quarta-feira, 8 de abril de 2026

 

O Mundo Moderno: Progresso Material e Desafios Sociais em Portugal e na Região Autónoma da Madeira

O mundo actual é marcado por uma dualidade profunda: por um lado, testemunhamos avanços impressionantes na tecnologia, na medicina e na comunicação; por outro, muitas sociedades enfrentam uma crise social, cultural e emocional que desafia a nossa percepção de progresso. Em Portugal, estes desafios são particularmente visíveis e assumem contornos específicos nas regiões insulares, nomeadamente na Região Autónoma da Madeira, onde a realidade geográfica, económica e demográfica amplifica algumas fragilidades estruturais.                    Nos últimos séculos, a humanidade conquistou melhorias materiais notáveis. A medicina moderna aumentou a esperança média de vida, prevenindo e tratando doenças que outrora dizimavam populações. A tecnologia conecta milhões de pessoas instantaneamente, permitindo acesso à informação, educação e oportunidades antes inimagináveis. O desenvolvimento das infraestruturas e dos transportes transformou a circulação de bens, serviços e pessoas, contribuindo para o crescimento económico e para a redução da pobreza extrema em muitas regiões do mundo.                   No entanto, o aumento de riqueza e o acesso a recursos não se traduziram automaticamente em bem-estar social ou felicidade. Muitas sociedades, incluindo Portugal, enfrentam desigualdade persistente, dificuldades no acesso à habitação e uma crescente sensação de insegurança económica. Na Região Autónoma da Madeira, estas dificuldades manifestam-se de forma particular devido ao custo de vida elevado, à dependência económica de sectores específicos como o turismo  e à limitação territorial que pressiona o mercado habitacional e o acesso a serviços.                                                   A felicidade quotidiana das pessoas é directamente afectada por dificuldades concretas: acesso limitado a uma habitação digna, alimentação saudável, educação de qualidade e cuidados de saúde acessíveis. Quando estas condições básicas falham, torna-se difícil experimentar a sensação de segurança, estabilidade e realização necessárias para uma vida plena. Este cenário é visível tanto no território continental como nas regiões autónomas, onde a distância geográfica e a dependência logística agravam custos e desigualdades.       Em Portugal, a crise demográfica é uma realidade incontornável. Muitas famílias adiam ou desistem de ter filhos devido à precariedade laboral, aos salários insuficientes e às dificuldades habitacionais. Na Região Autónoma da Madeira, a emigração de jovens qualificados e a diminuição da natalidade criam um desequilíbrio geracional que ameaça a sustentabilidade económica e social a médio prazo. Este fenómeno coloca em risco não apenas o crescimento populacional, mas também a continuidade de tradições, valores comunitários e identidade cultural.  Simultaneamente, a população idosa cresce de forma significativa. Muitos idosos vivem sozinhos, dependentes de apoios sociais limitados, ou encontram-se institucionalizados em estruturas que, apesar do esforço dos profissionais, nem sempre conseguem proporcionar o acompanhamento humano e familiar desejável. Este desafio é particularmente sensível em comunidades insulares, onde os laços familiares sempre foram um pilar social e onde a solidão dos idosos representa uma mudança profunda na organização tradicional da sociedade. A mudança acelerada de valores sociais, especialmente nas áreas da família, da educação e da convivência comunitária, gera tensões entre gerações e dificulta a adaptação cultural. No passado, a coesão social e a proximidade entre vizinhos e familiares eram factores centrais de estabilidade emocional e felicidade colectiva. Hoje, a urbanização, a pressão económica e o ritmo acelerado da vida moderna contribuem para o enfraquecimento desses vínculos, tanto no continente como na Região Autónoma da Madeira.                                            Além disso, cresce a percepção de que decisões importantes que afectam a vida das pessoas são tomadas por estruturas políticas, económicas ou administrativas distantes da realidade quotidiana dos cidadãos. Este sentimento de afastamento institucional alimenta frustração, desconfiança e sensação de impotência, reforçando a ideia de que o progresso material  embora visível  não garante automaticamente justiça social, equilíbrio comunitário ou bem-estar emocional.                     Em síntese, o mundo moderno é simultaneamente mais desenvolvido e mais exigente, e Portugal não é excepção. A prosperidade material convive com desafios sociais, demográficos e culturais que afectam directamente a qualidade de vida das pessoas. Na Região Autónoma da Madeira, esses desafios assumem uma dimensão particular, marcada pela insularidade, pela dependência económica e pela necessidade constante de equilíbrio entre desenvolvimento e coesão social.       A grande lição do nosso tempo é clara: progresso não é sinónimo de felicidade. O verdadeiro desafio da sociedade contemporânea  em Portugal e na Região Autónoma da Madeira  é encontrar um equilíbrio sustentável entre crescimento económico, justiça social, valorização da família, cuidado com os mais vulneráveis e preservação da identidade cultural. Só assim o progresso poderá ser verdadeiramente humano, inclusivo e duradouro.

