sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

                                         Natal; magia, realidade e futuro.
E porquê se comemora esta quadra, qual o seu significado e o seu grande objectivo?                        No tempo em que as crianças sonhavam com o Natal do menino Jesus que trazia os presentes, as crianças desejosas de desembrulhar uma carrinho de folha ou uma boneca de pano, aos mais velhos o tradicional pijama, o par de meias ou o lenço de algibeira, cheirava a tradição, broas, bolos, licores, carne d'vinho e alhos, canja, a bola de queijo, o d'escabeche, os junquilhos e as searinhas, os pós da lapinha, o viochene, as socas de cana, o alegra campo, à cera do chão e dos móveis cuidados ao longo dos tempos pelos parentes antepassados, enfim tudo aquilo que envolvia o Natal de outrora.              A saudade não impede de continuar a sonhar pelo Natal de outros tempos, que causava ansiedade de véspera e saudade na primeira oitava, foi subsistido pelo Pai Natal, o senhor das barbas brancas que não teve culpa de que, quem o criou, talvez nunca imaginaria que a sua imagem de. bondade, simplicidade e ingenuidade, conduziria ao consumismo desenfreado, ao egoísmo, à ostentação, a correria, as compras atribuladas que quase tira o tempo e as forças para aquele abraço apertado e genuíno de votos de Boas Festas.  Quando no dia em que as renas que transportam o Pai Natal, forem substituídas pelos Drones, que os presentes sejam enviados a casa por uma qualquer plataforma ou página da Internet, que qualquer empresa de Fast Food, entregue a ceia de Natal  a cada quem nas suas casas, aí sobrará tempo para a saudade dos (Natais) de então, mas será que irá continuar a faltar disponibilidade para aquele fraterno abraço incondicional e gratificante que transporta qualquer ser humano para o colmar da felicidade. Mas para manter vivo o simbolismo e o significado destas festividades, deverá haver sempre um tempinho, para correr e dar àquele abraço ao familiar mais próximo, ao amigo mais chegado, até porque não, àquele com quem todos os dias nos cruzamos e que nem sempre o observamos, porque para nós o Natal deverá ser sempre mágico e com uma mensagem de AMOR.                                     

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

                        Do campo da barca p'ra cima
Até parece que convivemos bem com o ladrão que nos rouba. Por vezes nós cidadãos comuns, falta-nos a coragem para enfrentar as situações que ao longo de muito tempo nos vêm apoquentando, a democracia assim o permite, mesmo que por vezes não sintamos a verdadeira motivação para o fazer. Na saúde estamos cada vez mais graves; desde as sucessivas longas filas de esperas para atendimentos, às constantes e frequentes (negligências) médicas muitas delas por falta de apoio aos profissionais, falta de investimento no sector e por conseguinte a sua rentabilidade é precária, uma extensa lista de espera para cirurgias de simples execução, sem contar com a já preocupante debandada dos profissionais do sector público para o privado ou para imigração, deixando órfão o sector cuja formação dos mesmos profissionais a maior parte das vezes custou-nos a todos o dinheiro dos nossos impostos. Porque razão esses mesmos profissionais não foram previamente salvaguardados para ao finalizarem a sua formação, retribuírem os custos da mesma com serviço? seria justo que ao menos por algum período houvesse essa compensação, devidamente remunerada, sem dúvida, mas que os cidadãos usufruíssem do investimento feito. O mesmo sucede na educação, é cada vez mais latente casos de deterioro e de profissionais descontentes ou sem motivação, pois é um sector que deixa muito a desejar quanto ao modelo, ao método e à salvaguarda daqueles que: quer queiramos quer não são a base de uma nação, porque já pensaram seriamente que nenhum profissional se forma, sem passar pelas mãos do professor? na justiça é dramático o que sucede neste país, são os sucessivos casos de corrupção sem que para isso se encontre a solução, pois os intervenientes ou suspeitos raramente chegam a ser julgados, e os custos sobram sempre para os cidadãos. A segurança está cada vez mais posta em causa dada a ineficácia da mesma justiça. O ambiente tão maltratado e o aproveitamento feito pelos danos causados não favorecem a mesma causa. Será que foi esta a democracia preconizada com o 25 de Abril, em que se prometiam mundos e fundos para o povo e só aqueles que aparentemente nada fizeram na vida à custa de um bom apoio através da filiação ou colaboração com partidos políticos, conseguem através dos tachos singrar na vida. Quando em tempos o povo não podia se pronunciar, manifestar e ou revoltar contra o regime, havia uma homem que chegou a casa e disse p'ra a mãe: eu fui resolver o problema com os senhores do governo e protestei (rezondei) os gajos de tudo, chamei-lhes todos os nomes possíveis e imaginários. A mãe preocupada retorquiu-lhe, ó filho agora a justiça vai te chamar a contar e vás bater ao calabouço! Não se preocupe mãe, aquilo que  eu disse foi só do campo da barca p'ra cima. Parece que afinal o povo só se revolta sentado frente à TV ou sentado nos cafés, pois os defeitos desta simulada democracia prevalecem e o povo impotente, desiludido e sem motivação que continua só a sua revolta só do campo da barca p'ra cima. Acho que se não forem tomadas medidas rápidas e concretas para recuperar a dignidade, a honestidade, a equidade na justiça, e os valores de cidadania na educação, estamos a caminhar para o abismo. Será que algum dia chega uma esperança?

