domingo, 27 de abril de 2025

Comunicado ao CHEGA

Boa noite. A razão da deceção relativa à situação atual do CHEGA -Madeira apraz-me comunicar que fico totalmente desiludido com aquilo que se está a passar. A demissão em catadupa de muitos dos militantes que durante todos estes anos fomos pedras basilares do crescimento e implantação do CHEGA na região, fruto dum trabalho árduo, honesto, determinado e convictos dos princípios pelos quais os CHEGA nos apaixonou. Lamentavelmente terem optado por deixar fugir os militantes genuínos e optar por aqueles que continuam impregnados nos vícios do sistema. A traição recebida por parte da atual direção, foi sem dúvida o pior que em política e no conceito de dignidade poderia ter acontecido a 12.500 madeirenses que confiaram em nós o seu voto e outros 120. 000 que no seu silêncio (abstencionistas) dariam a oportunidade de por termo a 48 anos de hegemonia PSD - Madeira se tivessem sido cumpridas as promessas de combate á corrupção e ao compadrio, de a Madeira tem de mudar e por fim com Miguel Albuquerque não é não. Tudo isso foi atirado ao lixo e ignorar e matar a esperança dum povo. Estou totalmente dececionado e desiludido com a atitude dos deputados na Assembleia Regional da Madeira. Está semana com a proibição da apresentação dum voto de louvor numa de acção da deputada Magna Costa foi a catástrofe parlamentar e a chacota do CHEGA -Madeira e dos seus militantes. Foi pena ter-se desperdiçado esta derradeira oportunidade de fazer valer a nossa promessa eleitoral, MUDAR A MADEIRA. Grato pela atenção dispensada, cordiais cumprimentos.


From: Mesa - Partido CHEGA! <mesa@partidochega.pt>
Sent: Tuesday, September 24, 2024 3:26:00 PM
To: Antonio Jose Ferreira <aferreira54@hotmail.com>
Subject: Re: Contestando a legalidade do ato, o recebimento de mensagem apelando ao voto na lista específica (A) ao ato eleitoral que se realizará amanhã domingo dia 22/09 na R.A. da Madeira, qual a legalidade do mesmo? Cordiais cumprimentos
 

Exmo. Sr. António Ferreira,


Acusamos a recepção do seu e-mail, o qual mereceu a nossa maior atenção, no entanto cumpre-me informar que situação extravasa as competências tanto da Mesa da Convenção e do Conselho Nacional, bem como da Mesa Regional, situação a qual qualquer um dos Órgãos mencionados é totalmente alheio.

Respeitosos Cumprimentos,

Pedro Miguel Pinto
Secretário da Mesa da Convenção e do Conselho Nacional 




De: Antonio Jose Ferreira <aferreira54@hotmail.com>
Enviado: 21 de setembro de 2024 22:55
Para: Mesa - Partido CHEGA!
Assunto: Contestando a legalidade do ato, o recebimento de mensagem apelando ao voto na lista específica (A) ao ato eleitoral que se realizará amanhã domingo dia 22/09 na R.A. da Madeira, qual a legalidade do mesmo? Cordiais cumprimentos
 

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quarta-feira, 23 de abril de 2025

