sábado, 19 de outubro de 2013

                                                     Uma concepção errada
Perverteu-se o conceito de democracia em Portugal.Aquilo que é errado, que é contra natura, um pesadelo para a sociedade, uma aplicação descabida, muitos erros e muitas outras formas de vivência da actualidade do nosso país, foram criadas leis para torná-las numa legalidade.
Como é possível casos de política completamente errada e que a grande parte da população está em desacordo se torna uma legalidade? Como é possível, casos de corrupção que o país inteiro debate, comenta e até existem provas,não exista lei que condene os culpados, faça-os devolver aquilo que ilegalmente se apropriaram e compensem as pessoas ou instituições lesadas. Como é possível que: pessoas, empresas ou instituições lesarem cidadãos, famílias, crianças,  cidadãos indefesos, possam passar impunes perante a justiça, com a agravante de ainda  receberem compensações financeiras, comendas ou até, pasmem-se louvores do estado. Afinal estamos perante uma nação onde: o crime compensa, a justiça só se aplica aqueles a quem as leis sejam mais imputáveis, o facto de pertencer a uma certa classe da sociedade permite-lhes que se façam leis para proteger aqueles que de antemão as conhecem e quando não os beneficiam ou até os penalizam, pura e simplesmente altera-se a dita lei.
Um exemplo claro recentemente, é o caso do «Dr». Mário Soares usar os termos mais recentes para catalogar o actual governo, que diga-se de passagem tem sido o mais criminoso dos últimos 20 anos, por circunstâncias várias e antecedentes que para agora não devem ser abordados, pois está à vista de todos, e que durante os seus mandatos, quer seja como primeiro ministro, quer seja como presidente da república deixaram marcas muito negativas para o país, que é de todos sobejamente conhecido.
Apesar de estar em total desacordo com as políticas dos governos do pós 25 de Abril, uma coisa fez este governo que abalou o sentimento do Dr. Mário Soares, foi abolir as mordomias das suas fundações e querer acabar com as pensões vitalícias de ex-representantes de cargo públicos, daí o grande descontentamento deste senhor, que tornando-se porta voz dos incautos antecessores políticos, fez finca-pé desta decisão. Com que autoridade moral este senhor vem agora fazer-se opositor de um governo, quando o seu historial deixa tanto a desejar? Quando iremos ter governantes isentos,sábios,desinteressados,humanos, humildes, justos,defensores do bem comum,empreendedores de uma política de progresso no indivíduo, apostar nas pessoas,desenvolver as nossas potencialidades, independência externa,educação à medida das necessidades, justiça equilibrada, saúde gerida consoante as necessidades do cidadão, segurança ajustada com a justiça, promoção da nossa imagem como país de povo humilde e trabalhador não de incultos e submissos a uma democracia onde o essencial do país é subjugado para segundo plano, (o cidadão).
Vivemos submetidos ás ditaduras dos partidos políticos que embora achasse-mos que seriam o sustento da democracia, não passaram de um ninho de víboras para criar núcleos de interesses que marginalizaram os cidadãos, de modo a não terem direito àquilo que a autentica democracia proporciona; liberdade e participação cidadã na construção de um país evoluído e moderno.Será que teremos de esperar pela erradicação da actual classe política e fazer renascer e crescer uma nova geração de seres que até dificilmente deixariam de herdar os vícios dos seus antecessores, pois são eles que actualmente lhes transmitem valores que em nada contribuem para sub-sanar uma mentalidade perversa de seres egoístas, mal educados e corruptos.  Uma herança muito pesada.Onde estará o remédio para curar deste cancro social que tem sido a administração do nosso país?