sábado, 23 de agosto de 2025

A metamorfose da guerra

         A metamorfose da guerra 

Quando designamos de sociedade evoluída onde o trânsito é um caos, onde a justiça funciona para uns diferente de outros, onde o lixo é aos montes, e se incendeiam as serras, onde se poluem os oceanos e os rios, mas os (defensores) do ambiente viajam em jatos privados, mas afinal! que raio de nível evolutivo teve esta nossa sociedade?

Quando apoiar exigir proteção do estado português para um ato de propaganda ir num barco a GAZA é solidariedade, mas acompanhar bombeiros, ajudar a apagar incêndios e estar ao lado das populações que perderam os seus bens é populismo; numa noticia de um jornal quando numa suspeita de crime o suposto arguido é logo conotado com o partido que é membro, e um autarca julgado por crime de corrupção, arguido é simplesmente um gestor de uma empresa sem a identificação do partido do sistema a que pertence; estamos conversados. 

Na tentativa de implementação de uma nova ordem mundial com o divisionismo criado nas sociedades mais frágeis, o plano do planeamento familiar, o desvio dos talentos cidadãos formados em quadros técnicos médios e superiores, a sucessiva fragilização das forças armadas e de segurança, as anti-fronteiras "espaço Schengen" e eliminar as polícias de fronteira SEF, para depois pôr em marcha a invasão sobre um povo já sem qualquer tipo de segurança ou proteção.

Os países muçulmanos ricos não receberam os muçulmanos pobres. Se a religião deles é assim tão (justa), onde anda a solidariedade? Se alguém pensou numa III Guerra Mundial com bombas a cair dos aviões e navios de guerra, submarinos a atirar balas de canhão ou a soltar milhares de soldados a invadir as nações praia adentro, desenganem-se. Esta é a guerra psicológica de estupidificação dos povos e da submissão das nações. Foi isso que foi feito. 

Estamos constantemente (bombardeados) pela guerra Ucrânia/Rússia, Israel/Palestina e em Portugal temos 274.000 (duzentos e setenta e quatro mil) hectares de território ardido à mão de autênticos terroristas.

Da mesma forma que quando vem o líder de um partido novo com muita projeção na opinião pública dizer que ia entrar um alto quadro dos que anteriormente Puderam Sequestrar a Democracia e andam há 50 anos a manipular com promessas, uma população sem cultura democrática, eu nas minhas (profecias) vaticinei tratar-se de uma invasão.

 Também vaticinei que a UE seria a fórmula encontrada pela Alemanha e não só, para voltar a tentar tomar conta da Europa, quando em maio de 1940, na tentativa onde inicialmente subjugou os países nórdicos e o que não conseguiu pela força das armas, tenta com a estupidificação e submissão dos povos, cidadãos frágeis, com a ajuda do parceiro França entre outros. Ou acham que a Inglaterra saiu da UE por quê? Os ingleses não são burros, estava em causa a soberania nacional e a imigração, apesar de estarem a ser invadidos por inerência dos infiltrados, a instabilidade criada está a levar as sociedades ao caos e na iminência de uma revolta interna nos diferentes países.

 A Polônia e a Hungria, que tentam se livrar deste caos, estão a ser marginalizadas pela UE, que lhes cria condicionalismos. Por que será? Acho que é hora de começarmos a pensar pelas nossas cabeças, deixar de sermos influenciados por comentadores e jornalistas que, pressionados na defesa do seu ganha-pão, são por vezes influenciadores manipulados a distorcer a verdade dos factos. O mundo está em convulsão e as nossas cabeças a prêmio, em atormentação e pressão sob o nosso futuro. Saibamos pois encontrar a nossa própria opinião e definição sobre o assunto.

