Porque? ainda acredito no pai Natal!
Hoje dou por mim a pensar: novamente é Natal tudo tão rápido e o mundo continua à procura daquilo que em muitos anos, décadas e porque não séculos ainda não encontrou, a paz. Porque quando criança acordava-mos logo pela manhãzinha para ver o que o menino Jesus tinha trazido, mas de repente e por obra do consumismo, uma marca de refrigerante mudou o portador dos presentes para um simpático senhor já velhinho e de barbas brancas, e aí tudo começou a mudar. Aquela«mentirinha» que iludia o coração de criança, pouco a pouco desvaneceu-se e passou da surpresa à banalidade de saber que a realidade era bem outra, agora ouvem-se conversa do tipo, dar um brinquedo a uma criança de 12 anos impensável, mas nem por isso ela deixou de ser criança. Agora nem é o menino Jesus (sem referencias a futebol), nem é o senhor de barbas brancas que trazem os presentes, ou melhor dito as surpresas deste natal. São os senhores governantes que de surpresa em surpresa, trazem-nos aos adultos, uns presentes envenenados e que causam a azia da grande maioria dos portugueses e deixam o natal de muitos lares deste país na incerteza e alguns até na miséria, ora na incerteza de quem governa, na angustia de que medidas irão ser tomadas, na dúvida da aplicação da justiça, na entrevistas televisiva a acusados de fraude à nação, na eleição do futuro presidente que supostamente antes do acto eleitoral já foi eleito, francamente já nem quero acreditar naquilo que diariamente sai à luz pública, pois parece que continuam a fazer-nos acreditar que na realidade o Pai Natal ainda existe. Será que o coitado do velhinho, saiu de alguma instituição bancária qualquer com os sacos dos presentes e querem agora arcar-lhe com as culpas de tudo o sucedido? Francamente já chega de atirar areias aos olhos da população que incrédula, mas dignamente e até exageradamente pacífica, tentando esquecer o drama, vai desejando a um e outro por cada esquina ou rua onde nos encontramos, um santo e feliz Natal, e por aqui aproveito para desejar um paciente, reparador e esperançado Natal da dignidade, da honestidade, da sabedoria, da paciência e sobretudo da esperança de que em breve possamos viver num país de pessoas dignamente humanas, e sobretudo que possamos voltar a creditar na humanidade.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Globalização e radicalização
Ás vezes no calor das emoções e no deambular de pensamentos, vem-nos à memória tantas coisas, verdades que por vezes custa-nos a nós próprios acreditar e mentiras que por vezes até receamos em duvidar. Isto a propósito do recente acto eleitoral num país que a nós madeirenses nos diz muito, visto ter-mos uma enorme colónia de emigrantes que já são mais, do que aqueles que vivem cá na ilha; a Venezuela. Parece que o povo decidiu outro rumo para o futuro da gestão política daquele país sul americano, e ao que as noticias dos últimos tempos revelam é que: um país massacrado pela gestão de um governo que achou por radicalizar uma situação que o mundo actual e global não se compadece, dada a dimensão da dependência dos países uns para com os outros. Fazendo um resume do porquê chegou a este estado, a Venezuela pelo facto de ter tido ao longo da sua já larga democracia e durante quase 40 anos, sucessivos governos que por muito que se tenham empenhado, a muita corrupção e muito esbanjamento conduziram a que um militar surgido de uma situação calamitosa a que a democracia não teve culpa, mas sim os «democratas» que a geriram, cometeram erros inadmissíveis, e eis que surge alguém a prometer uma nova forma de gerir a democracia. Erro de tal ordem que, além de conduzir o país ao actual estado de anarquia, e devido ás constantes quedas dos preços do petróleo do qual a Venezuela é muito dependente, conduziu ao colapso financeiro com a ajudo do bloqueio dos países interessados na sua economia e o aproveitamento de outros países como a China, Cuba e alguns países adjacentes que, aproveitando-se das circunstâncias beneficiaram da situação, afinal tudo se conjugou para que um país com tudo para ser um dos mais ricos e das mais estáveis economias do mundo, entrasse em rotura. De uma gestão desastrosa, passando por uma revolução errada, a uma renovação desejada, esperemos que no futuro o potencial que a Venezuela tem seja com um único fim,servir de forma justa ao venezuelanos e aqueles que optaram por lá fazerem dela a sua segunda pátria e o seu povo recebeu-os de braços abertos, de modo a fazerem já parte de um só povo e que sempre aspiraram um país melhor, e têm com quê, porque o seu potencial é enorme, as suas riquezas incalculáveis, e sobretudo um povo que merece ser compensado por ser o povo mais alegre do mundo. Oxalá e o futuro augure o melhor àquele país que soube acolher tantos dos nossos compatriotas e que aguentaram todos os tormentos pelo qual têm passado naquele país maravilhoso. Que os futuros governantes do país saibam olhar para o passado, para que possa construir o futuro, corrigindo os erros e criando as condições devidas para o bem de todo um povo.
sábado, 28 de novembro de 2015
Assalto ao poder
Eu que depois do 25 de Abril achei que seriam os governos de esquerda a salvação de uma política de rigor. Eu que achava que Cuba tinha por exemplo, os melhores médicos e um bom sistema educativo, que não se deixou vender ao capitalismo selvagem, até poderia ser um exemplo para o resto do mundo. Eu que sempre achei que o imperialismo era a formula simpática dos americanos exercerem as suas predominantes filosofias e dominar o mundo. Enfim todo uma série de situações que me levavam a acreditar em tudo isto. Com o tempo e vendo a realidade de outra forma compreendi que, nem esquerdas, nem direitas levaram a verdadeira democracia ao mundo, mas sim impuseram-nos interesses dos que manipulam a politica, à frente dos interesses das maiorias a quem todos denominam de povo. Mas afinal esse mesmo povo, que adicionando apenas uma letra sustenta um «polvo» com tentáculos em tudo o que são economias, sejam elas de esquerdas ou direitas, de uma coisa estou seguro, enquanto a realidade das populações dos diversos países, onde a maioria das pessoas são relegadas para segundo plano, não haverá democracia que resista a tanta hipocrisia seja ela designada de esquerda ou direita, pois o verdadeiro povo será aquele que utilizando as duas mãos, mas sobretudo o seu cérebro para tornar sua a democracia autentica. Não inventemos, os países nórdicos são disso um claro exemplo.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Será possível ainda acreditar?
Que alguém que luta para manter o poder num país que se arrasta cada vez mais para a miséria?
Que alguém que se acotovela para recuperar o poder, ainda não se apercebeu de que durante décadas contribuiu também para a degradação a que o país chegou?
O debate de interesses instalados durante décadas, leva à população já a duvidar até das verdades, e dificilmente acreditar em boas intenções, porque como diz o ditado, tá o inferno cheio, e o que todos querem é sair deste «inferno» a que foi conduzido o nosso país. Será que alguém teria razão um dia ao dizer que: deveriam suspender a democracia por seis meses?
A luta titânica que se debate na assembleia da república, é sinal de que algo vai muito mal neste país e a credibilidade da política e dos políticos e dos jogos de poder,bateu no fundo. A constituição da república tem sido nos últimos dias enxovalhada, maltratado e até por vezes ignorada, quando afinal parece que até já deveria ter ido parar ao balde do lixo, pois parece que foi feita de forma a que os interesses de uma minoria continuassem a ser privilegiados em detrimento da grande maioria da população a quem uns apelidam de povo trabalhador, outros de classe operária e outros de povo. Mas afinal quem é esses povo? são aqueles que de quatro em quatro anos são seduzidos e conduzidos pelos políticos com campanhas qual mercadoria ou bens para consumo, que convidam-nos a marcar uma cruzinha no dia das eleições, para que os senhores continuem a impor as suas normas e defenderem os seus interesses, é isso que chama de democracia? aqueles que farto de tudo isto acham que pura e simplesmente não indo votar e deixar que os interesses destes senhores girem à volta das suas esferas políticas e dos seus bem montados esquemas de negócio do voto, vulgo partidos políticos. Mas afinal que pouca vergonha é esta onde para subir na vida neste país parece que basta alinhar num desses negócios e tens o futuro garantido, porque à força do que deveria ser o normal funcionamento, o trabalho, esforço, dedicação, empenho, espírito de superação, evolução e educação, se não estás apoiado pelos esquemas desses «negócios» está lixado e não chega a nenhum lado. Até quando teremos de viver neste país dependente desse tipo de métodos que mais parecem uma doença crónica uma epidemia ou uma maneira instituída de como deve ser uma «democracia» à portuguesa. Será que valida a liberdade, este tipo de atitudes que ao longo de quatro décadas levou este país ao ponto que estamos de, incertezas, dúvidas, descrédito, mentiras, corrupção,malvadez, aproveitamentos, enganos, negociatas, aldrabices, e mais que tudo desonestidade e roubo puro e duro? Se a verdade que cada povo tem o governo que merece, então a democracia em nada até agora contribuiu para a evolução e o crescimento democrático deste povo, e continuaremos a ser os pobres coitados terceirmundista da cauda da Europa, ou será que alguém também achou que uma boa maneira de continuar a exploração das pessoas era mandando emigrar aqueles poucos que com muito esforço, dificuldades e dedicação, conseguiram melhor a sua formação, mas que o seu país não os quis, por achá-los um estorvo e impedirem que o exploração desse povo humilde continue. Está na hora de tomar consciência e pensar naqueles que sem culpa alguma, estão a pagar tão caro os erros do passado, e que os que se acham dignos de reparar esses erros, não venham com os vícios do passado e com novas armas para continuar este flagelo que tem sido a desgraça da política na gestão deste país. Basta de brincar à democracia, pois 40 anos já é mais do que tempo suficiente para sermos adultos.
Que alguém que luta para manter o poder num país que se arrasta cada vez mais para a miséria?
Que alguém que se acotovela para recuperar o poder, ainda não se apercebeu de que durante décadas contribuiu também para a degradação a que o país chegou?
O debate de interesses instalados durante décadas, leva à população já a duvidar até das verdades, e dificilmente acreditar em boas intenções, porque como diz o ditado, tá o inferno cheio, e o que todos querem é sair deste «inferno» a que foi conduzido o nosso país. Será que alguém teria razão um dia ao dizer que: deveriam suspender a democracia por seis meses?
A luta titânica que se debate na assembleia da república, é sinal de que algo vai muito mal neste país e a credibilidade da política e dos políticos e dos jogos de poder,bateu no fundo. A constituição da república tem sido nos últimos dias enxovalhada, maltratado e até por vezes ignorada, quando afinal parece que até já deveria ter ido parar ao balde do lixo, pois parece que foi feita de forma a que os interesses de uma minoria continuassem a ser privilegiados em detrimento da grande maioria da população a quem uns apelidam de povo trabalhador, outros de classe operária e outros de povo. Mas afinal quem é esses povo? são aqueles que de quatro em quatro anos são seduzidos e conduzidos pelos políticos com campanhas qual mercadoria ou bens para consumo, que convidam-nos a marcar uma cruzinha no dia das eleições, para que os senhores continuem a impor as suas normas e defenderem os seus interesses, é isso que chama de democracia? aqueles que farto de tudo isto acham que pura e simplesmente não indo votar e deixar que os interesses destes senhores girem à volta das suas esferas políticas e dos seus bem montados esquemas de negócio do voto, vulgo partidos políticos. Mas afinal que pouca vergonha é esta onde para subir na vida neste país parece que basta alinhar num desses negócios e tens o futuro garantido, porque à força do que deveria ser o normal funcionamento, o trabalho, esforço, dedicação, empenho, espírito de superação, evolução e educação, se não estás apoiado pelos esquemas desses «negócios» está lixado e não chega a nenhum lado. Até quando teremos de viver neste país dependente desse tipo de métodos que mais parecem uma doença crónica uma epidemia ou uma maneira instituída de como deve ser uma «democracia» à portuguesa. Será que valida a liberdade, este tipo de atitudes que ao longo de quatro décadas levou este país ao ponto que estamos de, incertezas, dúvidas, descrédito, mentiras, corrupção,malvadez, aproveitamentos, enganos, negociatas, aldrabices, e mais que tudo desonestidade e roubo puro e duro? Se a verdade que cada povo tem o governo que merece, então a democracia em nada até agora contribuiu para a evolução e o crescimento democrático deste povo, e continuaremos a ser os pobres coitados terceirmundista da cauda da Europa, ou será que alguém também achou que uma boa maneira de continuar a exploração das pessoas era mandando emigrar aqueles poucos que com muito esforço, dificuldades e dedicação, conseguiram melhor a sua formação, mas que o seu país não os quis, por achá-los um estorvo e impedirem que o exploração desse povo humilde continue. Está na hora de tomar consciência e pensar naqueles que sem culpa alguma, estão a pagar tão caro os erros do passado, e que os que se acham dignos de reparar esses erros, não venham com os vícios do passado e com novas armas para continuar este flagelo que tem sido a desgraça da política na gestão deste país. Basta de brincar à democracia, pois 40 anos já é mais do que tempo suficiente para sermos adultos.
