quinta-feira, 28 de março de 2024

 Quem prefere o Socialismo será quem não quer ter responsabilidade perante a sociedade e incapacidade de ser auto-suficiente deixando grande parte da sua responsabilidade a cargo do estado. Porque ser responsável dá muito trabalho, crescer na dida exige muitos sacrifícios, que o digam os nossos emigrantes! Os portugueses têm um pouco de preguiçar no seu país, daí que os que querem subir na vida têm duas opções, ou emigram ou optam pela política. A falta de ambição é sem dúvida aquilo que faz dos portugueses por vezes se marinbarem para a política. Se as realidades de hoje não existissem na sociedade, jamais um partido como o CHEGA teria sucesso, e porquê? Porque os problemas reais do país tinham sido resolvidos durante estes 50 anos de democracia. A culpa de existir um partido como o CHEGA é tão somente a da falha e do erro de quem até aqui geriu a democracia no nosso país não se aperceberam que o mundo mudou e com ele as pessoas , as exigências o conceitos e as necessidades dessas mesmas pessoas mudaram o mundo. Se tivermos a convicção que nunca mais regressa D. Sebastião encontraremos a nossa solução.

quarta-feira, 27 de março de 2024

 Eu vou comparar a relação da AD com o Chega com uma relação entre um casal onde a mulher é vítima de violência doméstica. Quando a mulher começa a ser maltratada e não diz basta logo desde o início em nome da estabilidade emocional dos filhos, da religião, por causa do que o resto da família vai pensar, etc, etc o que tende a acontecer é que o agressor, aproveitando-se dessa subjugação, torna-se cada vez mais violento e muitas vezes acaba por matar a mulher. No caso do Chega se ele não tem tomado uma posição logo de início e tivesse votado a favor do Presidente escolhido pela AD o que é que iria acontecer aquando a votação do Orçamento? O Chega votaria a favor em nome da estabilidade do país pese embora a constante humilhação e ostracização por parte da AD? É que se assim fosse, o Chega estaria condenado, assim como muitas das vítimas de violência doméstica, a morrer... Não há nada melhor do que cortar o mal pela raiz… a AD mostrou as suas verdadeiras cores… resta aos seus militantes e simpatizantes menos atentos perceberem que votaram numa extensão do PS e nada mais do que isso e que se esperavam mudança com estes senhores, que esperem sentados …

Se os militantes e simpatizantes do Chega que votaram no partido nestas eleições queriam ver o Chega refém da AD então não votaram no partido certo porque um voto no Chega é um voto contra um regime instalado neste país há 50 anos e dizer amén à AD sem contrapartidas é ser conivente com esse mesmo regime!

O que se passou ontem na Assembleia da República foi um autêntico braço de ferro.
Todas as forças do sistema vigente contra André Ventura.
Todos responsabilizam o CHEGA pela vergonha da não eleição da segunda figura de Estado.
Mas se não elegeram o candidato do PSD ou do PS é porque não quiseram.
O CHEGA não é obrigado a votar como os partidos do sistema querem.
Os cinquenta deputados do CHEGA não foram suficientes para eleger o presidente da Assembleia da República, mas foram suficientes para bater o pé aos antigos donos disto tudo.
Ver o nível baixo do IL igual ao Livre mostra o desespero de Rui " Calhau " 😉 a Rocha de areia liberal.

