quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

                                        Na fragilidade da democracia

                            Num carnaval de democracia

Quando irão cair as máscaras, como podemos continuar a acreditar e votar em oportunistas mascarados.  Porquê culpar o perdão quando o pecado é o problema? Quando querem que vejam não ouvem nem aquilo que tenho para mostrar e o que possa vir a calar! Ás vezes parece existir a simbiose perfeitas, outras vezes assombra-se o perpetuar dum antagonismo pretendido. Fazer valer a ideia de sermos os donos da verdade quando de maneira hipócrita protegemos a mentira. Tolerar a traição para proteger o protagonismo e louvar os protagonistas em defesa de uma imperdoável demagogia. Ser-se coerente, sério, honesto e responsável dá um enorme trabalho e sobrepõe-se a uma tarefa difícil de desempenhar, a de agradar a todos. Assim se movem os interesses que a política encetou ; a liberdade permitiu e o modelo de democracia implementado neste país promoveu ao longo de 50 anos. Não acham que já é muito tempo para que nós os cidadãos comuns aceitarmos de ânimo leve que isto é, será e sempre foi assim? Quando as pessoas pensam que já não há solução surgem novos horizontes e novas motivação que nos fazem voltar a creditar de novo, mas que logo se desmoronam e deitam por terra toda aquela possibilidade de esperança num novo amanhã. Confiar naquilo que até aqui nunca foi solução pois será impossível resolver os problemas usando as soluções que nunca deram resultado ou que apenas resolveram os «Problemas» de alguns. Desconfiar de quem já passou ao lado do problema e nunca encontrou a solução, será o mesmo que voltar a comer algo de que não gostamos noutro tempo e a possibilidade de provar algo novo. Mas existe também o receio de que esse algo novo nos decepcione, o que para tal teremos de testar e só depois aceitar ou rejeitar qualquer tipo de alternativa. Estaremos nós preparados para escolher aquilo que realmente nos convém, continuar a aceitar o que nos querem impor, recusar a escolher o nosso futuro ou decididamente ter a coragem de tentar algo novo que minimamente possamos criar em nós a ilusão duma esperança talvez utópica que possa ao menos mudar a realidade dos factos. Quantas vezes as nossas dúvidas atraiçoam-nos, o receio em experimentar algo novo, realizar novos projetos ou fazer coisas diferentes, depois farão que nos arrependamos de manter teimosamente aquilo que sempre foi o nosso medo de mudar. Quem nunca mudou algo na sua vida de que viesse a arrepender-se depois? Da mesma forma quem nunca depois de tanta indecisão predispôs a mudar e compreendeu que talvez se o tivesse feito mais cedo teria obtido os resultados positivos que o fizeram realmente ter a coragem para mudar e reconhecer que deveria tê-lo feito antes. Quando estivermos em frente da escolha entre a coragem e a indecisão, entre a intrepidez e o medo, a determinação e a dúvida ou a solução e o problema vamos optar pela primeira opção em detrimento da última oportunidade. Porque não podemos continuar a sustentar a miséria disfarçada de democracia.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