terça-feira, 31 de março de 2026

            CONSTITUIÇÃO, 50 ANOS DE AUTONOMIA  QUE FUTURO NOS ESPERA?


Sempre que falamos de democracia, lembramo-nos do 25 de Abril e da conquista da liberdade reafirmada em 25 de Novembro de 1975. Dessa mudança nasceu a Constituição a lei suprema que define como o Estado funciona, quais são os direitos dos cidadãos e quais são os limites do poder político.                                           A Constituição é, em essência, o contrato fundamental entre o Estado e o povo. Baseia-se em três pilares: direitos e deveres dos cidadãos; organização dos poderes do Estado; limitação do poder político.                 Nenhum governante pode fazer o que quiser. Esse é o princípio básico de qualquer democracia. Mas o mundo mudou: evoluíram as tecnologias, os comportamentos e os desafios sociais. Surge então a pergunta legítima: estará a Constituição a acompanhar essa evolução?                   A liberdade é a base da democracia, mas também tem limites. Não pode servir para ofender, caluniar ou intimidar. Contudo, também não pode ser restringida por interpretações ideológicas que afastem a vontade popular. Ao serem os aprtidos a esolherem os membros desse órgão já estarão a pôr em causa uma norma constitucional, a separação de poderes.                                                       Quando milhões de eleitores escolhem representantes, negar-lhes participação plena nas instituições levanta dúvidas sobre a própria essência democrática. A democracia não pertence a juristas, partidos ou ideologias pertence ao povo.                   Quanto à autonomia, ela é um direito de autogoverno em assuntos locais, mantendo a unidade nacional. No entanto, a sua sustentabilidade depende de visão estratégica. A dependência excessiva de um único setor económico, como o turismo, pode tornar qualquer região vulnerável a crises externas.                                   A democracia exige debate. A Constituição exige atualização. A autonomia exige responsabilidade..       O futuro não se constrói com silêncio constrói-se com participação, coragem e sentido crítico.


                       Constituição 50 anos Autonomia

Que futuro nos espera? Sempre que surge a palavra democracia, ligamo-la ao 25 de Abril, mais recentemente a sua restauração reafirmada no 25 de Novembro designada de Constituição da República. Deveria ser a lei suprema dum país, o documento que define como o estado deveria funcionar, quais os direitos dos cidadãos e os limites do poder político. Sintetizando, é um conjunto de regras fundamentais a todos onde governantes e governados teriam de respeitar.  Diriamos que poderia designar-se de " Carta magna", o contrato  fundamental entre o estado e o povo. Baseada em três ideias essenciais, a definição dos direitos e deveres do cidadão,  organização do estado e seus poderes e limitação do poder político. Partindo do primeiro degrau definição dos direitos e deveres do cidadão;  a liberdade de expressão, o direito à saúde e educação, o direito ao voto e ao da igualdade perante a lei. No segundo degrau estariam, organização do estado e seus poderes; governo, parlamento, tribunais e presidencia da república e por fim o limite ao poder político; nenhum governante poderá fazer o que quiser pois a mesma serviria par impedir abusos de pode. O mundo evoluiu, mudaram-se diferentes formas de comportamentos e de tecnologia e outros sectores, mas parece que a Constituição é inalterável e iandaptável aos novos tempos. 