sexta-feira, 22 de março de 2024

O despoletar duma nova realidade

O ultimo ato eleitoral calou-me definitivamente. Quando muitas vezes fui crítico acérrimo da falta de cultura democrática do povo português, eis que esse mesmo povo acabou por dar-me uma lição de democracia. Eu achar que os portugueses tinham virado as costas á democracia e até tinha de certa forma  esquecido a liberdade, eis que surge um novo despertar. Aquele que (habitualmente) tinha-se convertido no maior partido;  "a abstenção" foi reduzida substancialmente em 8.42% equiparando-se à de 1995, não deixando contudo de continuar a ser o mais relevante universo do eleitorado, enquanto que votos brancos e nulos tiveram um ligeiro aumento. Mas onde mais se evidenciou a maturidade dos eleitores foi no que diz respeito concretamente à sua escolha. Enquanto que nas legislativas de à 2 anos em 2022, o PS de António Costa obteve 2.301.887 votos e elegeu 120 deputados, o PSD de Rui Rio , 1.539.189 votos + 50.634 de PSD/CDS-PP+ (Madeira) 28.520 de PSD/CDS-PP/PPM (Açores), e o CDS-PP 89.113 votos, o que faz um total de 1.707.456 votos e elegeu 77 deputado, nestas recentes eleições a AD com o PSD+CDS-PP+PPM de Luis Montenegro obtiveram 1.814.021 votos e 52.992 votos do PSD+CDS-PP=(Madeira Primeiro), enquanto que o PS de Pedro Nuno Santos obteve 1.812.469 votos. Contas feitas o eleitorado   castigou o PS, penalizou a AD e os abstencionistas que voltaram a acreditar ser possível uma nova forma de democracia depositaram a sua confiança nos que a  maioria da comunicação social diabolizou de estrema direita e no que afinal veio a converter-se naquilo que os eleitores interpretaram de extrema necessidade para equilibrar a democracia e voltar a acreditar que existe uma nova forma de fazer política, sem dogmas e sem ideologias marcantes apenas não respeita doutrinas política, posicionando-se tão só do lado de quem trabalha e não é valorizado,  de quem trabalhou e é humilhado,  de quem sonha com um futuro e é  desprezado,  de quem quer ser livre e é doutrinado. Erradicar o Socialismo e devolver a democracia aos cidadãos,  acabar com a corrupção, o compadrio,  o oportunismo e a arrogância e a prepotência daqueles que se acham senhores da liberdade e donos da democracia, esta é  a filosofia política que cativou 1.169.836 portugueses. Fica agora a questão a muitos que duvidavam? será que existem em Portugal um número tão grande de fascistas, racistas, xenófobos, ou será que continuam a existir 3.679.432 de oportunistas, vigaristas ou corruptos dum eleitorado que castigou a extrema esquerda e que só pelo facto de terem votado nos partidos que até aqui governaram este país? Um partido que atraiu eleitorado de diversos setores, pobres e ricos, atraiu classe média, emigrantes e imigrantes, atraiu população do norte e do sul varrendo com o Socialismo/ Comunismo do Alentejo e Algarve, que atraiu leitores da esquerda e da direita, que mostrou em boa parte que o facto de existir abstenção seria porque até aqui não se reviam nos partidos do sistema e não acreditavam nos que até aqui se apresentaram como a solução e a alternativa. E até uma situação um tanto ou quanto caricata nesta nossa já bem adulta democracia: pela primeira vez o segundo máximo órgão representante da democracia e que não por acaso até nem é eleito pelos povo, foi derrotado através do voto dos emigrantes, Augusto Santos Silva que tanto humilhou e ostracizou os 12 deputados esses então eleitos democraticamente, foi corrido da Assembleia da República da forma mais democrática que alguma vez o povo português se soube expressar. É caso para dizer que: esta nova realidade possa servir para que se reconheça a maturidade do povo português nesta nova realidade que o futuro da democracia reserva. Parece que reeditada a máxima do 25 de Abril «O povo é quem mais ordena» na Madeira parece que haverá mais do mesmo, mas se a eterna classe política souber interpretar esta manifestação do eleitorado, terá aqui uma forma mais explícita de perceber após 50 anos de democracia que chega a hora de reconstruir Portugal.

quinta-feira, 21 de março de 2024

 O CHEGA  não respeita doutrinas política,  apenass posiciona-se do lado de quem trabalha e não é valorizado,  de quem trabalhou e é humilhado,  de quem sonha com um futuro e é  desprezado,  de quem quer ser livre e é doutrinado. Erradicar o Socialismo e devolver a democracia aos cidadãos,  acabar com a corrupção, o compadrio,  o oportunismo e a arrogância e a prepotência daqueles que se acham senhores da liberdade e donos da democracia, esta é  a filosofia política do CHEGA.

