sexta-feira, 15 de outubro de 2021

 Devido aos maus resultados das autárquicas, nem que tenham de vender a alma ao diabo, um ou outro irá aprovar o orçamento mesmo contra a sua própria vontade, vontade essa que será a de permanecer influente num governo que pretende arruinar o país. Porque a esquerda a qualquer preço consegue fazer, aquilo que a direita infelizmente teima em adiar; Unidade Nacional.

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

                                    QUANDO VOLTAREMOS A ACREDITAR?

No dia em que houver a coragem de combater os verdadeiros criminosos, unir os defensores da família, da justiça, da saúde, da segurança e da educação, no dia em que os criminosos sejam julgados, os corruptos presos e confiscados os seus bens entregues ao estado, no dia em que os agentes da autoridade tenham a justiça a seus favor, No dia em que seja restituída a autoridade aos professores, no dia em que os mais de 2 milhões de portugueses que vivem no limiar da pobreza tenham o mínimo para poderem viver dignamente, no dia em que quem trabalha não continue a ser o sustento de subsídio-dependentes, calaceiros, vadios, e imigração ilegal, nos dia em que um reformado que dignamente entregou a sua vida ao trabalho receba o justo valor por isso, no dia em que se valorize o trabalho e dignifique quem trabalha, no dia em que as famílias sejam valorizadas, dignificadas e apoiadas, no dia em que consigam unir os portugueses à volta dum projeto para resgatar a democracia e restituir a liberdade mobilizando os mais de 5 milhões de abstencionistas,. Em suma: no dia em que se ponham fim a este regime destruidor, nesse dia poderemos voltar a creditar na classe política. Até lá o protagonismo, a vaidade, a arrogância, a fobia pelo património do povo e a prepotência dos actuais políticos que descredibilizam dia após dia a classe daí que o povo não acredita. Num pais onde a liberdade permitiu que políticos sem escrúpulos sequestrassem a democracia, legalizassem o roubo e institucionalizassem a corrupção, com a conivência da «justiça», o patrocínio de alguns meios de comunicação e a cumplicidade de mais de 5 milhões de abstencionistas sem cultura democrática. Não podemos esperar mais nada deste povo MUITO MENOS DA CLASSE POLÍTICA, a não ser que nós os indignados e revoltados continuar-mos ativamente e incessantemente a nossa luta. CHEGA DE DEMAGOGIA, HIPOCRISIA, INJUSTIÇA E CORRUPÇÃO. Portugal quer justiça.

QUANDO VOLTAREMOS A ACREDITAR?

No dia em que houver a coragem de combater os verdadeiros criminosos,  unir os defensores da família, da justiça, da saúde, da segurança e da educação, no dia em que os criminosos sejam julgados, os corruptos presos e confiscados os seus bens entregues ao estado, no dia em que os agentes da autoridade tenham a justiça a seus favor, No dia em que seja restituída a autoridade aos professores, no dia em que os mais de 2 milhões de portugueses que vivem no limiar da pobreza tenham o mínimo para poderem viver dignamente, no dia em que quem trabalha não continue a ser o sustento de subsídio-dependentes, calaceiros, vadios, e imigração ilegal, nos dia em que um reformado que dignamente entregou a sua vida ao trabalho receba o justo valor por isso, no dia em que se valorize o trabalho e dignifique quem trabalha, no dia em que as famílias sejam valorizadas, dignificadas e apoiadas, no dia em que consigam unir os portugueses à volta dum projeto para resgatar a democracia e restituir a liberdade mobilizando os mais de 5 milhões de abstencionistas,. Em suma: no dia em que se ponham fim a este regime destruidor, nesse dia poderemos voltar a creditar na classe política. Até lá o protagonismo, a vaidade, a arrogância, a fobia pelo património do povo e a prepotência dos actuais políticos que descredibilizam dia após dia a classe daí que o povo não acredita. Num pais onde a liberdade permitiu que políticos sem escrúpulos sequestrassem a democracia, legalizassem o roubo e institucionalizassem a corrupção, com a conivência da «justiça», o patrocínio de alguns meios de comunicação e a cumplicidade de mais de 5 milhões de abstencionistas sem cultura democrática. Não podemos esperar mais nada deste povo MUITO MENOS DA CLASSE POLÍTICA, a não ser que nós os indignados e revoltados continuar-mos ativamente e incessantemente a nossa luta. CHEGA DE DEMAGOGIA, HIPOCRISIA, INJUSTIÇA E CORRUPÇÃO. Portugal quer justiça.

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

 

A abolição da família /premium

PATRÍCIA FERNANDES OCTOBER 11, 2021

“Que estas mulheres todas serão comuns a todos esses homens, e nenhuma coabitará em particular com nenhum deles; e, por sua vez, os filhos serão comuns, e nem os pais saberão quem são os seus próprios filhos, nem os filhos os pais.”