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

                       CEE aos olhos de um pessimista UE

Tentando preparar mais uma das já muitas publicações a que fico grato ao DN-Madeira que desde 2017 permite-me expressar livremente a minha opinião, ouvia na rádio, minha companheira de viagem quando no carro, a informação da efeméride dos 40 anos de adesão de Portugal à então CEE hoje UE.      Com alguma nostalgia ouvia a banda dos GNR que em 1982 editaram o seu single Portugal na CEE e que dizia: na rádio, na TV, nos jornais quem não lê, Portugal na CEE.  A conversa da rádio reproduziu as entrevistas aos cidadãos que na sua maioria nada sabiam sobre o que era nem de que se tratava, no dia em que o então Primeiro-ministro Mário Soares em 12 de Agosto de 1985 assinava o trado de adesão.                                                                                                                                                         O que torna caricata a situação é que passados 40 anos a grande maioria dos portugueses continuam sem saber o que é, de que se trata e para que serviu! porque a Liberdade e a democracia até então implementada neste país nunca quis saber a opinião dum povo que nunca lhe incutiram a vontade de serem verdadeiros democratas, de serem ativos e participativos no que a decisões sobre o futuro da nação visto que o sistema queria implementar um regime sob o manto da ilusão democrática numa ditadura de oligarcas que sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. Os "arautos da democracia" nunca tiveram a coragem de: primeiro formar cidadãos para a democracia e traze-los a participar na evolução da mesma, criaram uma «Constituição da República» à revelia desse mesmo povo e à medida das suas necessidade e dos seus propósitos debaixo da bandeira de slogans como #O povo é quem mais ordena# mas nunca tiveram sequer a coragem de saber se esse povo estaria em consonância com a carta magna da república, com a adesão à CEE e tantas outras questões onde esse mesmo humilde povo foi, é e continua a ser ignorado.                                                    Vendeu-se a ideia que tudo viria por bem e pelo progresso da nação, andam há anos a projetar um novo aeroporto para Lisboa, e contuiram-se auto-estradas onde nem carros passam. Destruiriam as industria básica e subjugaram-nos à dependência externa onde neste momento Portugal importa 73% dos alimentos que consome (dai ser essa a contribuição para o défice da nossa balança de pagamentos, em troca de serviço para o turismo (consumir em Portugal aquilo que eles produzem no seus países de origem), com o grau de risco que isso acarreta. Exportamos mão de obra qualificada paga com os dinheiros dos impostos do povo e importamos quase 2 MILHÕES  de imigrantes, muitos deles criminosos cadastrados, oriundos de países que nada tem a ver com a nossa cultura e a nossa maneira de viver, povos que não sabem o que é liberdade e democracia, com culturas e religiões repressivas nos seus países de origem, subjugando-nos à vassalagem de uma UE que criou mecanismos onde a nossa soberania está hipotecada, onde mais de 60% das leis têm de passar pelo parlamento europeu eleito sob o manto das elites e dos interesses de clãs muito suspeitos.                                                                            Porque será que esta democracia (poder do povo), que teima em dizer que o povo é quem mais ordena,  que insiste em «vender» a ideia de liberdade onde uns quantos iluminados e espertalhaços se aproveitam da simplicidade, ingenuidade e passividade dum povo para destruir os sacrifício do passado, a nação e aniquilar a esperança dum povo que se submete a todos os sacrifícios. Teve de levar com 48 anos de regime Salazarista para com esse esforço repor os erros e calamidades da I República, agora volta de levar com 51 anos de "ditadura democrática" onde é-lhe imposto um Socialismo pelo "Preambulo da Constituição" e criar um país em avançado estado de decomposição. Quem tem medo da voz do povo? quem não permite que esse povo se manifeste na reposição da autêntica democracia? porque não perguntar (REFERENDAR) o que é que os portugueses querem realmente para PORTUGAL?  Quem são os que realmente teimam e condicionar e acorrentar a LIBERDADE? Chegou a hora do povo acordar e com coragem MUDAR Portugal!        


