terça-feira, 17 de agosto de 2021

                                 A alternativa CHEGA a Santa Maria Maior

Depois de durante muito tempo ser um (contestatário) do regime em conversas, diálogos entre familiares e alguns amigos e manifestando-me com frequência através da imprensa nas oportunidade que DN/Madeira me permitiu através das cartas do leitor, tomei a liberdade que ainda a democracia me consagra em aceitar o convite para encabeçar a lista da candidatura à junta da freguesia mais antiga da região; Santa Maria Maior. Porque nunca me imaginei nesta situação de ter a oportunidade de em certa forma poder contribuir para um possível melhoramento substancial das populações, nomeadamente da minha freguesia, também é certo que sempre sonhei em contribuir para que de alguma maneira poder tornar mais simples, fácil e comoda a vida dos cidadãos. Daí que aceitei o desafio proposto pelo partido CHEGA a ser o candidato independente para concorrer à Junta de freguesia desta histórica e nobre comunidade, com uma equipa digna e ambiciosa em servir. Gostaria em primeiro lugar substituir as promessas por ação, o que não é habitual em todos os que se propõem fazer parte da classe política. Sou um cidadão que sempre dependi do esforço do meu próprio trabalho, e de forma simples achei que poderia ajudar a que muitos dos que sentem dificuldade em sobreviver num regime que promoveu um modelo submetido e tornou os cidadãos cada vez mais dependentes do apoio do estado condicionando-lhes com isso a sua própria liberdade. 

Precisamos de motivar os cidadãos para se sentirem cada vez mais úteis à sociedade, libertando-os para tarefas simples, inicialmente apoiadas mas depois deixadas a que possam ser livres em tudo quanto no seu desempenho seja possível. Os custos que ao longo de mais de 4 décadas tem demonstrado a dependência dos cidadãos para com o estado, tem servido para que a pior praga que nos atormenta tenha proliferado pelo país fora: a praga da CORRUPÇÃO.

Partindo do nosso princípio no que a dignificar o trabalho e valorizar quem trabalha incentivando os cidadãos a ajudarem com o seu contributo no crescimento do país como nação e apoio à comunidade e à família, essência base no combate à corrupção, porque só com a força do trabalho faremos crescer o país. A integração da sociedade no que a política diz respeito, será fundamental para uma sociedade ativa e participativa. Fundamental a revitalização das famílias, da sua essencial importância e do seu valor na evolução integral da sociedade.

Acho que deveria haver mais atenção aos idosos que infelizmente vivem na solidão, criar grupos de (voluntariado) de apoio,  coordenados pelos serviços socias e a Junta de Freguesia. Assim seria numa maior integração e de apoio ás famílias para responder ás suas necessidade.

Aos desempregados que poderiam integrar esses grupos com a respetiva formação e ajuda, e por conseguinte uma remuneração, por sermos a favor do trabalho em vez de «sustentar» preguiça e ócio. 

Aproveitar outros grupos de jovens que estivessem a sua preparação em áreas sociais para em tempos livres apoiar essas pessoas, de forma a que servisse como iniciação e integração e na participação ativa no mercado de trabalho e na sua área de aperfeiçoamento, para assim usufruírem de apoios na sua própria formação.

Á falta de parques e espaços verdes, na educação e lazer o aproveitamento dos espaços desportivos escolares bem poderiam ser utilizados pelas populações com uma equipa coordenadora para o efeito, ocupando na sua gestão e manutenção as pessoas que habitualmente recebem apoios sem prestarem quaisquer serviço.

 O aproveitamento e apoio as pequena terras de cultivo para agricultura de subsistência ou até de pequenos comercio poderia ser dada a exploração caso os seus proprietários não tivessem disponibilidade para o efeito, com uma equipa que coordenasse técnica e juridicamente essas tarefas.

Um serviço de transportes dentro das ruas onde o transporte público tem dificuldade em efetuar o serviço com viatura de menor dimensão e até de energias alternativas, de modo a servir as populações sobre tudo em zonas mais condicionadas no que a mobilidade diz respeito. 

A falta que faz um serviço de multibanco numa freguesia que num raio de 5 quilómetros da sua sede não possui esse serviço e apenas tem uma única entidade bancária.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

                                                              Por  ti Bartolomeu

Nunca antes se poderia imaginar que um dos responsáveis pela colonização destas ilhas á mais de seis séculos, sendo inicialmente lhe sido assignado o cargo de capitão donatário da ilha do Porto Santo depois sogro dum dos maiores navegadores da história da humanidade, que ao longo de todos estes séculos continuaríamos sendo os ilhéus dependentes de tudo no que a subsistência diz respeito.  A miséria outrora encontrada infelizmente para a grande maioria da sociedade actual continua, mesmo com outros contornos. Situações que este povo corajoso mas por vezes indeciso quanto a mudanças pois numa teimosia intrínseca sente uma enorme dificuldade em ultrapassar vícios, fanatismos, superstições, preconceitos e até convicções, daí que continuamos um povo totalmente dependente dos que se acham os administradores das mentalidades incautas, teimam em acreditar em todas as mentiras e sentem enorme dificuldade em interpretar a verdade. Conseguem deixar-se manipular por uma manancial de promessas que depois ficam apenas nisso, ( promessas)! Quando andam 4 anos em lamentos e indignações que rapidamente com meia dúzia de novas promessas que logo se desvanecem. Nunca imaginei que em 47 anos de democracia muitos ansiarem voltar ao que em tempos se chamou de ditadura e que apesar de não deixar saudades, muitas mais proibições existem atualmente em tempo de liberdade. Nunca imaginei ver por exemplo em plena cidade: um homem na mais humilhante degradação deitado no chão e mesmo ao lado um cão ao colo do dono sentados no café. Não achando o afeto ao animal de exagero, mas reprovando totalmente a sociedade que permite que seres humanos vivam em total estado de abandono.  Para que uma sociedade seja mais justa e equilibrada não necessariamente seriam necessárias leis para tudo e proibições excessivas desde que a sociedade educasse os cidadãos para que fossem mais humanos, genuínos, sensíveis, afetivos, dignos, respeitosos, condescendentes, clementes, compassivos e bondosos, dispostos a estarem ao serviço da sociedade e substituíssem o egoísmo pela simplicidade e o protagonismo pela humildade. Por isso teremos de mudar de atitude e de comportamento para repor os valores da sociedade, restaurar a verdadeira democracia restituir a dignidade e a honestidade onde a verdade seja um primordial valor e a mentira seja encarcerada no mais profundo da consciência humana. Precisamos de gente com sabedoria, humildade, dignidade, que preserve valores fundamentais para resgatar a dignidade dos cidadãos.  Afinal não foi este o modelo de democracia que a liberdade conquistou para servir os cidadãos e fazer com que possamos lutar afincadamente para que o Bartolomeu não se envergonhe das gerações precursoras nem dos seus antecessores. Continuarei a luta pelo projeto de defender a dignidade dos cidadãos e da sociedade dos valores mesmo que isso me custe a minha própria liberdade.