A alternativa CHEGA a Santa Maria Maior
Depois de durante muito tempo ser um (contestatário) do regime em conversas, diálogos entre familiares e alguns amigos e manifestando-me com frequência através da imprensa nas oportunidade que DN/Madeira me permitiu através das cartas do leitor, tomei a liberdade que ainda a democracia me consagra em aceitar o convite para encabeçar a lista da candidatura à junta da freguesia mais antiga da região; Santa Maria Maior. Porque nunca me imaginei nesta situação de ter a oportunidade de em certa forma poder contribuir para um possível melhoramento substancial das populações, nomeadamente da minha freguesia, também é certo que sempre sonhei em contribuir para que de alguma maneira poder tornar mais simples, fácil e comoda a vida dos cidadãos. Daí que aceitei o desafio proposto pelo partido CHEGA a ser o candidato independente para concorrer à Junta de freguesia desta histórica e nobre comunidade, com uma equipa digna e ambiciosa em servir. Gostaria em primeiro lugar substituir as promessas por ação, o que não é habitual em todos os que se propõem fazer parte da classe política. Sou um cidadão que sempre dependi do esforço do meu próprio trabalho, e de forma simples achei que poderia ajudar a que muitos dos que sentem dificuldade em sobreviver num regime que promoveu um modelo submetido e tornou os cidadãos cada vez mais dependentes do apoio do estado condicionando-lhes com isso a sua própria liberdade.
Precisamos de motivar os cidadãos para se sentirem cada vez mais úteis à sociedade, libertando-os para tarefas simples, inicialmente apoiadas mas depois deixadas a que possam ser livres em tudo quanto no seu desempenho seja possível. Os custos que ao longo de mais de 4 décadas tem demonstrado a dependência dos cidadãos para com o estado, tem servido para que a pior praga que nos atormenta tenha proliferado pelo país fora: a praga da CORRUPÇÃO.
Partindo do nosso princípio no que a dignificar o trabalho e valorizar quem trabalha incentivando os cidadãos a ajudarem com o seu contributo no crescimento do país como nação e apoio à comunidade e à família, essência base no combate à corrupção, porque só com a força do trabalho faremos crescer o país. A integração da sociedade no que a política diz respeito, será fundamental para uma sociedade ativa e participativa. Fundamental a revitalização das famílias, da sua essencial importância e do seu valor na evolução integral da sociedade.
Acho que deveria haver mais atenção aos idosos que infelizmente vivem na solidão, criar grupos de (voluntariado) de apoio, coordenados pelos serviços socias e a Junta de Freguesia. Assim seria numa maior integração e de apoio ás famílias para responder ás suas necessidade.
Aos desempregados que poderiam integrar esses grupos com a respetiva formação e ajuda, e por conseguinte uma remuneração, por sermos a favor do trabalho em vez de «sustentar» preguiça e ócio.
Aproveitar outros grupos de jovens que estivessem a sua preparação em áreas sociais para em tempos livres apoiar essas pessoas, de forma a que servisse como iniciação e integração e na participação ativa no mercado de trabalho e na sua área de aperfeiçoamento, para assim usufruírem de apoios na sua própria formação.
Á falta de parques e espaços verdes, na educação e lazer o aproveitamento dos espaços desportivos escolares bem poderiam ser utilizados pelas populações com uma equipa coordenadora para o efeito, ocupando na sua gestão e manutenção as pessoas que habitualmente recebem apoios sem prestarem quaisquer serviço.
O aproveitamento e apoio as pequena terras de cultivo para agricultura de subsistência ou até de pequenos comercio poderia ser dada a exploração caso os seus proprietários não tivessem disponibilidade para o efeito, com uma equipa que coordenasse técnica e juridicamente essas tarefas.
Um serviço de transportes dentro das ruas onde o transporte público tem dificuldade em efetuar o serviço com viatura de menor dimensão e até de energias alternativas, de modo a servir as populações sobre tudo em zonas mais condicionadas no que a mobilidade diz respeito.
A falta que faz um serviço de multibanco numa freguesia que num raio de 5 quilómetros da sua sede não possui esse serviço e apenas tem uma única entidade bancária.