terça-feira, 12 de agosto de 2025

Quando a liberdade atrapalha

Estamos sequestrados por traidores e terroristas. O CHEGA poderá até não ser a solução, mas a alternativa no imediato. Apoiar a candidatura do Tenente Coronel Pedro Tinoco Faria será sem dúvida o primeiro passo, nem que seja a tal malfadada (ditadura) para salvar Portugal. Por razões menos graves que a situação atual fez-se o 25 de Abril ou Salazar tomou conta da nação pra sacrificar o povo e reconstrui-kkkk a em 38 anos e depois o Socialismo destruir em meio século. Afinal este povo definitivamente não merece viver em LIBERDADE,  pois ela permite que meia dúzia de oportunistas subjugarem  a 10 milhões de pessoas ingênuas e ignorantes.
Dogmas políticos, com sua inflexibilidade e resistência à mudança, podem impedir a adaptação a novas realidades e a inovação em políticas públicas. A identidade ideologias só serve as necessidades de cada povo. Se ser de direita é devolver a democracia ao povo, responsabilizar-los pelas situações práticas de uma sociedade e um estado reduzido apenas à fiscalização e orientação das leis práticas. Através de um método educativo onde se incutam as responsabilidades de cidadania, o estar ao serviço uns dos outros promovendo a solidariedade, incentivando a natalidade criando meios onde as famílias sintam o orgulho em contribuir para a evolução da sociedade, tronando-as cada vez mais auto-suficientes e por conseguinte autónomas. Incutir na classe política um espírito de modelo militar onde o servir a pátria seja uma necessidade e um orgulho em ser útil à comunidade. Em suma os princípios e valores que devem mover uma sociedade terá de ser o caminho para o (perfecionismo) da sociedade ideal. Se entretanto contruir uma sociedade onde o estado assuma o papel de disponibilizar os serviços básicos retirando-lhes esse trabalho de sociedade responsável, poderá correr o risco de promover uma sociedade com umm grau de incapacidade social e cívica onde o individual pressiona o coletivo e retira o dom de humanismo nessa sociedade dependente. O ser humano é por natureza um ser que deve viver em harmonia com a natureza saber superar adversidades e conquistar a sua auto-estime e autonomia de sobrevivência, as condições para tal deverá ser a orientação de um estado ao serviço do bem comum. Gosto do termo capital em função social. Em vez de ser o estado a ter de se ocupar em resolver os problemas de habitação, por exemplo: uma empresa com um número razoável de trabalhadores ser a promotora de habitação para os seus funcionários. Trabalhei numa empresa (1984 que tinha um projeto e era o seguinte. Obter benefícios fiscais para que a entidade fosse a financiadora de habitação aos seus funcionários, os que tinham contrato fixo permanente e que quisessem poderia solicitar um crédito para habitação com juros extremamente reduzidos, a empresa seria avalista do empréstimo e era inserido no vencimento do funcionário a prestação a pagar ao banco sem a intervenção do estado sobre quaisquer valores apenas os juros do banco seriam os contributivos. Infelizmente as leis em Portugal não permitem isto porque o estado persegue quem quer ser livre e trabalhar para ser auto-suficiente.

