sexta-feira, 27 de maio de 2022

 Carta de um defraudado    A publicação para o DN-Madeira

Duvidas houvessem e a cada dia que passamos neste país continuam a surgir surpresas inimagináveis. Um sem fim de situações que quase querer-nos transparecer que vivemos num mundo irreal, num país da fantasia, numa realidade virtual. Num país onde se vive uma democracia fictícia, ao transcrever este texto tinha acabado de ser aprovado o novo orçamento de estado pelo partido governante que: tem o maior número de deputados, não a maioria pois essa são todos os outros, além dos mais de 5 milhões de portugueses que por indignação e revolta ou falta de coragem não se quiseram fazer representar no país onde tudo é ao contrário. Vejamos: A grande conquista da igualdade das mulheres digna de ser louvado, não é bem assim: afinal já existem propostas para que sejam beneficiados pelo facto que a cada mês e de forma tão natural o seu organismo pelo faço de serem mulheres manifesta-se. Enquanto os polícias reivindicam o aumento de salários, mais subsídio de risco, o governo impinge-lhes formação para lidarem com situações de grupos LGBTI, e onde cada vez mais aumentam os casos de violência domésticas. A saúde está cada vez mais doente, continuam a haver milhões de consultas, milhares de cirurgias adiadas, centenas de óbitos por deficiência ou falhas no atendimento por vezes falta de condições de trabalho para os profissionais. A educação termia o período escolar onde alunos sentiram com frequência a falta de professores, a insegurança dos profissionais e a falta de motivação e vencimentos apelativos o que faz prever a próxima época avizinham-se mais de 100 mil alunos ficarão sem aulas ao menos numa disciplina. A justiça essa só resta o nome. Num debate televisivo onde se analisava o caso do mais famoso arguido de Portugal que tinha a medida de coação de identidade e residência, foi fazer um curso para o Brasil, depois do desaparecimento de um outro condenado ter morrido numa prisão estrangeira. Em terras de USA acontece de novo um ( anjinho) que achou por bem mandar com Jesus mais cedo 19 crianças e 2 professores tendo este cadastro e referencias que a justiça americana conhecia. (Tive de designar este caso nestes termos), pois a liberdade deste país bloqueou a minha conta da rede social «livro na cara» pelo facto de fazer num comentário a uma foto do rapaz com uma indumentária muito característica vestido de saia e pulôver, os pais deveriam ter-lhe dado um par de correias não propriamente para lhe segurara as calças. Também a liberdade da nossa democracia tem destes casos. Enquanto isto incita à violência, já o envio de armas para apoiar a Ucrânia promove e defende a paz, e o Portuga da miséria como o nosso onde quase 2 milhões de cidadãos sobrevivem no limiar da pobreza, enviou o seu 1º Ministro para doar 250.000 MILHÕES e mais 50.000 DE EURO para apoiar a Ucrânia e aos refugiados que vêm para cá, NADA CONTRA ATENÇÃO! mas onde estão as prioridades dos nossos governantes?  Será que no futuro todos estes desvaneios dos políticos portugueses irão ser pagos em criptomoedas? Estamos em estado de choque pois na realidade este governo já conseguiu reduzir alguma coisa: a capacidade do cabaz de compras cada vez mais pequeno, a da nossa carteira, o carro cada vez leva menos combustível no depósito com o atual poder de compra da maioria dos trabalhadores. Porque não queremos esmolas, mas sim ganhar a vida com o nosso próprio empenho, esforço, trabalho e dedicação, não querendo um estado que nos sustente, apenas e tão só que não nos tire o pão da boca a nós e aos nossos filhos muito menos aos nossos idosos, para sustentar vadios, desvaneios e corrupção. Porque a liberdade virtual e a democracia fictícia parecem estar a ser negociada em criptomoedas para aproveitar a ingenuidade do povo.

