quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

                                No virar da página

Eis aí 2026! Quando estamos perante inúmeras dúvidas, num role de questões e de incertezas, de projetos, planos, intenções ou promessas, surge-nos a pergunta que fazemos a nós próprios, o que fiz para ser melhor e o que será o meu futuro? Aos que já esfolhamos centenas de folhas dos calendários, a resposta poderá ser a de poder vir a ter um final de vida com alguma subsistência, segurança e saúde. Aos que nasceram na última década saúde, segurança e sucesso. Aos que trabalham lutam pela sobrevivência, sapiência, e segurança. Afinal a nossa vida depende muito dos "S" esses! E se esses esses nos facilitassem a vida, com sensatez, sagacidade, e solidariedade? A satisfação de um sentimento ao segundo, seria importante para que a nossa sobrevivência, supera-se a nossa sorte. Sabemos ser saudosistas os que no passado tivemos uma vida sem sentir sensações muito desagradáveis, os que souberam superar as suscetibilidades talvez sintam sempre o sabor da luta com que tiveram de travar e combater as solicitudes sempre sensatas. Porque as estações do ano fazer a mudança, a nossa vida é uma constante mudança, e ao olharmos o passado foram tantas as coisas que mudaram na nossa vida no nosso país e no mundo, porque não arriscar e mudar de atitude perante um país amorfo, emperrado em continuar a adiar o seu futuro, e a perder a história do seu passado hipotecando as suas saudosas sensações de nação livre e quase milenar. O momento é propício para que aconteça a mudança que à muito poderia ter sucedido, mas parece ser este o momento certo para experimentar uma mudança que muitos querem, mas sentem sempre sintomas de incertezas e de dúvidas. Vamos trocar os "S" esses pelos "M" emes de mudança. Mudar Portugal não tem "S" esses.  

No virar da página

Eis aí 2026.                                                                                                                                          Quando nos encontramos perante inúmeras dúvidas, num rol de questões, incertezas, projetos, planos, intenções e promessas, surge inevitavelmente a pergunta que fazemos a nós próprios:              o que fiz para ser melhor e o que será o meu futuro?                                                                        Aos que já esfolharam centenas de folhas do calendário, a resposta poderá resumir-se ao desejo legítimo de um final de vida com subsistência, segurança e saúde.                                                     Aos que nasceram na última década, desejamos saúde, segurança e sucesso.                                     Aos que trabalham e lutam diariamente pela sobrevivência, pedimos sapiência, sentido e segurança. Afinal, a nossa vida depende muito dos “S”saúde, segurança, subsistência, sucesso, solidariedade, sensatez.                                                                                                                                                      E se esses “S” nos facilitassem verdadeiramente a vida, com sensatez, sagacidade e solidariedade?     A satisfação de um sentimento pode, num só segundo, ser decisiva para que a nossa sobrevivência supere a sorte.                                                                                                                                   Somos, por natureza, saudosistas. Muitos recordam um passado em que a vida parecia menos severa, menos sujeita a sensações desagradáveis. Outros, que souberam superar suscetibilidades, guardam para sempre o sabor da luta, das batalhas travadas com esforço e sacrifício, enfrentando solicitações e desafios com sentido e serenidade.                                                                                                           Tal como as estações do ano, a vida é uma constante sucessão de mudanças.                                     Ao olharmos para trás, percebemos quantas coisas mudaram na nossa vida, no nosso país e no mundo.    Porque não arriscar e mudar de atitude, perante um país por vezes amorfo, emperrado em adiar o futuro, arriscando perder a força da sua história e hipotecar as saudosas sensações de uma nação livre e quase milenar?                                                                                                                                        O momento é sensível, simbólico e singular.                                                                                             A mudança que há muito poderia ter acontecido talvez encontre agora o seu tempo certo. Muitos a desejam, mas continuam reféns de sintomas de incerteza e dúvida.                                                 Talvez seja hora de trocar os “S” do imobilismo pelos “M” da Mudança.                                   Mudar Portugal não é só um slogan.                                                                                                      É um movimento., e não começa com “S”. Começa com atitude

domingo, 21 de dezembro de 2025

 

E pensar que o efeito democracia num povo sem cultura democrática só serviu para dividir e cada vez mais Portugal precisa de unidade.

Em Portugal, a democracia formal chegou antes de uma cultura democrática sólida estar plenamente enraizada. Isso cria um paradoxo:
temos liberdade de expressão e escolha, mas faltam hábitos coletivos de diálogo, compromisso e responsabilidade cívica.