domingo, 10 de novembro de 2019

                                    Cidadania e democracia
Cada vez mais se nota a falta de cultura democrática da população. O alheamento dos cidadãos perante todos os actos exercidos pelos governantes são do total desinteresse dos mesmos. O desprezo pelo exercício da democracia a que a classe política conduziu ao longo destas 4 décadas, fez com que o povo virasse as costas à participação. Só sentem a democracia ou simplesmente falam dela em actos eleitorais, porque outros assuntos são aventados para «distrair as populações da realidade social e política» daí que também já vai sendo cada vez menor a discussão, prova da constante e do consequente aumento substancial da abstenção nos sucessivos actos eleitorais mais recentes. Muito se tem dito sobre o caso, pouco se tem discutido as circunstâncias que levam os eleitores a cada vez mais se divorciarem na participação da vida democrática do país e concretamente da região. Felizmente já começam a aparecer excepções. Cada vez mais se quer fazer crer aos portugueses que a democracia está condicionada e vedada apenas aos partidos políticos e seus militantes, quando a realidade de uma democracia autêntica é bem diferente. Nos países mais desenvolvidos em termos de mentalidade das populações, os assuntos que lhes dizem respeito são debatidos e postos à consideração da opinião pública, coisa impensável no nosso país e na nossa região, isso até à bem pouco tempo. Felizmente alguém teve a iniciativa, a coragem, a ousadia e a sensibilidade de cidadania em por à consideração do povo aquilo que será o futuro governativo dos próximos 4 anos na R. A. da Madeira. Cabe-me a mim como cidadão sem qualquer vínculo partidário, apenas preocupado com o futuro daqueles que me irão preceder, e porque não de mim próprio e dos meus familiares e amigos, achei por bem participar numa iniciativa (inédita) da democracia na região; Parabéns à JPP (poderia ser qualquer outro!)  que levou à consideração dos cidadãos uma discussão pública do Orçamento Regional para os próximos 4 anos. Será que estamos perante uma renovação do modo como se deve exercer a verdadeira democracia autêntica, activa e participativa? Pena é a pouca motivação dos madeirenses para a participação em actos semelhantes, mas muito proveitosa, concreta e objectiva, espero se repitam acções deste género e que em futuras situações semelhantes possa haver mais motivação e participação dos cidadãos independentemente de ser esta ou outra a sua alternativa político  partidária. Como cidadão independente sem qualquer vinculo partidário ou interesse pessoal, apenas preocupado com o rumo a que foi conduzida a democracia no nosso país, o meu único objectivo é e será a luta pelo bem estar de todos os portugueses, o combate à corrupção, o exercício da transparência, equidade na justiça, um desempenho sério, responsável e honesto de todos os actos políticos. Porque continuo a achar que: Portugal quer justiça.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

                       Números versos democracia
Como podemos admitir que num universo de 10 (dez) milhões, 1.800.000 sejam maioria? 18,5% dos eleitores inscritos. Como devemos aceitar que a opinião de mais de 5 (cinco) milhões desse mesmo universo, 51,8% dos eleitores inscritos sejam ignorados, relegados, atirados pura e simplesmente para o lixo? É a minha (Modesta) análise feita aos números do ultimo acto eleitoral para a Assembleia da República. Acham que este modelo de regime deve continuar a a ser designado de democracia? Porque algo terá de ser alterado neste país. As populações sentem-se abandonadas, desprezadas, ignoradas, perseguidas, e mais que tudo injustiçadas com a forma que têm sido tratadas nesta pseudo-democracia portuguesa. Uma lei eleitoral ultrapassada e que em nada dignifica nem representa o verdadeiro sentimento deste povo, razão pela qual não acreditam, nem sentem sequer vontade de se manifestar e de expressar o seu sentido de voto, pois as leis foram feitas de tal forma por e para beneficiar aqueles que estão na porta à espera para a entrada nos lugares da «governação» que por sua vez lhes dá o direito a todo o tipo de benefícios criados à medidas daqueles que forçadamente exercem o poder. E pior ainda é: por exemplo; num país como a Alemanha ( 81,5 milhões de habitantes) existem uma Chanceler e 9 ministros, num país como o nosso (10 milhões de habitantes) são: um 1º ministro, 19 ministros e 50 secretários de estado. Só mais uma achega; Em Portugal cerca de 500 pessoas trabalham para a presidência da República, na Alemanha apenas 300. Obviamente que para suportar toda esta máquina, o povo tem de receber vencimentos de miséria, à custa de uma carga fiscal exorbitante. A injustiça que impera em Portugal é gritante, e o cidadão comum impotente e indefeso perante tamanho saque. Quem poderá salvar e restituir a dignidade deste nosso Portugal, o povo não tem ânimo nem força moral para combater! Portugal quer justiça.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019



                     definitivamente vou mudar de clube!
Imaginem o que nos acontece, por exemplo: quando pedimos alguma coisa num restaurante ou numa pastelaria e deixamos a escolha a critério de quem vende! mesmo que depois não seja do nosso agrado, sentimos-nos na obrigação de pagar, a comer ou simplesmente como se diz vulgarmente, deixar na roda do prato. A razão simples é que, não fomos nós que escolhemos. Agora o que sucede quando você pede algo, escolhe o menu, ou a ementa e aquilo que lhe servem não está em condições de comer, não é do vosso agrado ou simplesmente não é em consonância com aquilo que estava no cardápio? Pois é! você reclama, protesta, devolve, troca e até é capaz de ir embora e não paga. Agora eu pergunto: porque será que na política andam todo o tempo a reclamar, a protestar, a dizer mal dos políticos corruptos, chamam-lhes nomes possíveis e inimagináveis, mas na hora de escolher, uns escolhem sempre os mesmos porque talvez lhes interessa, ou porque estão na boa com aquilo que esses governos lhes proporciona, ou então pura e simplesmente recusam-se escolher porque pensam que estão a escolher o clube dos fraquinhos que nunca ganha nada, como ser dum clube lá da terra que à mais de 40 anos que não ganha um titulo, mas é o clube do coração, e então em alternativa têm dois clubes, um dos grandes para poderem comemorar de vez em quando. Ou então são daqueles que acham que já não vale a pena e resignam-se a comer aquilo que os outros escolheram, pois acham que esgotaram-se os motivos para alterar este deplorável estado de corrupção a que chegou a classe política no nosso país. Este próximo acto eleitoral escolheremos os 6 (seis) representante na Assembleia da República que irão dar a cara no caso específico da Região Autónoma da Madeira. Portanto queremos cidadãos que defendam e apoiem os projectos que possam vir a beneficiar o povo madeirense, como a viabilidade de uma alternativa nos transportes, marítimos através de um ferry que funcione o anos inteiro se possível nos mesmos moldes que funcionou durante 4 anos, 2008/2012, sem custos para o erário público, a possibilidade de um hospital com condições para que possam ser ultrapassadas todas a deficiências actualmente existentes, lista de espera 50 mil exames (DN/22/05/2019) 20 mil cirurgias, enfim muitas outras situações, num calendário nada abonatório. Agora nada de confundir necessidades com promessas, pois de promessa está o inferno cheio já diz o povo, para isso não somos obrigados a eleger o mesmo (diabo) de sempre que nos atormenta, ou ficar à espera que outros escolham por nós. Só dependerá da nossa atitude no dia 06 de Outubro confrontados com a nossa consciência perante o boletim de voto. Se acham que não vale a pena votar, não se esqueça que outros irão decidir por si, e nessa altura é como diz o ditado; come e cala-te.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

