domingo, 27 de setembro de 2020

                                                    Será que é «proibido» dizer a verdade?

Porque em algum momento das nossas vidas todos nós (fomos) actores. A máscaras renovam-se mas as mentiras mantêm-se. Desde que descobriram que a mentira dá dinheiro, a verdade passou á história. Cada vez mais se duvida de tudo e de todos. Quantas vezes pensamos que a liberdade traria uma nova maneira de ver a vida, de enfrentar dificuldades, de resolver nossos problemas, de projectar o nosso futuro, de criar as condições desejadas para superar os nossos inconvenientes. Parece que tudo se desvaneceu, o desanimo consumiu-nos a esperança de poder viver num país onde a oportunidade estivessem ao alcance de todos. Criou-se a ilusão de que os cidadãos seriam o suporte da economia, no investimento o sustento da nação,  nas oportunidades o elo de crescimento, na dinâmica o progresso como fonte de crescimento. Como se desvaneceram os nossos sonhos. Tudo serviu para que à expensas da ingenuidade e da falta de cultura democrática do povo, os oportunistas fizessem deste país  a nação com a classe política mais corrupta da Europa e o 5º país onde o índice de corrupção é mais evidente. Onde a ignorância sustenta um regime corrupto que sobrevive da miséria do seu povo. Como é possível num regime de liberdade e de democracia, os cidadãos deste país permitirem semelhante atrocidade contra a dignidade do povo, onde uma pessoa com o estatuto de refugiado recebe dinheiro, casa e comida e um português que trabalhou a vida inteira recebe uns parcos e míseros 236€ de reforma, principalmente daqueles que com o seu trabalho, esforço e dedicação, contribuíram com os seus impostos para o sustento desta podridão em que se converteu a classe política em Portugal. Aproveitando das desgraças para se promoverem, e utilizando os momentos críticos que o mundo atravessa para sugar ainda mais o que por direito deveria ser distribuído por quem contribui com o seu trabalho. O mais decepcionante e espantoso de tudo isto é ver por exemplo: gente sem condições de alternativa ao SNS, votar nos mesmo de sempre. Gente que tem de empenhar-se até os cabelos, para colocar seus filhos nas universidades, e pior ainda, para depois de formados terem de emigrar pois o país não lhes oferece condições para evoluírem. Que triste país foi este que 46 anos de regime dito de democrático e que nasceu da liberdade, os portugueses permitiram que se chegasse até aqui, converter o parlamento, casa da democracia em casa de negócio. Já alguma vez disse por ironia, que o futebol seria sem adeptos, que as pessoas deixaram de raciocinar por sua cabeça e são levados a pensar, e que no dia em que descobrisse de ter de pagar para respirar, seria o fim da tão propagada LIBERDADE. Será que isto foram (profecias) ou apenas visão da pobreza em que converteram o nosso país? É hora de restaurar a democracia, restituir a liberdade, repor a justiça e combater a corrupção, mas não é com abstenção que demonstraremos a nossa indignação. Não foi com certeza este o modelo de democracia que o povo sonhou com o 25 de Abril!

domingo, 20 de setembro de 2020

                                              Como hoje está gente alerta 

Porque sempre que questionámos alguém em que lugar coloca a sua saúde, maioritariamente põe-na em primeiro lugar. Daí que por essa afirmação conseguiu-se através da imposição do medo, amedrontar as pessoas. Vivemos num mundo onde é tão importante esconder a verdade e de viver numa mentira. Uma (democracia) com 46 anos tão mal gerida, que pôs os portugueses a «suspirarem» por 38 anos de ditadura.  A triste realidade dum regime que construiu muitos milionários, mas que acentuou ainda mais o fosso entre ricos e pobre. A máscara que continua a ocultar a nossa raiva, o nosso descontentamento e a nossa revolta por um regime altamente corrupto. Há quem diga que: esta pandemia serviu até de teste aos governos para avaliar o quão seria possível o regime controlar a liberdade aos cidadãos. Até que ponto a submissão enquanto formos um povo que não tenta o sucesso, incentiva-o e alimenta-o, e em vez disso se regozijam com o fracasso de muitos, enquanto assim for, nunca seremos uma verdadeira nação. Promover o sentimento da inveja condiciona-nos a todos em geral. A saúde converteu-se num verdadeiro negócio, o serviço é vendido como um qualquer produto de um vulgar supermercado, em vez de promover a prevenção e a excelência nos serviços sob a tutela do estado, e que são suportados com os nossos impostos. A gestão dos bens públicos poderia ser comparada a uma empresa onde os seus donos entregariam a gestão de forma a ser rentável e produtiva, ao contrário daquilo que tem sido feito pelos tutelares de cargos públicos que lutam por um cargo que à partida o único objetivo é o garante da sua sustentabilidade individual e a dos seus parceiros. Pobre mentalidade a do nosso povo, a falta de cultura democrática levou-nos a ter de suportar mais de 4 décadas de gestão pública miserável, onde a corrupção, o compadro, a demagogia, e a hipocrisia conseguiu à conta da ignorância desse povo, sustentar corruptos e fomentar a miséria do mesmo povo. E pensar que ainda existem muitos que defendem este regime, pois é! ou são beneficiários do mesmo, ou cúmplices desta miséria, onde 50% dos portugueses trabalham para sustentar vadios, calaceiros, vigaristas e oportunistas, mas quando alguém tem a coragem de vir para a praça pública denunciar estes atentados à dignidade dos cidadãos, as «Virgens ofendidas» começam a classificar de extremistas, fascistas e outros nome terminados em istas, esquecendo que foram os OPORTUNISTAS  que se aproveitaram desta catástrofe. Portugal precisa de remar para outros destinos, assumir de uma vez por todas que algo tem de mudar, a começar pelo comportamento e atitude dos cidadãos na hora de serem chamados a decidir o futuro da nação. A democracia continua a dá-nos a oportunidade de civicamente demonstrar o nosso descontentamento e a nossa revolta contra um modelo de democracia que ultrapassou os limites do tolerável. A recuperação da dignidade passa pela restauração dos valores da sociedade, a de uma classe política que altere a sua concepção de exercer cargos para a necessidade e o orgulho de se disponibilizarem estar ao serviço da sociedade e em prol do futuro e da dignidade dos cidadãos. Porque acredito nas pessoas, na boa vontade e dignidade do nosso povo acho que é possível alterar esta situação. Não acham que chega a hora de voltar a acreditar que é possível viver com maior dignidade e equidade na Justiça?