quarta-feira, 13 de março de 2024

 Com todo respeito pela democracia

Hoje após o rescaldo do último ato eleitoral e já com algumas reações e muitas incertezas consoante ao futuro, dou por mim a pensar que este país parece não ter solução, (às vezes até parece que muitos preferem ser regidos por criminosos) e  não ter nalguns setores políticos gente que dignifique a democracia e que saiba fervorosamente defender a liberdade.  Ao menos uma solução política onde não existe entendimento por parte daqueles que durante 50 anos andam a enganar os portugueses com sucessivas promessas, e quando é preciso o cumprimento de algumas delas, o único que acontece é: mais do mesmo, corrupção, compadrio, oportunismo, vigarice. Mas será que 50 anos de (democracia) não seria tempo mais do que suficiente para perceber que: mesmo divergindo muitas vezes de alguns dos objetivos nos programas eleitorais e nas propostas apresentadas à população, deveria ao menos haver coragem e consciência política em conseguir um entendimento no que diz respeitos aos problemas básicos deste país? A teimosia dos mais votados em não aceitar a decisão de mais de UM MILHÃO E CEM MIL VOTANTES, versus os oportunistas da esquerda que já começam a cozinhar de novo um assalto ao poder aproveitando a falta de responsabilidade e de vontade de servir a nação, dando resposta aquilo que os portugueses expressamente através do voto disseram! não queremos a esquerda, muito menos a extrema esquerda radical, queremos uma mudança, não queremos maiorias, mas queremos que haja entendimento e consenso nas partes que deveriam primar pela responsável aceitação na resolução dos problemas reais do país através do diálogo e dalgum entendimento. Por em causa a estabilidade política do país, pela teimosia, a arrogância, a prepotência e a manutenção dum sistema totalmente rejeitado pelo eleitorado. Nem sequer perceberam que aqueles que tinham virado as costas à democracia através da abstenção, 14,8% voltaram a depositar esperança numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia? Desde Janeiro de 2022 quando 5.256.840 eleitores não votaram, após 2 anos e neste último ato eleitoral, apenas 3.181.210 se abstiveram, portanto mais de 2 MLHÕES de eleitores arriscaram voltar a acreditar ser possível restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade, em suma reconstruir Portugal. Acho que chegou a hora de ver a governabilidade do nosso país de outra forma, onde as divergências apenas sirvam para corrigir os erros até aqui cometidos por parte daqueles que semearam promessas e colhem frustração, indignação e revolta, mas que inteligentemente continuam a acreditar na democracia. Vamos tentar comemorar os 50 anos do 25 de Abril duma forma onde a democracia volte a ter o papel a que foi implementada e respeitando a decisão dum povo farto de politiqueiros e de descalabros políticos. Vamos duma vez por todas perceber que liberdade e democracia é do povo e para o povoo devolvendo-a às suas verdadeiras origens. Vamos ver duma vez por todas se Portugal endireita! 

sexta-feira, 1 de março de 2024

                                     A abstenção nunca ganhou eleições!

