terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Pela nossa saúde

 
António José Ferreira
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Quem de nós não precisa de um medicamento para aliviar uma dor ou mal-estar.
Pois bem,além do alívio que nos proporciona logo após a ingestão do mesmo,vem-nos à memória os custos financeiro que levou ou levaria se o tratamento se prolonga-se por muito tempo.Realmente esse dinheiro disponibilizado  é contabilizado em duas situações:primeira,se o nosso poder de compra for baixo,ou se o medicamento for relativamente barato.Independentemente se for auto-medicação por uma simples constipação,ou por prescrição médica,é certo que o desembolsar o dinheiro para pagar esse medicamento tem os eu peso no nosso orçamento e mais,quando ele se vê ameaçado pela actual situação financeira da nossa região,do nosso país e do mundo.
A razão de tudo isto?será que aquele stock de medicamentos que todos temos nos nossos armários lá de casa,poderiam ser evitados,se quando tivesse-mos por exemplo, uma dor de cabeça pudesse-mos comprar duas aspirinas'.
Até quando ter de sustentar um negócio de interesses e de milhões,através da aquisição de medicação em excesso, substituindo pelo sistema de uni-dose.O armazenamento de medicamentos em nossas casa só beneficia quem comercializa os mesmos,pois nós os consumidores independentemente de desembolsar o dinheiro na hora ou através da comparticipação dos serviços de saúde,somos os cidadãos que sustentamos esse negócio de milhões muitas vezes fazendo um esforço monumental na carteira,cabe aos governantas de uma vez  por todas regulamentar essa portaria de modo a não ter de manter esses stocks dos medicamentos nos nossos armários de casa.Deixaria de haver tanta dificuldade na aquisição dos mesmos e tornaria o serviço mais acessível e eficaz,menos dispendioso, pouparíamos imenso dinheiro e contribuiria para evitar o descalabro financeiro que se vive no país e na região.
Até quando teremos de esperar para a imposição dessa regulamentação e transformá-la em lei.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

                                                              Para meditar
Continuando a publicar as cartas enviadas ao Diário de Noticias do Funchal,serão progressivamente incluídas neste blog.Espero que sirvam de análise e de esclarecimento de muitos e diversos assuntos que serão publicados.Ao longo do ano tentarei aventar diversos temas de várias áreas de interesse público.

Educação

 
A. J. Ferreira
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Pelos tempos que correm, as maneiras de educar, instruir e apresentar os verdadeiros modos e valores da sociedade, estão deveras deturpadas. Começando por casa, há imensa dificuldade em manter relevantes os verdadeiros valores das sociedades bem estruturadas. São as inúmeras situações  que levam ásdegradação das famílias e por conseguinte as consequências que daí advêm.
Crianças que terão que alterar o seu modo de vida, a pressão psicológica que daí se propaga. Na escola por essas e por outras razões, os educadores(as) que pelo facto de viverem também os seus imensos problemas familiares, sentem também a mesma pressão, e mesmo que não queiram transmitem-nas ás crianças, que no futuro ficarão marcadas por esses incómodos (traumas) psicológicos. Enfim uma série de situações que fazem com que as sociedades actuais, tenham perdido grande parte dum sossego,por inerência das forças de pressão.
O civismo que se pretende levar à sociedade é quase uma utopia, quando vemos casos como o de governantes, empresários, autoridades, etc que passam por cima de tudo e de todos para conseguirem os seus objectivos, e ainda são condecorados ou louvados em praça pública (vulgo, meios de comunicação social). Como se poderá transmitir honestidade e seriedade à sociedade quando estes exemplos são a evidencia da falta dela.
Um exemplo claro: nas escolas, por razões várias, os professores ou educadores, são ou deveriam ser o exemplo claro para os alunos, mas à saída estes deparam-se por exemplo, o carro do professor estacionado em cima do passeio, ou na passadeira de peões ou ainda no espaço reservado aos transportes púbicos, qual será a impressão de um jovem depois de uma aula de educação cívica (se é que existe), ver o comportamento deste educador, que por várias razões não cumpriu minimamente com a lei?
São através dos exemplos,que apesar de tudo nem sempre dão frutos, que a sociedade a pouco e pouco vai aplicando e cumprindo as regras e as leis sempre que as mesmas sejam aplicadas e cumpridas a todos e por todos.
Um caso muito digno de louvar no nosso país,porque me parece que  foi sem dúvida  bem tomada a medida, foi a lei da restrição do consumo de tabaco em recintos fechados, isso está a ser cumprida mais ou menos bem, tanto os fumadores foram conscientes como os não fumadores reivindicativos e fez -se cumprir a lei sem aparentemente radicalismos, apenas por civismo e compreensão mutua, o bom senso e o civismo imperaram.
Porque será que as restantes leis que se fazem neste país não tem o mesmo grau de efectividade que esta? ou será que o civismo só se impõe na hora de exigirmos os nossos próprios interesses passando por cima dos interesses dos outros! Precisamos de bons exemplos e terão de vir de quem governa e dos que fazem e promulgam as leis,para que os cidadãos se revejam neles.
Conclusão: dificilmente se tira à volta deste tema ,mas servirá para cada um meditar se será possível viver numa sociedade mais humana, mais educada,mais civilizada. mais culta e afectiva e com amor pelo próximo.