sábado, 24 de outubro de 2015
Um país desactivado
Depois de passar por várias fazes evolutivas da nossa já adulta democracia, chegamos a altura em que nos deparamos com um país que não aprendeu ou pelo menos não quis aproveitar, o menos mau dos regimes (a democracia) para com a ajuda que teve e o avance que a humanidade chegou, atingir um patamar de desenvolvimento digno do século XXI. Porque vivemos num país onde o único meio para sair da miséria é enveredar pela carreira política ou minimamente estar conotado com um partido ou partidos políticos, que atinjam a governação, é de uma tristeza inconsolável. Somos de uma cultura democrática tão pobre que, pensamos que na política mandam os políticos e que os cidadãos só servem ao país no dia do acto eleitoral, e a partir daí, terão de se submeter àquilo que os senhores da política que nós elegemos decidirem. Nada mais errado; a regra básica para a evolução em democracia é:fazer com que os pobre sejam cada vez menos pobres criando-lhes condições para evoluírem, cultural, social e financeiramente e livremente atingirem patamares de equilíbrio sustentáveis, de modo que os mais ricos não percam a sua vontade de investimento para manterem as suas riquezas e criarem mais riquezas para bem da sociedade que vivem e por conseguinte para a evolução e o crescimento sustentável do estado para o qual contribuem que afinal somos todos nós. Aquilo que deveria ser o povo a tomar a iniciativa de brigar pela boa gestão dos seus bens, são os políticos que brigam por um lugar no poder, sabendo-se de antemão se continuarem com a atitude que tiveram até agora, tudo continuará na mesma ou pior. Se continuarmos a ter na gestão do país pessoas com uma mentalidade de promover mais miséria, de explorar quem realmente merece ser é incentivada e não desmotivada, se a gestão dos bens públicos reverterem só única e exclusivamente em função de quem mais têm, estaremos a motivar e a contribuir para a aniquilação da nossa sociedade e acabarão por promover a pobreza onde todos mais dia menos dia acabaremos por ficar na miséria e já não haverão mais pobres que possam continuar a sustentar os poucos milionários que ainda sobrevivem neste país. Quando as altas esferas da política no nosso país lutam por um lugar no poder, só há uma alternativa; a distribuição justa equilibrada e equitativa das riquezas deste país com o incentivo ao trabalho, à produtividade, a sociedade justa e harmoniosa e promovendo o bem estar de todos através da gestão humana e honesta do nosso maior tesouro, o nosso povo. Porque temos tanta coisa boa para aproveitar neste nosso maravilhoso país, eu acredito em Portugal, mas sobre tudo nos portugueses. Vamos lá fazer um esforço e tornar a nossa nação num país digno dos seus cidadãos.
Depois de passar por várias fazes evolutivas da nossa já adulta democracia, chegamos a altura em que nos deparamos com um país que não aprendeu ou pelo menos não quis aproveitar, o menos mau dos regimes (a democracia) para com a ajuda que teve e o avance que a humanidade chegou, atingir um patamar de desenvolvimento digno do século XXI. Porque vivemos num país onde o único meio para sair da miséria é enveredar pela carreira política ou minimamente estar conotado com um partido ou partidos políticos, que atinjam a governação, é de uma tristeza inconsolável. Somos de uma cultura democrática tão pobre que, pensamos que na política mandam os políticos e que os cidadãos só servem ao país no dia do acto eleitoral, e a partir daí, terão de se submeter àquilo que os senhores da política que nós elegemos decidirem. Nada mais errado; a regra básica para a evolução em democracia é:fazer com que os pobre sejam cada vez menos pobres criando-lhes condições para evoluírem, cultural, social e financeiramente e livremente atingirem patamares de equilíbrio sustentáveis, de modo que os mais ricos não percam a sua vontade de investimento para manterem as suas riquezas e criarem mais riquezas para bem da sociedade que vivem e por conseguinte para a evolução e o crescimento sustentável do estado para o qual contribuem que afinal somos todos nós. Aquilo que deveria ser o povo a tomar a iniciativa de brigar pela boa gestão dos seus bens, são os políticos que brigam por um lugar no poder, sabendo-se de antemão se continuarem com a atitude que tiveram até agora, tudo continuará na mesma ou pior. Se continuarmos a ter na gestão do país pessoas com uma mentalidade de promover mais miséria, de explorar quem realmente merece ser é incentivada e não desmotivada, se a gestão dos bens públicos reverterem só única e exclusivamente em função de quem mais têm, estaremos a motivar e a contribuir para a aniquilação da nossa sociedade e acabarão por promover a pobreza onde todos mais dia menos dia acabaremos por ficar na miséria e já não haverão mais pobres que possam continuar a sustentar os poucos milionários que ainda sobrevivem neste país. Quando as altas esferas da política no nosso país lutam por um lugar no poder, só há uma alternativa; a distribuição justa equilibrada e equitativa das riquezas deste país com o incentivo ao trabalho, à produtividade, a sociedade justa e harmoniosa e promovendo o bem estar de todos através da gestão humana e honesta do nosso maior tesouro, o nosso povo. Porque temos tanta coisa boa para aproveitar neste nosso maravilhoso país, eu acredito em Portugal, mas sobre tudo nos portugueses. Vamos lá fazer um esforço e tornar a nossa nação num país digno dos seus cidadãos.
sábado, 10 de outubro de 2015
Passado, presente e Futuro II
Após o acto eleitoral e quando aparentemente deveria estar definida a composição da assembleia da república para o próximo período constitucional, eis que surge um impasse! O facto de não terem obtido a maioria de deputados, o partido, neste caso a coligação que obteve maioria de votos, acha-se na legitimidade de formar o governo, mas o impasse que foi rebuscado é de que: a maioria de votos vai para o resto dos partidos que (simbolicamente) sentem-se no direito de formarem governo, pois o maior numero de eleitores votou nesses três partidos, o que à partida ninguém sabia antes de consumado o acto eleitoral se estariam na disposição de um entendimento para governar o país, visto que até nos debates e na própria campanha eleitoral fartaram-se de dizer mal uns dos outros. Sim porque bem ou mal esclarecidos, os portugueses que foram à mesa de vota e que por acaso não foram a maioria dos eleitores, acharam por bem distribuir os seus gostos eleitorais por estes que foram, os mais destacados, os mais publicitados e os que ao longo destas quatro décadas têm sido «os protegidos» do sistema democrático português. Sim porque no passado quando estiveram em funções governativas uns, como oposição outros, ou simplesmente como observadores e críticos atentos, nunca ensaiaram uma tentativa de possível entendimento e quase sempre foram opositores ferrenhos de quem quer que estivesse a desempenhar funções governativas, fosse de que quadrante político fosse, sempre foram aquilo que nós vulgarmente chamamos, do contra, muitas vezes com ou sem razão. Agora que uma oportunidade supostamente se apresenta, parecem sair de um qualquer filme de Spielberg predispostos a «salvar o país» e formar um governo de maioria de esquerda. O povo achou que num passado recente, as asneiras dos anteriores governos foram mais do que muitas, daí não depositar confiança nas proposta da oposição, pois aqueles que acharam que deveriam votar nem acreditaram no actual governo que fracassou em toda a medida, daí votar em vários partidos sem concentrar maioritariamente os votos num partido ou coligação específica, mas a verdadeira maioria pura e simplesmente alheou-se por completo do dever de votar e daí ter contribuído para criar uma situação que levará a que o país entre numa situação de instabilidade política e divididos como estão, será quase impossível um entendimento político de modo a salvaguardar em primeiro lugar os interesses da nação. Sim porque isso tem sido o comportamento demonstrado ao longo destas quatro décadas de administração vergonhosa de todos os que pelo poder administrativo têm passado, nunca se preocuparam com os verdadeiros interesses nacionais e daí que a desconfiança do eleitorado ter levado a política deste país a uma situação de possível desastre nacional. O futuro depara-nos com uma situação caricata, uma coligação ganhadora que sem maioria parlamentar, dificilmente conseguirá estabilidade governativa.Uma maioria que nunca sendo maioria expressa, acha-se no direito de governar apesar de nunca antes terem demonstrado qualquer tipo de vontade de entendimento, mas sim uma verdadeira tentativa de assalto ao poder. Um presidente em fim de mandato que não lhe concede direito de se for o caso, dissolver uma assembleia minoritária, e um futuro possível candidato à presidência que dado ser um personagem suficientemente mediatizado, tem tudo para ocupar o palácio de Belém e depois chamar o povo a novo acto eleitoral e tentar mostrar assim quem são realmente os que não querem estabilidade política.Tudo isto porque sobrepõem-se os interesses pessoais e partidários e por conseguinte interesses que em nada defendem verdadeiramente os do país e do povo, daí esse mesmo povo mostrar um cartão vermelho ao acto eleitoral e tudo por culpa da ganancia do poder deram cabo da liberdade e fomentaram a descrédito na democracia o menos mau dos regimes, mas a nossa; é exemplo da pior possível. O passado fez desacreditar no presente e hipotecar o futuro.
Após o acto eleitoral e quando aparentemente deveria estar definida a composição da assembleia da república para o próximo período constitucional, eis que surge um impasse! O facto de não terem obtido a maioria de deputados, o partido, neste caso a coligação que obteve maioria de votos, acha-se na legitimidade de formar o governo, mas o impasse que foi rebuscado é de que: a maioria de votos vai para o resto dos partidos que (simbolicamente) sentem-se no direito de formarem governo, pois o maior numero de eleitores votou nesses três partidos, o que à partida ninguém sabia antes de consumado o acto eleitoral se estariam na disposição de um entendimento para governar o país, visto que até nos debates e na própria campanha eleitoral fartaram-se de dizer mal uns dos outros. Sim porque bem ou mal esclarecidos, os portugueses que foram à mesa de vota e que por acaso não foram a maioria dos eleitores, acharam por bem distribuir os seus gostos eleitorais por estes que foram, os mais destacados, os mais publicitados e os que ao longo destas quatro décadas têm sido «os protegidos» do sistema democrático português. Sim porque no passado quando estiveram em funções governativas uns, como oposição outros, ou simplesmente como observadores e críticos atentos, nunca ensaiaram uma tentativa de possível entendimento e quase sempre foram opositores ferrenhos de quem quer que estivesse a desempenhar funções governativas, fosse de que quadrante político fosse, sempre foram aquilo que nós vulgarmente chamamos, do contra, muitas vezes com ou sem razão. Agora que uma oportunidade supostamente se apresenta, parecem sair de um qualquer filme de Spielberg predispostos a «salvar o país» e formar um governo de maioria de esquerda. O povo achou que num passado recente, as asneiras dos anteriores governos foram mais do que muitas, daí não depositar confiança nas proposta da oposição, pois aqueles que acharam que deveriam votar nem acreditaram no actual governo que fracassou em toda a medida, daí votar em vários partidos sem concentrar maioritariamente os votos num partido ou coligação específica, mas a verdadeira maioria pura e simplesmente alheou-se por completo do dever de votar e daí ter contribuído para criar uma situação que levará a que o país entre numa situação de instabilidade política e divididos como estão, será quase impossível um entendimento político de modo a salvaguardar em primeiro lugar os interesses da nação. Sim porque isso tem sido o comportamento demonstrado ao longo destas quatro décadas de administração vergonhosa de todos os que pelo poder administrativo têm passado, nunca se preocuparam com os verdadeiros interesses nacionais e daí que a desconfiança do eleitorado ter levado a política deste país a uma situação de possível desastre nacional. O futuro depara-nos com uma situação caricata, uma coligação ganhadora que sem maioria parlamentar, dificilmente conseguirá estabilidade governativa.Uma maioria que nunca sendo maioria expressa, acha-se no direito de governar apesar de nunca antes terem demonstrado qualquer tipo de vontade de entendimento, mas sim uma verdadeira tentativa de assalto ao poder. Um presidente em fim de mandato que não lhe concede direito de se for o caso, dissolver uma assembleia minoritária, e um futuro possível candidato à presidência que dado ser um personagem suficientemente mediatizado, tem tudo para ocupar o palácio de Belém e depois chamar o povo a novo acto eleitoral e tentar mostrar assim quem são realmente os que não querem estabilidade política.Tudo isto porque sobrepõem-se os interesses pessoais e partidários e por conseguinte interesses que em nada defendem verdadeiramente os do país e do povo, daí esse mesmo povo mostrar um cartão vermelho ao acto eleitoral e tudo por culpa da ganancia do poder deram cabo da liberdade e fomentaram a descrédito na democracia o menos mau dos regimes, mas a nossa; é exemplo da pior possível. O passado fez desacreditar no presente e hipotecar o futuro.