                                     Depois pode ser tarde
Obrigado por ainda poder manifestar a opinião de um cidadão livre.                                                Esta será a derradeira oportunidade para nos debruçar-mos seriamente na hora de decidir aquilo que irá ditar mais quatro anos de actividade política. Muito se tem dito à volta desta situação, mas a grande realidade é que: as campanhas milionárias saíram à rua, as promessas continuam, a corrupção alastra, o país degrada-se e o povo descontente teima em não se manifestar pois já não acredita neste modelo de regime que ainda querem continuara a denominar de democracia. Os corruptos é que escolhem os seus representantes, quando esses deveriam ser numa democracia autêntica e verdadeira os representantes do povo. Mas infelizmente esse mesmo povo que passa quatro anos a protestar, continua a engolir promessas e não se revoltar verdadeiramente, participando massivamente num acto eleitoral que à partida parece viciado, mas que não é mais do que  a manipulação de um povo ingénuo e que teima em manter aquilo que à muito deveria ser alterado. Nas últimas legislativas, mais de metade da população virou as costas ao acto eleitoral; Porquê? repara que quase nenhum partido evoca o combate à corrupção e a abstenção, votar contra quem achamos que não nos representa verdadeiramente, o substituir legislação após legislação até que os políticos se apercebam que afinal o que queremos é transparência, equidade e verdade. Quando é que abstenção será símbolo de protesto num regime onde os abstencionistas são ignorados e «engolidos» por minorias que representam os interesses instalados. Grande parte dos partidos políticos estão infestados de gente que a troco das promessas continua a explorar, e a servirem-se da democracia que a liberdade ainda consagra. Porque sem escrúpulos sequestraram a democracia, legalizaram o roubo e  compram a dignidade de um povo incauto. Se estás bem, vota nos mesmos, se estás decidido a mudar muda, mas se estás revoltado não fiques sentado, manifesta a tua repulsa votando massivamente em partidos que não tenha feito parte do governos anteriores, bem na República como na Região. Votar num partido pequeno, não é símbolo de derrotismo, mas sim de descontentamento, pois partido político não é clube de futebol onde tenhamos que ser adeptos dos maiores, para vencer sempre. Se deixares comprar a tua dignidade com promessas falsas, lembra-te que estarás durante mais 4 anos a pagar a tua ingenuidade. Se não votares não terás direito nem sequer a protestar, pois deixas-te em mãos alheias o futuro político da tua terra. Na cabine de voto não terás com certeza ninguém a te vigiar e a te pressionar, consulta a tua consciência e põe a inteligência a funcionar. Vota consciente de que da tua decisão dependerá o futuro de todos os teus familiares e amigos, pois os políticos do regime esses irão defender os tachos a todo custo, nem que tenha que pagar agora pela tua ingenuidade, depois irão reaver o reembolsos da tua ignorância. Porque a corrupção não se combate com abstenção. Qual o sol nasce é para todos, não fiquem à sombra de outros a decidir. Pela vossa saúde e bem estar vamos defender uma vez mais a liberdade que é de todos. Votar por quem defenda a verdade, pois a verdade terá de vencer.

sábado, 31 de agosto de 2019

                                  E o direito à indignação?
Estou cansado de ver o digladiar político acusando-se mutuamente a ver quem faz pior. Estou cansado de trabalhar e ver o dinheiro dos meus impostos serem roubados por políticos corruptos. Estou cansado de sustentar bancos e banqueiros e ver a «justiça» cega e perdulária. Estou cansado de ver governos a sustentar quem nada produz, à custa do meu esforço. Estou cansado de ver  a destruição do meu país, à custa do (negócio) dos incêndios. Estou cansado de que os meus impostos sirvam para formar os cidadãos, que depois para serem reconhecidos tenham que emigrar. Estou cansado de ver centenas de cidadãos à espera de uma consulta ou de uma cirurgia, para depois ver desperdiçar os dinheiros públicos em obras sem utilidade ou de utilidade duvidosa. Estou cansado de ver governos apoiar migrantes estrangeiros que não respeitam a liberdade, e atentarem contra contra a liberdade do nosso próprio povo. Estou cansado de que se promova a solidariedade a troco do sustento de gentes sem escrúpulos que usam as instituições para se auto-promoverem. Estou cansado de ver políticos eleitos pelo povo com arrogância a sentirem-se superiores a quem os elegeu, pois a humildade não é o seu lema. Estou cansado de que os dinheiros dos meus impostos sirvam para sustentar parasitas, que em nada contribuem para o desenvolvimento dos meus conterrâneos e sejam utilizados para promover culturas que nada tem a ver com a nossa. Estou cansado de ver reformados cidadãos que deram tudo, para sobreviverem com pensões miseráveis, enquanto políticos, banqueiros e outros têm-nas chorudas. Estou cansado de sustentar um povo ingénuo, e à custa dos meus impostos financiar os traficantes e os contrabandistas. Estou casado de ver ilhéus (prisioneiros) de um modelo de transporte que não lhe querem dar soluções alternativa por defender lobbies. Estou cansado de sustentar um estado que deveria zelar pela dignidade do ser humano e que com leis estúpidas, protegendo os inescrupulosos, «promovem» a degradação da nossa sociedade. Definitivamente estou cansado de ver um povo que só faz contas do que ganha e não contabiliza o que se paga. É a realidade nua e crua de um país que parece querer continuar anestesiado e que não acorda para a realidade, querendo continuar nesta realidade de governos que sustentando o povo com migalhas, mantendo o precursores deste desastre no lugar que por direito deveria pertencer aos portugueses que querem um país mais digno mais justo e mais humano. Porque a verdade contra o poder do dinheiro, será sempre uma batalha inglória,( mais de 8(oito) MILHÕES de euros na campanha eleitoral. Nos dia 22 de Setembro e 6 de Outubro, em democracia, a liberdade poderá dar-nos a derradeira oportunidade de mudar a região e o nosso país, existem alternativas. Será que os actuais 225 mil milhões de dívida do nosso país justificam votar contra os partidos do arco da governação que durante mais de 40 anos e à custa da ingenuidade de um povo, sustentam a degradação da nação. Será que iremos continuar a ser «cúmplices» de um sistema que teima em tornar cada vez maior o fosso na nossa sociedade? Estou cansado mas tenho um sonho, de ainda um dia ver um PORTUGAL COM JUSTIÇA!

