domingo, 28 de fevereiro de 2021

                                   Sabiam que JESUS também se indignou e revoltou?

Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. Encontrou no templo os vendedores de bois, ovelhas e pombas, e os cambistas nos seus postos. Então, fazendo um chicote de cordas, expulsou-os a todos do templo com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas dos cambistas pelo chão e derrubou-lhes as mesas; e aos que vendiam pombas, disse-lhes: «Tirai isso daqui. Não façais da Casa de meu Pai uma feira.» (João 2, 13/25)  Porque prezo a liberdade conquistada mas tenho pena de que o povo na sua maioria não ter sido "educado" para que em liberdade pudesse exercer e ativamente participar na evolução da democracia. Depois de sair duma 1ª Guerra mundial e entrar numa segunda, o mundo ficou entregue a cada um dos países e o nosso Portugal não fugiu à regra. Resultando da miséria que se encontrava um governo totalitário, apelidado de fascista no pós 25 de Abril.  Muita obra foi feita à custa dos sacrifícios e esforços e da vida de muitos portugueses anónimos. O país foi dotado de uma rede escolar, de Hospitais, industrias, estradas, pontes e barragens. Cometeram-se muitos erros é verdade, perseguiram-se muitos cidadãos (alguns inocentes) que queriam a liberdade como modelo de vida. As obras efetuadas sem financiamento estrangeiro e cumprindo rigorosos orçamentos e à data da sua construção finalizadas. Pelo facto de hoje em dia pode dizer que: os políticos do pós 25 de Abril foram na sua maioria corruptos, mas garças à liberdade, coisa que no tempo do governo de partido único e governo totalitário designado por ditadura, não poderia estar aqui agora a emitir a minha opinião. Mas é preciso analisar as situações no contesto em que elas aconteceram. Será que os milhões que a classe política corrupta esbanjou ao longo de mais de 4 décadas, serviram na sua totalidade para beneficiar a maioria da população? No momento em que a presidencia da UE é exercida por Porutgal, o governo actual gastou milhões de euros em carros, roupas e bebidas, supostamente para utilização nos eventos de apoio relativos a essa presidência. Estaremos em condiçoes económicas e financeiras de esbanjar tanto diheiro que é do povo. Será que é mentira todos os actos de corrupção, de roubo, de falcatruas notificados pela imprensa e muitos encaminhados para tribunais que ainda aguardam investigação e apreciação, que sucederam no pós 25 de Abril, e que continuam sucessivamente, são mentira ou calunias, e o único benefício é podermos discuti-los em praça pública para demonstrar que a «liberdade» existe? Se assim é, todos os benefícios usufruídos pela democracia tiveram um preço muito elevado e o povo continua ávido desses benefícios, a pagar esses crimes, mas que mais de (2 dois milhões) de portugueses continuam a viver no limiar da pobreza, coisa que a democracia ainda não corrigiu, que mais de 50% da população tem demonstrado a sua, indiferença, indignação e revolta nos actos eleitorais, pois não acredita neste modelo de democracia, pura e simplesmente recusa-se a votar por considerar a classe política toda ela ou na sua maioria os culpados deste descalabro político-financeiro a que conduziram o nossos país. Que actualmente vivemos uma situação de «guerra» sem armas visíveis que arruinou a nossa já frágil economia. Mas a verdade não é bem assim; os culpados são esses portugueses que por falta de cultura democrática, permitiram que gente sem escrúpulos e à conta dessa «liberdade» conquistada, sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção, com a «conivência» da (justiça) e o patrocínio de meios de comunicação. Será que ainda vamos a tempo de ter a coragem suficiente para sermos capazes de resgatar a autêntica democracia, restituir os valores à sociedade, e reerguer o país? Com a nossa tolerância e indiferença, não queiramos continuar a ser cúmplices da nossa própria miséria.  Para que possamos acreditar, terá de acontecer uma total revolução na mentalidade do povo, aprendendo a exercer a democracia, e uma regeneração no que a políticos diz respeito, pois só assim poderemos conseguir um país digno.

sábado, 20 de fevereiro de 2021

                                     Míssil, Canhão ou Bazuca? 

