quinta-feira, 24 de agosto de 2023

 O CUSTO DA LIBERDADE E O PREÇO DA DEMOCRACIA!

Porque os nossos adversários nunca serão os nossos inimigos, apenas levarão mais tempo a aceitar a missão da nossa luta. É decepcionante num regime que se diz democrático, haverem pessoas que até estariam dispostas a combater as várias situações que têm prejudicado a maioria dos portugueses e os madeirenses em particular, corrupção, monopólios e oportunismos, ao longo de mais de 4 décadas de hegemonia dum só partido, venham agora fazer parte do grupo dos perseguidores de quem com provas dadas defende a verdade e a equidade na justiça e luta pelo fim dum sistema que continua a sustentar-se à custa da miséria do povo e responsável por manter a R.A. da Madeira na região mais pobre do país. Nunca troque a coragem de lutar pela covardia da calúnia, e da mentira para atingir os mesmos objetivos daquele que pretendem perpetuar-se no poder. Andamos neste mar de (P)romessas (S)empre (D)emagógicas à quase meio século, com as obras inventadas e onde quase metade da população já não se revê neste modelo de regime que um sistema baseado em P()romessas (P)or 1 (D)ia, foram organizando a vida a cada 4 anos e (C)ompranndo os (D)istraídos e (S)onsos que se vendem ou por uma viagem de autocarro a troco de um cartaz de estrelas, ou até de um frango congelado, já que a fábrica de frangos fumados deu no porco. Dum povo sem cultura democrática e onde o roubo foi legalizado e a corrupção institucionalizada. Porque a política deixou de ser um partido de futebol , para passar a fazer parte da preocupação dos tão maltratados cidadãos. Mas quando CHEGA  a verdadeira oposição, a solução é a perseguição, a calúnia e o desespero de quem se sente Dono Disto Tudo. Será que no dia 24 de Setembro madeirenses e porto-santenses saberão dar a verdadeira resposta contra quase meio século de campanha politiqueira contra a verdadeira sabedoria do povo? Quando a democracia é posta em causa e a liberdade ameaçada, eis que a perseguição torna-se num autêntico desígnio à mentalidade dum povo que fará com a sua participação a avaliação do verdadeiro custo da liberdade e do preço da democracia.

terça-feira, 15 de agosto de 2023

                                            A vindima Proporciona Sempre Dividendos
Quando alguém aborda o tema política a maioria dos portugueses e os madeirenses em especial, ficam logo indignados. São todos iguais, é tudo farinha do mesmo saco, uma cambada de corruptos, só querem é roubar e uma enormidade de adjetivos que toda a gente conhece. Quando se questiona o que é para o cidadão comum democracia; é votar, é eleger os governantes, é a forma livre de eleger quem nos governa, enfim várias respostas, mas a definição exata dificilmente encontramos a respostas na maioria do cidadão comum. Mas afinal: O poder do povo que define realmente democracia: Democracia é um regime político em que os cidadãos no aspeto dos seus direitos políticos participam igualmente-diretamente ou através de representantes por si eleitos, na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis, exercendo o poder da governação através do sufrágio universal. Quem compõe a democracia? São os partidos políticos que sob as suas diferentes ideologias, compõem uma opção alternativa aos eleitores. Se assim é, porque razão se mantem um determinado partido eternamente no poder, quando a população vive na sua maioria, descontente, desiludida, desolada, incapaz de se superar e onde os que dominam o poder subjugam essa maioria com arrogância, ostentação e vaidade. Afinal existe ou não democracia na R.A. da Madeira? As pessoas acham que sim, mas existem quase metade dos eleitores que na hora de votar duvidam ou já não acredita mesmo neste modelo de democracia e pura e simplesmente não votam. São os 44,5% de abstencionistas registados nas pretéritas eleições de 2019. O resto 39,5% votou no partido mais votado, quase 36% no que ficou em segundo lugar e 5% nos dois seguintes, daí saiu num acordo pós eleitoral uma coligação que elegeu um governo para estes últimos 4 anos que estão a findar. Continua a haver uma maioria os que não votam a serem o desequilíbrio do que poderia ser uma alternativa a um futuro governo da região, mas que teimosamente acham que a abstenção é uma forma de protesto para manifestar a sua desilusão e o descontentamento do que de negativo tiveram os últimos 4 anos de governação.
Mas afinal, se ganham sempre os mesmos é porque esses acomodados no seu (pedestal) votam para não perderem os tachos e as benesses para as quais se empenham em lutar, já que as promessas, essas voltam a cada quatro anos. É caso para dizer: que continuam a consumir o mesmo Produto Sem Demanda e os que acham que podem mudar de marca, o medo de serem intoxicados preferem manter o prognóstico de Previsão Sem Diagnóstico, do que tomar um verdadeiro antibiótico conta o medo para se encherem de coragem e mudar definitivamente o rumo desta Podre e Sóbria Democracia..Compreendo que ninguém gosta de ser dum clube que não ganha, pois é gratificante no dia seguinte comemorar uma vitória em vez de ter de digerir mais uma derrota, ou perguntem aos Maritimistas se ficaram contentes com o desfecho do seu clube? eu também não. Mas futebol é uma coisa e política que meche com o nosso bolso e o nosso dia a dia é outa coisa, E porque na hora de votar, afinal ninguém vê onde você coloca a sua cruz! Não sejamos fanáticos do clube (Partido) ganhador só pelo facto de comemorar vitórias no dia seguinte mesmo que isso nos custe mais 4 anos de indignação, seria quase masoquismo e ser cúmplice da nossa própria miséria, mas são os Protagonistas Sempre Presentes que metem o dinheirinho dos impostos fruto do nosso trabalho ao bolso. Chega a altura de espremer as uvas, esperemos que neste período da colheita (de votos) a vindima seja  Produtiva Sempre e menos Desastrosa.