SALVAR A DEMOCRACIA, PRESERVAR A LIBERDADE
100 Forças
quinta-feira, 11 de junho de 2026
quarta-feira, 10 de junho de 2026
MENSAGENS E PENSAMENTOS
Quando a ignorância não encontra argumentos para enfrentar a inteligência, refugia-se no escárnio e na mediocridade.
Quando a ignorância é incapaz de combater a inteligência com argumentos, recorre ao escárnio, à desvalorização e à mediocridade.
Quando a ignorância não consegue vencer pela razão, tenta compensar através do escárnio, da difamação e da mediocridade.
A ignorância, quando desprovida de argumentos, raramente procura a verdade; prefere esconder-se atrás do escárnio e da mediocridade para atacar aquilo que não consegue compreender.
Quando a ignorância se vê derrotada pela força dos argumentos, abandona o debate e refugia-se no escárnio, pois a mediocridade é o último recurso de quem não consegue enfrentar a inteligência.
A tolerância nunca deverá ser confundida com submissão. O humanismo nunca deverá significar subserviência nem o abandono dos valores que nos identificam como povo.
A tolerância não pode transformar-se em submissão. O humanismo não deve conduzir à subserviência nem à renúncia dos valores, da cultura e da identidade que nos definem como povo.
Ser tolerante não é ser submisso. Ser humanista não é abdicar dos princípios, dos valores e da identidade que herdámos e que temos o dever de preservar.
A tolerância é uma virtude; a submissão é uma fraqueza. O humanismo é um princípio de respeito pela dignidade humana, não um pretexto para abandonar os valores, a cultura e a identidade que nos unem como povo.
Com base nos estatutos e regulamentos do partido, as suas funções incluem:
- Presidir e dirigir os trabalhos dos congressos, convenções, assembleias ou reuniões da estrutura respetiva.
- Convocar reuniões e atos eleitorais, quando previsto nos regulamentos.
- Garantir o cumprimento das regras estatutárias e regulamentares durante as reuniões e processos eleitorais.
- Coordenar e fiscalizar eleições internas, incluindo a receção de candidaturas, acompanhamento das mesas de voto e proclamação dos resultados.
- Assinar e validar atas e deliberações dos órgãos que preside.
- Dar posse aos titulares eleitos, quando aplicável.
Na prática, para a Direção Regional da Madeira, o presidente da mesa atua como uma espécie de garante do funcionamento democrático interno da estrutura regional, enquanto a condução política diária, a estratégia, a comunicação e a gestão da atividade partidária cabem à Comissão Política Regional
NUM PROJETO ONDE TERÃO DE CABER TODOS.
É preciso arrumar a casa, devolver o CHEGA aos militantes e a democracia aos eleitores.
O CHEGA, tal como a própria democracia, foi sequestrado por oportunistas que se julgam donos da democracia e por políticos de sacristia que se apresentam como paladinos da liberdade.
A democracia não pode continuar a sobreviver da miséria do povo, nem a ser alimentada pela falta de cultura democrática dos cidadãos. A responsabilidade democrática é a verdadeira exigência da liberdade.
terça-feira, 9 de junho de 2026
A Coragem de Servir
Vivemos tempos marcados por divisões crescentes, tanto no nosso país como no mundo. As diferenças de opinião, que deveriam enriquecer o debate democrático, são muitas vezes transformadas em barreiras que afastam pessoas, comunidades e projetos comuns. É precisamente nestes momentos que se torna mais necessário recuperar a capacidade de unir esforços em torno daquilo que nos aproxima. Acredito que os maiores desafios da nossa sociedade não serão ultrapassados através da afirmação individual, do protagonismo excessivo ou da busca de reconhecimento pessoal. Pelo contrário, exigem desprendimento, humildade e uma genuína vontade de servir. Servir uma causa, uma comunidade ou um país implica colocar o bem comum acima dos interesses particulares e compreender que nenhuma mudança duradoura é construída por uma só pessoa. A coragem de servir manifesta-se, muitas vezes, na capacidade de ouvir antes de falar, de dialogar antes de julgar e de construir pontes onde outros preferem erguer muros. Não se trata de abdicar das convicções, mas de reconhecer que o progresso nasce da cooperação entre pessoas que, apesar das suas diferenças, partilham o desejo de contribuir para um futuro melhor. Se queremos transformar o país, devemos começar por transformar a nossa atitude. A mudança não começa apenas nas instituições, nas leis ou nos discursos. Começa na forma como nos relacionamos com os outros, no respeito que demonstramos por quem pensa de maneira diferente e na disponibilidade para trabalhar em conjunto por objetivos que beneficiem a sociedade como um todo. A verdadeira liderança não se mede pelo destaque que alguém alcança, mas pela capacidade de inspirar outros a participar, a contribuir e a acreditar. Da mesma forma, a união não exige unanimidade de pensamento; exige apenas a maturidade de reconhecer que o bem comum pode e deve prevalecer sobre as divergências que nos separam. Num tempo em que tantas vozes procuram dividir, talvez a maior demonstração de coragem seja precisamente a de unir. E talvez a mais nobre forma de liderança seja a vontade sincera de servir, sem vaidade, com humildade e com total dedicação ao futuro do nosso país.Para que o mal triunfe basta que os homens bons nada façam!