 Diogo Pacheco de Amorim no Sol

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A EUROPA E O 'SOCIAL-ESTATISMO'
Quando a maré baixa aí se vê quais os banhistas que estavam nus». Este dito adapta-se, na perfeição, à atual situação geopolítica e geoeconómica.
Trump, eleito, resolveu defender os interesses de quem o elegeu, os americanos, e não os interesses difusos de tudo quanto mexia no planeta. Com essa decisão de Trump, a maré baixou. E, quando baixou, todos viram que os europeus estavam nus. Ponto. Achavam estes que a coisa ia durar sempre, que o tio americano ia pagar as contas das férias na praia até ao dia do Juizo Final. Enganaram-se. Os europeus estavam nus e sem dinheiro para comprar fatos de banho.
Contas feitas, ficou claro que a generalidade dos países europeus, a começar pela França e pela Alemanha, estavam arruinados: sem indústrias de base, sem tecnológicas, dívidas externas abissais, vícios de rico, agendas (2030) de milionários e meios de sem-abrigo. Postos frente à dura realidade do hard power, essa ilusão de fidalgos arruinados a que chamavam soft power mostrou ser o que era: uma ilusão de entre muitas com que desde há muito se alimentavam. A realidade por muitos já sabida, ficou clara para todos: a Europa estava arruinada. Dezenas de anos de social estatismo tinham vindo a minar, subterraneamente, a generalidade dos países europeus.
Social democracia e socialismo, são as duas faces de uma mesma realidade que é o social-estatismo, termo que vi referido há uns dias por David Lisnard, maire de Cannes e da Associação dos maires de França que considera esse social-estatismo como «o motor do declínio francês» e, acrescento eu, de Portugal, bem como da generalidade dos países europeus. Lisnard considera – e bem – que «o social estatismo arruinou o nosso comum modelo social e o nosso aparelho produtivo, fragilizou os nossos sistemas de educação, de saúde e de segurança social, engendrou a nossa asfixia regulamentar e hipertrofia administrativa». Finalmente, foi o social estatismo que «desarmou o Estado no âmbito das suas funções soberanas: segurança, justiça e defesa». Já agora, Lisnard não milita no RN ou em qualquer partido dito ‘populista’ mas pertence ao LR enquadrando-se, assim, no Centro-Direita.
Porque são social-democracia e socialismo as duas faces dessa mesma moeda que é o social-estatismo? Porque, quer do ponto de vista ideológico, quer da prática política, nada de substancial os diferencia. Ambos dão prioridade ao Estado sobre o cidadão, distinguindo-se, apenas, por um dar mais algum poder à iniciativa privada mas sempre à sombra tutelar de um Estado que tudo controla. Não é por acaso que em Bruxelas o poder real se encontre numa aliança permanente, se bem que informal, entre o PPE e o S&D, ou seja, sociais-democratas e socialistas desde pelo menos há vinte anos a esta parte.
Em Portugal, ao longo de 50 anos, foi sempre o social-estatismo quem nos governou, alternando a face social-democrata com a face socialista. Mas, qualquer que fosse a face apresentada, os impostos foram sempre aumentando e os serviços prestados perdendo qualidade, a máquina do Estado crescendo em dimensão e em poder e as funções soberanas (segurança, defesa e justiça) reduzidas à insignificância.
No dia 18 de maio, votar PS ou PSD será, de facto, votar no PSE, o Partido Social Estatista. Quem o fizer, que se não queixe depois ‘do Trump’ ou dos eleitores americanos. Que se queixe de si próprio.

 Em 2016 um chinês disse:

> Comentários de um Chinês sobre a crise da Europa .....
>
> ANÁLISE PERTINENTE.
>
> Opinião de um professor chinês de economia, sobre a Europa -
>
> o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França
> Kuing Yamang
>
> 1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...
> >

Licinio Forte Henriques Henriques 


> > 2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.
> >
> > 3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.
> >
> > 4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.
> >
> > 5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.
> >
> > 6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.
> >
> > 7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!
> >
> > 8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...
> >
> > 9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...
> >
> > 10. (Os europeus) vão diretos a um muro e a alta velocidade...

domingo, 13 de abril de 2025

                            Da Quinta Falcão a Time Square

Não precisamos de andar muito atrás no tempo, apenas 40 anos para falar do cidadão português, nascido na R.A. da Madeira e que que é hoje por hoje o mais conhecido em todo o mundo. De Sto. António para Alvalade, Manchester, Madrid, Turin e Riad, tornado-se na marca Portugal. Os amantes do chamado desporto rei, idolatram-no, adoram-no ou invejam-no e odeiam-no por razões diversas, mas de uma coisa convenhamos, estamos perante o desportista que é a marca que mais mobiliza o negócio do deporto no mundo atual. Existe muita contestação sobre o facto da mediatização que atingiu, pois penso que não haverá nos quatro cantos do mundo quem nunca tivesse ouvido o nome de Cristiano Ronaldo. Um homem que no país onde a população já se aproxima dos 215 milhões de habitantes, Brasil uma autêntica (fábrica) de craques da bola é venerado, só falta que lhe atribuam a nacionalidade brasileira tal é o culto dedicado ao ídolo. Por vezes tentam-se criar paralelos e comparações com outros personagens, todos eles de tal dimensão que para nós portugueses enchem-nos de orgulho e elevam-nos a um patamar de excelência em várias vertentes, desde as descobertas, passando pelas letras, a ciência, a navegação e transportes, enfim todas as vertentes que têm feito de nós portugueses sentirmo-nos orgulhosos das nossas raízes. Desde o Infante D. Henrique, Pedro Alvares Cabral, Luis de Camões, Bartolomeu de Gusmão, Gago Coutinho e Sacadura Cabral, Alexandre Herculano, Eça de Queiroz, Egas Moniz; Amália Rodrigues, Eusébio, José Saramago, Carlos Lopes, Rosa Mota, Gentil Martins, Sisa Vieira  e tantos, tantos outros portugueses que nas diferentes áreas ergueram bem alto o nome de Portugal. Mas porquê CR7 tem sido o mais badalado e por conseguinte causado algum frisson o facto de ser mediático através do futebol, da sua imagem vender a marca e por acréscimo a imagem de Portugal, coloca muita gente um pouco indignada a sociedade venerar um futebolista em detrimento de todos os outros?  A razão é simples; o factor futebol/negócio, meios de comunicação, mediatização e marketing faz com que a par do futebol gerar paixões, arrastar multidões, ser um negócio de milhares de milhões e gerar discussões, leva a que um cidadão nascido no seio de uma família humilde no meio do oceano Atlântico, tornar-se no mais mediático do mundo com mais de 1 milhão de camisolas vendidas em pouco mais de 72 horas, mais recentemente rendeu 5 milhões ao Sporting com a marca CR7, mais de Mil Milhões de seguidores na rede social Instagram entre outras, dezenas de recorde registados no Guinness Book e parem de contar, até o do perseguido recorde do golo MIL. As lojas de merchandising da FPF têm centenas de objetos alusivos ao craque português, mas fica aqui o reparo, infelizmente se quisermos uma camisola do Eusébio, do Luis Figo, do Pauleta ou até do Éder, não encontrei! Agora falta aproveitar o factor para repor o valor real da nossa história com os meios que o mundo atual nos disponibiliza. Que tal acordar com maior ícone do desporto nacional e começar a promover os nossos ex e atuais talentos colocando-os ao lado da imagem daquele que é indiscutivelmente o mais famosos português de todos os tempos?