quinta-feira, 15 de agosto de 2019


Contos proibidos.
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sábado, 3 de agosto de 2019

                       Vou apostar no boletim de voto
Com o aproximar de mais dois actos eleitorais, começa o campeonato das promessas, a disputa dos troféus, (tachos) a compra de votos, qualquer argumento é válido. Os cidadãos continuam iludidos à volta de promessa, pois a  vontade de cada um achar que este ou aquele será melhor, quando a realidade da política no nosso país é bem diferente. Os nossos políticos pensam que ao ocuparem os cargos para o qual se apresentam ao eleitorado, quando eleitos, tomam uma atitude de empresários e em vez de defenderem as pretensões dos eleitores ou minimamente cumprirem as promessas, lutam pelo seu sucesso e riqueza pessoal, com uma ambição desmedida, esqueceram-se em definitiva os ideais e as promessas feitas. Como é possível por exemplo, utilizar-se áreas como a saúde para fazer negócio à custa da fragilidade dos cidadãos? Como é possível (promover) crimes onde o fogo na floresta (por exemplo) passou a ser um negócio mesmo à custa da desgraça e até pasmem-se: da vida dos cidadãos. Como é possessível, fomentar monopólios onde está em causa a mobilidade dos cidadãos para se deslocarem fora da região, com um aeroporto que impõe restrições e condicionalismos, e não existe outra mobilidade a não ser monopolizada pelos interesses de (amigos do regime). Como é possível, investir dinheiro em obras de utilidade duvidosa para beneficiar «amigos» mesmo sabendo que as áreas básicas como, a saúde , educação, justiça, têm urgências prementes. Andam a fazer negócios a fingir que estão a fazer política séria, e os eleitores cada vez mais sentem-se incapazes de pode alterar este estado de coisas. Porque o grande objectivo no actual modelo do regime é cada vez mais tirar a motivação aos eleitores promovendo a abstenção, de modo que os afectos ao regime com o seu voto, mantenham a hegemonia do poder onde em várias organizações partidárias possam existir gente afecta a todos os grupos económicos que controlam sistematicamente o sistema. Se ao menos houvesse da parte dos eleitores uma consciência de cidadania e uma cultura democrática bem esclarecida , o país nunca teria atingido semelhante estado de quase «anarquia política». Imagine-se que como será possível que um regime dito de democracia, possa motivar saudades do Salazar! algo anda a falhar  pois os partidos políticos capturaram a liberdade, legalizaram o roubo e institucionalizaram a corrupção. Um povo que não sabe usar o voto, jamais será temido ou sequer respeitado e nunca poderá saborear as vantagens de uma verdadeira democracia. Porque a abstenção não é a solução contra a corrupção, será que a democracia autêntica proporcionará mais uma oportunidade?
Nota. (Com alguma ironia) Aquela aberração de obra um terraço na via de acesso à cota 200 na Rib. de João Gomes, será que dentro em breve a população do Curral das Freiras vai reivindicar um terraço para proteger os moradores daquela zona onde o perigo da queda de pedras é constante?

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Texto enviado na página da frente cívica a um comentário à reactivação da mesma.  Paulo Aguiar 13/07/2109         
Ainda bem, seria com muita pena minha, pois apesar de ainda não estar muito divulgada, tem pernas para andar, é necessário criar inter-actividade e fazer chegar a muita gente. Poderíamos começar por conferencias em pequena escala de workshops de formação de cidadania para a democracia, ou outra coisa do género, convidando pessoas com alguma formação para conferenciar. Acho que temos aqui um meio de projecção de um futuro para a democracia participativa em portugal, é preciso é mãos à obra. As pessoas precisam de sentir que fazem parte do pleno da sociedade, a grande maioria nem que saber de política, pois sente-se desiludida e enganada, porque no actual modelo de democracia, os partidos políticos e seus dirigentes com as disciplinas partidárias «sequestraram» a democracia o que propositadamente alheou os cidadãos de participar na evolução de um verdadeiro regime democrático.É necessário criar um plano de acção a nível nacional e local. Mesmo que os frutos só se venham a colher por mais uma década mas algo temos de fazer, a começar pela consciencialização dos portugueses, poderá ser esse o nosso contributo para um país com melhor futuro. Obrigado pela informação, mater-me-ei atento. 

Texto a um comentário programa eleitoral Bloco de esquerda à TVI. 
Cada vez mais querer promover a total dependência do estado, para conceber o objectivo da Venezuelização do país. Queremos um país livre de corruptos e com oportunidades à iniciativa privada, menos estado mais LIBERDADE, não vaiam em conversa. As cresces só criam cada vez mais o afastamento das famílias, porque não dar condições aos pais para terem cada vez mais tempo disponíveis para os seus filhos. Não robotizar a sociedade, humanismo, afectividade, carinho, AMOR é o que precisam as nossas crianças e não o seu aquartelamento como se fossem animais de um zoológico qualquer. Chegamos àquilo que quando era criança no tempo do Salazar se dizia, os comunistas tiram as crianças aos país, eu tinha dúvidas, mas não é que é mesmo verdade!