sábado, 26 de setembro de 2015
PPF; Passado, Presente e Futuro
Estamos prestes a participar em mais um acto eleitoral, a grande oportunidade que a liberdade permite através de um regime democrático. O descrédito a que nos levaram os políticos que ao longo de quatro décadas geriram os destinos do país, levou-nos a cada vez menos motivados virar as costas ao acto eleitoral e desmotivados de tudo o que seja política, pois a sensação de impossibilidade que nos sentimos de mudar o que quer que seja, mas com toda a certeza no dia 5 de Outubro, de volta ao trabalho(quem o tem) nos cafés, nos transportes, enfim, lá estarão todos os que exerceram o direito de voto e mais todos os outros que não o fizeram, com as suas conversas, criticas, comentários e revoltas sobre os resultado, as promessas desacreditadas, os moldes como tudo se desenrola. Será que não é tempo mais do que suficiente para tentar uma vez mais alterar o plano político deste país? são 16 partidos ou movimentos que se apresentam ao acto eleitoral, os do costume, os que pertenciam aos grupos do costumo mas que se sentiam prisioneiros e condicionados pelos partidos a que pertenciam e acharam por bem libertarem-se desse grupo de interesses e sair à rua com uma forma diferente porque seremos nós cidadãos, livre no tempo p'ra avançar, que teremos para agir, juntos pelo povo e com o povo, democratas e renovadores, nacionalistas, amigos de animais, pensionistas e reformados, enfim, todos os que acham que ainda é a democracia o menos mau dos regimes, e que abusivamente tem sido tão maltratada que os portugueses na sua maioria já não acredita e daí dar passos largos e virara as costas às eleições o que dará a oportunidade de que tudo continue como está, de que se abram as portas à continuidade e que a passos largos o país esteja de costas viradas contra o seu próprio povo. Para que isso não aconteça e imaginem-se que dos quase 50% dos eleitores que pensam em não cumprir com o seu dever, optassem por votar num dos pequenos partido de modo que, entre todos conseguissem igual ou maior numero de votos que os partidos do arco do poder. O que aconteceria se isso fosse o resultado do próximo acto eleitora? A experiência do passado, fez do presente não acreditarmos no futuro, mas afinal a liberdade ainda permite que tenhamos uma réstia de esperança no futuro, basta que para isso mudemos de atitude e tenhamos um acto de coragem para alterar o plano àqueles que durante quatro décadas acham-se donos e senhores da mentalidade dos portugueses. Encher-se de coragem, firmes e determinados e dar uma reviravolta ao passado encerrar o presente e semear o futuro, a liberdade que a democracia consagra ainda nos dá essa oportunidade mais uma vez. Sejamos coerentes com as nossas críticas, o nosso desalento, e a nossa revolta do dia a dia, e usemos civilizadamente a arma que teremos nas nossas mãos no próximo dia 4, pois estas são as primeiras eleições que não serão ganhas nem com promessas, nem com inaugurações, pois a miséria a que este país foi levada está bem patente no dia a dia e estampada no rosto de cada cidadão, um passado amargo, um presente desolador e um futuro incerto.Em nome da liberdade, se nalguma coisa esta carta aporta motivação para muitos cidadãos indecisos o objectivo foi conseguido, salvar o país das garras dos malfeitores.
Estamos prestes a participar em mais um acto eleitoral, a grande oportunidade que a liberdade permite através de um regime democrático. O descrédito a que nos levaram os políticos que ao longo de quatro décadas geriram os destinos do país, levou-nos a cada vez menos motivados virar as costas ao acto eleitoral e desmotivados de tudo o que seja política, pois a sensação de impossibilidade que nos sentimos de mudar o que quer que seja, mas com toda a certeza no dia 5 de Outubro, de volta ao trabalho(quem o tem) nos cafés, nos transportes, enfim, lá estarão todos os que exerceram o direito de voto e mais todos os outros que não o fizeram, com as suas conversas, criticas, comentários e revoltas sobre os resultado, as promessas desacreditadas, os moldes como tudo se desenrola. Será que não é tempo mais do que suficiente para tentar uma vez mais alterar o plano político deste país? são 16 partidos ou movimentos que se apresentam ao acto eleitoral, os do costume, os que pertenciam aos grupos do costumo mas que se sentiam prisioneiros e condicionados pelos partidos a que pertenciam e acharam por bem libertarem-se desse grupo de interesses e sair à rua com uma forma diferente porque seremos nós cidadãos, livre no tempo p'ra avançar, que teremos para agir, juntos pelo povo e com o povo, democratas e renovadores, nacionalistas, amigos de animais, pensionistas e reformados, enfim, todos os que acham que ainda é a democracia o menos mau dos regimes, e que abusivamente tem sido tão maltratada que os portugueses na sua maioria já não acredita e daí dar passos largos e virara as costas às eleições o que dará a oportunidade de que tudo continue como está, de que se abram as portas à continuidade e que a passos largos o país esteja de costas viradas contra o seu próprio povo. Para que isso não aconteça e imaginem-se que dos quase 50% dos eleitores que pensam em não cumprir com o seu dever, optassem por votar num dos pequenos partido de modo que, entre todos conseguissem igual ou maior numero de votos que os partidos do arco do poder. O que aconteceria se isso fosse o resultado do próximo acto eleitora? A experiência do passado, fez do presente não acreditarmos no futuro, mas afinal a liberdade ainda permite que tenhamos uma réstia de esperança no futuro, basta que para isso mudemos de atitude e tenhamos um acto de coragem para alterar o plano àqueles que durante quatro décadas acham-se donos e senhores da mentalidade dos portugueses. Encher-se de coragem, firmes e determinados e dar uma reviravolta ao passado encerrar o presente e semear o futuro, a liberdade que a democracia consagra ainda nos dá essa oportunidade mais uma vez. Sejamos coerentes com as nossas críticas, o nosso desalento, e a nossa revolta do dia a dia, e usemos civilizadamente a arma que teremos nas nossas mãos no próximo dia 4, pois estas são as primeiras eleições que não serão ganhas nem com promessas, nem com inaugurações, pois a miséria a que este país foi levada está bem patente no dia a dia e estampada no rosto de cada cidadão, um passado amargo, um presente desolador e um futuro incerto.Em nome da liberdade, se nalguma coisa esta carta aporta motivação para muitos cidadãos indecisos o objectivo foi conseguido, salvar o país das garras dos malfeitores.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Carta a Salazar
Senhor dr. como foi triste naquele Agosto de 1964 em que eu e os colegas que me acompanhavam ficamos tão decepcionados por não ter tido o privilégio de o cumprimentar , pois para nós teria sido um orgulho e uma vaidade em dizer a toda a gente que tinha-mos cumprimentado o Salazar, só anos mais tarde vim a saber que uma das razões de não ter acontecido, foi a aversão e a vingança aos madeirenses que o senhor tinha e eu não queria acreditar. Mas mesmo assim tive de aceitar e aos poucos fui reconhecendo que afinal o país estava nas mãos de uma pessoa que só pensava em decidir por si e que mais ninguém podia dar alguma opinião no que quer que fosse, e chamavam a isso de ditadura, mas na mente de uma criança pouco ou nada poderia compreender. Por circunstâncias várias como muitos outros, fomos obrigados a emigrar e uma das razões que se punha era não combater em África, afinal aquilo que o senhor achava que era nosso mas que nunca foi. Anos mais tarde e reconhecendo fora do meu país que afinal era-mos uns atrasados e que quem saía podia enriquecer à custa de muito trabalho e esforço, o que nunca aconteceria no meu país. Depois deu-se a grande oportunidade, depois de você ter morrido e deposto o seu sucessor, um grupo de militares impuseram um regime democrático e aí surgiu-me a esperança de que, por fim o meu país daria oportunidade igual a todos os portugueses. Puro engano, 40 anos depois de isso ter sucedido, eis que a oportunidade e os oportunistas manifestam-se contra o povo e a verdade é que podendo dizer mal de tudo e de todos, sabendo de quem rouba de quem usa indevidamente os dinheiros públicos sem nada poder fazer, mesmo tendo uma casa, um carro, passar férias no Algarve, em Canárias ou no Porto Santo, e a maioria tenha de passar a macarrão com chouriço ou arroz com uma lata de atum, ou de mão estendida à caridade. Investiu-se na formação de quadros supostamente com o dinheiro do povo para depois mandá-los embora ao serviço de outros, ou criamos doutores, engenheiros e professores etc. para lançá-los no desemprego. Agora que se aproxima mais uma etapa do povo escolher livremente os seus governantes, precisamos com urgência de humanistas, nacionalistas, progressistas, integracionistas, reformistas, mas não radicais. Será que, se fosse-mos suficientemente inteligentes,menos conformistas, pessimistas, egoístas, resignados e sobre tudo invejosos, ainda vamos a tempo de reparar o erro cometido durante 40 anos de liberdade? Não desejo o teu regresso, mas com certeza que erramos rotundamente na escolha dos construtores de um regime dito de democrático. Deveremos ter sobre tudo uma atitude de esperança e determinação e aproveitar inteligentemente mais uma oportunidade, pois com certeza que os acomodados do regime estarão logo pela manhãzinha a marcar presença no próximo acto eleitoral, mais que não seja para salvaguardar os seus interesse e infelizmente esses votos serão os que contarão, pois a actual lei eleitoral assim o permite, para a eleição dos próximo governantes, e mesmo que sejam uma minoria serão eles a formar o próximo governo, que auto intitular-se-à de maioritário e quem ficar em casa não terá vos nem representatividade, mas isso a eles convém-lhes só assim serão dominantes, e o resto nada lhes interessa.
Afinal até parece que tinhas razão em achar que o nossos povo nunca esteve preparado para viver em liberdade, mas isso deve-se sobre tudo a que, as pessoas se distraírem com aquilo que não interessa deixando-se levar pela propaganda dos políticos, se passarem a interessarem-se mais por aquilo que diz respeito ao futuro do nosso país e do seu povo a situação seria outra. Posso perdoar-te mas não esqueço as barbaridades que cometeste contra esta humilde gente,fica quietinho onde estás e reza para que este povo use a sua inteligência em benefício do bem comum. Precisamos urgentemente de gente sensata tanto na hora de governar, mas ainda mais na hora de escolher.
