de portugueses sobrevivem na miséria, outros 2 milhões no limiar da pobreza enquanto se esbanjam milhões de euros em coisa inúteis ou de utilidade duvidosa que sustenta os  precursores da corrupção. Aquilo que chama de democracia, não é mais do que uma liberdade condicionada, dominada pela cleptocracia predominante. Para suplantar esta tragédia deveríamos ter um estado que promovesse a verdadeira liberdade e não um estado que controla tudo e todos até conduzir os cidadãos à sua quase total dependência. É isto que tem feito o actual regime e que se preconiza para o nosso futuro no imediato. Um autêntico estado democrático tem por obrigação criara as condições para que os cidadãos possam livremente se sobrepor à sua dependência e com leis adequadas controlar a expansão política, social e económica, educar para a cidadania, libertar a classe produtiva do fardo dos exagerados impostos. Gerir os dinheiros públicos é o dever duma boa administração tal qual um gestor de uma empresa, no caso quando assim não sucede o gestor é demitido, o mesmo será no país, com governantes que gerem muito mal e pior ainda roubam o que por força da verdade seria para investimentos em prol da cidadania. As provas mais evidente da discordância, da indignação e da revolta dos portugueses são: o sucessivo aumento das abstenções valeram 61% (6.600.000) no último ato eleitoral, votaram (apenas 39%) dos eleitores inscritos,  meio milhão de votos num candidato anti regime e onde já existem  200 mil subscritores para  pedir o afastamento dum juiz que ilibou de crime de corrupção a um clã de corruptos. Onde um juiz foi demitido por discordar de decretos e  defender a liberdade. Nunca antes o povo português mostrou tanta indignação e tanta revolta perante um rosário de misérias a que foi conduzido o nosso país. Vivemos um atentado á nossa liberdade ou a arbitrariedade da política na justiça, paira o espectro de indignação e de revolta na sociedade portuguesa. Depois de perseguirem quem luta pela liberdade, de quererem ilegalizar um partido político legalmente constituído, depois de darem horas a fio de tempo de antena a um acusado de corrupção. Em 1890 foi composto por Luís Lopes de Mendoça e musica de Alfredo Keil  o que seria depois o nosso actual hino nacional (A Portuguesa), onde a segunda estrofe cantava-se: contra os bretões marchar marchar, em 1957 alterou-se essa parte e passou a: contra os canhões marchar marchar. Acho que é chegada a hora de voltar a sofre uma nova e pequena alteração, já que não temos canhões para enfrentar porque não passa a dizer-se: contra os ladrões marchar, marchar? 

domingo, 11 de abril de 2021

Portugal quer justiça  

 O objetivo do 25 de Abril em nada se coaduna com a realidade do nosso país. Afinal a liberdade nunca existiu verdadeiramente!     Será que é liberdade onde um país vive uma corrupção que virou vírus endémico. No que diz respeito a corrupção e justiça, vivemos uma situação apocalíptica. Sabia que 2 milhões de portugueses sobrevivem na miséria e outros 2 milhões no limiar da pobreza?  Sabia que: em Portugal vivemos numa liberdade condicionada por uma cleptocracia.   25 de Abril 74,a desgraça dos cravos, 09 de Abril 2021 a tragédia do Rosa. O estado tem a obrigação de criar as condições para que os cidadãos possam livremente se sobrepor à sua dependência.        UNIDADE NACIONAL CONTRA A CATÁSTROFE EM QUE A CORRUPÇÃO CONVERTEU PORTUGAL. Um atentado à liberdade ou a arbitrariedade da «justiça» Demonstra a tua indignação e revolta contra a injustiça da 《 justiça 》deste país.

Não sei é se até que ponto o André Ventura teria a coragem de convidar essas pessoas para fazerem parte do seu projeto, pois talvez o CHEGA não sendo a solução poderia ser uma alternativa no imediato. É que nós os cidadãos comuns desesperados por uma solução, aventamos nomes que por vezes poderão até não ser solução, mas indiferentes e apáticos não podemos ficar. Temos de acionar a nossa indignação e revolta mas temos de contar com portugueses mediáticos para despertar o povo do estado de hipnose a que foi conduzido pela classe política corrupta. Não sei até que ponto o português mais mediático de todos e que durante muito tempo foi a cara do BES que arruinou milhões de portugueses, estaria disposto a dar a cara (publicidade e apoio) por uma solução política para salvar Portugal. Aliás seria um madeirense a «enfrentar» um outro madeirense que colocou na lama a justiça em Portugal. Falo concretamente de Cristiano Ronaldo e Ivo Rosa.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

                                                           Vem aí o julgamento cor de ROSA

Nova primavera Marcelista. Porque mais de 6 (seis) milhões de portugueses já não acreditam neste modelo de democracia. Porque somos domados por um governo eleito apenas por 2 milhões de defensores da corrupção que os sustenta. Porque este povo sem cultura democrática, adula a classe política como se fossem ídolos, e a (in) justiça protege-os como se fossem inimputáveis. Aquilo que durante quase 4 décadas custou a opressão e o sacrifício de milhões de portugueses, bastaram outras 4 décadas e tudo foi roubado pelos salteadores políticos sem escrúpulos que: à conta da liberdade, sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. A cada hora que passa à um político ou administrador em Portugal a roubar e a justiça não reage. Mas o povo esse continua a pagar. Estamos fartos de ser roubados, vilipendiados, escorraçados, arruinados. Depois de38 anos de ditadura Salazarista e 47 anos de cleptocracia. Ricardo Salgado não foi único! Salgado é hoje o símbolo do Regime. Amigo de Marcelo, de António Costa, de Cavaco Silva, de Sócrates. Esteve sempre ligado aos negócios mais obscuros e ilegais: intermediação na compra (corrupta) de submarinos aos alemães; tráfico de influências na privatização da EDP, destruição da Portugal Telecom, eventuais subornos a Sócrates e Vara; e tantos outros. Salgado provocou a falência e foi responsável pela miséria e a desgraça de milhares de portugueses, que tinham as suas poupanças à guarda do BES, os Lesados do BES. Muitos faliram, caíram em depressão. Até hoje nada lhe aconteceu, a «justiça» portuguesa ignorou todas estas situações. Houve até suicídios! no seu currículo consta um livre acesso à pratica da corrupção legalizada pelo regime, e uma alínea que foca uma lista de políticos e jornalistas que foi subornando ao longo de décadas. O preço da nossa liberdade. Porque será que os sucessivos governos utilizam a publicidade para divulgarem a suposta (obra feita) muitas delas de  necessidade, qualidade e custos duvidosos, que não seria mais do que o seu dever como «administradores» dos dinheiros públicos? Um novo paradigma para a democracia. Em 2021 e 47 anos depois, Portugal não é ainda um verdadeiro Estado de Direito! A sucessiva manipulação da mentalidade dum povo sem cultura democrática permitiu que: abusando da ingenuidade dos cidadãos, que a sua ignorância sustentasse a corrupção e fosse cúmplice da sua própria miséria. Fomentou os INTOCÁVEIS, porque um dos primeiros objetivos da Revolução de Abril, o combate à Corrupção, está por concretizar. Até quando permitiremos que isto aconteça? Será que já é hora do povo despertar da anestesia aplicada à sua ingenuidade?