domingo, 14 de julho de 2019

                                           O preço do voto
Para quem vive de um salário médio até por vezes é capaz de ter dificuldade em avaliar por exemplo, quem recebe um salário mínimo de pouco mais de 500€, uma pensão de sobrevivência de duzentos e poucos euros, uma reforma de 400€, enfim números que às  vezes têm de ser geridos de forma milagrosa para poder sobreviver. Agora eu pergunto: como podemos ser indiferentes sabendo que por exemplo; um deputado com oito anos de mandato numa assembleia tem direito a mais de dois mil euros (2000€) de reforma, que existem aproximadamente 400 políticos com subvenções vitalícias, que existe reformas em Portugal que ultrapassam os 170 mil euros mensais, e que a grande maioria deles estão envolvidos em casos de corrupção. Onde se continua a esbanjar dinheiro em obras de utilidade duvidosa e trocas de prioridades. Como poderá uma população viver num regime que se quer continuar a designar de democracia, quando existe semelhante desigualdade, desequilíbrio, falta de ética, injustiças, descrédito total da classe política, e de uma avassaladora desilusão da grande maioria dos portugueses pela classe a quem querem continuara a chamar de defensores dos direitos do povo?  A grande maioria dos nossos conterrâneos já se sente sem ânimo para expressar o seu manifesto perante tamanha desigualdade, tanta injustiça, tanta corrupção, tanta mentira, até parece que a verdade passou de moda, que a honestidade é vergonhosa, que sinceridade é um escândalo, que a corrupção foi institucionalizada, que o roubo foi legalizado, que as promessas são frases ocas, e que o mundo actual só é válida a vigarice, o compadrio o tráfego de influências, a injustiça e a imoralidade. Onde quererão conduzir a nação que durante muitas décadas foi o IMPÉRIO LUSITANO? já não podemos continuar a sustentar semelhante descalabro, faltam-nos as forças, chovem as promessas, mas acima de tudo não nos continuem a enganar, pois a alma lusitana perdeu o seu folgo, e agora só resta um rebanho de pessoas desiludidas, que ingenuamente continuam a acreditar que democracia e política é só para políticos, e que um partido político gera fanatismo e fidelidade como se de um clube de futebol se tratasse. Um novo acto eleitoral aproxima-se; Será que será necessário voltar a prometer o impossível, e pagar 150€ por uns óculos para que o povo possa sentir a mudança e ter confiança e ver  COM OS OLHOS BEM ABERTOS em que alhada está metido?

domingo, 23 de junho de 2019

 Carta ao Dr, Rafael Macedo.
Bom dia. Fiquei atónico com as últimas notícias em relação ao seu relacionamento pessoal e o partido que abraçou o seu projecto. Afinal, acredito que lhe emprestaram a camisola para depois se servirem da sua imagem, pois do modo como tem agido até aqui, não me passa pela cabeça que seja um problema de índole pessoal, às vezes pregam-nos partidas neste caso(partidos) que nunca imaginamos, mas é como eu digo, respeitar disciplinas partidárias é tornar-se cúmplice de um regime corrupto. Enquanto não for possível as candidaturas independentes sem quaisquer vínculo partidário, nada feito. A sua obra e o seu empenho há-de colher os frutos desejados, pois é o anseio silencioso da maioria dos Madeirenses e Portosantenses. Não desanime pois a sua luta há-de continuar com cada vez mais força.

Resposta à observação de Miguel Silva
Infelizmente o que faz prevalecer a actual situação política em Portugal é sobre tudo, a ambição, a ambiguidade, a hipocrisia, a ostentação, a vaidade e a ânsia de poder. Se houvesse mais humildade, unidade e disponibilidade de servir a causa pública à muito que a situação política no nosso país estaria alterada, mas os políticos e as pessoas que os controlam sabem perfeitamente com que tipo de povo estão a lidar; Infelizmente é assim. É pena realmente estarmos metidos num beco sem saída aparente muito por culpa da falta de cultura democrática do nosso povo.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

                             Pois eu prometo!
Vem aí mais um período onde grandes decisões políticas irão ser tomadas. Por parte dos partidos políticos, novamente se (cozinham) campanhas, estratégias, coligações, acordos, arranjinhos, e jogadas de bastidores, típicas de quem andam à mais de quatro décadas a fomentar um rol de promessas impossíveis, de comprar consciências em períodos eleitorais, para logo voltar ao que escondem, compromissos inimagináveis e prejuízos incalculáveis em benefício de uma classe que fazendo jus ao velho ditado popular, não colocam os ovos todos no mesmo cesto, distribuem-no por vários canastros e pelos diversos partidos com a máquina mais eficaz, de modo a permanecerem dentro de um sistema onde tudo facilmente é controlável e os seus interesses salvaguardados. Quando por exemplo: alguém que exerce uma cargo vindo de uma administração empresarial e que tem (excelente) relacionamento com o poder, e antes, ter passado por esse mesmo poder, é caso p'ra dizer: ( ? ) prefiro ficar calado! Quando alguém abdica de um cargo empresarial, para se dedicar com todas as forças à campanha de um candidato que prometeu cumprir o mandato até ao fim, e apresenta grandes probabilidade de ocupar o alto cargo, é caso p'ra dizer (?) Só ousa quem sabe! Como o eleitorado consegue ser tão ingénuo, ao ponto de continuar a patrocinar este tipo de manobras, aceitando promessas impossíveis, tornando-se cúmplices do jogo de interesses, depositando a confiança do voto em «trapaceiros», gente que ao longo de mais de 40 anos de um regime dito de democracia mas que em nada a dignifica, ou então cidadãos revoltados que acham que a democracia já nada lhes diz respeito e pura e simplesmente renunciam a participar no seu processo evolutivo, pois os políticos que conduziram tão mal a democracia tirando-lhe propositadamente qualquer tipo de credibilidade, levando a que os eleitores renunciassem radicalmente à participação optando pela abstenção. No actual modelo eleitoral a única possibilidade de ressuscitar a credibilidade da democracia, será uma votação maciça em partidos que não tiveram oportunidade de representatividade nos actuais parlamentos, tanto nacional como regional, só assim poderá existir um governo com minoria necessitando da participação de várias forças políticas a representar os vários sectores da sociedade, enquanto não houver alteração para uma eleição com círculos uninominais onde as pessoas e seus currículos, substituam os partidos políticos e suas disciplinas partidárias, que não são nem mais nem menos que as regras impostas pelos grupos de interesses e lobbies. Por isso eu prometo que: se querem que algo realmente mude neste capítulo da política e a corrupção, o eleitorado terá de mudar de atitude e mostrar de uma vez por todas a sua maturidade democrática votando massivamente nos partidos que apresentam pessoas com vontade de mudar este estado de coisas do qual a grande maioria estamos fartos, e parece que somos incapazes de alterar o rumo da situação. Terá de ser forte com a sua decisão para poder dar cabo do flagelo da corrupção. 600 anos depois das descobertas e 45 de democracia, é tempo mais do que suficiente para mostrar alguma maturidade e cultura democrática e não embalar em promessas.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