domingo, 10 de agosto de 2025

    1133 será um número mágico para a democracia?
 Segundo a noticia recente do nosso DN-Madeira uma multidão de 1133 cidadãos são os cargos políticos a serem ocupados nas próximas eleições autárquicas, imaginem isso multiplicado por : digamos, dez forças partidárias a concorrerem em todos os municípios e freguesias, estaremos a falar dum numero de 11330 cidadãos a pretenderem ocupar cargos publico/políticos. 
A realidade do país e a Madeira incluída, é que a democracia gera uma dependência tal na sociedade que a razão de muitos cidadãos já serem demasiado céticos em relação a este modelo de regime que subestimam a sua legitimidade, legalidade, funcionalidade e viabilidade. Tem criado enormes rivalidades, inimizades, conflitualidades, confrontos e adversidade fazendo jus à designação; "partidos" um grupo de pessoas com interesses ou opiniões comuns especialmente na política, mas que a mesma palavra ironicamente pode ser (o particípio do verbo partir = a quebrar), ou até que viajou ou até em circunstância morreu, coisas da complicada qe é a lingua portuguesa.
 A grande dificuldade de encontrar uma solução para esta tão emaranhada democracia, leva a que o eleitorado quase que esteja farto de votar, farto de eleições, de campanhas eleitorais com as habituais e já descredibilizadas e falidas promessas, esteja a democracia cada vez mais desacreditada. É necessário uma nova maneira de fazer política, uma nova forma de estar em democracia, ter coragem de reduzir a dependência dos cidadãos do estado e o próprio estado do peso da burocracia e de cargos políticos suportados com o dinheiro dos impostos de quem trabalha e produz, em suma é preciso unidade e coragem para repor a verdade dum sistema caduco e desprovido de confiança e na responsabilidade que a liberdade exige devolvendo a democracia  e o poder que dela advém aos cidadãos.
 É hora de parar de ver os adversários políticos como inimigos. A obsessão com a democracia pode surgir quando a sua aplicação prática se afasta dos ideais que a sustentam, levando a frustrações e desilusões. Quando a democracia se torna um fim em si mesma, em vez de um meio para alcançar o bem comum, pode gerar cinismo e apatia. Isso pode acontecer, por exemplo, quando as instituições democráticas são percebidas como ineficazes, corruptas ou manipuladas, capturada e sequestradas por interesses que não propriamente o dos cidadãos, ou quando as decisões políticas não refletem as necessidades e expectativas da população. Em suma, a democracia, como qualquer sistema político, não é perfeita e pode ser usada para fins negativos. A obsessão com a democracia pode ser prejudicial quando leva a uma visão idealizada e irrealista do sistema, impedindo uma análise crítica e a busca por soluções que realmente atendam às necessidades da população. É importante lembrar que a democracia é um meio para alcançar um fim, e não um fim em si mesma. Por vezes todos temos planos diferentes para o mesmo projeto final. Vamos unir esforços para concretizar esses objetivos num projeto chamado PORTUGAL. 
Tomo como exemplo Diogo Freitas do Amaral um democrata Cristão de direita que ainda sonhou ao  (aliar-se ao socialismo) poderia aportar algo em favor da democracia, fracassou.  e afinal parece que as ideologias tiveram o seu fim.
 Não foi só o povo incauto e sem cultura democrática que se deixou seduzir, este e tantos outros "catedráticos políticos" foram de certa forma cúmplices da nossa desgraça mostrando a falta de coragem para enfrentar o sistema. Depois de tanto insucesso e quando algum corajoso chega, a malta log desconfia e até de certa forma com alguma razão em duvidar daqueles que poderão vir a ter de acreditar que as mentiras ditas em política são para serem verdades. 
 Estamos sequestrados por traidores e terroristas, o que poderá surgir até possa não ser a solução, mas a alternativa no imediato. Apoiar uma candidatura contra os sistema será sem dúvida o primeiro passo, nem que seja a tal malfadada (ditadura) para salvar Portugal. Por razões menos graves que a situação atual fez-se o 25 de Abril e o meio século de (democracia) foi de tal forma mal aproveitado que gerou saudades de Salazar, aquele que tomou conta da nação para sacrificar os portugueses e reconstruir em 38 anos de «repressão/sacrifício» do povo a catástrofe então herdada do fracasso político e económico da I República, para depois em meio século o Socialismo destruir esse mesmo povo outrora sacrificado. Afinal! este povo ou não permitiram que se formassem cidadãos livres para a democracia, ou definitivamente parece que não merecemos viver em LIBERDADE, pois ela permitiu que meia dúzia de oportunistas subjuguem a 10 milhões de pessoas frágeis, ingênuas e por vezes a transparecerem ignorantes. 
Inicialmente o povo mudar de atitude pois, será necessária muita coragem para MUDAR Portugal!


quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Quando um povo não consegue viver em liberdade sob a ameaça de traidores, corruptos e da sua própria soberania, um ditador depois de salvar a pátria, só séculos mais tarde será considerado um herói, entretanto para o seu povo não passou de um mero ditador que submeteu e (sacrificou) o seu povo.