O significado desta palavra tem inúmeros sinónimos: ABSTENÇÃO= renúncia, desistência, recusa, abstinência, privação, isenção, jejum, continência, rejeição, repúdio, enjeitamento, nega, mas por vezes no caso dum ato eleitoral poderá até ser discordância, desilusão, resignação ou até revolta porque não se identificam com o sistema que foi posto em prática e que no caso de Portugal concretamente vigora à meio século.  Todos este modo de comportamentos do eleitorado leva a crer que não encontram em nenhuma das forças política a alternativa desejada à solução dos problemas e das circunstância que afetam os cidadãos daí que: neste momento quase metade dos eleitores pura e simplesmente se desmotivam para exercer aquilo que até poderia ou deveria ser uma obrigação. Uma das razões que as pessoas acham que não vale a pena votar é a de que (dizem elas), de que nos serve, afinal ganham sempre os mesmos! Mas já repararam o porque ganham sempre os mesmos, por essa atitude, os que acham que são sempre os mesmo não têm a coragem de votar contra, para que sejam outros a vencer, porque os mesmos os que beneficiam do sistema, essas não falham para não perderem as suas benesses., enquanto que os que supostamente discordam, ficam resignados e não vão votar. Outra das razões que é frequente ouvir: Hã!!! são todos iguais. Pois até aqui e porque o sistema foi adaptado às circunstâncias, os oportunistas que sabendo de antemão que tipo de povo lidam, aproveitando-se da ingenuidade dos cidadãos e da falta de cultura democrática do povo português, sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção, por vezes criando as próprias leis que os inibe do crime e convertendo a (justiça) em cúmplice e manipulando os meios de comunicação para passarem uma informação por vezes falsa, que leva ao descrédito e degradação das instituições. Não podemos continuar a achar que a resignação é a solução e que não existe meios para alterar o panorama político do país encontrando uma possível alternativa. Razão aqui mais do que suficiente para votar em propostas novas ou naqueles que ao menos nunca tiveram a oportunidade de mostrar que se pode fazer mais e melhor. E ainda há aqueles que acham que é melhor manter os que cá estão, pois taxativamente acham que se mudar virão outros  num novo oportunismo fazer aquilo que foi feito até aqui, por isso fazem jus ao velho ditado: (melhor o mal conhecido que o bom por conhecer). Mas será que democracia são 47 anos de hegemonia dum só partido, no caso da R.A. da Madeira, ou de meio século do perpetuar a corrupção, compadrio, oportunismo, vigaristas, corruptos como tem-o sido a nível nacional de que têm o direito de estar à frente dos governos, ou será que um cidadão comum, serio, honesto, empenhado, disposto a dar o seu contributo à nação como se de um militar em idade de serviço à nação, poderia trazer de novo a esperança e devolver a confiança na autêntica democracia? No dia 10 de Março os eleitores seremos chamados a dar o nosso aval a que futuros governantes possam tomar as rédeas da gestão governativa do nosso país. Vou tomar a liberdade de transcrever uma frase de Francisco Sá Carneiro: "A abstenção é um acto de covardia política". Os mações votam, os ricos votam, os corruptos VOTAM,  os boys votam, os militantes dos partidos votam, os beneficiários do regime e os oportunistas votam, o povo, o cidadão comum abstem-se, vota branco ou nulo e depois anda 4 anos a reclamar, a protestar. Este é o verdadeiro mito urbano já conhecido. A ideia de que se a maioria dos eleitores se abstivessem, votassem branco ou nulo o ato eleitoral seria anulado, achando ser essa a formula de mostrarem a sua condenação do sistema e o seu desagrado para com os partidos. Para que duma vez por todas fique esclarecido, e segundo a CNE as leis eleitorais são claras. O que sucedo se num ato eleitoral os votos brancos, nulos e a abstenção for superior aos votos nas candidaturas, (NÃO TERÁ QUALQUER TIPO DE INFLUÊNCIA)  no resultado final sobre os votos nas candidaturas, (vulgo votos válidos) e os lugares a atribuir serão os que dependerem desses mesmos votos. Eis a razão pela qual a abstenção, os votos brancos ou nulos nunca ganharam eleições e são uma ato de pura covardia contra a democracia, e a um extremo atentado pondo em causa a liberdade. Daí que no dia 10 de MARÇO os cidadãos mostrarem uma atitude responsável e será um desígnio nacional o facto de comparecer no local de voto e mostrar a sua luta pela preservação da liberdade e a consagração de 50 anos de autêntica democracia.   


Texto para o Folha Nacional 

A abstenção nunca ganhou eleições!