                               A criança que eu sou
Passado um período de grande importância para os cidadãos, voltamos à normalidade e iniciamos o mês de Junho com a comemoração do dia da criança. O que poderão esperar as nossas criança no futuro, num país gerido desta maneira? Que tipo de cidadania estamos a formar para o futuro? Numa sociedade muito desequilibrada, com o egoísmo, a ostentação, a vingança, a injustiça, a arrogância, a prepotência, com os valores humanos deitados por terra, que tipo de sociedade esperamos ter no futuro. num regime designado de democracia onde quase 70% da população pura e simplesmente ignorou a sua «liberdade» de escolher aqueles que aparecem como seus representantes nas máximas instâncias de decisão da Europa. Qual serão as ilações que os políticos irão tirar à elevadíssima abstenção dos eleitores? Porque o povo está desiludido, revoltado com o modelo de democracia imposto, os políticos são escolhidos não em função de servir os cidadãos, mas na perspectiva de defender os interesses de grandes lobbies, que patrocinam partidos, que escolhem as figuras para que o povo possa eleger. Mas afinal é isto democracia? Se à partida assim fosse, o facto de a maioria recusar participar no ultimo acto eleitoral e se realmente a verdadeira democracia respeita a decisão das maiorias, este acto eleitoral deviria ser impugnado e repetido até que uma maioria decidisse realmente quem queria que os representasse no parlamento Europeu. Só que existem interesse que preferem perpetuar uma regime disfarçado de democracia mas que na realidade não expressa nem respeita a verdadeira vontade popular, e as pessoas sentem-se desprotegidas perante este embuste .    A primeira conclusão: se os políticos realmente defendessem  os verdadeiros interesses do povo, seria mudar radicalmente o modelo de democracia, onde cidadãos sem qualquer vínculo partidários e sem ter de respeitar as disciplinas dos mesmos, pudessem concorrer a qualquer lugar de eleição. Que na justiça houvesse equidade, que a saúde e a educação fosse a área onde o investimento respondesse às verdadeiras necessidades das populações, onde a segurança tivesse o seu espaço de confiança e de acção preponderante na tranquilidade da cidadania e seus bens, onde houvessem os políticos da causa dos povos e não os que lutam pelas causas impostas e as individuais, esquecendo que o lugar que desempenham só deveria existir se o cidadãos com direito a voto o elegesse. Teremos que repensar seriamente que futuro quereremos para as nossas crianças, para não comemorar o seu dia com hipocrisia, ou educaremos de forma a continuarem cidadãos individualistas, egoísta e sem espírito de sociedade e comunidade em função social.

sábado, 18 de maio de 2019

Chegou a hora das eleições. Temos que escolher os nossos governantes e votar. … Com muita tristeza digo, que os partidos políticos que estão no governo e os que lá estiveram, nem agora nas eleições, falam do maior problema que o povo tem que é as injustiças e a corrupção…! Que tanto prejudica o Povo …! Falando dos dois partidos mais importantes, PS, PSD, porquê que se agridem tanto, em vez de resolverem os problemas do povo…? (Infelizmente nas eleições anteriores tem sido sempre assim…)… Mas o que é isto…? E Porquê…? ... Por intuição, acho que poderá ser a própria estratégia deles…! … Não falam dos problemas do povo, porque não lhes interessa… que são as injustiças, a corrupção (e pelo que parece nada querem mudar…) … chateiam profundamente o povo, que muitos deles acabam por não ir votar, como protesto… O ideal seria termos uma nova lei eleitoral, sendo o povo a escolher os candidatos… … Mas o governo estuda tudo ao milímetro e tem na lei que os votos em branco e os votos da Abstenção, serão todos somados e entregues aos partidos mais votados. Por isso, independentemente do valor da Abstenção, serão sempre os mesmos 230 deputados. …( Se há pessoas a dizer o contrário ou estão desinformadas ou desejam que tudo fique na mesma.) … Hoje, sinto-me mais convicto e civicamente mais leve… de espontânea vontade vou votar, pela luta Cívica, no partido: NÓS CIDADÃOS Dr. Paulo de Morais, pela competência e dedicação. Agradeço a partilha deste meu texto para também Você contribuir a mudar algo para melhor… 
A democracia faz um novo chamado.
Vem aí mais um acto eleitoral. Voltamos a ter a oportunidade de escolher os nossos representantes na composição do futuro parlamento Europeu, apesar de já os partidos políticos terem feito a ((triagem à sua medida e conveniência). É com alguma tristeza que digo que os partidos que ao longo dos tempos partilharam ou partilham os sucessivos governos, porquê que se agridem tanto, em vez de resolverem os problemas do povo e continuam a utilizar as constantes e deficientes governações como argumento de combate político, em vez de serem os melhoramentos efectuados pelos mesmos, o que afinal muito pouco à a referenciar, casos com a injustiça e a corrupção, são situações que pouco ou nada vêm à praça pública. Aquilo que até têm conseguido propositadamente é o aumento constante da abstenção, meio com que os cidadãos eleitores desiludidos e revoltados, acham que será um protesto contra a sua revolta e descontentamento. Mas os governantes estudam tudo ao milímetro e tem na lei que os votos em branco e os votos da Abstenção, serão todos (somados e entregues aos partidos mais votados) ou melhor dito nem são levados em conta. Por isso, independentemente do valor da Abstenção, serão sempre eleitos os mesmos 21 deputados ao parlamento europeu. ( Se há pessoas a dizer o contrário ou estão desinformadas ou desejam que tudo fique na mesma). Hoje, pelo facto de ser independente, não ter de respeitar disciplinas partidárias, sinto-me civicamente mais leve, de espontânea vontade vou votar, pela luta Cívica, no combate à corrupção e à transparência, a única forma de ajudar o combate à corrupção será uma atitude responsável de nós os cidadãos eleitores, votar-mos massivamente em partidos que não tenham representatividade nos parlamentos. Para uma democracia mais equitativa, mais justa, mais transparente e sobre tudo mais participativa, porque a democracia evolui com a participação de todos nós os cidadãos livres.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Um olhar utópico
Simulador do Método d’Hondt
Em Portugal, as leis eleitorais da Assembleia da República, Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas, Autarquias Locais e Parlamento Europeu seguem o sistema de representação proporcional e utilizam o método de Hondt, muito embora este apenas encontre consagração constitucional quando à primeira
Inserir nº membros:
21
Listas
Nome/Partido:
PS
Nº votos obtidos:
770000
Nome/Partido:
PSD
Nº votos obtidos:
730000
Nome/Partido:
CDS
Nº votos obtidos:
720000
Nome/Partido:
BE
Nº votos obtidos:
690000
Nome/Partido:
CDU
Nº votos obtidos:
650000
Nome/Partido:
NOS CID
Nº votos obtidos:
610000
Nome/Partido:
PURP
Nº votos obtidos:
580000
Nome/Partido:
I Liberal
Nº votos obtidos:
520000
Nome/Partido:
PNR
Nº votos obtidos:
490000
Nome/Partido:
Basta
Nº votos obtidos:
410000
Resumo
Nº total de membros: 21
Eleitos por Lista:
PS: 3 Eleitos
PSD: 3 Eleitos
CDS: 2 Eleitos
BE: 2 Eleitos
CDU: 2 Eleitos
NOS CID: 2 Eleitos
PURP: 2 Eleitos
I Liberal: 2 Eleitos
PNR: 2 Eleitos
Basta: 1 Eleito
Um exemplo um tanto ou quanto absurdo, improvável e até impensável talvez, mas imaginem-se que os eleitores despertavam consciências democráticas e na hora de votar tinham este tipo de comportamento. Num universo de pouco mais de 6 milhões de votos válidos. Qual seria a análise política dos partidos que até aqui tiveram a hegemonia do poder? Logicamente que isto é apenas uma utopia numa ficção de simulação, só para mostra que a mudança de atitude dos eleitores alteraria e de que maneira o actual modelo político português.
PS: A escolha e ordem dos partidos foi absolutamente aleatória, apenas num grau de imaginação simples.
Simulador do Método d’Hondt
Em Portugal, as leis eleitorais da Assembleia da República, Assembleias Legislativas das Regiões Autónomas, Autarquias Locais e Parlamento Europeu seguem o sistema de representação proporcional e utilizam o método de Hondt, muito embora este apenas encontre consagração constitucional quando à primeira
Inserir nº membros:
21
Listas
Nome/Partido:
PS
Nº votos obtidos:
770000
Nome/Partido:
PSD
Nº votos obtidos:
730000
Nome/Partido:
CDS
Nº votos obtidos:
720000
Nome/Partido:
BE
Nº votos obtidos:
690000
Nome/Partido:
CDU
Nº votos obtidos:
650000
Nome/Partido:
NOS CID
Nº votos obtidos:
610000
Nome/Partido:
PURP
Nº votos obtidos:
580000
Nome/Partido:
I Liberal
Nº votos obtidos:
520000
Nome/Partido:
PNR
Nº votos obtidos:
490000
Nome/Partido:
Basta
Nº votos obtidos:
410000
Resumo
Nº total de membros: 21
Eleitos por Lista:
PS: 3 Eleitos
PSD: 3 Eleitos
CDS: 2 Eleitos
BE: 2 Eleitos
CDU: 2 Eleitos
NOS CID: 2 Eleitos
PURP: 2 Eleitos
I Liberal: 2 Eleitos
PNR: 2 Eleitos
Basta: 1 Eleito

