A educação é fundamental no fundamento da educação
Obrigar as crianças a fazer determinadas coisas poderá não ser a forma mais pedagógica, mas existem os exemplos e os incentivos sem chantagens nem pressões. A continuidade e a persistência no modelo de educação, forma o cidadão com valores e respeito pelo modo de comportamento em sociedade. Atiraram com os valores das sociedades ao lixo, acham que educar é fazer tudo o que lhes vem à cabeça, quando até os animaizinhos ditos de irracionais têm regras elementares e ensinamentos de condutas próprias da sua espécie, o que diferencia a espécie humana é a sua inteligência e capacidade de ditar regras de comportamento em sociedade e isso sempre se chamou de educar. A degradação da sociedade deve-se a um facto, a degradação da educação. Depois admirem-se que os extremistas e radicais cada vez mais estejam a ganhar espaço na sociedade.
É uma realidade incontestável, dai reforçar que o melhor método será sempre o exemplo. Falo com experiência de causa; actualmente sou pai de dois filhos maravilhosos nos quais tenho imenso orgulho, já adultos,um homem e uma mulher, em crianças nunca lhes foi obrigado a fazerem o que quer que fosse, sempre foram incentivados a fazer aquilo que ditam as regras da sociedade, ao ponto ( por exemplo) de em crianças tratavam os avós por tu, estes já bastante adultos, mas felizmente nunca foram pressionados a trata-los por senhor, ou outro termo, a partir de uma certa altura e hoje adultos falam abertamente com os avós como se de amigos se tratassem, no entanto é avô (ó) olhe e não olha. Não foi necessário forçar, eles próprios na altura certa sem ter de obrigar, tomaram consciência da diferenciação no tratamento consoante a quem está do outro lado. Não é fácil mas é uma coisa simples, mas isto consegue-se, é claro está os exemplos que depois aceitamos transmitimos e seguimos como ditam as regras em sociedade. Uma coisa é imprescindível: disponibilizar o máximo de tempo possível para estar com os nossos filhos e acompanhá-los em tudo o que tiver ao nosso alcance. Ser pai é um dom, educar é um a arte e infelizmente nem todos têm o dom para ser artistas nesta matéria.
terça-feira, 16 de outubro de 2018
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
FRENTE CÍVICA: República contra a Corrupção
L.S.D. Liberdade,Sociedade e Democracia
Pelo facto de após o 25 de Abril o país ter conquistado a Liberdade e ter implementado um regime designado de democrático, a sociedade continua com os mesmos medos e os mesmos vícios que existiam no anterior regime. A democracia não é nada do que até aqui tem sido o regime que predomina no nosso país. Educar para a democracia será a chave, para activar a participação cidadã.
A liberdade ampla e total dos cidadãos, possibilita-lhes manifestar as suas opiniões com destaque ao público pelos meios de comunicação. Neste caso o que aqui faço agradeço à liberdade de expressão. Isto não implica que o que se escreve ou se opina, possa vir a alterar o estado das coisas, muito por culpa da má utilização dessa liberdade, a causa de que venha a beneficiar certos grupos em detrimento da maioria das populações. A igualdade política para todo e qualquer cidadão independentemente da sua situação económica, social, religiosa, espírito de liderança, fama etc. em definitiva, a liberdade conquista-se com a igualdade de oportunidades para todos, o que não acontece na sociedade actual. Por exemplo: nas sociedades eslavas antigas, toda a comunidade estava investida de plenos poderes, por conseguinte, as decisões deveriam ser tomadas por unanimidade. Hoje na sociedade actual prevalece o domínio dos interesses e coarta as liberdades. Existem uma série de palavras que as máquinas políticas constroem na mente dos cidadãos para condicionamento do político-padrão da "democracia representativa", em que confundem na profundeza o que realmente seja uma democracia: Eleições, Partidos políticos,liberdade de expressão,igualdade, maioria. Tudo palavras arquitectadas por políticos profissionais e associadas a um discurso elaborado num modelo um tanto ou quanto maquiavélico, para materializar na mente dos cidadãos como elementos chaves da democracia. A realidade é bem diferente, e não é o povo que elege as pessoas , mas sim os interesses políticos que através dos partidos colocam-nas (à disposição ) dos eleitores como forma de escolha «livre». Resultados, cada vez mais as populações alheam-se à participação na construção, acção e participação na evolução de um verdadeiro regime democrático. Resultados; os radicalismos começam a tomar conta das nações e conquistam-nas de dentro para fora. Esses medos parecem ter tomado outro rumo e os povos parece até que começam a acreditar e em ter medo daqueles que radicalmente prometem o que muita gente anseia, mas que tem medo de que se cumpram essas mesmas promessas, aliás, como até aqui ninguém tem cumprido aquilo que promete, daí esses medos. Para quem vive sob ameaça constante políticas que exploram os pobres, ou políticos que vivem dos pobres, as populações da esquerda à direita têm medo dos radicalismos, afinal os resultados acabam sendo os mesmos. Porque os cidadãos já começam a manifestar o seu descontentamento e repúdio contra a corrupção, está na hora de abrir a oportunidade dos cidadãos se sentirem livres, socialmente e deixarem de ter medo em serem úteis em servir a verdadeira democracia pura.
Pelo facto de após o 25 de Abril o país ter conquistado a Liberdade e ter implementado um regime designado de democrático, a sociedade continua com os mesmos medos e os mesmos vícios que existiam no anterior regime. A democracia não é nada do que até aqui tem sido o regime que predomina no nosso país. Educar para a democracia será a chave, para activar a participação cidadã.