                                                                Carta de um defraudado

Duvidas houvessem e a cada dia que passamos neste país continuam a surgir surpresas inimagináveis. Um sem fim de situações que quase querer-nos transparecer que vivemos num mundo irreal, num país da fantasia, numa realidade virtual. Num país onde se vive uma democracia fictícia, ao transcrever este texto tinha acabado de ser aprovado o novo orçamento de estado pelo partido governante que: tem o maior número de deputados, não a maioria pois essa são todos os outros., alem dos mais de 5 milhões de portugueses que por indignação e revolta ou falta de coragem não se quiseram fazer representar no país onde tudo é ao contrário. Vejamos: A grande conquista da igualdade das mulheres digna de ser louvado, não é bem assim afinal já existem propostas para que sejam beneficiados pelo facto que a cada mês o seu organismo pelo faco de serem mulheres manifesta-se.  Enquanto os polícias reivindicam o aumento de salários, mais subsídio de risco, o governo impinge-lhes formação para lidarem com situações de grupos LGBTI, e onde cada vez mais aumentam os casos de violência domésticas. A saúde está cada vez mais doente, continuam a haver milhões de consultas, milhares de cirurgias adiadas, centenas de óbitos por deficiência ou falhas no atendimentos por vezes falta de condições de trabalho para os profissionais. A edução termia o período escolar onde alunos sentiram com frequência a falta de professores, a insegurança dos profissionais e a falta de motivação e vencimentos apelativos o que faz prever a próxima época avizinham-se e mais de 100 mil alunos ficarão sem aulas ao menos numa disciplina. A justiça essa só resta o nome. Num debate televisivo onde se analisava o caso do mais famoso arguido de Portugal que tinha a medida de coação de identidade e residência, foi fazer um curso para o Brasil, depois do desaparecimento de um outro condenado ter morrido numa prisão estrangeira. Em terras de USA acontece de novo um ( anjinho) que achou por bem mandar com Jesus mais cedo 19 crianças e 2 professores tendo este cadastro e referencias que a justiça americana conhecia. (Tive de designar este caso nestes termos, pois a liberdade deste país bloqueou a minha conta da rede social «livro na cara» pelo facto de dizer num comentário a uma foto do rapaz numa foto com uma indumentária muito característica vestido de saia e pulôver, os pais deveriam ter-lhe dado um par de correias não propriamente para lhe segurara as calças. També a liberdade da nossa democracia tem destes casos. Enquanto isto incita à violência, o envio de armas para apoiar a Ucrânia incentiva a paz, e o país da  miséria como o nosso onde quase 2 milhões de portugueses sobrevivem no limiar da pobreza, enviou o seu 1º Ministro para dar 250.000 MILHÕES e mais 50.000 DE EURO  para apoiar a Ucrânia e os refugiados que vêm para cá, NADA CONTRA ATENÇÃO! mas onde estão as prioridades dos nossos governantes?  Será que no futuro todos estes desvaneios dos nossos governantes irão ser pagos em criptomedas? Estamos em estado de choque  pois a realidade deste governo conseguiu reduzir alguma coisa: a capacidade do cabaz de compras e o poder de compra da maioria dos trabalhadores. Porque não queremos esmolas mas sim ganhar a vida com o nosso próprio empenho, esforço trabalho e dedicação. não querendo um estado que nos sustente, apenas e tão só que não nos tire o pão da boca  a nós e ao nossos filhos para sustentar desvaneios e corrupção. Porque a liberdade virtual e a democracia fictícia parece que está a ser negociada em criptomoedas para aproveitar a ingenuidade do povo.