domingo, 6 de setembro de 2020

                                                        CHEGA, VAMOS AVANTE

Mascarados na nova reentre política, começam a aparecer as mensagens próprias da época. Fim de férias, inicio de actividades ou pelos menos esperam-se que se iniciem dadas às inúmeras incertezas que pairam neste nosso país e no mundo, pois como todos os surtos de doenças, epidemias, pandemias ou manias demoram a se adaptarem às circunstância a que a sociedade terá de se adaptar. Quem não se lembra, da catastrófica SIDA, da gripe das aves (H5N1) 2005, da gripe suína (H1N1) 2009, e o actual COVID 19, que paralisou o mundo e continua a destruir as economias de muitos países, principalmente os mais frágeis e mais dependentes do exterior, com é o caso específico da nossa. Reiniciar das actividade levará a que muitas das mesmas estejam condicionada, pois a ciência ainda não conseguiu implementar uma solução para a mesma e os governos não conseguem implementar um modelo para promover a reactivação das actividade em pleno. Entretanto pelos lados da classe política começam os preparativos para uma nova investida. A batalha começou por condicionar um evento que faz parte do calendário das actividades partidárias. A festa do Avante se seria ou não permitida e os seus condicionamentos. Mas será que a sua aprovação teve um preço? será que a aprovação do próximo orçamento de estado influenciou a sua permissão? A ver vamos, pois como em tudo neste país tudo tem o seu preço, a começar pela dignidade e a ingenuidade dos cidadãos. Mas e as festas partidárias não se resumiam a um só partido, todos sem excepção, têm um calendário festivo a cumprir que a pandemia «impediu» ou (adiou). Mas há um que os meios de comunicação teimam em ignorar e não é porque tem um só deputado representado na actual assembleia da república, porque seja novo, porque se debate contra o regime em vigor, porque acham muitos denominam que o seu líder é populista, fascista, xenófobo, racista, porque não defende o politicamente correcto e ataca o sistema de forma veemente a que os políticos "tradicionais" não estavam habituados, principalmente aqueles que criaram o «mostro, corrupção» e que agora estão com medo dele e se sentem incomodados, mas que pela sua crescente expansão, já se ouve até por aí muitos com a vontade e quiçá algum oportunista a querer colar-se ao que poderá vir a ser uma alternativa e uma nova forma de estar e fazer política. Se a coragem do povo despertar para uma alternativa, nunca poderá ser-la se for novamente sequestrada por oportunistas e vigaristas que andaram todos estes anos a viverem à custa da ignorância do povo e se sustentarem com a sua miséria. Se quiser-mos que algo mude no nosso país, primeiro deverá mudar a atitude e o comportamento da classe política e ao modo como os portugueses sentem e reagem em democracia, começar por acabar com a abstenção, pois não é essa a solução para combater a corrupção nem a maneira de demonstrar a sua revolta e indignação contra um regime que à mais de 46 anos anda a abusar da paciência de um povo demasiado ingénuo. Porque as conquistas que a liberdade permitiu e que em democracia haja sempre uma nova alternativa e um renovar constante de oportunidades. Como diz o ditado: o mundo não pode parar, aguardam-se novas e derradeiras oportunidades,vamos avante, a paciência esgota-se pois já chega de tolerâncias.