A liberdade ampla e total dos cidadãos, possibilita-lhes manifestar as suas opiniões com destaque ao público pelos meios de comunicação. Neste caso o que aqui faço agradeço à liberdade de expressão. Isto não implica que o que se escreve ou se opina, possa vir a alterar o estado das coisas, muito por culpa da má utilização dessa liberdade, a causa de que venha a beneficiar certos grupos em detrimento da maioria das populações. A igualdade política para todo e qualquer cidadão independentemente da sua situação económica, social, religiosa, espírito de liderança, fama etc. em definitiva, a liberdade conquista-se com a igualdade de oportunidades para todos, o que não acontece na sociedade actual. Por exemplo: nas sociedades eslavas antigas, toda a comunidade estava investida de plenos poderes, por conseguinte, as decisões deveriam ser tomadas por unanimidade. Hoje na sociedade actual prevalece o domínio dos interesses e coarta as liberdades. Existem uma série de palavras que as máquinas políticas constroem na mente dos cidadãos para condicionamento do político-padrão da "democracia representativa", em que confundem na profundeza o que realmente seja uma democracia: Eleições, Partidos políticos,liberdade de expressão,igualdade, maioria. Tudo palavras arquitectadas por políticos profissionais e associadas a um discurso elaborado num modelo um tanto ou quanto maquiavélico, para materializar na mente dos cidadãos como elementos chaves da democracia. A realidade é bem diferente, e não é o povo que elege as pessoas , mas sim os interesses políticos que através dos partidos colocam-nas (à disposição ) dos eleitores como forma de escolha «livre». Resultados, cada vez mais as populações alheam-se à participação na construção, acção e participação na evolução de um verdadeiro regime democrático. Resultados; os radicalismos começam a tomar conta das nações e conquistam-nas de dentro para fora. Esses medos parecem ter tomado outro rumo e os povos parece até que começam a acreditar e em ter medo daqueles que radicalmente prometem o que muita gente anseia, mas que tem medo de que se cumpram essas mesmas promessas, aliás, como até aqui ninguém tem cumprido aquilo que promete, daí esses medos. Para quem vive sob ameaça constante políticas que exploram os pobres, ou políticos que vivem dos pobres, as populações da esquerda à direita têm medo dos radicalismos, afinal os resultados acabam sendo os mesmos. Porque os cidadãos já começam a manifestar o seu descontentamento e repúdio contra a corrupção, está na hora de abrir a oportunidade dos cidadãos se sentirem livres, socialmente e deixarem de ter medo em serem úteis em servir a verdadeira democracia pura.
«SUMÁRIO» RESUMO DA MATÉRIA DADA Depois de 108 anos de instaurada a República muitos factos aconteceram em Portugal ao longo de mais de um século. O mais relevante e recente para nós foi a instauração do actual regime designado de democracia, mas que não foi mais do que a continuidade do anterior modelo que denominado de ditadura onde antes os opositores do regime eram perseguidos e presos, e os actuais são enganados com promessas por aqueles que deveriam estar presos, actuais políticos que não estão presos, mas que têm o descaramento de encheram os cidadãos de promessas cada quatro anos, para depois se encherem de dinheiro e bens à custa da (ignorância) da grande maioria da população. Tudo o que até aqui tem sido a gestão política do país leva à desilusão total da grande maioria da população que na sua «inocência» continua a acreditar em promessas sabendo de antemão que nunca serão cumpridas. Nos pilares da democracia, onde Educação já não fazem parte os valores, o respeito, a decência, o humanismo, o patriotismo. Na segurança, onde os criminosos e corruptos são condecorados ou fazem parte de cargos importantes e proliferam por esse país fora. Na justiça, onde se criam leis à medida dos prevaricadores e dos que a larga escala lesam o património dos cidadãos e do estado, como os casos BES e ou das ruinosas PPP's parcerias público privadas, e tantas outras. Na saúde; onde por exemplo se espera 10 ou 15 anos por uma simples cirurgia às cataratas, e frequentemente falta material básico. Afinal democracia não é nada disto. Depois! aparecem radicais a promoverem modelos que despertam curiosidade às populações, conquistam seguidores e atingem patamares de relevância ou até chefia de governos, muito por culpa da má gestão daqueles que confundem serviço público, com servir-se do que o público contribuiu com os eu esforço, trabalho e impostos. Corrupção parece fazer parte do ADN dos políticos, e os cidadãos impotentes para encontrarem uma solução para esta catástrofe. Já Olof Palm, ex-primeiro ministro sueco (1969/76 e 1982/86) dizia que: a solução para acabar com a pobreza, era o estado dar aos mais pobres a oportunidade de; com trabalho, educação e justiça deixassem de ser pobres. Está na hora de todos e cada um perceber que o país precisa de honestidade, confiança, trabalho e motivação para acabar de uma vez por todas este flagelo nacional que é a corrupção. Esqueceram-se que a palavra democracia deriva do Grego DEMOS que significa, povo e KRATIA que significa poder, designando, então, o sistema pelo qual o povo exerce o poder.Infelizmente o nosso povo não foi educado para exercer a democracia activa e participativa. Todos abraçando uma só causa o bem estar das maiorias sem tirar benefícios conseguidos de forma justa ás minorias. O melhor método para equilíbrio da verdadeira democracia é que haja uma verdadeira, saudável e autêntica JUSTIÇA.
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