Senhor dr. como foi triste naquele Agosto de 1964 em que eu e os colegas que me acompanhavam ficamos tão decepcionados por não ter tido o privilégio de o cumprimentar , pois para nós teria sido um orgulho e uma vaidade em dizer a toda a gente que tinha-mos cumprimentado o Salazar, só anos mais tarde vim a saber que uma das razões de não ter acontecido, foi a aversão e a vingança aos madeirenses que o senhor tinha e eu não queria acreditar. Mas mesmo assim tive de aceitar e aos poucos fui reconhecendo que afinal o país estava nas mãos de uma pessoa que só pensava em decidir por si e que mais ninguém podia dar alguma opinião no que quer que fosse, e chamavam a isso de ditadura, mas na mente de uma criança pouco ou nada poderia compreender. Por circunstâncias várias como muitos outros, fomos obrigados a emigrar e uma das razões que se punha era não combater em África, afinal aquilo que o senhor achava que era nosso mas que nunca foi. Anos mais tarde e reconhecendo fora do meu país que afinal era-mos uns atrasados e que quem saía podia enriquecer à custa de muito trabalho e esforço, o que nunca aconteceria no meu país. Depois deu-se a grande oportunidade, depois de você ter morrido e deposto o seu sucessor, um grupo de militares impuseram um regime democrático e aí surgiu-me a esperança de que, por fim o meu país daria oportunidade igual a todos os portugueses. Puro engano, 40 anos depois de isso ter sucedido, eis que a oportunidade e os oportunistas manifestam-se contra o povo e a verdade é que podendo dizer mal de tudo e de todos, sabendo de quem rouba de quem usa indevidamente os dinheiros públicos sem nada poder fazer, mesmo tendo uma casa, um carro, passar férias no Algarve, em Canárias ou no Porto Santo, e a maioria tenha de passar a macarrão com chouriço ou arroz com uma lata de atum, ou de mão estendida à caridade. Investiu-se na formação de quadros supostamente com o dinheiro do povo para depois mandá-los embora ao serviço de outros, ou criamos doutores, engenheiros e professores etc. para lançá-los no desemprego. Agora que se aproxima mais uma etapa do povo escolher livremente os seus governantes, precisamos com urgência de humanistas, nacionalistas, progressistas, integracionistas, reformistas, mas não radicais. Será que, se fosse-mos suficientemente inteligentes,menos conformistas, pessimistas, egoístas, resignados e sobre tudo invejosos, ainda vamos a tempo de reparar o erro cometido durante 40 anos de liberdade? Não desejo o teu regresso, mas com certeza que erramos rotundamente na escolha dos construtores de um regime dito de democrático. Deveremos ter sobre tudo uma atitude de esperança e determinação e aproveitar inteligentemente mais uma oportunidade, pois com certeza que os acomodados do regime estarão logo pela manhãzinha a marcar presença no próximo acto eleitoral, mais que não seja para salvaguardar os seus interesse e infelizmente esses votos serão os que contarão, pois a actual lei eleitoral assim o permite, para a eleição dos próximo governantes, e mesmo que sejam uma minoria serão eles a formar o próximo governo, que auto intitular-se-à de maioritário e quem ficar em casa não terá vos nem representatividade, mas isso a eles convém-lhes só assim serão dominantes, e o resto nada lhes interessa.
Afinal até parece que tinhas razão em achar que o nossos povo nunca esteve preparado para viver em liberdade, mas isso deve-se sobre tudo a que, as pessoas se distraírem com aquilo que não interessa deixando-se levar pela propaganda dos políticos, se passarem a interessarem-se mais por aquilo que diz respeito ao futuro do nosso país e do seu povo a situação seria outra. Posso perdoar-te mas não esqueço as barbaridades que cometeste contra esta humilde gente,fica quietinho onde estás e reza para que este povo use a sua inteligência em benefício do bem comum. Precisamos urgentemente de gente sensata tanto na hora de governar, mas ainda mais na hora de escolher.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
As minhas mensagens diárias.
Por vezes gosto de viver à minha maneira, mas quando me lembro que não estou só neste mundo aceito de bom grado a maneira de ser de quem gosta de mim.
04/08/2015
Quantas vezes por detrás de um sorriso, não se esconde a mágoa de um desejo não realizado.
03/08/2015
Da maneira como somos tratados pelos amigos é como percebemos que gostam de nós.
02/08/2015
Por vezes gosto de viver à minha maneira, mas quando me lembro que não estou só neste mundo aceito de bom grado a maneira de ser de quem gosta de mim.
04/08/2015
Quantas vezes por detrás de um sorriso, não se esconde a mágoa de um desejo não realizado.
03/08/2015
Da maneira como somos tratados pelos amigos é como percebemos que gostam de nós.
02/08/2015
Por detrás de cada palavra, de cada frase, de cada imagem, com certeza que espelhamos a nossa personalidade.
01/08/2015
Ser forte não é não ter dor, muitas vezes é saber suportar-las e ultrapassá-las.
31/07/2015
Ser forte não é não ter dor, muitas vezes é saber suportar-las e ultrapassá-las.
24/07/2015
A melhor forma de descobrir a amizade é, cultivá-la.
14/07/2015
Quando se vê ou se ouve aquilo que não se deve, aprende-se aquilo que não interessa.
11/07/2015
As emoções mais fortes não se escrevem, sentem-se.
30/06/2015
Qualquer argumento serve para fazer alguém feliz
28/06/2015
O melhor lugar para armazenar ódios, vinganças, invejas, tristezas, é no intestino, pois em qualquer altura a natureza encarregar-se-à de os expulsar.
27/06/2015
sábado, 11 de julho de 2015
Na hora da decisão
As guerras de escolhas de candidatos os media muitas vezes manipuláveis ou defendendo grandes interesses, é só ver o que já entram pelos nossos olhos e ouvido, as sondagens já começam a manipular as nossas mentes, aventam-se nomes e cognomes para os cargos e nós, vamos aguardar que os mesmos de sempre continuem a montar o negócio à espera da nossa decisão?
Aproximam-se a passos largos mais uma consulta ao povo para escolher os próximos legisladores e governantes para mais uma legislatura. Será uma decisão muito difícil tendo em conta que: ou elegemos aqueles que durante quatro décadas deram cabo da economia do país, elegemos aqueles que puseram o povo a pagar uma dívida que não fomos nós a criar-la mas sim os senhores que supostamente eleitos, deram cabo do nosso património ou tomamos a iniciativa de dar oportunidade a outros que nunca fizeram parte do clã. É tão difícil para o cidadão comum a escolha que atrevo-me a pensar que a grande maioria farta da política e dos políticos decidirá em nem sequer por os pés nas mesas de voto. Sim porque é isso que apetece dada a desilusão que os protagonistas da nossa democracia intencionalmente tiveram, um comportamento tão mau que, ao longo deste tempo desacreditaram o regime e desmotivaram a participação dos eleitores. Mas se quiser-mos podemos ver a situação noutra perspectiva: se pensar-mos que mesmo que uma maioria não vote, a maioria dos que vão às urnas impor-nos-à um governo para o qual a maioria não está de acordo, mas devido às regras desta democracia à portuguesa, teremos de levar com isso e aceitar a maioria dos votantes e não a maioria dos eleitores; sim porque a coisa tá feita de tal maneira e propositadamente para que, cada vez mais o povo se vá cansando dos políticos e quem os elege são aqueles que de uma maneira ou de outra beneficiam das suas decisões, esses nunca deixam de votar pois está em causa o seu futuro. Daí que acho a melhor forma para acabar com isto seria: de uma vez por todas o povo ter uma atitude democrática e distribuir os votos em grande percentagem por vários dos pequenos partidos que concorrem, pois daria a oportunidade de quem quer que seja o partido mais votado, deverá precisar do apoio de um ou mais partidos que habitualmente não partilham o arco do poder com os do costume. Se continuar-mos a concentrar os votos nos três partidos que durante 40 anos mantém o país atrofiado e corrupto, afinal eles todos juntos já fizeram parte da corja que desgraçou o país e não podemos manter por mais tempo os nossos carrascos presos ao tacho. Não querendo copiar a atitude do povo grego, mas seria importante alterar o estado das coisas no nosso país para mostrar que somos inteligentes e que não nos deixamos comprar por uns pedaços de alcatrão, ou um espeto de carne e uma laranjada, já é tempo de aprender-mos com os erros cometidos no passado e ter uma atitude responsável e democrática, pois o país precisa de nós e sem o seu povo Portugal deixará de ser o povo heróico que sempre foi. Está nas nossas mãos a mudança que deverá ser radical para que aqueles que acham que continuarão a manipular-nos sintam que estamos aqui. Acabemos de uma vez por todos com os poleiros e os tachos, a democracia merece uma oportunidade a que todos deveremos aproveitar, porque a liberdade não se pode perder, e as pessoas é que constroem a democracia, e nós portugueses temos estado alheios à participação da sua verdadeira construção e solidificação e quarenta anos já é tempo mais do que suficiente.
Obs:O título para o DN foi, Leilão de votos.
As guerras de escolhas de candidatos os media muitas vezes manipuláveis ou defendendo grandes interesses, é só ver o que já entram pelos nossos olhos e ouvido, as sondagens já começam a manipular as nossas mentes, aventam-se nomes e cognomes para os cargos e nós, vamos aguardar que os mesmos de sempre continuem a montar o negócio à espera da nossa decisão?
Aproximam-se a passos largos mais uma consulta ao povo para escolher os próximos legisladores e governantes para mais uma legislatura. Será uma decisão muito difícil tendo em conta que: ou elegemos aqueles que durante quatro décadas deram cabo da economia do país, elegemos aqueles que puseram o povo a pagar uma dívida que não fomos nós a criar-la mas sim os senhores que supostamente eleitos, deram cabo do nosso património ou tomamos a iniciativa de dar oportunidade a outros que nunca fizeram parte do clã. É tão difícil para o cidadão comum a escolha que atrevo-me a pensar que a grande maioria farta da política e dos políticos decidirá em nem sequer por os pés nas mesas de voto. Sim porque é isso que apetece dada a desilusão que os protagonistas da nossa democracia intencionalmente tiveram, um comportamento tão mau que, ao longo deste tempo desacreditaram o regime e desmotivaram a participação dos eleitores. Mas se quiser-mos podemos ver a situação noutra perspectiva: se pensar-mos que mesmo que uma maioria não vote, a maioria dos que vão às urnas impor-nos-à um governo para o qual a maioria não está de acordo, mas devido às regras desta democracia à portuguesa, teremos de levar com isso e aceitar a maioria dos votantes e não a maioria dos eleitores; sim porque a coisa tá feita de tal maneira e propositadamente para que, cada vez mais o povo se vá cansando dos políticos e quem os elege são aqueles que de uma maneira ou de outra beneficiam das suas decisões, esses nunca deixam de votar pois está em causa o seu futuro. Daí que acho a melhor forma para acabar com isto seria: de uma vez por todas o povo ter uma atitude democrática e distribuir os votos em grande percentagem por vários dos pequenos partidos que concorrem, pois daria a oportunidade de quem quer que seja o partido mais votado, deverá precisar do apoio de um ou mais partidos que habitualmente não partilham o arco do poder com os do costume. Se continuar-mos a concentrar os votos nos três partidos que durante 40 anos mantém o país atrofiado e corrupto, afinal eles todos juntos já fizeram parte da corja que desgraçou o país e não podemos manter por mais tempo os nossos carrascos presos ao tacho. Não querendo copiar a atitude do povo grego, mas seria importante alterar o estado das coisas no nosso país para mostrar que somos inteligentes e que não nos deixamos comprar por uns pedaços de alcatrão, ou um espeto de carne e uma laranjada, já é tempo de aprender-mos com os erros cometidos no passado e ter uma atitude responsável e democrática, pois o país precisa de nós e sem o seu povo Portugal deixará de ser o povo heróico que sempre foi. Está nas nossas mãos a mudança que deverá ser radical para que aqueles que acham que continuarão a manipular-nos sintam que estamos aqui. Acabemos de uma vez por todos com os poleiros e os tachos, a democracia merece uma oportunidade a que todos deveremos aproveitar, porque a liberdade não se pode perder, e as pessoas é que constroem a democracia, e nós portugueses temos estado alheios à participação da sua verdadeira construção e solidificação e quarenta anos já é tempo mais do que suficiente.
Obs:O título para o DN foi, Leilão de votos.
sábado, 4 de julho de 2015
E de quem é a culpa?
Acha-se uma situação dramático, e a Europa preocupada por uma situação que para muitos de nós não nos é alheia. A actual situação da Grécia o (berço) da democracia que acha que deve colocar na decisão do seu povo e de forma democrática uma situação que em nada abona ao futuro da União Europeia. Pois se uma solução seria a saída da Grécia da moeda única outra será por em causa a coesão da união e o seu futuro. Sim porque Portugal como país membro e nós povo fazendo parte dessa integração, beneficiamos em parte pelo apoio dado que agora questiona-se se bem ou mal aplicado, se a solidariedade aparente que a união iria proporcionar aos povos aderentes chegou às maiorias e equitativamente a todos, e sobretudo alicerçou o futuro dos países membros. Vendo a situação com os olhos de um comum dos cidadãos que diariamente se preocupa e questiona o assunto, parece-me que os países ricos que na tentativa de ajudarem os mais pobres esqueceram-se de que um pobre muitas vezes é pobre porque tem dificuldades em administrar riquezas ou dinheiro, e foi-nos dado à confiança de que: os dinheiros emprestados pela união seriam aplicados para garantir o futuro dos países e das usas populações. Afinal será que os governantes que neste período «áureo» de apoios comunitários, fizeram o trabalho bem feito? ou será que continuamos a aplicar aqueles fundos que nos emprestaram em diversão, obras que no futuro o seu retorno o rentabilidade chegariam a produzir lucros para pagar o que nos tinham emprestado? Fizemos como quem vai*a banca pedir dinheiro para investir num negócio, mas entretanto apeteceu-nos comprar um carro novo, equipar a casa com electrodomésticos de topo, remodelar a casa equipá-la, piscina e mais alguns apetrechos e depois nem chegou dinheiro para fazer a escritura da empresa. Como será que depois de um investimento sem retorno conseguimos arranjar dinheiro para pagar aquilo que nos emprestaram?
