domingo, 21 de maio de 2017
Um olhar pelo mundo
Numa sociedade onde cada vez mais proliferam instituições de solidariedade,num mundo cada vez mais desumano, onde cada vez mais se luta pelo respeito e a dignidade dos animais, e ainda bem, nunca houve tanto ser humano maltratado, vetado ao abandono ou ignorado e desprezado, onde direitos conseguidos por decreto, se sobrepõem aos deveres que a própria consciência humana deveria salvaguardar, quando o direito à saúde e à educação deveriam ser um dado adquirido, parece ser quase um favor cuidar dos doentes e onde a educação não zela pelo mais básicos da sociedade, a formação cívica, os deveres para com a mesma, os direitos de igualdade e oportunidades de todos, as regras de boa conduta e os valores básicos de uma sociedade que se quer evoluída e moderna. Invertem-se todos os elementos para um bom funcionamento das coisas, compram-se consciências, penhoram-se dignidades, condicionam-se valores básicos e põem-se em causa a dignidade de tudo e de todos os que é sua intenção para tentar melhorara as regras de uma sociedade verdadeira. Conseguimos ultrapassar, (fazer esquecer)a epidemia da gripes das aves e subsequente gripe A, talvez com a ajuda de Portugal ter sido campeão Europeu de futebol, e um português ter sido eleito secretário geral da ONU, os delitos de corrupção parecem ter sido ultrapassados com a ajuda do Salvador por ter ganho o festival da Euro-visão, o Papa ter visitado Fátima, e até o Benfica campeão, «ajudou» a ultrapassar o défice económico, e assim com estes (antibióticos) vamos conduzindo uma sociedade cada vez mais desigual, desequilibrada, desumana, desesperada. O mundo está em convulsão e tudo por culpa da má gestão das finanças dos países que criaram um fosso cada vez maior entre as pessoas, onde se paga a quem nada produz, que servem de (exemplo) para novos crimes,e se penaliza cada vez mais quem trabalha, onde se reivindica melhores condições de vida para quem infelizmente por vezes condicionam-se-lhes as oportunidades ou a sua sorte não lhe permite fazer parte integrante do desenvolvimento económico e social, condecoram-se muitos dos que de uma ou outra forma têm contribuído para situações indignantes de, roubos, fraudes, trafulhices, enfim quem talvez melhor conseguiu a maneira de enganar muitas pessoas, e a desconfiança paira na cabeça do cidadão que se vê sem esperança de acordar motivado para poder ver o mundo que todos nós um dia sonhamos. Após 72 anos da ultima guerra mundial, e durante várias décadas a vivermos a chamada guerra fria, estamos num período de guerra de consciências, da paz quente, de dúvidas e de incertezas que cada dia pairam em cada uma das nossas cabeças, dada a insegurança que vivemos e o mundo global convulsionado em que estamos inseridos, onde qualquer situação que acontece em qualquer canto do mundo, temos conhecimento no momento exacto e nesse mesmo momento já estamos a sofrer essas consequências.Será que algum dia poderemos despertar com a esperança de viver num mundo onde até aqui parece ser o de; ou eu ou tu, para passarmos ao mundo do eu e tu?