           Políticos profissionais ou profissionais da política

Para quem só consome publicidade e promessas políticas, não convive com traidores, tem uma noção diferente, deturpada da verdade e da realidade. Mais um motivo para que gente séria e honesta não se sintam motivados para se imiscuírem na política. Além dos que já conjugam a atividade política com a profissional, os designados políticos com profissão na maioria  advogados conhecedores de leis pois facilita-lhes o trabalho de interpretação e promoção das mesmas. Disponibilizam-se para cargos político partidários mas que por vezes vêm por encomenda de setores que poderão fazer valer interesses de quem os apoia e os coloca à disposição dos eleitores. Depois haverão os politicos profissionais, pessoas que enveredaram por uma carreira académica muito vinculada à política, as ciências políticas, a sociologia, a economia e relações internacionais, dar-lhe-ão esse estatuto para exercer a política de forma profissional. Depois virão os profissionais da política, os que se acham capazes de desempenharem cargos políticos, que contribuam para o desempenho das atividades de cargos públicos e que acham que devem ser muito bem remunerados pois as suas competências são válidas para tal exigencia. Mas há os que agora com o aparecimento da IA (inteligência Artificial) os que se acham capazes de desempenhar essas funções como políticos virtuais recorrendo a este novo método para aparecerem como uma inovação na classe política do futuro, aqueles a quem chamá-los-ia de utilizarem a  (inteligência artificial à muito existente em Portugal) a da chico-espertice ou esperteza saloia. A Constituição da República garante a qualquer cidadão maior de 18 anos, com nacionalidade portuguesa por nascimento ou adquirida, em plenas facultades mentais, sem penas de prisão, ter direito a acesso em situação de igualdade e liberdade a cargos públicos. Quem faz a avaliação das facultades mentais e psíquicas desses cidadãos? Será que é exigida uma certidão de registo criminal permanente para o efeito? Até quando será por imposição que os eleitores elegerão os seus eleitos/governantes? Quando uma empresa contrata um gestor e esse profissional não rende aquilo que seriam as pretensões da administração o despedimento do mesmo é mais do que eminente. Porque razão temos de eleger para governar aqueles que são selecionados por alguém e obrigam aos eleitores a votar mesmo não estando de acordo? Aliás isto não é democracia e o resultado está à vista de todos, em média 50% do eleitorado não vota pois não se identifica e já não acredita neste modelo de  cleptocracia (sistema político que permite a corrupção). Quando ainda oficialmente não começou a venda dos produtos políticos, já se vê pelo desenrolar das mensagens semeadas pela cidade, com cartazes onde a ofensa, a promiscuidade e o acusar simultâneo de tudo o que de mau a democracia tem feito, o resultado não será outro que, um povo desiludido, defraudado, indignado e revoltado ficando à espera da implosão dum sistema o qual estará dinamitado pelas 14 forças políticas que se apresentam ao eleitorado com um único propósito: o de dar cabo definitivamente da democracia. Espero que a liberdade não morra espezinhada por incompetentes e que possamos futuramente retirar as ilações de modo a poder restaurar a democracia, restituir a liberdade e regatar os valores da sociedade. Porque se aniquilarmos a cleptocracia eliminando o vírus (vício) da corrupção, poderemos futuramente MUDAR o rumo e devolver a democracia a quem de direito, mas para tal será imperioso formar os cidadãos para a democracia.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

"OS SEGREDOS" DO SUCESSO
Porque existe sempre um momento para refletir.
Alguma vez alguém já se questionou do porquê do crescimento evolutivo e do sucesso político do partido CHEGA?
Simplesmente fácil de concluir. Dos sucessivos erros da democracia, dos contínuos descalabro dos partidos, dos constantes crimes dos políticos e do fracasso da justiça na legalização do roubo e institucionalização da corrupção.
Não culpem os meios de se autoflagelarem, dos jornalistas de criticarem e autodestruírem e do povo estar farto de ser roubado. Porque CHEGA o dia em que a tolerância e a paciência tem limites. Oxalá que não seja uma solução para que a história se repita e dê azo à morte da democracia e a ressurreição duma nova ditadura. Agora já ficam esclarecidos de a quem imputar as culpas.
A única forma de eles ganharem e se perpetuarem no poder, é se nós recuarmos, e nós não iremos recuar, não iremos render-nos, não iremos desistir pois isso faria tornar-se cúmplice dum sistema que já disse a que vinha. O socialismo sobrevive enquanto houver dinheiro de quem trabalha a sustentar que nada faz. Será imprescindível fazer o que ainda não foi feito, è preciso mudar de atitude para devolver a democracia aos cidadãos.
Para quem só consome publicidade e promessas políticas e não convive com os traidores, tem uma interpretação diferente e uma noção de verdade deturpada da realidade. Mais um motivo para que gente séria e honesta não se queiram imiscuir na política. Alguém colocou a dinamite, vieram os detonadores e a comunistação social encarrega-se de carregar no botar para fazer implodir aquilo que poderia ter sido a esperança e a salvação da democracia. Os político vivem precisamente dos problemas e nenhum deles das soluções. Povo o nosso que não tem o mínimo de discernimento e a sua cultura democrática é zero deixando-se levar por emoções e não saber lidar de forma calculista a situação onde vale tudo para destruir um sonho. Terá de Renascer a esperança para poder MUDAR o rumo à democracia.  