Acho que quem realmente tem culpa foram os que emprestaram o dinheiro sem o mínimo de atenção na sua aplicação e se seria ou não recuperável pois de resto e no intuito de satisfazer alguns desejos, interesses e até caprichos, esqueceu-se o essencial, se os povos a quem lhes tinham emprestado o dinheiro estavam a fazer a sua aplicação em benefício do futuro desses povos, afinal deveria ser essa a ideia e a base da tão propagada solidariedade europeia.
À hora que possivelmente seja publicado este texto, já o povo grego tomou a sua decisão, bem ou mal esperemos que a solução não venha a ser o princípio de uma catástrofe para a Europa, pois afinal continua como no início: de quem é a culpa?
Acha-se uma situação dramático, e a Europa preocupada por uma situação que para muitos de nós não nos é alheia. A actual situação da Grécia o (berço) da democracia que acha que deve colocar na decisão do seu povo e de forma democrática uma situação que em nada abona ao futuro da União Europeia. Pois se uma solução seria a saída da Grécia da moeda única outra será por em causa a coesão da união e o seu futuro. Sim porque Portugal como país membro e nós povo fazendo parte dessa integração, beneficiamos em parte pelo apoio dado que agora questiona-se se bem ou mal aplicado, se a solidariedade aparente que a união iria proporcionar aos povos aderentes chegou às maiorias e equitativamente a todos, e sobretudo alicerçou o futuro dos países membros. Vendo a situação com os olhos de um comum dos cidadãos que diariamente se preocupa e questiona o assunto, parece-me que os países ricos que na tentativa de ajudarem os mais pobres esqueceram-se de que um pobre muitas vezes é pobre porque tem dificuldades em administrar riquezas ou dinheiro, e foi-nos dado à confiança de que: os dinheiros emprestados pela união seriam aplicados para garantir o futuro dos países e das usas populações. Afinal será que os governantes que neste período «áureo» de apoios comunitários, fizeram o trabalho bem feito? ou será que continuamos a aplicar aqueles fundos que nos emprestaram em diversão, obras que no futuro o seu retorno o rentabilidade chegariam a produzir lucros para pagar o que nos tinham emprestado? Fizemos como quem vai*a banca pedir dinheiro para investir num negócio, mas entretanto apeteceu-nos comprar um carro novo, equipar a casa com electrodomésticos de topo, remodelar a casa equipá-la, piscina e mais alguns apetrechos e depois nem chegou dinheiro para fazer a escritura da empresa. Como será que depois de um investimento sem retorno conseguimos arranjar dinheiro para pagar aquilo que nos emprestaram?
Acho que quem realmente tem culpa foram os que emprestaram o dinheiro sem o mínimo de atenção na sua aplicação e se seria ou não recuperável pois de resto e no intuito de satisfazer alguns desejos, interesses e até caprichos, esqueceu-se o essencial, se os povos a quem lhes tinham emprestado o dinheiro estavam a fazer a sua aplicação em benefício do futuro desses povos, afinal deveria ser essa a ideia e a base da tão propagada solidariedade europeia.
À hora que possivelmente seja publicado este texto, já o povo grego tomou a sua decisão, bem ou mal esperemos que a solução não venha a ser o princípio de uma catástrofe para a Europa, pois afinal continua como no início: de quem é a culpa?
sábado, 27 de junho de 2015
2000! como se fosse pouco
Deparei-me com uma notícia recente nos matutinos da região. A possível transferência dos serviços de finanças concentradas na sua totalidade para o edifício 2000. Depois de analisar o transtorno que causará a deslocação dos cidadãos do lado este da cidade e concentração de movimento num só sector da mesma, não vejo muito benefício nesta medida. Ora bem, à partida poderá tratar-se de argumentar a redução de custo e se assim fosse essa a intenção, tudo bem e aceitava-se de bom grado, apesar de haverem muitas outras maneira de poupança, mas vejamos a medida noutra prospectiva: Ao transferir todos os serviços para esse edifício, a enorme massa humana que utiliza esse tipo de serviços, deixaria de circular nas actuais instalações da rua 31 de Janeiro e arredores, daí assassinaria ainda mais o comercio daquela zona, visto que as pessoas por vezes aproveitam essa deslocação e fazem algumas compras. O de si já maltratado comercio tradicional numa zona cada vez mais castigada, passaria a ser o seu funeral comercial, cada vez mais tomam-se medidas nocivas ao sector comercial mais tradicional da nossa cidade transformando-a numa cidade fantasma, dada a deslocação desses serviços, que diga-se de passagem e não querendo ser um tanto ou quanto perverso na minha apreciação, até parece uma medida encomendada por quem acha que o movimento de pessoas terá de ser de todo canalizado para aquela zona paralela à ribeira de São João. Coincidência a mais acharão que deve ser esta a melhor maneira de transformar uma ida ao centro do Funchal numa Dolce Vita.
Deparei-me com uma notícia recente nos matutinos da região. A possível transferência dos serviços de finanças concentradas na sua totalidade para o edifício 2000. Depois de analisar o transtorno que causará a deslocação dos cidadãos do lado este da cidade e concentração de movimento num só sector da mesma, não vejo muito benefício nesta medida. Ora bem, à partida poderá tratar-se de argumentar a redução de custo e se assim fosse essa a intenção, tudo bem e aceitava-se de bom grado, apesar de haverem muitas outras maneira de poupança, mas vejamos a medida noutra prospectiva: Ao transferir todos os serviços para esse edifício, a enorme massa humana que utiliza esse tipo de serviços, deixaria de circular nas actuais instalações da rua 31 de Janeiro e arredores, daí assassinaria ainda mais o comercio daquela zona, visto que as pessoas por vezes aproveitam essa deslocação e fazem algumas compras. O de si já maltratado comercio tradicional numa zona cada vez mais castigada, passaria a ser o seu funeral comercial, cada vez mais tomam-se medidas nocivas ao sector comercial mais tradicional da nossa cidade transformando-a numa cidade fantasma, dada a deslocação desses serviços, que diga-se de passagem e não querendo ser um tanto ou quanto perverso na minha apreciação, até parece uma medida encomendada por quem acha que o movimento de pessoas terá de ser de todo canalizado para aquela zona paralela à ribeira de São João. Coincidência a mais acharão que deve ser esta a melhor maneira de transformar uma ida ao centro do Funchal numa Dolce Vita.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Aquilo que é nosso
Por muito que tenhamos opiniões diversas de uma coisa estou seguro. Seria de extrema importância preservar os nossos costumes, as nossas belezas naturais, o nosso património cultural e tudo o que fosse a identidade do nosso povo. Não estou contra as iniciativas sempre que beneficie a nossa maior fonte de riqueza que é sem dúvida o turismo. Mas na minha opinião antes de aceitar novas ideias que até poderão ser muito boas e engraçadas, que cativam turistas mas que na realidade nada tem a ver com a nossa cultura. Estou a referir-me aos recém criados percursos com os chamados tuxis e mais recentemente prevê-se a introdução do bicicool, Poderá ser mais uma atração turística, mas que em nada tem a ver com os nossos transportes. Porque não recuperar por exemplo uma versão do carro americano, um percurso de rede aproveitando os espaços abertos, parque de Santa Catarina, por exemplo, os carros de bois que tanto furor faziam até meados do século passado. Os excrementos deixados pelos animais tornar-se-iam impróprios e um mau aspeto e poluente.Se fosse num espaço curto e com o cuidado de limpeza obrigatório, seria com certeza uma boa atração turística, mais, recuperar um meio
de transporte típico da nossa terra. Será que quando vamos de férias a algum sítio procuramos os carros de bois, ou quando vamos a Bangkok vamos num passeio de tuxis ou de riquexó, quando vamos a Veneza de certeza que a vontade é um passeio de gondola. Cada região tem as suas característica e nós devemos preservar sobretudo aquilo que nos identifica diferente dos outros, não é por acaso que uma das maiores atrações para quem nos visita são os percursos das levadas, visto ser único e com uma paisagem ímpar. Realmente é de louvar quem tem ideias novas para fomentar novos postos de trabalho, e novas atrações para quem nos visita, mas deveríamos ter mais em conta a preservação das nossas raízes e do nosso património e sentirmos orgulho de termos algo diferente que os outros não têm e é sem dúvida isso que procuram aqueles que nos visitam.Veja-se por exemplo a experiência do balão.Quem sabe se uma coisa e outra até seriam compatíveis?
Por muito que tenhamos opiniões diversas de uma coisa estou seguro. Seria de extrema importância preservar os nossos costumes, as nossas belezas naturais, o nosso património cultural e tudo o que fosse a identidade do nosso povo. Não estou contra as iniciativas sempre que beneficie a nossa maior fonte de riqueza que é sem dúvida o turismo. Mas na minha opinião antes de aceitar novas ideias que até poderão ser muito boas e engraçadas, que cativam turistas mas que na realidade nada tem a ver com a nossa cultura. Estou a referir-me aos recém criados percursos com os chamados tuxis e mais recentemente prevê-se a introdução do bicicool, Poderá ser mais uma atração turística, mas que em nada tem a ver com os nossos transportes. Porque não recuperar por exemplo uma versão do carro americano, um percurso de rede aproveitando os espaços abertos, parque de Santa Catarina, por exemplo, os carros de bois que tanto furor faziam até meados do século passado. Os excrementos deixados pelos animais tornar-se-iam impróprios e um mau aspeto e poluente.Se fosse num espaço curto e com o cuidado de limpeza obrigatório, seria com certeza uma boa atração turística, mais, recuperar um meio
de transporte típico da nossa terra. Será que quando vamos de férias a algum sítio procuramos os carros de bois, ou quando vamos a Bangkok vamos num passeio de tuxis ou de riquexó, quando vamos a Veneza de certeza que a vontade é um passeio de gondola. Cada região tem as suas característica e nós devemos preservar sobretudo aquilo que nos identifica diferente dos outros, não é por acaso que uma das maiores atrações para quem nos visita são os percursos das levadas, visto ser único e com uma paisagem ímpar. Realmente é de louvar quem tem ideias novas para fomentar novos postos de trabalho, e novas atrações para quem nos visita, mas deveríamos ter mais em conta a preservação das nossas raízes e do nosso património e sentirmos orgulho de termos algo diferente que os outros não têm e é sem dúvida isso que procuram aqueles que nos visitam.Veja-se por exemplo a experiência do balão.Quem sabe se uma coisa e outra até seriam compatíveis?
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Cair na tentação
Não querendo aqui defender ninguém antes pelo contrário, alertar para aquilo que geralmente todos nós sabemos.Quanta gente por exemplo no desespero, se desgraça à custa de jogos de sorte e azar?
Para ganhar dinheiro fácil e seguro a solução mais viável e com menor risco poderia ser: meter-se na política e ter um bom tacho no governo à custa de um qualquer partido político, aí a lei protege a aldrabice e por vezes até o povo bate palmas.
Mas afinal os BES, BPI, BPN´s e sem falar de tantos casos neste país onde a falcatrua(legalizada) prolifera e pior ainda, a justiça nada resolve.
