quarta-feira, 22 de novembro de 2023

                                Espectro duma revolução inacabada

Quando nos debruçamos para o actual estado da democracia no nosso país, questionamo-nos se realmente valeu a pena o 25 de Abril! Pensar que preparamo-nos para (comemorar) os 50 anos da liberdade, pondo por inúmeras vezes em causa a pergunta: será que a maioria dos portugueses sentem-se satisfeitos e realizados com a revolução e o rumo que tomou o regime democrático em Portugal? Prova evidente disso são os mais de 50% de abstencionistas que deixaram de acreditar neste modelo de democracia. É que ao longo deste quase meio século, conseguiram-se muitas alterações, alguns benefícios em diversos sectores, mas vejamos que; após 37 anos de adesão à UE, continuamos como um dos países mais pobre do grupo, temos mais de 2 MILHÕES  cidadãos no limiar da pobreza e mais de 10 mil sem abrigo,  no caso da R.A. da Madeira, das mais pobres do país, um dos salários mais baixos dos estados membros, apenas ultrapassados pelos Chipre, Grécia; Lituânia e Malta. E reparem que estamos a falar da hegemonia governativa de 2 partidos, a nível nacional, PS e PSD por vezes coadjuvados por outros partidos que deixaram-se seduzir pelo sistema, onde impera o oportunismo, a vigarice, o compadrio e a corrupção, enquanto que na Madeira foi dum só partido. Agora que os portugueses voltam a ser chamados a elegerem um novo governo pela razão de todos conhecida e das sucessivas consequências dos erros cometidos, vêm os paladinos da liberdade e pregadores da democracia, acenar sob a «ameaça» do espetro do fascismo, do totalitarismo, do extremismo da direita, quando a esquerda empenhou os portugueses (como diz um velho ditado) até à 5ª geração, e a suposta direita até aqui inexistente, foi cúmplice da nossa miséria, colando-se ao sistema, pois nunca manifestou a coragem para enfrenta e muito menos combater. Aquilo que até aqui a esquerda e a direita não conseguiram fazer, não estará à espera que: após 50 anos os portugueses continuem a acreditar que serão eles mesmos a emendarem os seus próprios erros, daí que a sua incompetência e incapacidade para o efeito acenarem com a ameaça da ascensão duma "extrema direita" existente, mas sim um enorme movimento aglutinando num partido político forças da sociedade civil que corajosamente enfrentam os oportunistas das asneiras dessa incompetência, fizeram com que os portugueses ressuscitassem as suas esperanças numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, no combate ao maior flagelo da nação;  A CORRUPÇÃO. Não tenhamos medo de tentar a mudança, antes tenhamos medo de não tentar e correr o risco de ver que a vida passou e voce não arriscou o que deveria, permitindo chegar até aqui com as suas esperanças desvanecidas. Para que possamos «comemorar» os 50 anos da Liberdade, será necessário fazer o que ainda não foi feito: restaurar a democracia, restituir a liberdade, resgatar os valores da sociedade, em suma reconstruir Portugal devolvendo a democracia ao povo quebrando o que a extrema esquerda quis fazer em 7 meses e que agora bem tentam durante 50 anos, então impedida reconquistada com o 25 de Novembro de 1974, que bem poderia ser designado o dia da democracia portuguesa. Espectro duma revolução inacabada.

Texto corrigido

Quando nos debruçamos para o actual estado da democracia no nosso país, questionamo-nos se realmente valeu a pena o 25 de Abril! Pensar que preparamo-nos para (comemorar) os 50 anos da liberdade, pondo por inúmeras vezes em causa a pergunta: será que a maioria dos portugueses sentem-se satisfeitos e realizados com a revolução e o rumo que tomou o regime democrático em Portugal? Prova evidente disso são os mais de 50% de abstencionistas que deixaram de acreditar neste modelo de democracia. É que ao longo deste quase meio século, conseguiram-se muitas alterações, alguns benefícios em diversos sectores, mas vejamos que; após 37 anos de adesão à UE, continuamos como um dos países mais pobres do grupo, temos mais de 2 MILHÕES de cidadãos no limiar da pobreza e mais de 10 mil sem abrigo, no caso da R.A. da Madeira, das mais pobres do país, com um dos salários mais baixos dos estados membros, apenas ultrapassados pelos Chipre, Grécia; Lituânia e Malta. E reparem que estamos a falar da hegemonia governativa de 2 partidos, a nível nacional, PS e PSD por vezes coadjuvados por outros partidos que deixaram-se seduzir pelo sistema, onde impera o oportunismo, a vigarice, o compadrio e a corrupção, enquanto que na Madeira foi dum só partido. Agora que os portugueses voltam a ser chamados a elegerem um novo governo pela razão de todos conhecida e das sucessivas consequências dos erros cometidos, vêm os paladinos da liberdade e pregadores da democracia, acenar sob a «ameaça» do espetro do fascismo, do totalitarismo, do extremismo da direita, quando a esquerda empenhou os portugueses (como diz um velho ditado) até à 5ª geração, e a suposta direita até aqui inexistente, foi cúmplice da nossa miséria, colando-se ao sistema, pois nunca manifestou a coragem para enfrentar e muito menos combater. Aquilo que até aqui a esquerda e a direita não conseguiram fazer, não estará à espera que: após 50 anos os portugueses continuem a acreditar que serão eles mesmos a emendarem os seus próprios erros, daí que a sua incompetência e incapacidade para o efeito acenarem com a ameaça da ascensão duma "extrema direita" existente, mas sim um enorme movimento aglutinando num partido político as forças da sociedade civil que corajosamente enfrentam os oportunistas das asneiras dessa incompetência, fizeram com que os portugueses ressuscitassem as suas esperanças numa nova forma de fazer política e uma nova maneira de estar em democracia, no combate ao maior flagelo da nação; A CORRUPÇÃO. Não tenhamos medo de tentar a mudança, antes tenhamos medo de não tentar e correr o risco de ver que a vida passou e você não arriscou o que deveria, permitindo chegar até aqui com as suas esperanças desvanecidas. Para que possamos «comemorar» os 50 anos da Liberdade, será necessário fazer o que ainda não foi feito: restaurar a democracia, restituir a liberdade, resgatar os valores da sociedade, em suma reconstruir Portugal devolvendo a democracia ao povo, quebrando o que a extrema esquerda quis fazer em 7 meses e que agora bem tentam durante 50 anos, então impedida reconquistada com o 25 de Novembro de 1974, que bem poderia ser designado o dia da democracia portuguesa.