(Platão, A República, V – 457d)  https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Foutline.com%2FhPD6WM%3Ffbclid%3DIwAR3zUryzh3L9gMpX4qRcP2eDy81FwfEEELjZvmWMMyBnvSjkqz2AMlBJLP4&h=AT00m2SZy9FsRQBkB0-6sb92jV5duUZxVllKT21tgvFQedN07eG42EYHH58T3yYh_RisgJzO7PrYefSR_N1t-RfLaugJagiii9kteIPxcm-fq8NQ2WBrUnTuhjiU-0aCYXk&__tn__=%2CmH-R&c[0]=AT0UfIjtzRKS9rVt0oqlUVIBP8Z7YITnXQlP6_tiUhQwbtKuiDZniYEzv7jiFdm9eZ4WKEIXhGnzbJxIjJQhLaG64mkWZAwFCslR7mqz01tBtU5p4I3IwMf9bw2Z7Ghupsqvmjjq4qo1DokIPiY1PH9bEMvTQLqUpPb9R3Ht2HAuj76xAsRAg8xQWg

sábado, 2 de outubro de 2021

                         Porque só com boa vontade não chega
Pouco se conseguiu de significativo no que diz respeito ao último acto eleitoral. Ganhou o maior partido em Portugal;  A BASTENÇÃO.+ ou - 50% se adicionar-mos os votos brancos e nulos ultrapassa essa fasquia. Os partidos mais votados continuam a se digladiar e a se declarem vencedores, quando a realidade é bem diferente. Cada vez que acontece um acto eleitoral, Portugal e os portugueses perdem em todas as frentes. Se não vejamos: sucessivamente utilizam-se os mesmos argumentos desde que se implementou um regime «democrático» e não é mera coincidência, é apenas que: os verdadeiros prolemas dos portugueses já se arrastam desde então, estamos a falar de 47 anos. Construímos um regime que sucessivamente  criou cidadãos à esmola dum estado que progressivamente promoveu políticos corruptos e uma (justiça) que deixa impunemente os contínuos actos de corrupção sucederem-se e que são a pior praga e a mais degradante epidemia da nação. Alguns dos desprezados e abandonados são confrontados com  a situação que leva-os a  desconfiar de tudo e de todos, irrevogavelmente desistiram da sua participação, a não ser aqueles que por interesses vários e nesse dia os familiares lembram-se que eles existe e quase de forma compulsória levam-nos a cumprir o dever de votar. Os que por diferentes razão são os dependentes do regime, haaa!  lá esses não se esquecem, pois o seu futuro depende da sua atitude e comportamento perante o tal regime que defendem com unha e dentes. Falamos dos: subsídio-dependentes, dos caçadores de tachos, dos  subservientes e os das negociatas milionárias que sustenta toda uma máquina de corrupção infernal. Alguns dizem-se fartos da classe política, outros porém dificilmente sobreviveriam sem eles. Logo os mais votados teriam de ser por força dos hábitos, os vendedores de promessas, os construtores de sonhos e os que conhecem e sabem no fundo o preço dum voto. Depois há os que não gostam de fazer parte de equipas derrotados e como no desporto é ser fanático dos vencedores pois na hora de comemorar são eles que proporcionam as alegrias, efémeras porém e toca aguentar mais 4 anos de sacrifícios, de protestos contra a própria culpa e de pagar tudo o que lhes foi oferecido ( canetas, t´shirts, bonés, cabazes, frangos e ou almoços), enfim, e tudo o prometido durante pouco mais de 10 dias. Dificilmente conseguiremos ter cidadãos verdadeiramente livres, esses continuam de consciência pesada, calados e sem confiança por um regime que os ignora totalmente pois não são levados em conta, são os relegados. É pena que mesmo tentando fazer compreender a essa franja enorme de portugueses que já não acreditam no milagre da liberdade, poderem entender que seriam eles que um dia seriam capazes de dar a volta a isto, lamentavelmente não compreendam a mensagem de quem promove a verdade, defende a justiça, insiste na equidade, e quer através da educação duma população que definitivamente terá muito que aprender no que a cultura democrática diz respeito. Enquanto tivermos a justiça a perseguir os partidos que querem mudar o rumo à democracia  e essa mesma justiça patrocinar a fuga dos corruptos e tudo isso com o aval dos 50% de portugueses de costas voltadas á democracia, não sei não se Manuela Ferreira Leite teria alguma razão quando um dia afirmou que: deveriam suspender a democracia, eu não diria por 6 meses, talvez seriam necessárias 6 décadas, para repor a dignidade, a justiça, os valores da sociedade e um novo rumo para o nosso Portugal. Não vamos desistir, porque enquanto o corpo e a mente aguente que a determinação e a vontade nunca falte. Só assim poderemos ambicionar e atingir a verdadeira e autêntica LIBERDADE.