terça-feira, 16 de abril de 2019

                                                  Paz quente!
E não é xenofobia, é ver as realidades que saltam à vista. Não querendo ser pessimista mas parece que os europeus estamos a (cair numa armadilha) que a médio prazo as raízes europeias a liberdade que leva séculos a conquistar e preservar, entramos naquilo que designaria de 《Paz quente》um plano maquiavélico para derrubar toda a base da cultura europeia duma forma estrategicamente planeada, Oxalá e esteja enganado. O ressurgimento de radicalismos são em parte o manifesto de um modelo de políticas erradas para preservar e defender o nosso património e a nossa cultura. Não é possível admitir pessoas que não concebem a liberdade como modo de vida, virem querer impor os seus modelos de vida usando a liberdade que a Europa e os europeus tanto preservam e se orgulham. Porque à muito vem sucedendo, e nesta última década com maior evidencia, situações que terão de levar as nossas autoridades a ponderarem muito bem a futura política de imigração a seguir. 

   
                                 Despertar para uma nova democracia 


A falta de cultura democrática do nosso povo, levou a que chegasse-mos onde estamos. Porque acham que partido político é clube de futebol, e votam no ganhador para no dia seguinte após as eleições, poderem comemorar e sentirem-se «vitoriosos», mesmo que tenham que levar os 4 anos seguintes a protestar, sentados no sofá, ou nas mesas dos cafés e a se lamentar, e pior ainda, a pagar as asneiras cometidas pelos (eleitos). espero que tudo isto sirva para que Após 45 anos de asneiras, sirva para um despertar de uma nova democracia.

sexta-feira, 5 de abril de 2019


                                        cartas na mesa


Porque vem aí mais uma  «comemoração» do 25 de Abril, data gloriosa da implementação de um regime democrático. Porque será que cada vez mais os portugueses se sentem desiludidos com os seus governantes? Será caso p'ra dizer: cada quem tem aquilo que merece! (eu e muitos que pensam como eu não merecemos)!  Em ano de três actos eleitorais, parece que os eleitores portugueses ainda não aprenderam que após 45 anos de instaurado o designado de regime democrático, continuamos a expressar imensas dúvidas em relação ao nosso comportamento no que diz respeito a liberdades, democracias, direitos, deveres, valores e opiniões. Liberdade é ser capaz de escolher os governantes que se apresentem à escolha do povo para que defendam um direito constitucional de justiça e igualdade de oportunidades para todos. Democracia é o que simbolicamente significa poder ao povo, que consignados a esses representantes livremente escolhidos. Direitos, tudo o que consagram as leis a cada um dos cidadãos. Deveres tudo o que cada cidadão terá que aportar ao país cumprindo as leis existentes no mesmo. Infelizmente e após muito adulta a nossa flamejada democracia, deixa muito a desejar, perante tudo o que deveria realmente ser o designado menos mau dos regimes. Uma liberdade que usada abusivamente por aqueles que os interesses designam como representantes não do povo, mas de interesses que à grande maioria não lhes diz respeito. Uma democracia que, pela falta de cultura desse mesmo povo, insiste em tratar partidos políticos como se fossem clubes de futebol, ninguém quer votar nos mais pequenos para no dia seguinte não sentir na consciência o amargo da derrota, mas no entretanto continuam a votar nos que ao longo destes 45 anos continuam a iludir os cidadãos num mar imenso de promessas, para no dia seguinte estupidamente comemorar vitórias, e depois estarem 4 anos sentados no sofá ou no café a protestar a sua ingénua escolha. Quando os direitos na sua maioria são condicionados, e os deveres só são aplicados aos que não têm o poder  ou a  proteção da justiça, que comparte paredes meias com um modelo de uma democracia que em nada permite ao povo sentir que exerce esse poder, pelo contrário, cada vez mais sente o medo da represália e da intimidação, a impunidade premeia os que usam e abusam desse mesmo poder que ingenuamente a cada acto eleitoral somos convidados a atribuir aos fazedores de promessas, pois a ingenuidade é de tal magnitude que mais parece uma deficiência genética com cumplicidade de doença mental, pois tanto tempo a cometer o mesmo erro já deixa muito a pensar este povo só tem aquilo que realmente merece. Vem aí mais três novas oportunidades para que a vontade do povo se manifeste no voto, depois não deitem as culpas a ninguém, aliás esse também é outro dos maus hábitos dos portugueses, cometer o erro inúmeras vezes e depois as culpas são sempre dos outros. Quando já alguns corajosos, em vários sectores e pondo em causa a sua idoneidade e integridade, levantaram o véu da promiscuidade a que os políticos conduziram o país, não sejamos nós os cidadãos a baralhar e dar de novo o aval e a sermos cúmplices do sistema com àqueles que infestaram a governação do país com o maior flagelo da nação; a corrupção.

