Aborto; versus imigração!
O direito à vida é um direito fundamental consagrado na Constituição da República Portuguesa. O artigo 24.º estabelece que a vida humana é inviolável e que, em caso algum, haverá pena de morte.
Aborto; versus imigração!
O direito à vida é um direito fundamental consagrado na Constituição da República Portuguesa. O artigo 24.º estabelece que a vida humana é inviolável e que, em caso algum, haverá pena de morte.
Louvo a ideia da IL para promover uma revisão constitucional. A ex-ministra da saúde (Marta Tremido) já estava há pouco na entrevista da "Antena 1" a tremer pois sabe de antemão que um dos propósitos seria o de: erradicar do preâmbulo da Constituição da República a frase (construir uma sociedade Socialista). Porque repare-se e analise-se com inteligência. Ao longo de 50 anos de bipartidarismo/socialismo, o povo foi-se alheando do voto, a democracia foi perdendo força e a classe política a credibilidade. Depois de surgir o CHEGA assumidamente de direita, os cidadãos voltaram ao voto, perderam e medo e trocaram-no pela coragem de se manifestar de direita. Quais as ilações a retirar? Os portugueses são um povo ASSUMIDAMENTE de direita, esqueçam o resto. A intimidação e o medo imposto pela extrema esquerda, a doutrinação do sistema educativo, a submissão dos meios de comunicação ao estado, a fragilidade das forças armadas, a justiça sequestrada pelo poder político, retirou qualquer possibilidade dos cidadãos MUDAR o que quer que fosse. Agora seria a derradeira oportunidade de banir e varrer o Socialismo da constituição da república. Vamos a um referendo sem medo.
Rescaldo de uma pré-revolução eleitoral
Quando ainda se recontam os votos do passado domingo eleitoral, os resultados apontam para uma vitória da coligação AD com mais 100.900 votos que no ato eleitoral anterior, uma derrota para o PS com menos 420.000 votos, na região uma representação inédita dum Movimento político a conquistar representatividade no Parlamento Nacional com o JPP e com O CHEGA a encostar o PS às cordas, tendo uma crescente votação mesmo contra os ataques da comunicação social, contra os ataques dos adversários políticos, contra a narrativa de extremismo, e até na apreciação pós eleitoral o poli(mentígrafo) da SIC a subtilmente passar um atestado de ignorância aos mais de 1.350.000 eleitores que confiaram neste partido o seu voto referenciando-os de eleitores pertencentes a freguesias com menos grau de instrução. Isto já ultrapassa os limites do tolerável em democracia., e a decadência de alguns desses meios de comunicação está a conduzir-los para o fracasso e o total descrédito. Os resultados podem refletir mudanças políticas e sociais dos eleitores potencialmente influenciando a agenda política futura e exprimem claramente que os portugueses manifestam-se fartos do modelo político salvaguardado pelo preâmbulo da Constituição da República que reza: o "de assegurar o primado do Estado de direito democrático e de abrir o caminho para uma sociedade socialista", será que ainda não perceberam que o povo está farto de socialismo? A hecatomb criada pelo partido que optou como slogan: "fazer tremer o sistema" parece já ter causado um segundo terremoto, a possibilidade de relegar o até então segundo maior partido para a 3ª posição e aniquilar a extrema esquerda até então (paladinos da liberdade e da democracia). O que esperarão os portugueses com esta manifestação? que a corrupção é um vício que tem de ser aniquilado. Que quem surripiou o estado e os contribuintes que deixe de o fazer e ponham mãos à obra o mais breve possível para que os problemas vitais da nossa sociedade sejam rapidamente resolvidos. Talvez este modo de expressar o voto, os eleitores colocam um ato de contrição e de perdão para os salteadores e uma oportunidade para se regenerarem com a imediata resolução dos graves problemas que após 51 anos de democracia continuam a assolar o nosso povo. Portanto está dado o mote, esperemos que os políticos percebam a mensagem eleitoral que o nosso nobre povo renovou, (e eu que achava que o povo não tinha cultura democrática) mas que com esta lição reconheço e peço perdão pelo meu erro. pois ao dar uma derradeira oportunidade a esta moribunda democracia demostrou a sua capacidade de participação reduzindo substancialmente a abstenção querendo dizer que queremos restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade. Agora: está dada a derradeira oportunidade, MÃO À OBRA E BORA LÁ TRABALHAR! Portugal quer justiça!
