quarta-feira, 28 de julho de 2021

 Freguesia

Funchal (Santa Maria Maior)
  • CÂMARA MUNICIPAL
  • ASSEMBLEIA MUNICIPAL
  • ASSEMBLEIA DE FREGUESIA
Mapa  Lista
Região Autónoma: Madeira
Concelho: Funchal
Freguesia: Funchal (Santa Maria Maior)
PS-BE-JPP-PDR-NC
42,92%
2.921 votos
PPD/PSD
29,93%
2.037 votos
CDS-PP
12,81%
872 votos
PCP-PEV
4,41%
300 votos
MPT.PPV/CDC
3,45%
235 votos
PTP
2,59%
176 votos
EM BRANCO
1,13%
77 votos
NULOS
2,76%
188 votos

terça-feira, 20 de julho de 2021

                            A pior maneira de lidar com a democracia

Depois de 47 anos do 25 de Abril de 1974 onde supostamente iria ser implementado um regime democrático em Portugal, pois a liberdade conquistada assim o exigia! Temos partidos políticos, elegemos os governantes e depois! Mas afinal será mesmo que a democracia está em vigor? Porque chegamos ao extremismo do desleixo, da desilusão, da miséria, da demagogia, da hipocrisia, da injustiça, da falta de ética, da ignorância, da descriminação, da inércia, insignificância, da indiferença, da tolerância, da incúria, da usurpação do poder, da degradação dos valores na sociedade e da manipulação da mentalidade sob o signo do medo e da ignorância. Os mais de 50% de cidadãos que através da abstenção, desmotivados viraram as costas à democracia, porque cada vez mais sentem-se desiludidos com este modelo de como ela foi conduzida ao longo de mais de 4 décadas. Deveria ser adulta, mas infelizmente «nasceu» com uma deficiência crónica, citada numa frase do General Ramalho Eanes: (Abril ofereceu as liberdades mas esqueceu-se de formar cidadãos) que também citou recentemente: "Há uma  epidemia da corrupção na sociedade portuguesa"; acho que chega mais de palavras para definir o que se passa neste nosso país. Quando os portugueses se aperceberem que por falta de cultura democrática deste povo, o país chegou ao actual estado de degradação e descrédito, se não reagirem a tempo poderá já ser demasiado tarde. Será essa  a razão de surgirem vozes e cidadãos "anónimos" que tiveram a coragem de aderir a alguns projetos que visam mudar o paradigma político em Portugal e fundamentalmente na nossa região? Será que agora os protagonistas deste descalabro começam a perceber que: afinal o povo está cansado de suportar o jugo a que foi sujeitado e tomou a decisão de dar a cara por uma alternativa. E se os abstencionistas indignados e revoltados tiverem também a coragem de alterar o seu comportamento e decidirem duma forma muito democrática  ensaiar uma nova forma de revolução, VOTANDO massivamente nos novos (AVENTUREIROS). Habitualmente as pessoas comentam: votar sempre nos mesmo para quê, mas agora surge a alternativa, cidadãos «comuns» que se dedicam ao trabalho no seu dia  a dia, que têm as suas famílias, as suas ocupações  e os seus compromissos, que se deslocam em transportes públicos ou nos seus humildes veículos e que quase a vida do quotidiano lhes ocupa todo o seu tempo, mas que acharam que é hora de demonstrar que a democracia chega a todos. Porque a contestação começa a emergir e os autores deste drama político que (catalogam estes cidadãos corajosos de extremistas), já começam a sentir o medo de perderem a hegemonia do poder que não é mais do que o dado pelo povo, mas que chega o dia e cansa pois perdeu toda a confiança no regime e agora recusa-se a continuar calado. A oportunidade está de volta, a democracia exige aos cidadãos a responsabilidade de: sem medo, com determinação e coragem que o voto inteligente chega para mudar o rumo à democracia e construir um novo futuro para Portugal.

sexta-feira, 9 de julho de 2021

                                     Uma vacina contra a ignorância

A contínua convulsão que prolifera neste país à beira mar plantado por vezes parece um testo dum um qualquer livro de ficção, uma história contada por gângsteres, um guião dum filme ou até uma desta novas séries da netflix. Mas afinal até onde irá suportar este pequeno país europeu no que a corrupção, roubo, e descalabro político diz respeito? Isto agora já não bastam os políticos, os banqueiros, os empresários e os dirigentes desportivos que refugiados nas instituições que lhes concedem estatuto e protagonismo para através dessas mesmas instituições lesar o país, dito em português fluente roubar os portugueses. Até quando para estar na política teremos que continuar a utilizar miséria dos portugueses no debate político e a que esta classe de espertalhaços, hipócritas e demagogos, conseguem enganar os cidadãos incautos. Infelizmente parece que o país se converteu numa autentica bandalheira onde a justiça luta inglória contra toda uma série de desastres económicos contra o património da nação tornando-se por vezes «cúmplice» desses crimes e alguma comunicação social quase que (persegue) quem luta pelo esclarecimento da verdade e promove o dia inteiro os protagonistas das fraudes que assolam o nosso Portugal.  Mas será mesmo que isto já não tem solução, ou será que os portugueses definitivamente abdicaram de lutar pelos seus direitos, de reivindicar os valores da sociedade, defender a família pilar dessa mesma sociedade, e dizer duma vez por todas chega de bandidagem. Aproxima-se mais uma consulta às populações através das eleições autárquicas. A campanha eleitoral oficialmente ainda não começou, mas já prolifera  a venda de promessas em cartazes enormes onde se degladiam os autores e construtores do actual estado a que o país e a região estão. A cada semana que passa basta ir à bomba de gasolina para saber que cada vez percorremos menos quilómetros com os habituais 20€ de gasolina. Que as compras do supermercado preenchem cada vez menos espaço no carrinho das compras, que cada vez deambula pela cidade homens e mulheres catalogados de sem abrigo mas que eu denominaria de cidadãos abandonados, cada vez mais os subsídio dependentes lutam por um lugar ao sol, enquanto se percorrem algumas dezenas de metros em comércios do Funchal com cartazes na portas solicitando mão de obra. Cada vez mais se exportam os recém graduados em várias áreas enquanto a saúde e a educação clamam por prestadores de serviços com os sucessivos adiamentos de consultas, cirurgias e exames. Queremos um país que dignifique e valorize o trabalho, que o respeito e a dignidade dos cidadãos seja bandeira duma sociedade evoluída, que a educação siva para o desenvolvimento e criação de futuro numa nação prospera. Mas afinal 47 anos de promessa e este povo continua impávido e sereno sentado no sofá ou no café a protestar contra a classe política, e divorcia-se do dever de num ato de coragem mostra a sua indignação e revolta através da única arma que a liberdade lhe concedeu e a democracia lhes proporciona; O VOTO: Porque não é com abstenção que irão combater a corrupção, a indignação e a revolta terá de ser expressa através do voto contra toda esta fraude instalada. Por que a corrupção em Portugal converteu-se na pior pandemia do século XXI, será que algum dia CHEGA uma vacina que desperte o povo para a revolta contra a ignorância?