Após quase um ano da regressão catastrófica na nossa ecomimia, eis que uma vela se acende ao fundo dum túnel. VEM AÍ; OS MILHÕES DA EUROPA! Quando o desastre está instalado, a degradação da economia é bem patente, a pandemia sem fim ou sequer melhoramentos à vista, preparam-se já os potenciais investimentos dum ansiado apoio da União Europeia. Afinal: quem deveria inicialmente beneficiar de tão flamejados apoios? Quando mais de 60% da hotelaria, restauração e similares, toda nossa economia girava à volta dum único modelo de economia; o turismo colapsou, a miséria já começa a saltar à vista pois cada dia será mais do que evidente, ouve-se dizer que parte do investimento deverá ser canalizado para a ampliação do molhe da pontinha. Quando à 11 anos sofremos as agruras duma catástrofe natural (20 de fevereiro) bem presente nas nossas memórias e que ainda não foram concluídas todas as recuperações dessa mesma desgraça, (os abutres) do betão já se preparam para o habitual «assalto» aos milhões. Porquê continuar a trocar as prioridades? O que deveria para a altura ser investido nessa infraestrutura que com o auge do turismo de então, preconizava a necessidade da ampliação dessa infraestrutura, o que não é agora o caso, pois à quase um ano que não temos o privilégio de ver os tão agradáveis e deslumbrantes navios de cruzeiro ancorados no nosso porto. Será que o oportunismo voltará a suprimir as verdadeiras e urgentes necessidades da economia regional, pensando primeiro na recuperação do tecido produtivo, nos cuidados de saúde e educação, no planeamento de formação profissional em apoio a sectores prioritários, em detrimento de investimentos com um retorno de futuro incerto e que nem se sabe quando poderá manifestar-se. Cuidar dos doentes para regular a proliferação do vírus, tratar de recuperar toda a atividade médica, (tratamentos, consultas, cirurgias) adiadas por causa da pandemia, incentivar a produção regional de produtos agrícolas, a pesca, a pecuária, aumentando a exportação e reduzindo a dependência do exterior, alternativa aos transportes aéreos um (ferry) como os nossos vizinhos das Canárias, criar condições para que os turistas progressivamente voltem a poderem nos visitar em segurança, estas seriam na minha opinião as verdadeiras prioridades da nossa terra. Urge portanto o bom censo na aplicação dos dinheiros que virão para apoiar aqueles que realmente necessitam e não para os que à já mais de 4 décadas se habituaram a que à custa das desgraças desta terra vejam engrossando a sua carteira. Não podemos continuar indiferentes e muito menos tolerantes a que a nossa miséria seja o sustento dos oportunistas e que a ignorância e falta de cultura democrática deste povo, sirva de sustento para alimentar uma vez mais a pior pandemia deste país e que já dura á mais de 4 décadas; A CORRUPÇÃO. Esperemos que não exploda nenhuma granada de erros constantes, nas mãos de quem tem o «poder» de delinear e distribuir aquilo que deverá pertencer aos cidadãos que lutam para que a liberdade seja defendida com muita inteligência e equidade. É hora do povo abrir os olhos; já chega de indiferença, tolerância, ingenuidade e corrupção, pois Portugal quer justiça!

domingo, 7 de fevereiro de 2021

                                                    Os dez mandamentos 
1º Dentro em breve cumprir-se-á um ano (no nosso país) desde início desta terrível situação designada de pandemia.
 2º Talvez a ciência duma forma mais eficaz possa ter descoberto a vacina de prevenção contra este temível inimigo.
3º Em média as vacinas conhecidas demoraram desde a sua descoberta , aplicação e eficácia levaram 10 anos.
4º Parece que o empenho da ciência, conseguiu que neste caso mais recente em apenas um ano, conceber uma vacina que esperemos que rapidamente nos ajude a libertar deste pesadelo.
5º Entretanto a prevenção, a responsabilidade e o cumprimento das normas serão as melhores medidas enquanto a vacina não começa a produzir efeito.
6º Porque a média de óbitos causados pelo vírus (segundo as estatísticas) é de 81 anos e muitas vezes por complicações anexas a outras patologias, do número de casos 1,8% correspondem aos óbitos nos casos contabilizados, onde 80% são recuperados.
/º Por falta de consciência cívica a propagação tem sido exagerada, destruindo a economia do país e criando o caos às famílias e empresas. 
9º Se forem tomadas as medidas preventivas, e os cidadãos tomarem a consciência plena que o seu contributo no comportamento será fatal na diminuição deste flagelo, em breve reduzir-se-ão o número de infetados.
10 º Porque está em causa a vida de todos nós, vamos substituir o medo e o pânico, por responsabilidade, civismo, prevenção e muitos cuidados. PS: Porque a longevidade foi uma enorme conquista da humanidade, será que foi um «erro» da ciência lutar tantos anos pelo prolongamento da vida?