Numa sociedade onde cada vez mais proliferam instituições de solidariedade,num mundo cada vez mais desumano, onde cada vez mais se luta pelo respeito e a dignidade dos animais, e ainda bem, nunca houve tanto ser humano maltratado, vetado ao abandono ou ignorado e desprezado, onde direitos conseguidos por decreto, se sobrepõem aos deveres que a própria consciência humana deveria salvaguardar, quando o direito à saúde e à educação deveriam ser um dado adquirido, parece ser quase um favor cuidar dos doentes e onde a educação não zela pelo mais básicos da sociedade, a formação cívica, os deveres para com a mesma, os direitos de igualdade e oportunidades de todos, as regras de boa conduta e os valores básicos de uma sociedade que se quer evoluída e moderna. Invertem-se todos os elementos para um bom funcionamento das coisas, compram-se consciências, penhoram-se dignidades, condicionam-se valores básicos e põem-se em causa a dignidade de tudo e de todos os que é sua intenção para tentar melhorara as regras de uma sociedade verdadeira. Conseguimos ultrapassar, (fazer esquecer)a epidemia da gripes das aves e subsequente gripe A, talvez com a ajuda de Portugal ter sido campeão Europeu de futebol, e um português ter sido eleito secretário geral da ONU, os delitos de corrupção parecem ter sido ultrapassados com a ajuda do Salvador por ter ganho o festival da Euro-visão, o Papa ter visitado Fátima, e até o Benfica campeão, «ajudou» a ultrapassar o défice económico, e assim com estes (antibióticos) vamos conduzindo uma sociedade cada vez mais desigual, desequilibrada, desumana, desesperada. O mundo está em convulsão e tudo por culpa da má gestão das finanças dos países que criaram um fosso cada vez maior entre as pessoas, onde se paga a quem nada produz, que servem de (exemplo) para novos crimes,e se penaliza cada vez mais quem trabalha, onde se reivindica melhores condições de vida para quem infelizmente por vezes condicionam-se-lhes as oportunidades ou a sua sorte não lhe permite fazer parte integrante do desenvolvimento económico e social, condecoram-se muitos dos que de uma ou outra forma têm contribuído para situações indignantes de, roubos, fraudes, trafulhices, enfim quem talvez melhor conseguiu a maneira de enganar muitas pessoas, e a desconfiança paira na cabeça do cidadão que se vê sem esperança de acordar motivado para poder ver o mundo que todos nós um dia sonhamos. Após 72 anos da ultima guerra mundial, e durante várias décadas a vivermos a chamada guerra fria, estamos num período de guerra de consciências, da paz quente, de dúvidas e de incertezas que cada dia pairam em cada uma das nossas cabeças, dada a insegurança que vivemos e o mundo global convulsionado em que estamos inseridos, onde qualquer situação que acontece em qualquer canto do mundo, temos conhecimento no momento exacto e nesse mesmo momento já estamos a sofrer essas consequências.Será que algum dia poderemos despertar com a esperança de viver num mundo onde até aqui parece ser o de; ou eu ou tu, para passarmos ao mundo do eu e tu?
sexta-feira, 12 de maio de 2017
Sem tempo para pensar
Apesar do tempo andar meio chuvoso mesmo em plena primavera, a azáfama própria da época onde escasseia o tempo para tanta ocupação que nem de propósito. Tivemos corridas pela cidade, a festa da flor, ou ainda a temos prolongada, a cidade à nossa espera com um convite a que fiquemos por lá, mesmo que muitas vezes esteja deserta, e fora o que ainda falta para o verão que se aproxima, uma série de actividades que nos deixam sem tempo para pensar, ou meditar e que até farão esquecer as tantas promessas eleitorais que aguardam concretização, planeamento ou simplesmente estudos de viabilidade. Mas será que faltam muitas promessas por cumprir e que foram esquecidas ou que foram canalizadas para Fátima, aproveitando a visita do Papa e a tolerância de ponto. Será este um excelente momento para fazer pedidos à Virgem, para que não permita que a mentalidade da grande maioria da população se deixe embalar pelas promessas não cumpridas, talvez à falta de fé dos pagadores das mesmas, seja a causa de tanto incumprimento, mas pior ainda é a pouca capacidade de memória que vai outra vez e saiam as mesmas promessas de sempre e voltam outra vez o nosso povo a acreditar no seu possível cumprimento. Porque a população até nem pede milagres, apenas que aquilo que se possa cumprir seja a lista a designar, mas pelo que parece quanto maior a lista, mais a população se enche de fé e lá vai outra vez o papelinho para dentro da caixa com a cor habitual, como se de um voto de confiança num qualquer clube de futebol de que somos simpatizantes, mesmo que os resultados até nem sejam os mais desejados, mas a conclusão a que chegamos é que a desilusão aumenta, o alheamento em relação aos interesses cívicos diminuem, e cada vez mais os eleitores viram as costas ou melhor dito, ficam sentados no sofá à espera de um resultado que os interessados decidiram e os que se fartam de protestar o ano inteiro, nos restritos grupos de amigos ou em cafés, deixam a decisão nas mãos alheias, como se eles próprios não fossem a culpa da causa deste modelo se manter. Afinal qual o interesse em protestar se na oportunidade de mudar, ficam em casa à espera das eternas promessas incumpridas e protestando sem autoridade moral se nada fazem para alterar esta situação? A abstenção será sempre o maior crime a cometer pelo eleitorado e não dá direito a qualquer tipo de protesto ou descontentamento, terá de aceitar aquilo que os outros decidiram e sem opinião contra, pois nada fizeram para que alguma coisa mudasse.