Portugal não precisa de pensar “todos igual”, mas precisa de:

  • valores comuns mínimos (dignidade, justiça, verdade, bem comum);

  • instituições respeitadas mesmo quando discordamos;

  • debate firme, mas não destrutivo;

  • consciência de que o adversário político não é um inimigo.

A unidade nacional nasce quando há:

confiança mútua + sentido de destino comum

Sem isso, a democracia vira apenas um mecanismo de contagem, não um projeto coletivo.

A classe política em Portugal não se destaca pelo melhor que faz, parece querer destacar quem conseguiu fazer pior para justificar as suas pretensões.

Em Portugal, grande parte da perceção pública é que a classe política não se afirma pela excelência, mas por comparação negativa: O homem que corajosamente denuncia aquilo que o povo em silencio se apercebe, passou a ser a voz desse silêncio não cria a verdade, ele articula o que já existe, mas que estava disperso, contido pelo medo, pelo cansaço ou pela descrença.. A classe política em Portugal não se destaca pelo melhor que faz, parece querer destacar quem conseguiu fazer pior para justificar as suas pretensões.

Em Portugal, A liberdade tem sido tão maltratada pelos políticos em democracia que há muita gente deste país com saudades de Salazar. Quando parte da população diz ter “saudades de António de Oliveira Salazar”, na maioria das vezes não está a pedir uma ditadura — está a rejeitar a degradação da democracia atual.

Em Portugal, em teoria jurídica, as minorias estão protegidas pela lei e pela (justiça) quando alguém denuncia o incumprimento da lei, independentemente de quem denuncia. Mas na prática, essa proteção nem sempre é sentida como efetiva, e é que surge a tenção nas diferentes opiniões. Porque nem sempre o debate público distingue bem: Denuncia como um ato ilegal de atacar o grupo pelo que ele realmente é, quando a distinção se perde, a justiça pode ser pressionada pelo clima mediático, ou a denúncia legítima pode ser rotulada de discriminação. Quando existe um partido que é tão contestado pelo sistema, quando o seu líder é tão perseguido pelos seus adversários e condenado pelos seus opositores ao denunciar muitas das verdades até então ocultas, os eleitores começam a sentir talvez a dúvida se não será essa a forma de fazer calar o seu silêncio, de silenciar a sua voz e de abafar a sua indignação e revolta contra um sistema de podridão política. O povo está farto de ser enganado e dificilmente irão impedir que a mudança aconteça, mesmo aqueles que se apresentam como alternativa mas que contestam quem grita pelo povo esquecido. Não há volta a dar, no próximo ato eleitoral os portugueses terão de fazer alguma coisa para alterar este estado de degradação a que a política deste país chegou. André Ventura poderá não ser a solução, mas o país atingiu uma situação de calamidade institucional e os portugueses vão tentar alterar este estado de coisas. Dificilmente serão os que durante 51 anos de democracia trarão a solução para os calamitosos problemas deste país. Convenhamos que nem todos estarão de acordo mas para muitos esta poderá ser a derradeira oportunidade para devolver a democracia aos cidadãos.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

 Testo do Pai Natal reconvertido.

E se o Pai Natal fosse candidato à Presidência da República?

A quadra natalícia é, por natureza, fértil em perguntas improváveis, suposições ousadas e comentários irónicos. Assim, nada mais adequado do que aproveitar o espírito da época para imaginar um cenário alternativo: o Pai Natal como candidato à Presidência da República. Não o faço porque “não ligo nada ao Natal” — muito pelo contrário — mas porque há temas que, por mais mágicos que sejam, não podem fugir ao contexto político… ainda que seja um contexto vermelho e cheio de purpurinas.

Cidadãos residentes em Portugal, nacionais ou estrangeiros: apresento-me a estas eleições com a firme intenção de continuar a fazer promessas válidas para todos os que, apesar de tudo, ainda acreditam em mim. Para os portugueses com pais e avós nascidos em território nacional, proponho a inscrição nos centros de saúde para realização de um teste de ADN que dará acesso a uma série de benefícios presidenciais exclusivos.                                                                                                               Comprometo-me a resolver os vossos problemas um por ano, como quem distribui presentes a ritmo de trenó sobrecarregado. No que diz respeito à saúde, proponho uma medida inovadora: aprender a conviver com as doenças. Uma gripe, uma dor de dentes ou uma diarreia têm sempre um motivo, e não é necessário transformar cada incómodo num sprint olímpico rumo às urgências hospitalares.               Para as futuras mães, pretendo recuperar a tradição ancestral das parteiras, devolvendo dignidade a nascimentos em casa — sempre mais confortável do que o cenário alternativo de nascer numa ambulância, ou, pior ainda, num UBER a caminho do hospital.                                                               De forma a incentivar a natalidade, o IVA dos preservativos será aumentado, mas os casais com tentativas de gravidez comprovadas receberão um subsídio especial. Já quem não demonstrar intenção reprodutiva será contemplado com um IRS agravado à taxa máxima, medida essencial para combater o declínio populacional e evitar cenários demográficos que nem os duendes conseguiriam resolver.       Para aliviar o SNS, incentivarei supermercados e lojas comerciais a oferecer vouchers de seguros de saúde como bónus nas compras — uma solução criativa que une consumismo e prevenção.