Comentário VD
Porque condeno a escravatura, a exploração laboral, o aproveitamento das fragilidades humanas, os oportunistas e com ele o trafico de escravos. Plenamente de acordo com o reagrupamento familiar. Vamos reagrupar as famílias portuguesas. Criar as condições necessárias para que possam ter mais filhos, promover a natalidade. Facilitar a vida aos casais jovens para que sintam o país a seu favor e não a canga «que lhes impede de evoluir». Criar as condições para que os relacionamentos familiares se estabilizem e evitem tantas separações, divórcios e filhos de diferentes relacionamento que desregula a estrutura básica duma sociedade equilibrada. Vamos reconstruir a sociedade portuguesa devolvendo-lhes os valores e princípios que fizeram dela outrora uma sociedade de famílias equilibradas. Valem todos os sacrifícios da vida para manter a família unida. porque a FAMÍLIA é o pilar duma sociedade equilibrada

Afinal estou baralhado!

Um (ditador) que aceite as opiniões da população, que consiga reconstruir o país dando as oportunidades a quem de direito e orientando e motivando as populações para o trabalho, a produtividade e a auto- suficiência nacional. Um (ditador) que valorize a família, a cultura, os valores da sociedade e da nação, que aceite imigrantes que venham trabalhar, recebam o vencimento justo e que paguem impostos. Que crie as condições para que os jovens deste país não tenham de ir embora e que os casais possam ter os filhos que o sistema e a nação possam permitir o crescimento da população original. Que os que discordam de  medidas governamentais possam ter uma comissão de cidadãos para serem ouvidos em debate ou referendo. Em suma UM DITADOR que progressivamente forme cidadãos participativos que assumam as suas responsabilidades perante a sociedade e que não sejam instrumento de perseguição desse mesmo estado para sustentar vadios, oportunistas e corruptos. Afinal eu até parece que não quero um ditador, antes um cidadão sério, honesto, determinado e decidido a Salvar Portugal e devolver a democracia autêntica aos cidadãos. Afinal até estou baralhado! Um (ditador) que aceite as opiniões da população, que consiga reconstruir o país dando as oportunidades a quem de direito e orientando e motivando as populações para o trabalho, a produtividade e a auto- suficiência nacional. Um (ditador) que valorize a família, a cultura, os valores da sociedade e da nação, que aceite imigrantes que venham trabalhar, recebam o vencimento justo e que paguem impostos. Que crie as condições para que os jovens deste país não tenham de ir embora e que os casais possam ter os filhos que o sistema e a nação possam permitir o crescimento da população original. Que os que discordam de  medidas governamentais possam ter uma comissão de cidadãos para serem ouvidos em debate ou referendo. Em suma UM DITADOR que progressivamente forme cidadãos participativos que assumam as suas responsabilidades perante a sociedade e que não sejam instrumento de perseguição desse mesmo estado para sustentar vadios, oportunistas e corruptos. Afinal eu até parece que não quero um ditador, antes um cidadão sério, honesto, determinado e decidido a Salvar Portugal e devolver a democracia autêntica aos cidadãos. Afinal até estou baralhado!

segunda-feira, 4 de agosto de 2025

 