sábado, 6 de junho de 2026
PLANO DE ESTRUTURAÇÃO DE UMA CANDIDATURA
De acordo com os documentos programáticos e estatutários do CHEGA, os princípios que mais frequentemente são apresentados como orientadores da ação do partido incluem:
- Defesa da soberania nacional e da identidade portuguesa.
- Valorização da família como núcleo fundamental da sociedade.
- Reforço da segurança, da autoridade do Estado e do combate à criminalidade.
- Defesa da liberdade individual e da responsabilidade pessoal.
- Combate à corrupção e exigência de maior transparência na vida pública.
- Redução da burocracia e reforma da administração pública.
- Promoção do mérito, do trabalho e da iniciativa privada.
- Controlo da imigração através de políticas reguladas e cumprimento da lei.
- Defesa da igualdade de todos os cidadãos perante a lei.
- Reforço da participação cívica e da proximidade entre eleitos e eleitores.
Para além destes princípios programáticos, os Estatutos do partido estabelecem deveres dos militantes como a lealdade aos órgãos do partido, o respeito pelas decisões democraticamente tomadas e a promoção dos objetivos políticos da organização.
Se a sua intenção for preparar uma candidatura a uma estrutura distrital ou concelhia, pode ser útil distinguir entre:
- Princípios do CHEGA enquanto partido (programa e estatutos).
-
Princípios pessoais de liderança que pretende defender, como:
- Unidade interna.
- Respeito pelo princípio da não agressão.
- Diálogo permanente.
- Respeito pela divergência de opiniões.
- Transparência.
- Meritocracia.
- Crescimento da militância.
- Proximidade aos militantes.
- Serviço a Portugal acima de interesses pessoais.
Esta combinação permite construir uma mensagem própria sem se afastar dos princípios fundamentais do partido.
A minha candidatura assenta no princípio da não agressão, do respeito mútuo e da valorização do diálogo. Não pretendo construir um projeto contra ninguém, mas sim um projeto com todos aqueles que desejam contribuir para o fortalecimento e crescimento do partido.
Acredito que a união é a principal condição para consolidar a confiança dos militantes, atrair novos membros e reforçar a nossa capacidade de intervenção política. Por isso, defenderei uma liderança próxima, agregadora e aberta à participação de todos.
Comprometo-me a promover uma cultura de diálogo permanente, onde cada militante tenha a oportunidade de ser ouvido, respeitado e valorizado. As diferentes opiniões não devem ser encaradas como obstáculos, mas como contributos que enriquecem a reflexão e fortalecem as decisões coletivas.
Vejo a política como um espaço de serviço, responsabilidade e construção. Os meus adversários nunca serão meus inimigos. A divergência de ideias faz parte da democracia; o respeito pelas pessoas deve estar sempre acima das diferenças.
Quero contribuir para um partido mais unido, mais forte, mais próximo dos seus militantes e mais preparado para responder aos desafios do presente e do futuro, sempre com espírito de missão, sentido de responsabilidade e total dedicação a Portugal.
Não encontrei qualquer exigência de antiguidade mínima para os proponentes.