Quanto à habitação, a minha intervenção será tripartida:

'Casas abandonadas:' plano de recuperação financiado pelos lucros das raspadinhas da Santa Casa.

'Casas devolutas:' aquisição estatal pelo valor declarado nas Finanças (o que promete surpresas).

'Casas desocupadas' IMI agravado anualmente para os proprietários que recusarem o arrendamento, e isenção regressiva para quem disponibilizar o imóvel ao mercado.                                                         Nos transportes, instituirei um serviço individual, gratuito e personalizado para deslocações laborais, escolares ou médicas. Os automóveis privados ficarão reservados para o que realmente importa: passear sem culpa.                                                                                                                                                     A falta de mão de obra deixará de ser um problema graças à medida mais inovadora do meu programa: reduzir em 60% os funcionários públicos contratados apenas para satisfazer compromissos políticos. Essas tarefas serão substituídas por sistemas de inteligência artificial (sem gorro nem barba, mas eficientes). Os recursos humanos libertados serão reconvertidos em pedreiros, pintores, eletricistas, canalizadores, calceteiros, agricultores e pescadores profissões essenciais e carentes, que colocarão o país novamente a produzir.                                                                                                         Professores, médicos, enfermeiros, polícias e bombeiros passarão a receber salários equivalentes aos dos deputados e autarcas. Estes, por sua vez, verão as suas remunerações reduzidas progressivamente até ao salário mínimo nacional. Tal ajustamento promete extinguir rapidamente o fascínio pela carreira de político profissional.                                                                                                                       Quanto à justiça… bem, reconheço que é o verdadeiro calcanhar de Aquiles do meu programa. Assim, deixarei a resolução para os Reis Magos, na esperança de que tragam, por uma vez, algo mais útil do que ouro, incenso e mirra.


       E se o Pai Natal for candidato à Presidência da República? 

A época é propícia para este tipo de questões, insinuações, suposições e até com alguma ironia e porque não humor pegar neste tema e desenvolver uma série de questões pertinentes. Talvez porque como diz a publicidade "Não ligo nada ao Natal" o que não é o meu caso, mas existem referências que não podem ficar fora de contesto.

Cidadão que residem em Portugal sejam portugueses ou não, apresento-me a esta eleição no intuito de continuar a fazer promessas válidas para todos aqueles que continuam a acreditar em mim. Para os portugueses filhos de pais e avós nascidos em Portugal proponho que se inscrevam nos centros de saúde para um teste de ADN e poderem usufruir de todos os seguintes benefícios. Prometo-vos resolver os vossos problema e a cada um de vós nem que seja num dia por cada ano tal qual faço na entrega de presentes. No que diz respeito a saúde farei com que aprendam a conviver com as doenças, afinal uma simples gripe, uma dor de dentes ou uma diarreia há sempre uma causa para isso, e não é normal que precisam de ir a correr para uma urgência hospitalar. Às mães vamos reformular o processo de formação de parteiras como antigamente, será sempre mais confortável os bebés nascerem em casa, do que numa ambulância ou num UBER. Vamos aumentar o IVA dos preservativos em contrapartida haverá subsídio para os casais quem comprovarem tentativas de gravides, e quem não apresentar intencionalidade de se reproduzir terá o IRS agravado à taxa máxima em vigor para resolver o problema da natalidade, a falta de população e combater a substituição populacional . Na saúde vamos incentivar os supermercados e lojas comerciais a oferecerem vouchers de seguros de saúde como desconto das compras e assim reduzir o congestionamento do SNS. O problema da habitação será resolvido com a recuperação de todas as casa abandonadas, das devolutas ou das desocupadas. As primeiras um plano de recuperação com o apoio da Santa Casa dos lucros da raspadinha, o segundo com a compra do imóvel ao preço que esteja declarado nas finanças e  no terceiro quem não quiser alugar a casa via ter o IMI agravada a cada ano, ao contrário de quem alugar, vai ter isenção regressiva do IMI. Nos transportes, poremos um serviço de transporte individual e gratuito para quem se quiser deslocar para o trabalho, escola ou médico assim não terão necessidade de utilizar veículo próprio, apenas só para passear. A falta de mão de obra não será problema e aí vem a proposta mais inovadora: reduzir em 60% os funcionários públicos que são admitidos para preencher as gratidões dos amigos ao tacho e substituir a maioria dessa tarefas por inteligência artificial, reciclar toda essa gente para que passem a pedreiros, pintores, eletricistas, canalizadores, calceteiros e até agricultores ou pescadores para por o país a produzir. Quanto aos professores, médicos, enfermeiros, polícias e bombeiros, progressivamente irão receber o vencimento equivalente ao de deputados da República, municipais e de presidentes de junta de freguesia e a todos esses irão ser-lhes reduzidos os vencimentos e benesses até atingirem o nível do ordenado mínimo, aí perderá todo interesse em se filiar em partidos políticos pois será desmotivada a profissão de político profissional. No que diz respeito à justiça, aí será o calcanhar de Aquiles vou deixar a resolução para que os reis magos possam trazer algum presente que não seja ouro incenso ou mirra! 