Quando a base principal de todo regime onde impere a liberdade, parte-se do principio que essa mesma liberdade terá forçosamente os seus limites em que não estariam condicionada a liberdade de expressão sempre que não fosse utilizada para mentir , caluniar, ofender ou intimidar o outro. Será pois neste pilar da democracia que começa a dúvida quando um dos vários autores vem contestar a integração do que se considera tradição a participação dos partidos maioritariamente votados na escolha dos seus membros o que de si já põe em causa a separação de poderes consagrada nessa mesma constituição, num então criado tribunal constitucional e que o sistema mantem refém dos princípios ideológicos dos seus principais autores, porque a constituição não se eterniza com a evolução do mundo e com ele do país deve e pode ser melhordad atualizada e corrigida ou alterada consoante as ciscusntâncias, da mesma forma que ele foi criada, redigida e implementada às cercunstâncias do memento para tal vivido. Foi feita contra o anterior regime que durante 42 anos impôs um regime que perseguiu e condenou opositores, principalmente de idiologia socialista/Comunista, razão que levou aos autores da atual constiutição reprimir regimes de teor político de direita catlogando-o de fascista quando os proprios autores da constituição vieram mais tarde refutar essa afirmação, Mário Soares e Otelo saraiva de Carvalho, afirmaram que Salazar não ea fascista . Eis pois o prrimeiro contraditório de uma democracia. Se a liberdade permite a escolha livre dos governantes, quem são eles os arautos da democracia e paladinos da liberdade para conndicionarem as escolhas ddo memso povo quando a democracia é cabalmente o seu direito e a sua voz?  E agora vem o Prf.Dr. Jorge Miranda catedrático, jurista dizer que o CHEGA  não pode escolher juizes para o atual tribunal constitucional. Renegar o direito de 1.700.000 mil eleitores é estar contra a democracia. 

No que a autonomia diz respeito, é o direto de uma região governar-se em assuntos locais, mantendo-se como parte do país e respeitando as leis nacionais. Será que a grande dependencia de um só sector com o risco elevado como o turísmo, nas circunstância atuais de insegurança em que o munso vive, põe em causa a sustentabilidade da nossa autonomia? 

sábado, 28 de março de 2026

 texto reconstruido para o "Folha Nacional"

Porquê a nossa democracia tem medo do CHEGA?

Desde 1974, o 25 de Abril serviu para propagar a liberdade e endeusar a democracia, mas foi também utilizado para diabolizar a direita democrática, sob o pretexto de que os 41 anos de regime autoritário durante os quais a liberdade de expressão era vigiada tinham como grande propósito silenciar aqueles que veneravam o socialismo e promoviam o comunismo.

Mas afinal, o que é que o regime de António de Oliveira Salazar perseguia?
Os setores comunistas e socialistas diziam que Salazar era fascista. No entanto, um protagonista do próprio processo revolucionário, Otelo Saraiva de Carvalho, afirmou em várias ocasiões que tal classificação não correspondia exatamente à realidade. Também Mário Soares declarou que Salazar não era fascista e que, apesar de tudo, não tinha utilizado dinheiro público para benefício pessoal.

A narrativa de classificar o ditador como fascista não era mais do que o espelho do contraditório: tal como Salazar rotulava os seus opositores de comunistas, também os seus adversários o rotulavam de fascista.

A partir daí, para implementar o socialismo, inicialmente pela força perseguindo, intimidando e, em alguns casos, recorrendo à violência contra conservadores e depois de forma dita democrática, foram sendo monopolizadas instituições, manipulada a educação, pressionados partidos da direita e condicionadas opiniões na comunicação social, conduzindo para um único campo ideológico setores fundamentais da sociedade.