sábado, 8 de fevereiro de 2025

O PREÇO DA LIBERDADEDE. No país onde uma certidão de óbito tem validade de 6 meses pois os mortos podem ressuscitar mas que às vezes até podem votar. Porque a liberdade concedeu -nos uma democracia que nos obrigado a pagar impostos e taxas, a cumpri leis muitas delas por vezes contraditórias, mas que nos inibe da ( obrigatoriedade) ou da necessidade preemente de votar e cumprir um ato de cidadania. Quando os partidos políticos se tornam no problema da democracia, como podemos explicar em que situação colocamos a liberdade? Porque temos de continuar a fazer política desta forma quando já cada vez mais , menos pessoas acreditam nisto? "Nós estamos num estado comparável apenas à Grécia: a mesma pobreza, a mesma indignidade política, a mesma trapalhada económica, a mesmo baixeza de carácter, a mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se em paralelo, a Grécia e Portugal"(Eça de Queiroz in As Farpas - 1872) Alguém tem coragem de contar a história recente e a razão que levou ao país a uma ditadura no século passado recente? Quando os crimes políticos e a corrupção são apontados pela comunicação social a um só partido o qual criou uma verdadeira tempestade política, num partido que cresceu de forma vertiginosa, que abriu as portas a todos os portugueses, que ressuscitou a identidade da direita Democrática que tinha morrido sob o manto da vergonha assumida, mas ao que parece contagiado do mesmo vírus trazido pelos que aderiram a este projeto vindos dum sistema viciado. Haverá coragem política de reconhecer os erros até aqui cometidos que empenharam a credibilidade da classe política, a veracidade dum sistema, a confiança na justiça e a honestidade e funcionalidade das instituições?Enquanto andamos à 50 anos (hipnotizados pela esquerda), induzidos em acreditar no inacreditável, distraídos e permitimos que os políticos com a liberdade que a democracia consagra, sequetrasem essa mesma democracia legalizasem o roubo e institucionalizasem a corrupção. A degradação da democracia leva-nos a sérios riscos para que a história se repita, conduzindo os sucessivos erros da democracia a uma ditadura assumida pagando muito caro o preço da nossa liberdade.

 O PREÇO DA LIBERDADEDE.

 No país onde uma certidão de óbito tem validade de 6 meses pois os mortos podem ressuscitar mas que às vezes até podem votar. Que para tratar da legalidade duma casa tens de passar por 4 instituições diferentes, Registo predial, finanças, Câmara Municipal e Cadastral. Porque a liberdade concedeu-nos uma democracia que nos obriga a pagar impostos e taxas, (4 mil, taxas e taxinhas) que representam quase 40% do PIB, ou seja meio ano do fruto do nosso trabalho reverte em impostos ao estado, a cumprir leis muitas delas por vezes obsoletas, anacrónicas e contraditórias, mas que nos inibe dalguma responsabilidade, (obrigatoriedade) ou da necessidade premente de votar e cumprir um ato de cidadania. Quando os políticos do sistema são os inimigos da democracia convertendo os eleitores nos adversários da mesma e os partidos políticos se tornam no problema da democracia, como podemos explicar em que situação colocamos a liberdade? Porque temos de continuar a fazer política desta forma quando já cada vez mais , menos pessoas acreditam nisto? "Nós estamos num estado comparável apenas à Grécia: a mesma pobreza, a mesma indignidade política, a mesma trapalhada económica, a mesmo baixeza de carácter, a mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se em paralelo, a Grécia e Portugal" (Eça de Queiroz in As Farpas - 1872) "Quanto mais próximo o colapso de um império mais malucas são as suas ideias"   (Cícero)         Alguém tem a coragem de contar a história recente e a razão que levou ao país a uma ditadura no século passado recente? Quando os crimes políticos e a corrupção são apontados pela comunicação social a um só partido o qual criou uma verdadeira tempestade política, num movimento que logo cresceu de forma vertiginosa, que abriu as portas a todos os portugueses, que criou a esperança e ressuscitou na identidade da direita Democrática que tinha morrido sob o manto da vergonha assumida na Constituição da República um tanto ou quanto extremista que mantém no seu preâmbulo o de: assegurar o primado do Estado de Direito democrático e de abrir o caminho para uma sociedade socialista. Haverá coragem política de reconhecer os erros até aqui cometidos que empenharam a credibilidade da classe política, a veracidade dum sistema, a confiança na justiça e a honestidade e funcionalidade das instituições? Enquanto andamos nisto há 50 anos (hipnotizados pela esquerda),  induzidos em acreditar no inacreditável, distraídos e permitimos que os políticos com a liberdade que a democracia consagra, sequestrassem essa mesma democracia legalizaram o roubo e institucionalizassem a corrupção. O primeiro passo para admitir um militante num partido político deveria ser: um registo criminal vitalício. Será que um dos verdadeiros atos de coragem política poderia ser o de integrar os descontentes (os abstencionistas) no método D'Hondt no que diz respeito à distribuição de lugares dos deputados nas assembleias eleitas pelo povo? Eu explico: na R. A. da Madeira seriam 47 os lugares a preencher pelos votos do eleitorado, caso 50% dos eleitores inscritos não votem, só deveriam ser ocupadas metade das cadeiras na Assembleia Regional, seria a Verdadeira Democracia a funcionar. A degradação da democracia leva-nos a sérios riscos se a história se repetir, conduzindo os sucessivos erros da democracia a uma ditadura assumida pagando muito caro o preço da nossa liberdade. 

