sábado, 21 de dezembro de 2024

 COMENTÁRIO AO J.P.P.

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COMENTÁRIO A ESTA PUBLICAÇÃO.

Se isto tivesse acontecimento a nível nacional seria catalogado de "Golpe de estado democrático" derruba governo eleito. É pena que os autores dessa «proeza» venham conquistar os loros quando na realidade são os cúmplices de toda esta encenada peça de teatro. Em futebol as equipas designadas de topo " os grandes", têm uma equipa satélite ou a equipa B. o PSD-Madeira sequestrou um partido de destaque e de direita e criou recentemente a sua equipa satélite, o CHEGA-Madeira liderado por Miguel Castro e coadjuvados por Francisco Gomes, foram os emissários do PSD para dar relevo e alternativa aos PSD- anti-Albuquerque. Tiraram do caminho todos os militantes genuínos, gente que nunca tinha sido político mas que acreditou nesse projeto, traindo na maioria esses cidadãos. Os 12.541 votos 9,23% do eleitorado, corresponde em boa parte de abstencionistas que viram a possibilidade de mudar o sistema e isso até seria a grande oportunidade desperdiçada com a cumplicidade na eleição do presidente Da Assembleia Regional, da aprovação dum orçamento e viabilização dum governo liderado por um arguido, cuja continuação viu-se 5 dos 8 secretários desse mesmo governo serem acusado de corrupção e constituídos arguidos. Aquilo que nunca deveria ter acontecido e que os que prometeram combater a corrupção e o amiguismo, que afirmaram taxativamente que com Miguel Albuquerque não é não, foram levar a região a esta situação, traindo o seu eleitorado. è preciso coragem para por a nu todos estes esquemas encenados por pessoas que deixam muitas dúvidas pela sua seriedade e honestidade. Os nossos adversários nunca serão nossos inimigos, apenas percorrem outros caminhos talvez para conseguirem os mesmo nossos objetivos, o de devolver a credibilidade à classe política e a democracia aos cidadãos comuns e genuínos, porque esta gente não querem cidadãos como nós na Assembleia Regional.

Mensagem ao Presidente do CHEGA-Madeira.  Por discordar não preciso andar a dizer mal e ofender ninguém, esse nunca será a minha posição. Por ter-me sentido tão desvalorizado, usado e (humilhado) em detrimento daqueles que prestam vassalagem mesmo indo em contra os seus princípios, não posso aceitar concordar com o que vai em contra dos meus, mas continuo a respeitar as pessoas independentemente das sua pretensões. as minhas estão plenamente definidas, continuar a luta contra a corrupção, o compadrio, o oportunismo e a mentira com uma vontade enorme de servir aqueles que tal como eu não se sentem representados. Porque o espaço que conquistei por mérito próprio, dificilmente o perderei por imposição de regras ou disciplinas partidária. Continuo firme aos valores e princípio que acredito e defendo de forma acérrima como comuniquei ao presidente André Ventura, sou anti-partidos políticos na forma como encaram a democracia, talvez por isso a minha incompatibilidade e fico eternamente grato pela oportunidade que me foi dada. Porque para mim democracia e política não é isto nem isto é o fim da democracia. Votos de sucesso com o mérito como prémio. Porque a verdade tarda mas CHEGA. Cordiais cumprimentos.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

                                        Um SMS do pai Natal   

Depois de definidas as situações no que a política diz respeito, orçamento chumbado, governo derrubado com a moção de censura, este Nata não poderia ter sido a melhor prenda para os madeirenses. Ao menos vamos ter um tema de conversa para as reuniões de familiares e amigos nesta quadra onde esses encontros se propiciam. No que a políticos e partidos diz respeito, será talvez o aproveitar esta época de fraternidade e amor para por em ordem as soluções para o futuro político que se avizinham. Visto o arquipélago da Madeira voltar a conquistar, pelo décimo ano consecutivo  o prestigiante título de Melhor destino turístico Insular do Mundo 2024 nos World Travel Awards, como curiosidade minha, enviei um amigo português que atualmente vive no estrangeiro a visitar a Madeira nesta época Natalícia, recebe-o e se puderes mostra-lhe as belezas, as iguarias e os costumes da tua terra. Ora lembrei-me de o levar a passear pela placa Central do Funchal onde de forma resumida poderia aperceber-se de como nós madeirenses vivemos esta época festiva. Ás tantas, entre tanta animação e mostras de hábitos e costume não poderia faltar um convite para saboreara a nossa tradicional e deliciosa poncha visto que serviria de aperitivo para o almoço que se perspetivava. Quando de repente depara-see o meu convidado com uma bebida confecionada base de Vodka, logo perguntou: será porque venho de fora acham que para mim deveria ser confecionada com esse ingrediente, ou o vosso aguardente já escasseia devido a que tive conhecimento que a vossa produção de cana de açúcar está a regredir. Nem tive argumentos para responder, e pensar que ia-mos pagar 5 euros por uma bebida que os estrangeiros trazem os ingredientes da sua terra!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