Eliminados, supostamente, esses opositores; debilitadas e reduzidas à mínima relevância as Forças Armadas; retirada autoridade às forças de segurança; politizadas e partidarizadas a justiça, a educação e a comunicação social tornou-se mais fácil à extrema esquerda vender a ideia do socialismo e conquistar, de forma oportunista, a confiança de um povo humilde, pacífico e solidário.

Converteram solidariedade em submissão, tolerância em sujeição e doutrinamento em manipulação de mentalidades.

E eis que, de repente, se construiu uma nova realidade: destruíram-se décadas de esforço e sacrifício de um país que, com o trabalho dos seus cidadãos, chegou a possuir uma das maiores reservas monetárias do mundo. Após duas guerras mundiais e mais de meio século de história, e mesmo com a integração europeia há mais de 40 anos, continuamos a ser um país economicamente frágil e entre os mais atrasados da União Europeia no chamado mundo desenvolvido.

Daí surge a desilusão, a desolação e, em abril de 2019, depois de um sentimento coletivo de “basta”, nasce um novo movimento político pela mão de um homem: André Ventura.
Uma liderança firme e determinada, identificada com as situações que levaram o país à crise, ao descrédito na democracia e ao risco de hipotecar a liberdade.

Por isso, o sistema que socialistas e comunistas designaram de democracia e que, segundo os seus críticos, foi sequestrado, permitindo abusos, corrupção e desconfiança passou a temer o surgimento do Chega.
Quando, na visão dos seus apoiantes, esse partido surge com o propósito de restaurar a democracia, restituir a liberdade, resgatar valores sociais e devolver o poder político ao povo.

   Porquê a nossa democracia tem (medo) do CHEGA?

Desde  1974 que o 25 de Abril serviu para propagar a LIBERDADE e endeusar a democracia, mas foi utilizado para diabolizar a direita democrática com o pretesto de que os 38 aanos de regime totalitário e onde a  (liberdade de expressão) era vigiada com um grande propósito, silenciar aqueles que veneravam o socialismo e promoviam o Comunismo. Mas afinal o que é que o regime totalitário de Salazar persseguia? Os comuno-socialistas diziam que Salazar era fascista, quando um extremista como Otelo Saraiva de Carvalho um dos precursores do 25 de Abril  afirmou que tal não era verdade e Mário Soarse em várias declarações confirmava que ele não era fascista e mais ainda, nunca tinha utilizado um tostão dos dinheiros públicos para benefício próprio. 

A narrativa de classificar o ditador de fascista não era mais nem menos que o contraditório de Salazar contra os seus discordantes e opositores de rotulá-los de comunistas.

A partir daí e para implementar o Socialismo inicialmente pela força persseguindo, intimidando e assassinado os conservadores, e depois de forma (democrática) monopolizaando instituições, manipulando a educação, intimidanndo os partidos da direita conservadora e coartando as opiniões da imprensa e conduzindo a si todos os setores mais importantes da sociedade.Eliminados que foram (supostamente) esses opositores, debilitadas e reduzidas à minima insignificancia as forças armadas, retirada a autoridade aos agentes das forças de segurança, politizando e paritidarizando a justiça, a educação e a comunicação social foi fácila à extrema esquerda vender a ideia do sociaçlismo e comprar de forma cruel e vil a ingenuidade deste povo humilde, pacífico e solidário. Converteram solidariedade em submissão, tolerância em sujeição e doutrinamento em manipulação de mentalidadades: 

E eis que de repente construiram; destruiram 38 anos de sacrifíicio e de repressão de um país com o esforço dos seus compatriotas chegou a ser a 5ª maior reserva monetária do mundo, após 2 (duas9  guerras mundiais, em 52 anos e mesmo com a mão estendida à Europa já lá vão 40 anos, continuamos a ser um país de 3º mundo e dos mais atrasados da UE dentro do que se designa de mundo desenvolvido.