Nota de roda pé: Segundo informações dos isentos meios de comunicação, a luta no combate ao narcotráfico está com uma eficácia muito positiva. Hô, hô hô!!! 

Votem no Pai Natal para MUDAR Portugal!


sábado, 6 de dezembro de 2025

              Entre a verdade virtual e a ficção real

Há um conjunto de temas difíceis que raramente são discutidos abertamente, mas que se tornam cada vez mais evidentes no panorama contemporâneo. Muitos observadores descrevem o atual rumo político e cultural da Europa como um processo de centralização extrema, que assume formas subtis de controlo social e moral. Trata-se de um modelo que se apresenta como defensor de direitos, igualdade e progresso, mas que, segundo algumas leituras, pode conduzir a um tipo de totalitarismo invisível.   Nesse contexto, a imigração em larga escala não é vista como um fenómeno fortuito, mas como consequência de um projeto ideológico que considera fronteiras um obstáculo, identidades nacionais um risco e tradições algo a ser superado. A perceção é a de que esse processo tende a diluir culturas, enfraquecer raízes e gerar populações desestruturadas, mais fáceis de administrar e moldar politicamente.                                                                                                                                       Historicamente, regimes totalitários compreenderam que religião, família, comunidade e nação funcionam como barreiras à submissão completa. Povos que possuem memória, fé, coesão e orgulho tornam-se menos vulneráveis à manipulação. A erosão gradual desses pilares pode resultar em indivíduos isolados, culpabilizados e dependentes, propensos à obediência e à conformidade social.           Argumenta-se que esta dinâmica se manifesta, atualmente, sob uma retórica moralizante que desvaloriza culturas tradicionais, banaliza o patriotismo e revisita narrativas históricas para transformar identidades nacionais em fontes contínuas de culpa. Esse enquadramento associa conservadorismo, nacionalismo ou religiosidade a extremismo, atraso ou perigo, produzindo um clima de censura informal e autocensura.                                                                                 A chamada “agenda woke” surge, nesse contexto, como um pacote ideológico que incentiva culpa, vitimização e condicionamento linguístico. A imposição de determinados discursos, normas de linguagem ou interpretações identitárias é apresentada como política de inclusão, mas pode funcionar como mecanismo de regulação moral e social. Quem diverge arrisca ostracismo ou rotulagem.               

O uso de tecnologias digitais adiciona outra camada de controlo. Relata-se a censura de conteúdos, penalizações algorítmicas e supressão de mensagens, justificadas como moderação de “conteúdos perigosos”. A perceção é que o objetivo não é proteger, mas restringir a circulação de ideias fora da narrativa dominante  especialmente num contexto de crescente instabilidade social.                         Nesse cenário, surgem preocupações com medidas como moedas digitais emitidas diretamente por Estados, interpretadas por alguns como instrumentos de monitorização e condicionamento económico, capazes de limitar transações e impor sanções individuais. Projetos de vigilância de comunicações privadas também são vistos como manifestações de um novo paradigma de controlo, associado à justificação de segurança.                                                                                                                         Ao mesmo tempo, fenómenos de fragmentação social, tensões culturais e insegurança podem ser utilizados para demandar mais centralização e mais supervisão pública, num ciclo que alimenta o próprio problema que pretende resolver.                                        Importa distinguir, contudo, críticas a políticas de gestão populacional de hostilidade a indivíduos. A oposição expressa não visa pessoas concretas, mas modelos políticos que instrumentalizam populações e fragilizam identidades coletivas. O receio é que esse processo conduza a sociedades espiritualmente e culturalmente empobrecidas, reduzidas a territórios administrados, carentes de sentido, coesão e liberdade.