                                                O meu amigo secreto

Para quem anseia ser grande, anda à procura de mediatização e protagonismo, vive na ambição de querer ser o maior ignorando a simplicidade e pondo de lado o mais importante, a humildade, este é um texto sobre a inveja inútil, destrutiva, miserável, asquerosa, aquela que nos faz querer rebaixar quem está onde nós gostaríamos de estar, aquela que nos faz querer atacar quem tem o que nós gostaríamos de ter, aquela que nos faz celebrar o que corre mal a quem tem o talento que nós gostaríamos de ter, a que nos faz vibrar com as derrotas dos nossos adversários, os fracassos dos nossos opositores e as calamidades dos nossos inimigos. Essa é a inveja que por todo o lado, nos comentários, conversas, nas redes sociais, nas ruas, à socapa ou em público, mais temos visto nos últimos tempos sobre aqueles que muito à custa do seu empenho, trabalho, dedicação e esforço conseguem ser grandes. Uma inveja dos pequeninos, que só os pequeninos insignificantes sentem — e que os diminuí ainda mais, que os deixa carcomidos, minúsculos, meros parasitas. Porque acho que se apenas trocar-mos o comportamento por atitude, se interpretarmos inveja trocando-a por motivação, poderemos encontrar a fórmula de em todo conseguirmos mudar o mundo e aqueles que à nossa volta acham-se superiores a nós.

Eu prefiro a outra inveja, a boa, a útil, a «inveja» dos grandes. A que me faz olhar para quem fez o que eu gostaria de ter feito, para quem conseguiu o que eu gostaria de ter conseguido, a que me motive ser cada vez melhor para poder atingir esse patamar (envejado) e tentar eu mesmo fazer o que alguém um dia gostará de ter feito, e tentar eu mesmo conseguir algo que alguém um dia gostará de ter conseguido. A inveja que me faz acreditar mais em mim, que me faz pensar que se ele conseguiu eu também posso conseguir com o meu empenho, trabalho, esforço, dedicação e honestidade. A inveja que me faz aplaudir quem invejo, admirar quem invejo, inspirar-me em quem invejo, aprender com quem invejo: crescer com quem invejo. Porque, desenganem-se, não é a inveja que é uma coisa feia; é o que fazemos com ela.

domingo, 8 de dezembro de 2024

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Será que combater André Ventura é fazer o jogo da extrema esquerda e adiar o futuro duma alternativa à direita? Goste-se ou não, Há um facto que terá de ser reconhecido independentemente dos vínculos para os quais André Ventura venha a estar comprometido. Tem feito um trabalho notável para desmascarar as vigarices, falcatruas e roubos que o Socialismo tem perpetrado ao longo destes 50 anos de democracia na tentativa de erradicar a esquerda do poder e arrasar com o Socialismo. Fez renascer a esperança, a coragem para resgatar e despertar a tímida e moribunda direita em Portugal. Despertou o interesses da população para o debate político e o ataque acérrimo à corrupção. Não será por acaso que se tornou no inimigo do sistema e o alvo a abater pelos adversários políticos e pela comunicação social. Se estará a proteger ou a ser protegido por algum setor, isso não lhe deixa qualquer impedimento em se tronar no líder que pretende restaurar a democracia em Portugal e restituir a esperança dos portugueses para nos livramos das garras do Socialismo. Só por isso tem o mérito de singrar na política em Portugal, coragem e determinação precisam-se e o povo ditará inteligentemente o futuro da nação. As mudanças são cíclicas e para o bem ou para o mal a coragem para mudar dará o seu fruto. Pena é que por detrás da mediática e carismática imagem se refugiem muitos oportunistas, malabaristas, vigaristas e corruptos e outros que utilizam essa imagem para benefícios pessoais, e os invejosos cujo sentimento é o de denegrir alguém que possa vir a ser a solução para os problemas criados ao longo de 50 anos de falsa democracia e que tentam sequestrar o seu projeto e a forte mediatização de um dos melhores oradores políticos em Portugal nas últimas décadas. Eu também já fui traído por esses oportunistas infelizmente. O passo a seguir será o de combater os oportunistas para que um projeto alternativo possa vingar unindo os portugueses à volta de uma alternativa. Mas lutar contra um projeto alternativo que venha abrir caminho para uma nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, será trair a esperança de milhões de portugueses indignados revoltados, desiludidos e defraudados, pois não foi este o modelo de democracia que o povo sonhou com o 25 de Abril. Poderá até nem ser a solução, mas será que se formos suficientemente inteligentes teremos um caminho aberto para preparar o futuro da democracia em liberdade?    