sábado, 1 de fevereiro de 2025

                                         A Verdadeira Democracia

Vivemos momentos da degradação e da mediocridade no nosso país; glorifica-se o ridículo; exalta-se o discurso vazio; e enobrece o espetáculo desprezível, explora-se a miséria para promoverem-se impossíveis, mediatizam-se caos de miséria para depois alimentar egos e protagonismos, legaliza-se o roubo, institionaliza-se a corrupção, promovese a exploração, protege-se o trafico humano e a escravatura do seculo XXI e tudo isto contribui para a descredibilização do sistema e a diabolização e ridicularização da classe política. Quem dos cidadãos comuns, genuínos, dignos e honestos pretendem abraçar um projeto político quando a maioria dos portugueses já não acredita em ninguém e leva a rotular de que; são todos iguais. Quando as nossos divergências criam a incompatibilidade em encontrar a solução pela qual empenhamos o nosso esforço, dedicamos a nossa lutas nos princípios em que acreditamos e nos valores pelos quais nos identificamos, partimos para outra deixando atrás o arrependimento de não ter conseguido juntos dos que tal como nós acreditavam e a dor daqueles que talvez não souberam  aproveitar de nós o que de melhor tínhamos, e rumamos para outra rota onde de certeza iremos encontrar novamente quem volte a seguir os nossos anseios duma verdadeira democracia. Existem vários sectores que definitivamente terão de mudar. Temos de encontrar as soluções para os problemas que o país atravessa e a população está farta de adiamento. Não podemos continuar a aventar promessas que a maioria das vezes tornam-se impossíveis de cumprir. A democracia na região tem o futuro hipotecado, o movimento da maioria está ignorado, "Os abstencionistas", gente que já não acredita neste modelo de democracia, totalmente descredibilizada que está a classe política, apenas votam aqueles poucos que ainda acreditam ser possível MUDAR, ou os beneficiários do regime com medo de perderem as benesses e os tachos. Resta acreditar que possa vir a surgir uma alternativa para poder MUDAR o sistema e devolver a esperança aos cidadãos numa Verdadeira Democracia. Exige-se à classe política responsabilidade e factos com coerência e dignidade. Vamos erradicar as promessas e definitivamente assumir aquilo que a verdadeira democracia exige, compromissos e responsabilidade, transferindo-a aos cidadãos na criação das condições propícias para que progressivamente as dificuldades e os problemas do povo encontrem solução duma vez por todas. Um exemplo claro: Porque acabaram ou desincentivaram os cursos profissionais. Precisamos de dignificar e recuperar-los em áreas que o país precisa incentivando os jovens a enveredarem por carreiras que têm sempre um lugar na sociedade laboral. E que tal promover e incentivar um serviço militar bem remunerado e criar cursos profissionais em escolas militares onde outrora saíram mecânicos, operadores de máquinas, enfermeiros etc. Porque afinal a (GUERRA) em Portugal neste momento é outra e nada impediria que através das forças armadas se formassem jovens com princípios, valores e profissões úteis à sociedade.