Vejam à uns anos o caso Dona Branca e por aí fora. Sempre houve este tipo de aproveitamento das circunstâncias. Apesar de estar em total desacordo com este e outros tipos de negócios fraudulentos e duvidosos, alguém neste mundo terá autoridade moral para julgar este e outros casos que ao longo dos anos foram aparecendo e sempre em épocas em que as pessoas sentem mais necessidades de uma alternativa à sua parca situação financeira onde são sempre os «espertos» a enganar os mais (tontos)? De quem será realmente a culpa que o cidadão tenha de enveredar por este tipo de alternativas financeiras, quando as próprias entidades designadas para o efeito fazem o que fazem e os lesados são sempre os mesmos, o «desgraçado»que vejamos; depois de uma vida inteira de esforço, vê-se a braços sem as poupanças de uma vida, porque, por exemplo: um SENHOR que por acaso tem nome, Ricardo Salgado e seus comparsas, acharam de poderiam fazer uma falcatrua e acabar com o sonho de centenas de portugueses que ficaram pura e simplesmente à miséria.
Enquanto não se proporcionar uma vida digna aos cidadãos e a lei estiver acima dos interesses das influências e dos compadrios, este e outro tipo de negócios de legalidade duvidosa, tendencialmente tendem a aparecer e só entra quem quer, pois dificilmente alguém é forçado ou ameaçado de obrigação para entrar neles. A necessidade e sobretudo a ambição pelo dinheiro fácil, dá azo a que estas coisas continuem a vingar e para isso teremos de ser suficientemente fortes e inteligentes e não nos deixar-mos seduzir por métodos pouco claros em «negócios» duvidosos e de dinheiro fácil. Sem dúvida que este tipo de abordagem é o mesmo método que utilizam várias empresas, seitas religiosas e pessoas com o intuito de seduzir os outros e o efeito psicológico funciona. A fragilidade das pessoas leva-as muitas vezes a acreditarem no inacreditável, e depois é só conduzi-las. Infelizmente como tudo, os efeitos poderão ser positivos se levados com boas intenções, e extremamente negativo se as intenções de maldade e de enganar as pessoas forem conseguidas. Neste comportamento terá de prevalecer a honestidade, coisa que à muito tem andado arredada da nossa sociedade.Porque a verdade é uma só, ninguém dá nada a ninguém.
Não querendo aqui defender ninguém antes pelo contrário, alertar para aquilo que geralmente todos nós sabemos.Quanta gente por exemplo no desespero, se desgraça à custa de jogos de sorte e azar?
Para ganhar dinheiro fácil e seguro a solução mais viável e com menor risco poderia ser: meter-se na política e ter um bom tacho no governo à custa de um qualquer partido político, aí a lei protege a aldrabice e por vezes até o povo bate palmas.
Mas afinal os BES, BPI, BPN´s e sem falar de tantos casos neste país onde a falcatrua(legalizada) prolifera e pior ainda, a justiça nada resolve.
Vejam à uns anos o caso Dona Branca e por aí fora. Sempre houve este tipo de aproveitamento das circunstâncias. Apesar de estar em total desacordo com este e outros tipos de negócios fraudulentos e duvidosos, alguém neste mundo terá autoridade moral para julgar este e outros casos que ao longo dos anos foram aparecendo e sempre em épocas em que as pessoas sentem mais necessidades de uma alternativa à sua parca situação financeira onde são sempre os «espertos» a enganar os mais (tontos)? De quem será realmente a culpa que o cidadão tenha de enveredar por este tipo de alternativas financeiras, quando as próprias entidades designadas para o efeito fazem o que fazem e os lesados são sempre os mesmos, o «desgraçado»que vejamos; depois de uma vida inteira de esforço, vê-se a braços sem as poupanças de uma vida, porque, por exemplo: um SENHOR que por acaso tem nome, Ricardo Salgado e seus comparsas, acharam de poderiam fazer uma falcatrua e acabar com o sonho de centenas de portugueses que ficaram pura e simplesmente à miséria.
Enquanto não se proporcionar uma vida digna aos cidadãos e a lei estiver acima dos interesses das influências e dos compadrios, este e outro tipo de negócios de legalidade duvidosa, tendencialmente tendem a aparecer e só entra quem quer, pois dificilmente alguém é forçado ou ameaçado de obrigação para entrar neles. A necessidade e sobretudo a ambição pelo dinheiro fácil, dá azo a que estas coisas continuem a vingar e para isso teremos de ser suficientemente fortes e inteligentes e não nos deixar-mos seduzir por métodos pouco claros em «negócios» duvidosos e de dinheiro fácil. Sem dúvida que este tipo de abordagem é o mesmo método que utilizam várias empresas, seitas religiosas e pessoas com o intuito de seduzir os outros e o efeito psicológico funciona. A fragilidade das pessoas leva-as muitas vezes a acreditarem no inacreditável, e depois é só conduzi-las. Infelizmente como tudo, os efeitos poderão ser positivos se levados com boas intenções, e extremamente negativo se as intenções de maldade e de enganar as pessoas forem conseguidas. Neste comportamento terá de prevalecer a honestidade, coisa que à muito tem andado arredada da nossa sociedade.Porque a verdade é uma só, ninguém dá nada a ninguém.
sábado, 23 de maio de 2015
Escola de virtudes
Aprendi a ser: respeitador, honesto, sincero, cortês, cumpridos e sobretudo educado para poder ser um pai e um cidadão exemplar, terei defeitos com certeza, mas cada dia que passa faço um esforço para melhorar.
Ás vezes dou por mim a pensar se a humildade , a sinceridade e a simplicidade, deixaram de ser virtude e o mundo actual converteu-as em defeitos?
Aprendi a ser: respeitador, honesto, sincero, cortês, cumpridos e sobretudo educado para poder ser um pai e um cidadão exemplar, terei defeitos com certeza, mas cada dia que passa faço um esforço para melhorar.
Ás vezes dou por mim a pensar se a humildade , a sinceridade e a simplicidade, deixaram de ser virtude e o mundo actual converteu-as em defeitos?
sexta-feira, 22 de maio de 2015
As Coisas que acontecem
Por estes dias têm dado tanto destaque a situações de vária índole sobretudo quanto à violência se trata. É violência nas escolas, na rua, nas forças de segurança, nos espaços públicos, nas casas, enfim um interminável capítulo referente a esta situação. Mas afinal o porquê de tanta violência e o que é que determina a que se reaja dessa forma? O facto de os media darem tanto destaque aos actos de violência leva a que, muita gente sinta que dessa forma violenta é a maneira de a sociedade os ouvir, de os levar em conta, daí que muitas vezes a situação atingir expressões de extrema violência devido a que a sociedade só se alertou com a sua mediatização. Será que, por exemplo, o senhor que foi agredido na saída do jogo de Guimarães, teria a atenção que teve, se em vez da agressão policial, tivesse feito algo de notável para a sociedade? Foi recompensado com a atenção dos meios de comunicação, óptimo: um alerta, mas a compensação e os privilégios que terá no fim de semana, assistir ao último jogo da liga com privilégios, os miúdos receberem o troféu juntamente com os jogadores, e até ser capa de um jornal desportivo. Será que levará alguém a ter num futuro o mesmo tipo de atitude ou até algum comportamento semelhante que atinja alguma violência para ser compensado com este tipo de privilégios? é certo que o lamentável acontecimento não foi premeditado e muito menos estará este cidadão à espera de que o compensem por semelhante comportamento do agente da autoridade, e até os dirigentes do clube da luz acharam que esta seria uma maneira simpática de minimizar os estragos causados pela situação, mas muitos dos adeptos quereriam estar na pele destes, mas o facto de não terem tido o destaque por um erro grosseiro de um agente da autoridade, deu um mérito a quem na realidade não sei se deveria ser esta a sua compensação como desculpas pelo sucedido. Verdade é que nem deveria ter acontecido.
Ás vezes certas atitudes levam a que se confundam as coisas. Como o destaque que foi dado ao video que gravado à um ano, só agora é que se tomaram as medidas para «julgar» o sucedido quando o alerta deverá estar sempre patente nos estabelecimentos de ensino e não só. Já se parou para pensar o porquê de alguns dos nossos jovens reagem desta forma, a sociedade está a (envenená-los) e nós os adultos, a maior parte das vezes,é que somos os culpados pelo facto de não lhes dar individualmente a atenção devida e sobretudo o carinho e o afecto que todo ser humano precisa. Os valores humanos da sociedade actual foram praticamente atirados para o lixo. A desumanização da sociedade actual, leva a que pouco a pouco este tipo de comportamentos se agrave cada dia mais devido à falta de afecto,carinho, de respeito, e sobre tudo de AMOR que todo ser humano sente necessidade. Será que estamos a formar cidadãos violentos pelo único facto de sentirem a falta de sentimentos próprios que toda a humanidade anseia?
Por estes dias têm dado tanto destaque a situações de vária índole sobretudo quanto à violência se trata. É violência nas escolas, na rua, nas forças de segurança, nos espaços públicos, nas casas, enfim um interminável capítulo referente a esta situação. Mas afinal o porquê de tanta violência e o que é que determina a que se reaja dessa forma? O facto de os media darem tanto destaque aos actos de violência leva a que, muita gente sinta que dessa forma violenta é a maneira de a sociedade os ouvir, de os levar em conta, daí que muitas vezes a situação atingir expressões de extrema violência devido a que a sociedade só se alertou com a sua mediatização. Será que, por exemplo, o senhor que foi agredido na saída do jogo de Guimarães, teria a atenção que teve, se em vez da agressão policial, tivesse feito algo de notável para a sociedade? Foi recompensado com a atenção dos meios de comunicação, óptimo: um alerta, mas a compensação e os privilégios que terá no fim de semana, assistir ao último jogo da liga com privilégios, os miúdos receberem o troféu juntamente com os jogadores, e até ser capa de um jornal desportivo. Será que levará alguém a ter num futuro o mesmo tipo de atitude ou até algum comportamento semelhante que atinja alguma violência para ser compensado com este tipo de privilégios? é certo que o lamentável acontecimento não foi premeditado e muito menos estará este cidadão à espera de que o compensem por semelhante comportamento do agente da autoridade, e até os dirigentes do clube da luz acharam que esta seria uma maneira simpática de minimizar os estragos causados pela situação, mas muitos dos adeptos quereriam estar na pele destes, mas o facto de não terem tido o destaque por um erro grosseiro de um agente da autoridade, deu um mérito a quem na realidade não sei se deveria ser esta a sua compensação como desculpas pelo sucedido. Verdade é que nem deveria ter acontecido.
Ás vezes certas atitudes levam a que se confundam as coisas. Como o destaque que foi dado ao video que gravado à um ano, só agora é que se tomaram as medidas para «julgar» o sucedido quando o alerta deverá estar sempre patente nos estabelecimentos de ensino e não só. Já se parou para pensar o porquê de alguns dos nossos jovens reagem desta forma, a sociedade está a (envenená-los) e nós os adultos, a maior parte das vezes,é que somos os culpados pelo facto de não lhes dar individualmente a atenção devida e sobretudo o carinho e o afecto que todo ser humano precisa. Os valores humanos da sociedade actual foram praticamente atirados para o lixo. A desumanização da sociedade actual, leva a que pouco a pouco este tipo de comportamentos se agrave cada dia mais devido à falta de afecto,carinho, de respeito, e sobre tudo de AMOR que todo ser humano sente necessidade. Será que estamos a formar cidadãos violentos pelo único facto de sentirem a falta de sentimentos próprios que toda a humanidade anseia?
sábado, 2 de maio de 2015
Um dia no trabalho
Porque será que o desempenho laboral dos trabalhadores em Portugal não tem a mesma evidencia que os mesmo fora do seu país? será que realmente não se esforçam, ou simplesmente não se sentem motivados para que a sua produtividade seja devidamente compensada e sobretudo reconhecida e com efeitos remuneratório? Sim, porque um funcionário que por exemplo: se preocupa com o seu desempenho no local de trabalho, é assíduo, simpático, poupado na utilização dos meios disponíveis, luz, água, papel, energia no geral, que durante um ano de trabalho representa uma poupança de 10% nos custos para a empresa ou entidade para quem presta serviços, e qual é o retorno que a entidade patronal reverte a favor dos trabalhadores com este tipo de comportamento? Na generalidade é ver, desperdício, pouca vontade no desempenho de suas tarefas, e se possível por represália à entidade destruir ou desperdiçar muito daquilo que poderia ser aproveitado.Com um ou outro tipo de comportamento neste país a recompensa é a mesma na grande maioria dos trabalhos o que leva aos que são minimamente responsáveis a tornarem-se pura e simplesmente desleixados isto contagiado pelos
que irresponsavelmente e desmotivados, cumprem pura e simplesmente com os mínimos possíveis, o «cumprimento» do mínimo desejável para manter o posto de trabalho e garantir o vencimento, ou seja chegar ao fim do mês será o único objectivo ou motivação que a grande maioria dos trabalhadores neste país sentem para cumprir com as suas tarefas.