quinta-feira, 3 de abril de 2025

                                            Abril sem identidade
51 anos depois o conceito de partidos políticos está enviesado e as pessoas que aderem aos partidos políticos na sua maioria não vão por filosofias ou princípios, mas por interesses pessoais, financeiros ou coletivos. Ao longo de meio século em vez de se construir um país sólido, com estrutura social, económica e financeira que garantisse o nosso futuro, vendemos o país ao retalho e hoje totalmente hipotecados, entregues nas mãos de culturas que não nos dizem nada, de sociedades que em nada se identificam com os nossos valores e princípios, eis que ainda temos do pior que possa existir, uma boa franja de alguma comunicação social que se torna cúmplice desta nossa desgraça, promotora desta inefável miséria a que a classe política traiu a nação, a história e o seu povo.  António Almeida Santos em 1975 pediram-lhe que elaborasse uma lei generosa para a aquisição da nacionalidade, ele respondeu: não o faço, só terá a nacionalidade quem ao menos for bisneto de português pelo nascimento, se não o país vai ao fundo. Como é possível meio século depois, ver-se sucessivamente os atentados à segurança e aquilo que outrora era designado do cantinho do céu, dia após dia a insegurança é notória, a invasão de imigrantes indesejados pela maioria dos portugueses que sentem na pele os resquícios desse transtorno a que converteram o nosso país. E desculpem a insistência, mas nada me move contra quem por bem vier para o nosso país, uma nação de característica cosmopolitas que sabe acolher, dum povo simpático e acolhedor que nada tem contra quem por cá faz deste o seu país. Agora sermos o refúgio de seres indefesos sujeitos ao tráfico humano, ao negócio da escravidão, aprveitando-se das criaturas que nos seus países de origem sofrem a perseguição de governos intransigentes, e nada humanos, esses frágeis seres humanos estão a ser explorados por autênticas máfias de trafico humano e utilizando a abertura do nosso país para importar miséria humana e converter Portugal na plataforma giratória da escravatura legitimada e as consequência dessa ação. Saturação de serviços de saúde, falta de moradias condignas, e promovendo os sem abrigo que já por si era um flagelo que nunca os sistema conseguiu resolver e com isso a insegurança e todas as consequências que advém dessa condenável forma de recrutar trabalhadores para ajudarem a colmatar a possível défice e contribuírem para o crescimento e desenvolvimento do país. Nós que por experiência própria fomos um país de emigrantes, que saímos à procura de uma vida melhor, que com o nosso comportamento fomos aceites de braços abertos nos diferentes países que nos acolheram, trabalhamos, respeitamos e adaptamo-nos às culturas e leis desses países, estamos a nos converter em acolhedores de escravatura e apoiantes de trafico de pessoas que na sua fragilidade sujeitam-se às circunstâncias de gente sem qualquer tipo de humanismo, até diria de condição humana duvidosa, que estão a criar uma autêntico cavalo de troia e fomentando o ódio onde sempre existiu cordialidade e fraternidade. Precisamos de repensar seriamente até onde irá o nosso país com esta desregrada política de imigração sem o verdadeiro rigor que a mesma exige. Somos e seremos eternamente o povo que acolhe, mas as regras terão de ser bem defenidas para que o resultado de medidas mal implementadas não ponham em causa quem chega e muito menos quem por cá anda e sem contar aqueles que forçosamente têm de abandonar o seu país que não lhes proporciona as condições para que os filhos desta terra possa ajudar Portugal a crescer. Aos que acham que querem e podem ser portugueses, queremo-los como ós, defensores dos nossos valores, princípios e cultura respeitando as leis e trabalhando connos co para elevar bem alto o nome deste milenar país que queremos continuar a designar de nosso PORTUGAL.

quarta-feira, 2 de abril de 2025

 Mensagem ao CHEGA DISTO TUDO.