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 Não é possível concorrer à assembleia Regional como movimento de cidadãos, mas existem outras alternativas, MUDAR é preciso. Haverá coragem da sociedade civil aceitar o desafio de Alberto João Jardim e criar uma alternativa de cidadãos contestatários do regime, indignados, revoltados, desiludidos, defraudados, numa sociedade onde os cidadãos comuns continuam a evidenciar a falta de cultura democrática. Os cidadãos já não acreditam neste regime, não é por acaso que quase 50% não votam, os abstencionistas são o maior partido e antes de ser oposição são a autêntica contestação a um regime que perdeu toda e qualquer credibilidade, e o regime definitivamente descredibilizou de tal forma o regime que ninguém quer pegar num sistema condenado a se transformar numa autentica fraude à liberdade conquistada. A democracia arrisca-se a condenar a liberdade ao não permitir os cidadãos comuns e genuínos na Assembleia Regional e permitir a democracia dos cidadãos. Onde andam os corajosos?


CONTACTO PARTIDO ALINAÇA Madeira. 

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

                             Haverá algum ídolo plantador de batatas?

Ás vezes dou por mim a pensar o que vai na cabeça dos nossos jovens. Todos querem ser cantores famosos porque aparentemente dá-lhes protagonismos ( aliás parece o vírus do século), toda a gente os conhece, falam deles, nas redes sociais são idolatrados, nos meios de comunicação são autênticos (deuses). Parece que a imagem que se pretende passar dos cantores, artistas, futebolistas, enfim todos esses ídolos modernos servem de modelo e motivação para que a nossa juventude sinta-se impulsionada e motivada para enveredar por essas carreiras. Qual não será a criança que pretende ser um dia Cristiano Ronaldo? E pensar que até existem pessoas que através das redes sociais ganham dinheiro e são denominados de influencers. Mas será que esse tipo de atitude garante-lhes algum futuro? Dificilmente se promovem cientistas, empresários com dignidade e sucesso, investigadores, enfim um sem número de profissionais que poderia e deveriam ser modelo para os nossos jovens e promovida as suas capacidades e o seu sucesso servindo de motivação a muita gente. O grande incentivo é sempre apresentado pelo sucesso e os dividendos que possam vir a beneficiar e nisso os meios de comunicação são exímios e promotores desses modelos colocando de lado tantos e tantos meios de sucesso profissional. A falta de mão de obra qualificada, de profissionais de diversas áreas, pedreiros, carpinteiros, pintores, mecânicos, eletricistas, enfim todas essas profissões essenciais no dia a dia das pessoas, raramente se vêm jovens motivados para essas áreas o que à partida parece ser até um tanto ou quanto depreciativo, inferiorizante e até insultuoso quando alguém opta por essas profissões. Para não falar de pescadores, agricultores que aí sim, jamais um povo será livre e autónomo se não produzir minimamente aquilo que consome, carne, peixe, legumes, hortaliças, frutas etc., bens essenciais para a sua sobrevivência. Porque até aqui os governantes nunca se preocuparam na verdadeira formação profissional básica da sociedade, porque progressivamente foi sendo desvalorizada e de certa forma foi ultrajante e menosprezada essas opções, agora reclama-se a falta de mão de obra é um caso calamitoso, o aumento dos preços dos bens essenciais são cada dia mais agravados, e pasmem-se! ainda esta semana soube-se que a Câmara Municipal de Lisboa criou um plano (PMPSSA) aprovado a 28 de maio deste ano, para tentar solucionar o problema de sem abrigo, mas não os que deambulam vulgarmente pela cidade, nada disso, pessoas que trabalham mas que não conseguem ter meios de suportar os custos duma vivenda para si e a sua família «trabalhadores sem abrigo». è caso para dizer: até onde a nossa sociedade continuará a ser indiferente perante este tipo de flagelo que 50 anos de suposta democracia continuam a promover a miséria e cada vez mais fomentar a pobreza. Não é que até os concursos televisivos e as casas de apostas incentivam ao dinheiro fácil num país onde mais de 3,5 milhões são pensionistas, 8,5% dos jovens não estudam e não trabalham, de 1 milhão e cem mil deles entre os 15 e 24 anos, ou seja 50% da população depende da restante para sobreviver.  Uns trabalham para sustentar aqueles que nada produzem, qual será o futuro da nação?