Algo terá de mudar, a começar pela entidade patronal tornando o desempenho das funções a cada trabalhador, um motivo de orgulho e uma motivação para que cada um sinta o posto de trabalho como uma mais valia e uma maneira alegre a feliz de cada dia poder atingir uma vida melhor. Uma avaliação honesta, periódica e detalhada de cada trabalhador individualmente e a sua respectiva compensação pelo desempenho prestado, será o ponto de partida para que com o seu esforço e vontade de cada dia fazer melhor aumentará e de que maneira o crescimento individual e por conseguinte o aumento da produtividade do nosso país, com a remuneração justa a cada qual pelo seu desempenho.
Portugal tem quadros à altura o que precisa é de incentivo a quem dia à dia se esforça por um futuro melhor, o futuro depara-nos uma incerteza? até quando estaremos dependentes de governantes medíocres que continua a desvalorizar o desempenho dos trabalhadores portugueses no seu próprio país?
Porque será que o desempenho laboral dos trabalhadores em Portugal não tem a mesma evidencia que os mesmo fora do seu país? será que realmente não se esforçam, ou simplesmente não se sentem motivados para que a sua produtividade seja devidamente compensada e sobretudo reconhecida e com efeitos remuneratório? Sim, porque um funcionário que por exemplo: se preocupa com o seu desempenho no local de trabalho, é assíduo, simpático, poupado na utilização dos meios disponíveis, luz, água, papel, energia no geral, que durante um ano de trabalho representa uma poupança de 10% nos custos para a empresa ou entidade para quem presta serviços, e qual é o retorno que a entidade patronal reverte a favor dos trabalhadores com este tipo de comportamento? Na generalidade é ver, desperdício, pouca vontade no desempenho de suas tarefas, e se possível por represália à entidade destruir ou desperdiçar muito daquilo que poderia ser aproveitado.Com um ou outro tipo de comportamento neste país a recompensa é a mesma na grande maioria dos trabalhos o que leva aos que são minimamente responsáveis a tornarem-se pura e simplesmente desleixados isto contagiado pelos
que irresponsavelmente e desmotivados, cumprem pura e simplesmente com os mínimos possíveis, o «cumprimento» do mínimo desejável para manter o posto de trabalho e garantir o vencimento, ou seja chegar ao fim do mês será o único objectivo ou motivação que a grande maioria dos trabalhadores neste país sentem para cumprir com as suas tarefas.
Algo terá de mudar, a começar pela entidade patronal tornando o desempenho das funções a cada trabalhador, um motivo de orgulho e uma motivação para que cada um sinta o posto de trabalho como uma mais valia e uma maneira alegre a feliz de cada dia poder atingir uma vida melhor. Uma avaliação honesta, periódica e detalhada de cada trabalhador individualmente e a sua respectiva compensação pelo desempenho prestado, será o ponto de partida para que com o seu esforço e vontade de cada dia fazer melhor aumentará e de que maneira o crescimento individual e por conseguinte o aumento da produtividade do nosso país, com a remuneração justa a cada qual pelo seu desempenho.
Portugal tem quadros à altura o que precisa é de incentivo a quem dia à dia se esforça por um futuro melhor, o futuro depara-nos uma incerteza? até quando estaremos dependentes de governantes medíocres que continua a desvalorizar o desempenho dos trabalhadores portugueses no seu próprio país?
Uma formula para elevar a produtividade no trabalho:
Atitude
Motivação
Organização
Alegria...
Atitude
Motivação
Organização
Alegria...
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Aulas de democracia
Depois de passar quarenta e um ano à espera de colher os frutos do 25 de Abril, eis que continuamos a viver numa incerteza constante dado o descalabro a que chegaram os (construtores) do regime democrático. A democracia exigia igualdade de oportunidades, e o que se fez? criaram-se meia dúzia de senhores que descambaram o país levando-o à banca rota. Sim, porque este país já não sobrevive sem o auxílio da madrinha, UE. Criaram um sociedade de corruptos da pior espécie e pouco ou nada a revolução contribuiu para a evolução da pessoa humana. A proposta e inicial seria a de converter os cidadãos mais pobres e desprotegidos, elevá-los ao patamar dos mais favorecidos, dando-lhes ferramentas para que crescessem como pessoas de modo a atingirem níveis de cidadania minimamente aceitáveis. É verdade que durante estes quarenta anos, formámos muitos mais estudantes e aumentá-mos os seus níveis de escolaridade, mas será que educamos melhor os cidadãos? A democracia exigia cumprimento escrupuloso dos deveres e exigência máxima dos direitos, mas isso em nada evoluiu, pois cada vez mais o poder esmaga sem dó nem compaixão todos os que de uma maneira ou de outra, tentam contribuir com o seu trabalho e esforço construir a dignidade que a liberdade da nossa democracia condiciona. Uma sociedade mais justa foi esse o objectivo da revolução. Será que isso foi conseguido ou precisamos verdadeiramente umas lições ou até um curso intensivo de democracia? Ainda teremos que esperar mais quarenta anos, ou que uma nova geração se proponha uma revolução mais radical?
Depois de passar quarenta e um ano à espera de colher os frutos do 25 de Abril, eis que continuamos a viver numa incerteza constante dado o descalabro a que chegaram os (construtores) do regime democrático. A democracia exigia igualdade de oportunidades, e o que se fez? criaram-se meia dúzia de senhores que descambaram o país levando-o à banca rota. Sim, porque este país já não sobrevive sem o auxílio da madrinha, UE. Criaram um sociedade de corruptos da pior espécie e pouco ou nada a revolução contribuiu para a evolução da pessoa humana. A proposta e inicial seria a de converter os cidadãos mais pobres e desprotegidos, elevá-los ao patamar dos mais favorecidos, dando-lhes ferramentas para que crescessem como pessoas de modo a atingirem níveis de cidadania minimamente aceitáveis. É verdade que durante estes quarenta anos, formámos muitos mais estudantes e aumentá-mos os seus níveis de escolaridade, mas será que educamos melhor os cidadãos? A democracia exigia cumprimento escrupuloso dos deveres e exigência máxima dos direitos, mas isso em nada evoluiu, pois cada vez mais o poder esmaga sem dó nem compaixão todos os que de uma maneira ou de outra, tentam contribuir com o seu trabalho e esforço construir a dignidade que a liberdade da nossa democracia condiciona. Uma sociedade mais justa foi esse o objectivo da revolução. Será que isso foi conseguido ou precisamos verdadeiramente umas lições ou até um curso intensivo de democracia? Ainda teremos que esperar mais quarenta anos, ou que uma nova geração se proponha uma revolução mais radical?
sexta-feira, 10 de abril de 2015
De cabeça fria
Depois de passar um período de alteração,(mudança),(alternativa),(renovação), e todos os termos usados, para continuar na mesma, eis que nos «preparamos» para receber um !novo! governo.
Mas afinal, existiam 256 700 eleitores inscritos, quase 50% não votaram, 56 500 votaram PSD, 17 500, CDS-PP, 14 500, Col. Mudança, 13 100, JPP, 7 000, CDU, 4 800, BE, 2 600, PND, 2 100 MRPP, 1 700 MAS, 1 000, PNR, 900, Plataforma C. 1 100 votos nulos, 4 300 votos brancos, qual a democracia que aceita um governo de uma minoria de votantes ser considerado legal representante de uma maioria de eleitores? Dirão, que os cadernos eleitorais estão desactualizados! actualizem-se; que o povo está farto dos políticos! obriguem-nos a que participem na democracia, pois esse também é um dever de cidadão; que estamos fartos dos políticos e da política! cultivem o povo de modo que seja mais activos e muito mais participativos em tudo o que diz respeito aos assunto políticos do país. Afinal será que existem interesses por parte dos políticos que os cidadãos se comportem desta forma? Se assim é, então duvido muito da seriedade e da honestidade da nossa democracia. Para agravar a situação foi ver o desfecho nos resultados dos escrutínios, uma autentica vergonha, e tudo ficou como se nada tivesse acontecido. Como querem que o povo participe numa coisa que se designa por democracia, mas que afinal se comporta como uma verdadeira rebaldaria? Ainda não compreendi como tudo isto acontece e passados meia dúzia de dias é ver tudo como se fosse muito normal, aliás parece ser que 40 anos de pseudo-democracia deu para criar um mau hábito, para aceitar-mos impávidos e serenos, tudo o que acontece à nossa volta. Não acho que deveríamos sair por aí a baixo e rebentar com tudo, isso nunca pois demonstraria ainda mais a nossa falta de civismo, mas civismo não significa passividade extrema ou aceitar tudo o que nos dão só para mostrarmos ao mundo que somos civilizados, mas ao menos demonstrar a nossa insatisfação utilizando todos os meios cívicos ao nosso alcance. Não vi nenhuma instituição, nenhum movimento cívico, nenhuma entidade, interessada em formar ou informar os cidadãos para os seus deveres e direitos que a democracia consagra na nossa constituição, essa tarefa deveria ser encetada por algum movimento que orienta-se a população de modo a ser mais participativa, mais reivindicativa, e sobretudo com maior sentido democrático. É urgente que alguém se preocupe em formar cidadãos para a democracia. Oxalá e os futuros governantes tenham a consciência de zelar pelo verdadeiro interesse dos cidadãos, e que isso reverta a favor duma renovação da imagem dos políticos, são esses os mais mais sincero votos.
Depois de passar um período de alteração,(mudança),(alternativa),(renovação), e todos os termos usados, para continuar na mesma, eis que nos «preparamos» para receber um !novo! governo.
Mas afinal, existiam 256 700 eleitores inscritos, quase 50% não votaram, 56 500 votaram PSD, 17 500, CDS-PP, 14 500, Col. Mudança, 13 100, JPP, 7 000, CDU, 4 800, BE, 2 600, PND, 2 100 MRPP, 1 700 MAS, 1 000, PNR, 900, Plataforma C. 1 100 votos nulos, 4 300 votos brancos, qual a democracia que aceita um governo de uma minoria de votantes ser considerado legal representante de uma maioria de eleitores? Dirão, que os cadernos eleitorais estão desactualizados! actualizem-se; que o povo está farto dos políticos! obriguem-nos a que participem na democracia, pois esse também é um dever de cidadão; que estamos fartos dos políticos e da política! cultivem o povo de modo que seja mais activos e muito mais participativos em tudo o que diz respeito aos assunto políticos do país. Afinal será que existem interesses por parte dos políticos que os cidadãos se comportem desta forma? Se assim é, então duvido muito da seriedade e da honestidade da nossa democracia. Para agravar a situação foi ver o desfecho nos resultados dos escrutínios, uma autentica vergonha, e tudo ficou como se nada tivesse acontecido. Como querem que o povo participe numa coisa que se designa por democracia, mas que afinal se comporta como uma verdadeira rebaldaria? Ainda não compreendi como tudo isto acontece e passados meia dúzia de dias é ver tudo como se fosse muito normal, aliás parece ser que 40 anos de pseudo-democracia deu para criar um mau hábito, para aceitar-mos impávidos e serenos, tudo o que acontece à nossa volta. Não acho que deveríamos sair por aí a baixo e rebentar com tudo, isso nunca pois demonstraria ainda mais a nossa falta de civismo, mas civismo não significa passividade extrema ou aceitar tudo o que nos dão só para mostrarmos ao mundo que somos civilizados, mas ao menos demonstrar a nossa insatisfação utilizando todos os meios cívicos ao nosso alcance. Não vi nenhuma instituição, nenhum movimento cívico, nenhuma entidade, interessada em formar ou informar os cidadãos para os seus deveres e direitos que a democracia consagra na nossa constituição, essa tarefa deveria ser encetada por algum movimento que orienta-se a população de modo a ser mais participativa, mais reivindicativa, e sobretudo com maior sentido democrático. É urgente que alguém se preocupe em formar cidadãos para a democracia. Oxalá e os futuros governantes tenham a consciência de zelar pelo verdadeiro interesse dos cidadãos, e que isso reverta a favor duma renovação da imagem dos políticos, são esses os mais mais sincero votos.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Prognósticos,Sondagens e Profecias
Aproxima-se mais um acto eleitoral. No dia 29 de Março seremos chamados a eleger por um período de quatro anos, a composição da assembleia regional da Madeira e os membros que compõem a próxima equipa governativa. Será que desta vez a consciência cidadã demoverá os eleitores e em vez de ficarem em casa, sentirão a necessidade de recorrer à arma que a democracia concede, para poderem alterar o estado das coisa e fundamentalmente da política destas últimas duas décadas?