quinta-feira, 14 de março de 2019

                      O tarzan teve de ir à cidade
Porque estando habituado à selva, eis que numa tentativa de um salto em falso onde a (liana) pregou uma partida, e na queda teve de ser assistido pelos amigos bombeiros. Depois de ser levado rapidamente para o hospital sendo prontamente assistido e diagnosticado, uma perna partida e pequenas escoriações, o facto de por razões de ordem medicamental não poder ser efectuada intervenção no acto, teve de esperar 9 dias para a operação. No entretanto os profissionais muito prestados e durante este período de convalescença tornaram este tempo menos difícil possível, com a sua total dedicação e atenção. Após a intervenção e já na recuperação foi sempre com o mesmo empenho e dedicação que os profissionais, seus colaboradores e assistentes lhe proporcionou menos amargas as horas de internamento, o que após 9 dias o «tarzan» teve de regressar a casa. Depois de passar aquilo que já foi designada por alguém de selva, pois seria aí que estariam a habitar os então denominados selvagens, que mesmo maltratados, humilhados e por vezes até difamados, se dedicam a cuidar com empenho e dedicação de quem precisa, numa classes que deveria ser acarinhada, valorizada e sobre tudo bem remunerada, pois a sua dedicação e empenho por vezes excede à disponibilidade dos próprios meios e  serviços. Desde aqui um agradecimento e um bem haja a toda a equipa do Hospital do Funchal, pela forma dedicada, carinhosa e empenhada como exercem o seu profissionalismo, em especial a ala nascente da ortopedia, desde o mais humilde dos funcionários até a sua equipa técnica, merecem todo o meu agradecimento, gratidão e admiração. Porque a vossa vontade de servir nunca o desmotivem, mesmo que não tenham o devido reconhecimento que merecem. Porque há sempre dinheiro para repor roubos na banca e sustentar corrupção a vários níveis,, porque não para pagar quem se dedica ao serviço dos cidadãos? A sociedade agradece; OBRIGADO.

domingo, 27 de janeiro de 2019

                                        2019 Odisseia de promessas
Parece que encaixava bem no título de um filme ou de uma qualquer série televisiva, mas afinal não é mais do que um reforçar daquilo que virá a ser este ano farto em actos eleitorais. Como já é hábito, preparam-se as estratégias, oleiam-se as «máquinas» partidárias para o grande combate eleitoral que se avizinha e que este ano terá três confrontos; eleições para o Parlamento Europeu; legislativas e regionais. Começam-se a preparar estratégias, temas de combate ou de arremesso, sloganes, e até a caracterizar os candidatos à medida daquilo que as populações já habituadas a estas andanças estarão à espera. E aqui vem o rol de promessas, renovação do irrecuperável ou do que já é uma relíquia, confiança no inconfiável, do exemplo claro de mudança de protagonistas para continuar no mesmo filme, ou manter o guião da já quase perpétua série. Num país onde os protagonistas da política «promovem-se» com as desgraças das populações, do tipo queda da ponte de Entre os Rios, dos incêndios, das estradas de Borba, dos bairros da Jamaica, por cá dos 20 de Fevereiro 2010, dos 9 de Agosto de 2016, do 15 de Agosto 2017, enfim de tanta situação que o único que se disse foi, vamos abrir inquéritos. Onde param os inquéritos e os inquiridos? Para apresentar obras em ano de eleições não se constroem novas, pois aparentemente já tudo foi feito, mesmo que muito do que foi feito, é inútil ou de utilidade duvidosa, Marinas, cais 8 etc, etc, então opta-se por rebentar aquilo que até aparentemente estava bom, Fernão Ornelas, para depois inaugurar (melhoramentos) em futuras campanhas eleitorais. Mas os muros da Rib. de João Gomes e alguns passeios em pleno centro da cidade aguarda pacientemente a sua recuperação. Usam-se pontes para criar (guerrilhas) institucionais, Câmara versus Governo, e a que antigamente era Ponte Nova poderá passar a chamar-se nova ponte, não sei se entre o actual e um futuro governo, afina as pontes até servem para unir, pois os muros! esses serão sempre para dividir. Até se fazem campanhas do tipo venda por catálogo, onde as fotografias de futuras obras, servem para (vender) programas eleitorais, assim como viagens de verão por ferry e serviços de helicópteros para combate a incêndios, mas não se vendem a prevenção aos mesmos, um serviço de saúde com a eficácia desejada, ou um transporte alternativo o ano inteiro sem custos ao erário público como sucedeu durante 4 anos 2008/2012. Afinal quando é que teremos gente a administrar os dinheiros públicos de modo que os benefícios revertam directamente para os cidadãos, onde não se façam promessas impossíveis de cumprir ou demagógicas, de modo que os eleitores possam realmente acreditar que vivemos numa democracia de pleno direito? Muito por culpa da falta de cultura democrática do povo sempre distraído com futebol, bilhardices das revistas cor de rosa, ou entretenimento propositado de toda a  baboseiras, menos aquilo que realmente diz directamente respeito ao de cidadãos responsáveis, o dinheiro dos nossos impostos que deveriam de se preocupar em escolher gente que esteja disponível para servir a democracia e não de servirem-se da democracia para seus próprios benefícios e o dos seus «patrocinadores».