Existem razões de sobra para que os sentimentos de revolta, indignação, desilusão e frustração venham ao de cima, eu que o diga que depois de tanto entusiasmo por vezes me pregunto, mas afinal o que é que eu andei todo este tempo a fazer? talvez a me enganar a mim próprio. Mas olhando à minha volta e vejo vários tipos de reações e começo a analisar uma a uma,e chego à conclusão de que: se estivesse à frente de uma instituição e os meus mais fieis assessores viessem me contar que tudo está bem à minha volta e os resultados davam-me resultados positivos vindo alguém me tentar fazer ver o contrário em quem deveria eu acreditar? Além de estar em causa o futuro político pessoal, estava o da instituição e teria de opotar entre aquilo que os meus mais diretos assessores me informavam e aquilo que outros muito credíveis e eternos trabalhadores e devotos das minhas causas me faziam crer. Qual a decisão a tomar? optar por continuar o caminho que me estava a levar ao que estava a ser bem sucedido, mesmo que dúvidas existissem. Os oportunistas na sua saga fizeram aquilo que nós condenamos e descordamos que é a política suja, a do chama-os antes que te chamem. Foi isso que fizeram connosco, levaram para as cúpulas do partido a ideia que eram as pretensões dos oportunistas e infiltrados transferiram para nós e as consequências de toda essa trapaça sobrou para nós. E agora de forma nojenta e hipócrita eles tentam confirmar aquilo que nós conscienciosamente sabemos que á a sua hipócrita forma de nos condenar. E a conversa que era:(eles são uns oportunistas e querem tachos não lhes demos estão revoltados, quando sabemos nós que isso erram meras calúnias de gente sem escrúpulos. Depois as consequências revelaram motivos para que os oportunistas e hipócritas que jogam sujo utilizarem a nossa atitude de condenação, revolta, contestação e abandono como uma mera confirmação daquilo que os demagogos tentaram passar e ficamos nós rotulados de mauzinhos e os nojentos é que continuaram a ser os "fieis" das cúpulas, e o resultados da nossa verdade já começam a revelar o nosso lado racional. Mas entretanto eles continuam lá a vender o seus veneno que servirá de intoxicante para auto-destruição. O tempo darno-á a razão, ma s a instituição, os princípios e o líder que se deixou sequestra pela hipocrisia continua em ascensão. Começar uma nova lutar será uma atitude de coragem ,as uma árdua batalha que o povo não tem cultura para se debruçar num estado de paciência e de oportunidade para pode destruir todas estas barreiras que nós corajosamente de uma ou de outra forma continuamos a tentar ultrapassar. Enquanto o corpo aguente que a vontade nunca falte. De qualquer lado da barricada estou incondicionalmente disposto a que junto possamos devolver a democracia ao povo. e construir uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Juntos seremos poucos mas a força que nos une será a vontade que nos motiva. Vamos continuar a nossa luta e mostrar de que lado está a verdade. Será que temos de esperar séculos porque décadas já andamos nós nisto para ir criando novos partidos políticos até o dia em que o país e a sociedade estará de tal forma partida que o que se pretende só se conseguirá com a unidade? é que não vejo até aqui ninguém com disposição de abdicar de muitos dos seus desejos e vontades para cativar a unidade nacional, (nada em nome de um movimento com essa designação) mas que a realidade deste país dificilmente conseguirá harmonizar a democracia com partidos sem um verdadeiro espírito de unidade, No dia em que começarmos a MUDAR o diálogo onde a motivação seja a de construir uma nação com uma sociedade e remar na sua maioria para o mesmo lado estaremos a ir ao encontro do anseio de uma maioria (oculta entre a desilusão e o descrédito das instituições) e isso dificilmente se conseguirá com o confronto de ideias onde predominantemente vigora a acusação esteja na primeira linha. O povo provou que está farto de que os políticos venham para a praça pública a se digladiarem com os seus próprios erros. A democracia em Portugal tem (sobrevivido) à custa da miséria do povo, e evoluído no campo dos que mais roubam ou prometem, condimentos essenciais para a desilusão. Gostava de estar errado mas por vezes não quero acreditar que o nosso povo não nasceu para viver em liberdade pois não vive o verdadeiro espírito democrático.