segunda-feira, 30 de outubro de 2023

                                           Uma doença crónica!

Uma das maiores preocupações da nossa sociedade sempre foi e será a saúde. Não é por acaso que um ditado popular diz: não há dinheiro que pague a saúde. Quando perguntamos a alguém como está, obviamente que questionamos em primeiro lugar se estará principalmente bem de saúde. Razão pela qual é que deveria ser a prioridade das prioridades dos governantes, o grande problema em que se converteu no nosso país a questão da saúde. Mas quando falamos de saúde vem logo à baila a doença, afinal preocupa-nos a saúde ou o facto de ficarmos doentes? Daí que o Ministério que tutela essa importantíssima área, deveria designar-se de Ministério da Doença, pois para ser o da saúde, deveria preocupar-se sobre tudo em que a doença não existisse ou minimamente fosse reduzida à mínima expressão. E por que então é da saúde. Ora vamos lá saber de quem foi a ideia! Mas tratemos o caso com o respetivo diagnóstico e a receita própria. No nosso país existiam até finais do ano passado 60.400 médicos de várias especialidades, à 30 anos atrás apenas existiam apenas pouco mais de 28.000. Quase 20 mil emigraram nos últimos 10 anos. Enfermeiros seriam à volta de 78.000, o que daria um rácio de quase 8 por habitante. Olhando para estes números e segundo notícias recentes, Portugal é dos países europeus (o 2º) com maior número de profissionais de saúde em média por habitante; em 2021, 562 médicos por cada 100 mil habitantes. Agora eu pergunto: porque razão o SNS está cada vez mais grave, quase a colapsar e o caos está instalado? A medicina e a saúde andam de mãos dadas, mas a prevenção em Portugal tem muito pouco investimento, daí que dados da OCDE mostram que no nosso país ser o 4º com menor número per capita em programas de prevenção na saúde. Continua-se a adiar o inadiável que seria o princípio dum bom programa para minimizar os custos e a saturação no SNS. O excesso de medicamentação aos utentes é outros dos assuntos que se tornou no calcanhar de Aquiles para um melhor aproveitamento orçamental em programas de prevenção ou apoio aos doentes. Os beneficiários da segurança Social de ADSE ou de seguros de saúde teriam muito mais proveito se as verbas muitas delas desperdiçadas, fossem canalizadas e utilizadas na prevenção de doenças, dados que as novas tecnologias ajudariam e de que maneira a um processo muito mais eficaz e proveitoso. Chega a hora de ter coragem suficiente para pôr à prova um processo revolucionário para que o colapso do SNS não se converta no panorama (negro) a que o país atualmente apresenta, uma autêntica doença crónica pondo em causa a saúde e o bem estar da maioria dos portugueses. Se na nossa região perspectiva-se um hospital de dimensões consideráveis, esperemos que o futuro nos reserve um serviço com tamanha dimensão, não venhamos a colocar uma prótese numa doença que poderia ser resolvida se não deixarmos que os doentes atinjam um grau de gravidade para o eleito. A todos votos de boa saúde.

sábado, 21 de outubro de 2023

                                                     OUTRAS GUERRAS. 

Enquanto no mundo se debatem conflitos bélicos de proporções gigantescas, deploráveis, condenáveis e consequências inimagináveis, Ucrânia/Rússia, Israel/Palestina, que nos afeta a todos, nós por cá continuamos a tentar ineficazmente a combater os nossos conflitos.

Inflação, saúde, educação, segurança, planeamento e soluções para problemas que levam décadas a serem resolvidos.
Num país onde as prioridades são trocadas, onde a incúria prevalece, a miséria sustenta a corrupção e a tudo isto se junta uma justiça que insiste em deixar impune criminosos e terrorista, enquanto o povo ingénuo continua impávido e sereno a ver o seu país e a sua região a ser destruída e vota sempre nos mesmos, ou pior ainda ficam em casa e deixam que os oportunistas e vigaristas decidam.  O exército cada vez com menos efetivos porque o serviço militar é voluntário,  mas na hora de apoiar as populações em aflição, por vezes são cidadãos sem formação de socorro os que se disponibilizam como voluntários a acudir os vizinhos. Não podemos continuar indiferentes a esta catástrofe e só manifestar o nosso descontentamento e repúdio nas horas de aflição
 Não podemos utilizar as nossas desgraças para continuar a reivindicar responsabilidades e justiça. Vamos duma vez por todas tomar consciência duma realidade,: enquanto não tivermos uma população activa e participativa,  nunca a democracia experimentará a verdadeira LIBERDADE.



Comentário sobre está na hora de André Ventura assumir o governo.
No dia em que os portugueses perceberem que: abstenção não será nunca o combate à corrupção. Que votar nos mesmos de sempre nunca será a solução. Que todos os partidos representados na assembleia da república são contra o CHEGA. Que o CHEGA é o único partido que defende os cidadãos e os seus adversário combatem-nos, são esses que estão contra os cidadãos. Nesse dia o CHEGA será a solução que CHEGA a solução a este país que a liberdade permitiu que gente sem escrúpulos, sequestrassem a democracia, legalizassem o roubo e institucionalizassem a corrupção com a conivência da justiça e a cumplicidade dos meios de comunicação. Quando os eleitores perceberem que democracia e partidos políticos não tem de haver fanatismos tipo clube de futebol. Em suma, quando o povo tiver cultura democrática, os problemas deste país passarão a ser resolvidos.

Enquanto o sucesso premeia o esforço, a inveja alimenta o fracasso.
  • Gosto