Daí que surge a desilusão, a desolação e em Abril de 2019  depois de uma experiência metamorfósica de BASTA, surge pela mão da coragem, e determinação de um HOMEM; André ventura  uma mão direita identificada,  firme e determinada , identificada com as situações que levaram o país à calamidade, ao descrédito na democracia e ao risco de hipotecar a LIBERDADE.

Por isso que o sistema que os Socialista/Comunistas designaram de democracia sequestrando-a, legalizando o roubo e institucionalizando a corrupção, dí que ssurgiu o medo do CHEGA, quando na realidade é que o CHEGA  veio para: restaurar a democracia, restituir a LIBERDADE, reagatar os valores da sociedade e devolver o poder da democracia ao povo. 

domingo, 22 de março de 2026

                                     Fé, Esperança e Religião

Desde que o Homo sapiens descobriu que tinha poder sobre os outros seres, começou a eterna luta entre o bem e o mal. Quando alguns perceberam que podiam ter mais poder do que outros, a lei da sobrevivência passou a vigorar, intensificando esse confronto.                                                                     Mas afinal, o que é a fé? Será uma ilusão da mente ou uma necessidade do espírito.                                 Talvez a resposta esteja na ideia de que não somos apenas seres humanos vivendo uma experiência espiritual, mas sim seres espirituais vivendo uma experiência humana pensamento frequentemente associado ao escritor e palestrante Dr. Wayne Walter Dyer (1940–2015), autor de várias obras de desenvolvimento pessoal.                                                                                                                           O ser humano, a partir da perceção do seu poder, começou por impô-lo através da força física. Contudo, ao longo da sua evolução, colocou em prática uma força que, à partida, não era visível: a força mental e psíquica. Foi esse o verdadeiro marco da evolução da humanidade uma transformação que nunca mais parou.                                                                                                                                 E é notável pensar que essa força invisível superou, e de que maneira, aquilo que tradicionalmente associávamos ao poder: músculos, energia corporal e vontade de conquistar. Através da força física, muitos impérios dominaram o mundo, muitos países demonstraram o seu poder e muitos povos subjugaram civilizações. Mas com a evolução da mente humana, o domínio de uns seres humanos sobre outros tornou-se ainda mais evidente e sofisticado.                                                                                  Se essa força for utilizada para oprimir, submeter, explorar, sacrificar, aniquilar ou exterminar, continuará a ser designada como a força do mal. Se, pelo contrário, for aplicada para evoluir, motivar, alimentar, ajudar, perdoar e amar, será a força do bem e nasce do mesmo homem. A diferença está em que lado se encontra o seu espírito.                                                                                                              É aqui que surge a fé, que muitas vezes procura expressão na religião entendida, na sua essência, como o seguimento do exemplo de alguém que promoveu as forças do bem.                                       Infelizmente, a luta entre o bem e o mal continua ao longo dos tempos, e será sempre uma decisão humana escolher qual caminho seguir, para que o ser humano possa verdadeiramente viver a sua esperança num mundo onde a força do bem esteja em maioria e consiga enfraquecer a força do mal. Para muitos, essa esperança é encontrada através da religião, mesmo sendo ela conduzida por homens livres que, por vezes, a utilizam como capa para ocultar intenções menos nobres. Ainda assim, na sua essência, permanece a semente do bem.                                                                                                 Não devemos entrar em conflito de princípios, valores ou crenças. Não tomemos apenas uma semana (SANTA) para poder promover o bem, isso deverá ser prolongado durante todo o tempo que nos emprestou a vida na passagem por este nosso paraíso.                                                                        Aquilo que muitos ateus ou agnósticos tentam atribuir como culpa à religião não passa, muitas vezes, de uma forma de deslocar responsabilidades. Não é a religião, por si só, que decide, age ou erra são os homens que a interpretam, a conduzem e a utilizam. Culpar a religião por todos os males é, por vezes, uma simplificação cómoda, tal como seria injusto ignorar que, em nome dela, já foram cometidos erros graves. A verdade é que a responsabilidade última pertence sempre ao ser humano, às suas escolhas e à forma como decide agir. A religião é promovida por homens, vivida por homens e, por isso mesmo, sujeita às virtudes e às falhas humanas. Pode ser instrumento de paz ou de conflito, de união ou de divisão, dependendo da consciência de quem a pratica. Não é a fé que cria o mal, nem a ausência dela que garante o bem. O bem e o mal nascem das decisões humanas.                                                                Por isso, mais do que discutir se a culpa é da religião ou da sua negação, importa reconhecer que a verdadeira responsabilidade está sempre nas mãos do ser humano na sua liberdade de escolher, na sua capacidade de discernir e na sua vontade de agir com justiça.                                                                        A religião nunca deverá ser fanatismo da fé, nem instrumento de poder. Deverá ser, sim, o percurso que ajuda o ser humano a ter a clarividência necessária para distinguir o bem do mal. Com recurso à religião, ao coração ou até à força física, será sempre a nossa mente a decidir a verdadeira escolha aquela que nos permitirá construir um mundo melhor.