terça-feira, 24 de maio de 2022

                                           A falta de mão de obra e o desemprego

Recentemente veio a público a falta de trabalhadores na hotelaria e similares. Exemplo de uma conceituada empresa regional focava que precisa de 1000 trabalhadores para preencher os seus atuais quadros mediante o aumento da procura turística e na oferta de emprego. As estatísticas recentemente publicadas davam conta de que: na região o aumento do desemprego ronda à volta dos 7,5% com o aumento em período homologo do ano anterior na ordem dos 0,9%, sendo esta a taxa mais elevada a nível nacional. Deduz-se que: primeiro; no sistema educativo têm falhado os planos de formação profissional na promoção e incentivo aos jovens que queiram ter um emprego na sua terra sem sentirem a necessidade de emigrarem, deveriam ser canalizados esforços no sentido de motivar os nossos jovens para a área da hotelaria, aliás a nossa principal indústria. Mas porque os jovens não se sentem motivados para essas tarefas? porque são mal remunerados, a instabilidade de empregabilidade não lhes garante estabilidade e futuro, daí que à par desses condicionalismos não existem as verdadeiras motivações para fazer do nosso turismo um serviço equiparado com os sucessivos galardões atribuídos à nossa região como o melhor destino turístico de ilhas no mundo. Porque será que os empresários e os governantes não se pões de acordo para criar um plano de modo a motiva-los com um incentivo remuneratório e progressivamente valorizado e dignificado para que não continuem a sentir a enorme necessidade de ter de sair longe da sua terra e das suas famílias para poderem encontra um futuro que lhes garanta estabilidade e sucesso, para eles e para a sua região.

segunda-feira, 16 de maio de 2022

                                No desemprego, o trabalho, o mérito e o incentivo.

Num dos setores mais difíceis de tratar numa democracia como a nossa é a empregabilidade. Onde interesses, compadrios e oportunismo por vezes se sobrepõem às capacidades, valor e profissionalismo de muitos candidatos a um emprego. O Governo Regional joga com os números e a falta de formação das populações. A D.R. Estatística da Madeira, joga com os números e com uma versão muito mais perto da realidade. Enquanto que o Presidente do G.R. num recente debate na A.R. citava que o desemprego na região rondava os 6,6% no último trimestre de 2021, a D.R. Estatísticas da Madeira no dia 11 de Maio anunciava 7,5% taxa de desemprego na R.A. da Madeira, sendo considerada a mais alta do país. Contabilizando tudo isto, analisando razões, casos e circunstâncias que leva a esta deplorável situação, concluímos que: A falta de incentivo e a valorização do trabalho em Portugal é latente. Prova disso é o sucessivo aumento de emigração principalmente qualificada e jovem. Num país onde o Socialismo é o pior inimigo dos investidores e dos trabalhadores sacrificando-os e afogando-os com impostos, onde um desempregado chega a rejeitar mais de uma dezena de ofertas de emprego porque sem produzir recebe mais de R.SI. do que se estiver a trabalhar, onde quem por necessidade e impossibilidade de ir para outras paragens, sujeita-se aos miseráveis salários para os quais têm de trabalhar como escravo pois infelizmente não temos empresários (além de massacrados com impostos) alguns pouco profissionais, conscienciosos e com nível na formação de trato laboral e humano a juntar leis que penalizam e castigam drasticamente quem trabalha e a quem investe para criara postos de trabalho, o CHEGA conclui o seguinte: se não for alterada a lei laboral criando condições para salvaguardar e incentivar investidores e trabalhadores, se não houver regras a que quem recebe e não produz terá de aceitar um trabalho de modo a compensar aquilo que usufrui sem nada produzir o que á partida castiga e desincentiva aqueles que por razões várias sentem-se na necessidade e quase obrigados a trabalhar para terem um meio de subsistência. Se o pago pela função a desempenhar não for medida mediante o empenho e á produtividade, continuaremos numa política laboral descompensada, que desincentiva e sem qualquer tipo de solução à vista. No caso específico da Região onde sendo o turismo uma das nossas maiores indústrias, a hotelaria e similares, dentro da atividade turística, representava 37% (dados 2018) Em 2021/12/30, o CCT para o setor de Indústria Hoteleira (aprox. 8000 trabalhadores abrangidos);- Em 2022/01/24, o CCT para o setor de Similares de Hotelaria (aprox. 7200 trabalhadores abrangidos); a sazonalidade também implica uma política de contratação de trabalhadores de forma seletiva. Não podemos continuar a ser o país onde quem vai se sacrificar a trabalhar pois a necessidade obriga, é ver esplanadas e cafés a abarrotar de gente que com o R.S.I. nada produz, mas recebe o fruto de quem se sacrifica. Se criaram-mos as condições necessárias, CHEGA para por Portugal a trabalhar.