A manipulação do voto
"A manipulação dos meios de comunicação é um tema preocupante que afeta a sociedade como um todo. É fundamental que as pessoas estejam cientes das técnicas de manipulação e busquem informações de fontes confiáveis e diversificadas. A transparência e a responsabilidade dos meios de comunicação são essenciais para garantir que a informação seja apresentada de forma honesta e imparcial."Ou, de forma mais direta:" A manipulação dos meios de comunicação é uma ameaça à democracia e à liberdade de expressão. É hora de exigir mais transparência e responsabilidade dos meios de comunicação e buscar informações de fontes confiáveis." A democracia é um sistema que depende da participação ativa de todos os cidadãos para funcionar de forma eficaz. Quando as pessoas optam pela abstenção, elas estão, na verdade, permitindo que outros decidam por elas, o que pode levar a uma representação desigual e não refletir os anseios da população como um todo. O voto é uma ferramenta poderosa que permite aos cidadãos influenciar as decisões políticas e sociais de um país. Embora alguns argumentem que um voto individual não faz diferença, a soma de votos pode ter um impacto significativo. A abstenção pode levar a uma democracia viciada e degradada, onde os interesses de uma minoria são priorizados em detrimento da maioria. Ao votar, você ajuda a garantir que a democracia represente os interesses de todos. O voto consciente é essencial para promover mudanças políticas positivas. Ao escolher candidatos que compartilham seus valores e visão para o futuro, você pode contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Se estás desiludido com a política atual, é importante lembrar que a mudança começa com a participação ativa. Em vez de se abster, use seu voto para expressar suas opiniões e valores. Pesquise sobre os candidatos e seus planos, e vote com consciência, considerando o impacto de sua escolha no futuro do país ¹. "O voto consciente é a base de uma democracia forte e saudável." "Cada voto conta; faça com que o seu peso faça diferença." "A mudança começa no voto; não subestime o poder da sua escolha." "Um voto consciente é um passo certeiro na direção do futuro que você deseja ter." "A democracia se fortalece com eleitores informados e conscientes." Lembre-se de que seu voto é sua voz. Ao exercê-lo com consciência e responsabilidade, você pode contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e democrática ².
LAURA XAVIER
Que a ética nunca se sobreponha aos valores e a missão seja o preço do sucesso.
Um largo e tortuoso caminho
Não será para comemorar os 55 anos de uma das muitas músicas de sucesso da icónica banda de Liverpool. Olhar para o nosso interior e ver se existe algo para mudar, para melhorar, alguma barreira a superar, algum medo a eliminar. Porque inicialmente para podermos aceitar o mundo como ele é, o primeiro passo será gostarmos de nós, daí conseguiremos a confiança de transmitir algo de positivo em cada dia das nossas vidas. Mergulhados em incertezas, rodeados de tanta mentira, perseguidos por tanta falsidade, bombardeados com tanta publicidade de várias frentes, quer socais, políticas ou económicas e comerciais, já pouco nos resta meditar naquilo que deverá ser a nossa preocupação em obter o que realmente nos possa interessar para nossa satisfação, o preencher das necessidades básicas e conquistar um pouco de liberdade à nossa medida. Quando achamos que já conseguimos o modelo ideal, logo apresentam-se novas ideias, novos modelos, novos produtos e novas maneiras e parece que tudo terá de começar de novo e o tempo foge-nos por entre os dedos e falta-nos aquele verdadeiro tempo que teríamos e deveríamos ter dedicado a nós próprios e àqueles que minimamente precisam de um pouco de nós, principalmente os nosso familiares, os mais idosos, os nosso filhos e porque não até os nosso amigos. Porque pensamos no imediato, no benefício instantâneo, no proveito na hora, na recompensa pelo desempenho, e às vezes deixamos fugir aquilo que no futuro nos trará o retorno e a recompensa do nosso «produto» ou trabalho e o retorno do nosso comportamento e das nossas atitudes, esquecemo-nos do benefício a longo prazo para (apostar) na agora e já. O mundo actual absorvido pela sociedade de consumo, não espera pelas compensações de vida eterna, confunde-se e deixa-se absorver com «benefícios» imediatos. Se realmente compreendesse-mos que para obter uma vida eterna já neste mundo dos vivos, bastava que isso fosse interiorizado em cada um de nós e que para obter a realização total da humanidade seria tão fácil como distribuir um sorriso, muito amor, afeto, fidelidade, compreensão, perdão, humildade, solidariedade e verdade por todos aqueles que nos rodeiam, compreenderiam rapidamente a mensagem, e os benefícios de uma sociedade mais justa no imediato os nossos benefícios seriam prontamente alcançados. Preparamo-nos para leger um novo governo, estamos perante uma situação algo perigosa no que à prevalência de uma democracia e algo incerta a continuidade da nossa liberdade. No país são mais de 4 milhões de cidadãos indignados, revoltados, desiludidos e defraudados com o sistema que deixaram de acreditar, (os abstencionistas) que neste momento poderia designar de um autêntico «exército» de salvação nacional se decidissem utilizar a sua influência (voto) para pelo menos voltar a depositar a esperança em restaurar a democracia, restituir a liberdade e resgatar os valores da sociedade e votassem massivamente contra um sistema em avançado estado de decomposição.