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

 NÃO FOI ESTE O MODELO DE DEMOCRACIA QUE OS PORTUGUESES SONHARAM COM O 25 DE ABRIL!

Não sendo saudosista do regime de Salazar, mas há um facto que precisa ser reconhecido. Apesar da fome e da miséria da época, o mundo vinha da convulsão de duas guerras mundiais e tivemos de aprender a sobreviver da nossa auto-subsistência. Salazar além de conseguir essa proeza com o esforço colossal e o sacrifício do povo, fez justamente o contrário daquilo que se tem feito até agora. Fez obra sem endividar o país, das maiores industrias navais era portuguesas (Lisnave e Setenave) a maior ponte da Europa à época, uma escola em cada freguesia, um hospital em cada cidade, seis aeroportos e uma acumulação de riqueza que levou Portugal ao 5° país com a reserva mais alta do mundo. Contra factos não há argumentos. O Socialismo em 50 anos leva Portugal à banca rota por três vezes, a maior divida externa de que há memória, a mais elevada carga fiscal de sempre, o SNS numa catástrofe, a educação levada ao caos, 25 anos a projetar um aeroporto, roubos e corrupção a maior praga jamais vista, imigração de portas abertas a vadios, vândalos, terroristas e violadores, de 10 mil cidadãos vivem nas ruas e 4 MILHÕES de portugueses no limiar da pobreza. Comparar o incomparável é preciso abrir os olhos a este povo ingénuo. Portugal não pode continuar à mercê de bandidos e de corruptos. Afinal Salazar não era nem fascista nem ditador, era puramente anti-comunista/Socialista, vá-se lá saber porquê!
Uma parte dos portugueses infelizmente já se habituaram a viver em condições parecidas com a dos políticos.
A maior parte das ditas pequenas empresas fazem uma economia paralela.
Há muitos desempregados que recebem o desemprego e trabalham as escondidas.
Os trabalhadores ditos coletados seja da construção civil, serralharia ou mecânica de automóveis que trabalha por conta própria fogem aos impostos e a maioria não passa recibo .
As pessoas procuram este tipo de trabalhadores para terem os serviços mais baratos.
Portugal está desta maneira e as pessoas dizem com razão que quem dá o exemplo é o próprio sistema.
Eis uma razão mais do que suficiente para baixar os impostos, sobrecarregam uns para benefício dos incumpridores. Se a dedução fosse menor e ao consumo aliviaria a carga fiscal per capita, e todos seriam (convidados) a pagar e melhor ainda seria o fim da corrupção em grande escala da classe política e administrativa.

https://www.youtube.com/live/iiJ8xf6zvzE?si=eE-J9a6Zu-g2tWFs Zuga Nova direita.
A panela de pressão saltou-lhe a válvula, agora é preciso destapar a panela para ver o que ainda resta lá dentro se é que ainda ficou, antes que esteja tudo queimado volto carvão, ou simplesmente seca!

Comentário carta do leitor   https://www.dnoticias.pt/2023/12/5/385612-a-eleicao-do-presidente-do-ps-m/
“O socialismo, como as velhas ideias de onde emana, confunde a distinção entre o governo e sociedade. Como resultado disso, cada vez que nos opomos a algo que o governo queira fazer, os socialistas concluem que estamos fazendo oposição. ”A lei deve proteger o indivíduo, a liberdade e a propriedade privada. É desta forma que Frédéric Bastiat analisa o funcionamento do Estado, esta "grande ficção através da qual todos se esforçam para viver às custas dos demais". Para ele, protecionismo, intervencionismo e socialismo são as três forças de perversão da lei.