quinta-feira, 12 de maio de 2022

                          É tão difícil ter uma casa na Madeira

Um dos grandes problemas de quem quer formar família e se instalar é a casa para morar. Cada vez mais na R.A. da Madeira é difícil para um casal jovem conseguir uma habitação para começar uma nova vida. O preço médio de uma moradia apartamento nunca é inferior a 60 mil €uros, e os meios para as adquirir cada vez mais difíceis. Como um casal com um vencimento medio de 1500€ consegue suportar um custo destes. Existem muitas casas devolutas, abandonadas e ou degradadas que poderiam ser recuperadas. Deveria ser incentivada a fixação de residência em diferentes freguesias da região outrora habitadas, facto que o sucessivo despovoamento tem provocado a redução drástica da população principalmente no norte e a desertificação de muitas das nossas freguesias. Incentivar a agricultura, dar condições e incentivos aos jovens para trabalharem a terra criando políticas de aproveitamento de terras ao abandono e de moradias que com algum investimento se converteriam em alternativa a muitos casais que desejam iniciar a sua vida. A falta de incentivos e de planeamento tem promovido a deslocação por vezes emigrando ou deslocando-se para os centros urbanos provocando a desertificação de freguesias e aldeias que com condições mínimas e incentivos como redução de impostos, e criação de serviços mínimos. O CHEGA propõe que: poderiam e deveriam incentivar a que muitos dos jovens optassem por se fixar nas zonas rurais incentivando e dinamizando a ecomimia e descentralizando as grandes urbes cada vez mais de certa forma saturadas. 

Texto de publicação para imprensa na página do CHEGA


segunda-feira, 9 de maio de 2022

                                              Chega uma carta envergonhada!

Depois de semanas atribuladas, onde a incerteza da pandemia deixa sequelas, a guerra que teimam em manter e sustentar onde os que sofrem são sempre aqueles que nem a provocaram e muito menos são os culpados mas são os que mais sofrem e levam com a consequências. Alimentam-se as guerrinhas de capelinhas políticas onde a culpa morre solteira, mas as consequências vão bater sempre ao bolso dos cidadãos com a o sucessivo agravamento da inflação e por conseguinte nos preços dos bens essenciais e que o povo paga sem sequer se manifestar, apenas vê progressivamente a redução do seu cabaz de compras, o vencimento que a todo custo durava para o mês em poucos dias se esgota, e como alguém dizia uma vez que: cada vez mais a carteira se parece à cebola, sempre que a abrimos faz-nos chorar. Mas como nesta terrinha aparece sempre algo para distrair o povo, eis que uns génios do ati-pudor resolveram exibir em praça pública convertida num Big Brother pessoal à procura de mediatização e protagonismo de forma indecente num escândalo de depravação atos de sexo em plena via pública. Francamente! andam estes indecentes a por em causa a moral e os valores duma sociedade já por si tão degradada e que com este tipo de comportamentos e de atitudes reduziu-a à pior das imoralidades. Porque sempre houveram os (aventureiros), mas que por respeito, pudor ou vergonha bem me lembro de comentarem as suas aventuras do tipo; no caminho dos pretos ou em lugares recônditos, escusos, fora da visibilidade de alguém e na sua quase total «privacidade», o que agora confundem liberdade com libertinagem num verdadeiro atentado ao pudor e contra tudo o que são valores e de desrespeito pelos cidadãos. Pena é que na defesa da liberdade parece que a justiça não consegue encontrar meios para agir contra este tipo de comportamentos indignos e reprováveis o que a meu ver viola tudo o que se refere a respeito, dignidade, e valores duma sociedade que se quer evoluída mas que tende a levar o evoluir para atentar contra a ordem pública, a dignidade, o respeito e a defesa de valores que nunca deveriam sequer serem postos em causa. Será que  a educação sexual que tendem instaurar nas escolas não os educa para o civismo e o viver em sociedade, ou será que deveria ser antes substituída por educação cívica, preservação de valores, direitos e deveres perante uma sociedade que se quer civilizada? Temos que restituir os valores da sociedade, resgatar a dignidade e o respeito e restaurar o que nunca deveria ter sido abandonado, a educação e o exemplo vindos da família e os seus reais valores básicos em sintonia com um modelo educativo que primasse pela compostura, a sensatez e a prudência.