Fé, esperança e religião

Desde que o "HOMO SAPIENS" descubriu que tinha poder sobre o outros seres, começõu a luta do bem contra o mal. Pensar que estes próprios seres descobriram que alguns até teriam mais poder do que outros, a lei da sobrevivencia passou a vigorar em confronto do bem contra o mal. Mas afinal o que é a fé? Será mesmo uma ilusão da mente, ou uma necessidade do espítito? Porque não somos seres humanos vivendo um experiência espiritual, somos seres espirituais vivendo uma experiência humana. Uma frase do Dr.Wayne Walter Dyer (1940-2015) foi um palestrante e escritor americano de livros de desenvolvimento pessoal, entre eles muitos best-sellers. Algumas de suas obras são "A verdadeira magia" O ser humano a partir da suaa perceção de poder, iniciou a impôr esse poder através da força física, mas ao longo da sua faze evolutiva p^s em prática um poder que à partida não era vixível, a força mental e psíquica. A partir daí foi o culminar da evolução do que hoje conhecemos como evolução da humanidade e isso nunca mais parou. E pensar que foi essa a força que superou e de que maneira aquilo que parecia ser o que temos como concepção de força, relacionada com musculos, energia corporal, evontade de conquistar, Através da força fíisca muitos imperios dominaram o mundo, mundo países demonstraram os eu poder de domínio e muitos povos suplatarm civilizações. Mas com a tal evolução da força invisível ( a da mente humana) cada vez mais o domínio de seres humanos a outros é mais evidente. Se essa força for utilizada para oprimir, submeter, explorar, sacrificar, aniquilar e exterminar continua a ser designada a força do mal, se pelo contrário for aplicada para evoluir, motivar, alimentar, ajudar, perdoar e amar, será a foça do bem e nasce do mesmo homem, a diferença é de que lado está o seu espírito. E aí é que vem a fé, que procurou na religiºao que não é mais nem menos do que o seguimento do exemplo de alguém que promoveu todas as froças do bem. Infelizmente a luta entre o bem e o mal continua ao longo dos tempos e será essa a decisãoa tomar para que o «der hymano» possa verdadeiramente vicar a sua esparnaça num mundo onde a força do bem esteja em maioria e consiga desmotivar a força do mal. Para muitos poderá ser encontrada através da religião mesmo sendo ela conduzida leos mesmos homens livres que utilizam-na por vezes como capa para o cultar o seu espírito maligno, mas que na sua essência prevalece a semente do bem. Não podemos entra em conflito de princípios, valores ou crensas. A religião nunca deverá ser fanatismo da fé, ou esperança do poder, será sim e sempre o percurso para que o ser humano tenha a clarividencia de destinguir o bem do mal. Com recuso à religião, ao coração ou à força fíxica, será a nossa mente a decidir a verdadeira escolha para que possamos construir um mundo melhor.