A Coragem de Fazer Diferente

Em política, a vontade de alcançar um objetivo choca frequentemente com a realidade do sistema existente. Queremos mudar algo de forma radical ou seguir um caminho diferente, mas as regras e tradições do sistema político impedem-nos de o fazer.                                                            É como tentar construir uma casa num local proibido. Por mais que a nossa visão seja boa, por mais que acreditemos ser a melhor solução, a legislação e o sistema imposto por um modelo de gestão que se tornou caduco e ultrapassado não o permitem. Este modelo, que em grande parte não resolveu os problemas básicos da população, coloca-nos perante uma escolha
Desistir do nosso objetivo.
Insistir e tentar quebrar o sistema, um caminho difícil e com resultados incertos.
Aceitar a forma tradicional, mesmo que não seja a ideal.
 Muitas vezes, a terceira opção é a única viável no imediato. Temos de aceitar o "jogo" tal como ele é, utilizando os canais e as ferramentas que a política nos oferece. Num país e numa região com uma cultura democrática ainda em desenvolvimento, onde os vícios e as tendências continuam enraizados na sociedade, a mudança radical é rara. A mudança gradual, através dos métodos tradicionais, é a norma. Isto pode ser frustrante, mas é a forma de garantir que as nossas ideias, mesmo que adaptadas, possam ser implementadas.

A maior vitória nem sempre é a mudança imediata e total. Muitas vezes, reside em conseguir que a nossa visão seja aceite e ganhe forma, mesmo que isso exija compromissos e um longo processo de adaptação aos moldes existentes. É o realismo político a sobrepor-se ao idealismo.

Contudo, a mudança é possível. Defender os nossos princípios, valores e agir com coragem pode abrir o caminho para uma nova forma de fazer política e de estar em democracia. Se a coragem vencer o medo, nada impedirá que, progressivamente, possamos mudar Portugal.                                                 Só com a determinação de uma equipa de trabalho, transformando promessas em compromissos, e com o fundamental: o eleitorado a acreditar que é possível fazer o que ainda não foi feito, podemos devolver a democracia aos cidadãos.

domingo, 3 de agosto de 2025

A fronteira da Liberdade.

                                     A fronteira da liberdade

Em política, a vontade de alcançar um objetivo muitas vezes colide com a realidade do sistema existente. Queremos mudar algo de forma radical ou por um caminho diferente, mas o sistema político, com as suas regras e tradições, impede-nos de o fazer.                                                                                                 É como querer construir uma casa num local proibido. Por mais que a nossa visão seja boa, por mais que acreditemos que é a melhor solução, a legislação e as normas existentes e o sistema imposto por um modelo de gestão caduco, ultrapassado que não resolveu em grande parte os problemas básicos da populações, não o permitem. Temos, então, de enfrentar uma escolha:  Desistir do nosso objetivo,             Insistir e tentar quebrar o sistema, o que é um caminho difícil e com resultados incertos. Aceitar a forma tradicional, mesmo que não seja a ideal.                                                                                               Muitas vezes, a terceira opção é a única viável no imediato. Temos de aceitar o "jogo" tal como ele é, utilizando os canais e as ferramentas que a política nos proporcionam. Num país e numa região como a nossa, com uma cultura democrática pouco evidente, onde os vícios e as tendências continuam impregnadas na sociedade, a mudança radical é rara; a mudança gradual, através dos métodos tradicionais, é a norma. Isso pode ser frustrante, mas talvez será essa a forma de garantir que as nossas ideias, mesmo que de forma adaptada, possam ser implementadas.                                                            Por vezes, a maior vitória não é a mudança imediata e total, mas sim conseguir que a nossa visão seja aceite e ganhe forma, mesmo que isso signifique compromissos e um longo processo de negociação e adaptação aos moldes existentes. É o realismo político a sobrepor-se ao idealismo.                           Quando queremos implementar as nossa ideias sem inicialmente mudar a forma de atuar, torna-se quase utópico mas não será impossível, dese que os princípios que defendemos, os valores em que acreditamos e a coragem com que atuamos nos abra o caminha para uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia. Se a coragem conseguir vencer o medo, nada impedirá que progressivamente possamos MUDAR Portugal. Só seria possível com a determinação de uma equipa de trabalho, transformando promessas em compromissos e o fundamental, o eleitorado acreditar que é possível fazer o que ainda não foi feito: devolver a democracia aos cidadãos.