Assim, salvo disposição específica nos Estatutos ou em alguma deliberação posterior dos órgãos competentes, a interpretação literal do regulamento é que qualquer militante com capacidade eleitoral ativa no respetivo distrito poderá ser proponente, independentemente do tempo de inscrição.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
AQUILO QUE FALTA À DEMOCRACIA
A razão que tem levado ao descrédito Das instituições, na perca da confiança dos regimes e a desilusão de um sistema deve-se em boa parte pelo comprtamento errado de quem passou e geriu essas mesmas instituições, muitas vezes cheios de boas inteções, com planos, projetos e sonhos fantásticos, mas que na prática ou: não se daptaram às circunstâncias, não foram aplicados criteriosamente ou simplesmente foram influenciados a servirem quem iniacialmente não eram os seus propósitos.
Num projeto político onde o propósito venha a ser os eleitores, o caminho a democracia e o sonho a liberdade, só será concretisável se dentro dessa linha nunca for desviados dos intresses a execução desse mesmo propósito. Porque em democraccia todos serão vádios e aceites, mas são irão vigar aqueles que com firmesa e detrminação nos mantiver-mos coerentes, determinados e firmes aos rpicípios que nos motivaram a abraçar o projeto em que acreditamos. Razão pela qual para que a democracia seja validade tera de haver sempre uma alternativa ou dexará de ser uma democarcia autêntica.
AQUILO QUE FALTA À DEMOCRACIA
A razão que tem conduzido ao descrédito das instituições, à perda de confiança nos regimes democráticos e à desilusão em relação ao sistema deve-se, em grande parte, ao comportamento inadequado de quem passou por essas mesmas instituições e as geriu. Muitas vezes, essas pessoas estavam movidas por boas intenções, com planos, projetos e sonhos ambiciosos; porém, na prática, tais objetivos não se adaptaram às circunstâncias, não foram aplicados com o rigor necessário ou acabaram por ser influenciados por interesses alheios aos seus propósitos originais. Num projeto político cujo propósito seja servir os eleitores, tendo como caminho a democracia e como ideal a liberdade, esse objetivo só poderá ser concretizado se a sua execução nunca se desviar dos interesses que lhe deram origem. Numa democracia, todos devem ser ouvidos e respeitados; contudo, apenas prevalecerão aqueles que, com firmeza e determinação, se mantiverem coerentes, comprometidos e fiéis aos princípios que os motivaram a abraçar o projeto em que acreditam. Por essa razão, para que a democracia seja verdadeiramente válida e autêntica, deve existir sempre uma alternativa. Sem pluralismo, sem escolha e sem a possibilidade de alternância, a democracia perde a sua essência e deixa de ser uma democracia genuína.
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Está de Volta o Sonho de Vencer
A partir de agora, vamos viver futebol 24 horas por dia. Aproxima-se a 23.ª edição do Mundial de Futebol, o maior evento do desporto-rei. A FIFA decidiu alargar o sonho a 48 nações, envolvendo cerca de 3,6 mil milhões de pessoas quase metade da população mundial. A logística e os milhares de milhões que gravitam em torno de uma competição desta dimensão e magnitude fazem pulsar o coração dos apaixonados pelo futebol. Apesar de vivermos tempos marcados por conflitos, guerras, fome, miséria e pela degradação de muitos dos valores que nos rodeiam, temas amplamente explorados pelos meios de comunicação e pelas redes sociais na disputa constante pela atenção das pessoas, durante 38 dias os olhares do mundo estarão concentrados neste magno evento. Dos cerca de 350 milhões de habitantes do maior país participante, os Estados Unidos da América, aos quase 190 mil do mais pequeno, Curaçau, milhões de corações baterão ao ritmo da mesma paixão. E nós, que somos quase 13 milhões, incluindo a vasta diáspora espalhada pelo mundo, e cujo coração palpitará sempre que os nossos rapazes entrarem em campo? Será que voltaremos a sonhar? Será possível transformar esse sonho em realidade e trazer o tão desejado caneco para este lado do Atlântico? Já dizia o poeta António Gedeão que “o sonho comanda a vida”, e o povo continua a acreditar que não é proibido sonhar. Por isso, basta que os fatores certos se conjuguem para que possamos aproveitar a oportunidade que a vida nos oferece e alcançar aquilo que tanto desejamos. Servir uma nação que anseia, entre tantas outras conquistas, pela concretização de um sonho coletivo. Uma nação onde, se acreditares, poderás ser vencedor. É preciso acreditar que a vontade de vencer nasce da força da convicção e da fé na capacidade de corresponder aos anseios de um povo inteiro. TODOS POR PORTUGAL.