Falta de escolhas não será, pois mais parece uma lista de supermercado do que propriamente um boletim de voto. Mas vamos olhar seriamente para isto. Imaginemos que as pessoas vão votar em massa e que pelo menos 80% dos eleitores cumprem o seu dever, o que duvido! devido à falta de confiança que ao longo destes anos de democracia, os políticos fizeram com que o povo deixa-se de acreditar neles. Então estaremos a ver o panorama de outra forma e quando 50% dos eleitores é que irão votar e desses, 10% serão, nulos ou brancos, estamos a falar de um universo de 40% do eleitorado. Qual será a representatividade democrática de uns eleitos, que não corresponde aquilo que uma verdadeira democracia exige, uma maioria? e se nesta perspectiva, o partido mais votado tiver entre 32% a 38% dos votos escrutinados, o segundo entre: 25% a 30% dos votos, o terceiro entre 10% a 15%, e os restantes pouco mais de 15%, como será a composição da futura assembleia regional e de um governo de minorias. Sim! porque minoria das minorias, será o futuro governo regional, infelizmente porque os cidadãos estão fartos de promessas e que esse método para os cativar continua, quando à falta de tudo até de seriedade, continuam a prometer-se mundos e fundos e é por aí que o povo se revolta e a atitude mais fácil é nem pôr os pés na mesa de voto, o que será um erro apesar de tudo.Os dados estão lançados, aceitam-se prognósticos, não deixem para o fim do jogo.
Aproxima-se mais um acto eleitoral. No dia 29 de Março seremos chamados a eleger por um período de quatro anos, a composição da assembleia regional da Madeira e os membros que compõem a próxima equipa governativa. Será que desta vez a consciência cidadã demoverá os eleitores e em vez de ficarem em casa, sentirão a necessidade de recorrer à arma que a democracia concede, para poderem alterar o estado das coisa e fundamentalmente da política destas últimas duas décadas?
Falta de escolhas não será, pois mais parece uma lista de supermercado do que propriamente um boletim de voto. Mas vamos olhar seriamente para isto. Imaginemos que as pessoas vão votar em massa e que pelo menos 80% dos eleitores cumprem o seu dever, o que duvido! devido à falta de confiança que ao longo destes anos de democracia, os políticos fizeram com que o povo deixa-se de acreditar neles. Então estaremos a ver o panorama de outra forma e quando 50% dos eleitores é que irão votar e desses, 10% serão, nulos ou brancos, estamos a falar de um universo de 40% do eleitorado. Qual será a representatividade democrática de uns eleitos, que não corresponde aquilo que uma verdadeira democracia exige, uma maioria? e se nesta perspectiva, o partido mais votado tiver entre 32% a 38% dos votos escrutinados, o segundo entre: 25% a 30% dos votos, o terceiro entre 10% a 15%, e os restantes pouco mais de 15%, como será a composição da futura assembleia regional e de um governo de minorias. Sim! porque minoria das minorias, será o futuro governo regional, infelizmente porque os cidadãos estão fartos de promessas e que esse método para os cativar continua, quando à falta de tudo até de seriedade, continuam a prometer-se mundos e fundos e é por aí que o povo se revolta e a atitude mais fácil é nem pôr os pés na mesa de voto, o que será um erro apesar de tudo.Os dados estão lançados, aceitam-se prognósticos, não deixem para o fim do jogo.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Medida radical
Aproxima mais um acto eleitoral de uma relevância extrema para a região.
Terá que ser esta a atitude dos portugueses para que alguma coisa mude neste país e sobretudo nesta região?
Durante quatro décadas todos os políticos sem excepção, que de uma ou outra forma passaram pela administração do nosso país, foram incapazes de satisfazer o mínimo daquilo que o povo esperava. Cometeram-se tantos erros incontáveis já, que na sua maioria comprometeram o regime e fizeram com que os eleitores cada vez que são chamados ás urnas para eleger os seus governantes, sejam cada vez em menor número. Como é possível que os políticos depois de tantas promessas incumpridas e durante tantos anos, sejam eles próprios os promotores para que os povos tomem atitudes radicais.
O sinal que o povo Grego deu recentemente à Europa, é fruto desse sem número de erros políticos ao longo das últimas décadas que continuando a defender os interesses de lobbies e de grupos económicos,esquecendo o essencial que são as pessoas, pois simplesmente a essas viraram-lhes as costas. Está na altura de os actuais e futuros políticos desta terra tomarem consciência de que o povo cala, consente e por vezes tarda em tomar decisões, mas quando sente que está em causa a sua subsistência, a liberdade que a democracia concede permite-lhes tomar decisões que muitas vezes não sendo a mais sensatas, poderão vir a ser as consequências de tanto ser massacrado e espezinhado, e que afinal os causadores destas atitudes são nem mais nem menos aqueles que ao longo do tempo têm passado pela administração da nação. Espero que as pessoas tomem consciência, pois está nas nossas mãos o futuro da nossa terra e do nosso destino, e não estejam à espera de mudanças radicais por parte dos eleitos, pois essa poderá ter que ser sim a atitudes dos leitores.Que sirva de exemplo para despertar consciências tanto aos eleitos como a eleitores, pois não devemos de deixar nas mãos dos outros aquilo que teremos que ser nós a mudar, com o nosso comportamento e a nossa participação. Votar é importante mesmo dando a oportunidade a quem nunca exerceu o poder, pois não sendo nada radical é de extrema necessidade não ser demasiado conservador quanto a participação no próximo acto eleitoral. Ficar em casa à espera que os outros decidam por nós, e ficar depois a maldizer tudo e todos, retira-nos autoridade para discordar do que quer que seja em relação ao futuro político da nossa terra. Verdade seja dita, que ninguém nos inspira uma confiança plena, mas que algo devemos de fazer e mostrar o nosso descontentamento através do voto, lá isso acho que seria a melhor resposta.
Aproxima mais um acto eleitoral de uma relevância extrema para a região.
Terá que ser esta a atitude dos portugueses para que alguma coisa mude neste país e sobretudo nesta região?
Durante quatro décadas todos os políticos sem excepção, que de uma ou outra forma passaram pela administração do nosso país, foram incapazes de satisfazer o mínimo daquilo que o povo esperava. Cometeram-se tantos erros incontáveis já, que na sua maioria comprometeram o regime e fizeram com que os eleitores cada vez que são chamados ás urnas para eleger os seus governantes, sejam cada vez em menor número. Como é possível que os políticos depois de tantas promessas incumpridas e durante tantos anos, sejam eles próprios os promotores para que os povos tomem atitudes radicais.
O sinal que o povo Grego deu recentemente à Europa, é fruto desse sem número de erros políticos ao longo das últimas décadas que continuando a defender os interesses de lobbies e de grupos económicos,esquecendo o essencial que são as pessoas, pois simplesmente a essas viraram-lhes as costas. Está na altura de os actuais e futuros políticos desta terra tomarem consciência de que o povo cala, consente e por vezes tarda em tomar decisões, mas quando sente que está em causa a sua subsistência, a liberdade que a democracia concede permite-lhes tomar decisões que muitas vezes não sendo a mais sensatas, poderão vir a ser as consequências de tanto ser massacrado e espezinhado, e que afinal os causadores destas atitudes são nem mais nem menos aqueles que ao longo do tempo têm passado pela administração da nação. Espero que as pessoas tomem consciência, pois está nas nossas mãos o futuro da nossa terra e do nosso destino, e não estejam à espera de mudanças radicais por parte dos eleitos, pois essa poderá ter que ser sim a atitudes dos leitores.Que sirva de exemplo para despertar consciências tanto aos eleitos como a eleitores, pois não devemos de deixar nas mãos dos outros aquilo que teremos que ser nós a mudar, com o nosso comportamento e a nossa participação. Votar é importante mesmo dando a oportunidade a quem nunca exerceu o poder, pois não sendo nada radical é de extrema necessidade não ser demasiado conservador quanto a participação no próximo acto eleitoral. Ficar em casa à espera que os outros decidam por nós, e ficar depois a maldizer tudo e todos, retira-nos autoridade para discordar do que quer que seja em relação ao futuro político da nossa terra. Verdade seja dita, que ninguém nos inspira uma confiança plena, mas que algo devemos de fazer e mostrar o nosso descontentamento através do voto, lá isso acho que seria a melhor resposta.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Num mar de incertezas
Depois de tanto burburim à volta da eleições internas do PSD-Madeira, surge uma nova figura que não será propriamente uma figura nova, visto fazer parte desde à muito, do núcleo de personagem que ao longo dos últimos 20 anos fez parte da equipa que levou a região à situação actual . Sim; porque o novo líder apesar de querer fazer passar a mensagem de que vem com ideias novas, o seu antecessor pela atitude que ao longo dos anos teve para com esta democracia, talvez nunca deu hipótese de os seus camaradas de partido, poderem desenvolver ou por em prática as suas ideias.Será mesmo que só agora será possível? É que dadas as circunstâncias de; o país e a região estarem endividado; de a oposição nunca conseguir um consenso de modo a alterar a situação política da região; de parecerem acomodados na oposição melhor do que se estivessem no governo, ou efectivamente nem se sentirem capazes de semelhante tarefa; da falta de cultura democrática do nosso povo; enfim de várias razões que agora serão questionáveis ao ponto de poderem tirar-se ilações do futuro político da região. Começará a batalha eleitoral, a incerteza levará ao partido que durante 4 décadas está no poder a fazer todos os possíveis para manter a sua hegemonia, de modo a que alterando os personagens, pouco ou nada se altere a maneira de fazer política, pois os interesses continuam lá bem patentes. A oposição continua sem se entender e cada vez, mais distantes uns dos outros. Em caso de vencer, qual será a nova composição de um governo que, pouco terá para inaugurar, foi a receita que manteve durante tantos anos a actual cor politica no comando dos destino da região. E se tiver minoria, qual será a atitude dos dirigentes do segundo partido mais votado; será que já se pôs de cocaras, a espera que os convidem para um banquete tão desejado? a ambição desmedida que se tem manifestado pelos maiores partidos da oposição, a ânsia do poder ou a pouca vontade de mostrar uma alternativa credível, deixa o caminho aberto para que a Madeira continue a ser governada por aqueles que estrategicamente sabem com que tipo de povo estão a lidar, e daí fazer da política uma arma teledirigida de modo que: as pessoas na sua maioria já não acreditam nos políticos. Então quem se define com a política são, os interessados pelos tachos e seus dependentes directos, os que vivem à custa da política e mais umas dezenas de fanáticos e que acham que com a sua participação conseguem alguns benefícios na hora de pedir favores. Sim porque isto também se jogam os favores e os interesses futuros, o pedidos as influências, não vigora o efeito cidadão deveres e direitos, mas o continuar dos favores e das mordomias, dos jeitinhos e das cunhas. A nossa sociedade acha que isto já faz parte do seu modo de vida, quando deveria ser o mérito, a qualificação, a capacidade de cada um de subir na vida com deve ser, e é assim que funciona numa verdadeira democracia, espera-se que quem ganhe, de quem governe, de quem gere, possa fazer um favorzinho, dar um jeitinho ou um empurrãozinho para que alguém possa subir na vida, pois este povo continua a achar que a liberdade deve ser usada desta forma e não como preconiza uma democracia autêntica, pelo mérito, pela capacidade e pelo conhecimento de cada cidadão que quer e acha que deve estar ao serviço dos cidadãos. O futuro da nossa terra, do nosso país e da nossa democracia, passa primeiramente e sobretudo pela alteração da mentalidade do nosso povo. O futuro de quem governar só será democraticamente eficaz se levar em conta o mérito, o empenho e a vontade de cada cidadão de fazer mais e melhor pelo seu país em função de todos. Se assim não for a democracia entrou em decadência, pois os políticos deram cabo dela. Temos que sentir todos e cada um na necessidade de fazer algo para melhorar o nosso conceito de democracia, participando activamente.
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