 Doa a quem doer estas serão algumas das verdades difíceis de engolir e que ninguém fala nelas cada vez mais vejo um continente a caminhar para um regime totalmente totalitário. Mas um totalitarismo disfarçado de bondade, de direitos e de superioridade moral. A imigração em massa não é um acidente é uma consequência direta deste projeto ideológico. Um projeto que trata fronteiras como um pecado, identidade nacional como uma ameaça e tradição algo a apagar. está claro que o objetivo é extremamente óbvio, diluir os povos, cortar as culturas, diluir as raízes até restar uma população amorfa, sem chão e extremamente fácil de governar. E meus amigos isto segue uma cartilha muito antiga. O comunismo sempre soube que: religião, família e comunidade e nação são obstáculos ao controlo total e por isso tentam apagá-las e por isso quando um povo tem memória, fé e orgulho de si próprio, não se ajoelha perante nenhum estado. Mas se lhes conseguirem tirar isso o que é que sobra? basicamente o indivíduo  isolado, culpado, dependente, pronto a obedecer. Hoje estou exatamente a repetir o mesmo só que com uma máscara, relativiza a tua cultura ridicularizam  o teu  patriotismo e ainda reescrevem a tua história como se fosses um vilão eterno de quem defende a é retrograda, quem defende a nação é extremista e quem defende a religião é perigosos, tudo isto embrulhado numa narrativa de superioridade moral que está a destruir a Europa por dentro. E é aqui que entra a narrativa woke,  um pacote ideológico que transforma tudo em culpa, vitimização e censura. Impõem a linguagem, impõem o pensamento, impõem o medo de dizer o obvio onde idiotas ajoelham-se ou és cancelado, a identidade de género é uma ferramenta, não é para tu respeitares o próximo, é para moldares a sociedade à força das escolas, às leis e para calar qualquer discordância chama-lhe ódio, pessoal esqueçam a conversa de inclusão, isto é o controle moral. Muitos dos nossos ideais, mensagem e intervenções estão a ser censurados, comentários e partilhas nas redes sociais, desparecem milagrosamente por vezes até com ameaças pessoas e intimidações, ou consideradas mensagens perigosas. Tentam designar de algoritmos, censura suave ou até condicionamento, mas o resultado é sempre o mesmo, limitar que fala fora da cartilha e adivinhem! enquanto o caos cresce a solução é sempre a mesma, mais controlo, estamos a entra numa nova fase, a da tirania digital e o primeiro é o CBDC ou Euro digital. E não se pense que é uma modernização inocente ou avanço da tecnologia, basicamente é nem mais  nem menos do que entregarmos a totalidade do poder ao sistema de nos desligar apenas com um clique, limitar o que, quando e onde compramos, o que gastas e tudo de acordo com a tua obediência ; não aceitas? ficas sem acesso, é tão simples quanto isso. Mas esse é só um dos passos, depois vem o chat controle, vigilância sobre todas as mensagens privadas para a tua «segurança»! basicamente é o sonho molhado de qualquer regime totalitário, ler filtrar, condicionar toda a comunicação privada. E quando dermos por nós a liberdade de expressão virou um direito temporário a aprovação e ainda se lhe anexarmos a imigração descontrolada, cria-se o choque social , a fragmentação e a insegurança usam essa instabilidade para justificar mais censura, mais insegurança, mais estado depois começam a atear o fogo depois vendem-te os extintores, só que o preço a pagar é a tua liberdade, mas convenhamos que  ter este tipo de ideias não é o odiar pessoas nem ser contra imigrantes enquanto seres humanos, é ser contra um modelo político que utiliza as pessoas como ferramentas e que desmonta a casa dos povos para construir um império burocrático, sem religião, sem identidade e sem fronteiras, mas acima de tudo sem orgulho e sem liberdade viramos apenas um território administrado e um território vazio espiritualmente e culturalmente. E não se iludam,  porque um território assim será sempre a propriedade de um projeto de poder.