Um ano novo ou mais um novo ano?
Quase a findar um ano mas que de início começa sempre na esperança de ser melhor que o anterior. Acho que para a grande maioria, este não foi e de longe seria o melhor ano, mas apesar de todas as dificuldades, muitos conseguimos com muito esforço ultrapassar uma situação para a qual a grande maioria dos portugueses não estava preparado, apesar de estarem à espera de tempos difíceis. A austeridade financeira a que fomos submetidos pelos nossos governantes, o que apesar de não sermos os culpados do descalabro financeiro a que nos conduziram, na hora de apresentar contas mandaram-nos para casa dívidas que não fomos nós que contraímos. Continuam a fazer-nos acreditar que a solução seria esta mas que os culpados não apareceram, logo o povo que foi chamado a colocar os governantes no poder levou com as consequências do mau trabalho e da irresponsabilidade de todos os que até à data, não conseguiram dar um rumo certo à economia do nosso país. A nível nacional sucedem-se os escândalos a que o povo, qual telenovela já se habituou, e só comenta como se de uma epidemia se tratasse, mas que à partida uma solução parece nunca aparecer, visto que aqueles que realmente têm nas suas mãos o poder de solucionar semelhante problema, são os autores morais da catástrofe, por isso nunca será a solução pedir a quem criou o problema que descubra a solução. Assim mergulhamos num mar de incertezas, onde parece que estamos condenados a viver num pais onde os problemas se multiplicam e sem soluções à vista. Infelizmente a nossa democracia permitiu aquilo que nunca num regime onde deveria imperar a liberdade, levou-nos ao maior descalabro financeiro de que há memória, o que levou o povo a desacreditar na democracia, pois nunca foi chamado verdadeiramente a participar na construção de um regime que tem como bandeira a liberdade e a igualdade, apenas e tão só serviu para que os grupinhos organizados, (vulgo, partidos políticos) se aproveitassem do regime para converterem em clã, aquilo que seriam ou deveriam ser os pilares da democracia. Agora os mesmos que durante quarenta anos partilharam e contribuiriam para a desgraça financeira e o endividamento de várias gerações, apresentam-se como portadores das soluções que eles próprios ajudaram a criar. Pior ainda, querem que o povo acredite! Espero profundamente que o novo ano traga uma lufada de democracia à nossa terra, mas sobretudo alguém que implemente uma verdadeira cultura democrática num povo lutador mas demasiado conservador no que a reivindicações de valores que a democracia consagra. Espero que o novo ano seja na extensão da palavra, um verdadeiro ano novo.Feliz ano 2015 com muita liberdade e profunda democracia.
sábado, 27 de dezembro de 2014
Foi este o meu presente no Natal 2014
Acordem!!!!!!já é Natal. Prolonguem este dia ao longo do ano e verão que a vida é mais feliz.
E pensar que tudo isto aconteceu
por culpa de um menino que nasceu.
Ponham musica a esta frase!
Este Natal consuma; muitos abraços, afectos, muito amor e sobretudo muita saúde e muita paz, pois é o único que em excesso é sempre melhor. Em suma consumam o verdadeiro espírito de Natal.Feliz Natal para todos.
Natal/Presentes! afinal se estamos presentes no coração dos nossos amigos, para que materializar aquilo que é um sentimento,?o facto de estar presente e ter-vos a todos presentes no meu coração e nas minhas orações,acham que já não será um excelente presente. Um Santo e Feliz Natal para todos aqueles que me consideram seus amigos.
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