O significado desta palavra tem inúmeros sinónimos: ABSTENÇÃO= renúncia, desistência, recusa, abstinência, privação, isenção, jejum, continência, rejeição, repúdio, enjeitamento, nega, mas por vezes no caso dum ato eleitoral poderá até ser discordância, desilusão, resignação ou até revolta porque não se identificam com o sistema que foi posto em prática e que no caso de Portugal concretamente vigora há meio século.  Todos estes modos de comportamentos do eleitorado levam a crer que não encontram em nenhuma das forças política a alternativa desejada à solução dos problemas e das circunstâncias que afetam os cidadãos daí que: neste momento quase metade dos eleitores pura e simplesmente se desmotivam para exercer aquilo que até poderia ou deveria ser uma obrigação. Uma das razões que as pessoas acham que não vale a pena votar é a de que (dizem elas), de que nos serve, afinal ganham sempre os mesmos! Mas já repararam o porquê ganham sempre os mesmos, por essa atitude, os que acham que são sempre os mesmos não têm a coragem de votar contra, para que sejam outros a vencer, porque os mesmos os que beneficiam do sistema, essas não falham para não perderem as suas benesses., enquanto que os que supostamente discordam, ficam resignados e não vão votar. Outra das razões que é frequente ouvir: Há!!! são todos iguais. Pois até aqui e porque o sistema foi adaptado às circunstâncias, os oportunistas que sabendo de antemão que tipo de povo lidam, aproveitando-se da ingenuidade dos cidadãos e da falta de cultura democrática do povo português, sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção, por vezes criando as próprias leis que os inibe do crime e convertendo a (justiça) em cúmplice e manipulando os meios de comunicação para passarem uma informação por vezes falsa, que leva ao descrédito e degradação das instituições. Não podemos continuar a achar que a resignação é a solução e que não existe meios para alterar o panorama político do país encontrando uma possível alternativa. Razão aqui mais do que suficiente para votar em propostas novas ou naqueles que ao menos nunca tiveram a oportunidade de mostrar que se pode fazer mais e melhor. No CHEGA estamos preparados para restaurar a democracia devolvendo-a aos cidadãos. E ainda há aqueles que acham que é melhor manter os que cá estão, pois taxativamente acham que se mudar virão outros num novo oportunismo fazer aquilo que foi feito até aqui, por isso fazem jus ao velho ditado: (melhor o mal conhecido que o bom por conhecer). Mas será que democracia são 47 anos de hegemonia dum só partido, no caso da R.A. da Madeira, ou de meio século do perpetuar a corrupção, compadrio, oportunismo, vigaristas, corruptos como tem-no sido a nível nacional de que têm o direito de estar à frente dos governos, ou será que um cidadão comum, serio, honesto, empenhado, disposto a dar o seu contributo à nação como se de um militar em idade de serviço à nação, poderia trazer de novo a esperança e devolver a confiança na autêntica democracia? Na verdade, para contestar o que quer que seja e sermos capazes de mostrar os motivos do nosso desagrado e frustração ao sistema encontraremos no voto a melhor maneira de retirar do poder pessoas que até aqui governaram contra os nossos verdadeiros interesses e substitui-los por outras que venham ao encontro dos nossos anseios e das nossas necessidades e prioridades. Quando cada vez mais cresce a contestação, na prática os instalados nos cargos políticos torna-se num dever cívico sermos os eleitores a substitui-los não sendo o ato de liberdade apenas e tão sá dizer mal daqueles que discordamos. No dia 10 de Março os eleitores seremos chamados a dar o nosso aval a que futuros governantes possam tomar as rédeas da gestão governativa do nosso país. Vou tomar a liberdade de transcrever uma frase de Francisco Sá Carneiro: "A abstenção é um ato de covardia política". Os mações votam, os ricos votam, os corruptos VOTAM,  os boys votam, os militantes dos partidos votam, os beneficiários do regime e os oportunistas votam, o povo, o cidadão comum abstém-se, vota branco ou nulo e depois anda 4 anos a reclamar, a protestar. Este é o verdadeiro mito urbano já conhecido. A ideia de que se a maioria dos eleitores se abstivessem, votassem branco ou nulo o ato eleitoral seria anulado, achando ser essa a formula de mostrarem a sua condenação do sistema e o seu desagrado para com os partidos. Para que duma vez por todas fique esclarecido, e segundo a CNE as leis eleitorais são claras. O que sucedo se num ato eleitoral os votos brancos, nulos e a abstenção for superior aos votos nas candidaturas, (NÃO TERÁ QUALQUER TIPO DE INFLUÊNCIA)  no resultado final sobre os votos nas candidaturas, (vulgo votos válidos) e os lugares a atribuir serão os que dependerem desses mesmos votos. Eis a razão pela qual a abstenção, os votos brancos ou nulos nunca ganharam eleições e são um ato de pura covardia contra a democracia, e a um extremo atentado pondo em causa a liberdade. Daí que no dia 10 de MARÇO ( CHEGA a alternativa) e os cidadãos mostrarem uma atitude responsável e será um desígnio nacional o facto de comparecer no local de voto e mostrar a sua luta pela preservação da liberdade e a consagração de 50 anos de autêntica democracia.