Aproximam-se a passos largos mais um período eleitoral, para as autárquicas e convém que comecemos a despertar a consciência, para que com uma participação massiva, consciente, e de cidadania cívica, possamos participar na reconstrução de um regime democraticamente participativo, convenhamos que o comportamento de uma grande parte da classe política em nada abona à motivação para a participação, mas é nosso dever cumprir a responsabilidade de cidadãos activos e mostrar o nosso descontentamento, nem que seja distribuir o maior número de votos possíveis pelas várias forças políticas que dignamente e muito respeitosamente ainda se apresentam ao eleitorado querendo resgatar a essência da liberdade e da democracia; o voto.
Apesar do tempo andar meio chuvoso mesmo em plena primavera, a azáfama própria da época onde escasseia o tempo para tanta ocupação que nem de propósito. Tivemos corridas pela cidade, a festa da flor, ou ainda a temos prolongada, a cidade à nossa espera com um convite a que fiquemos por lá, mesmo que muitas vezes esteja deserta, e fora o que ainda falta para o verão que se aproxima, uma série de actividades que nos deixam sem tempo para pensar, ou meditar e que até farão esquecer as tantas promessas eleitorais que aguardam concretização, planeamento ou simplesmente estudos de viabilidade. Mas será que faltam muitas promessas por cumprir e que foram esquecidas ou que foram canalizadas para Fátima, aproveitando a visita do Papa e a tolerância de ponto. Será este um excelente momento para fazer pedidos à Virgem, para que não permita que a mentalidade da grande maioria da população se deixe embalar pelas promessas não cumpridas, talvez à falta de fé dos pagadores das mesmas, seja a causa de tanto incumprimento, mas pior ainda é a pouca capacidade de memória que vai outra vez e saiam as mesmas promessas de sempre e voltam outra vez o nosso povo a acreditar no seu possível cumprimento. Porque a população até nem pede milagres, apenas que aquilo que se possa cumprir seja a lista a designar, mas pelo que parece quanto maior a lista, mais a população se enche de fé e lá vai outra vez o papelinho para dentro da caixa com a cor habitual, como se de um voto de confiança num qualquer clube de futebol de que somos simpatizantes, mesmo que os resultados até nem sejam os mais desejados, mas a conclusão a que chegamos é que a desilusão aumenta, o alheamento em relação aos interesses cívicos diminuem, e cada vez mais os eleitores viram as costas ou melhor dito, ficam sentados no sofá à espera de um resultado que os interessados decidiram e os que se fartam de protestar o ano inteiro, nos restritos grupos de amigos ou em cafés, deixam a decisão nas mãos alheias, como se eles próprios não fossem a culpa da causa deste modelo se manter. Afinal qual o interesse em protestar se na oportunidade de mudar, ficam em casa à espera das eternas promessas incumpridas e protestando sem autoridade moral se nada fazem para alterar esta situação? A abstenção será sempre o maior crime a cometer pelo eleitorado e não dá direito a qualquer tipo de protesto ou descontentamento, terá de aceitar aquilo que os outros decidiram e sem opinião contra, pois nada fizeram para que alguma coisa mudasse.
Aproximam-se a passos largos mais um período eleitoral, para as autárquicas e convém que comecemos a despertar a consciência, para que com uma participação massiva, consciente, e de cidadania cívica, possamos participar na reconstrução de um regime democraticamente participativo, convenhamos que o comportamento de uma grande parte da classe política em nada abona à motivação para a participação, mas é nosso dever cumprir a responsabilidade de cidadãos activos e mostrar o nosso descontentamento, nem que seja distribuir o maior número de votos possíveis pelas várias forças políticas que dignamente e muito respeitosamente ainda se apresentam ao eleitorado querendo resgatar a essência da liberdade e da democracia; o voto.
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